O que é Teologia?
Teologia é a arte de “fazer parecer” que Deus fala aquilo que você quer que Ele diga, ou pelo menos, que diga que você está certo, e que seus rivais estão errados.
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SE JESUS CRISTO VOLTASSE A SEGUNDA VEZ, ENCARNADO, NOS DIAS ATUAIS, NASCENDO NUMA FAMÍLIA HUMILDE, E PREGASSE NOVAMENTE AS BOAS-NOVAS DO CÉU, COMO O FEZ HÁ QUASE 2 MIL ANOS ATRÁS, POR CERTO SERIA TERMINANTEMENTE REJEITADO PELA MAIORIA DOS CRENTES; SERIA VEEMENTEMENTE COMBATIDO PELOS FALSOS APÓSTOLOS, BISPOS E PREGADORES DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE; SERIA TACHADO DE “FALSO” PROFETA.
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Infelizmente, essa é a mais nua e crua das realidades. A medida que eu estudo, mais e mais eu vejo que é por aí que a coisa funciona. Se você é um pastor, e do lado da sua igreja se abre uma outra igreja, então além de criar causos, fofocas e intrigas da igreja vizinha, logo os fiéis verão “estudos bíblicos” dizendo algo do tipo “Nossa igreja é certa, a igreja do lado é do capiroto”; ou ainda algo mais elaborado “as doutrinas daqui são as certas, as doutrinas de lá são erradas”, claro, estudos que qualquer um pode encontrar no Google. Eu mesmo, por quase uma década escrevi pregações que são usadas até hoje nas igrejas, não pense que o pastor deixará de usar a internet para levar o povo pro lado dele. Ninguém está preocupado com qualquer verdade, ao contrário, a verdade é que deve se adequar ao líder.
Agora seja honesto com Deus e consigo mesmo – Até o mais satanista, ou o pior dos ateus, sabe que uma pessoa saudável deveria de estar trabalhando, e não pedindo doação, enquanto crianças miseráveis passam fome e morrem sem chance de qualquer coisa. Sério, isso se chama moralidade, bom senso, piedade, e todos os valores mais básicos e positivos de um ser humano, que podem ser encontradas do deserto do Saara até a Sibéria, e a religião tem perdido boa parte disso em nome do lucro desmedido. E praticamente todas as religiões que se tem notícia, seu clero pretende explorar o povo de alguma forma, geralmente das piores formas. E o cristianismo se tornou só mais uma religião do planeta terra, que é usado pelos políticos como uma forma de controle, mais grilhões e correntes sobre o povo miserável e sofrido. Eu fiz aluns testes aqui, e peguei a doutrina da salvação dos batistas fundamentalistas, e coloquei num arquivo de texto – e obtive 184 páginas. Depois verifiquei que com a mesma fonte e configuração de página, os dois primeiros capítulos de Atos dos Apóstolos, cabiam em uma página. Ora, então o volume de 184 páginas de doutrinas, é o mesmo volume de 368 capítulos da Bíblia.
Só vale lembrar, que o Novo Testamento tem 260 capítulos, logo você vê o tipo da insanidade que estamos lidando, só o escopo principal de uma doutrina é maior que o Novo Testamento, e há pelo menos uma dúzia de doutrinas chamadas “básicas”, que facilmente atingiriam um volume dez vezes maior que a Bíblia.
E tal coisa ocorre em praticamente todas as denominações, o verdadeiro livro de fé e prática é um livro EMBASADO na Bíblia, mas não é a Bíblia. Pra quem acompanha de perto a tradução da Bíblia, sabe que ela tem vivido repetidas manipulações e censuras, para que a Bíblia diga as mesmas coisas que o “livro da denominação”. Então eles pegam o “livro da denominação”, removem os comentários, ficando somente as citações de versículos e suas associação, e criam o que eles chamam de “Referência cruzada”.
Se alguma palavra da Bíblia está em desacordo com as idéias do “Livro da Denominação”, então essa palavra é trocada por algum “sinônimo mais próximo” daquilo que a Bíblia deve dizer. Se for algum muito ruim para denominação, então se diz que o texto grego foi reconstruído por causa de algum manuscrito desconhecido encontrado em algum lugar qualquer, e se muda a palavra por outra, ou ela é eliminada, necessitando uma reconstrução da frase. Por isso é necessário sempre ter novas versões de Bíblia, por que a anterior deixou margem para que as pessoas descobrissem algo diferente do que a igreja ensina, e nessa nova versão isso foi corrigido. A Sociedade Bíblica não possui uma equipe de tradução – Possui uma equipe de censura, que trabalha para que o Livro da Denominação e a Bíblia diga as mesmas coisas. A referência cruzada nada mais é que o “Livro da Denominação” se materializando sobre a Bíblia. Aquelas Bíblias de estudo, são o próprio livro da denominação. Se você pegar Bíblias de Estudos Pentecostais, verá que em Atos 2 elas possuem uma quantidade excessiva de comentários.
Noutras Bíblias, se a passagem fala de batismo, você verá que as referências cruzadas misteriosamente apontam para circuncisão. E se você olhar as Bíblias apologéticas, são feitas extensivas citações de nomes de pessoas e acusações, por todo o livro, sob a forma de notas de rodapé. Os teólogos preparam estudos Bíblicos – Geralmente fazem aquele saladão de versículos, saltando por toda a Bíblia para encontrar o que eles querem, o que no final se resume à algo como “faça isso, não faça aquilo” ou “Nós somos os certos, fulano é errado”. Um dos líderes fundamentalistas, David Hunt (se não me engano) á um bom tempo atrás, chegou até a dar sermões, para que os fiéis não usem softwares de Bíblia. Ele argumentou coisas malucas como busca pelo conhecimento (gnose) serpente do Éden, Lúcifer, anjo de luz, errar o alvo, pecado, confusão, e coisas do tipo. A verdade é que, usando um software de Bíblia e buscando pelas palavras certas no texto grego, em menos de 10 minutos você pode provar que a maioria das doutrinas mais básicas da sua igreja são uma fraude bem engendrada.
Se você começar a mexer muito, você vai encontrar coisas manipuladas até na sua traduçao de Bíblia. Geralmente debates entre teólogos terminam num besteirol, com ambos exibindo arrogância sobre possuir certezas, que na verdade ninguém nunca teve, dizendo que lá funciona assim ou funciona assado, por que a interpretação do livro que ele tem é superior a interpretação que irmão dele teve, e por fim ambos os lados se condenam ao eterno fogo do inferno, mesmo que o debate seja por picuinhas.
Simplesmente TODOS os erros que o judeus cometeram com relação à Jesus, são os mesmos erros que os cristãos cometem agora, pois a lei de Deus se tornou em um monte de regras de homens, em disputas e vaidades, exploração e humilhação, fardo e canseira, tolice e loucura, e erro de fazer errar até os mais bem intencionados.
Ainda bem que o Jesus não vai mais voltar como foi da última vez, pois se Ele assim o fizesse, certamente seria HOJE pior recepcionado do que da última vez.
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FONTE: Verdades Especiais
OS DINOSSAUROS E OS HOMENS GIGANTES
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Muitos arqueólogos e estudiosos do ocultismo procuram explicações para a existência de alguns monumentos erigidos em passado remoto da humanidade, tais como as Pirâmides do Egito, Estátuas Gigantes da Ilha de Páscoa, Monumentos Colossais de Pedra Lavrada pesando dezenas de toneladas, mega inscrições no solo de Nazca, no Peru, que só podem ser vistas de aeronave, obras feitas numa época em que não havia tecnologia, nem haviam engrenagens de ferro, cabo de aço, talhadeira, guindastes, motores potentes.




Até hoje, somente os ocultistas e estudiosos de extra-terrestres conseguem dar uma explicação plausível para esses mistérios do passado da humanidade. Mesmo assim, a maioria das pessoas são céticas quanto ao que eles dizem.
A Ciência não encontra meios para explicar como meros humanos conseguiram erguer pedras lavradas (lavradas?) a vários metros de altura, pesando dezenas de toneladas, sem a ajuda de equipamentos apropriados.
Alguns afirmam que era comum a visita dos extra-terrestres aqui na Terra em época remota da humanidade, e que os monumentos colossais foram erigidos em homenagem a eles, a quem consideravam “deuses”. Os humanos teriam recebido ajuda dos próprios deuses (alienígenas) para erigir os monumentos.
Os ocultistas e estudantes de Alquimia afirmam que os antigos magos (sacerdotes dos deuses) possuiam poderes mágicos, tinham o poder de “levitar” corpos. Com isso, eles podiam erigir grandes blocos de pedra pesando várias toneladas. Nas construções dos monumentos eles eram requisitados pelos engenheiros para ajudar a levantar os gigantescos blocos de pedra.
Até aí, tudo bem. E nessas explicações pode ter alguma verdade.
Porém, quero falar de algo inusitado, algo ainda não pensado.
Se sabemos, através da arqueologia, que os dinossauros existiram, e que esses animais eram seres gigantes, por que não imaginar também que o antepassado da humanidade também era formado de homens gigantes?
Já existem provas coletadas em sítios arqueológicos de dinossauros, de que o homem já estava presente no Período Jurássico, pois foram encontradas pegadas humanas próximo às pegadas dos dinossauros, com mesma data estimada.
O PERÍODO ANTE-DILUVIANO
A narrativa bíblica da criação do homem, da história de Adão e Eva e do período ante-diluviano parece estar bem próximo do nosso tempo, e muitos acham que o período dos relatos bíblicos remonta a apenas 7 ou 10 mil anos atrás. Puro engano.
A narrativa do capitulo 6 de Gênesis pode remontar à época dos dinossauros.
Vejamos um trecho (Gên. 6:1-4):
“(1) Sucedeu que, quando os homens começaram a multiplicar-se sobre a Terra, e lhes nasceram filhas, (2) viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram. (3) Então disse o Senhor: O meu Espírito não permanecerá para sempre no homem, porquanto ele é carne, mas os seus dias serão cento e vinte anos. (4) Naqueles dias estavam os nefilins (GIGANTES) na Terra, e também depois, quando os filhos de Deus conheceram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos. Esses nefilins (GIGANTES) eram os valentes, os homens de renome, que houve na antigüidade”.
Bem, isso sem dúvida aconteceu em passado muito remoto da humanidade. E esses nefilins, que o texto bíblico se refere, eram “seres humanos gigantes”, assim como eram gigantes os dinossauros.
Sem dúvida, os “filhos de Deus”, que o texto bíblico se refere, eram os anjos maus que desertaram da habitação celeste e corromperam a humanidade.
Porém, acho que o problema do gigantismo que os seres terrestres sofriam já acontecia bem antes dos anjos caídos terem corrompido a humanidade. O gigantismo atingia tanto as plantas, quanto os animais e os humanos.
Além do gigantismo, os humanos ante-diluvianos tinham uma existência muito longa, porque Deus avisa que os seus dias seriam de no máximo 120 anos.
A maioria dos estudiosos – que acredita que os “filhos de Deus” eram os anjos caídos -, afirmam que o gigantismo nos humanos aconteceu devido a uma anomalia genética provocada pela união dos seres angelicais (extra-terrestres) com os humanos. Ou seja, as mulheres humanas conceberam filhos de anjos caídos, conforme narra o Livro de Enoch, e esses se tornaram varão de fama e violentos no passado.
A Bíblia não fala exatamente que os nefilins (gigantes) eram filhos dos anjos caídos, desertores do Céu, que abandonaram sua própria habitação. Quem afirma isso são os livros apócrifos, como por exemplo o Livro de Enoch, que diz que os anjos tomaram as mulheres humanas e tiveram filhos que se tornaram gigantes.
O que quero dizer é que a explicação do Livro de Enoch sobre os homens gigantes serem fruto de relacionamento dos anjos caídos com as mulheres humanas pode ser apenas uma “Lenda” criativa, para explicar a existência dos nefilins, já que não tinham outra explicação naquela época para o gigantismo.
Que na verdade a existência dos nefilins data de um período próximo ao dos dinossauros, pois em época remota da Terra todos os seres vivos eram gigantes, incluindo-se as plantas.
Na própria Bíblia, o Livro de Jó fala de dinossauros, especialmente no capítulo 41. No capitulo 40:15 Deus começa a relatar a Jó as características de uma animal descomunal, de nome Beemote. No capítulo 41 o texto refere-se a outro animal, denominado de Leviatã. Em algumas Bíblias o nome Beemote é traduzido erroneamente como “hipopótamo”. Segundo o texto, esse animal era um herbívoro que habitava os pântanos. Outros estudiosos afirmam que Beemote e Leviatã eram seres mitológicos citados em literatura pagã. Mas a própria narrativa desmente tratar-se de seres mitólogicos, pois Deus começa falando de animais comprovadamente reais e depois fala destes.
Alguns estudiosos afirmam que Beemote e Leviatã eram animais pré-históricos, parente dos dinossauros, que foram extintos juntamente com os mamutes. Ainda outros dizem que Leviatã seria uma espécie de serpente marinha, crocodilo do pântano, baleia ou polvo gigante.
Mais na frente veremos que Beemote não pode tratar-se de um hipopótamo.
O animal citado no texto, denominado de Leviatã, na verdade é uma referência ao dinossauro. Leviatã era um animal descomunal, que nenhum homem podia abater mesmo com as armas mais poderosas da época. Na narrativa de Jó 41 Deus se compara a um dinossauro, que nenhum homem pode enfrentar ou questionar.





Beemote e Leviatã seriam duas espécies de dinossauros.
O Livro de Jó relata um fato remoto, acontecido antes mesmo do dilúvio bíblico, aparentemente na região da Mesopotâmia, terra dos Caldeus. Terra de Uz talvez se refira a Ur dos Caldeus.
Cito alguns trechos (Jó 40:15; 41):
“(15) Contempla agora o hipopótamo, que eu criei como a ti, que come a erva como o boi”.
“(17) Ele enrija a sua cauda como o cedro; os nervos das suas coxas são entretecidos”. (Não se trata de hipopótamo, porque hipopótamo tem a cauda insignificante).
“(19) Ele é obra prima dos caminhos de Deus; aquele que o fez o proveu da sua espada”.
“(1) Poderás tirar com anzol o leviatã, ou apertar-lhe a língua com uma corda?”
“(7) Poderás encher-lhe a pele de arpões, ou a cabeça de fisgas?”
“(9) Eis que é vã a esperança de apanhá-lo; pois não será um homem derrubado só ao vê-lo?”
“(15) As suas fortes escamas são o seu orgulho, cada uma fechada como por um selo apertado”. (Animal descomunal que tinha escamas era o dinossauro).
“(26) Se alguém o atacar com a espada, essa não poderá penetrar; nem tampouco a lança, nem o dardo, nem o arpão”.
“(30) Debaixo do seu ventre há pontas agudas; ele se estende como um trilho sobre o lodo”.
“(33) Na terra não há coisa que se lhe possa comparar; pois foi feito para estar sem pavor”.
Os animais mais perigosos e grandes em estrutura os homens primitivos conseguiam abater mesmo com flechas, arpões e anzóis, mas este relatado em Jó é descomunal. Só pode estar se referindo a um dinossauro.
TEORIA DO GIGANTISMO
De acordo com a Teoria da Relatividade de Albert Einstein, acredito que os seres vivos eram gigantes no passado remoto da humanidade devido ao movimento de rotação da Terra ser maior que o de hoje, ou seja, na época dos dinossauros a Terra girava com uma velocidade bem maior do que a de hoje. E segundo a Teoria de Einstein, quando um corpo percorre no espaço próximo à velocidade da luz, maior fica a sua massa corpórea. Sei que a velocidade da Terra é insignificante em comparação à velocidade da luz. Mas a teoria da relatividade também deduz que o comprimento, a massa e o tempo de um objeto variam com sua velocidade. Quanto aos seres vivos, não acredito que seja necessário viajar à velocidade da luz para que o corpo cresça absurdamente, pois sabemos que cientistas críticos de Einstein afirmam que nem tudo o que a Teoria da Relatividade postula é correto, isto é, nem tudo o que a Teoria da Relatividade postula pode ser comprovado. No entanto, esse crescimento deve ter um padrão e um limite determinado pela velocidade dos corpos no espaço. Bem, essa é a minha teoria. E creio também que, se a Terra algum dia tiver um movimento de rotação menor, os seres vivos se tornarão nanicos, não imediatamente, mas as futuras gerações serão nanicas. Se Deus falou que a vida média dos humanos seria de 120 anos, então, um fator que determina o crescimento e a longevidade foi alterado para menos.
Se existissem seres vivos em Marte ou em Vênus eles seriam gigantes, porque lá o movimento de rotação é bem maior que o da Terra.
Quem ainda não compreendeu o que disse, entenda: Nós, todos os seres vivos, estamos viajando no espaço, à mesma velocidade de rotação da Terra, só que não percebemos.
POR QUE NÃO SE CHEGA A UMA CONCLUSÃO?
Os arqueólogos e cientistas da Teoria da Evolução não encontram vestígios que apontam que os homens pré-históricos eram seres gigantes.
Porém, sobre os dinossauros há inúmeros vestígios em todas as regiões do planeta.
(Acréscimo)
Também não há vestígios de pegadas humanas de gigantes junto às pegadas dos dinossauros.
Já o relato de dinossauro no Livro de Jó prova que os humanos já existiam no Período Jurássico, mas também prova que os homens daquela época não eram gigantes. Caso contrário, o Livro de Jó relataria que só homens fortes (gigantes) poderiam derrotar um Beemote ou um Leviatã.
A Ciência evolucionista diz que os dinossauros viveram na Era Mezozóica, entre 245 a 65 milhões de anos atrás. E que os dinossauros foram extintos definitivamente há 65 milhões de anos, quando um gigantesco meteoro atingiu a Terra, criando uma densa nuvem negra de fumaça, impedindo a entrada da luz solar, desencadeando, com isso, uma nova era glacial.
Na minha teoria, acredito que num período bem remoto os humanos eram criaturas gigantes, talvez alguns milhões de anos após a brusca extinção dos dinossauros.
Mas acredito, também, que nem todos os dinossauros foram extintos de uma só vez há 65 milhões de anos, e que muitos sobreviveram até a aparição dos homens gigantes (há uns 10 milhões de anos, por exemplo).
Agora, o que me deixa p. da vida são esses teólogos de araque que defendem a “teoria” da criação do mundo, dos animais e das plantas em 6 dias literais de 24 horas conforme relata o Livro de Gênesis, e ainda, que os dinossauros foram criados também, junto com o homem, há cerca de 7 a 10 mil anos atrás. Isso é o cúmulo da burrice.
Não encontrei na internet fotos de “supostas” pegadas humanas junto a de dinossauros. Mas posto o vídeo, abaixo, que mostra algumas provas de que os humanos e dinossauros eram contemporâneos em épocas remotas.
http://www.youtube.com/watch?v=HwH0HIYmhWk
Em literatura ocultista, e na própria internet, encontramos fotos de esqueletos de seres humanos gigantes que foram encontradas em algumas regiões da Terra. Mas essas fotos e esses relatos não são publicados em livros escolares ou acadêmicos.
OBS: As duas fotos postadas, abaixo, são “montagens”. São falsas. Ponho aqui apenas para ilustrar o texto. No entanto, sei que existe uma conspiração para que não sejam reveladas fotos e esqueletos fósseis de pessoas gigantes que existiram no passado. A conspiração é parecida com a do caso dos OVNIs. Assim como “eles” não deixam nenhuma autoridade revelar do que se trata realmente as aparições de UFOS (disco voadores), eles também não deixam revelar nada que possa exaltar as histórias da Bíblia. Brevemente postarei um texto sobre as Pirâmides do Egito e a Ilha de Páscoa, que extrairei do livro “Antes dos Tempos Conhecidos”, de Peter Kolosimo, publicado em 1970, antes de existir a Internet.


Com novas descobertas sendo feitas, está sendo comprovado que o homem moderno inteligente já existia cerca de 200 mil anos atrás, pois foram encontrados vestígios e utensilios que datam dessa época. Significa que é falsa a teoria de que o homem pré-histórico, o homo sapiens, sapiens, exisitiu entre 30 a 230 mil anos atrás.
CONCLUSÃO
A narrativa bíblica sobre os fatos ante-diluvianos refere-se a um tempo muito remoto da humanidade.
Lembram das 70 semanas da profecia de Daniel? Os escatologistas tradicionais afirmam que a contagem parou na 69ª semana, e que a 70ª semana ainda não chegou, ainda não aconteceu. Como pode ser isso?
Se entendem a profecia das 70 semanas assim, então devem entender que existe uma lacuna de tempo bem grande na história ante-diluviana, e que na verdade, a humanidade não tem apenas 7 ou 13 mil anos de existência.
Se não foram os deuses “astronautas” (anjos caídos) que ajudaram os humanos pré-históricos a erigir colossais monumentos impossíveis para a época, então tudo isso é obra dos magos, que ajudaram os construtores a erguer enormes blocos de pedra usando o poder da levitação.
Se não foi nenhuma das duas hipóteses, acima, então a única explicação plausível é que foram os seres humanos gigantes que erigiram os monumentos colossais.
(Acréscimo)
Já o Livro de Jó desmente a ideia de que os homens eram gigantes na época dos dinossauros. Mas, é certo que os homens gigantes existiram.
A ideia que a narrativa de Gênesis 6 nos passa é que os homens gigantes (nefilins) existiram há pouco tempo atrás, a cerca de 7 a 10 mil anos.
Porém, os monumentos colossais erigidos remontam a um tempo bem mais remoto do que se imaginava.
Acredito que os nefilins (homens gigantes) tiveram um fim não muito distante depois dos dinossauros. E que a raça dos homens gigantes era bem evoluída e inteligente. Só que com o passar do tempo houve falta de alimentos, e começou uma forte onda de violência na Terra acarretada pela ação dos anjos caídos, até Deus pôr um fim na raça dos gigantes, e diminuir o tempo da vida humana na Terra, pois os anti-diluvianos chegavam a viver quase mil anos.
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Bem, a minha explicação favorita para essas coisas ainda não é esta.
Existem mais mistério ocultos neste mundo do que possa imaginar a nossa vã filosofia, digo, teologia.
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Para mais aprofundamento nesse assunto leia: Dinossauros e a Rebelião de Lúcifer.
http://cmartucelli.blogspot.com/2009/12/nesta-epoca-deus-havia-criado-os.html
Miquels – Manaus, 21/02/2011
NASA: Mudanças Climáticas e Catástrofes Globais de 2011 a 2017
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NÃO GOSTO DE FAZER ALUSÃO A NOTÍCIAS SENSACIONALISTAS , QUE MUITAS VEZES NÃO POSSUEM FONTE FIDEDÍGNA.
PORÉM, POSTO ESTE ARTIGO APENAS COM A INTENÇÃO DE OFERECER AOS LEITORES DESTE BLOG UM ASSUNTO INTERESSANTE, DIFERENTE DOS CORRIQUEIROS.
OUTRO MOTIVO É QUE ESTÁ HAVENDO MUITA DISCUSSÃO SOBRE ESTE ASSUNTO EM ALGUMAS COMUNIDADES NO ORKUT.
CREIO QUE EXISTE ALGO DE VERDADEIRO NESTE ARTIGO, EMBORA NÃO SE POSSA COMPROVAR SE A FONTE É CONFIÁVEL. HÁ QUEM QUESTIONE E APONTE VÁRIAS CONTRADIÇÕES E IMPOSSIBILIDADES DOS FATOS ACONTECEREM REALMENTE. MAS QUE “EXISTE ALGO DE ESTRANHO ACONTECENDO NO MUNDO”, EXISTE!!!!
OS CHEFES DE ESTADOS DO MUNDO ESTÃO CUIDANDO DE PROTEGER A SI MESMOS E A SEUS FAMILIARES, CONSTRUINDO ABRIGOS SUBTERRÂNEOS. MAS, A POPULAÇÃO QUE DÊ SEU JEITO DE SOBREVIVER ÀS CATÁSTROFES QUE ASSOLARÃO O PLANETA.
EXISTE AGITAÇÕES ESTRANHAS ACONTECENDO NO MUNDO, QUE OS CIENTISTAS E OS CHEFES DE ESTADOS ESCONDEM DA POPULAÇÃO. E BEM SABEMOS QUE ELES CONSPIRAM E IMPEDEM QUE OS JORNAIS E TELEJORNAIS DIVULGUEM OS FATOS, TALVEZ NÃO QUERENDO QUE A POPULAÇÃO FIQUE APAVORADA. E ASSIM VAI SER, ATÉ O PIOR ACONTECER.
MESMO QUE OS INTERNAUTAS SE MOBILIZEM, PROMOVAM PASSEATAS E MARQUEM ENCONTROS PARA DISCUTIR O ASSUNTO E EXIGIR QUE AS AUTORIDADES ABRAM O JOGO E FALEM O QUE ESTÁ ACONTECENDO E O QUE VAI ACONTECER, NÃO RESULTARÁ EM QUASE NENHUM BENEFICIO PARA NÓS, MEROS SERES HUMANOS.
NO ENTANTO, EXISTE UMA ESPERANÇA PARA O CRENTE EM JESUS. A ESPERANÇA DA MAIORIA É QUE CRISTO VOLTE PARA ARREBATA-LOS ANTES QUE VENHA A TRIBULAÇÃO. A ESPERANÇA DA MINORIA É QUE DEUS (JESUS) OS PROTEJA NA HORA DA PROVAÇÃO QUE HÁ DE VIR SOBRE OS HABITANTES DA TERRA. E ESTA É A MINHA ESPERANÇA.
INDEPENDENTEMENTE DE SERMOS SALVOS OU NÃO DAS CALAMIDADES QUE SOBREVIRÃO AO MUNDO, O IMPORTANTE É ESTARMOS EM PAZ COM DEUS, CRIDO NO EVANGELHO E ACEITADO JESUS COMO ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR. EMBORA MORRAMOS, MAS TENHAMOS A CERTEZA DE QUE CRISTO NOS PERDOU E POSSAMOS UM DIA RESSUSCITAR PARA A VIDA ETERNA.
SE VOCÊ É UM CRENTE FIEL EM JESUS E CONVICTO DO PERDÃO DE SEUS PECADOS, NÃO SE APAVORE! APENAS TENTE PROTEGER AO MÁXIMO A SUA FAMÍLIA. NÓS NÃO SOMOS MERECEDORES DE IMUNIDADE CONTRA AS PERSEGUIÇÕES E AS CALAMIDADES, POIS MILHARES DE CRENTES E JUSTOS SOFRERAM PERSEGUIÇÕES E MARTÍRIOS TREMENDOS DURANTE A HISTÓRIA, DOS QUAIS O MUNDO NÃO É DIGNO. E NÓS NÃO SOMOS MELHORES E NEM MAIS MERECEDORES DE PROTEÇÃO DO QUE ELES. AO CONTRÁRIO, DEUS DEVE ESTAR IRADO COM ESSES CRENTES DA NOVA ERA, QUE AO INVÉS DE AJUNTAR TESOURO NO CÉU, ESTÃO BUSCANDO RIQUEZAS NESTA VIDA. JESUS DISSE A UM JOVEM RICO: “VAI, VENDE TUDO O QUE TENS, DÁ AOS POBRES; DEPOIS, VEM E SEGUE-ME”. ATUALMENTE OS PASTORES DA PROSPERIDADE NÃO PODEM DIZER O MESMO QUE JESUS DISSE AO JOVEM RICO. AO CONTRÁRIO, ELES DIZEM: “DÊ TUDO O QUE TENS PARA A OBRA DE DEUS E VOCÊ PROSPERARÁ GRANDEMENTE, POIS DEUS LHE DARÁ TUDO EM DOBRO”.
SE VOCÊ QUER SABER QUAL A PROFECIA QUE DEUS NÃO AUTORIZA NENHUM PROFETA A FALAR, SAIBA QUE É A PROFECIA SOBRE PROSPERIDADE, PROFECIA SOBRE DIAS MELHORES. UMA CARACRTERÍSTICA DO FALSO PROFETA É PRONUNCIAR PROFECIAS DE PROSPERIDADE. ISSO É UMA ADVERTÊNCIA BÍBLICA!!! NÃO QUE DEUS SEMPRE DESEJE O MAL PARA O SER HUMANO, MAS É PORQUE O HOMEM NÉSCIO, INCRÉDULO E PECADOR QUE PROSPERA, SEMPRE AFRONTA A DEUS E VIRA-LHE AS COSTAS DIZENDO QUE NÃO PRECISA DE DEUS NENHUM PARA LHE AJUDAR. DA MESMA FORMA OS CRENTES, QUANDO PROSPERAM COSTUMAM DISTANCIAR-SE DE DEUS. O MAIOR PROBLEMA DAS RIQUEZAS É O FATO DE ELAS LEVAR O HOMEM A SE ESVAZIAR DE DEUS. E POR ESSA COBIÇA, MUITOS TEM SE DISTANCIADO DE DEUS E DO PRÓXIMO, POIS SUAS RIQUEZAS NUNCA SÃO SUFICIENTES PARA AJUDAR OS NECESSITADOS. PORÉM, PARA BANCAR A VIDA DE REGALIA DOS TELEPREGADORES DA PROSPERIDADE HÁ SEMPRE DÍZMOS E DINHEIRO SOBRANDO.
EU FICO IRADO COM ESTES TELEPREGADORES DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE. ACREDITO QUE QUANDO O SENHOR JESUS FOR JULGÁ-LOS, ORDENARÁ QUE OS ANJOS COLOQUEM UMA MÁSCARA SOBRE SUAS FACES, PORQUE SERÁ REPUGNANTE OLHAR NA FACE DESSES MERCENÁRIOS.
PORTANTO, PREPARA-TE PARA ENCONTRARES COM TEU DEUS!!!!
“O terceiro anjo tocou a trombeta, e caiu do céu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas uma grande estrela, ardendo como tocha. O nome da estrela é Absinto; e a terça parte das águas se tornou em absinto, e muitos dos homens morreram por causa dessas águas, porque se tornaram amargosas.” Apocalipse 8:10-11
A transmissão radiofônica do Ministério dos Pães Ázimos (Unleavened Bread Ministries), por satélite, no dia 17 de fevereiro do corrente ano, tratou da mudança climática atual, e o impacto na humanidade e no Sistema solar que está por vir. O comentarista David Eells e o seu convidado, Peter Kuehlen, ressaltaram a entrevista recente de Benjamin Baruch, com um proeminente cientista da NASA. Baruch é um autor e comentarista cristão. Peter Kuehlen, um pesquisador alemão, acrescentou fatos confirmando a informação dada pelo cientista.
Após contatos iniciais, por intermédio de um amigo em comum, Baruch e o cientista programaram um encontro em Los Angeles, Califórnia. O cientista, que é um plasma astrofísico, reuniu-se com dois outros colegas e Baruch, no que se transformou numa conferência de dez horas.
O texto abaixo foi divulgado por um cientista da NASA
O Governo Americano, e a comunidade internacional, tem investido uma grande quantidade de dinheiro divulgando e distorcendo os fatos do aquecimento global. É basicamente uma distorção para promover uma base para criar um governo mundial. Eles têm tentado fazer crer que o povo é responsável pelo aquecimento global, de maneira que a “elite” política possa multar empresas e países por causa da emissão de carbono, estabelecendo uma taxação das rendas individuais no encaminhamento para um governo global.
Ao contrário do que a elite gostaria que o público acreditasse a respeito da emissão de carbono, a verdadeira causa da mudança climática é a aproximação de uma estrela. A elite globalista omitiu, de propósito, qualquer informação sobre a atividade solar e bem como as anomalias do Sistema solar a fim de cumprir seus planos. 
Em 1990 satélites espiões militares americanos foram destruídos misteriosamente por forças no espaço e a Força Aérea dos Estados Unidos solicitou explicações a renomados astros cientistas. O estudo de 15 anos descobriu que 70% das estrelas ou sóis no universo são variáveis. Isto significa que eles têm estrelas irmãs ou acompanhantes. Dos três tipos conhecidos de estrelas variáveis, o nosso Sistema solar é binário. Um Sistema binário tem uma estrela central (o Sol) e uma secundária, que se move em órbita elíptica.
Os astro-cientistas descobriram que esta estrela irmã é uma “anã marrom”, que é de 5 a 8 vezes maior do que a Terra e cruza as órbitas do nosso Sistema solar a cada 3.500 anos. Ela está se aproximando da Terra na direção do pólo sul.
A estrela anã marrom é uma estrela que nunca explodiu, porque a massa dela é insuficiente, resultando em pouca radiação de luz, sendo quase invisível. Esta estrela, todavia, possui um excepcional poder magnético e força gravitacional, emitindo radiações letais de UV, gama e raios-X. Em conseqüência destas potentes ondas, ela já está alterando os planetas do nosso Sistema solar, mudando as temperaturas dos seus núcleos, atmosferas, posições dos pólos e campos magnéticos. O calor ou radiação emitidos por esta estrela permitem que seja detectada por telescópios infravermelhos terrestres e espaciais. Observações realizadas descobriam que esta estrela anã marrom está sendo acompanhada por seus próprios planetas, suas luas e 5 cinturões de asteróides. Os agitados fragmentos em torno da “anã marrom” cobrem uma área de 400.000 quilômetros no espaço e estão no momento atravessando nosso Sistema.
Esta estrela tem recebido vários nomes no decorrer dos séculos: Nibiru pelos sumerianos; O Destruidor, pelo Velho Testamento da Bíblia e os egípcios; Murduk pelos babilônios; G 1.9 e Nemesis pela NASA e Planeta X pela sociedade moderna.
Quando estes estudos começaram a vir ao conhecimento dos cientistas da NASA, eles transmitiram estes dados a três outros grupos de cientistas independentes, para que eles os observassem e analisassem, o que por sua vez confirmou a precisão dos estudos originais.
Os cientistas afirmam que esta estrela orbitante vai afetar a Terra drasticamente entre os anos 2011 e 2017, um período de sete anos.
Estes cientistas altamente qualificados reiteraram o fato de que a estrela provocará efeitos catastróficos na Terra, no nosso Sistema solar e na humanidade. A aproximação da estrela provocará erupções e tempestades no Sol, aumentando a radiação e os pulsos eletromagnéticos. A temperatura do núcleo da Terra vai continuar a aumentar, elevando o calor a um nível insuportável e destruindo a magnetosfera que envolve a Terra. A magnetosfera é composta de três camadas ou escudos que protegem a Terra da radiação.
Nas suas investigações, os cientistas descobriram também que a mudança da estabilidade na Terra começou da década de 1940. Mudanças climáticas relativas: aquecimento, congelamento e variações nos sistemas ecológicos estão ocorrendo nos últimos 70 anos e tem se intensificado à medida que a estrela se aproxima.
Catástrofes e tragédias
Em 2012 a estrela vai estar muito perto, e o Sol vai estar no ciclo solar máximo. A combinação destas forças vai estressar a Terra aos seus limites. Sistemas ecológicos vão entrar em colapso, provocando fome e doenças pandêmicas e porque a temperatura do núcleo da Terra está aumentando, as placas continentais da Terra vão se mexer, causando gigantescos terremotos, erupções vulcânicas e tsunamis altíssimos e de tremenda velocidade.
Impulsos eletromagnéticos
As erupções solares produzirão tremendos impulsos eletromagnéticos, eliminando todos “chips” e as composições elétricas desprotegidas, como centrais de rede elétrica, geradores e transformadores. Automóveis fabricados a partir de 1970, telefones celulares, Internet, elevadores, televisões, aquecedores, satélites, ar condicionados, bombas, e qualquer coisa que possa usar “chip” ou eletricidade vão ficar impedidas de funcionar.
Aeroportos, hospitais, trens, caminhões de transporte, navios cargueiros e serviços públicos vão parar, levando pelo menos 3% da população a cometer atos como assaltos e saques. Mercados serão esvaziados em poucas horas e a polícia será impotente para conter a violência. Os cientistas supõem que os cataclismos destruirão a civilização ocidental causando a morte de 50% da humanidade. 
A alteração dos pólos e o aquecimento do núcleo da Terra que ocorrerão produzirão poderosos ventos (320 km/h) e grandes mudanças nos mares e correntes marítimas. O gelo derretido de água fresca de Groelândia e da Antártica já está alterando o conteúdo de sal dos oceanos, que é o fator determinante no movimento das correntes, causando mudanças climáticas extremas e, conseqüentemente, diminuindo a velocidade das mesmas, até pararem totalmente. Cerca de 30 dias após esta parada, as águas que normalmente se concentram no Equador do planeta vão se espalhar para as costas litorâneas do mundo. As águas vão invadir a terra num raio de penetração entre 40 e 240 km, ou mais do que isso, em ondas de altura acima de 120 metros.
Abrigos subterrâneos para elite global
O nível dos oceanos vai subir mais de 33 metros e ilhas vão desaparecer. Os governos e a elite política têm conhecimento das catástrofes há anos. Eles têm escondido a verdade e como solução estão construindo bases subterrâneas para se protegerem e às suas famílias. Pelo menos 1.500 dessas bases, ou cidades subterrâneas, têm sido construídas em diferentes partes do mundo (215 nos Estados Unidos e 30 no Canadá). À medida que crescem os desastres, os poderosos planejam se abrigar nos subterrâneos pelo resto dos sete anos e posteriormente retornarem no fim da devastação para reiniciarem a civilização.
A Monsanto, a companhia dos grãos, acabou de completar seu cofre subterrâneo na Noruega. Lá eles estocaram todas as sementes necessárias para replantar a Terra, uma vez que a destruição tenha passado.
O plano original dos poderes globais era ter os seus refúgios prontos até outubro de 2011. Todavia, após novas observações e cálculos sobre a aproximação do objeto celeste, eles mudaram a data para dezembro de 2009. Os globalistas foram mandados para os abrigos subterrâneos em janeiro de 2010. Isto explica o estranho êxodo de pessoas em posição de liderança nos Estados Unidos, num período da recessão econômica e desemprego recorde.
Desde Janeiro, em menos de 2 meses em 2010, 172 chefes executivos de grandes companhias, 28 políticos e 70 chefes de polícia demitiram-se. E os números continuam crescendo. A elite global tem tornado público partes da verdade através de filmes, comentaristas, documentários e os noticiários, para testar a reação pública, procurando ver se as pessoas se preparariam mais, como na mudança de 1999 para 2000 com a ameaça de um caos mundial, em que poucos reagiram.
Realocações estratégicas
Nos últimos anos, diversas organizações têm feito mudanças suspeitas e realocações longe das costas. Por exemplo, a CIA relocou seu comando central da Virgínia para o Colorado “sob” o aeroporto de Denver. A Biblioteca da Agência para a Proteção do Ambiente, a maior biblioteca biológica de referência do mundo, foi fechada em 2007 e as seguintes agências e organizações têm mudado, ou estão no processo de mudança: a Agência Nacional de Segurança (NSA); o Comando Militar do Norte; NASA; FEMA; e a biblioteca do Vaticano. Quando Baruch perguntou sobre a probabilidade de ocorrerem na Terra estes acontecimentos apocalípticos, o cientista e seus colegas unanimemente responderam 99,9%. Em essência os cientistas confirmaram as escrituras. Nenhum deles na entrevista sabia qualquer coisa a respeito da profecia bíblica e os julgamentos do Apocalipse. São 7 anos de julgamento na Terra e tribulação para os cristãos, seguida pela ira de Deus que será derramada sobre os injustos. Cristãos vivos, e os mortos, ressuscitados serão tirados da Terra no fim dos 7 anos. Jesus Cristo volta com sua Igreja para terminar a ira e restaurar a Terra estabelecendo Seu Reino..
Para mais pormenores, pesquise e escute as seguintes entrevistas em inglês:
1) Entrevista com Benjamin Baruch – Mensagem 145 no site www.watchmanscry.com
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2) “Oito Anos de Mudanças Globais” no site www.unleavenedbreadministries.org Clique sobre o título: “Eight Year of Global Changes”.
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3) “Aquecimento Global: O que o governo não esta lhe dizendo” (Global Warming: What the Government isn´t telling you) de John Moore (12 partes): http://www.youtube.com/watch?v=VyLuAPVsR4s
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4) Renuncias de empregos: http://forum.prisonplanet.com/index.php?topic=158571.0
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5) Polícia: http://godlikeproductions.com/forum1/message983642/pg/
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6) Google: “Ordens Executivas” de Presidentes William Clinton, George W. Bush, e Barack Obama; e dois homens que trabalharam na construção das bases subterrâneas: William Cooper e Philip Schneider.
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7) NASA procura pela Estrela da Morte: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/nasa-procura-pela-estrela-da-morte-16032010-5.shl?2
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8] Hubblesite – News Center: Pequena companheira de desafios para Anã Marrom definição simples(Small Companion to Brown Dwarf Challenges Simple Definition)
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Arquivo original: 8 anos de mudanças globais
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FONTE: Juizo Final Blog
A ICAR NÃO É A GRANDE BABILÔNIA (PROSTITUTA) DO APOCALIPSE
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Após ler este artigo, leiam este documento, divulgado em resposta ao livro de Lauro Barros Campos, intitulado “Documentário o Estado do Vaticano”.
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Citarei apenas um versículo para provar que 3+3 é igual a meia-dúzia.
“E nela (Babilônia) se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na Terra”. (Apocalipse 18:24)
Será possível que esses intérpretes do Apocalipse continuarão cegos e nunca saberão quem é essa tal Babilônia que tanto se fala?!
Excetuando-se a expressão “sangue dos santos”, temos duas provas categóricas que a ICAR não tem nada a ver com a Babilônia (Meretriz) do Apocalipse.
Prova 1) A Igreja Católica (ICAR) não matou nenhum profeta. Profetas foram mortos no tempo antigo, no tempo dos reis de Israel, antes de Cristo, e até à época de Jesus, quando reinava o rei Herodes na Judéia. Foram alguns reis e sumo-sacerdotes de Israel que mandavam matar os profetas que Deus enviava. Pelo que eu saiba, o Império Romano não matou profetas, exceto Jesus Cristo. O rei Herodes era rei dos judeus na província da Judéia, mas ele era rei sob a tutela do Império de Roma. Apesar de Herodes não pertencer à linhagem real da dinastia hebraica, mas ele foi constituído rei sobre os judeus. Foi o rei Herodes quem mandou matar o último dos profetas, João, o batista.
Prova 2) Não é verdade que na ICAR “se achou o sangue de todos os que foram mortos na Terra”. Isso é um absurdo admitir. Como poderia ser isso? Só mesmo um teólogo louco pra imaginar tamanha discrepância. Como a ICAR poderia ser acusada de ser responsável por todos os que foram mortos na Terra? Só mesmo um “Zé” pra admitir tal cousa.
E mais outro detalhe. A maioria dos teólogos ensina que as coisas descritas no capítulo 18 de Apocalipse ainda não aconteceram, mas, mesmo assim, afirmam que a ICAR já veio matando os profetas, os santos e todos os moradores da Terra desde quando ela foi criada, no século III. Isso é um absurdo.
Será que alguém acha que a ICAR ainda vai mandar matar todos os moradores da Terra? Será que até a morte dos judeus massacrados pelo Nazismo de Hitler deve ser imputado à ICAR? E os que estão morrendo no Iraque, no Irã, no Afeganistão, em Bangladesh, na Coréia do Norte, na China, na África?
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Conclusão:
A Grande Babilônia representa o mundo e seu sistema de coisas. O mundo jaz no maligno. Quando no Apocalipse se diz “sai dela, povo meu”, está dizendo para os crentes, os santos saírem do mundo, abandonarem os prazeres, as coisas que o mundo oferece. A moda, os filmes mundanos, as novelas, as músicas eróticas e profanas, o futebol, etc, etc, são coisas de Babilônia.
As cidades históricas de Jericó e Babilônia (lugar da antiga Babel, no Iraque), são símbolos do mundo e seus sistemas de coisas, são símbolos do planeta Terra e o sistema de coisas que os homens criaram.
Devemos fazer diferença entre Besta e Babilônia. “Besta” representa os reinos do mundo, os governos, presidentes, ditadores, reis e imperadores. “Babilônia” representa os sistemas financeiros, a economia global, o sistema social, os partidos políticos e até mesmo os sistemas religiosos pagãos. Veja:
“E os reis da Terra, que com ela se prostituíram e viveram em delícias, sobre ela chorarão e prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio” (Apoc. 18:9).
Os reis da Terra são representados pela Besta (cap. 13). A queda de Babilônia quer dizer o colapso da economia mundial e destruição das cidades, por conseqüências das catástrofes que breve sobrevirão ao mundo. Chorar e prantear quer dizer a maneira como os governantes do mundo ficarão, inertes, sem poder fazer absolutamente nada pra salvar a economia global ou mesmo salvar as populações das calamidades, das pestes, das enchentes, dos tsunamis, dos terremotos, do calor excessivo, etc.
Lembre-se: Deus somente poupará os seus, isto é, aqueles que o servem verdadeiramente, e que são fiéis ao evangelho de Cristo.
“Porquanto guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para pôr à prova os que habitam sobre a Terra”. (Apoc. 3:10)
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E agora, continuas com a mesma opinião?
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A Verdadeira Igreja
A Igreja verdadeira, aquela que chamam noiva de Cristo, é composta realmente por crentes salvos, santos e separados do mundo.
Estar no mundo e não pertencer ao mundo é uma coisa; porém, dizer que não é do mundo, mas usufruir das coisas do mundo, aí são outros quinhentos.
A maioria de nós está presa de alguma forma ao SISTEMA, mas se queremos realmente ver a face de Deus temos que, de alguma forma, nos esforçar a fim de abandonar as coisas do mundo.
O problema é que muitos crentes se dizem não ser mais do mundo, mas participam, toleram e usufruem de coisas do mundo, isto é, coisas oferecidas pela Babilônia. Homens e mulheres que adotam toda sorte de moda do mundo (vestimentas, luxúria, maquiagens abusivas, operações cirúrgicas pra melhorar a aparência (vaidade) não são crentes convertidos; são joios.
Aqueles que toleram o homossexualismo e que são a favor do aborto também são filhos de Babilônia.
Tanto é que muitos beberam o vinho de sua prostituição e andam cambaleando, admitindo e adotando as coisas do mundo, pois acham que tais coisas não fazem mal, que não é pecado, e que Deus só está interessado no coração.
Quão ingênuos são muitos desses crentes! Até mesmo os ritmos de músicas sensuais do mundo adotaram nas igrejas, achando que Deus se agrada disso. Na verdade, quem se agrada dessas coisas é a carne; o crente carnal se agrada muito dos ritmos de forró, de pagode, de funk, de lambada, de rock metal, porque isso é aprazível. Esse tipo de sentimento pra Deus não interessa. Deus é santo e quer ver o seu povo praticando coisas santas. Basta estudar um pouco de Teologia e aprender o que significa SANTO, SANTIDADE, SANTIFICAÇÃO.
“Segui a paz com todos, e a SANTIFICAÇÃO, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Heb. 12:14)
E só lembrando, o joio (o crente que não abandona as coisas do mundo, que não se converteu realmente) está no meio do trigo. No dia do juízo será feita a separação e o joio será lançado no fogo, para destruição eterna.
Enquanto ficam se importando demais com a ICAR, não percebem que estão mergulhados no lamaçal da Grande Babilônia.
Poucos se salvarão, porque do jeito que vão seguindo esses cristãos da Nova Era, cada dia mais mergulhando nas coisas de Babilônia, nunca irão perceber como Satã age, pois ele age sutilmente.
O mundo jaz no maligno. O dragão (Lúcifer) deu o seu poder à Besta, e a Babilônia vai montada sobre ela. Tudo que existe no mundo e que faz o homem se distanciar da santificação e de Deus é coisa criada por Lúcifer. Satanás trabalha de forma sutil, e faz a cabeça de muitos, de tal maneira que faz pensar que muitas coisas do mundo não são pecados, que não irritam a Deus. Puro engano.
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Miquels – 26/07/2009
LIVRO DE CANTARES DE SALOMÃO: UM CASO A QUESTIONAR (ALTERADO)
LIVRO DE CANTARES DE SALOMÃO: UM CASO A QUESTIONAR (ACRESCENTADO)
(ACRESCENTADO E DEFINITIVO, DOA EM QUEM DOER! PODE ROER AS UNHAS, CERRAR OS DENTES OU MORDER A LÍNGUA! A VERDADE, QUANDO VÊM À TONA, CAUSA ESTRESSE, MAS LOGO ISSO PASSA!)
- Na verdade que eu sou mais estúpido do que ninguém; não tenho o entendimento do homem; não aprendi a sabedoria, nem tenho o conhecimento do Santo. Quem subiu ao céu e desceu? quem encerrou os ventos nos seus punhos? mas amarrou as águas no seu manto? quem estabeleceu todas as extremidades da terra? qual é o seu nome, e qual é o nome de seu filho? Certamente o sabes! Toda palavra de Deus é pura; ele é um escudo para os que nele confiam. (Livro de Provérbios).
O Livro de Cantares ou Cântico dos Cânticos, de autoria atribuída ao Rei Salomão, é considerado por cristãos e protestantes como sendo inspirado por Deus, inquestionavelmente.
Toda palavra de Deus é pura, mas temos que discernir o que é e o que não é palavra de Deus.
Assim como o Livro de Ester, Cantares de Salomão também não cita o nome de Deus.
O Livro de Cantares nem mesmo consta no grupo dos livros poéticos do Cânon hebreu. A separação dos livros dá-se em três partes, da seguinte forma:
I – Lei, ou Pentateuco, em cinco livros: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio.
II – Profetas: os primeiros, Josué, Juízes, Samuel e Reis, e os últimos, Isaías, Jeremias, Ezequiel e os doze (profetas menores).
III – Escritos, ou Hagiógrafas: 1) Três livros poéticos: Salmos, Provérbios e Jó; 2) Cinco rolos: Cânticos (Cantares), Rute, Lamentações, Eclesiastes e Ester; 3) Três livros: Daniel, Esdras-Neemias e Crônicas.
O título em hebraico é Shir ha-shirim, isto é, Cântico dos Cânticos, ou cântico incomparável.
No Livro de cantares, o acréscimo “de Salomão” não consta no original. E a trama desse romance parece ser uma montagem, porque se misturam parte desse caso amoroso com partes de outros casamentos de Salomão, com outras esposas.
Os judeus possuem uma tradição de ler trechos do Livro de Cantares durante a festa da Páscoa, como referência ao Êxodo. Mas, isso faz parte da tradição cultural deles, não porque o livro seja realmente inspirado. Aliás, dizem que o costume de ler os Cânticos de Salomão foi porque o referido livro foi aclamado (ou recebido da parte de Deus) como sagrado justamente nos festejos da Páscoa.
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Ora, a erudição religiosa judaica rejeitou certos livros considerados apócrifos (não inspirados, proibidos, separados), e não os incluiu no Cânon das Escrituras Sagradas. Um exemplo é o Livro de Enoch. Também rejeitaram os escritos neotestamentários de Paulo, e até mesmo os Evangelhos.
Então, não vamos rejeitar também os escritos do Novo Testamento simplesmente porque os judeus os rejeitaram; da mesma forma, não deveríamos rejeitar o Livro de Enoch simplesmente porque os judeus não o incluíram em seu Cânon Sagrado.
No entanto, além dos 7 livros apócrifos inserido no Cânon da Igreja Católica Romana (Bíblia Católica), existem polêmicas quanto ao Livro de Cantares de Salomão, o Livro de Ester, partes do Livro de Daniel, Epístola de Tiago e o Livro do Apocalipse.
A maioria dos novos teólogos lê os livros da Bíblia com pensamentos preconcebidos, depois de terem lido interpretações tendenciosas de outros autores de renome. Bitolam-se em ensinos teológicos arcaicos, preconceituosos, e quando lêem os livros da Bíblia, simplesmente não conseguem ver nada de novo, não conseguem ter opinião própria, porque os “doutores” já disseram que é assim, que é assado… Só que eles esquecem que esses “doutores” (pais da igreja) também tiveram idéias preconcebidas, preconceituosas e tendenciosas. Historicamente o povo cristão católico e os protestantes sempre agiram com atitudes preconcebidas, preconceituosas em relação ao povo judeu, e foram responsáveis pela morte de milhões de judeus durante a Era Cristã. Até mesmo no século XX houve maciça perseguição contra os judeus. Atualmente, algumas igrejas protestantes tentam se redimir do grave erro, demonstrando carinho e atenção pelo povo judeu; algumas fazem orações e intercessão por esse povo; outras chegam a ostentar a bandeira de Israel nos púlpitos dos templos. Só falta agora cantar o hino nacional de Israel. Para esses, que acham que são o “Israel Espiritual”, existe até uma advertência no Livro de Apocalipse:
“Conheço a tua tribulação e a tua pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que dizem ser judeus, e não o são, porém são sinagoga de Satanás” (Apoc. 2:9).
“Eis que farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não o são, mas mentem, eis que farei que venham, e adorem prostrados aos teus pés, e saibam que eu te amo” (Apoc. 3:9).
Note que nestes dois versículos Jesus se expressa como se estivesse falando com uma igreja composta por judeus. E é, realmente, o que esta passagem quer transmitir. Então, não adianta os gentios ostentarem orgulho, e achar serem melhores e mais importantes que os judeus.
Paulo disse, no capítulo 11 da sua Carta aos Romanos, que o que foi enxertado na Videira não é maior do que os ramos verdadeiros. Jesus é a Oliveira, a Videira Verdadeira. Os judeus são os ramos e nós, gentios, somos filhos adotivos (enxertados). E está mais do que claro que a salvação vem dos judeus.
“Logo, pergunto: Porventura tropeçaram de modo que caíssem? De maneira nenhuma, antes pelo seu tropeço veio a salvação aos gentios, para os incitar à emulação (rivalidade, soberba). Ora se o tropeço deles é a riqueza do mundo, e a sua diminuição a riqueza dos gentios, quanto mais a sua plenitude! Mas é a vós, gentios, que falo; e, porquanto sou apóstolo dos gentios, glorifico o meu ministério, para ver se de algum modo possa incitar à emulação (rivalidade) os da minha raça (judeus) e salvar alguns deles. Porque, se a sua rejeição é a reconciliação do mundo, qual será a sua admissão, senão a vida dentre os mortos? Se as primícias são santas, também a massa o é; e se a raiz é santa, também os ramos o são. E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado no lugar deles e feito participante da raiz e da seiva da oliveira, não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti. Dirás então: Os ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado. Está bem; pela sua incredulidade foram quebrados, e tu pela tua fé estás firme. Não te ensoberbeças, mas teme; porque, se Deus não poupou os ramos naturais, não te poupará a ti”.
O Livro do Apocalipse está mais para os judeus, que para nós, gentios. Parte dos dois últimos capítulos desse livro retratam claramente o que está profetizado nos capítulos 40 a 48 do Livro de Ezequiel.
O preconceito dos cristãos contra os judeus foi tamanho, que chegou até mesmo a influenciar a própria Teologia Católica e Protestante. Um caso que posso citar é quanto à questão do selamento dos 144 mil judeus salvos, descritos no capítulo 7 de Apocalipse. A interpretação dos teólogos gentios foi tão tendenciosa, que até hoje se concebe que esses 144 mil judeus salvos serão os pregadores do Evangelho do Reino durante a chamada “Grande Tribulação”, e que inclusive poderão morrer como mártires. Esse tipo de interpretação é puro absurdo, além de ser totalmente tendencioso e preconceituoso. No livro de Apocalipse não se fala de arrebatamento de crentes gentios. O único arrebatamento (selamento) de que se fala são dos 144 mil judeus. O número 144 é múltiplo de 12. E 12×12 é 144. Os números 12 e 144 estão relacionados à Cidade Santa, a Nova Jerusalém. Portanto, isso indica que os judeus selados, serão arrebatados para habitar na Cidade Santa. Se você quiser saber o destino dos 144 mil judeus selados, leia o capítulo 14 de Apocalipse.
“Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor, para que descansem de seus trabalhos, pois as suas obras os acompanham”.
Estes, sim, são os crentes gentios que morrerão como mártires.
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Agora, voltando ao assunto do livro de Cantares, quero salientar que é dificílimo interpretar um livro quando não se tem uma base cultural da língua em que o mesmo foi escrito ou do povo para o qual o livro foi designado. Sei que existem teólogos que batem no peito, e afirmam que entendem de tudo sobre o Livro de Cantares, e muitas das vezes, nem mesmo entendem bem de gramática da Língua Portuguesa, que dirá da língua hebraica! Porém, se você se bitolou em idéias tendenciosas de outros autores a respeito desse livro, você poderá ler 50 vezes o livro, mas não o compreenderá, simplesmente porque você o lê de olhos vendados.
O Livro de Cantares é um poema lírico, onde se observa muita ênfase ao erotismo, isto é, ênfase ao amor carnal. Escrito poeticamente em forma de canto, é uma verdadeira peça teatral, onde vários personagens participam da trama, dialogando em forma de canto. O tema do livro é o “amor” (8:5-7). Contém, realmente, belíssimos versos de amor e erotismo. Porém, o problema é que o pretendente do drama está a seduzir a pessoa errada, uma garota, adolescente. É de grande valor cultural para os judeus, mas tem algo de estranho no mesmo. Se não, vejamos.
“Teve Salomão uma vinha em Baal-Hamom; arrendou essa vinha a uns guardas; e cada um lhe devia trazer pelo seu fruto mil peças de prata”. (Cant. 8:11).
Foi nessa bendita vinha que começou a história da sedução da menor. Se este drama foi baseado em fato fictício há de se questionar; mas se foi um fato verídico há de se questionar mais ainda, visto ter sido o envolvimento do homem mais sábio do mundo com uma garota adolescente e, além disso, por ter sido um romance proibido, que no final de tudo nem mesmo se consumou o casamento.
Participam do drama a menina adolescente (a sulamita ou sunamita, de nome Abisague), o pretendente (amante, sedutor), as “filhas de Jerusalém”, os irmãos da jovem e um narrador, que de vez em quando interrompe o cântico e faz algumas observações.
Sei que na cultura antiga dos hebreus não acontecia casamento de uma adolescente em idade precoce com um homem adulto, como acontece na cultura árabe, onde o casamento é arranjado e só consumado com o pagamento do dote.
Na cultura hebraica antiga a filha mais nova não podia casar-se antes da mais velha. E a maior idade para o homem era 30 anos. Podemos observar que os patriarcas bíblicos contraíram esposas quando estavam com idade entre 30 e 40 anos. Depois que o povo passou pelo cativeiro persa e babilônico, a população dos hebreus foi reduzida drasticamente. Os rabinos, responsáveis pela tradição oral da Toráh, determinaram a idade mínima para contrair matrimônio: os jovens, entre 17 e 18 anos; as moças, entre 13 e 14 anos. No final do século II (era Cristã), os rabinos judeus resolveram escrever os ensinamentos da Toráh que eram transmitidos oralmente. Esses ensinamentos orais deram origem ao Talmud, que é a tradição oral da Toráh, transcrita para o papel. Depois do século XIX, a idade mínima para os jovens hebreus contrair matrimonio foi alterada novamente.
Para os teólogos judeus, o Cântico dos Cânticos retrata o amor íntimo entre Israel (a moça jovem) e Jeová (o pretendente). Já os teólogos cristãos e protestantes espiritualizam demasiadamente o romance, e chegam a afirmar que o drama vivido no livro retrata o amor íntimo entre a Igreja (a noiva) e o seu amado, Jesus Cristo (o noivo). Essa última comparação é a pior de todas. O único amor que deve ser expresso entre Cristo e sua Igreja é o amor ágape, não este amor lascívio.
Dizem alguns eruditos que a prova da inspiração divina de um livro do Antigo Testamento é quando ocorre a sua citação nos livros do Novo Testamento. No entanto, existe alguma citação de trechos do Livro de Cantares em algum dos livros neotestamentários? Pelo que eu saiba, não existe.
“Os filhos de minha mãe indignaram-se contra mim, e me puseram por guarda de vinhas; a minha vinha, porém, não guardei” (Cant. 1:6b).
Neste trecho vemos claramente que a garota era de idade inapropriada para casamento, e os irmãos, para protegê-la do sedutor, a colocavam para tomar conta da vinha, de forma que ficasse ocupada, longe da vista do amante. Porém, ela fugia da vinha. E, em outros momentos, o sedutor adentrava também na vinha, à sua procura, e lá ocorria parte do enredo romântico e erótico retratado nos cânticos.
“Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales. Qual o lírio entre os espinhos, tal é a minha amada entre as filhas”. (Cant. 2:1-2).
Quantos crentes leigos, inclusive pastores, não vi lendo estes versículos, acima, imaginado estar falando de Jesus Cristo! Pois, é a sunamita a Rosa de Sarom, e não o noivo. Portanto, quem lê Cantares na igreja deve saber interpretar texto e conhecer um pouco de gramática.
“A voz do meu amado! eis que vem aí, saltando sobre os montes, pulando sobre os outeiros. O meu amado é semelhante ao gamo, ou ao filho do veado; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, lançando os olhos pelas grades. Fala o meu amado e me diz: Levanta-te, amada minha, formosa minha, e vem” (Cant. 2:8-10).
Nesta parte vemos que o sedutor chega escondido à vinha e seduz a jovem.
Alguns eruditos chegam a enfatizar o caso, afirmando que o rei Salomão visitava a vinha disfarçadamente para se encontrar com a jovem sunamita. Mas, será que o rei Salomão se daria a esta baixaria? Além do mais, a jovem era uma plebéia, de Suném ou Sulém.
Alguém disse, também, que o romance entre Salomão e a Sunamita se deu enquanto era jovem, antes de ser rei. Mas, se observarmos bem, no próprio livro é dito quantas esposas e concubinas ele possuía na época desse romance: 60 rainhas (esposas), 80 concubinas e virgens sem número (Cant. 6:8). Só de rainhas e concubinas somavam 140, além das virgens, com quem ainda não havia casado.
“De noite, em meu leito, busquei aquele a quem ama a minha alma; busquei-o, porém não o achei. Levantar-me-ei, pois, e rodearei a cidade; pelas ruas e pelas praças buscarei aquele a quem ama a minha alma. Busquei-o, porém não o achei. Encontraram-me os guardas que rondavam pela cidade; eu lhes perguntei: Vistes, porventura, aquele a quem ama a minha alma? Apenas me tinha apartado deles, quando achei aquele a quem ama a minha alma; detive-o, e não o deixei ir embora, até que o introduzi na casa de minha mãe, na câmara daquela que me concebeu” (Cant. 3:1-4).
Aqui a jovem diz que saiu desesperada, à noite, a procura de seu amado. Cansou-se de procurar, até que o encontrou. Levou o amante para sua casa, e adentrou com o mesmo no leito próprio de sua mãe.
“Saí, ó filhas de Sião, e contemplai o rei Salomão com a coroa de que sua mãe o coroou no dia do seu desposório, no dia do júbilo do seu coração” (Cant. 3:11).
Salomão teve 700 mulheres princesas e 300 concubinas. Esse desposório de que fala o texto acima não se refere a esta jovem menor de idade. Desposório é promessa de casamento, é noivado. Não se trata, também, da primeira pretendente de Salomão, como muitos poderiam pensar; porque isso seria forçar a uma interpretação tendenciosa.
Alguns eruditos afirmam que, apesar das 1000 mulheres que Salomão teve, apenas uma era a sua preferida: a sulamita, retratada neste romance (6:13). Porém, esta sulamita não tem nada a ver com esposa, noiva ou concubina. É impossível que, de 1000 mulheres, apenas uma fosse a preferida. A forçação de barra é tamanha, que só faltam dizer que, apesar de Salomão ter 1000 mulheres, apenas uma era sua verdadeira esposa, simplesmente querendo justificar a espiritualização ou sacralização do texto.
O próprio enredo sugere também que Salomão tinha apenas uma preferida entre todas. Mas isso não condiz com a realidade. Isso é possível em contos românticos, mas não na vida real. Como centenas de mulheres permitiriam o marido ter preferência apenas por uma dentre elas? Na verdade, este caso da sulamita é um caso à parte; é uma paixão doentia, por uma jovenzinha bela e formosa. Os homens sempre foram fascinados por moças jovens, virgens e formosas desde o início do mundo. Até mesmo o rei Davi, já velho, prestes a morrer, os seus amigos lhe trouxeram uma bela jovem, bonita e formosa para dormir com ele no seu leito. O prazer de ver uma jovem linda e formosa despida era melhor do que receber os cuidados de uma esposa amável e experiente.
“Há sessenta rainhas, oitenta concubinas, e virgens sem número. Mas uma só é a minha pomba, a minha imaculada; ela é a única de sua mãe, a escolhida da que a deu à luz. As filhas viram-na e lhe chamaram bem-aventurada; viram-na as rainhas e as concubinas, e louvaram-na” (Cant. 6:8-9).
Apesar de no quarto capítulo o cântico se referir a “véu” e “minha noiva”, o contexto nos mostra que a narrativa não se trata de uma cerimônia de casamento. Além do mais, o verso 16 deixa claro o local onde se dava a cena: “Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim, espalha os seus aromas. Entre o meu amado no seu jardim, e coma os seus frutos excelentes!” Repare, também, que a moça é chamada poeticamente de “jardim fechado”, fazendo referência ao local onde se encontravam.
No quinto capítulo é retratado novamente o drama da vinda escondida do sedutor, à noite, e do seu desaparecimento repentino, sem despedida, que leva a jovem “seduzida” ao desespero. Se o sedutor fosse realmente o seu noivo, não haveria motivos para esse desespero. Isso só ocorre quando a sedução é proibida e escondida.
“Encontraram-me os guardas que rondavam pela cidade; espancaram-me, feriram-me; tiraram-me o manto os guardas dos muros” (Cant. 5:7).
Como poderiam os guardas maltratar a moça, sabendo que era noiva do Rei Salomão?
O próximo trecho mostra-nos que a sulamita não era noiva coisa nenhuma, mas apenas uma jovem adolescente que fora seduzida por um amor impossível.
“Ah! quem me dera que foras como meu irmão, que mamou os seios de minha mãe! quando eu te encontrasse lá fora, eu te beijaria; e não me desprezariam!” (Cant. 8:1).
Beijar o próprio irmão não era coisa indecorosa; beijar o noivo até poderia ser tolerado. Mas beijar um homem que não fosse reconhecidamente seu noivo seria algo digno de repúdio.
“Debaixo da macieira te despertei; ali esteve tua mãe com dores; ali esteve com dores aquela que te deu à luz”. (8:5b).
Neste trecho, mais uma dica do local dos encontros.
Agora, no desfecho final é descrito a idade da jovenzinha pelos seus próprios irmãos.
“Temos uma irmã pequena, que ainda não tem seios (ISTO É, QUE AINDA NÃO TEM OS SEIOS TOTALMENTE FORMADOS); que faremos por nossa irmã, no dia em que ela for pedida em casamento? Se ela for um muro, edificaremos sobre ela uma torrezinha de prata; e, se ela for uma porta, cercá-la-emos com tábuas de cedro”. (Cant. 8:8-9).
Poderíamos forçar a interpretação e afirmar que essa “irmã pequena” trata-se da irmã menor da sulamita. Mas, o verso 10 revela quem é essa “irmã pequena”: a própria sulamita.
Imaginam que “dei um tiro pela culatra” ao fazer tal declaração! Imaginação fértil, não?! Para toda afirmação que parece ser absurda deve haver uma explicação.
No entanto, a interpretação corriqueira é a de que essa “irmã pequena” seria uma outra irmã da sulamita, cuja preocupação dos irmãos agora seria dobrada, a fim de protegê-la e não deixá-la ser mal-falada perante a comunidade.
Se o livro de Cantares é uma montagem, para muitos desatentos ela é tão perfeita que algumas incoerências passam despercebidas; para o bom investigador, porém, há muitas brechas que evidenciam alguma imperfeição da obra.
A SULAMITA NÃO TINHA UMA IRMÃ PEQUENA, PORQUE ELA ERA FILHA ÚNICA, por isso, sua mãe e seus irmãos a protegiam com tanta preocupação.
“Mas uma só é a minha pomba, a minha imaculada; ela é a única de sua mãe, a escolhida da que a deu à luz” (Cant. 6:9a).
Em algumas versões o texto diz “a predileta da que a deu à luz”. Porém, subentende-se que ela era “única” no sentido de ser só ela do sexo feminino, e não porque era a “queridinha” de sua mãe.
Uma coisa deve ficar clara: Este Livro de Cantares de Salomão tem, sim, grande valor cultural e literário. Porém, do ponto de vista espiritual não tem muito valor. Se for retirado este livro do rol dos livros sagrados, não fará nenhuma falta. Se ele está inserido na Bíblia, deve ser porque tem algum valor espiritual. Mas fica difícil determinar que tipo de valor espiritual deve ser ensinado com este romance (se é que me entendem). Pelo menos para os casais deve ter o seu valor, como a valorização do relacionamento matrimonial monogâmico. Mas questiono: como valor de relacionamento matrimonial monogâmico, se o contexto da história é relacionado com um noivo polígamo? Se ainda insistir, deve haver algum valor espiritual, mas não entre Cristo e sua Igreja ou de Israel e Jeová.
Talvez o Livro de Cantares tenha sido tão aplaudido pelos hebreus porque naquela época não havia nenhum romancista conhecido que fizesse semelhante obra. Para os hebreus daquela época, um romance dessa natureza era considerado uma relíquia. Porém, se o surgimento desse livro tivesse acontecido nos dias atuais, não passaria de mais um dos belos romances que de vez em quando são lançados.
Concluindo, essa sulamita não pode ser retratada como a nação de Israel, a noiva de Jeová, porque esta nação está mais para prostituta que para moça pura e recatada. Israel é tratado na Bíblia como uma “prostituta”. Para saber mais sobre esta condição basta ler o Livro do profeta Oséias.
Quanto à interpretação cristã, de que a sulamina é uma representação da Igreja de Cristo, a noiva, também não convém. É interpretação forçada, para tentar encaixar uma coisa absurda com o contexto do Novo Testamento. Israel continua sendo a menina dos olhos de Jeová, e não nós, os gentios.
Trazendo o drama do Livro de Cantares para os dias atuais, poderíamos até afirmar que esse cântico retrata o perfil de um pedófilo, que dentre centenas de mulheres, prefere uma jovem adolescente, que não tinha nem os seis formados.
FIM
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Não pesquisei muito a respeito das opiniões dos eruditos sobre o Livro de Cantares de Salomão. Mas, se alguém quiser ler algo mais a respeito desse livro, deixo aqui alguns sites:
PARA LER DISCUSSÃO INFRUTÍFERA
http://www.lideranca.org/cgi-bin/index.cgi?action=forum&board=teologia&op=display&num=1534
COMENTÁRIOS
http://www.jornaldosamigos.com.br/cantares_de_salomao.htm
http://ministeriocesar.blogspot.com/2009/06/voce-conhece-biblia-cantares-de-salomao.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2ntico_dos_C%C3%A2nticos
COMENTÁRIO SOBRE OS CÂNTICOS
http://www.teologiaclub.com/canticos.htm
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Acrescento, ainda, três opiniões a respeito do Livro Cântico dos Cânticos:
“Salomão foi visitar sua vinha no norte e lá conheceu uma donzela Sulamita (de Sulém). Bela e gentil, ele se apaixona. Como ela não o quer de início, ele volta mais tarde disfarçado de pastor e a conquista. Depois volta e a leva para Jerusalém, onde se casa com ela e a transforma em rainha”. (Dr. Hass, escritor).
Será que Salomão transformou uma camponesa, plebéia, em rainha?
“Salomão se apaixona por Abisague, a moça formosa de Sulém (1 Rs 2.13-25), antes de ser rei, quando a viu no palácio de seu pai Davi; não se casou com ela por ser plebéia e camponesa, daí idealizou em sua mente um romance ideal”. (Ocir de Paula Andreata, psicólogo).
Como um polígamo poderia escrever sobre pureza monogâmica?
E por último, palavra do rabino Akba:
“Nenhum homem em Israel jamais tem contestado que o Cântico de Salomão não profana as mãos. Porque no mundo inteiro não existe nada a igualar o dia no qual o Cântico de Salomão foi dado a Israel. Todos os escritos são santos, mas o Cântico dos Cânticos é Santíssimo….” (MISHNA YADAIM 3.5).
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COMENTÁRIO DO CONCISO DICIONÁRIO BÍBLICO A RESPEITO DO LIVRO “CÂNTICO DOS CÂNTICOS”, DE SALOMÃO.
<< CÂNTICO DE SALOMÃO, o cântico incomparável. O acréscimo “de Salomão” não consta no original. Amor é o tema do livro (8:5-7); se, porém, esse amor deve ser considerado como humano, ou como símbolo do amor de Jeová e seu povo Israel, ou de Cristo e sua Igreja, é de fato o problema que deixa perplexos os críticos da Bíblia. A última opinião é a dos teólogos da igreja primitiva, e opiniões semelhantes se mantêm nos tempos modernos. Muitos acham que o livro seja uma série de cânticos de amor, “pérolas formosas no mesmo fio”; a observação nos costumes de casamento na Síria sugere uma teoria a respeito daquilo que constitui esse fio. Nos sete primeiros dias da vida conjugal (REPERE QUE NÃO SÃO DIAS DE NOIVADO – GRIFO MEU) o jovem par é tratado como rei e rainha. No dia do casamento, a noiva dança (cf. 6:13) enquanto os espectadores louvam-na com cânticos (cf. 7:1-7). Durante os dias restantes, cânticos semelhantes são cantados, nos quais o esposo louva sua esposa (cf. 4:1-7) e vice-versa (cf. 5:2-16 ou, pelo menos 10-16). No dia seguinte ao do casamento, o casal é homenageado e entronizado numa espécie de trenó, usado para debulhar cereais. O trono é todo atapetado e cheio de almofadas (cf. 3:6-11). Presume-se que o noivo é comparado a Salomão, o maior rei conhecido até então, enquanto a noiva se chama Sulamita (MAS ESTE NÃO É SEU NOME PRÓPRIO, POIS É UM ADJETIVO PÁTRIO – GRIFO MEU) (cf. 6:13), isto é, Abisague, a sunamita (Suném é o mesmo lugar que Sulão), a moça mais formosa em Israel (MAS NÃO ERA HEBRÉIA, ERA UMA PLEBÉIA – GRIFO MEU) (I Reis 1:3,4; cf. Cant. 1:8; 5:9; 6:1). As “filhas de Jerusalém” são as moças da aldeia que prestam homenagem a rainha, enquanto os sessenta valentes (3:7) são os amigos do noivo. (Sansão teve somente trinta companheiros, Jui. 14:11). Sob essa teoria, o livro nos revelaria algo da vida doméstica de Israel (OU DOS SÍRIOS? – GRIFO MEU) e seria um quadro paralelo ao idílio de Rute (MAS NÃO TEM NADA DE IDÍLIO, NÃO – GRIFO MEU). Seu tema seria o amor conjugal.
Talvez o Cântico ainda não tenha divulgado o seu segredo. Seja qual for a idéia do livro, é impossível que se não sinta o encanto da sua poesia e o intenso amor para com a natureza, que nele sobressai. O poeta aprecia a natureza na sua vida renovada da primavera, quando a terra está radiante de flores e a atmosfera impregnada de perfume (2:11-13). Os encantos da natureza são aumentados pela variedade da vida animal na terra: as pombas arrulhando nas fendas dos penhascos ou se assentam junto as correntes das águas (2:14; 5:12); as ovelhas que sobem do lavadouro brancas como a neve, e as cabras que pastam no monte Gileade (4:1; 6:5); as gazelas que pulam nas colinas e se apascentam entre os lírios (2:9; 4:5); as raposinhas “que fazem mal às vinhas” (2:15); até os mais temíveis leões e leopardos que têm suas moradas nos montes (4:8). (LEMBRE-SE QUE ESTA PARTE É APELO TEOLÓGICO, APOLOGÉTICO, PARA DAR SENTIDO PELO MENOS DE VALOR MATERIAL AO LIVRO – GRIFO MEU). >>
LIVRO DE CANTARES DE SALOMÃO: UM CASO A QUESTIONAR
Tenho lido na net comentários de alguns especialista, mas a conclusão é sempre a mesma: não explicam nada de novo. Encontrei opiniões de alguns doutores, até de um rabino especialista em Talmud, mas mesmo assim não me convenceu.
Espero, com este comentário, esclarecer muitas dúvidas de gente que lê Cantares de Salomão e pensa que se trata realmente de demonstração de amor e afeto entre Israel e Jeová, ou de Jesus (noivo) e sua Igreja (noiva). Não é nada disso, e vou provar.
Aguarde.
ASTRÔNOMO DIZ QUE JESUS TERIA NASCIDO EM JUNHO
Astrônomo diz que Jesus pode ter nascido em junho, e que os Reis Magos teriam sido guiados por uma estrela até Jesus.
Uma pesquisa realizada por um astrônomo australiano sugere que Jesus Cristo teria nascido no dia 17 de junho e não em 25 de dezembro.
De acordo com Dave Reneke, a “estrela de Natal” que, segundo a Bíblia, teria guiado os Três Reis Magos até a Manjedoura, em Belém, não apenas teria aparecido no céu seis meses mais cedo, como também dois anos antes do que se pensava.
Estudos anteriores já haviam levantado a hipótese de que o nascimento teria ocorrido entre os anos 3 a.C e 1 d.C.
O astrônomo explica que a conclusão é fruto do mapeamento dos corpos celestes da época em que Jesus nasceu. O rastreamento foi possível a partir de um software que permite rever o posicionamento de estrelas e planetas há milhares de anos.
Baseando-se no Evangelho de Mateus, que descreve a aparição de uma “estrela” como sinal do nascimento de Jesus, Reneke identificou a conjunção dos planetas Vênus e Júpiter, que teriam emitido uma forte luz que poderia ter sido confundida com uma estrela.
“Vênus e Júpiter chegaram muito perto no ano 2 a.C refletindo muita luz. Não podemos dizer com certeza que esta era a estrela de Natal descrita na Bíblia, mas até agora esta é a explicação mais plausível que já vi sobre isso”, disse Reneke à BBC Brasil.
“A astronomia é uma ciência tão precisa, que podemos apontar exatamente onde os planetas estavam. E há uma grande probabilidade que esta conjunção possa ser a estrela descrita por Mateus no Evangelho”.
O australiano diz que a pesquisa não é uma tentativa de contestar a religião.
“Quando misturamos ciência e religião há a sempre a chance de chatear as pessoas. Neste caso, esses resultados podem servir para reforçar a fé, porque mostra que realmente havia um grande objeto brilhante no céu no momento certo”.
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Fonte: BBC Brasil
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OS SINAIS MAIS EVIDENTES DO ARREBATAMENTO DOS ESCOLHIDOS
OS SINAIS DO TÃO ESPERADO ARREBATAMENTO DOS ESCOLHIDOS,
CONFORME JESUS E OS APÓSTOLOS ANUNCIARAM
[ATUALIZADO EM 16/07/2008]
“Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, santifique-se ainda. Eis que cedo venho e está comigo a minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a sua obra” (Apocalipse 22:11-12).
A condição ou conceito de “crente” (protestante) ainda é um tabu para os ímpios do nosso tempo. Ímpio é toda pessoa que vive na vida de devassidão, de pecaminosidade; é aquela pessoa que pratica toda sorte de pecado sem ter um pingo de remorso na coração e na alma. Ímpio é aquele que aborrece a vida de santidade e pureza; é aquele que passa o final de semana nas festas mundanas, na bebedeira e na jogatina; é aquele que se diz ser um cristão, mas odeia o vizinho, amaldiçoa, rouba, prostitui-se, mente constantemente, engana, adultera, vive uma vida de regalia e glamour em detrimento dos menos favorecidos, que corrompe e deixa-se ser corrompido, etc. Ímpio é todo aquele que não quer se sujeitar à Lei de Deus, ou, o que não quer aceitar Cristo e seu evangelho e pautar sua vida com a prática do amor e honestidade na presença de Deus e dos homens.
Se isso que acabei de dizer não são características dos ímpios, então, quem são os ímpios de quem a Bíblia tanto fala? Seriam, por acaso, os ateus? Ou os pagãos, que ainda não foram batizados? Seriam ou árabes, os indianos, os chineses, os japoneses ou vietnamitas? Existe uma grande diferença entre o que serve a Deus e o que não serve; entre o justo e o ímpio (Mal. 3:18). Aquele que não teme e nem serve a Deus é o famoso ÍMPIO. Você serve a Deus? Você já nasceu de novo?
“Filhinhos, ninguém vos engane; quem pratica a justiça é justo, assim como ele é justo; quem comete pecado é do Diabo; porque o Diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo. Aquele que é nascido de Deus não peca habitualmente; porque a semente de Deus permanece nele, e não pode continuar no pecado, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do Diabo: quem não pratica a justiça não é de Deus, nem o que não ama a seu irmão” (I João 3:7-10).
Se você ainda não se convenceu a respeito do conceito de ímpio, então, leia por favor o Salmo 1. Não é possível que, depois de ler o Salmo 1, você ainda terá dúvidas de quem seja o ímpio e o justo! Observe as atitudes do que serve a Deus e do que não serve; veja as diferenças entre o trigo e o joio. Sei que realmente o joio se parece com o trigo, isto é, o crente-falso se parece com o crente verdadeiro; o crente falso veste capa de ovelha.
Apesar da nova conscientização da geração atual com relação ao respeito à liberdade religiosa, mesmo assim ainda existem milhões de pessoas no Brasil que fazem deboche (escárnio, zombaria) dos crentes ou da condição de ser crente. Ainda é tabu para muitos achar que a fé religiosa esteja restrita aos tolos e radicais, e que a Ciência seja apenas para os que possuem intelecto aguçado.
Mas a vida humana é assim mesmo! O homem ímpio não abandona a vida de impiedade tão facilmente. Só ocorrendo uma ação direta de Deus, o ímpio se converterá, ou então, quando algo desastroso ocorrer na sua vida, ou a mão de Deus pesar sobre ele, aí talvez mude de atitude. Leia Ezequiel 18:20-21.
“Diz o néscio (ímpio) no seu coração: Não há Deus. Corromperam-se e cometeram abominável iniqüidade; não há quem faça o bem. Deus olha lá dos céus para os filhos dos homens, para ver se há algum que tenha entendimento, que busque a Deus. Desviaram-se todos, e juntamente se fizeram imundos; não há quem faça o bem, não há sequer um. Acaso não têm conhecimento os que praticam a iniqüidade, os quais ‘consomem’ o meu povo…, e não invocam a Deus?” (Salmos 53:1-4).
O livro de Apocalipse nos diz que, nos dias da grande tribulação, apesar de todas as calamidades que sobrevirão aos moradores da Terra, eles não se arrependerão dos seus pecados e não se converterão dos seus maus caminhos. Esta é a condição do homem ímpio e pecador: cegueira espiritual e dura cerviz. Mas Deus já propôs dar ao seu povo e a esta geração um coração de carne. Resta aceitá-lo. Leia Ezequiel 36:26-27 e 11:19-21.
“O quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe permitido que abrasasse os homens com fogo. E os homens foram abrasados com grande calor; e blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e não se arrependeram para lhe darem glória. O quinto anjo derramou a sua taça sobre o trono da besta, e o seu reino se fez tenebroso; e os homens mordiam de dor as suas línguas. E por causa das suas dores, e por causa das suas chagas, blasfemaram o Deus do céu; e não se arrependeram das suas obras” (Apocalipse 16:8-11).
A maioria das pessoas, atualmente, não quer saber de Deus e nem conhecer a verdade; não deseja conhecer a Bíblia e nem ouvir a pregação do Evangelho. Muitas lêem apenas alguns trechos da Bíblia e acham que sabem alguma coisa; julgam mal a respeito das coisas que nela está escrito. Porém, dias virão em que essas pessoas procurarão ouvir a mensagem do Evangelho, mas não encontrarão ninguém que pregue. Hoje, a Bíblia está traduzida em centenas de línguas e dialetos; está na Internet; a mensagem do Evangelho é transmitida via rádio e televisão dia e noite.
“Eis que vêm os dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a terra; não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor. Andarão errantes de mar a mar, e do norte até o oriente; correrão por toda parte, buscando a palavra do Senhor, e não a acharão. Naquele dia as virgens formosas e os mancebos desmaiarão de sede” (Amós 8:11-13).
Pelo calendário gregoriano já entramos no sétimo milênio da história do homem civilizado (2001 em diante). Porém, pelo calendário judaico, ainda não começou o sétimo milênio. Já se passaram quase dois mil anos que Cristo anunciou a sua segunda vinda, e que os apóstolos anunciaram o arrebatamento dos salvos, os escolhidos de Cristo, para morar no Céu, mas, quanto mais o tempo passa, mais incrédulas ficam as pessoas a respeito do arrebatamento ou da segunda vinda de Jesus a este planeta.
Porém, o apóstolo Pedro foi o único a avisar que essa cogitação de que Cristo não vem mais seria comum nos nossos dias. Leia II Pedro 3:3-4.
“Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores com zombaria, andando segundo as suas próprias concupiscências, e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação”.
Devemos fazer a distinção de dois fatos futuros: o arrebatamento dos salvos ou escolhidos é um fato distinto da segunda vinda de Cristo, em glória, a esta Terra. O primeiro será imperceptível ao mundo; o segundo será completamente visível. Assim como contemplamos o relâmpago de uma ponta a outra do céu, assim também os habitantes do oriente e do ocidente da Terra contemplarão Jesus descendo sobre as nuvens com poder e grande glória. Lemos:
“Eis que vem com as nuvens (Jesus), e todo olho o verá, até mesmo aqueles que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele” (Apoc. 1:7).
“Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim será também a vinda do filho do homem” (Mateus 24:27).
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OS SINAIS MAIS EVIDENTES DA PROXIMIDADE DO ARREBATAMENTO
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Relato, aqui, pelo menos sete (7) sinais que indicam se está próximo ou longe a segunda vinda de Jesus ou o arrebatamento. Sabemos que existem muitos ensinamentos divergentes nas igrejas por aí a respeito do arrebatamento. Não digo que estou com a verdade, mas, quanto às minhas explanações, você pode ter certeza que existe mais coerência nas afirmações.
Nos dias da igreja primitiva, registrado no livro dos Atos dos Apóstolos, os apóstolos pregavam com muita veemência sobre a proximidade da vinda de Jesus. Naquela época ocorreu uma grande mobilização entre os irmãos, e cada um ajudava o seu próximo, e também ajudavam na obra de Deus, até mesmo vendendo suas propriedades e depositando o dinheiro nas mãos dos apóstolos.
“Da multidão dos que criam, era um só o coração e uma só a alma, e ninguém dizia que coisa alguma das que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns. Com grande poder os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Pois não havia entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que vendiam e o depositavam aos pés dos apóstolos. E se repartia a qualquer um que tivesse necessidade. Então José, cognominado pelos apóstolos Barnabé (que quer dizer, filho de consolação), levita, natural de Chipre, possuindo um campo, vendeu-o, trouxe o preço e o depositou aos pés dos apóstolos” (Atos 4:32-37).
Que bom seria se os ricos de hoje, que se dizem cristãos, fizessem coisa parecida como que fizeram os crentes da igreja primitiva! Se houvesse amor e solidariedade com o próximo por parte dos cristãos de hoje, a nossa nação seria outra. Não haveria desigualdade social, nem fome e nem falta de moradia. A igreja primitiva viveu, realmente, o verdadeiro comunismo, mas o comunismo centrado em Cristo, em Deus. Certa vez, perguntei a um ateu, marxista, se ele podia me dizer em que nação da Terra deu certo o sistema de governo comunista. Ele respondeu que em muitos países o comunismo começou bem, mas depois houve opressão, como no caso da China, da ex-URSS e de Cuba. Porém, admirei-me quando ele fez referência ao caso da igreja primitiva, narrada no livro de Atos dos Apóstolos. Ele disse que o caso dos primeiros cristãos vivendo em comunidade, e cooperando entre todos, foi um exemplo clássico onde deu certo o comunismo. Mas ele se esqueceu de dizer que lá realmente os cristãos viveram um verdadeiro comunismo, mas o centro de tudo era Cristo, era Deus. O comunismo que os homens de hoje querem implantar nunca dará certo, porque exclui qualquer forma de culto a Deus.
Passaram-se um ano, dois anos, cinco anos, dez anos, trinta anos e nada de Jesus voltar… Então, aquele fervor dos primeiros cristãos foi aos poucos se extinguindo. Graças às orientações das cartas dos apóstolos Pedro e Paulo, enviadas às igrejas daquela época, os crentes continuaram firmes na fé, aguardando a volta de Jesus.
Paulo e Pedro se preocuparam muito com o esfriamento da fé dos cristãos daquela época, concernente à esperança da segunda vinda de Cristo. Veja o que Paulo diz:
“Ora, quanto à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, rogamos-vos, irmãos, que não vos movais facilmente do vosso modo de pensar, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola como enviada de nós, como se o dia do Senhor estivesse já perto. Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição” (II Tessalonicenses 2:1-3).
A apostasia refere-se à corrupção da igreja e dos crentes nos últimos dias.
A ânsia de Paulo em ver o arrebatamento dos salvos acontecer era tanta que ele se precipitou ao falar aos tessalonicenses e aos coríntios que muitos deles não morreriam antes que ocorresse o tão esperado acontecimento. Veja o que Paulo disse:
“Eis aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos transformados” (I Cor. 15:51-42).
Vejamos os sinais mais evidentes da segunda vinda de Cristo.
1) A pregação do Evangelho a todas as nações da Terra.
Mateus 24:14.
2) O FLORESCIMENTO DA FIGUEIRA (a figueira simboliza a nação de Israel ou povo judeu).
Mateus 24:32-33.
3) O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO NOS ÚLTIMOS DIAS.
Joel 2:38-32.
4) A falta de fé, na Terra, e a falta de amor.
Lucas 18:7-8; Mateus 24:12.
5) O retorno de “todo” o povo judeu à sua terra-natal.
6) O surgimento da apostasia e a revelação do homem do pecado.
II Tessalonicenses 2:1-12.
7) O cumprimento do significado do número sete (7) em certos fatos do Antigo Testamento e em especial no livro do Apocalipse.
Abordarei agora com mais detalhes cada um desses sinais.
1) A pregação do Evangelho a todas as nações da Terra. Mateus 24:14.
“E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim”.
Esta profecia jamais se cumprirá antes do arrebatamento. Por quê? Porque as igrejas de hoje estão “pisando na bola”; porque a “igreja” está toda dividida, isto é, as igrejas antigas se dividiram, cada qual com seu ponto de vista doutrinário, enquanto que o Evangelho é um só, e a Palavra Revelada de Deus é uma, apenas. E, devido a essa proliferação de seitas cristãs (de tudo quanto é gosto), cada dia mais está piorando a missão da verdadeira Igreja de Cristo na Terra. A Igreja é um corpo, e quando este corpo se divide, ele se enfraquece. E o Diabo (Lúcifer) acha boa essa “trapalhada dos crentes”, e bola mil maneiras para perseguir a Igreja e frustrar a missão que Jesus a conferiu.
Mas, sei que existem milhares de verdadeiros santos orando neste exato momento, intercedendo pelo mundo, pelos pecadores e até pelos “crentes-joios”, para que se arrependam. As orações dos verdadeiros crentes é que está ainda hoje segurando o “cajado de Moisés” (Êxodo 17:11-12).
O verdadeiro avivamento para a Igreja é a prática do amor e da solidariedade pelo próximo; mas, o avivamento que estão buscando é outro, que nada condiz com o ser cristão autêntico. O avivamento que Deus quer não é este “fogo de palha” que existe nas igrejas por aí. Por exemplo, o crente vivencia e presencia toda aquela agitação “irracional” na igreja, e quando sai de lá, não há muito o que esperar dele, pois aquele fogo logo se extingue. O verdadeiro amor de Deus nos coração e a prática da solidariedade com o semelhante é o verdadeiro avivamento que a Igreja está precisando, hoje. Entenda-me: só há avivamento (isto é, mobilização) quando o povo tem amor no coração e demonstra solidariedade. Este é o verdadeiro avivamento. Leia Atos 4:32-37. Ser cheio do Espírito Santo não é tudo o que o crente precisa. Sei que você, leitor, deve estar mordendo os dentes por causa dessas declarações. Mas, deixe um pouco de lado a sua arrogância, e tente ser uma pessoa de mente aberta, para aceitar outra opinião. Se você discorda de mim, então você terá que ler todo o capítulo 13 de I Coríntios, e discordar de Paulo, também. A prática do amor e da solidariedade é maior do que tudo. A prática do amor ao próximo é a principal característica do Evangelho de Cristo. Provamos que amamos a Deus quando amamos o próximo ou vice-versa. Leia I Jo. 5:2; Tiago 2:14-20; Mat. 25:40-46; I Jo. 3:14; 4:20.
“Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitando, lhe fechar o seu coração, como permanece nele o amor de Deus?” (I João 5:17). (Nas igrejas que pregam a teologia da prosperidade está repleto desses crentes hipócritas).
“Acudi aos santos nas suas necessidades, exercei a hospitalidade” (Rom. 12:13).
E para aqueles que detêm riquezas ou que procuram (ambicionam) obter riquezas, conforme ensina a teologia da prosperidade, e não querem fazer como fez Zaqueu (Luc. 19:8), só resta a palavra do apóstolo Tiago:
“E agora, vós ricos, chorai e pranteai, por causa das desgraças que vos sobrevirão. As vossas riquezas estão apodrecidas, e as vossas vestes estão roídas pela traça. O vosso ouro e a vossa prata estão enferrujados; e a sua ferrugem dará testemunho contra vós, e devorará as vossas carnes como fogo. Entesourastes para os últimos dias. Eis que o salário que fraudulentamente retivestes aos trabalhadores que ceifaram os vossos campos clama, e os clamores dos ceifeiros têm chegado aos ouvidos do Senhor dos exércitos. Deliciosamente vivestes sobre a terra, e vos deleitastes; cevastes os vossos corações no dia da matança. Condenastes e matastes o justo; ele não vos resiste. Portanto, irmãos, sede pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes; fortalecei os vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima” (Tiago 5:1-8).
“Seja a vossa vida isenta de ganância, contentando-vos com o que tendes; porque ele mesmo disse: Não te deixarei, nem te desampararei” (Heb. 13:5). (Se isso não é palavra de Deus inspirada, então rasgue a sua Bíblia, e siga de acordo com a sua consciência).
“Alonga de mim a falsidade e a mentira; não me dês nem a pobreza nem a riqueza: dá-me só o pão que me é necessário, para que eu de farto não te negue, e diga: Quem é o Senhor? ou, empobrecendo, não venha a furtar, e profane o nome de Deus” (Prov. 30:8-9).
A verdadeira fonte de riqueza é diferente daquela que pregam os falsos mestres da Teologia da Prosperidade. É a humildade e o temor do Senhor a fonte de toda a riqueza. Veja:
“O galardão da humildade e do temor do Senhor é riquezas, e honra e vida” (Prov. 22:4).
Os bispos e pastores das igrejas que cobram ou recebem altos salários para pastorear e pregar o evangelho, não terão nenhuma recompensa a receber no Céu (se é que receberão), pois já receberam o seu galardão (os altos salários) aqui nesta vida. E quem diz isso não sou eu. Veja a palavra de Deus:
“Não temos nós direito de comer e de beber? Não temos nós direito de levar conosco esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas? Ou será que só eu e Barnabé não temos direito de deixar de trabalhar? Quem jamais vai à guerra à sua própria custa? Quem planta uma vinha e não come do seu fruto? Ou quem apascenta um rebanho e não se alimenta do leite do rebanho?(…) Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que servem ao altar, participam do altar? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho. Mas eu de nenhuma destas coisas tenho usado. Nem escrevo isto para que assim se faça comigo; porque melhor me fora morrer, do que alguém fazer vã esta minha glória. Pois, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, porque me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho! Se, pois, o faço de vontade própria, tenho recompensa; mas, se não é de vontade própria, estou apenas incumbido de uma mordomia. Logo, qual é a minha recompensa? É que, pregando o evangelho, eu o faça gratuitamente, para não usar em absoluto do meu direito no evangelho” (I Coríntios 9:4-7;13-18).
Sei perfeitamente que os pastores e bispos possuem famílias e filhos, mas, isso não justifica receberem altos salários e certas mordomias, como acontece bispos e pastores de muitas igrejas por aí. Talvez tenham sido influenciados pelos políticos do Brasil. Ora, “viver do evangelho”, como o texto diz, não é viver de dinheiro, não, pois o evangelho não é negócio que renda lucros materiais! Os pastores não devem se aproveitar da boa fé dos fiéis.
“Pois, nunca usamos de palavras lisonjeiras, como sabeis, nem agimos com intuitos gananciosos. Deus é testemunha, nem buscamos glória de homens, quer de vós, quer de outros, embora pudéssemos, como apóstolos de Cristo, ser-vos pesados.(…) Porque vos lembrais, irmãos, do nosso labor e fadiga; pois, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós, e vos pregamos o evangelho de Deus” (I Tess. 2:5-6,9).
“Porque vós mesmos sabeis como deveis imitar-nos, pois que não nos portamos desordenadamente entre vós, nem comemos de graça o pão de ninguém, antes com labor e fadiga trabalhávamos noite e dia para não sermos pesados a nenhum de vós. Não porque não tivéssemos direito, mas para vos dar nós mesmos exemplo, para nos imitardes” (II Tess. 7:9-8).
Paulo disse: “Sede meus imitadores, como o sou de Cristo”. Leia todo o capítulo 11 de II Coríntios, onde Paulo exorta sobre os falsos apóstolos, que se aproveitam dos crentes para tirar vantagem material.
A maioria das igrejas, atualmente, está seguindo no caminho errado e a vivência dos crentes da Nova Era está servindo de empecilho para a propagação do Evangelho no Brasil. O modelo de Cristianismo propagado pela Igreja Católica Romana não é visto com bons olhos pelo resto do mundo. Muitas igrejas estão mergulhadas nas coisas do mundo, e pode passar séculos e séculos, mas não vão conseguir levar o conhecimento do Evangelho a todas as nações do mundo, exceto se Deus intervir com sua mão poderosa.
Paulo afirmou que o Evangelho de Cristo havia atingido a todo o mundo daquela época. Mas, na verdade atingiu somente a Ásia Menor, parte da Europa e da África.
“Por causa da esperança que vos está reservada nos céus, da qual antes ouvistes pela palavra da verdade do evangelho, que já chegou a vós, como também está em todo o mundo, frutificando e crescendo, assim como entre vós desde o dia em que ouvistes e conhecestes a graça de Deus em verdade (…). Se é que permaneceis na fé, fundados e firmes, não vos deixando apartar da esperança do evangelho que ouvistes, e que foi pregado a toda criatura que há debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, fui constituído ministro” (Col. 1:5-6, 23).
“Mas pergunto: Porventura não ouviram? Sim, por certo: Por toda a terra saiu a voz deles, e as suas palavras até os confins do mundo” (Rom. 10:18).
Conforme já falei no início deste comentário, os ímpios ainda fazem gozação da condição de “crente” (protestante) dos legítimos filhos de Deus. Por quê? Porque “crente” é sinônimo de “santo”; porque ser crente é ser quadrado, é ser careta; porque o crente não pode praticar coisas pecaminosas (que os ímpios praticam) que desagradam a Deus; porque o crente deve demonstrar um viver de honestidade e santidade na presença dos homens. Mas, a condição de “crente”, atualmente, não é mais sinônimo de “santo”. A maioria dos crentes que freqüenta as igrejas atualmente está longe de ser santa. A Bíblia chama os verdadeiros filhos de Deus de “santo”. Jesus disse que muitos são chamados, mas poucos são escolhidos (Mat. 22:14); diz, ainda, que a porta que leva a salvação é estreita, mas poucos poderão passar por ela (Luc. 13:24). Jesus ainda citou a parábola do joio e do trigo (Mat. 13:24:30). Joio é o crente vestido com pele de ovelha, que está na Igreja, mas não é santo, não é convertido. Por exemplo, a maioria dos crentes das igrejas que adotaram a visão do G12 (onde afrouxaram os ensinamentos doutrinários, permitindo várias práticas pecaminosas do mundo) é joio. Da mesma forma, os crentes das igrejas que anularam o ensino da Palavra de Deus e adotaram as influências da Nova Era, tais como: moda, teologia da prosperidade, imitação das coisas que os ímpios fazem (shows, ritmos musicais, consumismo), também são joios. O joio é uma planta daninha parecida com o trigo. Logo, percebe-se que o “crente-joio” se parece com “crente-santo”, mas, no dia final Jesus separará o joio do trigo, e lançará o joio no fogo. O “crente-joio” é aquele que se parece metade como crente e metade como pessoa do mundo; é aquele que acha que se vestindo conforme a moda não é pecado; é aquele que diz que o coração é o que importa para Deus, e que o modo de nos vestirmos e fazer o que quisermos com o nosso corpo não se constitui pecado. Mas, no dia final Jesus dirá aos tais: “Nunca vos conheci” (Mat. 7:23). Se você acha que estou sendo muito radical, julgando as pessoas que não conheço com meu modo de pensar, isto significa que o que falei aqui tocou na sua ferida. A Bíblia diz: “Não vos conformei com este mundo” (Rom. 12:2; I Ped. 1:14). Se alguém acha ruim ser crente radical é porque está se conformando com as coisas do mundo. Agora veja algumas referências sobre o que é, realmente, a Igreja de Cristo:
“Porque tu és povo santo ao Senhor teu Deus; o Senhor teu Deus te escolheu, a fim de lhe seres o seu próprio povo, acima de todos os povos que há sobre a terra” (Deut. 7:6). (Aqui Deus fala que o seu povo, os judeus, deve ser um povo santo).
“O Senhor te confirmará para si por povo santo, como te jurou, se guardares os mandamentos do Senhor teu Deus e andares nos seus caminhos” (Deut. 28:9). (Aqui, Deus não estava falando com os levitas; era com todo o Israel).
“Grande será o seu poder, mas não de si mesmo; e destruirá terrivelmente, e prosperará, e fará o que lhe aprouver; e destruirá os poderosos e o povo santo” (Daniel 8:24). (Aqui, ‘povo santo’ refere-se tanto aos judeus como à Igreja formada pelos cristãos).
“E sereis para mim santos; porque eu, o Senhor, sou santo, e vos separei dos povos, para serdes meus” (Lev. 20:26).
“E quando tiverem acabado de despedaçar o poder do povo santo, cumprir-se-ão todas estas coisas” (Daniel 12:7b). (Neste caso, o ‘povo santo’ refere-se à Igreja de Cristo, formada pelos verdadeiros crentes, que sofrerá grande perseguição nos últimos dias).
“Porquanto está escrito: Sereis santos, porque eu sou santo” (I Pedro 1:16).
“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (I Pedro 2:9). (Aqui, Pedro está se referindo exclusivamente à Igreja, ou aos crentes verdadeiros).
“Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é, o veremos. E todo o que nele tem esta esperança, purifica-se a si mesmo, assim como ele é puro” (I João 3:2-3).
“E da mão do anjo subiu diante de Deus a fumaça do incenso com as orações dos santos” (Apoc. 8:4).
“Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a perseverança e a fé dos santos” (Apoc. 13:10). (Os santos a que João se refere aqui não são os crentes desviados que ficarão na grande tribulação; João está se referindo às perseguições que os crentes de hoje irão sofrer nas mãos do governo anticristão antes do arrebatamento. Após o arrebatamento, os “crentes-joios” que ficarem jamais serão chamados de “santos”, mas, sim, mártires – Apoc 20:4).
“Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação” (Apoc. 13:7). (Se estes santos, aqui, são somente os judeus, o que a Igreja é, então? Se a Bíblia está dizendo aqui que os judeus são santos, por que a maioria dos crentes julga mal os judeus? Então, está mais do que claro que os “santos”, referido neste versículo, são os crentes fiéis que sofrerão perseguição. Os crentes de hoje não são mais merecedores do que os crentes da Igreja Primitiva, que sofreram martírio e perseguições – Atos 8:1).
“Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apoc. 14:12).
“E eles (os santos) o venceram (o Diabo) pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até a morte” (Apoc. 12:11). (O capítulo 12 de Apocalipse fala do arrebatamento dos salvos – que é representado pelo filho da mulher –, e da derrota de Satanás pelos crentes e sua expulsão das regiões celestiais por Miguel e seus anjos).
O crente genuíno em Cristo Jesus (aquele que é verdadeiramente santo, no sentido mais puro da palavra) deve pautar sua conduta de acordo com a exortação de Paulo aos Colossenses:
“Se, pois, fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; porque morrestes, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória. Exterminai, pois, as vossas inclinações carnais; a prostituição, a impureza, a paixão, a vil concupiscência, e a avareza, que é idolatria; pelas quais coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência” (Col. 3:1-6). (Os crentes da Nova Era e da teologia da prosperidade não estão nada pensando nas coisas do Céu, mas, sim nas que são da Terra: muito dinheiro, carros, mansões, etc).
Martinho Lutero, no século XIV, teve que reformar a Igreja, para que realmente os crentes pudessem viver o verdadeiro Cristianismo, buscar a salvação e pregar o evangelho da maneira que Cristo ensinou. Mas a maioria das igrejas atuais já desvirtuou novamente o evangelho de Cristo, e a coisa está bem pior, agora. Quanto mais o tempo passa e mais o homem adquire conhecimento científico, mais ele se afasta do Criador e tende sempre a viver alienado de Deus. E a mesma coisa acontece com o povo de Deus, ou seja, com os crentes. Veja o que diz a palavra de Deus:
“Assim diz o Senhor: Põe-te no átrio da casa do Senhor e dize a todas as cidades de Judá que vêm adorar na casa do Senhor, todas as palavras que te mando que lhes fales; não omitas uma só palavra. Bem pode ser que ouçam, e se convertam cada um do seu mau caminho, para que eu desista do mal que intento fazer-lhes por causa da maldade das suas ações. Dize-lhes, pois: Assim diz o Senhor: Se não me derdes ouvidos para andardes na minha lei, que pus diante de vós, e para ouvirdes as palavras dos meus servos, os profetas, que eu com insistência vos envio, mas não ouvistes; então farei que esta casa seja como Siló, e farei desta cidade uma maldição para todas as nações da terra” (Jeremias 26:2-6).
“… e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (II Crônicas 7:14).
“Na verdade a terra está contaminada debaixo dos seus habitantes; porquanto transgridem as leis, mudam os estatutos, e quebram o pacto eterno. Por isso a maldição devora a terra, e os que habitam nela sofrem por serem culpados” (Isaías 24:5-6).
“Mas o Espírito expressamente diz que em tempos posteriores alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras e têm a sua própria consciência cauterizada” (I Timóteo 4:1-2).
“Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos, e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas” (II Tim. 4:3-4). O “crente-joio” não suporta a sã doutrina, porque ele acha muito pesada e antiquada.
Algumas igrejas, atualmente, estão completamente corrompidas. Das sete igrejas do Apocalipse, apenas duas não receberam nenhuma repreensão. Eis o que o Espírito diz às igrejas:
“Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro, se não te arrependeres” (Apoc. 2:4-5).
Se os líderes de algumas igrejas acham pesadas as minhas críticas, quero lembrá-los que não possuem moral suficiente para alegarem que são “santos”. Esses mesmos líderes que atualmente afrouxaram a doutrina cristã, tornando-se mais liberais, mais flexíveis, menos rigorosos com o ensino da sã doutrina, outrora pregavam e ensinavam que certas coisas eram pecado, e agora os crentes da “Nova Era” praticam essas mesmas coisas e dizem que não é pecado. Por exemplo, ensinavam que era pecado a mulher cortar ou pintar os cabelos e vestir calça comprida, os rapazes jogar bola, jogar qualquer tipo de jogo de azar, tocar ritmos do mundo na igreja, como forró e rock, dançar, etc. Então, que moral eles tem para afirmar que são santos? Que inspiração tinham esses líderes religiosos na década de 80 do século passado, que entendiam pelo Espírito Santo que algo era pecado e que agora não é mais pecado?
É assim que segue a humanidade… O homem ficou muito sábio e acha que não precisa mais de Deus. Quanto mais o tempo passa, mais alienado de Deus torna-se o homem. Da mesma forma acontece com os crentes: quanto mais a mídia incute os conceitos da Nova Era, mais eles mergulham nas profundezas de Satã.
“Digo-vos, porém, a vós os demais que estão em Tiatira, a todos quantos não têm esta doutrina, e não conhecem as chamadas profundezas de Satanás, que outra carga vos não porei” (Apoc. 2:24).
“Sei onde habitas, que é onde está o trono de Satanás; mas reténs o meu nome e não negaste a minha fé” (Apoc. 2:13a). (O trono de Satanás é este mundo com todas as suas concupiscências).
A religião que mais tem crescido no mundo é o Islamismo. O Cristianismo está em crise, mas, se caso aconteça o que está escrito em II Crônicas 7:14, a pregação do evangelho a todas as nações se cumprirá logo. Porém, o certo é que esta profecia só se cumprirá plenamente no período da grande tribulação (Apoc. 14:6), após o arrebatamento e, também, durante o reino milenar de Cristo na Terra.
Muitos pregadores e escritores, mal-informados, afirmam que o Evangelho já foi pregado em todos os países ou nações da Terra. Mas isso é uma afirmação falsa. O próprio o apóstolo Paulo afirmou que o Evangelho já havia sido pregado em todas as partes do mundo na sua época (Col. 1:5-6,23). E por que Jesus não voltou ainda? Será que é porque Deus está sendo longânime, conforme afirmou o apóstolo Pedro?
Ouvir falar de Jesus, ouvir falar de alguém não é a mesma coisa que conhecer essa pessoa. Ser evangelizado por uma pessoa é muito diferente de somente ouvir falar de Jesus por aí.
O país mais fechado para o Evangelho ou cristianismo e outras religiões é a Coréia do Norte. Existem mais de 100 mil cristãos presos na Coréia do Norte; uns são condenados à prisão perpétua e outros trabalham em campos de trabalho forçado.
Em outros países a situação é quase idêntica. È dificílimo para missionários ou pregadores entrar nos países comunistas ou de predominância árabe e muçulmana, mesmo que seja somente para distribuir Bíblias, tais como: China, Índia, Líbia, Argélia, Arábia Saudita, Cuba, Irã, Síria, Tailândia, Sudão, Bangladesh, etc.
No Sudão, país de maior área territorial na África, com 36 milhões de habitantes, 70% da população é muçulmana e o país vive em guerra civil desde 1983. Está ocorrendo genocídio no Sudão, fome sem fim, crimes de guerra e contra a humanidade. Os muçulmanos da parte Norte vivem sufocando os cristãos da parte Sul, através de guerras constantes. Qual é o missionário que se atreve pregar o Evangelho no Sudão?
Bangladesh é outro país que precisa de maior atenção dos cristãos. Sua área territorial é do tamanho do Estado do Ceará e sua população é de cerca de 134 milhões de habitantes; é o país do mundo com maior densidade demográfica, com aproximadamente 926 pessoas por Km². Ultimamente este país foi arrasado por um ciclone, que devastou muitas cidades costeiras, plantações, que resultou na morte de milhares de pessoas. Por certo a Igreja dos Mórmons deve estar lá, prestando ação humanitária. E as outras igrejas daqui do Brasil, será que estão pelo menos prestando ação humanitária? Se fizesse isso, daria para mandar algumas caixas cheias de Bíblia para distribuir ao povo de Bangladesh. Não adianta mandar missionários somente para os países de fala portuguesa, como Angola e Moçambique. O tempo está se esgotando e algumas igrejas no Brasil estão simplesmente brincado de ser crente; jamais conseguirão pregar o Evangelho a todas as nações da Terra se as igrejas continuarem do jeito que estão.
Tem outros mal-informados que acham que o Evangelho será levado a todo o mundo através da Internet. A Bíblia está na Internet, mas as pessoas que navegam através da rede de computadores não estão interessadas em ler a Bíblia. Existem inúmeras coisas para se fazer e ver na Internet, menos a de ler a Bíblia. Além do mais, na China e na Índia existem “bilhões” de pessoas pobres que nunca terão acesso à Internet, bem como no Brasil.
No Brasil há um grande crescimento de Evangélicos, mas esse crescimento é quantitativo e não qualitativo. Muitos procuram as igrejas somente por simpatia, ou para resolver os seus problemas financeiros e de saúde. Muitos ouvem músicas evangélicas e adotam o Cristianismo apenas como filosofia de vida. Há uma grande proliferação de seitas evangélicas recém-criadas. Quanto mais as igrejas se dividem, mais confunde a mente das pessoas, pois elas pensam que esses novos pastores fundam novas seitas apenas com a intenção de obter dinheiro fácil, através dos dízimos e das ofertas. Se as igrejas se dividirem ainda mais, a sua força se enfraquecerá e o inimigo dominará. Há, também uma grande proliferação de cantores e grupos de música gospel “mundana”. Digo “mundana” porque eles são imitadores das coisas do mundo. A maioria dos grandes cantores evangélicos usa a música gospel apenas para tirarem proveito financeiro. Os shows que fazem são imitação dos shows de cantores mundanos. Se um cantor de música gospel não lançar um novo CD de música no próximo ano ele irá à falência.
O cantor evangélico deve ser um missionário a serviço de sua igreja local; e a igreja a qual ele pertence é quem tem que pagar os seus salários para que ele trabalhe como um evangelizador através da música. Se não quiser, deve procurar outra forma de ganhar a vida. O salmista Davi foi o maior compositor sacro que já existiu, mas sabemos que ele jamais ganhou dinheiro às custas das composições que fazia. Os cantores de hoje fazem questão de cobrar direitos autorais até mesmo por causa de uma música merreca, mal-feita e sem inspiração.
As estatísticas dizem que os evangélicos são os que mais crescem no Brasil. Porém, quanto mais crescem e quanto mais oram, mais assombração aparece. Nestes últimos anos, no Brasil, tem aumentado a criminalidade nas grandes cidades, tem aumentado a violência, tem aumentado a corrupção, tem aumentado o ateísmo, tem aumentado o grupo dos homossexuais, tem aumentado a decadência moral da família, a maioria das igrejas estão introduzindo coisas mundanas nas igrejas de forma sorrateira, redes de televisão evangélicas tem se corrompido com as coisas deste mundo, ou seja, estão adotando a marca da besta, e por aí vai.
Se o povo que se diz convertido fosse fiel e temente a Deus, a situação do nosso país estaria bem melhor. Leia II Crônicas 7:14. Mesmo, assim, ainda tem uns teimosos que dizem que a situação do Brasil está assim porque a Igreja está tomando terreno e o inimigo está contra-atacando. Que absurdo! Quando o povo é convertido realmente as coisas tendem a melhorar e não a piorar.
“…e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (II Cron. 7:14).
“Ouvi outra voz do céu dizer: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas” (Apoc. 18:4).
A grande Babilônia do Apocalipse representa o mundo atual e todas as suas concupiscências, tal como a moda e a vida voltada apenas para o desfrute do tempo presente.
Na verdade, o Evangelho do reino só será pregado a todas as raças, nações e línguas durante a grande tribulação, após o arrebatamento, e durante o reino milenar de Cristo. Os anjos no Céu imploram para que eles possam vir aqui na Terra pregar o Evangelho, mas Jesus não permite, porque essa missão foi dada à sua Igreja. Mas, será que a sua Igreja está cumprindo essa missão fielmente? Não está. E Deus cobrará muito caro de nós. Por essa razão a Igreja ainda vai sofrer muitos males até que ocorra o arrebatamento.
“E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um Evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo” (Apocalipse 14:6).
“Aos quais foi revelado que não para si mesmos, mas para vós, eles ministravam estas coisas que agora vos foram anunciadas por aqueles que, pelo Espírito Santo enviado do céu, vos pregaram o evangelho; para as quais coisas os anjos bem desejam atentar” (I Pedro 1:12).
2) O FLORESCIMENTO DA FIGUEIRA (A FIGUEIRA SIMBOLIZA A NAÇÃO DE ISRAEL OU POVO JUDEU). Mateus 24:32-33.
“Aprendei, pois, da figueira a sua parábola: Quando já o seu ramo se torna tenro e brota folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, mesmo às portas”.
“Pode uma mulher esquecer-se de seu filho de peito, de maneira que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, não me esquecerei de ti” (Isaías 49:15).
Quando Jesus retornar a esta Terra a segunda vez, ele virá como o verdadeiro Rei dos Judeus, o Messias prometido, aguardado durante séculos.
Li um relato que me fez chorar, no livro “Israel, Gogue e o Anticristo”, do escritor Abraão de Almeida, sobre o retorno dos judeus que viviam no Iêmem do Sul, quando foi criado o Estado de Israel em 1948. Como os aviões não podiam pousar próximo às comunidades onde se encontravam os judeus, eles tiveram que caminhar vários quilômetros até o local dos aviões. Receberam a notícia de que retornariam à sua terra natal como se fora, realmente, o cumprimento das antigas promessas de Jeová, seu Deus. Quando foram convidados a entrar nas aeronaves, muitos se recusaram (principalmente os velhos), pois, achavam estranhas as aeronaves. Mas, com insistência dos soldados, os judeus entraram nas aeronaves. Ao pousar os aviões em Israel, os velhos desciam e beijavam o chão, a terra sagrada para eles. Conta-nos o relato, que, após beijar o chão, alguns velhinhos perguntaram: “Onde está o Messias?”. Quando li esta parte, chorei.
Porém, quando Jesus, retornar segunda vez a esta Terra, os judeus o reconhecerão como seu verdadeiro Messias, e neste dia haverá pranto como nunca houve em Israel. Primeiramente prantearão por não terem reconhecido o Messias quando veio a primeira vez; depois, prantearão por verem cumpridas as promessas de Deus para com eles. Veja o texto mais revelador sobre este fato:
“Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o espírito de graça e de súplicas; e olharão para aquele (Jesus) a quem traspassaram, e o prantearão como quem pranteia por seu filho único; e chorarão amargamente por ele, como se chora pelo primogênito. Naquele dia será grande o pranto em Jerusalém, como o pranto de Hadade-Rimom no vale de Megidom” (Zacarias 12:10-11).
3) O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO SANTO NOS ÚLTIMOS DIAS. Joel 2:38-32.
“Acontecerá, depois, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos anciãos terão sonhos, os vossos mancebos terão visões; e também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei o meu Espírito. E mostrarei prodígios no céu e na terra, sangue e fogo, e colunas de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor. E há de ser que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo; pois no monte Sião e em Jerusalém estarão os que escaparem, como disse o Senhor, e entre os sobreviventes aqueles que o Senhor chamar”.
No dia de Pentecostes o apóstolo Pedro leu esta profecia de Joel aos que estavam no Templo em Jerusalém, porém essa profecia não se cumpriu naquele dia. Os fenômenos espirituais e físicos dessa profecia de Joel não foram totalmente observados no dia de Pentecostes.
Muitos crentes acham que nos últimos anos tem havido um grande derramamento do Espírito Santo na Terra. É pura enganação. O que está acontecendo nas igrejas hoje não chega nem perto do que está escrito na profecia de Joel. O Espírito Santo habita aonde existe santidade. O que existe hoje nas igrejas é puro fogo de palha, esquentado principalmente pelas músicas em ritmo de forró gospel, rock, funk gospel, etc. Os verdadeiros cantores da música evangélica estão sendo esquecidos. Até mesmo os hinos dos antigos hinários são tachados de “coisas de museu”. Alguns cantores de música gospel mundana, principalmente os forrozeiros, chegam a denominar o ritmo forró de “ritmo de fogo”. A igreja fiel e verdadeira de Cristo nunca precisou desses ritmos diabólicos para ser cheia do Espírito Santo e ganhar almas. O que está acontecendo nas igrejas é o pecado de Acã (Josué 7:1). Muitas pessoas querem servir a Deus, mas não querem abandonar as coisas do mundo. Querem entrar na igreja trazendo consigo as coisas do mundo. Pegam a “capa babilônica” e querem santificar para Deus. A Bíblia ensina que “quem está em Cristo é uma nova criatura, as coisas velhas já passaram e tudo se fez novo”. O verdadeiro “culto racional” a Deus está sendo deturpado por essa onda de adoracionismo irracional (Rom.12:1). Sobre o falar em línguas estranhas na igreja, leia a instrução do apóstolo Paulo em I Coríntios 14:19 e 14:27-28. Há alguém que interprete línguas estranhas na sua igreja? Responda com honestidade, e não com hipocrisia.
Em relação aos ritmos musicais, cada ritmo teve um propósito ao ser criado. E o ritmo de forró é um ritmo sensual, e quando a música começa a tocar as pessoas começam a se agitar, não por influência do Espírito Santo, mas por influência do próprio ritmo. E para completar a agitação, ainda fica o pregador incitando as pessoas a dançarem e pularem, como se isso fosse coisa agradável aos olhos de Deus. Quando mais o pregador grita e pula no púlpito, mais histérico fico o povão mentecapto. Devemos louvar a Deus com entendimento, e não como malucos, sem reverência na Casa de Deus. O que significa “culto racional” que Paulo falou em Romanos 12:1? O verdadeiro culto a Deus deve ser ritualístico. A Igreja Católica ainda conserva a ritualística do verdadeiro culto a Deus, mas os crentes ignorantes agem logo com frieza quando alguém fala que existe algo correto na Igreja Católica, pois preferem a bagunça que fazem nas igrejas por aí, sem ter nenhuma reverência na Casa de Deus. Falo isso para provocar ciúmes, mesmo, ou, então, para provocar ira.
Se alguém quer cantar ou ouvir forró, que ouça na sua própria casa. A Casa de Deus é um lugar de reverência e santidade.
Até a dança tem sido introduzida sorrateiramente na Igreja. Mirian e Davi dançaram, mas não foi dentro da Casa de Deus. Antigamente ensinava-se nas igrejas que o ato de dançar era pecado, era coisa da carne, era concupiscência do mundo. Agora, o ato de dançar já não é considerado pecado. Até o ritmo do boi-bumbá de Parintins já estão admitindo em algumas igrejas. Daqui a alguns anos os crentes da Nova Era vão criar desfile de escola de samba gospel e concursos de forró nas igrejas. Isso é o verdadeiro cumprimento profético da corrupção da igreja.
E outro absurdo ainda maior é o caso das mulheres que vestem trajes masculinos dentro do Templo e ainda sobem no púlpito para pregar a Palavra. Na Lei de Deus está ordenando que o homem não use roupa de mulher e nem a mulher use roupa de homem (Deut. 22:5). Quem desobedece estes mandamentos está sendo rebelde tal como Satanás o é, pois a moda nada mais é do que um atentado contra os bons costumes. A moda é um descontentamento com aquilo que foi estabelecido por Deus.
Digo uma coisa verdadeira a você: as figuras das coisas que Jesus expulsou do Templo do Senhor em Jerusalém ainda permanecem dentro dos Templos de hoje. Se Cristo viesse fazer uma inspeção hoje nas igrejas, botaria um monte de gente para fora com todas as suas mercadorias e trapos de imundície do mundo.
Hoje existe uma mesquinhez de operações de milagres nas igrejas. Onde já se viu Deus ficar se preocupando em curar caroços e dores de cabeça! O Senhor Jesus não se ocupava em ficar fazendo “milagrinhos”. Exceto a cura da sogra de Pedro de uma febre (Mat. 8:14), Jesus sempre realizou milagres de curas de doenças que são impossíveis ao homem realizar a cura. Um caroço se cura fazendo-se uma pequena cirurgia; uma dor de cabeça se cura tomando-se um analgésico; para isso existem os médicos. As pessoas que dizem que são curadas de dores no culto, no outro culto muitas voltam com o mesmo problema. Também não há quem interprete línguas estranhas nas igrejas. Há poucas profecias. O povo só quer saber de dançar forró e falar em línguas estranhas. Sabe-se lá se muitos não estão só imitando o falar em línguas estranhas, como tenho visto por experiência própria.
Mais importante do que falar em línguas estranhas é viver o verdadeiro Evangelho, praticando o amor ao próximo e tendo um viver santo e irrepreensível diante dos homens. Enquanto os crentes ficam em “transe”, dançando forró, se esquecem dos “pequeninos” de Deus, que estão excluídos, vivendo à margem da sociedade. Leia Mateus capítulo 24.
É melhor a igreja com poucos justos, que a casa repleta de pecadores. Melhor é a igreja com poucos fiéis, santos e convertidos, que a igreja lotada de crentes mundanos e mal-convertidos.
4) A falta de fé, na Terra, e a falta de amor. Lucas 18:7-8; Mateus 24:12.
“E não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que dia e noite clamam a ele, já que é longânimo para com eles? Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Contudo quando vier o Filho do homem, porventura achará fé na Terra?”
“… e, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará”.
A fé é a coisa mais rara no mundo de hoje. Jesus disse que se tivéssemos fé do tamanho de um grão (semente) de mostarda poderíamos fazer grandes proezas (Mateus 17:20). Imagine uma semente de noz e um grão de arroz. A semente de noz representa 100% da fé; a semente de arroz ou da mostarda representa apenas 5% da fé. Isso quer dizer que a fé dos crentes de hoje oscila na casa de 1%. E muitos têm apenas 0,1 % de fé, e outros, apenas 0,5 % de fé. E ainda outros, que dizem ter alguma fé, sua fé não passa de 0,001% ou nenhuma fé.
Quanto mais o tempo passa, quanto mais aumenta a proliferação de seitas evangélicas com fins ignotos, quanto mais aumenta a tecnologia, quanto mais o povo de Deus mergulha nas coisas do mundo, na moda, etc, mais a fé vai diminuindo e desaparecendo da face da Terra.
A falta de amor ao próximo está crescendo a cada dia que passa. O egoísmo tem tomado conta das pessoas, que já não se importam com o seu semelhante necessitado. Nesse sistema capitalista selvagem, os ricos estão se tornando mais ricos e os pobres mais pobres. As igrejas do movimento “neopentecostal” (o da teologia da prosperidade), ao invés de estarem se preocupando com os “pequeninos” de Deus, estão ensinando as pessoas a se tornarem ricas. Jesus ordenou pregar o Evangelho para os pobres, não para os ricos. Os ricos já receberam o seu galardão. Jesus disse que é mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha, que um rico se salvar. Se para quem não é rico já é difícil entrar no caminho da salvação ou passar pela porta estreita (que é a renúncia das coisas deste mundo), imagina para os ricos!
“E outra vez vos digo que é mais fácil um camelo passar pelo fundo duma agulha, do que entrar um rico no reino de Deus” (Mat. 19:24).
“Mas, ai de vós que sois ricos! porque já recebestes a vossa consolação” (Luc. 6:24).
Medite no que vou dizer. Se os tempos determinados por Deus, para se cumprir os governos humanos sobre a Terra, fosse um pouco mais longo, nenhuma alma seria salva. Ocorreria o mesmo fato que aconteceu com o povo das cidades de Sodoma e Gomorra, quando Abraão intercedeu diante de Deus pelas almas dos justos que, porventura, se encontrassem naquelas cidades. Mas Deus mostrou a Abraão que lá não havia nem mesmo dez justos. Somente Ló e suas duas filhas se salvaram. Veja como nos adverte a Palavra de Deus:
“E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos, serão abreviados aqueles dias” (Mateus 24:22).
“Se o Senhor não abreviasse aqueles dias, ninguém se salvaria, mas ele, por causa dos eleitos que escolheu, abreviou aqueles dias” (Marcos 13:20).
5) O retorno de “todo” o povo judeu à sua terra natal.
As profecias a esse respeito são muito difíceis de vermos cumpridas tão cedo, embora para Deus nada é impossível.
“Naquele dia a raiz de Jessé será posta por estandarte dos povos, à qual recorrerão as nações; gloriosas lhe serão as suas moradas. Naquele dia o Senhor tornará a estender a sua mão para adquirir outra vez e resto do seu povo, que for deixado, da Assíria, do Egito, de Patros, da Etiópia, de Elão, de Sinar, de Hamate, e das ilhas de mar (das Américas). Levantará um pendão entre as nações e ajuntará os desterrados de Israel, e es dispersos de Judá congregará desde os quatro confins da terra” (Isaías 11:10-12).
O certo é que a maioria dessas profecias se cumprirá durante o reino milenar de Cristo nesta Terra. Hoje, sabemos que há mais judeus residindo nos Estados Unidos da América que em Israel. São mais de 5 milhões de judeus com residência fixa nos Estados Unidos.
São muitas as profecias bíblicas a esse respeito. Vejamos algumas.
“Certamente te ajuntarei todo, ó Jacó; certamente congregarei o restante de Israel; pô-los-ei todos juntos, como ovelhas no curral, como rebanho no meio do seu pasto; farão estrondo por causa da multidão dos homens” (Miquéias 2:12).
“Assim diz o Senhor dos exércitos: Eis que salvarei o meu povo, tirando-o da terra do oriente e da terra do ocidente; e os trarei, e eles habitarão no meio de Jerusalém; eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus em verdade e em justiça” (Zac. 8:7-8).
“Pois eu os farei voltar da terra do Egito, e os congregarei da Assíria; e os trarei à terra de Gileade e do Líbano; e não se achará lugar bastante para eles” (Zac. 10:10).
“Eis que os trarei da terra do norte e os congregarei das extremidades da terra; e com eles os cegos e aleijados, as mulheres grávidas e as de parto juntamente; em grande companhia voltarão para cá” (Jeremias 31:8).
“Eis que eu os congregarei de todos os países para onde os tenho lançado na minha ira, e no meu furor e na minha grande indignação; e os tornarei a trazer a este lugar, e farei que habitem nele seguramente” (Jer. 32:37).
“E vos tirarei dentre os povos, e vos congregarei dos países nos quais fostes espalhados, com mão forte, e com braço estendido, e com indignação derramada” (Ezeq. 20:34).
“Sim, tirá-las-ei para fora dos povos, e as congregarei dos países, e as introduzirei na sua terra, e as apascentarei sobre os montes de Israel, junto às correntes d’água, e em todos os lugares habitados da terra” (Ezeq. 34:13).
“Não temas, pois, porque eu sou contigo; trarei a tua descendência desde o Oriente, e te ajuntarei desde o Ocidente” (Isaías 43:5).
Os judeus têm sofrido todas as maldições, proferidas na Lei de Deus dada por Moisés, por terem quebrado o pacto (Deut. 28:15-68). Esse sofrimento durará até o tempo determinado pela misericórdia de Deus, quando então se lembrará de Jacó e o perdoará. Somente a terça parte dos judeus escapará das aflições. Eis a profecia:
“Em toda a terra, diz o Senhor, as duas partes dela serão exterminadas, e expirarão; mas a terceira parte restará nela. E farei passar esta terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro. Ela invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: É meu povo; e ela dirá: O Senhor é meu Deus” (Zacarias 13:8-9).
Deus jamais esquecerá do seu povo escolhido, apesar de todo a sua rebeldia.
“Pode uma mulher esquecer-se de seu filho de peito, de maneira que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, não me esquecerei de ti” (Isaías 49:15).
“Ora, quanto à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, rogamos-vos, irmãos, que não vos movais facilmente do vosso modo de pensar, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola como enviada de nós, como se o dia do Senhor estivesse já perto. Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus. Não vos lembrais de que eu vos dizia estas coisas quando ainda estava convosco? E agora vós sabeis o que o detém para que a seu próprio tempo seja revelado. Pois o mistério da iniqüidade já opera; somente há um que agora o detém até que seja posto fora; e então será revelado esse iníquo, a quem o Senhor Jesus matará como o sopro de sua boca e destruirá com a manifestação da sua vinda; a esse iníquo cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás com todo o poder e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para serem salvos. E por isso Deus lhes envia a operação do erro, para que creiam na mentira; para que sejam julgados todos os que não creram na verdade, antes tiveram prazer na injustiça”.
Quero deixar bem claro que o “homem do pecado” ou o “filho da perdição” ao qual Paulo se referiu em II Tess. 2:3-9 não tem nada a ver com as duas bestas do capítulo 13 de Apocalipse. Como já disse anteriormente, “besta” significa governos humanos, e nunca uma pessoa física.
Esse “homem do pecado” pode ser uma pessoa física, um ditador ateu, ou um implacável perseguidor dos religiosos. Mas a expressão “homem do pecado” também pode estar se referindo à condição dos homens nos últimos dias. Se, porém, se refere a uma pessoa física, os que se enquadram nesse perfil são: o imperador Nero César, o ditador Adolf Hitler e alguns ex-presidentes de países comunistas. Tenha em mente que, se esse tal “iníquo” for uma pessoa física, ele deverá aparecer antes do arrebatamento. E no momento atual, quem você acha que pode ser o tal? O presidente George Bush? Osama ben Laden? O Papa? Não. Nem se pode cogitar que seja o Papa. Volto a reafirmar que não está descartada a hipótese desse “homem do pecado” ou “filho da perdição”, que Paulo se refere, não ser uma pessoa física, mas, sim, a “condição” do homem dos últimos dias, isto é, condição carnal, pecaminosa, ateísta, voltada unicamente para os deleites e prazeres deste mundo. No entanto, a profecia do livro de Daniel, relativa ao tempo do fim, revela que “levantar-se-á um rei, feroz de semblante e que entende enigmas”. Esse homem poderoso só aparecerá após o término dos governos dos quatro sub-reinos que derivaram do antigo Império Grego, sendo um deles, o Império Romano; também diz o texto que esse rei iníquo surgirá depois que terminado o tempo dos gentios. O tempo dos gentios começou no ano 70 d.C., quando o exército romano profanou o tempo do Senhor e interrompeu o sacrifício contínuo que era oferecido no Templo.
“Mas, no fim do reinado deles, quando os transgressores tiverem chegado ao cúmulo, levantar-se-á um rei, feroz de semblante e que entende enigmas. Grande será o seu poder, mas não de si mesmo; e destruirá terrivelmente, e prosperará, e fará o que lhe aprouver; e destruirá os poderosos e o povo santo. Pela sua sutileza fará prosperar o engano na sua mão; no seu coração se engrandecerá, e destruirá a muitos que vivem em segurança; e se levantará contra o príncipe dos príncipes (SE LEVANTARÁ CONTRA JESUS); mas será quebrado sem intervir mão de homem” (Dan. 8:23-25).
Antes de ocorrer o arrebatamento a Igreja será perseguida e muitos crentes padecerão nas mãos dos ímpios. Os crentes de hoje não são melhores que os cristãos da Igreja Primitiva, que sofreram a perseguição romana e milhares foram mortos nas arenas, lançados aos leões.
“Muitos se purificarão, e se embranquecerão, e serão acrisolados; mas os ímpios procederão impiamente; e nenhum deles entenderá; mas os sábios entenderão. E desde o tempo em que o holocausto contínuo for tirado, e estabelecida a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias. Bem-aventurado é o que espera e chega aos mil trezentos e trinta e cinco dias” (Daniel 12:10-12).
Esta profecia tem duplo significado. O primeiro refere-se à destruição do templo de Jerusalém no ano 70 d.C., onde marcou o encerramento das oferendas de sacrifícios contínuos no templo, e o altar foi profanado (estabelecida a abominação desoladora).
Ser acrisolado significa passar por sofrimento, perseguições e provações (Zacarias 13:9).
Quanto ao segundo significado, o “holocausto contínuo” significa o “período da dispensação da graça”
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Abrindo um parêntese, consideremos o seguinte.
Quando a profecia diz que “bem-aventurado é o que espera e chega a 1335 dias”, está afirmando que “felizes serão aqueles crentes deixados para trás que agüentarem as perseguições do anticristo até 1335 dias após o arrebatamento”, pois na segunda metade dos sete anos da grande tribulação as perseguições do governo da Besta serão bem menores. E esses crentes que conseguirem atravessar os sete anos de tribulação se regozijarão ao ver Jesus retornar visivelmente, para reinar neste mundo durante mil anos.
Às vezes, um dia profético pode ter significado de um ano. O número 1335, citado acima, é muito próximo de 1332. A soma do quadrado de 36 (6×6), que é dada pela expressão (36×36+36)/2 dá o valor de 666. Explicando melhor, 1332 dividido por 2 dá 666. Percebe-se que o número 1335 dado em Daniel 12:12 pode estar relacionado ao número do governo humano na Terra, o número da besta, 666. Quando o texto de Daniel diz que “bem-aventurado é o que espera e chega a 1335 dias”, quer dizer que felizes são os crentes da tribulação, após o arrebatamento, que suportarem o anticristo até o cumprimento exato do 666 + 3 anos e meio.
Existe, ainda, uma outra contagem de tempo significativa, mas não é durante a grande tribulação. Essa contagem de tempo começa após a destruição de Jerusalém e do Templo do Senhor no ano 70 d.C. E esse tempo durará até que se completem os tempos dos gentios. Quanto tempo foi dado para que os gentios persigam os judeus e profanem o templo e a cidade santa (Jerusalém)? Seria 42×42= 1764 anos? Lembre-se do que ocorreu na cidade de Jericó: 6 dias, 6 voltas (6×6=36); 7º dia, 7 voltas ou 7 cornetas (7×7=49). Temos 36×49= 1764 anos? Somando 1764 + 70 = 1834?
“E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos destes se completem” (Lucas 21:24).
Deus também estabeleceu um tempo determinado para o limite da iniqüidade dos amorreus e cananeus. Quando o tempo acabou, Deus ordenou o massacre dos habitantes da terra de Canaã, porque não se converteram do caminho da idolatria e de toda sorte de pecados. Deus ordenou a matança de todos os habitantes de Canaã, a começar a com a destruição da cidade de Jericó.
“Então disse o Senhor a Abrão: Sabe com certeza que a tua descendência será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos. (…) Na quarta geração, porém, voltarão para cá (terra de Canaã); porque a medida da iniqüidade dos amorreus não está ainda cheia” (Gênesis 15:13,16).
No tempo de Abraão uma geração era de 100 anos. Depois esse número caiu para 70 anos.
“Então disse o Senhor: O meu Espírito não permanecerá para sempre no homem, porquanto ele é carne, mas os seus dias serão cento e vinte anos” (Gen. 6:3).
“Dizendo-lhes: Cento e vinte anos tenho eu hoje. Já não posso mais sair e entrar; e o Senhor me disse: Não passarás este Jordão” (Deut. 31:2).
Os israelitas tiveram que passar 40 anos no deserto após a saída do cativeiro no Egito, para que se completasse o tempo dado aos amorreus. Portanto, 400 + 40 = 440 anos. Ou seja, são aproximadamente 6 períodos de 70 anos ou 6 gerações.
Em relação à duração do tempo que os gentios pisariam Jerusalém, conforme Lucas 21:24, muitos eruditos calculam esse tempo contando-se a partir do ano da invasão de Jerusalém e destruição do templo pelo exército romano, comandado pelo General Tito, no ano 70 E.C., e que vai até o ano de 1967, ano em que os judeus tomaram posse definitiva da cidade de Jerusalém, na Guerra dos Seis Dias. Então esse tempo seria de 1897 anos? Que importância tem esse número? Outros eruditos contestam e afirmam que os gentios pisarão a cidade de Jerusalém até o retorno de Cristo, momento em que Ele expulsará todos os “cananeus”, ou seja, todos os gentios ímpios de Jerusalém. Veja:
“Naquele dia não haverá mais cananeu na casa do Senhor dos exércitos” (Zac. 14:21b).
“Assim vós sabereis que eu sou o Senhor vosso Deus, que habito em Sião, o meu santo monte; Jerusalém será santa, e estranhos não mais passarão por ela” (Joel 3:17).
Mas, e quanto àqueles crentes das nações gentias que quiserem visitar Jerusalém durante o reino milenar para adorar ao Senhor, também estes não pisarão na cidade de Jerusalém? Claro que poderão visitar Jerusalém! Veja o que Paulo diz sobre a condição dos gentios que se tornaram filhos santos de Deus:
“Portanto, lembrai-vos que outrora vós, gentios na carne, chamados incircuncisão pelos que na carne se chamam circuncisão, feita pela mão dos homens, estáveis naquele tempo sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos aos pactos da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo. Mas agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto (…), e vindo, Ele evangelizou paz a vós que estáveis longe, e paz aos que estavam perto; porque por Ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito. Assim, pois, não sois mais estrangeiros, nem forasteiros, antes sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus” (Efésios 2:11-13, 17-19).
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ATENÇÃO: Alguns números que foram usados para calcular, acima, não são os números exatos; são aproximados. O número exato não pode ser revelado, porque é conhecimento hermético, fechado, e esse tipo de conhecimento não pode ser revelado ou dado a bel-prazer para o profano. Se alguém tiver entendimento, poderá deduzir qual é o número correto. Porém, empreguei o número 36, 42, 49 apenas para demonstrar que os tempos estão próximos de se cumprirem.
Só dando uma dica, a soma do quadrado de 36 (ou triangular de 36) dá 666. Faça um quadrado com 36 casas e preencha com números de 1 a 36; depois, some os algarismo: 1+2+3+(…)+36=666.
O papa Gregório modificou o calendário Juliano para que o povão não tomasse conhecimento da contagem exata dos tempos. E foi por esse motivo que o Livro de Enoque também foi retirado da Bíblia e declarado como apócrifo. Mas esse livro não é apócrifo. O livro de Enoque é a mais antiga relíquia profética da humanidade. E o Livro de Apocalipse correu o mesmo risco de ser proibido, justamente por causa do capítulo 21, visto que a esperança dos crentes é de morar no Céu, um mundo totalmente puro, santo, e diferente da Terra. Já o capítulo 21 de Apocalipse fala que os remidos, os salvos, reinarão com Cristo eternamente na Nova Terra. Ora, a promessa de Cristo não era de que os salvos reinariam no Céu, com Cristo, e que esta Terra seria totalmente destruída?! Repare que o versículo 2 (de Apoc. 21) retira qualquer dúvida de que o Novo Céu e a Nova Terra seja criado no Céu (isto é, no mundo de Deus); repare que o texto diz claramente que a Nova Jerusalém, a Cidade Santa, DESCE DO CÉU: “E vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus”.
O livro de Apocalipse foi o último livro incluído no Cânon das escrituras neotestamentárias da Bíblia. Mas ele foi incluído não por ter sido o último livro inspirado, escrito no ano 96 d.C. por João. O livro de Apocalipse passou mais de 200 anos sendo considerado não-inspirado pelos pais da Igreja. Para que você entenda de uma vez por toda, o livro de Apocalipse só foi inserido na Bíblia porque o seu conteúdo profético é alegórico, mais alegórico que no livro de Enoque. Se as revelações do Apocalipse fossem mais literais, jamais os organizadores do Cânon Sagrado teriam permitido a sua livre leitura.
Só para ajudar aos estudantes de numerologia bíblica esotérica, darei mais detalhes sobre o número 36. O número 36 (6×6) tem tudo a ver com o número 360, que é o total de graus da circunferência; e tem a ver, também, com o ano bíblico profético, que é de 360 dias. O número 6 é o número do homem (ou da Terra); é um número que representa algo incompleto, limitado. Agora, observe: Se 6×6 é 36 e a soma do quadrado de 36 (ou triangular de 36) dá 666, e se 36 tem tudo a ver com 360 (ou 6×60), que é o total de graus da circunferência, então o 666 está inscrito no círculo ou na circunferência? Observe que 36×36+36/2=666 ou (1+36)x36/2=666. E, de acordo com o conhecimento esotérico superior, o CÍRCULO é um dos símbolos da divindade, porque não tem princípio e nem tem fim. Uma prova de que o número 666 está relacionado ao círculo é fazendo-se o seguinte cálculo: (7×7)x(7×7)/360=6,66.
Porém, o círculo não é símbolo da Divindade, ou seja, de Deus, porque a natureza de Deus está muito além desta natureza física. Além do mais, quem determinou os graus da circunferência foi o homem (60×6). Deus é muito superior ao homem. E para provar isso, o próprio Deus usa o número 12 (o dobro de 6). Os números 7 e 12 são os números favoritos de Deus. Se 6×6 dá 36, porém, 12×12 dá 144, que é outro número importante na Bíblia. Veja: 12 filhos de Jacó, 12 tribos de Israel, doze apóstolos, doze portas da Nova Jerusalém e mais os 144 mil judeus selados, do Apocalipse. O único problema do número doze é com relação ao relógio de ponteiros, pois ele possui doze divisões ou doze horas. E uma volta completa no relógio de ponteiros dá 360 graus.
Porém, para tirar todas as dúvidas sobre se o número 666 está relacionado ao círculo, que por sua vez está relacionado à divindade, saiba que o círculo é símbolo da Terra, porque a Terra é uma esfera. Portanto, o círculo representa algo físico, que é a Terra, e não representa Deus, porque Ele não é terreno. O que é imperfeito não pode ter afinidade com o que é perfeito. O nº 6 é incompleto e 6×6=36; já o nº 7 é completo, pleno, e 7×7=49; 49×49/360=6,6694 (nunca chega a 7 o resultado). Significa que o homem nunca atingirá a natureza de Deus (49×49/3,6=666 ou 490×490/360=666).
Os 7 selos do Livro descrito no Apocalipse representam períodos de tempos determinados para a Terra e para o homem a governar. As 6 voltas ao redor da cidade de Jericó e os 6 primeiros selos do Apocalipse representam as 6 voltas do ponteiro no relógio de Deus. O sétimo selo é um pequeno espaço de tempo, até que chegue o desfecho final (Por exemplo, Noé entrou na arca, mas Deus teve que esperar mais sete dias para mandar a chuva sobre a Terra). Cada selo equivale a 42 tempos (ou 420) vezes o número do homem, que é 6. Então, 420×6=2520. Agora, dividindo esse número pela plenitude dos tempos – 360 graus da circunferência do relógio de ponteiros –, obtemos 7, que é o cumprimento, o final do governo humano na Terra e o início do governo de Deus (2520/360=7).
Fechando o parêntese…
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As sete igrejas simbólicas do Apocalipse representam as igrejas dos últimos dias. Essas igrejas são espelhos para os crentes de hoje.
Na carta à Igreja de Esmirna foi predito que muitos crentes padeceriam perseguições e outros seriam presos.
“Não temas o que hás de padecer. Eis que o Diabo está para lançar alguns de vós na prisão, para que sejais provados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Apoc. 2:10).
A “tribulação de dez dias” refere-se a “um breve período de tempo”. Porém, profeticamente um dia significa um ano. Sendo assim, uma tribulação de 10 dias, significa uma tribulação de 10 anos. Isto é, 10 anos de tribulação antes que ocorra o arrebatamento.
Aos crentes da igreja de Filadélfia foi prometido que Jesus os “guardaria” da hora da provação que haveria de vir sobre o mundo. A expressão “te guardarei” não quer dizer “te arrebatarei”; mas, sim, significa que Deus irá “proteger”, “colocar em segurança” os crentes fiéis, até que muitos sejam provados, para que demonstrem que são verdadeiramente fiéis. Somente no intervalo entre o sexto e o sétimo selo é que os 144 mil judeus escolhidos serão salvos (selados) e, logo a seguir, a igreja será arrebatada. Nesse tempo haverá grandes calamidades no planeta Terra, mas Deus ordenará aos anjos para que segurem os ventos, a fim de que não danifiquem nada na Terra, até que os salvos sejam selados e arrebatados. A partir da abertura do sétimo selo é que ocorrerão as piores catástrofes sobre a Terra.
“Porquanto guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para pôr à prova os que habitam sobre a terra. Venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa” (Apoc. 3:10-11).
“Depois disto vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, retendo os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem contra árvore alguma. E vi outro anjo subir do lado do sol nascente, tendo o selo do Deus vivo; e clamou com grande voz aos quatro anjos, quem fora dado que danificassem a terra e o mar, dizendo: Não danifiques a terra, nem o mar, nem as árvores, até que selemos na sua fronte os servos do nosso Deus. E ouvi o número dos que foram assinalados com o selo, cento e quarenta e quatro mil de todas as tribos dos filhos de Israel: da tribo de Judá havia doze mil assinalados; da tribo de Rúben, doze mil; da tribo de Gade, doze mil; da tribo de Aser, doze mil; da tribo de Naftali, doze mil; da tribo de Manassés, doze mil; da tribo de Simeão, doze mil; da tribo de Levi, doze mil; da tribo de Issacar, doze mil; da tribo de Zabulom, doze mil; da tribo de José, doze mil; da tribo de Benjamim, doze mil assinalados”.
“Depois destas coisas olhei, e eis uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, que estavam em pé diante do trono e em presença do Cordeiro, trajando compridas vestes brancas, e com palmas nas mãos; e clamavam com grande voz: Salvação ao nosso Deus, que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro. E todos os anjos estavam em pé ao redor do trono e dos anciãos e dos quatro seres viventes, e prostraram-se diante do trono sobre seus rostos, e adoraram a Deus, dizendo: Amém. Louvor, e glória, e sabedoria, e ações de graças, e honra, e poder, e força ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém. E um dos anciãos me perguntou: Estes que trajam as compridas vestes brancas, quem são eles e donde vieram? Respondi-lhe: Meu Senhor, tu sabes. Disse-me ele: Estes são os que vêm da grande tribulação, e levaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro. Por isso estão diante do trono de Deus, e o servem de dia e de noite no seu santuário; e aquele que está assentado sobre o trono estenderá o seu tabernáculo sobre eles. Nunca mais terão fome, nunca mais terão sede; nem cairá sobre eles o sol, nem calor algum; porque o Cordeiro que está no meio, diante do trono, os apascentará e os conduzirá às fontes das águas da vida; e Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima” (Apocalipse cap. 7).
Eu não sei se foi proposital a numeração deste capítulo com o número 7, pelos eruditos, pois justamente nele é que está descrito o arrebatamento repentino dos salvos.
Esta “grande multidão que ninguém podia contar” não se refere aos crentes que serão martirizados na grande tribulação após o arrebatamento. Os mortos durante a grande tribulação, que serão salvos, não serão tantos, assim, de tal forma que não poderão ser contados. No dia do arrebatamento não serão arrebatados somente os salvos vivos, mas todos os salvos mortos serão ressuscitados e se juntarão, fazendo uma grande multidão. Leiamos como isso se dará:
“Dizemo-vos, pois, isto pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que já dormem. Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor” (I Tessalonicenses 4:15-17).
Repare que o ancião responde e diz a João: “Estes são os que vêm de grande tribulação”. Isto quer dizer que os crentes fiéis, salvos, passarão por grande tribulação, mas essa tribulação não é aquela descrita na ocasião da abertura do sétimo selo. Após o arrebatamento, a tribulação que sobrevirá a este mundo será bem pior. As pessoas que serão martirizadas por amor a Cristo na grande tribulação, após o arrebatamento, serão salvas e arrebatadas. Essas pessoas aparecem descritas no capítulo 20 de Apocalipse.
“Então vi uns tronos; e aos que se assentaram sobre eles foi dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados por causa do testemunho de Jesus e da palavra de Deus, e que não adoraram a besta nem a sua imagem, e não receberam o sinal na fronte nem nas mãos; e reviveram, e reinaram com Cristo durante mil anos” (Apoc. 20:4). Isso ocorre durante o reino milenar de Cristo na Terra, juntamente com a Igreja e os 144 mil judeus.
Após as bodas do Cordeiro, no Céu, Cristo descerá com sua Igreja para reinar na Terra durante mil anos. As bodas do Cordeiro durará cerca de 3 anos e meio no Céu. Esta festa no Céu (na Nova Jerusalém) só ocorrerá após 3 anos e meio da grande tribulação porque será preciso aguardar a ressurreição dos mártires, que ocorrerá nos 3 primeiros anos após o arrebatamento. Veja:
“Também ouvi uma voz como a de grande multidão, como a voz de muitas águas, e como a voz de fortes trovões, que dizia: Aleluia! porque já reina o Senhor nosso Deus, o Todo-Poderoso. Regozijemo-nos, e exultemos, e demos-lhe a glória; porque são chegadas as bodas do Cordeiro, e já a sua noiva se preparou, e foi-lhe permitido vestir-se de linho fino, resplandecente e puro; pois o linho fino são as obras justas dos santos. E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. Disse-me ainda: Estas são as verdadeiras palavras de Deus” (Apoc. 19:6-9).
Parece que o versículo 6, citado acima, indica que as bodas do Cordeiro só ocorrerá após os sete anos da grande tribulação, exatamente no início do milênio. Porém, as bodas se dará, na verdade, ao toque da sétima trombeta (que equivale à sétima taça – as 7 taças da ira de Deus são as mesmas 7 trombetas; taça quer dizer uma trombeta apontando para Terra). A sétima trombeta não tocará exatamente ao final dos sete anos da grande tribulação. Haverá três anos de controle total do governo da besta neste Planeta antes do início do milênio; esse governo tentará eliminar Israel e o povo judeu da Terra. Então, é nesse momento que Cristo desce, montado num cavalo branco, acompanhado de milhares de anjos.
Alguns eruditos afirmam que Cristo não voltará com a Igreja para reinar na Terra literalmente, mas, sim, que Cristo e a Igreja reinarão no Céu. Outros afirmam que a Igreja arrebatada ficará no Céu e não mais regressará a esta Terra, e os 144 mil judeus selados é que serão os ministros de Deus para governar a Terra durante mil anos. Mas, pelo menos, eu discordo, visto que são muitas as promessas de que os salvos sentarão em tronos para julgar as nações da Terra e as doze tribos de Israel no reino milenar. A Bíblia diz que Cristo pisará novamente sobre o Monte das Oliveiras (Zac. 14:4; Atos 1:11 e Apoc. 1:7). O que posso afirmar, com certeza, é que os salvos retornarão a esta Terra, mas não pisarão na mesma, pois governarão o mundo a partir da Nova Jerusalém, a cidade que descerá do Céu, conforme está descrito no capítulo 21 de Apocalipse. Só que esta cidade ficará em órbita da Terra e não pousará no planeta. A Cidade Santa, a nova Jerusalém (que chamamos de Céu), descrita no capítulo 21, só descerá sobre a Terra após o juízo final e a criação do Novo Céu e da Nova Terra.
Responda-me uma coisa: Se a Igreja redimida retornar do Céu com Cristo para governar este planeta durante mil anos, como caberá no Estado de Israel tanta gente, visto que os salvos redimidos serão milhões? Será que serão construídas casas especialmente para receber os salvos que governarão a Terra? Ou eles ficarão espalhados por todos os lugares do mundo?
Não, os salvos de primeira categoria (os da primeira ressurreição) não retornarão a este planeta para habitar em casas comuns. Eles estarão na Cidade Santa, a Nova Jerusalém, que descerá do céu e ficará em órbita da Terra. Na Jerusalém terrestre tudo ficará pronto para receber o Senhor, e o templo será reconstruído; Cristo entrará no templo, mas não permanecerá lá durante mil anos. Temos que abrir a nossa mente e agirmos com mais racionalidade para compreender essas coisas.
Tudo isso parece mais que utopia para os céticos e escarnecedores. Mas, para o crente fiel, as promessas de Cristo, descritas no Livro de Apocalipse, são fiéis e verdadeiras. Assim como é difícil acreditar no arrebatamento, mais difícil é acreditar que Cristo, os judeus e os remidos governarão a Terra durante mil anos.
“E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras; e o Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus servos as coisas que em breve hão de acontecer. Eis que cedo venho! Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro” (Apoc. 22:6-7).
Durante o governo milenar de Cristo e os remidos, ocorrerá muitas mudanças na esfera política e nas instituições humanas. Durante a grande tribulação muitas cidades serão destruídas por terremotos e catástrofes, mas elas serão reerguidas. Os templos de adoração a Deus das igrejas continuarão existindo. Porém, tudo será reorganizado por Cristo da forma mais perfeita possível. Até mesmo o clima da Terra será totalmente alterado e adequado da melhor forma nos quatro cantos da Terra; haverá paz, tranqüilidade, prosperidade e justiça na Terra. Embora Cristo seja o governante principal, ninguém na Terra será obrigado a servi-lo. Os chineses, os japoneses, os árabes, etc, não serão obrigados a adorar a Jesus e se render ao seu poderia, porém, haverá muitas frustrações para esses povos. E, por causa deste descontentamento, eles tramarão “por debaixo dos panos” uma investida contra os judeus e seu Cristo, e essa conspiração se concretizará no final do milênio, quando Satanás for solto da sua prisão. Nesse tempo se travará a segunda parte da batalha do Armagedom. Eis as promessas que jamais passarão:
“Acontecerá naquele dia, que não haverá calor, nem frio, nem geada; porém, será um dia conhecido do Senhor; nem dia nem noite será; mas, até na parte da tarde haverá luz. Naquele dia também acontecerá que correrão de Jerusalém águas vivas, metade delas para o mar oriental, e metade delas para o mar ocidental; no verão e no inverno sucederá isso. E o Senhor será rei sobre toda a terra; naquele dia um será o Senhor, e um será o seu nome. Toda a terra em redor se tornará em planície, desde Geba até Rimom, ao sul de Jerusalém; ela será exaltada, e habitará no seu lugar, desde a porta de Benjamim até o lugar da primeira porta, até a porta da esquina, e desde a torre de Hananel até os lagares do rei. E habitarão nela, e não haverá mais maldição; mas Jerusalém habitará em segurança. Esta será a praga com que o Senhor ferirá todos os povos que guerrearam contra Jerusalém: apodrecer-se-á a sua carne, estando eles de pé, e se lhes apodrecerão os olhos nas suas órbitas, e a língua se lhes apodrecerá na boca (…). Então todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano para adorarem o Rei, o Senhor dos exércitos, e para celebrarem a festa dos tabernáculos. E se alguma das famílias da terra não subir a Jerusalém, para adorar o Rei, o Senhor dos exércitos, não cairá sobre ela a chuva. E, se a família do Egito não subir, nem vier, não virá sobre ela a chuva; virá a praga com que o Senhor ferirá as nações que não subirem a celebrar a festa dos tabernáculos. Esse será o castigo do Egito, e o castigo de todas as nações que não subirem a celebrar a festa dos tabernáculos” (Zac. 14:6-12, 16-19).
Quando o texto diz “para adorar ao Rei (Jesus)”, isso não significa que Cristo estará permanentemente na Terra.
O governo de Cristo na Terra é a maior esperança dos judeus, pois, faz muitos séculos que Deus-Jeová prometeu na sua Palavra, a Bíblia, exaltar o poder do seu povo sobre todas as nações e livrá-lo de todos os seus opressores.
Após os mil anos do governo de Cristo será travada a batalha final do Armagedom, e todas as construções dos homens serão destruídas, incluindo a velha cidade de Jerusalém terrestre. Mais na frente dou mais detalhes.
“E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava montado nele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga a peleja com justiça. Os seus olhos eram como chama de fogo; sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito que ninguém sabia senão ele mesmo. Estava vestido de um manto salpicado de sangue; e o nome pelo qual se chama é o Verbo de Deus. Seguiam-no os exércitos que estão no céu, em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro. Da sua boca saía uma espada afiada, para ferir com ela as nações; ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor da ira do Deus Todo-Poderoso” (Apoc. 19:11-15).
“Ao que vencer, e ao que guardar as minhas obras até o fim, eu lhe darei autoridade sobre as nações” (Apoc. 2:26).
“Ao que vencer, eu lhe concederei que se assente comigo no meu trono” (Apoc. 3:21).
“Ao que lhe disse Jesus: Em verdade vos digo a vós que me seguistes, que na regeneração, quando o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, sentar-vos-eis também vós sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel” (Mat. 19:28).
“E vi descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo e uma grande cadeia na sua mão. Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e o amarrou por mil anos” (Apoc. 20:1-2).
“Então vi uns tronos; e aos que se assentaram sobre eles foi dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados por causa do testemunho de Jesus e da palavra de Deus, e que não adoraram a besta nem a sua imagem, e não receberam o sinal na fronte nem nas mãos; e reviveram, e reinaram com Cristo durante mil anos” (Apoc. 20:4).
Explicando melhor, o governo de Cristo com a Igreja arrebatada, juntamente com os 144 mil judeus, não se dará na esfera terrena. Esse governo se dará a partir da cidade santa (aquilo que chamamos de Céu), a Nova Jerusalém, que descerá do céu, e ficará em órbita da Terra. Tal cidade flutuante é parecida com uma nave espacial, e ficará em órbita da Terra, sobre a cidade de Jerusalém terrestre. O clarão dessa cidade santa será tão forte que iluminará toda a região da Jerusalém terrestre. Jesus prometeu preparar lugar no Céu para os salvos (João 14:1-3), e este Céu é justamente a Cidade Santa, a Nova Jerusalém.
Bem…, eu acredito dessa forma. Há muitos que ensinam diferentemente. Os teólogos tradicionais, os teósofos e os ufólogos (que acreditam em extraterrestres) também têm as suas explicações. Mas afirmo categoricamente que a explicação, descrita no parágrafo anterior, é a mais sensata, compreensível, racional e coerente.
A cidade santa que desce do Céu, a Nova Jerusalém – que também representa a noiva do Cordeiro, porque nela estarão os salvos redimidos – (cuja narração está no capítulo 21), descerá literalmente sobre a Terra somente após o juízo final e a criação do Novo Céu e da Nova Terra. Na ressurreição do último dia todos os mortos ressuscitarão para serem julgados, e todos assumirão novamente a forma humana. Porém, os salvos do grande trono branco (ou juízo final) não terão o direito de habitar na Cidade Santa, e constituirão as nações que habitarão o Novo Planeta Terra restaurado. Se os teólogos tradicionais afirmam que não será assim, então eles estão completamente malucos, pois, o texto diz claramente que a Cidade Santa, que desce do céu, será o “tabernáculo de Deus com os homens”. Ora, que “homens”? Não será com a Igreja Redimida? Não se ensina por aí que carne e sangue não herdará o reino dos céus? Então, por que o texto diz “com os homens”? Os teólogos tradicionais dizem que o novo céu e a nova terra não será neste plano físico, porque este velho planeta Terra será completamente destruído. Mas eu afirmo que as nações que habitarão eternamente o Novo Céu e a Nova Terra, narrada no capítulo 21 serão constituídas de pessoas humanas iguais a eu e você.
“E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já se foram o primeiro céu e a primeira terra, e o mar já não existe. E vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus, adereçada como uma noiva ataviada para o seu noivo. E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles” (Apoc. 2:1-3).
Se alguns eruditos tradicionais dizem que a humanidade não mais existirá quando for criado o Novo Céu e Nova Terra, e que os salvos REINARÃO COM CRISTO NO CÉU, então, que explicação eles podem dar para o texto supra-citado, quando diz que Deus habitará com os homens? Repare que o texto é bem enfático quando diz: “E DEUS MESMO ESTARÁ COM ELES”. Portanto, está mais do que claro que esta cidade santa, a Nova Jerusalém, descerá literalmente do céu sobre a Terra. Todos os salvos, redimidos, estarão habitando nesta cidade santa, e a partir dela é que governarão a Terra pelos séculos dos séculos. Nesta cidade está o trono de Cristo.
O trono de Cristo não será na Terra, mas na cidade santa celestial. Porém, Cristo descerá para visitar a cidade de Jerusalém terrestre, mas logo retornará ao Céu.
Não se confunda: Cristo voltará a esta Terra acompanhado de milhares de anjos, descerá sobre o Monte das Oliveiras, visitará o novo templo construído, inaugurará o milênio, dará as ordens aos governantes judeus e retornará para a Cidade Santa, em órbita da Terra. Cristo fortificará o poder dos Judeus na Terra, e serão eles que a dominarão, para que se cumpram as promessas de Deus com relação ao seu povo. Porém, todas as leis e ordens serão emanadas da cidade santa, a Jerusalém celestial, que ficará na órbita da Terra.
Poderíamos até admitir, também, que os 144 mil judeus salvos governariam o mundo a partir da Jerusalém terrestre e os salvos, redimidos, governariam simultaneamente a Terra a partir da Jerusalém celestial. Porém, não é isso o que mostra o capítulo 14 de Apocalipse.
“E olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o Monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que traziam na fronte escrito o nome dele e o nome de seu Pai. (…) Estes são os que não se contaminaram com mulheres; porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá. Estes foram comprados dentre os homens para serem as primícias para Deus e para o Cordeiro” (Apoc. 14:1 e 4).
O Monte Sião descrito em Apocalipse 14 não é a cidade de Jerusalém terrestre, mas, sim, a cidade de Jerusalém celestial. Na cidade de Jerusalém terrestre poderão entrar pessoas de todos os povos para adorar o Senhor no templo, pois suas portas ficarão abertas de dia e de noite. Mas na cidade de Jerusalém celestial só entrará e sairá os anjos e os redimidos, e lá não entrará nada que contamine.
Entenda-me: Após os mil anos de Cristo na Terra, quando for travada a última batalha do Armagedom (a segunda fase), então este planeta Terra pegará fogo literalmente, e todas as construções humanas serão destruídas. E após o julgamento do grande trono branco (o juízo final), este planeta Terra continuará existindo e será completamente restaurado à sua forma original para que os salvos possam habitar eternamente, mas já não haverá nenhum vestígio do mal. E serão “homens aperfeiçoados” que habitarão neste planeta, eternamente, ou seja, a humanidade restaurada continuará existindo, e nunca deixará de existir. Simplesmente Deus restaurará tudo como era no princípio, quando criou o Jardim do Éden. Os redimidos da cidade santa é que governarão para sempre este planeta, governarão todas as nações da Terra. Por isso a Bíblia diz que os salvos serão “reis e sacerdotes” (Apoc. 1:6; 5:10; 20:6). Reis, porque serão governantes; sacerdotes, porque servirão de intercessores por aqueles que porventura pecarem. Se Satanás que era anjo de luz e poderoso pecou, porque os salvos que habitarão a Nova Terra restaurada nunca poderão pecar?
Na cidade santa haverá sempre um número fixo de habitantes, pois não se casarão nem constituirão famílias, pois serão como os anjos. Mas, os habitantes do Novo Planeta Terra poderão se casar e constituir famílias, e se multiplicarão sobre a face da Terra. E isto que falo aqui não é ensinamento das Testemunhas de Jeová e nem ensinamento dos Mórmons (Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias), mas é fato bíblico. Só não enxerga quem é cego espiritual ou tem falta de juízo. Eu aposto que haja alguém em sã consciência que possa contrariar o que expliquei aqui sobre o capítulo 21 de Apocalipse. Se alguém falar outra coisa é melhor amarrar uma corda no pescoço com uma pedra e se lançar no mar. Admito que não estou 100% certo nas minhas interpretações, mas assevero que melhor do que esta explicação, só a dos ocultistas (teósofos, gnósticos).
Durante o reino sempiterno de Cristo ainda poderá brotar o mal ou pecado na Nova Terra criada, e o texto é bem claro em afirmar que as portas da cidade santa ficarão abertas de dia e de noite, mas NELA NÃO ENTRARÁ NADA QUE CONTAMINE. Para que isso seja assegurado, em cada uma das doze portas da cidade é colocado um anjo, para impedir que algo que contamine possa entrar. Na cidade santa só haverá entrada e saída de pessoas santas, isto é, dos redimidos.
Agora, perceba a diferença entre o reino da Igreja e de Cristo no milênio e o reino eterno dos redimidos após o juízo final e a criação do Novo planeta Terra:
“Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele durante os mil anos” (Apoc. 20:6).
Esta promessa se cumprirá no reino milenar aqui no velho planeta Terra.
“Ali não haverá jamais maldição. Nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão, e verão a sua face; e nas suas frontes estará o seu nome. E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de luz de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os alumiará; e reinarão pelos séculos dos séculos” (Apoc. 22:3-5).
Agora, esta promessa se cumprirá somente após o juízo final, quando Deus criar o Novo Céu e a Nova Terra. Ora, onde há reino, há súditos; se o texto diz que “reinarão”, é porque haverá súditos. E quem serão esses súditos? Serão todos aqueles que serão salvos no julgamento do último dia (juízo final). Estes ressuscitarão, voltarão a tomar a forma humana e constituição as nações que viverão no paraíso da Nova Terra.
Sobre o reino milenar de Cristo no velho planeta Terra restaurado, veja o que diz os profetas Jeremias, Isaías e Zacarias:
“Naquele tempo, diz o Senhor, serei o Deus de todas as famílias de Israel, e elas serão o meu povo. Assim diz o Senhor: O povo que escapou da espada achou graça no deserto. Eu irei e darei descanso a Israel. De longe o Senhor me apareceu, dizendo: Pois que com amor eterno te amei, também com benignidade te atraí. De novo te edificarei, e serás edificada ó virgem de Israel! ainda serás adornada com os teus adufes, e sairás nas danças dos que se alegram. Ainda plantarás vinhas nos montes de Samária; os plantadores plantarão e gozarão dos frutos. Pois haverá um dia em que gritarão os vigias sobre o monte de Efraim: Levantai-vos, e subamos a Sião, ao Senhor nosso Deus. Pois assim diz o Senhor: Cantai sobre Jacó com alegria, e exultai por causa da principal das nações; proclamai, cantai louvores, e dizei: Salva, Senhor, o teu povo, o resto de Israel. Eis que os trarei da terra do norte e os congregarei das extremidades da terra; e com eles os cegos e aleijados, as mulheres grávidas e as de parto juntamente; em grande companhia voltarão para cá. Virão com choro, e com súplicas os levarei; guiá-los-ei aos ribeiros de águas, por caminho direito em que não tropeçarão; porque sou um pai para Israel, e Efraim é o meu primogênito. Ouvi a palavra do Senhor, ó nações, e anunciai-a nas longínquas terras marítimas, e dizei: Aquele que espalhou a Israel o congregará e o guardará, como o pastor ao seu rebanho. Pois o Senhor resgatou a Jacó, e o livrou da mão do que era mais forte do que ele. E virão, e cantarão de júbilo nos altos de Sião, e ficarão radiantes pelos bens do Senhor, pelo trigo, o mosto, e o azeite, pelos cordeiros e os bezerros; e a sua vida será como um jardim regado, e nunca mais desfalecerão” (Jer. 31:1-12).
“Levanta-te, resplandece, porque é chegada a tua luz, e é nascida sobre ti a glória do Senhor. Pois eis que as trevas cobrirão a terra, e a escuridão os povos; mas sobre ti o Senhor virá surgindo, e a sua glória se verá sobre ti. E nações caminharão para a tua luz, e reis para o resplendor da tua aurora. Levanta em redor os teus olhos, e vê; todos estes se ajuntam, e vêm ter contigo; teus filhos vêm de longe, e tuas filhas se criarão a teu lado. Então o verás, e estarás radiante, e o teu coração estremecerá e se alegrará; porque a abundância do mar se tornará a ti, e as riquezas das nações a ti virão. A multidão de camelos te cobrirá, os dromedários de Midiã e Efá; todos os de Sabá, virão; trarão ouro e incenso, e publicarão os louvores do Senhor. Todos os rebanhos de Quedar se congregarão em ti, os carneiros de Nebaoite te servirão; com aceitação subirão ao meu altar, e eu glorificarei a casa da minha glória. Quem são estes que vêm voando como nuvens e como pombas para as suas janelas? (TEXTO QUE SE REFERE À AERONAVES). Certamente as ilhas me aguardarão, e vêm primeiro os navios de Társis, para trazerem teus filhos de longe, e com eles a sua prata e o seu ouro, para o nome do Senhor teu Deus, e para o Santo de Israel, porquanto ele te glorificou. E estrangeiros edificarão os teus muros, e os seus reis te servirão; porque na minha ira te feri, mas na minha benignidade tive misericórdia de ti. As tuas portas estarão abertas de contínuo; nem de dia nem de noite se fecharão; para que te sejam trazidas as riquezas das nações, e conduzidos com elas os seus reis. Porque a nação e o reino que não te servirem perecerão; sim, essas nações serão de todo assoladas. A glória do Líbano virá a ti; a faia, o olmeiro, e o buxo conjuntamente, para ornarem o lugar do meu santuário; e farei glorioso o lugar em que assentam os meus pés. Também virão a ti, inclinando-se, os filhos dos que te oprimiram; e prostrar-se-ão junto às plantas dos teus pés todos os que te desprezaram; e chamar-te-ão a cidade do Senhor, a Sião do Santo de Israel. Ao invés de seres abandonada e odiada como eras, de sorte que ninguém por ti passava, far-te-ei uma excelência perpétua, uma alegria de geração em geração. E mamarás o leite das nações, e te alimentarás ao peito dos reis; assim saberás que eu sou o Senhor, o teu Salvador, e o teu Redentor, o Poderoso de Jacó. Por bronze trarei ouro, por ferro trarei prata, por madeira bronze, e por pedras ferro; farei pacíficos os teus oficiais e justos os teus exatores. Não se ouvirá mais de violência na tua terra, de desolação ou destruição nos teus termos; mas aos teus muros chamarás Salvação, e às tuas portas Louvor. Não te servirá mais o sol para luz do dia, nem com o seu resplendor a lua te alumiará; mas o Senhor será a tua luz perpétua, e o teu Deus a tua glória. Nunca mais se porá o teu sol, nem a tua lua minguará; porque o Senhor será a tua luz perpétua, e acabados serão os dias do teu luto. E todos os do teu povo serão justos; para sempre herdarão a terra; serão renovos por mim plantados, obra das minhas mãos, para que eu seja glorificado. O mais pequeno virá a ser mil, e o mínimo uma nação forte; eu, o Senhor, apressarei isso a seu tempo” (Isaías cap. 60).
Este texto refere-se à Jerusalém terrestre. Leia, também, o capítulo 38 e 39 de Ezequiel.
“E também deles tomarei alguns para sacerdotes e para levitas (OS 144 MIL JUDEUS), diz o Senhor. Pois, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, durarão diante de mim, diz o Senhor, assim durará a vossa posteridade e o vosso nome. E acontecerá que desde uma lua nova até a outra, e desde um sábado até o outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor” (Isaías 66:21-23).
Ora, que “carne” é essa que irá adorar a Deus? Serão os humanos, logicamente!
“Então brotará um rebento do tronco de Jessé (QUE É JESUS CRISTO), e das suas raízes um renovo frutificará. E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor. E deleitar-se-á no temor do Senhor; e não julgará segundo a vista dos seus olhos, nem decidirá segundo o ouvir dos seus ouvidos; mas julgará com justiça os pobres, e decidirá com eqüidade em defesa dos mansos da terra; e ferirá a terra com a vara de sua boca, e com o sopro dos seus lábios matará o ímpio. A justiça será o cinto dos seus lombos, e a fidelidade o cinto dos seus rins. Morará o lobo com o cordeiro, e o leopardo com o cabrito se deitará; e o bezerro, e o leão novo e o animal cevado viverão juntos; e um menino pequeno os conduzirá. A vaca e a ursa pastarão juntas, e as suas crias juntas se deitarão; e o leão comerá palha como o boi. A criança de peito brincará sobre a toca da áspide, e a desmamada meterá a sua mão na cova do basilisco. Não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte (A JERUSALÉM TERRESTRE); porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar. Naquele dia a raiz de Jessé será posta por estandarte dos povos, à qual recorrerão as nações; gloriosas lhe serão as suas moradas. Naquele dia o Senhor tornará a estender a sua mão para adquirir outra vez e resto do seu povo, que for deixado, da Assíria, do Egito, de Patros, da Etiópia, de Elão, de Sinar, de Hamate, e das ilhas de mar. Levantará um pendão entre as nações e ajuntará os desterrados de Israel, e es dispersos de Judá congregará desde os quatro confins da terra. Também se esvaecerá a inveja de Efraim, e os vexadores de Judá serão desarraigados; Efraim não invejará a Judá e Judá não vexará a Efraim. Antes voarão sobre os ombros dos filisteus ao Ocidente; juntos despojarão aos filhos do Oriente; em Edom e Moabe porão as suas mãos, e os filhos de Amom lhes obedecerão. E o Senhor destruirá totalmente a língua do mar do Egito; e vibrará a sua mão contra o Rio (O EUFRATES) com o seu vento abrasador, e, ferindo-o, dividi-lo-á em sete correntes, e fará que por ele passem a pé enxuto. Assim haverá caminho plano para e restante do seu povo, que voltar da Assíria, como houve para Israel no dia em que subiu da terra do Egito” (Isaías cap. 11).
“A palavra do Senhor acerca de Israel: Fala o Senhor, o que estendeu o céu, e que lançou os alicerces da terra e que formou o espírito do homem dentro dele. Eis que eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém. Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem, serão gravemente feridos. E ajuntar-se-ão contra ela todas as nações da terra. Naquele dia, diz o Senhor, ferirei de espanto a todos os cavalos, e de loucura os que montam neles. Mas sobre a casa de Judá abrirei os meus olhos, e ferirei de cegueira todos os cavalos dos povos. Então os chefes de Judá dirão no seu coração: Os habitantes de Jerusalém são a minha força no Senhor dos exércitos, seu Deus. Naquele dia porei os chefes de Judá como um braseiro ardente no meio de lenha, e como um facho entre gavelas; e eles devorarão à direita e à esquerda a todos os povos em redor; e Jerusalém será habitada outra vez no seu próprio lugar, mesmo em Jerusalém. Também o Senhor salvará primeiro as tendas de Judá, para que a glória da casa de Davi e a glória dos habitantes de Jerusalém não se engrandeçam sobre Judá. Naquele dia o Senhor defenderá os habitantes de Jerusalém, de sorte que o mais fraco dentre eles naquele dia será como Davi, e a casa de Davi será como Deus, como o anjo do Senhor diante deles. E naquele dia, tratarei de destruir todas as nações que vierem contra Jerusalém. Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o espírito de graça e de súplicas; e olharão para aquele a quem traspassaram, e o prantearão como quem pranteia por seu filho único; e chorarão amargamente por ele, como se chora pelo primogênito. Naquele dia será grande o pranto em Jerusalém, como o pranto de Hadade-Rimom no vale de Megidom. E a terra pranteará, cada família à parte: a família da casa de Davi à parte, e suas mulheres à parte; e a família da casa de Natã à parte, e suas mulheres à parte; a família da casa de Levi à parte, e suas mulheres à parte; a família de Simei à parte, e suas mulheres à parte; todas as mais famílias, cada família à parte, e suas mulheres à parte” (Zacarias cap. 12).
“Eis que vem um dia do Senhor, em que os teus despojos se repartirão no meio de ti. Pois eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém; e a cidade será tomada, e as casas serão saqueadas, e as mulheres forçadas; e metade da cidade sairá para o cativeiro, mas o resto do povo não será exterminado da cidade (ESTA É A GUERRA DE GOGUE E MAGOGUE, DO CAP. 38 E 39 DE EZEQUIEL). Então o Senhor sairá, e pelejará contra estas nações, como quando peleja no dia da batalha. Naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; se o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, do oriente para o ocidente e haverá um vale muito grande; e metade do monte se removerá para o norte, e a outra metade dele para o sul. E fugireis pelo vale dos meus montes, pois o vale dos montes chegará até Azel; e fugireis assim como fugistes de diante do terremoto nos dias de Uzias, rei de Judá. Então virá o Senhor meu Deus, e todos os santos com ele. Acontecerá naquele dia, que não haverá calor, nem frio, nem geada; porém será um dia conhecido do Senhor; nem dia nem noite será; mas até na parte da tarde haverá luz. Naquele dia também acontecerá que correrão de Jerusalém águas vivas, metade delas para o mar oriental, e metade delas para o mar ocidental; no verão e no inverno sucederá isso. E o Senhor será rei sobre toda a terra; naquele dia um será o Senhor, e um será o seu nome. Toda a terra em redor se tornará em planície, desde Geba até Rimom, ao sul de Jerusalém; ela será exaltada, e habitará no seu lugar, desde a porta de Benjamim até o lugar da primeira porta, até a porta da esquina, e desde a torre de Hananel até os lagares do rei. E habitarão nela, e não haverá mais maldição; mas Jerusalém habitará em segurança. Esta será a praga com que o Senhor ferirá todos os povos que guerrearam contra Jerusalém: apodrecer-se-á a sua carne, estando eles de pé, e se lhes apodrecerão os olhos nas suas órbitas, e a língua se lhes apodrecerá na boca. Naquele dia também haverá da parte do Senhor um grande tumulto entre eles; e pegará cada um na mão do seu próximo, e cada um levantará a mão contra o seu próximo. Também Judá pelejará contra Jerusalém; e se ajuntarão as riquezas de todas as nações circunvizinhas, ouro e prata, e vestidos em grande abundância. Como esta praga, assim será a praga dos cavalos, dos muares, dos camelos e dos jumentos e de todos os animais que estiverem naqueles arraiais. Então todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano para adorarem o Rei, o Senhor dos exércitos, e para celebrarem a festa dos tabernáculos. E se alguma das famílias da terra não subir a Jerusalém, para adorar o Rei, o Senhor dos exércitos, não cairá sobre ela a chuva. E, se a família do Egito não subir, nem vier, não virá sobre ela a chuva; virá a praga com que o Senhor ferirá as nações que não subirem a celebrar a festa dos tabernáculos. Esse será o castigo do Egito, e o castigo de todas as nações que não subirem a celebrar a festa dos tabernáculos. Naquele dia se gravará sobre as campainhas dos cavalos. SANTO AO SENHOR; e as panelas na casa do Senhor serão como as bacias diante do altar. E todas as panelas em Jerusalém e Judá serão consagradas ao Senhor dos exércitos; e todos os que sacrificarem virão, e delas tomarão, e nelas cozerão. Naquele dia não haverá mais cananeu na casa do Senhor dos exércitos (SERÃO EXPULSO TODOS OS PALESTINOS E GENTIOS?)” (Zacarias cap. 14).
É justamente por causa desta profecia, acima, (e de outras, também) que os palestinos e árabes criaram ódio mortal contra os judeus. Mas, de nada adiantará lutar contra a “menina dos olhos” de Deus.
Só lembrando, a primeira fase da guerra do Armagedom se dará antes da instalação do governo milenar de Cristo. Nesse tempo, os exércitos dos inimigos do povo de Deus serão destruídos, os judeus serão salvos e a Igreja reinará. Após os mil anos do governo da Igreja na Terra, Satanás será solto da sua prisão e organizará novamente os exércitos das nações da Terra para lutar contra Cristo e seu povo. Nesse tempo, aqueles da Igreja e dos 144 mil judeus que estiverem na Terra serão imediatamente retirados, e a Cidade Santa celestial, em órbita da Terra, será retida, também. E os salvos que houver, durante o reino, serão arrebatados e Deus dará o ultimato para os rebeldes. Como eles não recuarão e não se arrependerão, serão todos destruídos. A Terra pegará fogo literalmente, serão detonadas as bombas nucleares e Deus fará uma limpeza completa neste planeta (Mal. 4:1). Tudo será transformado na Terra; Deus recriará todas as coisas perfeitas, assim como fora criado no Jardim do Éden. Então se cumprirá a promessa de Deus, de que os mansos herdarão a Terra (Mateus 5:5 e Salmos 37:11).
Não posso dar mais detalhes aqui, porque preciso organizar melhor as explicações. Futuramente este texto será revisado e acrescido de melhores informações.
7) O cumprimento do significado do número sete (7) em certos fatos do Antigo Testamento e em especial no livro do Apocalipse.
“De todos os animais limpos levarás contigo sete e sete, o macho e sua fêmea; mas dos animais que não são limpos, dois, o macho e sua fêmea; também das aves do céu sete e sete, macho e fêmea, para se conservar em vida sua espécie sobre a face de toda a terra. Porque, passados ainda sete dias, farei chover sobre a terra quarenta dias e quarenta noites, e exterminarei da face da terra todas as criaturas que fiz” (Gênesis 7:2-4).
“Os sete sacerdotes que levavam as sete trombetas de chifres de carneiros adiante da arca do Senhor iam andando, tocando as trombetas; os homens armados iam adiante deles, e a retaguarda seguia atrás da arca do Senhor, os sacerdotes sempre tocando as trombetas. E rodearam a cidade uma vez no segundo dia, e voltaram ao arraial. Assim fizeram por seis dias. No sétimo dia levantaram-se bem de madrugada, e da mesma maneira rodearam a cidade sete vezes; somente naquele dia rodearam-na sete vezes. E quando os sacerdotes pela sétima vez tocavam as trombetas, disse Josué ao povo: Gritai, porque o Senhor vos entregou a cidade” (Josué 6:13-16).
É inegável o significado subliminar do número sete (7), inscrito nos livros da Bíblia.
Quem estuda o significado do número sete na Bíblia deve considerar, também, os seus múltiplos, que são: 42, 49, 70, 420 e 490.
Na Bíblia, o número 40 na verdade é um arredondamento do número 42, que corresponde a um período de 6 semanas. Os judeus não passaram exatamente 40 anos vagando no deserto depois de terem saído do Egito, mas sim, passaram 42 anos (6×7). Segundo diz Gálatas 3:17 e Atos 7:6, eles passaram 430 anos como escravos no Egito, mas na verdade esse número deve ser de 420 anos (6×70). Os israelitas tinham que completar 42 anos de peregrinação antes que pudessem entrar na terra de Canaã. Na terra de Canaã os judeus permaneceram por 420 anos. Em Atos 13:19 diz que os judeus passaram, aproximadamente, 450 anos na terra de Canaã. Depois, passaram mais 70 anos no cativeiro babilônico, que somando dá 490 anos (70×7).
Deus revelou ao profeta Daniel as 70 semanas de anos sobre o seu povo. 69 semanas são perfeitamente entendíveis, mas a última, a 70ª semana, não é fácil de ser entendida. Alguns eruditos acham que há um intervalo entre a 69ª e a 70ª semana.
Repare, também, que após Noé colocar todos os animais na arca, Deus ainda esperou 7 dias para poder mandar a chuva sobre a Terra (Gen. 7). A arca simboliza a Igreja de Cristo na Terra, onde todo pecador pode se refugiar. E essa Igreja passará 42 tempos bíblicos neste mundo. Quando Deus ordena a Noé colocar na arca 7 casais de cada animal puro, estava entregando mais um enigma para que possamos decifrá-lo. Os animais puros representam os salvos (o trigo) e os animais impuros representam os crentes que ficarão para trás (o joio), que estão na igreja, mas não são convertidos. Lembre-se da parábola do trigo e do joio (Mateus 13). A chuva que inundou a Terra com o dilúvio durou 40 dias, ou seja, 42 dias.
Moisés passou 40 dias recebendo os dez mandamentos no Monte Sinai. E Jesus jejuou durante 40 dias no deserto. O tempo de governo dos reis de Israel geralmente tinha a duração de 40 anos. Portanto, 40 ou 42 (6×7) representa, também, o tempo dos governos humanos.
O período da grande tribulação, descrito no Livro do Apocalipse, será de 42 meses (3 anos e meio).
“Quando os sete trovões acabaram de soar eu já ia escrever, mas ouvi uma voz do céu, que dizia: Sela o que os sete trovões falaram, e não o escrevas. O anjo que vi em pé sobre o mar e sobre a terra levantou a mão direita ao céu, e jurou por aquele que vive pelos séculos dos séculos, o qual criou o céu e o que nele há, e a terra e o que nela há, e o mar e o que nele há, que não haveria mais demora, mas que nos dias da voz do sétimo anjo, quando este estivesse para tocar a trombeta, se cumpriria o mistério de Deus, como anunciou aos seus servos, os profetas” (Apocalipse 10:4-7).
O texto, acima, mostra claramente que o final dos governos humanos na Terra ocorrerá antes do toque da sétima trombeta. Quando o sétimo anjo tocar a sétima trombeta estará tudo cumprido e Cristo assumirá o controle total deste Planeta.
O SIGNIFICADO DO NÚMERO SETE (7), NA BÍBLIA, É O PRINCIPAL SINAL QUE INDICA O FINAL DOS TEMPOS, E A GUARDA DO SANTO SÁBADO TAMBÉM É UM SINAL PARA A IGREJA.
O simbolismo do número 7 empregado na conquista da cidade de Jericó é um exemplo claro do significado enigmático desse número. Jericó representa o mundo e seu sistema de coisas; os 7 dias determinados para rodear a cidade representam os 7 selos do livro do Apocalipse; os 7 sacerdotes com as 7 cornetas representam os sete anjos com as sete trombetas do livro do Apocalipse; as 7 voltas dadas ao redor da cidade somente no sétimo dia representam as 7 trombetas ou as 7 taças com pragas, do Apocalipse.
“Então disse o Senhor a Josué: Olha, entrego na tua mão Jericó, o seu rei e os seus homens valorosos. Vós, pois, todos os homens de guerra, rodeareis a cidade, contornando-a uma vez por dia; assim fareis por seis dias. Sete sacerdotes levarão sete trombetas de chifres de carneiros adiante da arca; e no sétimo dia rodeareis a cidade sete vezes, e os sacerdotes tocarão as trombetas. E será que, fazendo-se sonido prolongado da trombeta, e ouvindo vós tal sonido, todo o povo dará um grande brado; então o muro da cidade cairá rente com o chão, e o povo subirá, cada qual para o lugar que lhe ficar defronte: Chamou, pois, Josué, filho de Num, aos sacerdotes, e disse-lhes: Levai a arca do pacto, e sete sacerdotes levem sete trombetas de chifres de carneiros, adiante da arca do Senhor. E disse ao povo: Passai e rodeai a cidade; e marchem os homens armados adiante da arca do Senhor. Assim, pois, se fez como Josué dissera ao povo: os sete sacerdotes, levando as sete trombetas adiante do Senhor, passaram e tocaram-nas; e a arca do pacto do Senhor os seguia. E os homens armados iam adiante dos sacerdotes que tocavam as trombetas, e a retaguarda seguia após a arca, os sacerdotes sempre tocando as trombetas. Josué tinha dado ordem ao povo, dizendo: Não gritareis, nem fareis ouvir a vossa voz, nem sairá palavra alguma da vossa boca, até o dia em que eu vos disser: gritai! Então gritareis. Assim fizeram a arca do Senhor rodear a cidade, contornando-a uma vez; então entraram no arraial, e ali passaram a noite. Josué levantou-se de madrugada, e os sacerdotes tomaram a arca do Senhor. Os sete sacerdotes que levavam as sete trombetas de chifres de carneiros adiante da arca do Senhor iam andando, tocando as trombetas; os homens armados iam adiante deles, e a retaguarda seguia atrás da arca do Senhor, os sacerdotes sempre tocando as trombetas. E rodearam a cidade uma vez no segundo dia, e voltaram ao arraial. Assim fizeram por seis dias. No sétimo dia levantaram-se bem de madrugada, e da mesma maneira rodearam a cidade sete vezes; somente naquele dia rodearam-na sete vezes. E quando os sacerdotes pela sétima vez tocavam as trombetas, disse Josué ao povo: Gritai, porque o Senhor vos entregou a cidade. A cidade, porém, com tudo quanto nela houver, será anátema ao Senhor; somente a prostituta Raabe viverá, ela e todos os que com ela estiverem em casa, porquanto escondeu os mensageiros que enviamos. Mas quanto a vós, guardai-vos do anátema, para que, depois de o terdes feito tal, não tomeis dele coisa alguma, e não façais anátema o arraial de Israel, e o perturbeis. Contudo, toda a prata, e o ouro, e os vasos de bronze e de ferro, são consagrados ao Senhor; irão para o tesouro do Senhor. Gritou, pois, o povo, e os sacerdotes tocaram as trombetas; ouvindo o povo o sonido da trombeta, deu um grande brado, e o muro caiu rente com o chão, e o povo subiu à cidade, cada qual para o lugar que lhe ficava defronte, e tomaram a cidade” (Josué 6:2-20).
OS SETE SELOS DOS CAPÍTULOS 5 E 6 DO APOCALIPSE
“1 E vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos, e ouvi um dos quatro seres viventes dizer numa voz como de trovão: Vem!
2 Olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava montado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vencendo, e para vencer.
3 Quando ele abriu o segundo selo, ouvi o segundo ser vivente dizer: Vem!
4 E saiu outro cavalo, um cavalo vermelho; e ao que estava montado nele foi dado que tirasse a paz da terra, de modo que os homens se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.
5 Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizer: Vem! E olhei, e eis um cavalo preto; e o que estava montado nele tinha uma balança na mão.
6 E ouvi como que uma voz no meio dos quatro seres viventes, que dizia: Um queniz de trigo por um denário, e três quenizes de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho.
7 Quando abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto ser vivente dizer: Vem!
8 E olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava montado nele chamava-se Morte; e o inferno seguia com ele; e foi-lhe dada autoridade sobre a quarta parte da terra, para matar com a espada, e com a fome, e com a peste, e com as feras da terra.
9 Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram.
10 E clamaram com grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano, santo e verdadeiro, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?
11 E foram dadas a cada um deles compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda por um pouco de tempo, até que se completasse o número de seus conservos, que haviam de ser mortos, como também eles o foram.
12 E vi quando abriu o sexto selo, e houve um grande terremoto; e o sol tornou-se negro como saco de cilício, e a lua toda tornou-se como sangue;
13 e as estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira, sacudida por um vento forte, deixa cair os seus figos verdes.
14 E o céu recolheu-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares.
15 E os reis da terra, e os grandes, e os chefes militares, e os ricos, e os poderosos, e todo escravo, e todo livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas;
16 e diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos da face daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro;
17 porque é vindo o grande dia da ira deles; e quem poderá subsistir?” (Apoc. 6).
O livro com 7 selos, narrado em Apocalipse capitulo 5, refere-se aos 7 períodos da história humana na Terra. A encenação que João vislumbra na visão do capítulo 5 representa o plano de Deus que foi decidido no Céu antes da criação do paraíso e da queda do homem. Entenda que a encenação dá-se em dois tempos (um passado, antes da criação; e o outro, após a ressurreição de Cristo). Repare que João contempla um Cordeiro, mas ele não o reconhece como sendo Jesus. João narra as visões como se não compreendesse que aquele Cordeiro fosse o próprio Jesus. Deus preparou o plano de restauração do homem e ninguém foi digno de executá-lo, exceto o Filho de Deus.
“Nisto vi, entre o trono e os quatro seres viventes, no meio dos anciãos, um Cordeiro em pé, como havendo sido morto, e tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus, enviados por toda a terra” (Apoc. 5:6).
Isso é um mistério tremendo! Repare que João está a vislumbrar uma “imagem” do Cordeiro. Quando ele diz que vê um cordeiro como se estivesse sido morto, na verdade ele está contemplando uma imagem imóvel de um cordeiro que representava o Filho de Deus. Por isso ele diz que “parecia sido morto” (porque o objeto estava imóvel). Veja o que diz o profeta Zacarias:
“Pois eis aqui a pedra que pus diante de Josué; sobre esta pedra única estão sete olhos. Eis que eu esculpirei a sua escultura, diz o Senhor dos exércitos, e tirarei a iniqüidade desta terra num só dia” (Zac. 3:9).
Não é esplêndida esta verdade?! A pedra a qual Zacarias se refere é a mesma imagem do Cordeiro vista por João. Quando diz “tirarei a iniqüidade desta terra num só dia”, está se referindo à morte sacrificial de Cristo uma única vez, para remissão dos pecados da humanidade.
Os 7 selos do Apocalipse correspondem às mesmas semanas de tempos narradas no Livro de Enoque. Na visão de Enoque, cada semana de tempos correspondia a 900 anos. São 10 as semanas de tempos de Enoque. A sétima semana culmina com o estabelecimento do reino do Messias e do seu povo (a Igreja e os judeus) na Terra. (7×900=6.300 anos). Os anjos que pecaram com as filhas dos homens (Gênesis 6) ficariam presos no “tártaros” (poço do abismo) durante 70 gerações (70×90=6.300 anos). Em Apocalipse capítulo 9 está o relato onde diz que esses anjos caídos serão libertados, e irão atormentar os seres humanos durante 5 meses. O Calendário Judaico tem seu início oficial no ano 3.761 a.C. Mas, a contagem do tempo do primeiro selo do Apocalipse começa antes do dilúvio, ainda na época de Enoque.
O primeiro selo começa no nascimento de Enoque. Mas, podemos dizer que começa, aproximadamente, quando Noé e sua família saem da arca. E os demais selos vêm se sucedendo durante a História.
Admito que os tempos exatos são difíceis de serem determinados. É preciso um estudo mais acurado das datas e verificação das modificações que foram feitas nos calendários egípcios, Juliano, judaico e no próprio Calendário Gregoriano.
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ATENÇÃO: Os números 90 e 900, que foram usados, acima, para calcular, não são os números exatos; são aproximados. O número exato não pode ser revelado, porque é conhecimento hermético, fechado, e esse tipo de conhecimento não pode ser revelado ou dado a bel-prazer para o profano. Se alguém tiver entendimento, poderá deduzir qual é o número correto. Porém, empreguei o número 90 e 900 apenas para demonstrar que os tempos estão próximos de se cumprir.
O papa Gregório modificou o calendário Juliano para que o povão não tomasse conhecimento da contagem exata dos tempos. E foi por esse motivo que o Livro de Enoque também foi retirado da Bíblia e declarado como apócrifo. Mas esse livro não é apócrifo. O livro de Enoque é a mais antiga relíquia profética da humanidade.
Os quatro primeiros selos com os quatro cavaleiros representam os quatro impérios mundiais que existiram nos quatro milênios antes de Cristo.
O quinto selo corresponde ao período que se inicia a partir do ano 29 E.C, ano da morte e ressurreição de Cristo. É neste ano que se iniciou o período da dispensação da graça. As almas que se encontram debaixo do altar, descrito no quinto selo, são as dos primeiros cristãos que foram mortos no primeiro século da Era Cristã, por causa da palavra de Deus. Mas também se refere às almas dos mortos salvos desde Adão até o início da Era Cristã, que Jesus transportou do antigo paraíso e as levou até o terceiro céu.
Repare que na abertura do sexto selo é que ocorrem os últimos acontecimentos narrados por Cristo nos evangelhos. O sexto selo corresponde ao período que culminará com o arrebatamento. Os conservos dos cristãos que deviam morrer até que se completasse o número “X” são os judeus que seriam perseguidos e mortos pelos cristãos durante vários séculos (Cap. 6:11) até o ano de 1947, com o massacre de Adolf Hitler.
Quando é aberto o sexto selo acorre os fenômenos de uma grande tribulação. A tribulação do final do sexto selo atingirá a Igreja na Terra. Esse período é o famoso “aquecimento global”. A Igreja de Cristo irá sofrer muito antes de ser arrebatada, para que ela seja purificada e provada no fogo. Leia Daniel 12:10.
O sétimo selo corresponde ao sétimo dia em que os israelitas deram sete voltas ao redor da cidade de Jericó (Josué 6:13-16). Portanto, o sétimo selo não corresponde a um período de 900 anos, mas sim, a um período de 7 anos, que é o período da grande tribulação e domínio completo do mundo pelo governo da besta.
Quando é aberto o sétimo selo (Cap. 8) são tocadas as 7 trombetas, que são os juízos de Deus voltados para o governo da besta. As sete trombetas dos sete sacerdotes correspondem às sete trombetas dos sete anjos do Apocalipse.
O momento mais apoteótico ocorre quando o sétimo anjo se prepara para tocar a sétima trombeta. Quando a sétima trombeta é tocada se encerra toda a obra da redenção de Cristo e do governo humano na Terra. Então, uma voz no Céu brada:
“O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos” (Cap. 11:15).
Que maravilhoso seria presenciar pessoalmente tudo isso, assim como João!
Portanto, fique certo que o sétimo milênio ainda não começou; ele corresponde ao governo de Cristo na Terra; o sétimo milênio corresponde ao milênio sabático, ou seja, o milênio do descanso. Por isso Deus fez questão que fosse guardado o sétimo dia, o santo Sábado do Senhor, porque é um sinal de Deus.
O NÚMERO 666 E AS DISPENSAÇÕES
O número 666 está relacionado com os governos humanos e com Satanás. Pode significar, também, o sexto milênio, o sexto reino na Terra e a sexta dispensação dada aos homens: Dispensação da Inocência (de Adão e Eva), da Consciência (da saída do Paraíso), da Lei Mosaica; dos Juízes; da Graça (a atual) e da Provação ou Perseverança (grande tribulação). A sétima, a da Obediência, ocorrerá no reino milenar de Cristo.
AS SETE IGREJAS DA ÁSIA DOS CAPÍTULOS 2 E 3
As sete igrejas da Ásia menor foram escolhidas por Jesus como modelos das igrejas dos últimos dias. Essas igrejas são ESPELHOS. Cristo sabia que as igrejas dos últimos dias estariam nas mesmas condições daquelas igrejas da Ásia. Você deve olhar para cada uma delas e analisar se a sua vida material e espiritual se assemelha com alguma delas. Você pode fazer essa análise individualmente ou como um todo. Por exemplo, você pode verificar se a igreja a qual você pertence tem as mesmas obras e características de alguma daquelas igrejas. Depois, é só acatar as advertências que Jesus faz a cada uma das igrejas. Quem tem ouvidos, ouça!
A GRANDE BATALHA DO ARMAGEDOM (APOCALIPSE 16:12-16; 19:11-21 e 20:7-10)
A Batalha do Armagedom será a mãe de todas as guerras. Acontecerá nas planícies do Vale de Josafá, ou seja, nas campinas do Vale de Meggido, em terras iraquianas. Com a queda do governo de Saddan Russein, o caminho ficou aberto para os exércitos das nações se concentrarem neste lugar.
A guerra do Armagedom será inevitável. Porque, após ocorrer o arrebatamento, os governantes mundiais saberão ou já sabem que Cristo retornará do Céu e virá estabelecer o seu reino nesta Terra durante mil anos. Como Satanás é o maior inimigo de Cristo, ele organizará os exércitos dos maiores países da Terra para impedir que Cristo reine.
Os árabes, os chineses, os russos e todos os povos de religião não-cristã jamais vão querer aceitar que Cristo governe a Terra, e ainda mais durante mil anos. É muito tempo para eles agüentarem. As leis impostas por Cristo serão muito severas, e eles não vão querer acatá-las. Não vão admitir que a Terra seja governada pelos judeus. Por isso os judeus são o povo mais odiado da Terra, e movimentos anti-semitas e grandes líderes mundiais (como Adolf Hitler) já tentaram exterminar este povo da face da Terra. E nunca conseguiram e nem vão conseguir.
De qualquer forma, os exércitos se concentrarão no Vale de Meggido, armar-se-ão de todos os recursos bélicos, inclusive de bombas atômicas, para que possam resistir a Cristo. O Estado de Israel será refém. Ou Cristo recua ou os homens destroem o povo de Deus com as bombas nucleares. Mas, Cristo agirá depressa e não permitirá que o seu povo seja destruído. Os anjos destruirão os exércitos dos inimigos. E Cristo então governará a Terra. Leia o capítulo 14 de Zacarias.
Terminada a primeira fase da Batalha do Armagedom, Satanás ficará preso no poço do abismo durante mil anos. Depois, será solto novamente, e tornará a organizar os exércitos dos povos que sempre estiveram insatisfeitos com o governo de Cristo e se concentrarão novamente no Vale de Meggido para guerrear contra o povo judeu e o seu Cristo. Mas, Cristo desta vez dará o ultimato. Ou eles se arrependem ou serão todos destruídos. E como já está previsto, eles não recuarão e serão todos destruídos. Nesse tempo realmente as bombas atômicas serão detonadas. A Terra será queimada, todos os habitantes que não quiseram servir a Jesus serão destruídos e todas as obras dos homens perecerão. Os anjos também darão uma força para que a Terra seja totalmente purificada (Malaquias 4:1). Depois disso, vem o juízo final do grande Trono Branco e a criação do novo céu e da nova Terra.
A GUERRA DE GOGUE E MAGOGUE DE EZEQUIEL CAPITULOS 38 E 39
Quando e como esta guerra ocorrerá ninguém soube ainda determinar; é um enigma intrigante e os melhores teólogos ainda não conseguiram determinar em que época ela ocorrerá: se antes do arrebatamento ou depois. Será uma guerra contra o povo judeu, mas os exércitos inimigos serão derrotados. O escritor Abraão de Almeida defende que a invasão será comandada pela Rússia. Mas, esse escritor já reeditou várias vezes o seu livro “Israel, Gogue e o Anticristo”, corrigindo declarações precipitadas e acrescentando outras informações. Alguns eruditos acham que essa guerra é a mesma guerra do Armagedom, predita no Apocalipse.
Quanto à minha opinião, o que posso afirmar é que essa guerra de Gogue e Magogue se dará durante o reino milenar, em época indeterminada. As armas dos povos que os Israelenses usarão como combustível durante sete anos significa pagamento de tributo pelas nações em lugar da produção de armas. Existe uma interpretação “tola” de um teólogo renomado de que essas armas, que os Israelenses reterão dos inimigos, serão armas produzidas pelos Russos (Soviéticos), e que tais armas seriam fabricadas com um material que poderia fornecer energia suficiente para manter toda a atividade industrial e doméstica dos judeus durante sete anos. Mas essa interpretação é pura tolice. Essa explicação está no livro “Israel, Gogue e o Anticristo”, de Abraão de Almeida. Pense comigo: Será possível que durante os mil anos de Cristo na Terra não ocorrerá nenhum incidente de insurreição? Claro que haverá. Satanás não é o único instigador de revoltas, não.
Quanto à batalha do Armagedom, temos plena convicção de uma coisa: O pequeno país do Irã é o agente secreto do governo Russo. Da mesma forma que os Estados Unidos da América forneceram todo tipo de armamento bélico para Israel, a Rússia também tem fornecido para o Irã todo tipo de equipamento militar, inclusive tem fornecido a tecnologia de enriquecimento de urânio para instalação de usinas nucleares. Só que os EUA desconfiam que o Irã pretende construir a bomba atômica para destruir o Estado de Israel, o povo judeu. Ora, se a Rússia fornece (por debaixo dos panos) todo tipo de armamento militar para o Irã, será que ainda não forneceu a bomba atômica? Alguns especialistas dizem que Israel possui mísseis nucleares, fornecidos secretamente pelos Estados Unidos. Mas isso não é verdade, porque viola todos os tratados de não-proliferação nuclear. Somente 7 países possuem a bomba atômica: Estados Unidos da América, Rússia, China, França, Inglaterra, Índia e Paquistão. Três países querem ter a bomba atômica, mas são impedidos: Iraque, Irã e Coréia do Norte. Repare o número: 7 países possuem o domínio da bomba atômica.
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ÚLTIMAS CONSIDERAÇÕES
Por ser um comentário não-conclusivo, não dou maiores detalhes, aqui, sobre os fatos e nem poderei continuar narrando os demais eventos do livro do Apocalipse, pois pretendo publicar futuramente textos com mais riquezas de detalhes sobre estes mesmos assuntos.
Jesus citou ainda outros sinais da sua vinda: sinais físicos, tais como catástrofes, pestes, terremotos, e sinais de decadência moral: guerras, violências, decadência moral da família, aumento da iniqüidade, falta de fé, falta de amor e solidariedade, etc. Mas muitos desses sinais sempre existiram na história da humanidade, embora sabemos que a decadência moral, o aumento da iniqüidade, catástrofes e terremotos têm sido mais freqüentes no ultimo século XX. E neste século XXI a situação tende a piorar, inclusive agora, com o chamado “aquecimento global”. A citação do apóstolo Pedro (3:7-10) não se refere à época do arrebatamento, mas se refere ao dia da segunda vinda de Cristo em glória, para botar fim à primeira fase da batalha do Armagedom e reinar na Terra durante mil anos. Leiamos:
“… mas os céus e a terra de agora, pela mesma palavra, têm sido guardados para o fogo, sendo reservados para o dia do juízo e da perdição dos homens ímpios. (…) Virá, pois, como ladrão o dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se dissolverão, e a terra, e as obras que nela há, serão descobertas”.
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Agora, abrindo outro parêntese, só para enriquecer o seu conhecimento a respeito da Bíblia, vou ponderar e esclarecer alguns detalhes importantes.
Na verdade, citação de Pedro 3:7-10 não tem concordância com outras referências similares da Bíblia e nem com o livro do Apocalipse. Sabemos que os apóstolos Pedro, Judas e Tiago conheciam as profecias do Livro de Enoque (livro apócrifo) e liam profecias de outros livros proibidos para os leigos, que não foram incluídos na atual Bíblia que temos. Assim como o apóstolo Judas fez uma citação do livro apócrifo de Enoque (Judas vers. 14 e 15), também o apóstolo Pedro deve ter feito esta citação de uma fonte extrabíblica. O mesmo apóstolo Judas fez ainda outra citação extrabíblica que não se encontra nos livros do Antigo Testamento (Judas vers. 9). Eis as citações:
“Para estes também profetizou Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que veio o Senhor com os seus milhares de santos, para executar juízo sobre todos e convencer a todos os ímpios de todas as obras de impiedade, que impiamente cometeram, e de todas as duras palavras que ímpios pecadores contra ele proferiram”.
Esta profecia que se encontra no livro apócrifo de Enoque se refere à vinda de Jeová e os anjos para trazer o juízo sobre os homens pecadores, com a catástrofe do dilúvio.
“Mas quando o arcanjo Miguel, discutindo com o Diabo, disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar contra ele juízo de maldição, mas disse: O Senhor te repreenda”.
A citação extrabíblica de Judas, acima, não se encontra no Livro de Enoque. Judas deve tê-la extraída de algum livro, do qual só tinha conhecimento pessoas mais instruídas ou privilegiadas daquela época. Na literatura judaica existiam livros didáticos, que serviam de ensino para o povo e os livros proibidos, que o povo não podia saber o seu conteúdo. Somente os sacerdotes, os escribas, os rabinos e pessoas privilegiadas tinham acesso a esses livros. Quando os teólogos modernos criaram o Cânon das Sagradas Escrituras eles rejeitaram os “livros proibidos” e denominaram tais livros de “apócrifos”, ou seja, livros não inspirados ou de origem espúria. Pelo menos, quanto ao livro de Enoque, eu pessoalmente o considero o primeiro livro da Bíblia que foi rejeitado e, também, o acho como a mais antiga maravilha literária de conteúdo profético. Não vejo nada de controverso neste livro com relação aos fatos bíblicos. Os teósofos afirmam que as doutrinas e dogmas do cristianismo têm sua origem no Livro de Enoque. Enquanto os cristãos desprezam esse Livro, os teósofos o valorizam e o reconhecem como uma relíquia da humanidade.
O livro de Apocalipse foi o último livro incluído no Cânon das escrituras neotestamentárias da Bíblia. Mas ele foi incluído não por ter sido o último livro inspirado, escrito no ano 96 d.C. por João. O livro de Apocalipse passou mais de 200 anos sendo considerado não-inspirado pelos pais da Igreja. Para que você entenda de uma vez por toda, o livro de Apocalipse só foi inserido na Bíblia porque o seu conteúdo profético é alegórico, mais alegórico que no livro de Enoque. Se as revelações do Apocalipse fossem mais literais, jamais os organizadores do Cânon Sagrado teriam permitido a sua livre leitura.
Assim como na Bíblia existem aparentes erros e contradições, também, o livro de Enoque foi mal julgado e interpretado pelos críticos. Não existe contradição no livro de Enoque com os demais livros da Bíblia. Os cristãos ortodoxos ocidentais rejeitaram o Livro de Enoque porque os estudiosos do Cânon Judaico o rejeitaram. Mas isso não justifica a rejeição do Livro de Enoque por parte dos cristãos. Por favor, entenda-me! A maioria dos judeus rejeita até hoje a história de Cristo e os escritos do Novo Testamento. Ora, nem por isso os formadores do Cânon da Bíblia cristã rejeitaram também os escritos do Novo Testamento. Assim como os judeus rejeitam Cristo como um Filho de Deus (mais um Deus com Jeová) e os escritos paulinos, eles também rejeitaram o Livro de Enoque, porque justamente neste livro é profetizado a vinda do Messias como um Filho de Deus. Como os judeus sempre sabiam que Jeová nunca tinha falado que tinha um Filho, e que esse Filho devia ser adorado também, eles o rejeitaram totalmente. Ora, se os judeus tinham sofrido 70 anos no cativeiro babilônico por causa da idolatria, e Jeová os trouxera novamente para a sua Terra natal para que eles o servissem fielmente, como esse povo poderia cair no mesmo erro do pecado da idolatria? Eles não poderiam aceitar Jesus Cristo como um Deus ou mesmo se dizendo Filho de Deus, porque eles só podiam adorar um só Deus, que era Jeová. Por isso se justifica a rejeição de Jesus Cristo, pelos judeus.
Alguns teólogos alegam que no Antigo Testamento há profecias sobre a vinda do Filho de Deus. Porém, a verdade é que os judeus esperavam não o próprio Filho de Deus, mas sim o Messias, o Ungido, o Prometido, o libertador ou salvador da opressão de seus inimigos, aquele que se assentaria no trono de Davi para sempre. Muitos profetas do Antigo Testamento fizeram milagres: Moisés, Josué, Elias, Eliseu, João Batista, mas nenhum deles se auto-proclamou “Filho de Deus” e igual ao Pai, e nem perdoaram pecado. Jesus, porém, primeiramente apareceu como profeta, mas quando começou a perdoar pecados e se dizer igual ao Pai (Jeová) os judeus prontamente o rejeitaram e o chamaram de blasfemo. Por uma parte os judeus tinham razão, pois Jeová nunca havia dito antes que tinha um Filho. Jesus, apesar de ser o verdadeiro Filho de Deus, nunca se proclamou “Filho de Deus”. E isso é provado nos quatro Evangelhos. Jesus sempre se autodenominava “Filho do Homem”. E, inclusive, fazia questão de não ser chamado Filho de Deus. Leia Lucas 4:41. Quando o anjo apareceu a Maria, disse que Jesus SERIA chamado “Filho de Deus”. O anjo não disse que Jesus era Filho de Deus. Quando Jesus perguntou aos discípulos o que as pessoas diziam a seu respeito, também perguntou aos discípulos o que eles achavam de sua pessoa. Pedro se apressou e deu sua opinião: “Tu és o Cristo de Deus”. Repare que essa frase se encontra em três dos quatro Evangelhos (Marcos, Lucas e João) e somente no Evangelho de Mateus a frase de Pedro foi traduzida diferente: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”. Se em três Evangelhos diz que Jesus é o Ungido de Deus, o Cristo de Deus, o Santo de Deus prometido e não o próprio Filho de Deus, então devo confiar no testemunho de três e não de um somente. Ainda a esse respeito, no livro do profeta Isaías diz: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz” (Isaias 9:6). Esta é a tradução correta do versículo.
Existe uma tradução do versículo anterior que reza assim: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz”.
O significado da expressão “Pai da Eternidade” é completamente diferente da expressão “Pai Eterno”. Uma variante de “Pai da Eternidade” seria “Pai Eternal”. Quanto à expressão “Deus Forte”, não há certeza de que a expressão estava se referindo ao próprio Jeová ou a seu Filho, Jesus. Os juizes de Israel eram chamados de “deuses”. Veja Salmo 82:6. O termo Emanuel (Isaías 7:14), que significa “Deus Conosco”, também não garante que estava se referindo ao próprio Deus que iria se humanizar. Os judeus só conheciam um Deus, que era Jeová. Quando Jesus discutia com eles (Cap. 8 de João), ficaram bastante ofendidos. Coloque-se em lugar dos judeus. Será que você suportaria Jesus falando daquela maneira? Seja honesto! Uns aceitavam Jesus como um profeta poderoso, mas não como um Deus.
O que eu quero dizer com essas ponderações é mostrar que no Antigo Testamento não fala e não há textos provando que Deus-Jeová tinha um Filho e que este era o Messias, o Ungido que viria salvar o povo do jugo de seus opressores. O que está escrito é que o Messias seria um descendente da linhagem de Davi, de origem carnal humana e não de origem divina. Leia o que o sumo sacerdote Caifás afirmou em João 11:50 e 18:14. Leia também Luc. 24:21; 2:34,38; Atos 1:6.
Uma coisa é certa, e quero deixar bem claro: na verdade, os estudiosos judeus nunca deixaram de ler e estudar as profecias do livro de Enoque, mesmo depois desse livro ter sido publicamente rejeitado. Enquanto os cristãos rejeitam esse livro precioso, os esotéricos e os teósofos dão maior valor a ele. Os teósofos chamam alguns livros proibidos de “cabalísticos”. O Livro de Enoque tem um estilo diferente na sua forma literária porque ele foi o primeiro livro da Bíblia a ser escrito. Foi Enoque quem o escreveu bem antes da existência de Moisés, antes mesmo de ter ocorrido o dilúvio bíblico; foi escrito bem antes de Moisés ter escrito o livro de Gênesis. No livro de Enoque tem relato mais exato e detalhado sobre o fim do mundo. Mas, infelizmente não vou comentar aqui. E, melhor dizendo, mesmo porque, quem só usa a Bíblia como única fonte de informação e rejeita qualquer outra fonte de informação que seja verdadeira, não merece conhecer as profecias do Livro de Enoque. Não devemos jogar nossas pérolas aos cães. Nem tudo na Bíblia é fácil de ser esclarecido a respeito do fim dos tempos, por isso, temos que tomar informação de fontes extrabíblicas. O Livro de Enoque não foi criado por vontade humana e nem foi escrito por homens ímpios. Como poderia homens ímpios escrever um livro que os condena veementemente? O que mais se fala neste livro é ameaça contra os ímpios que não querem saber de Deus e contra Satanás e os anjos caídos ou demônios. Não há nada contraditório no Livro de Enoque com os fatos narrados na Bíblia.
A propósito, o Livro de Enoque foi excluído da Bíblia no ano 300 d.C. pela Igreja Católica Romana por razões óbvias, e o pior é que os teólogos evangélicos caíram nessa cilada. É que nesse livro é retratado com mais detalhes a data do fim dos tempos. Enoque disse que os anjos que pecaram com as filhas dos homens ficariam presos por determinação divina durante 70 gerações. Enoque também disse que a história humana na Terra seria determinada por uma semana de milênios e o início da contagem seria com a data do seu nascimento. Quem é que sabe a data exata do nascimento de Enoque? Leia o livro de Gênesis e observe que Enoque foi transladado com a idade de 365 anos, ou seja, o número da sua idade equivale aos dias de um ano solar completo. Enoque andou com Deus, como diz a Bíblia e não foi mais achado, porque Deus o arrebatou. Mas, por que Enoque foi tomado da Terra? É porque ele sabia demais. Consulte um dicionário bíblico e confirme o significado do nome “Enoque”, e veja que significa “Iniciado”. Uma pessoa “iniciada” é aquela que possui conhecimento secreto ou oculto, é aquela pessoa que sabe a verdade dos fatos. A semana de tempos de Enoque refere-se aos 7 selos do livro do Apocalipse. Também as sete voltas ao redor da cidade de Jericó descrita no livro de Josué significa os sete tempos de duração da história humana. Repare que no sétimo dia os israelitas deram sete voltas ao redor da cidade. O primeiro número é 7 x 6 = 42 e o segundo é 7 x 7 = 49. A cidade de Jericó simboliza o mundo. E uma geração equivale a 70 anos, ou seja, a vida média do homem.
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Pronto! Fechando o parêntese, agora vamos continuar falando de outros sinais da segunda vinda de Cristo, conforme a Bíblia diz.
Segundo a maioria dos teólogos, o arrebatamento ocorrerá sete (7) anos antes da segunda vinda de Cristo. Ou seja, o arrebatamento dar-se-á sete anos antes do estabelecimento do reino de Cristo com a sua Igreja e os 144 mil judeus na Terra, durante mil anos.
Um outro sinal da segunda vinda de Jesus é a profecia a respeito da destruição do Templo, que em três dias Cristo o ergueria novamente (João 2:19-20). Muitas coisas que Jesus falava eram enigmas; ele também falava muitos segredos através de parábolas ou alegorias. O templo ao qual Jesus se referia não era apenas o seu corpo físico ou a sua morte e ressurreição ao terceiro dia. Ele também se referia ao período que corresponde a sua ida para o Céu e o seu retorno. Um dia corresponde a mil anos. Como sabemos que Jesus não passou exatamente três dias e três noites no sepulcro, isso significa que a segunda vinda de Cristo ocorrerá em menos de três mil anos após a sua ida para o Céu. Seria por acaso no ano de 2.438? Se for, então, a segunda vinda de Jesus ainda não ocorrerá na atual geração. Pedro disse: “Mas vós, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se” (II Ped. 3:8-9). Ora, pela contagem de Jesus, ainda não se passaram três dias que ele subiu para o Céu.
E para concluir, ainda farei um pequeno comentário sobre o capítulo 24 do Evangelho de Mateus.
O seguinte texto, pronunciado por Jesus, é um dos mais difíceis de se compreender a respeito da segunda vinda de Cristo e do arrebatamento. Uma mesma profecia pode ter dois cumprimentos em épocas diferentes: um, a curto prazo e outro, a longo prazo. As profecias de Jesus citadas no capítulo 24 de Mateus são uma miscelânea, ou seja, elas estão misturadas; temos que separá-las, para verificar quais já se cumpriram e quais ainda estão para se cumprir. Porém, uma mesma profecia pode ter dupla ocasião para se cumprir. Observe os textos destacados em negrito, com breve comentário entre colchetes. Mateus 24:3-44.
3 E estando ele sentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Declara-nos quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo.
4 Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane.
5 Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e a muitos enganarão.
6 E ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; olhai não vos perturbeis; porque forçoso é que assim aconteça; mas ainda não é o fim.
7 Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino; e haverá fomes e terremotos em vários lugares.
8 Mas todas essas coisas são o princípio das dores.
9 Então sereis entregues à tortura, e vos matarão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome. [Aqui Jesus está se referindo ao povo judeu. Não são os cristãos ocidentais que são o povo mais odiado das nações, mas, sim, os judeus. Mesmo os judeus tendo tido rejeitado o Filho de Deus, porém, eles são a nação escolhida de Jeová e foram eles os propagadores do Deus único e verdadeiro. Os judeus até o século passado foram odiados pelos próprios cristãos, por terem rejeitado Jesus e permitido a sua crucificação. Durante séculos os judeus foram mais odiados pelos cristãos do que por outros povos. De qualquer forma eles carregam o estigma do nome de Cristo e por isso são o povo mais odiado da Terra. Nós, cristãos, devemos sempre amar e respeitar esse povo, pois a eles devemos a nossa salvação e o conhecimento do Deus verdadeiro].
10 Nesse tempo muitos hão de se escandalizar, e trair-se uns aos outros, e mutuamente se odiarão.
11 Igualmente hão de surgir muitos falsos profetas, e enganarão a muitos;
12 e, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará.
13 Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo. [Esta profecia se refere a dois momentos. Está se referindo aos cristãos verdadeiros dos últimos dias, que estão resistindo às investidas de Satanás e não estão se contaminando com as coisas mundanas de nossos dias. E também se refere aos cristãos que não serão arrebatados e ficarão a sofrer as agruras da grande tribulação provocadas pelo governo do Anticristo contra os remanescentes da mulher do capítulo 12 do Apocalipse. Os cristãos “deixados para trás”, que conseguirem atravessar os sete anos de tribulação poderão se regozijar quando Cristo retornar das bodas do Cordeiro no Céu para governar a Terra durante mil anos].
14 E este Evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim. [Esta profecia jamais se cumprirá antes do arrebatamento, visto que a maioria das igrejas estão mergulhadas no mundanismo, e pode passar séculos e séculos mas não vão conseguir levar o conhecimento do Evangelho a todas as nações. A religião que mais tem crescido no mundo é o Islamismo. O Cristianismo está em crise. A não ser que aconteça o que está escrito em II Crônicas 7:14, esta profecia se cumprirá logo. Porém, o certo é que esta profecia só se cumprirá plenamente no período da grande tribulação (Apoc.14:6), após o arrebatamento e, também, durante o reino milenar de Cristo na Terra].
15 Quando, pois, virdes estar no lugar santo a abominação de desolação, predita pelo profeta Daniel (quem lê, entenda),
16 então os que estiverem na Judéia fujam para os montes;
17 quem estiver no eirado não desça para tirar as coisas de sua casa,
18 e quem estiver no campo não volte atrás para apanhar a sua capa.
19 Mas ai das que estiverem grávidas, e das que amamentarem naqueles dias!
20 Orai para que a vossa fuga não suceda no inverno nem no sábado; [Os versículos 16 a 20 se referem à invasão da cidade de Jerusalém pelo exército romano, que ocorreu no ano 70 de nossa era].
21 porque haverá então uma tribulação tão grande, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá.
22 E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias. [Já este versículo se refere ao tempo do fim, antes do arrebatamento; do jeito que está caminhado a humanidade, se distanciando cada vez mais de Deus, daqui a alguns anos até os que se dizem hoje ser crentes e salvos perderão a fé e negarão o Filho de Deus. Para que muitos se salvem, Deus na sua presciência, já abreviou o dia da sua vinda].
23 Se, pois, alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo aí! não acrediteis;
24 porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.
25 Eis que de antemão vo-lo tenho dito.
26 Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto; não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis.
27 Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem.
28 Pois onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres. [Esta profecia não se refere ao arrebatamento, conforme a maioria dos que lêem pensa. Refere-se ao aparecimento de Jesus em glória, voltando das bodas do Cordeiro e vindo para governar a Terra durante mil anos. Assim como visualizamos o relâmpago de uma ponta à outra do céu, assim também Jesus será contemplado por todos os habitantes da Terra, vindo na sua glória (Apoc. 1:7). É isso que quer dizer o texto. Não significa que Cristo virá rapidamente como um relâmpago].
29 Logo depois da tribulação daqueles dias, escurecerá o sol, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu e os poderes dos céus serão abalados. [Observe que a narração de Jesus não segue uma ordem cronológica; neste caso Jesus se refere ao período da grande tribulação e o governo da besta. O chamado “aquecimento global” de nossos dias já é um prenúncio desses fenômenos que ocorrerão na natureza. Quanto aos poderes do céu serem abalados, refere-se a uma agitação na ordem dos planetas do Sistema Solar. Leia Heb. 12:25-26; Isaías 30:26].
30 Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. [Aqui se refere à segunda vinda pessoal de Jesus a esta Terra, para governá-la, juntamente com os 144 mil judeus escolhidos, a Igreja fiel que foi arrebatada e os santos anjos, durante mil anos (Apoc. 1:7; 20:6)].
31 E ele enviará os seus anjos com grande clamor de trombeta, os quais lhe ajuntarão os escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus. [Aqui se refere ao ajuntamento dos 144 mil israelitas que serão escolhidos para reinar com Cristo].
32 Aprendei, pois, da figueira a sua parábola: Quando já o seu ramo se torna tenro e brota folhas, sabeis que está próximo o verão. [A figueira simboliza a nação de Israel, o povo judeu. Desde o ano de 1948 os judeus têm se estabelecido na sua própria Terra e lá devem permanecer intocáveis. Eles podem permanecer intocáveis durante 70 anos [2018] ou, então, durante 490 anos].
33 Igualmente, quando virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, mesmo às portas.
34 Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas essas coisas se cumpram. [Esta é a profecia mais difícil de interpretar. Uma geração tem duração de cerca de 70 anos, que é a média da vida humana. Na verdade, a geração a qual Jesus se referia já se passou. E, então, como é que fica o cumprimento da maioria das profecias citadas neste capítulo 24 de Mateus? Mas, a resposta está no próximo versículo].
35 Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão. [Embora a geração da época de Jesus tenha passado, as suas profecias não deixarão de ser cumpridas. Lembre-se que eu falei que as profecias de Jesus estão misturadas. Quando Jesus disse que aquela geração não passaria sem que aquelas coisas acontecessem, estava se referindo às profecias relativas a invasão de Jerusalém pelo exército romano no ano 70 d.C. Nessa invasão houve grande mortandade de judeus, a cidade foi incendiada, o templo saqueado e queimado, e os judeus sobreviventes foram dispersos pelas localidades do Império Romano. Essa dispersão ficou conhecida como “Diáspora”].
36 Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai. [Não poderei comentar com mais detalhe essa declaração de Jesus, pois é muito polêmica, já que consideramos Jesus como Deus onisciente e que não pode mentir. Porém, digo que o dia e a hora podemos não saber, mas o ANO em que ocorrerá o arrebatamento e a segunda vinda de Jesus podemos determinar através dos cálculos envolvendo o número sete (7) em toda a Bíblia. Só que não é fácil. Se alguém conseguir decifrar o enigma, quem acreditará? A Bíblia é a Palavra de Deus, é a voz de Deus falando aos homens; e se ela é a Palavra de Deus e só Ele sabe o dia da volta de Cristo, então na própria Bíblia está escondido a data do fim dos tempos. Em Atos 1:7 Jesus estava falando com pessoas simples. Porém, os sábios e entendidos podem decifrar as profecias que foram proferidas em forma de alegoria. Leia Daniel 12:10 e Apoc. 13:18 e 17:9-10].
37 Pois como foi dito nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem.
38 Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca,
39 e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos; assim será também a vinda do Filho do homem.
40 Então, estando dois homens no campo, será levado um e deixado outro;
41 estando duas mulheres a trabalhar no moinho, será levada uma e deixada a outra. [Aqui se refere ao dia do arrebatamento].
42 Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor;
43 sabei, porém, isto: se o dono da casa soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa.
44 Por isso ficai também vós apercebidos; porque numa hora em que não penseis, virá o Filho do homem. [Mesmo que alguém decifre a data exata dos acontecimentos do fim dos tempos, as pessoas não vão acreditar, porque a incredulidade e a falta de fé está cada vez mais aumentando].
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Miquels - Manaus, 16/07/2008
ASSUNTOS QUE BREVE SERÃO PUBLICADOS
ASSUNTOS QUE SERÃO PUBLICADOS OU ATUALIZADOS
Os seguintes temas serão abordados nos meus estudos e depois serão gravados em CD-ROM e publicados neste blog; posteriormente serão distribuídas algumas cópias em CDs, que poderão ser copiadas livremente e divulgadas para outras pessoas.
A maioria das interpretações será de meu próprio cunho, pois não serão simples repetições do que outros teólogos e intérpretes da Bíblia já escreveram; eu tenho opinião própria; porém, tudo que for comentado será embasado na própria Palavra de Deus, a Bíblia, e no conhecimento que Deus me tem dado para interpretar os textos com uma visão diferente. Alguns assuntos serão complementados com dados extraídos de enciclopédias, dicionários e citações de livros diversos, mas serão indicados no rodapé. Porém, quanto a acreditar ou não nas informações que darei a respeito dos temas, isso ficará com a sua consciência. Meus comentários serão tratados dentro da exegese bíblica e orientações da hermenêutica.
ASSUNTOS:
1) Estudo detalhado sobre a veracidade da Bíblia, provas da autenticidade das cópias mais antigas dos textos sagrados, a fidelidade dos escritos dos apóstolos e a preservação fiel desses escritos durante séculos. Mostrarei provas de que o Diabo, o grande inimigo de Deus, tem levantado muitos escritores na atualidade para desmentir a realidade e veracidade da Bíblia. Se não houvesse a Bíblia, o mundo não teria o mínimo conhecimento sobre o Deus verdadeiro e a verdade das coisas. A Bíblia tem instigado eruditos e cientistas a investigar os fatos históricos que nela estão contidos e outros fatos que somente os escritores bíblicos foram capazes de narrar com tantos detalhes. Se a Bíblia não existisse, talvez a raça humana não teria chegado à época atual e a este estágio de civilização, pois as nações teriam entrado num estado de barbárie total por causa da falta de temor a alguma divindade, ou temor a Deus, e falta de respeito à criatura humana por não haver nenhuma razão para a nossa existência. Se entre as nações não tivesse sido divulgado a existência de um Deus poderoso, Criador, a quem devêssemos temer, os homens já teriam todos se auto-destruído por causa da ambição e do egoísmo; ou, talvez, uns poucos ditadores estariam dominando a Terra e subjugando os demais seres humanos. Muitos eruditos ateus afirmam que a causa do atraso da humanidade em relação ao conhecimento científico e evolução cultural foi a invenção das religiões e o surgimento de livros religiosos, tais como a Bíblia, o Al-Corão, etc. Mas, ao contrário, se os homens não tivessem nenhuma noção de Deus, não teriam nenhum temor, não teriam amor ou respeito pelos seus semelhantes, por não haver razão para a existência. E isso seria motivo suficiente para os mais fortes dominarem os mais fracos ou eliminá-los totalmente da face da Terra. Muitos ditadores, imperadores, reis e rainhas não cometeram maiores barbaridades ou extermínios de outras raças em razão de algum temor, fruto da crença em alguma divindade. Até mesmo os Israelitas, que sendo ordenados por Deus para exterminar todos os habitantes da terra de Canaã (porque eram grandes pecadores idólatras), não eliminaram algumas mulheres e crianças, porque tiveram pena ou algum temor. Se os Israelitas não tivessem conhecimento de Deus e tivessem tomado a terra dos cananeus, talvez a matança ou genocídio daquele povo teria sido muito pior. O menos cruel teria sido escravizar aqueles que sobrevivessem. Desde a 1ª Guerra Mundial, a idéia de Adolf Hitler era ser um grande líder e lutar pela eliminação ou escravização das raças inferiores, não-arianas. No seu primeiro livro ele já defendia a idéia da predominância das raças superiores. Se as raças inferiores sobrevivessem, teriam que ser subjugadas; trabalhariam como proletariados, mal-assalariados, ou trabalhariam simplesmente como escravos. Foi essa a idéia de Hitler ao assumir o poder do governo germânico como ditador. A primeira idéia de Hitler era usar a mão-de-obra barata dos judeus ou escravizá-los para construção de seu império mundial. Mas, os seus planos foram frustrados. Quando se viu perdendo a guerra, botou em prática o segundo plano: se as raças inferiores não servirem como escravos, terão que ser eliminadas. Então, ele tratou de ordenar aos seus comandados a eliminação dos judeus, pouco a pouco.
2) Debate sobre a Teoria da Evolução das Espécies de Charles Darwin e o ensino das Escrituras sobre o Criacionismo de Deus. Provas que refutam a teoria da evolução e apóiam a teoria do criacionismo. Explicação detalhada sobre os dois relatos aparentemente confusos da criação do homem. E o caso de Deus ter feito aparecer a luz no primeiro dia da criação antes de ter criado o Sol e as estrelas no quarto dia.A narrativa a partir de Gênesis 2:4 é uma outra narrativa da criação bem diferente da primeira. A primeira narrativa termina em Gênesis 2:3. Quando Moisés escreveu sobre a criação ele se baseou em mais de uma fonte de informação. Na primeira narrativa diz que Deus criou os animais antes do homem ser criado (Gen. 1:20-25 e 1:26-28); na segunda diz que Deus primeiro criou o homem do pó da terra, e somente depois foi que Deus criou as plantas e os animais e os trouxe a Adão (Gen. 2:7 e 2:19-20). Enfatizarei testemunhos de grandes cientistas que eram declaradamente ateus, e que após estudar minuciosamente a realidade das coisas, passaram a acreditar em Deus e na criação, como por exemplo, o cientista FRANCIS S. COLLINS, Diretor do Projeto Genoma Humano. Este grande cientista, após passar vários anos com sua equipe tentando decifrar e mapear o código genético humano, encontrou evidências a favor da criação do homem por um ser inteligente. Concluiu que o designe do DNA é um “designe inteligente”, e não pode ter existido por acaso. Em 2006 ele publicou o seu livro (grande best-seller), intitulado “A LINGUAGEM DE DEUS – Um cientista apresenta evidências de que Ele existe”. O livro já foi traduzido para o português, pela Editora Gente.Fico admirado de ver renomados cientistas ateus escrevendo livros, contrariando a Teoria do Criacionismo de Deus, sabendo que outros cientistas cristãos tem provas contundentes a respeito da criação. A Teoria da Evolução não tem consistência e nem provas razoáveis. Os cientistas só especulam e acreditam nessa teoria apenas pela fé. O problema é que os ensinamentos da Teoria da Evolução prevalecem nos livros escolares do mundo todo, e o grupo dos cientistas ateus lutam diante dos governos para que prevaleçam esses ensinos nas escolas. Se eles cederem, a Teoria do Criacionismo de Deus será ensinado nas escolas e a Bíblia será muito creditada. Os cientistas ateus não querem que prevaleça a crença na veracidade da narrativa bíblica, porque há aqueles que estão a serviço de Lúcifer e o objetivo é confundir e fazer com que as pessoas desacreditem na Bíblia e na existência de Deus.
3) Resumo da origem das grandes religiões do mundo e o que elas ensinam; e o que elas falam sobre Deus, Satanás, a Bíblia, Jesus, o final dos tempos, a situação após a morte, a ressurreição, o céu e o inferno, o juízo final, etc.
4) Comentário sobre o Livro Sagrado do Islamismo, o Alcorão.
5) Resumo da origem das principais seitas cristãs e evangélicas, após a Reforma Protestante, liderada por Matinho Lutero, e as que surgiram no século XIX e XX. Comentarei sobre outros segmentos filosófico-religiosos tais como: gnosticismo, arianismo, budismo, taoísmo, bramanismo, xintoísmo, etc.
6) Resumo da origem das seitas evangélicas do movimento chamado “Neopentecostalismo” (que ensina a Teologia da Prosperidade), tais como: Igreja Universal do Reino de Deus, Igreja Internacional da Graça, Igreja Renascer, Igreja Sara Nossa Terra, etc. Essas igrejas estão pregando um outro evangelho, e tudo isso é cumprimento da Palavra de Deus. O Evangelho que Cristo ensinou e mandou pregar é totalmente diferente deste que as igrejas neopentecostais estão pregando. Jesus mandou pregar o amor ao próximo e a salvação da alma (não a quebra de maldições e aquisição de bens e riquezas para deleite nesta vida). Leia I Tim. 6:9-11,17; Mateus 6:20; Lucas 18:24. “A parte que caiu entre os espinhos são os que ouviram e, indo seu caminho, são sufocados pelos cuidados, RIQUEZAS, e DELEITES DESTA VIDA e não dão fruto com perfeição” (Luc. 8:14).
7) Comentário sobre as origens da idolatria na Igreja Católica Romana, o Dogma da Assunção de Maria, e a origem da imagem de Nossa Senhora Aparecida. O Imperador de Roma, Constantino, era idólatra e adorava ao deus-Sol, e como a adoração a esse deus era no domingo, ele determinou a lei, abolindo a adoração a Deus no dia de Sábado. Por causa disso, milhares de judeus foram mortos, perseguidos e massacrados pelos cristãos em toda a Europa. A veneração a imagens de ídolos na igreja é fruto dos cultos pagãos, porque os pais da Igreja Primitiva morreram e aqueles que os sucederam permitiram a veneração de ídolos, também por influência dos prosélitos, que não queriam deixar a velha prática de estar diante de um ídolo para fazer suas orações. A advertência expressa dada por Deus, na Bíblia, é que jamais se faça imagem de escultura de NADA, nem dos que estão no Céu. Leia Êxodo 20:4; Deut. 5:8. Repare que, não fazer “figura do que há em cima nos céus”, não se refere apenas aos astros (Sol, Lua, Planetas, etc), mas aos seres angelicais ou a própria divindade. Se não devemos fazer imagem dos que estão acima, no céu, muito menos devemos fazer imagem de homens ou mulheres e colocar na Casa de Deus para venerar.
8) Explicação sobre sincretismo religioso; os deuses das religiões afro-brasileiras, que nada tem a ver com os santos da Igreja Católica e nem com Jesus ou Maria. Os cultuadores de demônios colocaram os nomes dos santos da Igreja Católica nos seus ídolos apenas para disfarçar, a fim de evitar a perseguição da Igreja contra as suas práticas demoníacas. Dizem que Yemanjá é Nossa Senhora, mãe da vida e que Oxalá é o próprio Senhor Jesus Cristo. Que absurdo! E a Igreja Católica deixou que fizessem isso, e ficou por isso mesmo.
9) Síntese das principais Sociedades Secretas herméticas, que controlaram e ainda controlam o mundo; sua face oculta; suas origens e seus supostos objetivos: Maçonaria, Rosa-Cruz, Opus Dei, Golden Dawn, Cavaleiros Templários (escondidos na Maçonaria), Cátaros, Cabala, Crânios e Ossos (ou Skull & Bones Society), Illuminati, Ku Klux Klan, Seitas Dionisíacas, Nazismo, Os Bildenberger, A Comissão Trilateral, Bohemian Club, CRF – Conselho para Relações Exteriores, Liga Mundial dos Illuminat, etc. São as sociedades secretas que estão levando o mundo para o caos. Existem sociedades com fins políticos e econômicos; outras, com fins puramente religiosos, cristãos e não-cristãos. Os homens que governam e controlam o mundo são pessoas egoístas e mantêm sempre o espírito de conquista e domínio. Para as sociedades secretas que planejam conspirações, não existe conquista quando existe paz; não há força e domínio quando estamos em tempo de paz; então é preciso o mundo estar sempre em guerra, pois é ela que possibilita a conquista e o domínio; nunca existirá potência mundial ou império mundial se houver acordos de paz. São as sociedades secretas que instigam as guerras. São elas que estão impedindo as ações contra o aquecimento global. E nada podemos fazer contra elas; só Deus dará fim a esses terríveis homens, que tem suas mentes controladas por Lúcifer.Algumas sociedades interferem nas emissoras de rádio e televisão mais importantes do mundo; controlam os grandes bancos do mundo e o comércio entre as nações; controlam as bolsas de valores e o preço do petróleo; interferem diretamente nos governos das grandes potenciais mundiais. Um dos objetivos dos “Protocolos dos Sábios de Sião” é manipular as informações que são passadas ao público nas emissoras de rádio, TV e Internet.Por exemplo, enquanto os cientistas da ONU, membros do IPCC, divulgam dados alarmantes sobre o aquecimento global e o clamor que fazem aos líderes de todos os países para que tomem medidas mais urgentes e eficazes contra o aquecimento da Terra, outros cientistas, ligados às sociedades secretas, aparecem na televisão e na Internet divulgando informações contrárias às informações dos cientistas da ONU, afirmando que o aquecimento global é uma farsa. A população da Terra deve ter em mente que um dos maiores objetivos das sociedades secretas é levar o mundo para o caos, porque homens egoístas têm fome de poder e domínio, e só poderão alcançar essas coisas se houver guerras, catástrofes, epidemias, endemias, conflitos entre nações. Se acontecer uma terceira guerra mundial, todos os tratados de paz que foram assinados na ONU serão anulados.As sociedades secretas não admitem que uma organização ou alguém possa ameaçar os seus interesses. Elas mantêm espiões em todas as partes do mundo, infiltrados dentro de governos e instituições, redes de jornais e televisão. Os líderes religiosos cristãos não incomodam muito as sociedades secretas porque são um bando de incompetentes, mal-informados. Os teólogos estudam apenas a superficialidade das doutrinas à luz da Bíblia e não procuram se aprofundar no conhecimento esotérico. Um dos maiores cientistas do mundo, Isaac Newton, estou mais do que nunca a Bíblia e suas profecias escatológicas, mas a teologia de Newton era Teologia Esotérica. Por exemplo, a Bíblia quase não fala nada sobre a realidade do Inferno, mas se você ler a obra “A DIVINA COMÉDIA”, de Dante, um dos grandes iniciados do conhecimento esotérico, você aprenderá mais sobre o Inferno do que lendo a Bíblia. Não quero dizer, com isso, que devemos relegar a Bíblia a um livro inferior. Ao contrário, falo dessa maneira porque certas doutrinas na Bíblia não são totalmente esclarecidas. Então é preciso tomar informações extrabíblicas para entendermos melhor a verdade e realidade das doutrinas. Posso citar um outro exemplo. No Antigo Testamento da Bíblia não há nenhum ensinamento sobre Inferno ou demônios; em nenhum dos salmos vemos o Rei Davi orando para Deus o livrar dos demônios ou de Satanás. O conhecimento que os judeus tinham sobre o Inferno e o Paraíso foi adquirido dos magos egípcios, dos magos da Pérsia, quando estiveram cativos na Babilônia e mais tarde, através do conhecimento que os gregos tinham sobre o reino dos mortos e o Inferno. Portanto, é preciso buscar conhecimento e muito conhecimento, para ficarmos atento ao que as sociedades secretas estão tramando. O Diabo quer enganar a humanidade e levar o máximo de seres humanos para a perdição; se os líderes religiosos fossem bem informados e organizados, poderiam evitar que milhões de pessoas sejam enganados. O meu trabalho tem este objetivo: esclarecer de forma clara e coerente. Sei que o que escrevo é uma gota d’água no oceano, mas já é o início. Sei que posso estar até contrariando os interesses de alguém, mas alguém tem que fazer alguma coisa.
BREVE COMENTÁRIO SOBRE A MAÇONARIA
A Maçonaria é formada por três Lojas básicas: a Loja Azul, o primeiro degrau que é dividido em três estágios ou graus; o Rito de York, composto de mais 10 graus, e o Rito Escocês, com seu total de 32 graus de iniciação. O 33º grau, que se atinge apenas por convite, representa a cabeça humana no topo das 33 vértebras da coluna. Este é o grau mais alto conhecido publicamente.A grande maioria dos maçons pertence à Loja Azul. Eles formam a base da pirâmide maçônica, que na verdade funciona apenas como fachada. A maioria dos membros encara a sua filiação à Maçonaria como algo não muito diferente de juntar-se a um Clube de Homens da Elite, que cultivam uma irmandade fraterna e solidária. Mas na verdade a maioria deles entra por curiosidade ou a convite de outros, sem saber a realidade do que os espera. Até mesmo a literatura maçônica deixa claro que somente os iniciados que progridem para além do status do 33º grau tomam conhecimento dos verdadeiros objetivos e segredos do grupo.O maçom do 33º grau, Manly P. Hall, escreveu: “A Maçonaria é uma fraternidade dentro de uma fraternidade – uma organização externa que esconde uma irmandade interna dos eleitos… Uma é visível e a outra é invisível. A sociedade visível é uma esplêndida camaradagem de homens ‘livres e aceitos’, dedicados a questões éticas, educacionais, fraternais, patrióticas e humanitárias. A sociedade invisível é secreta e a mais augusta fraternidade, cujos os membros são dedicados ao serviço de um… arcanum arcandrum (um segredo sagrado)”.A Maçonaria, a mais antiga e poderosa Sociedade Secreta na história do mundo, teve seu início na França, na Inglaterra e na Escócia e, quase ao mesmo tempo, plantou suas raízes na América, no século XVIII. Em 1826, estima-se que os Maços nos Estados Unidos da América chegavam a 50 mil, na maioria homens instruídos e profissionais liberais. Nesse tempo, o capitão William Morgan (primeira vítima da inquisição da Maçonaria) planejava publicar um livro revelando os símbolos, aperto de mãos, juramentos e propósitos secretos da Maçonaria. Morgan escreveu: “A ruína de nossas instituições civis é encontrada na Maçonaria, já muito poderosa e a cada dia aumentando o seu poder. Eu devo ao meu País uma exposição do perigo que ela representa”.Antes de o seu livro ser impresso, Morgan e seu editor foram seqüestrados em Batávia. Dias depois, o editor foi libertado, mas Morgan não mais apareceu. Anos depois, um maçom chamado Henry L. Valence confessou que ele e outros dois maçons tinham jogado Morgan no rio Niágara.Os rumores de que Morgan fora seqüestrado e assassinado pelos maçons se espalharam por Nova York, na Inglaterra e em outros Estados; e um escândalo de grandes proporções irrompeu. Segundo o reverendo Charles G. Finney, escrevendo em 1869, cerca de 45 mil membros deixaram a Ordem e mais de duas mil Lojas foram fechadas. “Milhares de maçons queimaram seus aventais. Em poucos anos, o número de membros nas Lojas de Nova York caiu de 30 mil para 300, como resultado direto do incidente com Morgan”.Em 1827, o livro de Morgan, “Illustration of Masonry by One of the Fraternity Who Has Devoted Thirty Years to the Subject”, foi publicado postumamente. Porém, como toda pessoa inteligente deve deduzir, os maçons deixaram o livro ser publicado, mas por certo, ordenaram ao editor que retirasse do livro tudo aquilo que não devia ser publicado.Que tipo de ambição leva homens, na maioria das vezes instruídos, a correr atrás de algo que não sabem se no final será bom ou ruim? Após galgar todos os graus de iniciação no ocultismo da Maçonaria (33º), o que tais homens pensam que vão conseguir? A salvação eterna por seus próprios méritos (obras) é certo que jamais alcançarão. Se for conhecimento a respeito de uma verdade oculta ou algum conhecimento supremo que eles procuram ou adquirem, que vantagens terão sobre os demais seres humanos tão instruídos quanto eles? Todos, igualmente, um dia morrerão não morrerão?Que tipo de ambição leva homens instruídos jurar diante de outros (com uma espada ameaçadora sobre o peito e uma corda no pescoço ou punhal na garganta) a guardar segredos do reino das trevas, a troco de quê? A troco de riquezas?Por que pretendem seguir a um Ser que só se manifesta nas trevas? Por que obram às escondidas, servindo ao reino das trevas? Será que as palavras de Jesus não foram suficientemente claras quando diz que “o julgamento é este: A luz veio ao mundo, e os homens amaram antes as trevas que a luz, porque as suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que seja manifesto que as suas obras são feitas em Deus” (João 3:19-21). Por que os maçons obram às escondidas?
10) Estudo detalhado sobre a música na igreja e a real adoração a Deus; a introdução dos ritmos mundanos na igreja como cumprimento das profecias da Palavra de Deus. Os antigos líderes já morreram e atualmente há uma nova geração de líderes e crentes da Nova Era, que não suportam a Sã Doutrina. Não se conformam adorar a Deus em espírito de pureza, santidade e reverência na Casa de Deus, com um culto racional, e não se sentem satisfeito enquanto não sentirem excitação na carne. A adoração a Deus com um hino sacro, cantado a um ritmo moderado, reverente, não é suficiente. Tiveram que adotar o rock, o forró, o calypso, a lambada, o samba, o axé, para excitar a carne, pois são crentes carnais, crentes da Nova Era. Esses estão cumprindo a profecia bíblica e a recompensa deles todos é a perdição. Quem está em Cristo é nova criatura, as coisas velhas já passaram. Porém, os crentes da Nova Era não querem deixar passar nada, querem continuar dançando forró na igreja, querem continuar desfrutando os mesmos deleites do mundo. Por isso Jesus disse que a porta da salvação é estreita e são poucos os que podem passar por ela. Os crentes neopentecostais e os crentes da Nova Era querem TORNAR LARGA a porta da salvação, para poder passar com suas bagagens de ídolos, deleites e prezares, mas esta porta é fajuta e vai-se para a perdição. O caminho da vida eterna continua estreito. Leia Mateus 7:14 e Lucas 13:24.
11) Refutação da dança na Igreja, mostrando que não existe base bíblica para ser adotada. A dança é expressão de cultura popular e seu objetivo é aguçar a sensualidade ou despertar o desejo sexual das pessoas que se divertem, e não pode ser usada de forma alguma na adoração a Deus. O crente pode dançar, sapatear, espernear e extravasar a sua sensualidade em qualquer lugar, menos na casa de Deus. Atualmente os crentes confundem os desejos carnais com os desejos de Deus. Deus é espírito e não sente os desejos carnais. Se a boa música sacra (hinos sacros) não agrada o crente, ele pensa que também não agrada a Deus. Mas, é aí que ele se engana. Os cantores evangélicos “mundanos” fazem música pensando agradar ao homem e não para agradar a Deus. A música de adoração a Deus deve ser santa, reverente e ser tocada num ritmo musical que não desperte a sensualidade e os desejos carnais. A música que agrada a Deus deve satisfazer a alma e o espírito e não aos desejos carnais.Ouvi, num programa de TV, um pastor “mundano” dizer que a música tocada em qualquer ritmo musical pode despertar o desejo sexual ou expressar sensualidade. Mas, isso é desculpa pra boi dormir! Isso é desculpa para crentes mundanos, ímpios pecadores, que não suportam a sã doutrina e não querem se firmar na verdade e na vida santa diante de Deus e dos homens. Uma música tocada em ritmo de marcha ou guarânea só irá despertar o desejo sexual se tratar-se de uma poesia com tons românticos. Como vamos admitir que o hino nº 15 do hinário da Igreja Assembléia de Deus, tocado em ritmo de marcha, irá despertar sensualidade? Os hinos que estão tocando em ritmo de forró na Igreja, devem ser tocados em ritmo de marcha.
12) Estudo detalhado sobre Lúcifer ou Satanás, sua origem, sua rebelião e o seu papel no mundo; o tempo exato dado para agir no mundo; estudo paralelo com a Bíblia e livros sagrados do Hinduismo (Anurag Sagar do mestre hindu, Kabir), literatura do Teosofismo, e até a literatura Maçônica. Os maçons do 33º são os generais de Satã aqui na Terra. Os maçons do 33º fazem de tudo para confundir a humanidade, a fim de que as pessoas não acreditem na veracidade da Bíblia e na história de Jesus narrada no Novo Testamento. Eles bolam planos e mais planos para tentar confundir as pessoas no mundo.Por exemplo, sempre que surge um documentário na TV sobre descobertas arqueológicas ou documentais, contrariando a narrativa Bíblia sobre Jesus, está por trás disso tudo a mão de um maçom do 33º grau. O cineasta, diretor do filme “Titanic” (se não me engano, James Cameron), é maçom de 33º e ele fez um monte de pesquisas arqueológicas em antigos sepulcros da cidade de Jerusalém, e conseguiu desencavar (literalmente) uma suposta sepultura que seria de Jesus, Maria Madalena e seu filho Judá. Este homem teve a audácia de levar as urnas onde estariam depositados os supostos restos mortais de Jesus e colocar em exposição na Biblioteca de Nova York, em 2006. Antes disso ocorrer, ele já havia publicado na TV BBC de Londres um documentário sobre os referidos restos mortais de Jesus e sua esposa Maria Madalena. Porém, não existe prova de que aqueles restos mortais são do verdadeiro Jesus. Tudo isso é trama de maçons, generais de Satã, porque o objetivo deles é contrariar Cristo e fazer de tudo que possa desmentir as verdades da Bíblia.Só reiterando, um iniciado na Maçonaria pode galgar até o 32º. Mesmo que o iniciado alegue que já galgou todos os graus e que agora está preparado para entrar no 33º, ele não entrará para a elite, a não ser que seja convidado. Até o 32º, o iniciado passa por terríveis provas, e recebe muitíssimo conhecimento, mas se ele não tiver condições, se não sentirem firmeza nele, jamais será convidado a entrar para o seleto grupo. O verdadeiro segredo da Maçonaria está além do 33º. Os maçons de baixo são enganados pela elite da Maçonaria. E mais enganados ainda são os maçons da Loja Azul, que são a maioria. Um maçom do 33º raramente dá entrevista e evita responder perguntas. Porém, muitos maçons do 33º, em certos discursos que fizerem, em certas entrevistas, deixaram escapar (entre suas palavras) evidências de alguns segredos que eles escondem. Alguns maçons de graus abaixo do 33º tiveram conversas com maçons do alto escalão, e conseguiram tirar algumas informações. Com isso, muitos escritores, jornalistas independentes escreveram livros revelando detalhes de alguns dos segredos mais escondidos dos maçons.
13) Estudo sobre o significado do número 666, de acordo com os algarismos romanos (as 7 letras do antigo Latim) e o número sete; sua relação com a 6ª dispensação, o 6º milênio e o 6º reino na Terra. Sintetizando, 6 é o número do homem, é o número do limite do homem e de sua ação; é o número da paciência; é um número incompleto. O número 666 é a marca de Lúcifer e dos governos humanos. 666 ou 6,6666…, ou 6,666777888999… quer dizer a mesma coisa. Isso quer dizer que o homem nunca poderá atingir a perfeição, representado pelo número 7. O tempo do homem e de Lúcifer é 6. Quando chega em 7 Deus assume o controle. As seis primeiras letras dos numerais romanos somam 666 (I + V + X + L + C + D). Isso é a delimitação do tempo dos governos humanos (A BESTA DO APOCALIPSE) e o tempo de Lúcifer. O dragão (Satã) concede o seu poder à Besta. As bestas do capítulo 13 de Apocalipse não se trata de pessoa humana física, é apenas alegoria. É grande tolice dos teólogos que defendem que a besta de Apoc. 13 é uma pessoa, um governante ou ditador mundial, o tal Anticristo. Se eles se aprofundassem mais no conhecimento esotérico, não ficariam ensinando asneiras. As profecias estão se cumprindo nas suas barbas, nas pontas dos seus narizes, mas eles estão cegos, não enxergam nada porque se limitam a estudar um ensino teológico superficial. Alegam que não podem estudar além do que está na Bíblia. Enquanto isso, os iniciados da Maçonaria, os gnósticos, os teósofos e outros iniciados de sociedades secretas conhecem a verdade da Palavra de Deus, mas eles estão tramando para que o povo na Terra não perceba a verdade. Os teólogos das Igrejas Testemunhas de Jeová, Adventistas do 7º Dia, Assembleianos, Batistas, Mórmons, Espíritas, etc, ficam se digladiando, e não sabem de quase nada; ficam discutindo um monte de tolices que nunca vão dar em nada. No final, todos estarão enganados, e os inimigos de Deus se rirão deles. Que papel!
14) Estudo sobre anjos caídos ou demônios e suas atuações neste mundo sob o comando de Satanás. A origem dos demônios. O QG de Satã está nas profundezas da Terra, o antigo Hades ou Inferno. Os anjos caídos mais perigosos, que corromperam a humanidade antediluviana, estão presos no poço do abismo ou tártaros, região mais profunda dos infernos, e eles serão libertados, pois segundo o Livro de Enoque, eles ficariam presos por 70 gerações. E em Apocalipse capítulo 9 diz que um anjo caído do Céu (o Lúcifer), receberá a chave do poço do abismo e libertará essas terríveis criaturas, que atormentarão os habitantes da Terra durante cinco meses. Se os demônios que existem hoje já causam grandes males aos seres humanos, imaginem o que não farão esses demônios das profundezas?! Agora, quando ocorrerá isso, eu só posso dizer que os estudiosos da teologia esotérica sabem. É só multiplicar 70 vezes o “X” de anos de uma geração. A contagem começa no ano de nascimento de Enoque. Neste CD-ROM há um texto onde comento com outros detalhes sobre a invasão dos seres infernais. Lembre-se que João visualizou os seres infernais como gafanhotos ou cavalos com cauda de escorpião aparelhados para a batalha, mas a aparência desses seres é apenas alegórica; quando esses seres infernais surgirem, ninguém os verá fisicamente, nem como fantasmas, pois eles agirão invisivelmente. João os visualizou porque estava tendo uma visão no futuro, e na visão podemos ver qualquer coisa.
15) Comentário sobre extraterrestres, discos voadores (que na verdade são anjos caídos ou demônios que infestam o planeta Terra; e o que a Bíblia relata sobre os “Filhos de Deus”, que pecaram). As naves ou discos que aparecem não são físicos; são projeções de energia e luz que os demônios emitem, para iludir os humanos, fazendo-se acreditar que são seres de outro planeta. Não há nenhum motivo para seres de planetas ou galáxias distantes vir ao planeta Terra apenas para ficar apenas assustando ou seqüestrando pessoas por aí. Existe uma espécie de plano das sociedades secretas, chamado “Protocolo dos Sábios de Sião” criado em meados de 1850, onde consta um dos objetivos que é enganar a humanidade com aparição de discos voadores. Os discos voadores existem, mas não são seres de outros planetas ou galáxias; são demônios a serviço de Lúcifer, e os tais mantêm contato com os serviços secretos dos militares americanos e serviços secretos dos militares de outros países, com o objetivo de conspirar e enganar a humanidade, fazendo as pessoas desacreditarem em Deus e na Bíblia.Não existe possibilidade de que seres de outros planetas ou mundos tenham vindo à Terra apenas para ficar assustando as pessoas por aí. Seres de outros planetas, se existissem, sairiam pelo Universo atrás de conquistar outros territórios, ou planetas, para a subsistência de seus povos. Por exemplo, atualmente o planeta Terra está com mais 7 bilhões de habitantes. Se se passarem mais duzentos anos, não haverá lugar habitável na Terra para abrigar tanta gente e todos os recursos naturais da Terra serão consumidos. Então os seres humanos terão que procurar outros planetas para explorar e habitar. Se existirem seres em outras galáxias, possa ser que eles tenham se multiplicado grandemente e estejam a procura de lugares habitáveis e com recursos naturais para a subsistência de seus povos. Para seres de outros planetas chegarem até nós, teriam que ter uma tecnologia bem avançada e se estivessem aqui na Terra, já teriam nos dominado.Aliás, os serviços secretos de todos os países, principalmente dos americanos, dos russos, dos chineses e até do Brasil já teriam descoberto alguma coisa real sobre ETs e alguém já teria feito furo de reportagem, ou feito algum roubo de informação. As informações secretas sobre ETs que os Ufólogos dizem ter roubado dos americanos não são convincentes e nem provas reais. Inclusive sabemos que pessoas a serviço das sociedades secretas criam ou montam farsas para que se pareçam com suposta manifestação de discos voadores. E os ufólogos pegam essas informações e ficam falando e divulgando tolices na TV, na Internet em revistas especializadas. . Outro detalhe importante é o seguinte. Será que se os americanos, russos e chineses tivessem contato com seres de outros planetas, que possuíssem tecnologia avançada, estariam gastando bilhões de dólares à toa para construir a Estação Espacial Internacional, em órbita da Terra? Por que gastam bilhões de dólares para construir foguetes pesadíssimos, se os ETs podem fornecer tecnologia muito melhor? As supostas aparições de ETs ou disco voadores são manifestações demoníacas. Os generais de Satã aqui da Terra mantém contato com os generais de Satã (anjos caídos poderosíssimos das regiões celestiais) e, junto com o alto comando militar de alguns países, trabalham mancomunados com o objetivo de iludir e enganar a humanidade, a fim que desacreditam em Deus, na Bíblia e em Jesus. Lúcifer sabe que o seu fim está determinado e foi lhe posto uma marca, o 666, que é o tempo determinado para ele agir. Satanás e seus anjos já lutaram uma vez contra Miguel e seus anjos, e perderam. Então, Satanás está contando com a ajuda dos homens para lutar contra o Criador, fazendo uso de material bélico, como a bomba atômica. Este será um dos motivos pelo qual haverá a grande Batalha do Armagedom. Ultimamente li um livro intitulado “O APÓCRIFO DO DIABO – Toda História Sempre Tem Dois Lados”, publicado pela Madras Editora em 2005, tendo sido publicado em inglês a primeira vez em 2002. O autor John A. De Vito diz ter encontrado no velho casarão, onde habitavam seus avós, uma parede onde estavam escondidos alguns manuscritos escritos em vários idiomas. Descobriu que os manuscritos pertenciam a um ex-padre pertencente à sua família, que foi excomungado da Igreja Católica por ter se envolvido com o ocultismo. Descobriu, também, que o ex-padre morreu de forma misteriosa. Mas teve tempo de esconder os seus manuscritos nas paredes do casarão. Então ele traduziu o manuscrito e ficou estarrecido com as suas narrativas. Depois que seus parentes descobriram do que se tratava os manuscritos começaram a rejeitá-lo e pedir para que John De Vito destruísse aqueles manuscritos. Mas ele não o fez e, contrariando sua família, publicou o livro, acima referido. O livro parece muito novelesco. No entanto, a minha conclusão a respeito deste livro é que se trata de mais uma investida de última hora de Satã para tentar confundir a mente das pessoas. O neófito ou incauto que ler este livro poderá até acreditar nas suas histórias. Resumindo, segundo o autor, os escritos encontrados nos pergaminhos foram ditados pelo próprio Satã, explicando que a realidade das coisas não é bem assim como a Bíblia ensina. Então Satã começa a explicar tudo, recontando os fatos na Bíblia, mas de forma diferente, alegando que quem é mau na verdade é o Deus Jeová, o Deus da Bíblia e que ele (Lúcifer) quer salvar a humanidade do grande HOLOCAUSTO para o qual está sendo preparada. Por isso a Bíblia diz que os que servem a Deus são chamados de OVELHAS, e que as ovelhas são preparadas para o sacrifício e não para viver no Céu. Perceba o leitor, que com essas afirmações, Satanás tenta, de última hora, se passar por bonzinho, afirmando que pode salvar a humanidade do grande holocausto. Ora, se esta é a verdade, por que somente agora ele aparece com esse livro? Logo, fica claro que todas essas coisas que surgem atualmente contra a Bíblia e contra Deus são artimanhas de Satanás. E ainda existem pessoas cultas e inteligentes que acreditam nas mentiras de Satã! Entenda, caro leitor, que Satã detinha todo o poder e direito sobre as criaturas inferiores (todos os habitantes dos planetas inferiores), mas Satã escravizava as criaturas. Satã tomava conta das almas dos pecadores penitentes no Inferno e as maltratava grandemente. Foi aí que Jesus Cristo apareceu para pôr fim ao domínio de Satanás sobre a morte e os Infernos. Por isso se diz no Livro de Apocalipse que Jesus tomou a posse das chaves da morte e do Inferno das mãos de Satã. A terça parte dos anjos de Deus que acompanha Lúcifer foi a herança que ele recebeu por ser Filho de Deus. Lembre-se da parábola do filho pródigo e da história de Caim e Abel, de Jacó e Esaú. Satanás saiu do Céu com seus anjos, mas não saiu condenado. Ele saiu como filho pródigo, seguindo o caminho que escolheu. Mas, ele não se contentou e continuou interferindo nas criações de Deus nos mundos inferiores (o nosso planeta). No Jardim do Éden transmitiu conhecimentos que não poderiam ser transmitidos a Adão e Eva, e por isso Deus o amaldiçoou. Quando Deus amaldiçoava a serpente, estava amaldiçoando o próprio Lúcifer. Não há lógica para afirmar que Deus amaldiçoou uma serpente ou animal irracional. No Jardim do Éden Satanás foi amaldiçoado, mas nessa ocasião ainda não tinha sido condenado. A sua condenação só aconteceu no Céu, depois que os seus anjos (rebeldes e caídos) corromperam a humanidade antediluviana, fazendo com que Deus exterminasse todos da face da Terra. Por causa desse grave erro, Satã e seus anjos foram condenados ao castigo na prisão e posterior extermínio no lago de fogo. Porém, Deus ordenou prender no tártaro ou poço do abismo somente as castas de anjos mais perigosas e alguns anjos líderes. Satã ficou solto, acompanhado de outros milhões de anjos caídos, que atualmente são chamados de demônios. Demônios são anjos caídos destituídos de seus corpos físicos. Satã permanecerá solto até o tempo determinado por Deus, o 666, para que a humanidade seja testada, e tenha como fazer escolha entre o bem e o mal, entre se submeter a Deus ou ao Diabo, entre se aperfeiçoar ou não querer se aperfeiçoar. O homem não pode ter livre-arbítrio definitivamente, porque após a morte, para onde o homem vai? Se Deus não direcionar o homem após a morte, qual será o destino de seu espírito? Por certo, Satanás escravizaria o espírito do homem após a morte se Deus não interviesse. Assim como Caim cometeu um grave crime e Deus não o matou e nem o prendeu, mas colocou no seu corpo uma marca, da mesma forma aconteceu com Lúcifer. A marca de Caim é uma alegoria da marca de Lúcifer, que é o número 666. Na verdade a serpente ou dragão (Lúcifer) nunca governa pessoalmente, mas como diz o Apocalipse, o dragão concede seu poder e autoridade à Besta, que são os governos humanos (Apoc. 13:2).
16) Estudo sobre os anjos de Deus, arcanjos, querubins e serafins, anjos da guarda, e o papel de cada grupo como mensageiros e guardiões dos filhos de Deus, e suas funções no governo divino em relação ao planeta Terra.
17) Comentário teológico e filosófico sobre a existência de Deus, a divindade de Jesus e o Dogma da Trindade, criada pelo Catolicismo Romano; refutação da doutrina da trindade com base bíblica, haja vista que nenhum apóstolo se ocupou em explicar sobre se a divindade é composta de três pessoas ou uma só; explicação clara e simples das duas pessoas da divindade: Deus-Pai e seu Filho Unigênito, Jesus Cristo.Fico pensando que explicação irão dar os trinitarianos quando Jesus retornar pessoalmente a este planeta. A maioria dos evangélicos pentecostais, batistas, trinitarianos, acredita que Jesus Cristo reinará pessoalmente neste mundo durante mil anos. Se Deus é três em um, gostaria de saber se eles acham que quando Jesus aparecer a segunda vez na Terra, o Pai e o Espírito Santo também estarão ao seu lado, pois, como diz o dogma da trindade, todos os três são de uma mesma substância. Nunca vi tamanha tolice quanto o ensinamento da doutrina da Trindade. Porém, todo esse problema surgiu porque tinham que defender a idéia de que Deus é apenas UM SÓ, e que a religião Judaica e também o cristianismo tinha que ser religião monoteísta, que cultua a apenas a um Deus. Porém, esses teólogos que defendem o absurdo da trindade sabem que o apóstolo Paulo afirmou que o mistério que estava oculto durante milhares de anos havia sido revelado, que foi a aparição de Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus (Rom. 16:25; II Cor. 2:7; Efésios 3:4,9; I Tim. 3:16; Col. 1:26-27). O próprio apóstolo São João, no princípio do seu Evangelho (1:1) confirma que Jesus é uma pessoa totalmente distinta de Deus-Pai. Logo, Deus-Pai é Deus e Jesus, o filho Unigênito do Pai também é Deus. E os dois são dois Deuses e não duas pessoas em um único Deus. Os judeus rejeitaram Jesus porque Ele disse ser igual a Deus e perdoava pecados, coisa que só podia ser atribuída ao Deus-Jeová. Os judeus não reconheceram o mistério oculto de Deus, por isso rejeitaram Jesus. Mas os judeus tinham razão em rejeitar Jesus como um Deus, pois eles jamais poderiam adorar outro Deus além de Jeová. E Jeová não havia dito que tinha um Filho e que este podia ser adorado também. A doutrina da trindade tenta explicar o mistério para que os cristãos ocidentais não façam o mesmo que fez os judeus, rejeitando Jesus como um Deus. Vários profetas se levantaram em Israel, operaram milagres, ressuscitaram mortos, mas nenhum se auto-proclamou filho de Deus ou igual a Deus e nem perdoaram pecados. Como, pois, os judeus poderiam diferenciar o Filho Legítimo de Deus dos profetas que sempre apareciam? Os judeus aguardavam um Messias prometido, mas como uma pessoa de origem humana, da linhagem de Davi, e não como uma pessoa de origem divina. Se os judeus haviam passado 70 anos cativos na Babilônia por causa de idolatria, como poderiam cair no erro do politeísmo novamente, adorando Jesus, como um Filho de Deus?Apesar da rejeição atual de Jesus por parte dos Judeus, virá um dia em que eles verão aparecer o Messias, o Libertador tão aguardado por eles durante milênios. Sim, Deus ainda cumprirá com as suas promessas feita ao seu povo. A vinda de Jesus há cerca de dois mil anos atrás foi apenas um parêntese no cumprimento das profecias. Lembremo-nos que as profecias bíblias geralmente tem dois cumprimentos: um imediato e outro a longo prazo. A primeira vinda de Jesus não foi da forma aguardada pelos judeus, porque nessa ocasião o motivo da vinda do Messias era morrer pelos pecados da humanidade. Mas a segunda vinda é a vinda real, aguardada há muito tempo pelos judeus. Deus é fiel e cumprirá suas promessas.
18) Explanação bíblica em defesa do Santo Sábado do Senhor, o dia determinado para descanso e exclusiva adoração a Deus (apesar de não pertencer à Igreja Adventista) e comentário sobre a validade indiscutível dos Dez Mandamentos; demonstração da diferença entre as leis cerimoniais, leis sacrificiais, leis morais, leis civis e leis do sacerdócio, que Paulo não distinguiu quando falava obsessivamente, nas suas 13 cartas apostólicas, contra a circuncisão, que foi defendida pelo apóstolo Tiago. Textos básicos: Isaías 56; 58:13-14; 66:23. Por que só a questão do dízimo de Malaquias 3:10 tem validade e as promessas de Deus para aqueles que guardam o santo Sábado do Senhor, no livro de Isaías, não tem validade? Malaquias tratava com judeus a respeito dos dízimos e ofertas, mas o profeta Isaías vai mais além; estende a guarda do sábado todas as nações.
“E acontecerá que desde uma lua nova até a outra, e desde um Sábado até o outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor”.
Caro leitor, saiba que durante o reino milenar de Cristo na Terra todas as nações do mundo serão convidadas a participar das festas do Judaísmo. Até nós, cristãos ocidentais orgulhosos, filhos da escrava, filhos adotivos, enxertados na oliveira (que achamos ter tomado o lugar do filho legítimo, os judeus), teremos que nos sujeitar ao Judaísmo, e todos os habitantes da Terra terão que guardar e respeitar o santo Sábado do Senhor. Isso é promessa e não haverá exceção. Duvido que alguém ousará perguntar a Jesus se os cristãos ocidentais podem comer carne de porcos. Deus é santo, determinou santidade no meio do seu povo; se Ele disse “sedes santo porque Eu sou santo”, por que ainda vamos ser rebeldes com os mandamentos de Deus. Deus até agora tem tolerado os cristãos ocidentais, mas virá a hora em que os desobedientes serão banidos da sua presença. As regras de santidade impostas por Deus aos judeus é espelho das regras impostas no Céu. Leia no Livro de Jó 1:6-7 e 2:1-1. Nessas passagens, a expressão “filhos de Deus” refere-se aos anjos. No Antigo Testamento somente os anjos são chamados filhos de Deus. Essa aparição dos filhos de Deus para se apresentar e adorar a Deus não se deu na Terra, mas no Céu. Repare a pergunta que Deus fez a Satanás. A forma da pergunta nos dá a entender que o evento ocorria no Céu e não na Terra.
19) Pesquisa sobre o estabelecimento do primeiro dia da semana, o Domingo, como dia de descanso, pelo Imperador Romano, Constantino, por solicitação do Papa da Igreja Católica, a fim de combater as práticas dos costumes Judaicos, que mais tarde serviu de estopim para os cristãos perseguirem e matarem milhares de Judeus. Os cristãos são responsáveis pela morte de milhões de judeus. Não é somente Adolf Hitler o responsável pela morte de milhões de judeus. Os defensores da guarda do domingo preferem obedecer a mandamento criado por homem que obedecer a Lei estabelecida por Deus.
20) Debate sobre a justificação pelas obras da lei sacrificial (que não vigora mais); a justificação pela fé (mas, também, pelas obras e pelo amor, pois a fé sem as obras é morta; mas, fé com obras, sem amor, também não justificam ninguém). Explicação da contradição entre Paulo e Tiago.
21) Explicação bíblica e científica sobre a existência da alma e do espírito de cada ser humano; a condição da vida após a morte; quem vem nos buscar quando morremos: os anjos de Deus ou os demônios de Satã? Será que o Diabo e os demônios atormentam as almas dos perdidos que vão para o inferno? E se ninguém vir nos buscar após a morte, para onde iremos? O que faremos? Ficaremos perdidos no mundo invisível como almas penadas? Assim como existe o nosso corpo físico delineado, existe também o corpo espiritual ou etéreo, onde reside a alma e a consciência. Se os demônios são seres espirituais, aonde reside a sua consciência? Se Deus e os anjos são espíritos, aonde residem as suas consciências? Ora, bolas! Se não existe vida, espírito e consciência após a morte do ser humano, então é melhor apagarmos de uma vez por todas a idéia de Deus, de anjos e demônios. Se Deus existe, então existe o espírito consciente de cada ser humano após a morte.Podemos comparar a constituição do ser humano com uma “molécula” atômica. Por exemplo, os átomos da molécula da água, H2O, não se quebram (dissolvem) quando esta evapora. Assim é o ser humano: como uma molécula gigante, composta de corpo, alma e espírito (I Tessal. 5:23). A molécula da água só pode ser quebrada em laboratório, quando esta é submetida a uma reação química com outros elementos. Assim também somos nós. A alma e o espírito (corpo etéreo) estão ligados entre si, intrinsecamente (Heb. 4:12), e estes dois só se libertam do corpo quando este morre (Ecles. 5:6-7). A consciência não está ligada ao cérebro físico; está ligada ao corpo etéreo. O corpo humano é apenas uma “capa” para o corpo etéreo ou espiritual. A lembrança e o conhecimento que temos das experiências vividas durante a nossa existência na Terra, é armazenado no cérebro físico. Quando morremos, podemos permanecer conscientes da nossa existência, mas podemos não nos lembrar das experiências vividas na Terra. Você concorda? Mas, se após a morte ainda tivermos lembranças da nossa vida na Terra, essas lembranças podem desaparecer com o tempo. As habilidades que adquirimos durante a vida, como dirigir carro, pilotar avião, tocar um instrumento, ficam armazenadas no cérebro físico; ao morrermos, essas habilidades não permanecem na nossa consciência etérea. Por exemplo, podemos nascer e não aprender nenhuma habilidade; mas podemos estar plenamente conscientes. Logo, ser consciente não é algo que se aprende, não é uma habilidade, mas uma faculdade natural do espírito. Há alguns que questionam isso, afirmando que se fosse verdade que a consciência reside no espírito e não no cérebro físico, então as crianças recém-nascidas poderiam ter noção das coisas, poderiam falar, etc.
22) Descrição do Inferno e o Paraíso e onde eles estão localizados atualmente; explicação da passagem de Apoc. 1.18, sobre o significado do poder de Cristo sobre as chaves da morte e do inferno. O estudo será feito paralelamente com a Bíblia, a literatura de grega, a islâmica e a hinduísta.
23) Estudo detalhado sobre as profecias escatológicas dos livros de Ezequiel, Daniel e Apocalipse (principalmente aquelas que falam sobre o tempo do fim e o sétimo reino na Terra), confrontadas lado a lado com o as profecias Livro de Enoque, livro que foi excluído propositalmente da Bíblia por questões óbvias.
24) Explicação detalhada sobre as profecias do Livro de Enoque. Se possível for, transcreverei todo o Livro de Enoque para o formato digital, para que todos possam ter acesso a leitura desse livro. Se não, citarei apenas partes mais importantes desse livro.
25) Uma interpretação do Livro do Apocalipse diferente de todas que você já viu. Explicação das profecias que falam sobre os sete selos, as sete trombetas e os sete reinos na Terra, num estudo paralelo com os livros de Ezequiel, Daniel, Zacarias e Livro de Enoque.
27) Explicação do significado das sete igrejas simbólicas do Apocalipse, que são espelhos das igrejas atuais. Atualmente muitas igrejas deixam de comparar a situação material e espiritual das sete igrejas, olhando apenas para a situação espiritual da Igreja de Filadélfia. Estão todos enganados. A situação espiritual e material de cada uma das sete igrejas do Apocalipse reflete exatamente a situação das igrejas de hoje. Foi essa a razão para Jesus ter ordenado João descrever a situação daquelas sete igrejas da Ásia Menor, para nos servir de espelhos.
28) Explicação bem detalhada sobre o significado da mulher, do Filho, do Dragão e da guerra no céu, do capítulo 12 do Apocalipse.
29) Explicação sobre as profecias que se cumprirão poucos dias antes do arrebatamento dos salvos (Joel 2.28-32) e a profecia que se cumprirá depois do arrebatamento (Amós 8.11-13).
30 Explicação sobre a situação da nação de Israel, o povo judeu; a situação crucial desse povo no tempo do fim e que tipo de sinal o povo judeu indica para o tempo do fim.
31) Comentário sobre as conspirações nos bastidores das grandes potências mundiais, que levarão o mundo a viver um suspense de ameaça nuclear jamais visto na História, que culminará com o ajuntamento dos exércitos para a grande batalha do Armagedom, a qual ocorrerá no final dos 7 anos que antecederão o retorno de Cristo para governar a Terra durante mil anos. Explicação sobre os sete países que detêm o poder da bomba atômica; a defesa a favor de Israel pelos Estados Unidos, França e Reino Unido contra a Rússia e seus aliados: Irã, Iraque, Palestinos e Árabes.
32) A mais espetacular pesquisa sobre o número 7 (sete) e o seu significado na Bíblia, de Gênesis ao Apocalipse; estudo paralelo do número sete com seus múltiplos: 42, 49, 70, 420 e 490.
A chave que abre a resposta para o conhecimento das coisas futuras é o número 7. Somente os iniciados nos mistérios do conhecimento esotérico sabem dessas coisas, mas, como disse um sábio judeu sobre o livro da Cabala judaica, o livro de Zohar, uma pessoa atenciosa e intuitiva pode compreender o significado oculto das alegorias em textos dos livros da Torá, mas ela não deve revelar esses segredos abertamente. Existe na Internet o site de Moacir R. S. Júnior, cognominado Morganne, no qual ele apresenta um monte de pesquisas sobre o número 7 na Bíblia. Ele chega a achar que foi ele quem descobriu o segredo do número sete na Bíblia. Mas ele é apenas um rapaz ingênuo, pois os iniciados dos movimentos filosófico-religiosos conhecem desde séculos atrás todos os segredos do número sete, tanto na natureza e na criação, quanto na Bíblia. Na há conhecimento esotérico que não passe pelo crivo do número sete. O nosso mundo ou Universo foi criado no sistema setenário, por esse motivo Deus fez questão da guarda do Sábado, que evidencia o número sete, ou o sétimo dia.
(Incluo no CD-ROM cópias do conteúdo do site de Moacir Júnior, que vai numa pasta, onde ele faz inúmeras descobertas sobre o número sete na Bíblia. Porém, ele não faz nenhuma conclusão sobre o por que de tantas referências do número sete na Bíblia. Ele só faz especular e deixa a cargo do leitor a interpretação. Não devia fazer assim. Por isso, o estudo que estou preparando sobre o número sete é bem mais conclusivo e explicado. Deixo aqui alguns sites do Morganne para você acessar: www.777.blig.com.br , www.morganne.blig.ig.com.br , romancearquivo7.weblogger.terra.com.br e www.teologia7.weblogger.com.br).
Só lembrando: os iniciados das sociedades secretas sabem de todos os mistérios envolvendo o mistério do número 7 na Bíblia e na natureza, mas eles jamais revelam esse conhecimento aos profanos, aos neófitos e muito menos aos teólogos.
33) Estudo detalhado sobre o Arrebatamento dos Santos e Eleitos e um estudo acurado sobre o capítulo 24 de Mateus; a data do arrebatamento dos salvos, que certamente ocorrerá 7 anos antes da instalação do sétimo reino, o reino de Cristo e a Igreja na Terra. Sabe-se que ninguém pode determinar nem o dia e nem a hora do arrebatamento, mas é possível determinar pelo menos o ano em que ocorrerá esse acontecimento, embora não seja fácil, pois já foram feitas muitas modificações nos calendários atuais, e agora é mais difícil fazer a contagem correta dos anos; além do mais, é preciso fazer muito estudo paralelos. Sabe-se que o Papa Gregório mandou o historiador Dionísio modificar o calendário a fim de desviar a atenção da humanidade para a contagem correta do tempo. O ano bíblico, profético, é o ano lunar, de 360 dias; para efeito de contagem dos tempos bíblico jamais se deve usar o calendário gregoriano, mas deve-se usar o calendário de Israel, o calendário lunar, judeu. Pelo calendário oficial judaico ainda não começou o 7º Milênio.
A Igreja entrará no período da Grande Tribulação, que se inicia com o princípio das dores ou Aquecimento Global. A multidão que ninguém podia contar, que aparece diante do trono de Deus no Céu, narrada no capítulo 7 de Apocalipse, refere-se aos salvos que foram arrebatados e os que foram ressuscitados. Repare que o anjo explica que eles (a grande multidão) vieram “de grande tribulação” e não “da grande tribulação”. Repare também que entre o sexto selo e o sétimo selo há um intervalo ou parêntese na narrativa, momento em que acontece o selamento dos 144 judeus e, logo após, ocorre também o arrebatamento. O arrebatamento ocorrerá numa época de paz e tranqüilidade, quando Deus ordena aos anjos segurar os ventos dos quatro cantos da Terra, para que não causem nenhum dano até que sejam selados os escolhidos (Apoc. 7:1-4). As sete igrejas da Ásia foram escolhidas como espelhos das igrejas dos últimos dias. Jesus, pela sua onisciência, viu que a situação espiritual e material daquelas igrejas da Ásia se assemelhava com a situação espiritual das igrejas dos últimos dias. Observe que, das sete igrejas, apenas duas não receberam repreensão: igrejas de Esmirna e Filadélfia. Para os crentes da igreja de Esmirna é dito que alguns seriam presos e outros sofreriam uma tribulação de dez dias. Isso significa que os crentes fiéis terão que enfrentar o governo anticristão antes de serem arrebatados. Uma “tribulação de dez dias” significa uma breve tribulação. Ou, se considerarmos que cada dia equivale a 1 ano, então os crentes fiéis sofrerão uma tribulação de 10 anos, por causa da perseguição do governo da Besta. Para a igreja de Filadélfia há uma promessa de “guardá-los” da tribulação que há de vir sobre a Terra. Repare que a promessa não diz “levar, tirar da Terra os salvos”; a promessa fala de “guardar, de proteger os eleitos durante a perseguição do governo da Besta”. Pergunto a você: Se os cristãos do primeiro século da Era Cristã sofreram mortes cruéis nas arenas romanas, por causa da perseguição do Império Romano, por que nós, crentes atuais, seremos poupados da perseguição do Anticristo? Em que somos melhores que os crentes da igreja primitiva? Acredito que os crentes da igreja primitiva eram bem mais crentes do que nós, hoje. Se muitos não escaparam da perseguição dos romanos, por que nós teríamos exclusividade de não sermos perseguidos? Então, agora, entenda o porque do anjo dizer que a grande multidão de salvos que ninguém podia contar, que se encontrava no Céu, após o arrebatamento do capítulo 7 de Apocalipse, tinha vindo de grande tribulação. O apóstolo Paulo afirmou categoricamente que a igreja só seria arrebatada após a manifestação do Anticristo, isto é, do governo anticristão da Besta. Leia II Tessalonicenses 2:1-4. O sétimo selo do Apocalipse equivale aos 7 anos da grande tribulação. Durante o sétimo selo serão tocadas as sete trombetas, que trarão o juízo de Deus contra os filhos da ira. A tribulação que os crentes passarão antes do arrebatamento é o chamado “princípio das dores”, conforme Jesus narrou no capítulo 24 de Mateus. Essa tribulação se dará no final do sexto selo, ou seja, no final do sexto milênio, e se estenderá até o aparecimento do governo da Besta, o governo anticristão.
Os mortos que aparecem debaixo do altar na abertura do quinto selo, refere-se aos cristãos mortos no primeiro século da Era Cristã. Os conservos que deviam morrer como eles morreram, até que se completasse o número “X”, refere-se aos judeus que seriam massacrados e mortos durante vários séculos, até o ano de 1948. Durante a verdadeira Grande Tribulação, após o arrebatamento, haverá muitos salvos, mais não serão tantos a ponto de não poder contá-los. Em Apoc. 20:4 há uma referência clara sobre aqueles que serão martirizados e mortos durante a Grande Tribulação, por não adorarem a Besta e por não receberem a sua marca. Eles serão ressuscitados e se juntarão ao grupo dos eleitos, no Céu.
34) Comentários sobre a corrupção nas igrejas evangélicas pentecostais, batistas e cristãs, e a desvirtuação e descaracterização do Evangelho de Cristo; a mudança dos bons costumes nas igrejas tradicionais, por costumes baseados no movimento “Nova Era”; o cumprimento das profecias sobre as modificações das leis estabelecidas por Deus, para satisfazer os desejos daqueles que não suportam a sã doutrina. Comentários sobre por que os líderes espirituais estão deixando as coisas mundanas serem introduzidas nas igrejas; como e por que apareceu o movimento da visão de igrejas em células, o G-12.
35) Comentário sobre o movimento dos homossexuais e suas reivindicações, comparando com os relatos bíblicos sobre sodomia e corrupção do gênero humano; comentário criterioso sobre o problema da “degeneração” do gênero humano; comentário sobre a autoridade da Bíblia como constituição magna da Igreja e o poder que exerce a Igreja Católica até hoje para repudiar certas influências dos homossexuais. A base dos meus comentários será a seguinte: Se os homossexuais não querem receber nenhum tipo de discriminação ou comentários sobre as suas condições degradantes, devem, diante dos tribunais, processar a Bíblia e processar a Igreja Católica Romana, as igrejas evangélicas e a religião islâmica; se eles conseguirem por força de uma lei anular a autoridade da Bíblia, então nenhum crente poderá discriminar ou falar mal de suas práticas de vida degradante. Porém, advirto desde agora que não adianta criar uma lei apenas para processar pastores e crentes que falarem mal da prática dos homossexuais; eles têm que criar uma lei para abolir a autoridade da Bíblia. Os homossexuais estão procurando sarna para se coçar. Se criarem uma lei que possa anular a autoridade da Bíblia eles vão ver o que é perseguição! Preparem cadeias para prender crentes e pastores!
36) Explicação sobre curiosidades científicas contidas na Bíblia; coisas que hoje a Ciência descobre que já estavam descritas na Bíblia há mais de dois mil anos.
37) Explicação sobre pontos difíceis da Bíblia e aparentes contradições, tais como: 1) o por quê da doença e desgraça de Jó, já que ele era justo e inocente; 2) o por quê de Deus ter ordenado o genocídio dos cananeus para o povo de Israel tomar as suas terras; 3) o por quê dos judeus rejeitarem Jesus, já que o Antigo Testamento falava da vinda do Messias; 4) a contradição entre Paulo e Tiago sobre a questão da salvação somente pela fé ou pela fé e obras; 5) o que quer dizer o “espinho na carne” do apóstolo Paulo (muitos pastores e pregadores também têm os seus espinhos na carne); 6) explicação sobre Deus afirmar que faz a paz e cria o mal (Isaías 45:7); 7) explicação do por quê que Deus interferiu no coração de Faraó (endureceu-lhe o coração) para não deixar o povo de Israel sair do Egito, comparando com o fato de I Crônicas 21:1 e II Samuel 24:1 (Deus e Satanás são a mesma pessoa?); 8) a existência ou não da arca de Noé; 9) quem é a descendência da serpente (Satanás) de Gên. 3:15; e outras aparentes contradições existentes nos quatro evangelhos sinóticos, como por exemplo: Pedro negaria Jesus três vezes antes que o galo cantasse a primeira vez ou antes que o galo cantasse a segunda vez? Mateus 26:34, 75; Marcos 14:30, 72; Lucas 22:34; foram dois cegos ou apenas um cego de Jericó que Jesus curou?
Em vista de um Deus justo e amoroso que a Bíblia apresenta, certas passagens na Bíblia deixam dúvidas sobre o caráter de Deus, como por exemplo, as passagens de Êxodo 33:19 e Romanos 9:15. Veja o texto: “Respondeu-lhe o Senhor (a Moisés): Eu farei passar toda a minha bondade diante de ti, e te proclamarei o meu nome Jeová; e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia, e me compadecerei de quem me compadecer”. Ora, se Deus é justo e compassivo, por que nesta passagem Ele afirma que vai ter misericórdia de quem lhe aprouver? Assim não, Senhor! Seja justo conosco!Muitas aparentes contradições na Bíblia parecem irrelevantes, pois o que interessa é apenas saber que o fato existiu, realmente; porém, temos que entender que, se ocorrem aparentes contradições em textos que apóiam base doutrinária, como vamos saber qual é a informação mais correta? Às vezes, as aparentes contradições são tachadas de irrelevantes porque não se tratam de pontos doutrinários. Existem muitos “enxertos” que não constam nos manuscritos mais antigos de alguns livros da Bíblia. Esses enxertos podem sustentar doutrinas heréticas. Por isso, é preciso estudar com preocupação as aparentes contradições da Bíblia e os “enxertos”. Por exemplo, se as versões da Bíblia traduzida por João Ferreira de Almeida foram “atualizadas” ou “corrigidas”, significa que continham erros; alguns vocábulos ou textos foram mal-traduzidos ou traduzidos de forma tendenciosa. Essas “correções” que fizeram na Bíblia não se tratam somente de erros gramaticais. Depois dessas correções na Bíblia evangélica, versão de JFA, foi feita outra tradução “de acordo com os melhores textos em hebraico e grego”, ou seja, foi feita nova tradução da Bíblia de acordo com as cópias mais antigas dos manuscritos mais aceitos pelos eruditos. Mesmo assim, ainda permanecem “enxertos” indicados entre parênteses, como caso do texto adicional de Marcos 16:9-20, onde o tradutor afirma que o tal não consta nos manuscritos mais antigos. Se esses “enxertos” não existem nas cópias mais antigas dos manuscritos sagrados, por que foram traduzir de manuscritos posteriores?
E existem outras contradições quase imperceptíveis entre as próprias convicções dos teólogos de plantão, e duvido se são capazes de dar uma explicação lógica e satisfatória! Em síntese, vou conjecturar dois casos, apenas:
1) Em Apoc. 21:23 diz: “A cidade não necessita nem do sol, nem da lua, para que nela resplandeçam, porém a glória de Deus a tem alumiado, e o Cordeiro é a sua lâmpada”. E em Gênesis 1:2-4 diz: “Disse Deus: haja luz. E houve luz. Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas”. Ora, os teólogos não vêem que esses dois trechos da Bíblia se contradizem?! No livro de Gênesis diz que Deus criou o sol e as estrelas somente no quarto dia. Então, que luz foi essa que Deus criou no primeiro dia? Se Deus é luz e alumia toda a cidade santa (que creio que seja física e visível) como diz o Apocalipse, como Deus poderia dizer: “Haja luz”? Ora, se Deus disse “haja a luz”, significa que Ele estava em completa escuridão? E tem mais um problema: se Deus é luz, como podemos explicar o Gênesis dizer: “Viu Deus que a luz era boa”? Como que um Deus, que é luz e também onisciente, poderia se admirar da luz que havia acabado de criar e ainda dizer que era boa? E veja bem que, segundo alguns eruditos, a primeira luz que Deus criou não foi a luz do sol, não!
2) Em Gênesis 3:4-5 diz: ”Disse a serpente à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que comerdes desse fruto, vossos olhos se abrirão, e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal”. E no mesmo capítulo (3:22) diz: “Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tem tornado como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Ora, não suceda que estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente”. A maioria dos teólogos diz, enfaticamente, que Satanás “mentiu” ou “seduziu” (enganou) Eva para que comesse do fruto da Árvore do Conhecimento do bem e do mal. Mas, no versículo 22 o próprio Deus Javé confirma que Satanás disse a verdade. Adão e Eva não morreram porque desobedeceram à ordem expressa de Deus; morreram porque Deus tirou-lhes apenas o direito de se alimentar do fruto da Árvore da Vida. Adão e Eva eram “mortais” no paraíso como qualquer um de nós. Quando o texto diz que eles perceberam que estavam nus, significa que eles passaram a ser “conscientes”. Em outras palavras, será que eles estavam sendo enganados por Deus Javé? Observe, ainda, que quando Deus amaldiçoa a serpente (que é o próprio Satanás), ele não a acusa de ter “mentido” ou enganado; apenas diz: “Porquanto fizeste isso, maldita serás…”. Ora, para que Adão não continuasse vivendo eternamente, Deus teve que tirar a Árvore da Vida do Jardim. E se Adão continuasse se alimentando da Árvore da Vida, ele não estaria vivendo até hoje? Será que Adão e Eva tendo a consciência de si mesmo e da sua realidade (conhecendo o bem e o mal), se tornariam uma ameaça para Deus, caso continuassem se alimentando da Árvore da Vida? Portanto, isso fica para os teólogos de plantão responder.
38) Comentários sobre questões doutrinárias que mais causam discórdias entre os teólogos.
39) Comentário sobre a formação do Cânon das Sagradas Escrituras da Igreja Católica (73 livros) e o Cânon da Bíblia dos evangélicos (66 livros). Explicação sobre o caso da inclusão do Livro de Cantares de Salomão (Cântico dos Cânticos), que na verdade não deveria ser tratado como livro inspirado, mas como um simples livro de poesia lírica, romântica. Atualmente tem pessoas idolatrando mais a Bíblia do que Deus. Tem pessoas tão ignorantes e mal instruídas nas igrejas que chegam a ignorar outras versões da Bíblia em linguagem popular ou linguagem mais erudita. O livro de Cantares, na verdade, trata-se de um livro de cânticos românticos, retratando o amor carnal proibido entre um homem maduro e uma adolescente que nem mesmo tinha os seios formados (1:6; 8:1 e 8). “Os filhos de minha mãe indignaram-se contra mim, e me puseram por guarda de vinhas; a minha vinha, porém, não guardei”. Se o livro de Cantares estivesse retratando o amor entre Javé e seu povo, ou entre Cristo e a sua Igreja, os protagonistas teriam que ser adultos e casados. Aliás, muitos pastores e crentes mal-instruídos andam exagerando no seu relacionamento com Jesus, como se realmente fossem, individualmente, esposas de Jesus. Que calamidade! O nosso relacionamento individual com Jesus deve ser como um relacionamento entre dois amigos; se somos filhos de Deus, então o nosso relacionamento deve ser o mesmo de um filho para com o Pai. A Igreja (os crentes) como um todo é noiva de Cristo, mas o crente individualmente não deve se comportar como se fosse uma noiva de Jesus. Aliás, isso só caberia bem para as mulheres. É constrangedor um homem se comportar como noiva de Cristo. Que coisa, não?!
40) Explanações sobre outros temas atuais e palpitantes, que interessam ao povo de Deus.
Manaus, 2007
COMENTÁRIO SOBRE O NÚMERO 666
BREVE COMENTÁRIO SOBRE O NÚMERO 666
Dia 06/06/06, uma terça-feira, foi um dia muito aguardado por místicos e por pessoas que ficam preocupadas com o fim do mundo, por causa das profecias da Bíblia, principalmente aquelas que falam sobre o surgimento do Anticristo (o iníquo ou homem do pecado – II Tess. 2:6-20), que muitos pensam se tratar da Besta do capítulo 13 do Apocalipse, cujo nome está relacionado ao número 666.
Como a maioria das pessoas não conhece a Bíblia, o seu sentido, e principalmente, o seu mentor maior, que é Deus, vivem amedrontadas com os últimos acontecimentos que vêm ocorrendo na Terra, preditos nas profecias bíblicas sobre os últimos dias, e também as profecias de outros videntes da História, tal como o Nostradamus.
O dia 06/06/06 foi muito noticiado nas televisões do mundo todo e, inclusive, aproveitando-se dessa onda de perspectiva da população cristã, lançaram nos Estados Unidos o filme “A Profecia”. Porém, o lançamento desse filme foi mais uma jogada de marketing com a intenção de faturar muito dinheiro, que mesmo para chamar a atenção dos cristãos para o tempo do fim. Da mesma forma que cantores evangélicos ficam fazendo comércio com a Palavra de Deus na criação corriqueira de músicas que vão sendo deixadas para trás, também, muitos cineastas têm se aproveitado, sem escrúpulos, das profecias bíblicas, para criar filmes sem fundamento algum, pois o que está para acontecer não pode ser revelado abertamente. As profecias jamais serão cumpridas da forma que são estampadas nos filmes. Sou totalmente contra o lançamento desse filme e também de outros filmes que já foram lançados, tais como o filme “Megiddo”, que retrata a batalha do Armagedom, provocada pelo governo do Anticristo, ou seja, a Besta.
Dia 06/06/06, segundo a profecia, ocorreu o nascimento do Anticristo, ou então da Besta. Muitos pais, no mundo todo, estão preocupados com os filhos que nasceram nesse dia.
Porém, quem conhece a Bíblia sabe que “anticristo” pode ser um líder mundial, pode ser, também, um sistema filosófico-religioso, um sistema político e todas as pessoas céticas ou agnósticas, que não acreditam na Bíblia, em Deus e nem no Diabo. E a Besta do capítulo 13 do livro de Apocalipse não é uma pessoa, mas é um sistema político mundial, com único objetivo de combater as religiões, principalmente o cristianismo e, também, destruir os Judeus.
É bem melhor ficar preocupado com o significado do número 7 do que com o número 666 e a Besta, pois esse número retrata realmente o fim ou cumprimento das profecias, para bem ou para mal. E significa que o juízo de Deus está próximo, e mais que temer a Besta, devemos, sim, temer o julgamento de Deus.
O número que Satanás mais teme é o número 7. E conforme o seu tempo vai se findando, mais furioso ele se torna. Ele tentou esconder durante séculos a verdade sobre o número 7. Os iniciados do gnosticismo e do teosofismo sabem dos segredos deste número cabalístico.
“Portanto assim te farei, ó Israel, e porque isso te farei, prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus” (Am. 4:12).
O DESAFIO LANÇADO POR JOÃO
Apesar de Jesus ter ordenado a João não selar o livro do Apocalipse, mesmo assim, ele teve que ditar muitas profecias usando alegoria.
“Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro; porque próximo está o tempo” (Apoc. 22:10).
“Selar” a profecia não significa amarrar o livro e escondê-lo para que seja revelado o seu conteúdo somente no futuro; selar a profecia significa escrevê-la de forma não clara, empregando-se enigmas ou utilizando-se de alegorias para não ditá-la abertamente. Quando as profecias são para se cumprir em muitos dias é necessário ditá-la em forma alegórica. Leia Daniel 12.
Mas, por que Deus permite escrever as profecias de forma alegórica? Simplesmente porque Deus precisa provar a fé dos seres humanos; nós estamos passando por uma fase de aperfeiçoamento, ou seja, Deus está provando os crentes, para que sejam revelados aqueles que serão salvos, aqueles que querem servir a Deus espontaneamente em submissão e fidelidade.
João ouviu as vozes dos sete trovões e quando já ia escrever o que eles falaram, um anjo ordenou que não escrevesse.
“Quando os sete trovões acabaram de soar eu já ia escrever, mas ouvi uma voz do céu, que dizia: Sela o que os sete trovões falaram, e não o escrevas [abertamente]” (Apoc. 10:4 – Grifo meu).
Na verdade, João escreveu o que os sete trovões falaram, mas ele escreveu de forma alegórica e as palavras dos sete trovões estão no próprio livro do Apocalipse. Se não compreendermos assim, fica entendido que o livro do Apocalipse ainda não foi concluído, pois faltam ser reveladas as vozes dos sete trovões. E, se de repente aparecer um suposto profeta revelando as mensagens das vozes dos sete trovões do Apocalipse, como saberemos se é verdade ou mentira?
O capítulo 17 do Apocalipse é uma explicação literal e alegórica do capítulo 13. E os fatos narrados no capítulo 13 do Apocalipse não são inéditos; são parte dos fatos narrados nos capítulos 7, 8, 9, 11 e 12 do livro do profeta Daniel; a diferença é que os fatos foram descritos com mais detalhes.
Repare que o Senhor diz a Daniel (12:4, 9) para cerrar as palavras e selar o livro, até o tempo do fim, porque aquelas profecias se cumpririam depois de muitos anos; a maior parte das profecias do livro de Daniel se refere aos impérios mundiais ou governos humanos e ao povo escolhido de Deus, os judeus; as mesmas profecias do livro de Daniel relativas aos impérios mundiais na Terra foram reescritas nos capítulos 13 e 17 do Apocalipse.
O meu medo de revelar detalhes sobre os possíveis significados dos enigmas do livro do Apocalipse é que as pessoas reajam com grande suspense (expectativa) e muitos crentes fanáticos passem a fazer alarde por aí. Por essa razão, jamais direi que tenho certeza das minhas deduções e não citarei nenhuma data significativa; apenas mostrarei as possíveis respostas para certos pontos difíceis de compreender; as conclusões ficam a cargo do leitor inteligente.
“… para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome” (Apoc. 13:17).
“Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis” (Apoc. 13:18).
Na Bíblia versão atualizada de João F. de Almeida diz que o número da besta é “número de homem”. E acho que esta é a tradução mais correta.
O número 6 é número do homem; mas também está relacionado a Satanás e aos governos humanos, porque o Dragão dá o seu poder à besta.
O número 6 representa a tolerância ou limite de Deus dado ao homem, a Lúcifer e aos governos humanos.
O desafio lançado por João para calcular o número da besta está relacionado ao Império Romano. Na época que João escreveu o livro do Apocalipse, o império que dominava o mundo era o Romano.
João entendeu o por quê de Deus ter empregado tantas vezes o número sete nos fatos e juízos com relação aos governos humanos, a Lúcifer, ao seu povo judeu e à Igreja dos santos. E para lançar o enigma, ele se utilizou dos algarismos romanos.
Os algarismos romanos utilizados para escrever os números compõem-se de 7 letras: I, V, X, L, C, D e M. Cada letra isolada tem um valor. Sete letras representam a perfeição, pois com essas sete letras pode-se escrever qualquer número. Observe a ilustração, abaixo, e tire as suas conclusões.
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OS IMPÉRIOS MUNDIAIS OU REINOS NA TERRA E OS MILÊNIOS |
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1º reino egípcio |
2º reino babilônico |
3º reino medo-persa |
4º reino grego |
5º reino romano |
6º reino de Lúcifer |
7º reino de Cristo |
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I |
V |
X |
L |
C |
D |
M |
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1 |
5 |
10 |
50 |
100 |
500 |
1.000 |
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A soma das 6 primeiras letras é 666 |
Reino de mil anos de Cristo, com os 144 mil judeus e a Igreja arrebatada. |
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1 |
5 |
1 |
5 |
1 |
5 |
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6 |
6 |
6 |
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AS DISPENSAÇÕES E OS SETE SELOS DO APOCALIPSE (Aqui, o valor da letra não importa; importa o total de tempos: 7 períodos) |
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I |
V |
X |
L |
C |
D |
intervalo |
M |
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Da Inocência, da Consciência e da Paciência (Noé). |
Da Lei |
Da Graça |
Da Provação |
Da Obediência |
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1º selo mil anos |
2º selo mil anos |
3º selo mil anos |
4º selo mil anos |
5º selo mil anos |
6º selo mil anos |
7º selo sete anos |
7º milênio |
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Os quatro cavaleiros do capitulo 6 do Apocalipse |
Ano 33 ao 1.000 E.C. |
Até o final do 6º Milênio |
Sete anos de Tribulação e as sete trombetas |
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O 8º reino é a continuação do 6º reino, que vai para a destruição. |
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Ainda não iniciaram: o 7º milênio, o 7º reino e 7ª dispensação.
O número 666 significa (6, 6, e 6) os três limites onde o governo humano e a ação de Lúcifer podem chegar: 6º império, 6º milênio, 6ª dispensação.
“Ao que o anjo me disse: Por que te admiraste? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a leva, a qual tem sete cabeças e dez chifres. A besta que viste era e já não é; todavia está para subir do abismo, e vai-se para a perdição; e os que habitam sobre a terra e cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo se admirarão, quando virem a besta que era e já não é, e que tornará a vir. Aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada; são também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo. A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição. Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam o reino, mas receberão autoridade, como reis, por uma hora, juntamente com a besta. Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta. Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os que estão com ele, os chamados, e eleitos, e fiéis” (Apoc. 17:7-14).
Dos sete reinos da Terra, cinco já caíram, um existe (6º reino comandado invisivelmente por Lúcifer) e o sétimo é o reino de Cristo com a Igreja e os 144 mil judeus selados. Diz que deve permanecer pouco tempo porque será um reino de mil anos apenas. Entenda que, quando João diz que um 6º reino existia na época em escrevia, não estava se referindo ao Império Romano, pois a visão que estava tendo era nos últimos dias ou no dia do Senhor (Cap. 1:10).
“Já não falarei muito convosco, porque vem o príncipe deste mundo, e ele nada tem em mim” (João 14:30).
No capítulo 13 do Apocalipse diz que o Dragão deu o seu poder e autoridade à besta. Logo, a besta a qual se refere o versículo 11 é o próprio Satanás, que será solto do abismo após os mil anos, e formará o oitavo reino, que é continuação do 6º reino. Por isso, o texto diz: “… e é dos sete, e vai-se para a perdição”. Repare no versículo 8 que a besta que era e já não é surgirá do abismo, ou seja, se refere ao próprio Satanás que subirá do abismo após os mil anos de prisão.
OS CÓDIGOS DA BÍBLIA
O estudo dos códigos da Bíblia, através de programas de computador, é real e está acontecendo em várias universidades do mundo, principalmente em Israel e nos Estados Unidos da América. Os estudiosos desses códigos afirmam que nos livros da Torá (os cinco primeiros livros da Bíblia e os livros dos profetas) foram inseridos códigos secretos (criptografados) que nem mesmo um computador sofisticado poderia inserir. E, mesmo na época em que foram escritos os manuscritos, era impossível uma mente humana ser capaz de inserir códigos em tantos textos. Então, os tais códigos são atribuídos a um ser inteligente, que inspirou os escritores sagrados a inseri-los de tal forma que nem perceberam.
O conhecimento intelectual humano há cerca de 1.000 anos antes de Cristo não seria capaz de produzir um conjunto literário tão complexo como a Torá Judaica. O fato dos sete dias da semana e da criação do mundo, a guarda do sábado, as festas do sétimo mês, o ano do jubileu e o número sete inscritos em textos da narrativa bíblica podem ser que tenham sido produzidos conscientemente, até certo ponto, pelos escribas ou doutores da Lei, mesmo que não tivessem um conhecimento intelectual comparável ao do século XVIII, XIX e XX. Porém, em relação aos códigos criptografados, inseridos nos textos dos livros da Torá não poderiam ser criados pela mente humana. Está mais do que comprovado que, pelo menos os livros do Pentateuco, os cinco primeiros livros da Bíblia, são antiqüíssimos e não sofreram alterações. Mesmo que tivessem sofrido alguma alteração, mas isso só teria acontecido há mais de mil anos. E isso é bastante tempo para entendermos que o conhecimento intelectual do homem da Idade Média não seria capaz de fazer ou produzir propositalmente significativas alterações na Bíblia.
O estudo dos códigos da Bíblia é muito perigoso, pois temos visto que já foram revelados muitos fatos históricos, com descrição dos nomes dos personagens principais e as datas precisas. Assim como existem textos nos livros da Torá que revelam fatos já ocorridos na história, também deve haver textos que revelam fatos que ainda não ocorreram. Ninguém pode alterar o curso da história. Uma profecia só poderá ser anulada ou suspensa por determinação divina se toda uma geração, um povo ou toda a humanidade se arrepender. O estudante que descobrir nomes de pessoas, datas que ainda não acontecerão e catástrofes que ainda vão ocorrer, não pode de maneira alguma revelar ao mundo a descoberta. Essas coisas devem ser transmitidas sigilosamente aos governos e aos líderes religiosos.
Já que foi falado tanto no número sete, irei citar apenas um caso curioso sobre as descobertas dos códigos da Bíblia, no qual está relacionado à questão do número sete.
Estudando especialmente os cinco primeiros livros da Bíblia (o Pentateuco), os estudantes descobriram algo interessante a respeito do nome de Deus, o nome de Javé ou Jeová e o nome da Torá. Os códigos só podem ser estudados na Bíblia escrita nas línguas originais: hebraico, aramaico e grego. O programa de computador decifra letras ou palavras em seqüências de letras eqüidistantes, as quais revelam algum nome especial, nome de pessoa, lugar ou data. Os melhores matemáticos da Universidade de Jerusalém e cientistas do Pentágono (EUA) já fizeram os cálculos sobre as probabilidades de alguém ter inserido conscientemente ou propositalmente as seqüências de nomes em intervalos de letras e palavras nos livros da Torá. E a conclusão que tiveram é de que é mínima a probabilidade de uma mente humana ou um computador ter inserido tais códigos nos manuscritos.
Segundo o escritor Michael Drosnin, “o grande cientista Sir Isaac Newton escreveu, num dos seus manuscritos, que todo o Universo, não só a Bíblia, mas todo o Universo era um criptograma, um código estabelecido por Deus, e que cabia a nós desmontar esse quebra-cabeça. Ele também procurou um código, o qual tinha certeza que existia na Bíblia e que revelaria o futuro da humanidade”. O biógrafo de Newton afirma que ele passou metade de sua vida procurando desvendar os códigos criptografados na Bíblia. Newton fez mais estudos de teologia esotérica e sobre escatologia que mesmo de matemática pura.
Por exemplo, descobriram que o nome “Torá” (TORH) está inscrito nos textos dos Livros de Gênesis e Êxodo, sendo que cada letra aparece em intervalos de 49 letras. Vemos, assim, um múltiplo do número 7 (7×7). A mesma coincidência acontece nos Livros de Números e Deuteronômio, só que a palavra TORH aparece invertida: HROT. E o mais impressionante é o nome de Deus, YHWH (Javé), que aparece inscrito nos textos do Livro de Levíticos, cada letra em intervalos de 7 letras. Percebe-se, com isso, que é como se os quatro livros estivessem sempre apontando para o livro do meio (Levíticos), dois para frente, dois para trás; percebe-se, também, que a palavra TORH está sempre apontado o nome de Deus (YHWH). Vide ilustração.
by: Miquels
UM ESTUDO PRÉVIO ACERCA DO NÚMERO SETE
UM ESTUDO PRÉVIO ACERCA DO NÚMERO SETE,
QUE PROVA DEFINITIVAMENTE A EXISTÊNCIA DE DEUS
(POSTAGEM CORRIGIDA EM 16/07/2008 – PEÇO DESCULPA)
O NÚMERO 7, INSCRITO NA BÍBLIA E EM ELEMENTOS DA NATUREZA,
É A PROVA INEQUÍVOCA DA EXISTÊNCIA DE DEUS.
O número 7, assim como o número 13, é visto por muitos como um número misterioso, místico, e que muitas pessoas o usam como amuleto de superstição.
No estudo da numerologia, o sete (7) é definido como um número que encerra uma plenitude, algo que não precisa de um complemento; um número que torna algo completo ou perfeito. Na matemática é tido como um número cabalístico, que encerra algumas propriedades mágicas.
O número 7, inscrito em elementos da natureza, demonstra claramente a existência de uma mente inteligente, que arquitetou o nosso mundo com tamanha perfeição. O Sistema Solar e, particularmente o nosso Planeta Terra, é perfeito, não no aspecto da estética, mas no sentido de harmonização de seus elementos.
A Bíblia, para os cristãos, é aceita como a Palavra de Deus. Nela, vemos claramente fatos que envolvem o número 7. Na maioria das vezes, os intentos e juízos de Deus retratados na Bíblia envolvem o número 7. O Sistema Solar só se tornou perfeito na harmonização de seus planetas após 6 eras. Essas eras são descritas no primeiro capítulo do livro de Gênesis. Na primeira era Deus criou a matéria e a luz, e os demais elementos se sucederam nas eras seguintes, mas tudo só veio se harmonizar após o 6º dia da criação. Quando o Sistema Solar atingiu a 7ª era, tudo se harmonizou, e foi possível criar a vida em nosso planeta. E essa afirmação é comprovada de acordo com o que diz Gênesis 2:5-6. Para fazer brotar a plantação primeiramente Deus tinha que fazer chover, para regar o solo. Será que todo esse processo daria para fazer em 24 horas?
Estamos vivendo a 7ª era do Sistema Solar e essa harmonia vai durar até o fim do macro-tempo determinado pelo Criador. Dizem alguns ocultistas que de 7 em 7 tempos o Sistema Solar sofre uma alteração ou agitação. Se for verdade, quando será a próxima?
A criação, descrita na narrativa do primeiro capítulo de Gênesis não está na ordem certa. Segundo estudiosos, Moisés recebeu uma revelação de Deus a respeito da criação na época em que ele esteve no Monte Sinai, recebendo os dez mandamentos, e pôde ter-se confundido no momento em que escreveu o livro. Outros estudiosos chegam a afirmar que Moisés só escreveu a respeito da criação porque ele colheu informações passadas de pai para filho, de geração em geração, desde a saída de Adão do paraíso. Significa que Adão transmitiu as seus descendentes tudo o que ocorreu com ele e Eva no período em que estiveram no paraíso; Adão, por certo, passou aos seus filhos informações dadas por Deus com relação à criação. E ainda outros estudiosos, como os teósofos, afirmam que Moisés só foi capaz de escrever o Gênesis porque foi iniciado nos mistérios das ciências ocultas do antigo Egito, e transcreveu os conhecimentos dos antigos sábios da Suméria ou da Caldéia, sobre a origem do mundo.
Devemos entender que os 6 dias da criação, descritos no primeiro capítulo de Gênesis, podem ou não ser dias de 24 horas. Pela ordem, note que foi somente no 4º dia que Deus criou o Sol, a Lua e as estrelas. Ora, o que determina a duração de 24 horas é somente o movimento de rotação da Terra, e pela lógica, a Terra já existia antes dos astros luminosos. A luz do Sol, nesse caso, apenas indica o período do dia e da noite. A primeira luz criada por Deus não foi uma luz emitida de estrelas.
Há uma outra hipótese de que os 6 dias da criação são 6 grandes eras. Essas eras podem ter durado milhões de anos. O salmista diz: “Porque mil anos aos teus olhos são como o dia de ontem que passou, e como uma vigília da noite” (Salmo 90:4). Pedro também diz: “Mas vós, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia” (II Pedro 3:8).
Existem dois relatos da criação. Moisés se baseou em mais de uma fonte de informação sobre o relato da criação. O primeiro vai de Gênesis capítulo 1 ao capítulo 2:3; o segundo relato começa exatamente em Gênesis 2:4. Repare que a primeira narrativa afirma que os Elohim (deuses ou Deus) criaram as plantas e os animais antes de o homem ser criado. Na primeira narrativa os Elohim criam o homem e ordenaram: “Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra”. E também não há relato da criação do Jardim do Éden. No segundo relato diz que Deus-Javé (nos originais não consta o termo Elohim) primeiramente criou o homem do pó da Terra e somente depois foi que criou o Jardim do Éden, as plantas e os animais, e os trouxe e entregou a Adão. Em Gênesis 2:5 diz que “não havia ainda nenhuma planta do campo na terra, pois nenhuma erva do campo tinha ainda brotado; porque o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra”. Será que todo esse processo de fazer chover e esperar brotar as plantas durou apenas 24 horas? A fé irracional diz que sim. Porém, toda a obra da criação foi um processo que durou longos dias. Lembremo-nos que mil anos para Deus é como se fosse um dia. Logo, os seis dias da criação poderiam ser seis mil anos.
O estudante de teologia não deve ler os relatos e histórias da Bíblia como se lê um jornal ou um livro qualquer. É preciso focar a visão da mente no que será lido antes, durante e depois. Por exemplo, na Bíblia tem dois salmos repetidos (Salmos 14 e 53). Você já havia percebido? As melodias dos salmos podem ser diferentes, mas o poema é o mesmo.
Para fazer um estudo comparativo do relato do livro de Gênesis, leia também a versão da Bíblia Católica, porque a tradução do nome de Deus é mais fiel ao original. O nome Javé ou Jeová não deveria ser traduzido por “Senhor”, pois é um nome próprio. E os teólogos tendenciosos não deviam esconder a verdade quanto a tradução do nome Elohim na primeira narrativa da criação, pois, “Elohim” significa literalmente “deuses” e não “Deus”. A teologia católica inventou a tradução do vocábulo “Elohim” como “Deus”, para sustentar a doutrina da Trindade. O salmo 82:1-6 chama os juizes de Israel de “deuses” e nem por isso vamos dizer que isso é coisa de ocultismo. Os deuses, aos quais se refere o salmo 82, podem ser os 24 anciãos que julgam ao redor do trono de Deus, no Céu. O próprio Senhor Jesus fez referência a este salmo (João 10:34-35).
Então, continuando, percebemos que o Universo, na sua totalidade, ainda não está perfeito, ou seja, em plena harmonia. Segundo as descobertas científicas obtidas através das imagens capturadas pelo telescópio espacial Hubble, o Universo continua em expansão. Ou seja, o Universo só irá parar de se expandir quando chegar ao sétimo e último estágio de expansão. O último estágio pode sofrer interferência direta de Deus antes do seu término, ou então o tempo se completará, e o Universo entrará num estado de entropia, de regressão e resfriamento. Por enquanto, a expansão do Universo continua acontecendo por causa da voz do Criador, que até agora continua ecoando no espaço. Deus disse: “Haja luz!” E houve luz. E disse Deus: “Haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas” (Gênesis 1:3,6). Deus pode ter ordenado: “Haja a matéria!”. Essa é a única explicação para o famoso “Big-Bang” dos cientistas. O Sistema Solar, no entanto, não está mais em expansão, porque já completou o seu ciclo de expansão, quando o sétimo planeta entrou na composição do sistema.
Na época em que ocorreu a extinção dos dinossauros, há cerca de 65 milhões de anos, o Sistema Solar ainda não se encontrava em harmonia; um dos planetas deve ter causado uma agitação na órbita dos demais planetas, o que ocasionou tremendas alterações na crosta terrestre, ou seja, erupções de vulcões e um superaquecimento da atmosfera. Outros cientistas atribuem esse superaquecimento à colisão de um gigantesco meteoro com o nosso planeta, no Estado do Novo México (EUA).
Os cientistas (químicos, físicos) estudam a matéria, a sua composição; estudam os astros celestes; estudam a natureza e seus fenômenos, mas não associam nada do que acontece a um Ser Criador.
O número 7, inscrito em elementos da natureza e presente na Bíblia, indica a existência de um Ser inteligente, que criou todas as coisas com perfeição.
Deus é um ser absoluto e está num plano imaterial, que o homem não pode alcançar. O cientista, cético ou agnóstico, não quer entender a extensão da Sua grandeza ou faz-se de ignorante, nesse aspecto, porque não há meios de como comprovar a sua existência pela razão física e humana.
Devemos entender que, assim como o homem perscruta o núcleo de um átomo – coisa ínfima, milhares de vezes menor que 1 mm –, também, para Deus o nosso planeta não passa de um átomo. “E [Deus é] o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e o desenrola como tenda para nela habitar” (Isaías 40:22). Em relação ao estudo do átomo, o ser humano se mostra tão grandioso quanto Deus, pois chega a controlar e modificar suas energias; consegue até mesmo destruir o núcleo de um átomo, como no caso da construção da bomba atômica, que é fabricada através do enriquecimento do Urânio ou do Plutônio (elementos químicos radiativos, cujo núcleo, com 92 prótons, é mais pesado que os de outros elementos da natureza). Assim como Deus enxerga e controla todo o Universo, o homem também perscruta o átomo e contempla todas as suas funções.
Em resumo, vou citar somente alguns casos e fatos onde o número 7 aparece inscrito e vou tecer algumas considerações. São coisas espantosas que aprendi, e observei na natureza e nas Sagradas Escrituras.
1) Na composição do átomo (a menor parte da matéria), podem existir até 7 níveis de energia. Ou seja, ao redor do núcleo de qualquer átomo (a eletrosfera) só pode haver no máximo 7 camadas de energia ou sete camadas de elétrons.
Nos átomos dos 115 elementos químicos conhecidos (92 naturais e 23 criados pelo homem), podem ocorrer 7 níveis de energia (contendo elétrons) representados, respectivamente, a partir do núcleo, pelas letras: K, L, M, N, O, P, Q ou pelos números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, chamados de números quânticos principais. Para cada camada eletrônica existe um número exato de elétrons. Um elétron pode passar de uma camada para outra, mas se a outra não estiver completa. Um dos mais respeitados físicos do mundo afirmou que os elétrons parecem possuir vida própria, pois, ou eles se controlam entre si, ou alguma força ou lei externa os orienta a se comportarem daquela maneira. A coisa é tão séria que alguns chegam a dizer que “Deus” é o próprio átomo ou a própria natureza. Dizem outros que a matéria, que pensamos ser “inanimada”, na verdade é bem animada e parece ter vida própria.
Os 92 elementos químicos da natureza, descritos na Tabela Periódica, são divididos em 7 agrupamentos.
Vemos que isso demonstra o poder de Deus interferindo diretamente na constituição e criação dos elementos químicos da natureza.
O átomo de núcleo mais pesado tem exatamente 92 prótons. Nada mais, além disso.
2) No livro de Gênesis lemos que Deus criou o mundo em 6 dias e no 7º dia descansou, ou seja, Deus cessou a sua obra em relação ao nosso Sistema Solar, porque já estava tudo perfeito e harmonioso no sétimo ciclo ou período. Alguns teólogos dizem que Deus não descansou fisicamente, porque espírito não se cansa. Mas, em Êxodo 31:17 diz: “Entre mim e os filhos de Israel será ele um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, e ao sétimo dia descansou, e achou refrigério”. [“Será um sinal perpétuo entre mim e os filhos de Israel, porque em seis dias Javé fez o céu e a terra, mas no sétimo dia ele parou para respirar”] – (Bíblia versão católica). Alguém poderá dizer que o texto é metafórico, mas a idéia de ser literal também não está descartada.
3) Após o dilúvio, Deus fez aparecer o arco-íris no céu, como um pacto ou sinal entre Ele e os humanos, no qual jurava que nunca mais iria castigar os homens com um outro dilúvio.
No arco-íris são observadas 7 cores. Será que isso ocorreu por acaso? Ou foi proposital, para que toda vez que o homem contemple esse fenômeno se lembre de seu Criador? As 7 cores do arco-íris formam a cor branca, quando são aparelhadas na ordem em que aparecem no céu ou quando são refletidas por um prisma.
4) Todos os sons obtidos na natureza ou obtidos artificialmente, em computadores, são compostos apenas de 7 tons e seus respectivos semitons.
São 7 as notas musicais: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si. Os demais sons são chamados de semitons bemóis e sustenidos. Significa que a música só se harmoniza com a existência de 7 tons e as subdivisões de cada tom e semitom. As músicas tocadas e cantadas em todo o Universo são baseadas nesses 7 tons musicais e seus semitons. Os cientistas já modificaram e criaram partículas artificiais na eletrosfera dos átomos, mas não conseguiram aumentar o número de camadas, que são 7. Também, na música ainda não conseguiram formar uma oitava, de forma que ela emita um tom diferente dos tons já existentes.
5) A Lua é considerada pelos astrônomos um corpo estranho ou um astro estranho no Sistema Solar, pois a composição das sustâncias químicas, existente na Lua, não tem relação com as sustâncias da Terra. Logo, concluímos que o Criador colocou propositalmente a Lua como um satélite da Terra, para servir de referencial para a contagem do tempo e conseqüentemente manter em equilíbrio a força de rotação e translação do planeta. Se a Lua fosse localizada um pouco mais perto ou mais distante da Terra, haveria uma alteração tremenda na velocidade dos movimentos de rotação e translação.
Observamos que cada fase da Lua dura 7 dias. Por isso, a semana tem 7 dias. As quatro fases da lua duram 28 dias. Por isso, os meses são de 28 a 31 dias.
6) A diferença de chocamento dos ovos das aves é de 7 dias. A galinha choca os ovos durante 21 dias; o ganso, durante 28 dias; o papagaio, durante 42 dias; etc. A pergunta é a seguinte: Por que tem que ser exatamente 7 dias essa diferença?
7) Existe um jogo japonês de nome Tangran. Esse jogo compõe-se de um quadrado, o qual é recortado em 7 figuras geométricas diferentes. Com as 7 peças é possível criar uma imensidade de figuras de animais ou coisas. Observamos nesse jogo que, realmente, o número 7 encerra uma plenitude. No livro de Apocalipse, a Nova Jerusalém, a cidade de Deus é descrita como uma cidade quadrada.
8) Para os israelitas conquistarem a cidade de Jericó, Deus ordenou que o povo desse uma volta ao redor da cidade a cada dia, durante 6 dias, e no 7º dia teriam que dar 7 voltas ao redor da cidade, e Deus ordenou, também, que 7 sacerdotes tocassem 7 cornetas durante as 7 voltas ao redor da cidade e, no final, ordenou que gritassem com toda força e tocassem todos os instrumentos, para que os muros da cidade desmoronassem. E assim fizeram e aconteceu.
Então, qual será o mistério do número 7? Esse fato é uma verdadeira cabala bíblica.
9) Pedro, discípulo, perguntou a Jesus se tínhamos que perdoar o nosso próximo até 7 vezes. Porém, Jesus respondeu que deviam perdoar não somente até 7 vezes, mas até 70 vezes 7 (490 vezes).
10) No livro do Apocalipse vemos o maior número de ocorrências em que o número 7 é retratado nos intentos e juízos de Deus. João contempla 7 castiçais e 7 candeeiros; João visualiza a situação espiritual de 7 igrejas da Ásia, na sua época. Essas igrejas são simbólicas para o nosso tempo.
Novamente vemos Deus tomar 7 coisas como modelo, para demonstrar a suficiência de algo.
11) João visualiza um livro com 7 selos; visualiza, também, 7 anjos com 7 trombetas, e depois 7 taças, simbolizando os juízos de Deus com relação a Terra e seus governantes.
12) São 7 as maravilhas do mundo antigo, ou seja, as maiores obras criadas pela mão do homem da Antigüidade. São elas: 1) As Pirâmides do Egito, 2) Os Jardins Suspensos da Babilônia, 3) Estátua de Zeus, 4) Colosso de Rodes, 5) Túmulo do Rei Mausolo, 6) Templo de Ártemis e 7) Farol de Alexandria. Existem, também, as 7 maravilhas da era moderna, tais como: a Muralha da China, a Torre Eifel, em Paris, a Catedral de Notre Dame, de Paris, em estilo gótico, a Estátua do Cristo Redentor do Rio de Janeiro, etc. Alguns brasileiros o Carnaval do Rio de Janeiro como uma das 7 maravilhas do mundo contemporâneo.
13) Faraó, no Egito, teve um sonho com 7 vacas magras e 7 vacas gordas.
14) São 7 os continentes da Terra e 7 são os mares.
15) 7 são as vidas do gato e 7 são os pecados capitais: Avareza, Soberba, Gula, Ira, Luxúria, Preguiça e Inveja.
16) Quando Caim matou Abel, Deus o amaldiçoou e colocou-lhe uma marca para que ninguém o matasse, cometendo outro crime bárbaro como o que ele havia cometido. Deus advertiu que quem matasse Caim, a maldição cairia 7 vezes sobre ele. Lameque se gabava de ter matado dois homens e aquele que o ferisse seria amaldiçoado (vingado) 77 vezes (Gen. 4:24).
A maldição de Caim é uma alegoria da maldição de Lúcifer. Assim como Deus não vingou a morte de Abel, matando Caim, Satanás também não foi preso ou condenado quando transferiu a Adão e Eva no paraíso o conhecimento que não devia transmitir aos homens. Jesus, quando se encarnou, não falou nada além do que o Pai lhe instruiu. A marca que Satanás recebeu foi aquela maldição proferida em Gênesis 3:14. “Sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida”. Essa maldição não foi dirigida a um animal irracional; foi dirigida a Lúcifer. Satanás ficou alienado de Deus e errante (fugitivo) neste mundo; perdeu os direitos e a primazia que detinha, pois ele era o regente da criação de Deus e o “portador da luz” entre as criaturas. O direito de primogenitura foi entregue a Jesus. Lembre-se da história de Esaú e Jacó. Esaú tinha a primazia da bênção de Isaque, seu pai, mas não valorizou o seu direito e sua posição; da mesma forma Satanás trocou tudo que tinha por prazeres carnais (prato de lentilha) e rebeldia contra o seu Criador.
17) Quando Noé construiu a arca, Deus ordenou-lhe que colocasse dois casais de cada animal impuro e 7 casais de cada animal puro. Leia Gênesis capítulos 6 e 7.
18) São 7 os olhos do Senhor, que discorrem por toda a terra. (Zacarias 4:10).
19) Foram 7 os demônios expulsos de Maria Madalena. (Marcos 16:9).
20) Com 5 pães e 2 peixes Jesus alimentou uma multidão de mais de cinco mil pessoas. 5 + 2 = 7 e levantaram 12 cestos de sobras.
21) Deus instituiu o 7º dia, o Sábado, como dia de descanso, para que o homem descansasse do seu trabalho e tivesse tempo para dedicar adoração ao seu Criador. Porém, o motivo da ordenação da observância desse dia foi mais do que por causa do descanso; Deus tinha algo especial a nos dizer com a guarda do Sábado em relação aos seus planos secretos.
No reino de mil anos de Cristo com a Igreja aqui na Terra, o santo Sábado do Senhor será observado. Todas aquelas festas dos judeus, festas do 7º mês, festas da lua nova, festa dos tabernáculos, do pentecostes, festas das primícias, serão revividas pelos Judeus e todos os povos da Terra serão convidados a participar. No reino milenar os crentes ou cristãos ocidentais terão que se converter ao Judaísmo. Leia Zacarias capítulo 14; Salmo 81:3; Isaías 56:2-6; 58:13; 66:23; Ezequiel 46:1, 4; 44:24.
Quem não guarda os Dez mandamentos da Lei de Deus não merece ler alguns salmos da Bíblia. Toda vez que o salmista fala em deleitar-se na Lei do Senhor ele está se referindo à Lei de Moisés, aos Dez Mandamentos, que inclui o respeito ao dia de Sábado. Hoje há quem diga que a Lei dada pelo Senhor aos judeus era uma Lei pesada, uma lei ruim; mas, ao contrário, o salmista sempre diz que a Lei do Senhor é boa, é perfeita. Se você acha que foi abolido algum dos Dez Mandamentos da Lei de Deus, então jamais leia o Salmo 1, porque a Lei a qual ele se refere é a Lei de Moisés.
Jesus não veio para abolir a guarda do Sábado através da sua morte ou ressurreição. Tanto é verdade, que Jesus ditou uma profecia que iria acontecer muitos dias depois da sua morte e ida para o céu, onde ele demonstra preocupação e compaixão pelos judeus que iriam morrer na invasão e destruição da cidade de Jerusalém no ano 70 da E.C. “Mas ai das que estiverem grávidas, e das que amamentarem naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não suceda no inverno nem no Sábado” (Mat. 24:19, 20). Por que seria mais difícil a fuga no dia de Sábado? Significa que o Sábado continuaria sendo respeitado naqueles dias.
22) Um escravo hebreu só poderia prestar serviço durante 6 anos (Êxodo 21:2; Jeremias 34:14); mas, no 7º ano ele ficava livre, tinha a sua liberdade.
23) Havia também o ano sabático: 6 anos os hebreus tinham que plantar, colher e armazenar bastante mantimento, porque o 7º ano era ano de descanso. Havia, ainda, o ano do jubileu, que se comemorava após sete semanas de anos.
O 7º milênio está quase chegando; ele deve ser contado pelo calendário lunar, ou pelo calendário Judeu. O sétimo milênio é o milênio do descanso, ou o “ano do jubileu” para a Terra e principalmente para o povo de Deus.
24) Eram comemoradas 7 festas religiosas pelos hebreus, e havia uma que era festejada especialmente no 7º mês. A festa do Pentecostes (qüinquagésimo dia) era comemorada após sete semanas. A palavra “pentecostes” não tem nada a ver com operação do Espírito Santo ou avivamento.
25) A luz do Sol emite 7 raios, entre os quais posso citar raio ultravioleta, raios-X, raio gama e raio infravermelho.
26) Quando Israel (Jacó) desceu com sua família ao Egito, foram 70 pessoas com ele.
27) Quando José morreu, no Egito, os egípcios lamentaram a sua morte durante 70 dias (Gen. 50:3).
28) Em Jó 5:19, fala sobre as seis angústias (aflições) em que o homem pode sofrer e ter o livramento de Deus, mas na 7ª vez o mal não lhe tocará.
29) Em Provérbios 6:16 lemos que há 7 coisas que Deus abomina.
30) Em Provérbios 9:1 lemos sobre as 7 colunas da sabedoria. Sete são os jurados de um tribunal de juri (julgamento).
31) Os 70 livros inspirados da Bíblia são as colunas que sustentam o plano de Deus na Terra.
32) Sete vezes cai o justo e se levanta. Prov. 24:16.
33) As 7 abominações do coração do homem. Prov. 26:25.
34) A janela do Templo do Senhor, construído por Salomão, que dava para a banda do oriente, era vista por uma escada de 7 degraus (Ezequiel 40:22). A escada que dava acesso ao trono do palácio do rei Salomão tinha 6 degraus, e o trono mesmo ficava no sétimo degrau.
35) Os 7 tempos simbólicos dados ao rei Nabucodonosor (Daniel 4:16).
36) Existem 7 camadas da atmosfera da Terra e 7 céus. Existem, também, 7 camadas da Terra. Dizem os antigos que uma cova de sepultura tem 7 palmos de profundidade.
37) Nas ordenanças ao povo judeu havia uma referente à guarda do 7º ano, o ano do jubileu (descanso). Seis anos o povo devia trabalhar e armazenar bastante alimento. Mas, no sétimo ano deviam parar todas as atividades e descansar.
Ora, o significado disso é tão claro e evidente para nós, e não consigo entender por que os melhores estudiosos das profecias bíblicas não atentaram para isso. Se existiram os seis dias da criação, e depois veio o sétimo dia, o dia do descanso; se Deus ordenou ao seu povo trabalhar seis anos, e no sétimo ano descansar; logicamente que para o povo judeu e a Igreja a mesma ordenança se estenderia em relação ao período de mil anos. Significa que em seis mil anos os judeus e a Igreja exerceriam suas atividades na Terra, mas no sétimo milênio teriam que descansar. O calendário gregoriano não devia existir, e se existiu foi para esconder a verdade sobre a contagem dos tempos.
38) O povo de Israel destruiu 7 nações até tomar posse da terra de Canaã, a Palestina.
39) As 70 semanas proféticas do livro do profeta Daniel, que ainda não se cumpriram totalmente.
40) O tempo de cativeiro do povo judeu na Babilônia foi de 70 anos.
41) A missão dos 70 discípulos de Cristo foi novamente uma forma implícita de Jesus demonstrar o cumprimento das coisas e do tempo.
42) A destruição da cidade de Jerusalém no ano 70 da Era Cristã, predita por Jesus, também não foi uma data por acaso.
43) A média de vida dos seres humanos é estimada em 70 anos, conforme escreveu o salmista.
44) São 7 os países que possuem a bomba atômica: Estados Unidos da América, Rússia, China, França, Inglaterra, Índia e Paquistão. Três países pretendem ter a bomba, mas são impedidos pelos EUA: Iraque, Irã e Coréia do Norte.
45) Eram 7 as transas do cabelo de Sansão.
46) No reino Medo-Persa havia 7 príncipes, que simbolizam os sete anjos príncipes de Lúcifer. (Éster 1:3, 11, 14 e Daniel 10:13, 20).
47) O general Naamã teve que mergulhar 7 vezes no rio Jordão para ser curado da lepra.
48) No ano de 2007 o planeta Terra atingiu a marca de 7 bilhões de habitantes.
49) São 7 os algarismos romanos: I, V, X, L, C, D e M. Com essas sete letras é possível escrever qualquer número.
Em fim, citei somente esses quarenta e poucos casos. Mas, poderia citar muitos e muitos fatos da natureza, casos e relatos da Bíblia em que ocorrem referências ao número 7. Mas, isso fica para você mesmo pensar e descobrir mais coisas relacionadas ao número 7.
O que está sendo tratado, aqui, é apenas uma prévia do estudo do número 7 e o seu significado na Bíblia.
Tenha em mente que o estudo do número sete é baseado, também, nos seus múltiplos: 42, 49, 70, 420 e 490.
Na Bíblia, quando o número 40 ou 400 aparece, significa um arredondamento do número 42 ou 420, ou seja, 6 períodos de 7 tempos ou 6 períodos de 70 tempos. O número 6 é o número do homem; 6 representa o limite do homem, o limite do sofrimento, o limite da escravidão, o limite do domínio. Da mesma forma, o número 42 ou 420 representa um período de sofrimento, tribulação ou prova. As chuvas do dilúvio duraram 40 dias, Moisés passou 40 dias recebendo os Dez Mandamentos no Monte Sinai, Jesus passou 40 dias no deserto sendo tentado pelo Diabo; a mulher passa 40 semanas esperando para dar à luz um filho; “42 meses” (ou 40 arredondados) será o período da Grande Tribulação narrado no Apocalipse. E assim por diante.
No livro do profeta Daniel fala-se sobre 70 semanas proféticas (7×10) determinadas sobre o povo hebreu; 420 anos (6×70) foi o tempo de escravidão dos hebreus no Egito; passaram 42 anos (6×7) anos vagando no deserto; passaram 490 anos (7×49) habitando na terra de Canaã; passaram 70 anos no cativeiro babilônico; 70 é número total dos livros inspirados da Bíblia e 70 é o número dos eruditos que traduziram a primeira versão da Torá para a língua grega, um século antes de Cristo.
Para efeito de cálculos e contagem de tempos bíblicos deve-se usar o calendário luni-solar, ou o calendário de Israel, o calendário judaico, que tem seu início no ano 3.761 a.C. O ano profético é de 360 dias e não 365. Bobo é o estudioso que toma o calendário do Papa, o Calendário Gregoriano, para calcular os tempos proféticos. Além do calendário do Papa (organizado pelo historiador Dionísio) ter um atraso de 5 anos, há um grande erro em se começar a contar o início da dispensação da graça no ano Dominni (Ano do Senhor ou ano do nascimento de Jesus), o ano 1 da Era Cristã. O período da Graça de Deus começa no ano da morte e ressurreição de Jesus: ano 29 E.C.
NOTA IMPORTANTE:
É importante o estudioso da Bíblia ter em mente que não existem outras formas de se fazer cálculos para tentar desvendar os mistérios das profecias além do mistério do número sete e o estudo dos códigos dos cincos livros da Torá judaica, livros dos profetas e os salmos, através de programas de computador (Lucas 24:27; João 10:34-35 - A Lei a qual Jesus se refere é o livro dos Salmos). Se os estudantes dos códigos da Bíblia, através do computador, descobrirem a data exata do cumprimento ou realização das profecias, não devem jamais divulgar abertamente ao público leigo. Da mesma forma, os estudantes do significado do número sete na Bíblia, não devem divulgar as possíveis datas do cumprimento das profecias; devem apenas “sugerir”, ou seja, devem divulgá-la não afirmado que são revelações do Espírito Santo ou uma profecia da parte de Deus; e se houver certeza plena da data, deverá divulgá-la através de um novo enigma, assim como fez o profeta Nostradamus. Muitos incautos têm caído em vergonha e descrédito porque se acham investidos do Espírito Santo e profetizam mentiras em nome de Deus.
Saiba, também que, pelo que tudo indica, o estudo das profecias, através do significado do número sete, é pioneiro em sua divulgação pública, pois ainda não se encontra disponível nenhuma literatura que trate com tanto detalhes a respeito do significado do número sete, na Bíblia. A cabala judaica, o livro de Zohar, o Livro de Enoque e a literatura dos teósofos falam a respeito do significado cabalístico do número sete, mas não há um estudo mais aprofundado sobre o seu real significado. Sei, porém, que a elite do Vaticano, alguns iniciados na Teosofia, e outros iniciados nos mistérios mais ocultos da cabala sabe o significado secreto do número sete inscrito na Bíblia e na natureza; os únicos que não sabem de nada são os teólogos evangélicos. Dos grandes pregadores evangélicos conhecidos, parece que somente a pastora Valnice Milhomens sabe alguma coisa a respeito do significado do número sete.
Chamo a atenção dos teólogos e de qualquer pessoa que acredita na Bíblia para a seguinte verdade, que está passando despercebida: “Se não estou certo ao defender o fato de que existe um significado secreto ou subliminar do número sete (7) na Bíblia, de Gênesis ao Apocalipse, então o Deus da Bíblia, o Deus que servimos é completamente supersticioso, pois empregou esse número para estabelecer as leis dadas aos hebreus e o empregou, principalmente no Apocalipse, para ditar as profecias aos homens”. Mesmo que o número sete encerre significado de totalidade, de complemento ou de perfeição, isso não justifica o fato de Deus tê-lo empregado de forma tão explícita e contundente no livro do Apocalipse, pois, isso se caracteriza como algo supersticioso. Outro número que parece ser usado por superstição é o número 12. Se os teólogos de plantão não conseguem demonstrar nenhuma justificativa para Deus gostar tanto do número sete, então, significa que Deus é mais supersticioso do que nós, seres humanos.
Adivinhando o seu pensamento, vou citar algumas referências bíblicas para mostrar a você que é bíblico fazer cálculos ou interpretações a respeito do significado das profecias.
“Ele respondeu: Vai-te, Daniel, porque estas palavras estão cerradas e seladas até o tempo do fim. Muitos se purificarão, e se embranquecerão, e serão acrisolados; mas os ímpios procederão impiamente; e nenhum deles entenderá; mas os sábios entenderão” (Dan. 12-9-10).
“Quando, pois, virdes estar no lugar santo a abominação de desolação, predita pelo profeta Daniel (quem lê, entenda)” (Mat. 24:15).
“Pois com grande poder refutava publicamente os judeus, demonstrando pelas Escrituras que Jesus era o Cristo” (Atos 18:29).
“Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis” (Apoc.13:18).
“Aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada; são também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo. A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição” (Apoc. 17:1-11). [Nesta passagem João está desafiando os sábios para desvendar o enigma].
Umas das frases mais profundas que já li, na Bíblia, foi a que o Rei Salomão proferiu no livro dos Provérbios. Lemos: “A glória de Deus é encobrir as coisas; mas a glória dos reis é esquadrinhá-las (Prov. 5:2)”. Parafraseando este versículo fica assim: “A glória de Deus é ocultar as verdades das coisas ao homem; mas a glória dos sábios é conseguir decifrá-las”.
Existem outras referências, mas estas são suficientes.
APOTEOSE DO NÚMERO 7
Qualquer número (exceto os divisíveis por 7) sendo dividido por 7, gera sempre uma dízima periódica composta de 6 algarismos, sendo que esses algarismos são sempre os mesmos: 1, 2, 4, 5, 7, 8. Esse fenômeno não ocorre com a divisão de outros números pelos algarismos 2, 3, 4, 5, 6, 8 e 9. Veja:
1:7 = 0,142857…… (Final do número é 7)
2:7 = 0,285714…… (Final do número é 14, o dobro de 7)
3:7 = 0,428571……
4:7 = 0,571428……
5:7 = 0,714285……
6:7 = 0,857142……
8:7 = 1,142857……
9:7 = 1,285714……
10:7=1,428571……
11:7=1,571428……
12:7=1,714285……
13:7=1,857142……
22:7=3,142857…., etc, etc.
Os números 3, 6 e 9 jamais aparecem nas dízimas.
Observe, que se efetuando a divisão até o 13º número, temos uma seqüência de 6 dígitos na terminação das dízimas. São os números 7, 4, 1, 8, 5, 2. As ordens dos 6 dígitos se mantêm nos dígitos iniciais e nos dígitos do meio das dízimas. Os 6 dígitos iniciais na seqüência das dízimas são: 1, 2, 4, 5, 7, 8.
Se multiplicarmos o número 0,142857 por 7 resultará o número 0,999999. São 6 dígitos, que basta apenas um 7º elemento para que se complete uma unidade real, ou seja, o número 1, que irá preencher o vazio, simbolizado pelo zero. Temos, então, 0,999999 + 0,000001 = 1.
As dezenas da dízima 142857 podem ser entendidas assim: 14 é o dobro de 7; 28 é o dobro de 14 e 56 é dobro de 28. Logo, para haver perfeição, o algarismo 6 foi arredondado para 7. Então, ficou 142857.
A divisão por 7, que gera uma dízima de 6 dígitos, pode ser imaginada da seguinte forma: ao dividirmos um número por 7, obtém-se uma divisão infinita. Para que a divisão cesse, a lógica da divisão segue até ao 6º ciclo (sexto algarismo), e finalmente existe um arredondamento do número no 6º dígito, para que se encerre a divisão. Logo, o número 7 marcou o final da expansão da divisão. Ou seja, o algarismo 7 tornou o número pleno, ou matematicamente falando, tornou o número racional.
Existem outros números que ao ser dividido por um número primo, como no caso o 17, gera uma dízima com o total de dígitos igual ao divisor (menos 1). Mas, essa característica cabalística está relacionada ao número sete, porque o nº 17 possui o algarismo 7.
Podemos concluir que o número 7 encerra uma plenitude ou um complemento. Ou seja, o número 7 é um elemento que põe limite a todas as coisas criadas ou determinadas por Deus. Vemos isso acontecer no ato da criação do mundo em 6 eras, descrito no livro de Gênesis, sendo aperfeiçoada a obra no 7º dia ou 7ª era; vemos, também, acontecer o mesmo fato na composição do nas sete camadas que compõe o átomo.
SOBRE OS ÁTOMOS
A hierarquia dos átomos
Os átomos que os cientistas criam no laboratório são artificiais e transitórios. Eles duram frações de segundo e se desintegram. Ou seja, perdem parte de sua massa, e o que resta são átomos comuns. O motivo é que, como seus núcleos são pesados demais, se tornam instáveis. É como se desmoronassem por não conseguir manter juntos todos os seus componentes, os prótons. Assim, não existem átomos com mais de 92 prótons na natureza, que dão origem a 92 elementos químicos: o mais simples é o de hidrogênio, que só tem um próton. O mais complexo, com 92 prótons, é o de urânio.
A tabela periódica dos elementos químicos, organizada no século XIX pelo russo Dmitri Mendeleev, superou os 92 elementos químicos naturais e inclui hoje outros obtidos artificialmente. Os elementos superpesados, ou transurânicos, são produzidos em reatores nucleares ou em imensos aceleradores de partículas. Os dois mais novos integrantes da família química – os elementos 116 (com 116 prótons e 173 nêutrons no núcleo) e 118 (com 118 prótons e 175 nêutrons) – foram construídos em junho de 1999 por pesquisadores do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, na Califórnia, Estados Unidos. No total, os físicos já obtiveram 23 transurânicos.
OUTRA CURIOSIDADE:
Alguns cientistas estimam a idade do Universo em 13 bilhões de anos. Na natureza são encontrados apenas 92 elementos químicos. O número máximo de prótons no núcleo do átomo de um elemento químico não ultrapassa 92. O total de prótons é de acordo com o total de elementos químicos na natureza, que são 92. Quando o Universo passar mais uns milhões de anos, outros elementos químicos podem surgir naturalmente na natureza. Apesar disso, o homem já criou, em laboratório, mais de 20 elementos químicos artificiais, mas são sub-elementos.
Agora veja: ao dividirmos 92 por 7, obtemos o número 13,142857…… Neste quociente temos a idade estimada do universo: 13 bilhões de anos.
Em 1999 fez-se a primeira imagem da órbita dos elétrons em torno de um núcleo atômico. Seu autor, o físico J. M. Zuo, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, usou uma técnica, a difração de raios-X, e obteve uma radiografia dos elétrons em torno de núcleos do cobre. Como o movimento dessas partículas determina a ligação dos átomos uns aos outros nas moléculas e nos cristais, o feito de Zuo ajudou a resolver umas das questões mais fundamentais da química. É extremamente difícil observar os elétrons porque eles são mais de 1 milhão de vezes menores que 1 mm e giram ao redor do núcleo dos átomos a cerca de 10 milhões km/h.
A descoberta dos 6 Quarks mostra claramente a existência das 6 eras de transformação e evolução do Universo (fases da matéria), e podem estar relacionados, implicitamente, nas 6 eras da criação, descritas no livro de Gênesis. Porém, como a maioria dos cientistas são céticos, não associam as suas descobertas aos relatos bíblicos.
OS SEIS QUARKS
A idéia de que a parte mínima da matéria era o átomo foi proposta ainda no século V a.C. pelo filósofo grego Demócrito e perdurou até o início do século XX. Mais recentemente, em 1964, o norte-americano Murray Gell-Mann (1929-), que ganharia o Prêmio Nobel de 1969, sugeriu outra hipótese: a matéria poderia ser subdividida em partes ainda menores, chamadas por ele de quarks. Atualmente sabe-se que existem seis tipos de quarks. Desse total, apenas dois entram na composição de prótons e nêutrons. Os demais existiram apenas nos primeiros momentos da criação do Universo e só podem ser recriados dentro dos aceleradores de partículas. Os aceleradores são longas pistas circulares onde os físicos lançam pedaços minúsculos de matéria e de antimatéria, uns contra os outros. Impulsionadas por um fortíssimo campo magnético criado por potentes eletroímãs, as partículas viajam a uma velocidade próxima à da luz (300.000 km/s). Ao se chocarem, elas se estraçalham em ínfimos pedaços que duram frações mínimas de segundo.
Em 1994, uma equipe internacional do Laboratório Fermilab, nos Estados Unidos (EUA), confirmou a existência da mais pesada das subpartículas fundamentais da matéria, o quark top (topo). O top já fora detectado no ano anterior, por outro grupo de pesquisadores, no mesmo laboratório. Com a confirmação, os físicos completaram a lista de subpartículas que compõem toda a matéria existente na natureza.
Em resumo, os seis Quarks:
1º) Up (para cima) – É o mais leve dos quarks. Cada próton possui dois up em seu interior. Cada nêutron, um.
2º) Down (para baixo) – Faz dupla com o up na constituição da matéria. Cada próton tem um down e cada nêutron, dois.
3º) Charm (charme) – Maior que o up e o down, só aparece em aceleradores de partículas, por um milionésimo de milionésimo de segundo.
4º) Strange (estranho) – Par do charm, é também pesado demais para se manter inteiro na natureza. Só existiu nos primeiros momentos da criação do Universo.
5º) Top (topo) – O mais pesado dos quarks, tem massa igual à de um átomo de ouro. Nos aceleradores, sobrevive por apenas 0,0000000000000000000001 segundo.
6º) Bottom (fundo) – Também é pesado demais para existir hoje. Nos aceleradores, dura apenas um milionésimo de milionésimo de segundo.
CONCLUSÃO
Depois de você ver todas essas considerações a respeito do número 7, o qual está diretamente ligado à obra da criação e aos intentos e juízos de Deus em relação aos homens, a Satanás e aos anjos que se rebelaram, será que no seu coração e na sua mente ainda não brotou uma fagulha de fé? Na Bíblia lemos que “sem fé é impossível agradar a Deus”. Deus quer ver o homem buscá-lo espontaneamente; quer ver a fé do homem e a sua submissão ao seu poderio. Se Deus tivesse criado as coisas mais esteticamente perfeitas e bem explicadas pela razão de ser, seria mais fácil ao homem atribuir a arquitetura do Universo a um ser inteligente, ou seja, Deus.
Deus é tão sábio e inteligente, que colocou esses pequenos detalhes na Bíblia para testar os homens, para ver se são capazes de perceber algo extraordinário, inserido implicitamente nos fatos narrados. Os próprios códigos da Bíblia, que estão sendo revelados atualmente através de programas de computador, são mais uma prova do quão divina e inspirada é a Bíblia.
Embora as coisas que Deus faz não sejam perfeitas na aparência, mas elas revelam outros aspectos que mostram a magnificência de Deus. Um exemplo de que o que Deus faz não é como o homem deseja ou espera, é o caso da vinda de Jesus ao mundo, sua revelação como Filho de Deus (o mistério oculto durante milênios) e sua morte em favor da humanidade. Nas Escrituras Sagradas do Antigo Testamento, tudo foi preparado de antemão, prevendo a morte de Jesus na cruz do Calvário, para que se consumasse a obra da redenção do homem, porque ele havia pecado. Porém, a morte de Jesus na cruz poderia não se consumar, porque dependia da abnegação e resignação de Jesus em morrer pela humanidade numa terrível cruz. Satanás intentou por diversas vezes fazer com que Jesus desistisse de seu sacrifício. Tudo isso é confirmado nos quatro evangelhos. Jesus foi tentado pelo Diabo quanto este jejuando por 40 dias. Quando Pedro disse que daria a vida por seu Mestre, Jesus atribuiu as suas palavras as palavras Satanás, porque Ele não queria ouvir nenhum incentivo para desistir da missão que lhe foi confiada pelo Pai. Satanás perturbou a mulher de Pilatos, e ela mandou uma carta a Pilatos, solicitando que não condenasse Jesus à morte. Até nos últimos instantes da crucificação um dos dois ladrões que fora crucificado, instigado por Satanás, desafiou Jesus a descer da cruz e salvar a todos. Mas, o segredo da morte de Jesus está na forma como Ele pregou as boas novas. E isso foi um plano traçado por Deus, para que a morte de Jesus ocorresse naturalmente. Estava escrito que Jesus teria que padecer e ser entregue nas mãos dos homens e morrer. Se Jesus pregasse as boas novas mais pacientemente, se explicasse tudo o que ele havia falado por parábolas ao povo, e não provocasse as autoridades daquela época, jamais o teriam crucificado numa cruz. Mas, a estratégia usada por Jesus foi a pregação, na maioria dos casos, por parábolas. Aí estava o segredo. Nem mesmo os discípulos entendiam muitas coisas que Jesus falava e nem tudo Ele explicava secretamente aos discípulos. A multidão ficava sem compreender nada. Apenas acredita nele como um enviado de Deus por causa dos milagres que ele operava. O povo judeu esperava um libertador, um líder que pudesse salvá-los do jugo romano. Mas o que estava escrito a respeito de Cristo não era o que o povo pensava. E também, a estratégia usada para pregar foi proposital, para que Jesus chegasse até a morte. Devemos entender, aqui, que Jesus não se esforçou para provocar a sua própria morte. Porém, vemos que a morte de Cristo aconteceu de forma natural. Jesus, porém, garantiu aos discípulos que, após retornar para o céu, enviaria o Consolador, o Espírito Santo, que os faria lembrar de todas as coisas que havia ensinado por parábolas. Entenda que Satanás jamais queria que Jesus morresse pelo povo, porque ele sabia que estaria completa a obra de expiação dos pecados da humanidade. Satanás queria que Jesus desistisse da sua morte para salvar a humanidade. Mesmo que Jesus morresse e não ressuscitasse, sua morte teria o mesmo valor do que hoje tem, porque o que valia era sua morte para expiar os pecados da humanidade; a sua ressurreição não tem nada a ver com a purificação dos nossos pecados. De qualquer forma, os santos teriam que ressuscitar, mais cedo ou mais tarde. E Jesus também ressuscitaria no dia do arrebatamento ou no último dia. Repito: se Jesus não tivesse ressuscitado, o simbolismo da sua morte teria o mesmo efeito do que tem hoje, e talvez, teria até mais poder, porque os pecadores se sentiriam mais culpados pela morte horrenda de Jesus, por ter-se tornado maldito por nossa culpa, ao ser levantado no madeiro.
Se Cristo viesse morrer pelos nossos pecados no nosso tempo, em pleno século XXI, você acreditaria em suas palavras? Como você encararia a pessoa de Jesus? Será que as pessoas de hoje encarariam sua mensagem da mesma forma como os judeus encararam, há mais de dois mil anos?
Hoje compreendemos a história de Cristo, porque temos lido a Bíblia e reconhecido a sua história, porque o nosso ponto de vista não é igual ao dos judeus da época de Jesus. Se você sempre soubesse que Deus era um só, e soubesse também que Ele não tinha nenhum Filho, e esse Filho viesse hoje pregar uma mensagem diferente, uma sã doutrina, para esta geração perversa, por certo a maioria o rejeitaria, do mesmo jeito que fizeram os judeus, que o acusaram de ser blasfemo, porque se dizia ser Filho de Deus e ainda perdoava pecado.
Portanto, vemos que as coisas de Deus não são perfeitamente mostradas ou apresentadas. Mas, em todas essas coisas existem evidências da existência do Criador. Deus criou Adão e Eva, e desse casal se originaram todas as raças que povoam a Terra. Porém, como de um só casal puderam surgir tantas raças, cada uma com uma cor de pele diferente, com aparências físicas inexplicáveis, num período de aproximadamente sete mil anos? Isso ocorreu para mostrar ao homem que as coisas de Deus não são como o homem deseja que sejam, tudo baseado na razão e na lógica. As coisas difíceis servem não para dificultar ao homem crer na existência do seu Criador, mas para que o homem creia em Deus pela fé, simplesmente contemplando a grandiosidade das obras de suas mãos.
JEOVÁ É O CRIADOR E SENHOR DE TODOS. JESUS CRISTO É O ÚNICO SALVADOR E MEDIADOR ENTRE DEUS E OS HOMENS.
JESUS É DEUS E FILHO DE DEUS. ELE É O PRINCÍPIO DA CRIAÇÃO DE DEUS, OU SEJA, ELE FOI O MOTIVO PRIMORDIAL PARA A EXISTÊNCIA DO MUNDO.
OBTER O CONHECIMENTO DE FORMA ERRADA, PARA DEPOIS NEGAR A EXISTÊNCIA DO CRIADOR, MELHOR SERIA TER NASCIDO POBRE, OU CEGO, OU SURDO E MUDO, OU ENTÃO, SER CONCEBIDO SEM CÉREBRO NO VENTRE DA MÃE.
BEM FALOU JESUS A RESPEITO DOS POBRES E DOS HUMILDES DE ESPÍRITO:
“Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mateus 5:3).
“Então, levantando ele os olhos para os seus discípulos, dizia: Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus” (Lucas 6:20).
“Naquele tempo falou Jesus, dizendo: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos” (Mateus 11:25).
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TEORIA DA COMPOSIÇÃO DO SISTEMA SOLAR
(Uma teoria diferente)
Na composição do Sistema Solar não existem 9 planetas, porque só podem existir 7 planetas, ou seja, só podem haver 7 camadas de energia ao redor do Sol (o núcleo). Se houver mais de 7 planetas, ocorrerá uma desarmonia no Sistema Solar.
Comparando o Sistema Solar com a estrutura do átomo, podemos dizer que o Sol é o núcleo e os planetas são os elétrons que circulam ao redor do núcleo. Quanto maior for a temperatura média da Via Láctea ou do ambiente em torno do Sistema Solar, mais rapidamente giram os planetas.
O processo da criação, descrito no primeiro capítulo do livro de Gênesis, só foi concluído no sétimo período, quando o sétimo planeta, Urano, entrou na composição do Sistema Solar, tornando-o harmonioso. Porém, quanto à inclinação do eixo da Terra? Foi uma ação direta do Criador ou não?
Se esta teoria está correta, os dois últimos planetas, Netuno e Plutão, não pertencem ao Sistema Solar; ou então pertencem à órbita de um outro astro; ou os dois últimos planetas não existem. Sabemos que numa camada eletrônica de um átomo pode circular mais de um elétron em posições eqüidistantes. Um elétron pode saltar de uma camada para outra. Por certo, no Sistema Solar ocorre essa mesma lei. Dois planetas devem circular em posições eqüidistantes numa mesma camada ao redor do Sol. Sei que os cientistas medem as distancias de um planeta para outro, em relação à Terra ou o Sol, mas esses cálculos não são exatos. Os cálculos das distâncias são feitos com base nos raios de luz emitidos pelos corpos celestes, por ondas eletromagnéticas ou por fotos tiradas pelos potentes telescópios. Por exemplo, os planetas mais distantes demoram vários anos para que sejam visto com nitidez pelos telescópios e mesmo assim não são bastante confiáveis as conclusões tiradas pelos astrônomos. Alguns astrônomos utilizam a trigonometria para calcular distâncias. Ou seja, fazem cálculos de distâncias inacessíveis usando o triângulo retângulo, mas só no caso de distâncias entre estrelas e constelações da Via Láctea. Se fosse lançada uma sonda para fora do Sistema Solar, então seria possível medir a distância correta entre os planetas, através da trigonometria.
Porém, pela explicação lógica da Física, se existem 8 ou 9 camadas ao redor do Sol, e um planeta em cada camada do Sistema Solar, isso significa que existe alguma desarmonia na ordem dos planetas, fazendo com que ocorram fenômenos climáticos e catástrofes naturais, principalmente no planeta Terra. [Lúcifer sempre corrompeu as coisas criadas por Deus; ele não gosta de ver nada harmonioso. Será que foi Lúcifer que acrescentou o oitavo planeta no Sistema Solar?].
Segundo os astrônomos, o planeta Terra possui uma inclinação de 23 graus no seu eixo. Isso faz com que existam as quatro estações do ano, e faz com que exista vida no planeta, porque durante 12 horas há luz nos quatro cantos do planeta e durante 12 horas há trevas. Segundo os cientistas, se não houvesse essa inclinação do eixo da Terra, não teria possibilidade de haver vida no planeta, porque metade do planeta receberia constantemente a luz solar, e a outra metade permaneceria permanentemente na escuridão, assim como ocorre com a Lua. Alguém já viu o lado negro da Lua? Dizem que por lá se escondem os ETs.
A inclinação do eixo do planeta Terra pode ter acontecido quando os planetas Netuno e Plutão entraram na camada de um dos 7 planetas. A inclinação ocorreu devido à força gravitacional adicionada e aplicada na composição do sistema, pois, a distância e o tamanho de um corpo celeste altera a força de gravitação de um sistema estelar. Porém, podemos afirmar, com certeza, que essa pequena desarmonia foi boa para existência da vida no planeta. Mas, em compensação, as mudanças climáticas que ocorrem constantemente na Terra (furacões, terremotos, enchentes, tornados, etc) são conseqüências dessa desarmonia, provocada pela força gravitacional de dois astros a mais na órbita dos planetas (sem contar o famoso aquecimento global, por causa da emissão de gases poluentes na atmosfera pelos terráqueos).
A distância exata da Lua em relação a Terra faz com que a sua força gravitacional cause as marés e, com isso, determine a velocidade constante do movimento de rotação e translação da Terra. Se a Lua ficasse mais distante, a Terra girava com mais velocidade e o dia teria menos que 24 horas.
De acordo com o que já foi esclarecido, podemos concluir que o Sistema Solar, composto de 7 planetas, seria totalmente harmonioso, mas não poderia haver vida em nenhum desses planetas. A vida só veio a existir no planeta Terra por causa das condições favoráveis: distância ideal em relação ao Sol; força gravitacional da Lua que não deixa o planeta girar com mais velocidade; e a inclinação de 23° em relação ao seu eixo.
Sendo assim, é quase improvável haver um outro Sistema Estelar idêntico ao nosso, na própria Via Láctea ou em outra galáxia. Isso é mais uma dor de cabeça para os cientistas conseguirem prova da existência de vida em outro mundo.
NOTA: No final do mês de agosto de 2006, a União Astronômica Internacional se reuniu num congresso e retirou o título de planeta de Plutão, que passou a ser considerado um planeta anão ou asteróide. Então, agora o Sistema Solar tem apenas 8 planetas, de acordo com os astrônomos.
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by: Miquels - Manaus, 05/12/2007.
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