Onde fica a sede do “Portas Abertas” no Brasil?
Vejo que a instituição Portas Abertas pede dinheiro para ajudar os cristãos perseguidos.
Mas, para aonde exatamente vai o dinheiro?

http://www.portasabertas.org.br/
Para descobrir isso, resolvi encontrar a sede do Portas Abertas aqui no Brasil, e tive muitas surpresas.
Um pedido deles: Você pode doar e, assim, sustentar economicamente o serviço à Igreja Perseguida. Dados para contribuir com o ministério da Missão portas abertas: Banco do Brasil – ag. 3065-1 – c/c 70106-8 Banco Bradesco – ag. 156-2 – c/c 40500-0 Banco HSBC – ag. 1853 – c/c 24674-45 Banco Itaú – ag. 0192 – c/c 81146-1 CnPJ 50.671.510/0001-69
Quem são eles
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Fachada da sede, com câmera, cerca elétrica, luz automática para garagem, e 3 carros na garagem. Parece ser a casa do dono da instituição, não há nenhuma identificação de que haja qualquer coisa no local. Sua doação deve parar neste local.
Os fundos da Sede
Observe a construção arquitetônica de luxo.
Outro pedido deles:
Se você quer saber mais sobre esta revista e a Missão, ou deseja outros materiais, fale conosco. Fone (0–11) 5181 3330 Fax (0–11) 5181 7525 Cx Postal 12.655 CEP 04744-970 São Paulo/SP
Pesquisando pelos telefones: 5181-3330 e 5181-7525, encontrei:
O Endereço cai neste condomínio extremamente luxoso, que compreende os endereços 630 à 648 da rua.
Pesquisando pela caixa postal Cx Postal 12.655 CEP 04744-970
É para esses lugares que as doações de vocês estão indo, agora. O que acontece com o dinheiro depois disso, para onde ele vai, só Deus sabe.
Também verifiquei o conteúdo do site da OpenDoors em outros países.
Por exemplo, na Holanda, eles pedindo dinheiro para ajudar as crianças perseguidas. Neste caso, é mencionado a perseguição religiosa na América Latina. No vídeo, uma menina da Colômbia afirma que teve seus pais mortos, e seus pais estavam estudando para serem pastores (nomes nunca são citados), e que a menina agora vive em um orfanato do OpenDoors na Colômbia – Como nenhum nome, localização, nem endereço do orfanato é mencionado, e como a OpenDoors nem possui CNPJ na Colômbia, acho que a história toda é mentirosa (se eles tivessem um orfanato, pediriam doações para tal, citando o nome do mesmo e exibindo imagens da estrutura).
http://www.opendoors.nl/ons-werk/niet-langer-kind-wordt-vervolgd/
Observe que o carro-chefe da campanha na Holanda é um menino indiano pagador-de-promessas, que estava agarrado em uma cruz numa procissão quando foi fotografado.
http://filhodesaojose.blogspot.com/2011/04/cresce-perseguicao-catolicos-mundo.html
Parece-me que a estratégia é jogar católicos, evangélicos, qualquer igreja num grande saco chamado “cristão”, e assim vender a idéia toda, e arrecadar dinheiro de todo mundo, tanto dos católicos como dos evangélicos.
E antes de reclamar o ‘por que’ desta minha investigação – se vou dar dinheiro para um instituição -, quero saber quem são eles, o que eles fazem, para aonde o dinheiro vai, o que eles anunciam por aí.
Creio que essas informação é o mínimo que alguém pode ter, antes de doar algum dinheiro.
FONTE: Verdades Especiais
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LEIA AINDA:
Portas Abertas = Desinformação dos EUA
http://verdadesespeciais.blogspot.com/2011/12/portas-abertas-desinformacao-dos-eua.html
O site Portas Abertas opera como guerra da informação dos EUA, e isso se resume na criação de boataria para mobilizar a opinião pública de outros países contra os “alvos” deles.
Primeiro eles divulgam notícias falsas usando imagens quaisquer, e depois que tudo já foi republicado em muitos sites, e o boato está com força, eles simplesmente removem o conteúdo da página deles, como se nada tivesse ocorrido, e como se eles não fossem a fonte da informação.
(….) Leia o restante do poste clicando no link, acima.
Pastor fracassa ao tentar lançar TV em 150 países
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SE FOR REAL ESTA INFORMAÇÃO, SILAS MALAFAIA DEU UM GRANDE GOLPE NOS CRENTES ”TROUXAS” QUE DOARAM PARA SUA CAMPANHA. E DUVIDO QUE DEVOLVERÁ O DINHEIRO QUE FOI DOADO. ELE EMBOLSARÁ PARTE DO DINHEIRO E OUTRA PARTE DIRÁ QUE VAI INVESTIR EM OUTROS PROJETOS.
FONTE: Uol Ooops!
No começo de abril, o pastor Silas Malafaia, então ligado à Assembleia de Deus, lançou em parceria com outro pastor norte-americano, Mike Murdock, um plano para arrecadar R$ 1 bilhão. O dinheiro seria empregado em evangelização em todo o mundo e manutenção de programas de TV em pelo menos 140 países. Malafaia batizou o plano de “Clube de 1 milhão de Almas”. Cada fiel que aceitasse colaborar teria de doar R$ 1 mil.
Por causa do plano, o pastor recebeu severas críticas de setores não só da Assembleia de Deus, mas também de outras linhas evangélicas. Por causa das críticas, o pastor teria se afastado da AB.
Quatro meses depois de lançado o plano, ele resulta em fracasso numérico e financeiro. Até esta terça-feira, 3 de agosto, nem mesmo 5.000 pessoas aderiram ao programa, embora o pastor esteja fazendo propaganda ostensiva em horários que adquire na TV e no rádio.
Se prosseguir na atual toada, o pastor levará 330 anos para completar o milhão de almas. O acordo que ele disse ter fechado para exibir programas em outros países seria válido apenas para este ano.
O “sócio” de Malafaia na empreitada, Murdock, é pregador conhecido como ferrenho defensor da teologia da prosperidade — aquela que, grosso modo, prega que o fiel cristão pode obter ganhos financeiros e materiais única e exclusivamente através de sua fé, e que essa fé deve ser demonstrada com uma espécie de generosidade para com a igreja com que ele, fiel, frequenta.
Ao doar parte do que tem, o fiel teria uma contrapartida divina garantida, já que “Deus é fiel” (em seu acordo com os humanos).
É o mesmo discurso da Igreja Universal e da Renascer em Cristo, que lançam constantemente “desafios” para seus fiéis, que, quase sempre, resultam na doação de dinheiro para esta ou aquela “causa” da igreja. A IURD, no momento atual, está pedindo e recebendo doações para construir uma réplica do templo de Salomão; a Renascer, para reconstruir sua sede.
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TENHO DITO! QUEM TEM OUVIDOS, OUÇA!
A SAÍDA DO PASTOR SILAS MALAFAIA DA CGADB: MAIS UMA CHAGA NUM CORPO ENFERMO
Os sintomas gerais não são de plena saúde espiritual e organizacional. Faço parte desta instituição e posso dizer, sem medo de errar, que interesses pessoais, ganância, ambição, soberba, arrogância, orgulho, vaidade e outros males estão sendo colocados cada vez mais acima dos interesses legítimos do Reino de Deus. O desejo de (mais) poder, a busca pela fama e o amor ao dinheiro estão entronizados em muitos altares humanos.
O fato aqui em evidência é apenas mais um tumor de muitos que ainda vão estourar num corpo enfermo (Is1.5-6) de uma denominação com uma história tão cheia de conquistas. Os macro-males denominacionais são resultados dos micro-males regionais, estaduais e locais.
É bom lembrar, que o “crescimento” de uma igreja, de um ministério ou de uma convenção, não é necessariamente indicador de saúde espiritual. Ter saúde espiritual é consequência de viver inegociavelmente, intensamente, unicamente e decididamente pela Palavra de Deus.
Não sou pessimista. Creio que através de um sincero arrependimento, sinalizado pelo ideal de uma inteira submissão ao Senhor, seremos curados e limpos dos nossos pecados (Is 1.18-20).
Não somos melhores do que qualquer outra igreja ou denominação que existiu, e que já não é no tempo e no espaço histórico. Ou mudamos alguns dos nossos posicionamentos urgentemente, ou morreremos em nossa insensatez, insensibilidade e insistência burra.
Como escrevi no meu TWITTER, vou continuar orando pelo pastor Silas Malafaia e combatendo a Teologia da Prosperidade e da Vitória Financeira, os falsos profetas, os apelos vergonhosos de semeaduras descabidas, a massificação e a exploração de crentes ingênuos, a sujeira na política eclesiástica e qualquer outra coisas que não glorifique a Deus e que não dignifique o Evangelho de Cristo Jesus.
No amor de Cristo,
Altair Germano.
A IGREJA EVANGÉLICA É LEGITIMADORA DA CORRUPÇÃO
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A Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção
FONTE: Cristianismo Hoje
A afirmação que se faz no título desse artigo fundamenta-se em cinco percepções acerca da presença da Igreja Evangélica na nação brasileira, relativamente a sua atuação.
Em primeiro lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque não a denuncia. Não concebe que deva encarnar a função profética, relega ao segundo plano as questões sócio-políticas, e não se manifesta sobre aquela que é a maior manifestação do mal nas terras brasileiras: a corrupção. Não há denúncia.
Em segundo lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque sua ação social substitui a ação do Estado, não denuncia a situação e não exige que o Poder Público desempenhe suas obrigações. Se por um breve momento a Igreja Evangélica Brasileira deixasse de realizar suas ações de assistência social, o País se tornaria um caos, imediatamente. A distribuição da renda, consubstanciada na distribuição de cestas básicas e demais ações similares, a recuperação e inserção social, consubstanciadas nos trabalhos das inúmeras casas de recuperação, a promoção do ensino, por intermédio de milhares de escolas confessionais, o cuidado com a criança, realizado por creches e pela própria Escola Dominical, tudo isso, são funções do Estado negligente que não as realiza. Na medida em que a Igreja Evangélica faz tudo isso – e jamais deve deixar de fazer – sem a devida e obrigatória participação do Estado, e não denuncia a gravidade do fato, está sendo cúmplice de governantes e parlamentares criminosos, que utilizam em benefício próprio os recursos que deveriam ser destinados a essas atividades.
Em terceiro lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque se associa ao Poder Público sem a crítica adequada. Seus líderes sobem nos palanques políticos, impõem as mãos sobre as cabeças de gente cujo pensamento está voltado apenas para seus próprios interesses e para o crime, dá e recebe condecorações de e para gente sem a menor credencial ética para isso, cede os púlpitos a bandidos, enfim, associa-se a gente que deveria estar presa, mas que usufrui da liberdade que o seu poder lhes permite adquirir. Aqueles que deveriam ser alvo de denúncia e profetismo por parte da Igreja são seus grandes amigos e aliados.
Em quarto lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque não desenvolve ações consistentes de combate à corrupção. E nem poderia ser diferente, visto que ela nem mesmo a denuncia. Enfrentar esse mal é obrigação, mas nada faz a respeito.
Em quinto lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque a pratica desavergonhadamente.
À denúncia acima pronunciada segue-se, necessariamente, a proposta de ação.
1. Para denunciar a corrupção nos púlpitos, e perante a nação, obrigação inadiável da Igreja Evangélica Brasileira, é necessário colocar ordem dentro de casa: transparência das contas. Igrejas precisam publicar seus balancetes e prestar contas do que fazem com os dinheiros de seus membros, se quiserem ter credibilidade e autoridade para profetizar contra o mau uso dos recursos pelo Poder Público. Os líderes de igreja não podem submeter-se apenas à prestação de contas – inevitável e certa – diante de Deus. Precisam entender o momento em que o País se encontra e dar o exemplo. Transparência, eis a exigência.
2. A Igreja não pode deixar de fazer ação social, mas tem que cobrar a ação do Governo, o emprego das verbas públicas nos programas sociais e as ações que promovam a distribuição de renda. Precisa-se, antes de mais nada, de informações acerca de todo o esforço que a Igreja Evangélica Brasileira está fazendo para amenizar a situação de dificuldade em que vive grande parte da nação. O Governo tem que conhecer a enorme dimensão dessas ações, e seu alcance. Trabalho que dá credibilidade para cobrar do Governo que faça a sua parte, em particular impedindo que o dinheiro público seja desviado para atender a interesses privados. A Igreja não pode substituir a ação do Estado, como ocorre hoje; esse esforço tem que ser complementar. O Estado tem a obrigação de zelar por seus cidadãos, a Igreja, de amar o próximo. O trabalho da Igreja não exime o Estado de sua responsabilidade. No entanto, a última coisa que se deve pleitear é a parceria na qual as igrejas recebam mais verbas públicas para a realização de ações de cunho social. Há generosidade e recursos suficientes para contribuir com as obras das Igrejas. Não se rejeitam parcerias com o Poder Público, mas elas só podem se estabelecer fundamentadas em sólidos sistemas de controle e transparência. Em parceria com o Poder Público, a Igreja tem demonstrado que é engolida pelo mesmo mal que assola a Nação.
3. Não há outra possibilidade, nesse momento, senão o rompimento radical com as práticas que a Igreja Evangélica Brasileira tem adotado em relação aos seus representantes no Poder Executivo e no Poder Legislativo. Se eles querem ir às igrejas, ou se mesmo já são membros, que se assentem nos bancos e ouçam, em silêncio. Se quiserem conversar com esse povo sobre política, que se marquem reuniões específicas para isso, e que nunca se tratem tais assuntos em cultos. Não se pode mais chamá-los aos púlpitos e impor sobre eles as mãos, manipulando a compreensão dos membros. Se querem oração que recebam-na nos gabinetes, pois o Deus que ouve em secreto em secreto os responderá. Pastores não devem receber condecorações das mãos de criminosos travestidos de prefeitos e parlamentares, há que se ter o mínimo de decência e discernimento.
4. A Igreja precisa adentrar o espaço público aberto a ela e a toda a comunidade. Participar dos Conselhos Municipais de Políticas Públicas criados por lei para exercer o controle das ações públicas em áreas como a educação, a saúde e a assistência social, entre outras. Pastores devem incentivar seus membros a participar, promover treinamento para eles, e facilitar-lhes o acesso a estas instâncias de participação política. Fazendo isso, a Igreja estará garantindo a merenda escolar para seus próprios filhos – e demais crianças de suas cidades, o salário adequado para os professores, os recursos para as entidades de assistência social, os programas de enfrentamento de moléstias, o dinheiro para a farmácia básica, entre tantas outras possibilidades. A legislação brasileira tem criado esses conselhos, dos quais devem fazer parte representantes da sociedade civil organizada. Espaço absolutamente adequado para a ação consistente da entidade que mais faz ação social nesse País, a Igreja Evangélica Brasileira.
5. Quanto à participação na corrupção desenfreada nesse País, já conhecida há tanto tempo, e vergonhosamente evidenciada, por exemplo, na CPMI dos Sanguessugas, é necessário, em arrependimento e quebrantamento, pedir perdão. Pedir perdão a Deus e à Nação, pois esperava-se muito mais da Igreja Evangélica Brasileira.
Sobre ela pesa duro juízo, por suas ações, por sua acomodação, por sua omissão cúmplice. Pois, ao invés de destruir as obras do diabo, tornou-se particípe delas.
* Henrique Moraes Ziller é membro da Igreja Metodista da Asa Sul, em Brasília – DF, é Auditor Federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União e Presidente do Instituto de Fiscalização e o controle.
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OBS: Pastores, bispos, ‘apostolos” (?), presbiteros e demais líderes evangélicos deviam ler este artigo pra ver se mudam de atitude ou de visão.
ONDE ESTÁ A IGREJA QUE PROMOVE O REINO COM ATITUDE?
ATUALMENTE, A PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO NÃO SE APLICA AOS CRISTÃOS EVANGÉLICOS. O QUE PARECE É QUE OS “BONS SAMARITANOS” SÃO OS OUTROS, E NÃO OS CRISTÃOS. OS JUDEUS CHAMAVAM OS CANANEUS DE “CÃES” E TRATAVAM OS SAMARITANOS COM DESPREZO, CHAMANDO-OS DE “PORCOS”. DA MESMA FORMA, AQUELES QUE OS CRISTÃOS CHAMAM DE PORCOS OU CÃES SÃO OS QUE ESTÃO SENDO OS BONS SAMARITANOS.
A SALVAÇÃO DA NOSSA ALMA NÃO SE ALCANÇA SOMENTE PELA PRÁTICA DE BOAS OBRAS, OU SEJA, NÃO SE ALCANÇA 100% PELA PRATICA DA CARIDADE.
MAS, SEM DÚVIDA, A PRÁTICA DA CARIDADE E DAS BOAS OBRAS CONTARÁ MUITO PARA A SALVAÇÃO DE MUITOS NO JUIZO FINAL. A PERGUNTA CRUCIAL SERÁ: “O QUE FIZESTE DE BOM PARA COM O TEU PRÓXIMO NA TERRA?” VOCÊ TERÁ O QUE CONTAR DE BOM NA PRESENÇA DO SENHOR?
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Certa família humilde passava por graves privações. E a comunidade cristã tradicional, próxima, não se apercebeu.
Então, um senhor espírita se aproximou; esforçou-se e arranjou um emprego para o pai daquela família. Com o passar do tempo as privações se foram, os filhos se graduaram tornaram-se prósperos e, naturalmente, espíritas.
Quando o Senhor Jesus mostrou para o doutor da Lei quem era o “próximo” do homem ferido pelos ladrões, na parábola, referiu-se a um samaritano. Um homem de um povo estranho transportado de longe por Nabucodonosor, para as terras de Israel. Cristo confrontava uma religiosidade desprovida de compaixão. E compaixão significa estar atento às necessidades do próximo. Nossas mãos a serviço dos olhos do SENHOR.
Eu fico meditando: O que estamos vendo no meio evangélico é bem parecido com o relato da parabóla. Muitas palavras e poucas atitudes. Muitos críticos e poucos “samaritanos”. Muito individualismo e pouca solidariedade. Muitas palestras, escolas de liderança e poucos mestres em SERVIR.
E diante de tudo isso, como falar do amor de Deus para quem só conheceu a generosidade de “Samaritanos”? É, você e eu temos mesmo muito a melhorar!
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Fonte: Púlpito Cristão
AJUDE QUEM ESTÁ AJUDANDO O HAITI
“Pastor, por favor, envie um pedido a todas as igrejas do Brasil. Nossas casas, igrejas, hospitais e escolas estão todos destruídos. Não temos internet, água, eletricidade, comida, roupas e medicamentos. Nossas famílias estão passando por dificuldades. Nossos pastores, nossos amigos, nossos irmãos, por favor, nos ajudem” (Jonathan Joseph, pastor haitiano, através de mensagem de celular – a JMM tem como encaminhar ajuda).
Mais uma vez volto a tocar no assunto da ajuda ao Haiti. Quero e vou ser repetitivo. Nossas discussões teológicas sobre se Deus decretou ou apenas sabia do terremoto; se queria ou podia evitá-lo, podem ficar para depois. Agora é preciso ajudar as vítimas do desastre. Agora e por muito tempo, pois não será fácil reconstruir o que já estava destruído antes do terremoto.
HAITI: ONDE ESTÁ A “PODEROSA” IGREJA EVANGÉLICA BRASILEIRA?
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ONDE ESTÃO OS “GIDEÕES DA ÚLTIMA HORA”?
DIZEM QUE POSSUEM UM PROJETO NO HAITI, PORÉM, OLHANDO OS NOTICIÁRIOS DA TV E NA INTERNET NÃO VI NENHUMA REFENCIA AO TRABALHO DE AJUDA HUMANITÁRIA DOS GIDEÕES NO HAITI.
COMO SE SABE, OS “GIDEÕES” SÃO UMA ORGANIZAÇÃO CRISTÃ QUE ARRECADA MUITO DINHEIRO E PATROCINA O ENVIO DE MISSIONÁRIOS PARA SERVIÇO DE EVANGELIZAÇÃO EM VÁRIOS PAÍSES DO MUNDO. PORÉM, SOMENTE EVANGELIZAÇÃO NÃO BASTA. É PRECISO ENVIAR AJUDA MATERIAL PARA AJUDAR AOS CARENTES. NÃO ADIANTA SOMENTE ORAR E PREGAR A PALAVRA. É PRECISO ESTENDER A MÃO PARA AJUDAR O PRÓXIMO. COMO DISSE O APÓSTOLO TIAGO, “A FÉ SEM AS OBRAS É MORTA”. EVANGELHO SEM OBRAS TAMBÉM É MORTO.
EXISTE APENAS UMA PÍFIA NOTA NO SITE DOS GIDEÕES, FALANDO QUE ESTÃO ENVIANDO DOIS (APENAS 2) MISSIONÁRIOS PARA COORDENAR TRABALHOS DE AJUDA HUMANITÁRIA NO HAITI. E NEM COMENTÁRIO EXISTE NO COMUNICADO.
GIDEÕES ENVIANDO APENAS 2 MISSIONÁRIOS É RIDÍCULO! CONFIRA:
Gideões enviam missionários ao Haiti
http://www.gideoes.com.br/
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Agora, leia esta postagem feita por Alan Brizotti, em seu blog:
http://alanbrizotti.blogspot.com/2010/01/haiti-onde-esta-poderosa-igreja.html
As cenas são chocantes: corpos espalhados pelas ruas, gritos sufocados sob escombros, o desespero por uma garrafa de água. Correria, violência, dor. Imagine, por um momento, o que significa olhar ao redor e perceber que tudo aquilo que você chamava de “vida”, acabou. Casas e suas pessoas agora são pó e lembranças. As ruas são apenas a mistura estranha de mortos e destroços. Não encontro outra palavra a não ser: devastação.
Um cinegrafista amador captou o momento em que uma mulher, atônita ao observar as chamas de um prédio destroçado bradou desesperada: “o mundo está acabando!” Paradoxo intrigante: começa um novo ano, acaba o mundo dela. Em lágrimas, procurei por pessoas que nunca conheci. Chorei por crianças que nunca abracei. Tentei encontrar meios para, de alguma forma, minimizar o que é absurdo.
Lembrei de Jeremias em suas Lamentações. A devastação de sua amada terra fez seus olhos derramarem-se em fontes. Chorei pelos haitianos porque somos todos humanos, fronteiras, nomes e “raças” são apenas criações imbecis que abraçamos só para dificultar nossos esforços na convivência. Somos todos filhos do pó, filhos da Mãe Terra, filhos amados do Pai. Chorei não apenas como um brasileiro sentado em seu confortável sofá numa distância segura do caos, mas como um humano aflito cuja mesma distância apenas apavora ainda mais.
Em meio a todo o caos, uma fúria me invadiu: onde está a “poderosa” igreja? Aquela que berra todos os dias na televisão sobre seus poderes para curar, exorcizar e angariar muita grana! Aquela dos mega-pastores, mega-empresários, mega-pregadores, mega-cantores, mega-patifes! Aquela dos endinheirados bispos do poder! Aquela dos magnatas da fé que enganam, distorcem as Escrituras e, sob a fachada do sobrenatural, escravizam mentes ávidas pelo espetáculo!
Vejo uma grande mobilização de governos, entidades não-governamentais, civis, a igreja católica e suas pastorais, mas não vejo nada da Poderosa Igreja Evangélica Brasileira! Pense bem no que vou escrever agora: se essa tragédia não servir para mudar radicalmente os rumos da teologia triunfalista da atualidade no Brasil, descretamos a nossa morte!
Depois das atrocidades da Inquisição e do Nazismo, a teologia cristã experimentou novos rumos, se o Haiti e sua absurda tragédia não nos sacudir os alicerces teológicos, é porque já estamos tão mortos quanto os que entram na crescente estatística macabra do terremoto. Quanto dinheiro as igrejas evangélicas brasileiras movimentam por mês? Quanto se gasta com o luxo miserável dessas “pseudo-elites” tupiniquins travestidas de cristãos?
Assim como hoje julgamos pesadamente a Inquisão e o Nazismo, nos julgarão daqui a alguns anos pelo descaso com a natureza, pela insensibilidade com os que sofrem e pela farsa que toleramos socialmente todos os dias.
Vou chorar mais um pouco…
Até mais…





















