NOVAMENTE, LÍDER SUPREMO IRANIANO “ANUNCIA” O FIM DE ISRAEL [Essa eu pago pra ver!]
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QUERO VER QUANDO OS EUA (O FALSO AMIGO DE ISRAEL) SE ESQUIVAR DO POVO DE DEUS ! O QUE DIRÃO OS CRISTÃOS OCIDENTAIS SOBRE A 2ª BESTA COM DOIS CHIFRES PARECIDOS COMO DE UM CORDEIRO QUANDO ISSO ACONTECER? MAS, ISRAEL JÁ ESTÁ GRANDINHO E SABE LUTAR SOZINHO.
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CONTAGEM REGRESSIVA PARA 23 DE SETEMBRO – “NÃO FAREMOS A PROPOSTA SE A UNIÃO EUROPEIA RECONHECER A PALESTINA”
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ESSE IMPASSE TEM QUE SER RESOLVIDO, DE UMA FORMA OU DE OUTRA.
SE AS PROFECIAS JÁ ESTÃO DETERMINADAS, COMO PODEMOS LUTAR CONTRA AQUILO QUE DEUS DETERMINOU? ACREDITO QUE ESSE IMPASSE FAZ PARTE DE UM PLANO ESTRATÉGICO DE DEUS, PARA PROVAR O AMOR DOS JUDEUS E DOS CRISTÃOS EM RELAÇÃO AOS PALESTINOS. ELES NÃO ESTÃO LÁ POR ACASO. DISSO TENHO CERTEZA.
QUEM CONDENA O GENOCÍDIO PRATICADO PELOS HEBREUS/JUDEUS CONTRA OS CANANEUS, DURANTE A CONQUISTA DA TERRA DE CANAÃ, POR ORDEM DE DEUS, DEVE ENTENDER TAMBÉM QUE, QUEM NÃO APOIA O DIREITO DOS PALESTINOS DE TEREM UMA PÁTRIA, UM LUGAR AO SOL, ESTÁ COMETENDO UM CRIME CONTRA A HUMANIDADE.
QUEM NÃO QUER QUE OS PALESTINOS TENHAM UMA PÁTRIA, UM ESTADO, PARA QUE SEJAM CIDADÃOS, ENTÃO DEVE ADOTAR UMA FAMÍLIA DE LÁ E LEVÁ-LA PARA SUA CASA. O QUE NÃO PODE É ESSE POVO FICAR FEITO MENDIGO, PEDINDO ESMOLA A ISRAEL E AOS OUTROS PAÍSES.
OS JUDEUS TRATAVAM OS CANANEUS COMO “CACHORROS” E OS SAMARITANOS COMO “PORCOS”. E TEM CRISTÃO QUE AINDA APOIA ESSE TIPO DE PENSAMENTO RACISTA. ONDE ESTÁ O AMOR CRISTÃO? O AMOR QUE CRISTO NOS ENSINOU? OS PALESTINOS NÃO SÃO CANANEUS, MAS SÃO QUASE ISSO.
“Ora, partindo Jesus dali, retirou-se para as regiões de Tiro e Sidom. E eis que uma mulher cananéia, provinda daquelas cercania, clamava, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim, que minha filha está horrivelmente endemoninhada. Contudo ele não lhe respondeu palavra. Chegando-se, pois, a ele os seus discípulos, rogavam-lhe, dizendo: Despede-a, porque vem clamando atrás de nós. Respondeu-lhes ele: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Então veio ela e, adorando-o, disse: Senhor, socorre-me. Ele, porém, respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos [JUDEUS] e lançá-lo aos cachorrinhos [CANANEUS]. Ao que ela disse: Sim, Senhor, mas até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos. Então respondeu Jesus, e disse-lhe: ó mulher, grande é a tua fé! seja-te feito como queres. E desde aquela hora sua filha ficou sã” (Mateus 15:21-28).
APESAR DE SER COSTUME JUDEU TRATAR OS CANANEUS COMO CACHORROS, JESUS, ATRAVÉS DO AMOR, ULTRAPASSOU BARREIRAS, E FEZ BEM A TODOS, INDISTINTAMENTE. JESUS, AINDA TOMADO PELO COSTUME DAQUELA ÉPOCA, REFERIU-SE AOS DESCENDENTES DA MULHER CANANÉIA DE “CACHORRINHOS”, MAS A INTENÇÃO DE JESUS NÃO ERA MALTRATAR E DESPREZAR A MULHER, MAS SIM, TESTAR A SUA FÉ. PROVA DISSO É QUE JESUS CITOU A PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO, COISA QUE JUDEU NENHUM FARIA, E FALOU COM A MULHER SAMARITANA NO POÇO DE JACÓ.
SERÁ QUE OS JUDEUS E CRISTÃOS DE HOJE NÃO PODEM TER A MESMA ATITUDE DE JESUS COM RELAÇÃO AO POVO PALESTINO?
“Não deis aos cães [CANANEUS] o que é santo, nem lanceis aos porcos [SAMARITANOS] as vossas pérolas [CONHECIMENTO SAGRADO], para não acontecer que as calquem aos pés e, voltando-se, vos despedacem” (Mateus 7:6).
ESSE VERSÍCULO RETRATA O COSTUME QUE TINHA OS JUDEUS DA ÉPOCA, DE TRATAREM OS CANANEUS COMO “CÃES” E OS SAMARITANOS DE “PORCOS”.
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FONTE: Shalom Israel
CONTAGEM REGRESSIVA PARA 23 DE SETEMBRO – NETANYAHU CONDENA POSTURA DE ABBAS
OREMOS PARA QUE A PROPOSTA POSSA SER “CHUMBADA” PELO CS DA ONU! À SEMELHANÇA DA RAÍNHA ESTER, IDENTIFIQUE-SE NESTA HORA COM O POVO DE DEUS – “PORQUE, SE DE TODO TE CALARES NESTE TEMPO, SOCORRO E LIVRAMENTO DOUTRA PARTE VIRÁ PARA OS JUDEUS, MAS TU E A CASA DE TEU PAI PERECEREIS; E QUEM SABE SE PARA TAL TEMPO COMO ESTE CHEGASTE A ESTE REINO?” - LIVRO DE ESTER 4:14
Venha o Teu Reino!
Shalom, Israel!
CONTAGEM REGRESSIVA PARA 23 DE SETEMBRO – “NÃO FAREMOS A PROPOSTA SE A UNIÃO EUROPEIA RECONHECER A PALESTINA”
Shalom, Israel!
“MATEM OS JUDEUS!” – MENSAGEM DA “IRMANDADE MUÇULMANA” NO EGIPTO
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“MATEM OS JUDEUS!” – MENSAGEM DA “IRMANDADE MUÇULMANA” NO EGIPTO

As demonstrações de hoje nas ruas do Cairo com mais de 2 milhões de manifestantes, conquanto imbuídas de genuínos desejos de liberdade e justiça, são no entanto um sinal claro que o Egipto não será mais o mesmo, prevendo-se uma mudança com configurações e definições preocupantes, uma vez que, tal como aconteceu no Irão em 1979 com a deposição do xá da Pérsia, o poder pode cair nas mãos dos fanáticos, neste caso dos militantes da “Irmandade Islâmica“, o que seria uma tragédia para a região e uma séria preocupação para Israel.
Para muitos analistas ocidentais, a “Irmandade Muçulmana” é exactamente a mesma coisa que o movimento terrorista Hamas que controla a Faixa de Gaza. Um dos proeminentes clérigos da IM (Irmandade Muçulmana) afirmou: “Matem os Judeus – até ao último!”
Uma tomada de poder no Egipto pela IM daria um reforço de poder ao Hamas- e isso seria trágico para Israel.
Um outro líder da IM disse ainda ontem a um jornal de língua árabe que os egípcios “deveriam preparar-se para a guerra contra Israel”.
É importante lembrar que um dos fundadores do Hamas era membro da IM no Egipto, e tem recusado negociações com Israel, negando-se ainda a abandonar ataques militares e terroristas.
A ideologia da IM foi tornada clara nos sermões de um dos seus principais pregadores no Qatar, o Sheikh Yusuf al-Qaradawi. Há dois anos atrás a “Liga Anti-Difamatória” postou alguns dos seus ensinos, sendo um deles um apelo para que Israel e os Judeus fossem “tratados” pelo Todo-Poderoso (Alá), que deveria “matá-los até ao último”.
Num sermão divulgado pela TV árabe Al Jazeera em Janeiro de 2009, Qaradawi afirmou: “Eu vou disparar contra o inimigos de Alá, os Judeus, e eles irão atirar uma bomba contra mim, e assim selarei a minha vida com o martírio”. Dois dias depois, Qaradawi fez um outro discurso, também difundido pela Al Jazeera, onde ele afirmou que Adolf Hitler tinha sido enviado por Alá para punir os judeus. Sobre isso, não tenho dúvidas…acreditando que Alá é um demónio, nenhum outro poder poderia encaixar tão bem na cabeça de Hitler…!
Ainda que se diga que a IM é uma minoria no Egipto, e que a situação actual nada tem a ver com a do Irão de 1979, a verdade é que são sempre essas minorias que acabam por tomar conta do poder. Ninguém esperava que o Hamas tomasse o poder em Gaza, mas foi exactamente isso que acabou por acontecer…
Que o verdadeiro e Eterno Deus proteja o Seu povo contra as hostes dos inimigos comandados pelo maligno!
Shalom, Israel!
FONTE: Shalom Israel
BARCO LÍBIO “CHEGARÁ A GAZA EM 70 HORAS”
NOTÍCIA POSTADA DIA 11 DE JULHO, DOMINGO.
AS NAÇÕES INIMIGAS DO POVO DE DEUS CONTINUAM A PROVOCAR ISRAEL, COM A INTENÇÃO DE ACIRRAR OS ÂNIMOS E O ÓDIO DOS POVOS ÁRABES E PALESTINO CONTRA OS JUDEUS.
DESTA VEZ É O GOVERNO LÍBIO. E VEJA QUE ISSO “ESTÁ PEGANDO” E INCITANDO OUTRAS ONGS DE AJUDA HUMANITARIA A ORGANIZAR COMBOIOS COM ENVIO DE MANTIMENTOS PARA FAIXA DE GAZA.
DAQUI A POUCO ATÉ BRASILEIROS METIDOS NESSAS ONGS IRÃO FRETAR NAVIOS PRA SUPOSTAMENTE LEVAR AJUDA HUMANITÁRIA A GAZA SÓ PRA PROVOCAR O GOVERNO ISRAELENSE.
ESPERO QUE A ONU INTERFIRA OU QUE ISRAEL TENHA PACIÊNCIA PRA LIDAR COM ESSES POVOS ENCRENQUEIROS. PORQUE, DA MINHA PARTE, JÁ OS TERIA LIQUIDADO PRA NUNCA MAIS PROVOCAREM UM PAIS DE UM POVO SOFRIDO, QUE JÁ SUPORTOU TODAS AS HUMILHAÇÕES DO MUNDO, E QUE CONTINUA SENDO O POVO MAIS ODIADO DA TERRA.
IMAGINA ISRAEL, O ÚNICO PAÍS NÃO-ÁRABE NA REGIÃO. O QUE ELE QUER? DOMINAR A REGIÃO? NÃO. ISRAEL QUER APENAS SE PROTEGER. A AJUDA HUMANITÁRIA A GAZA PODE SER ENVIADA PELOS PORTOS AUTORIZADOS, INCLUSIVE PELO EGITO.
SEGUE A NOTÍCIA. FONTE: SHALOM ISRAEL
DOIS BARCOS IRANIANOS PARA PROVOCAR ISRAEL
POSTO ESTE ARTIGO PARA QUE OS AMIGOS INTERNAUTAS CRISTÃOS ESTEJAM ATENTOS ÀS NOTÍCIAS MAIS IMPORTANTES SOBRE ISRAEL, ACOMPANHANDO O SITE “SHALOM ISRAEL“.
O SITE SHALOM ISRAEL PUBLICA NOTICIAS DIRETO DE PORTUGAL. OS CRISTÃOS QUE AMAM O POVO DE ISRAEL PRECISAM ESTAR ATENTOS AOS FATOS QUE ESTÃO ACONTENDO COM POVO DE DEUS, A “FIGUEIRA”. AS COISAS QUE ACONTECEM COM ESTE POVO SÃO OS SINAIS DE DEUS, SÃO CUMPRIMENTOS DAS PROFECIAS BIBLICAS.
SOBRE A NOTÍCIA, ABAIXO, SE OS ISRAELENSES EMPREGAREM FORÇA EXCESSIVA PARA IMPEDIR A CHEGADA DOS BARCOS ATÉ GAZA, ACREDITO QUE O ÓDIO CONTRA OS JUDEUS POR PARTE DOS IRANIANOS FICARÁ MAIS ACIRRADO. ELES QUEREM A TODO CUSTO PROVOCAR. E ISRAEL ESTÁ IRREDUTÍVEL QUANTO AO BLOQUEIO NA FAIXA DE GAZA.
NA VERDADE, O ÓDIO DOS INIMIGOS DE ISRAEL PARECE QUE SÓ FAZ AUMENTAR A CADA INCIDENTE QUE ACONTECE. MAS, CONFORME ASSEGURA AS PROFECIAS BÍBLICAS, OS INIMIGOS NÃO PREVALECERÃO. SÓ FICARÃO FRUSTRADOS. E CONTINUARÃO COMO CÃES RAIVOSOS, ATÉ O FIM.
“Porque virão contra ele navios de Quitim, que lhe causarão tristeza; por isso voltará, e se indignará contra o santo pacto, e fará como lhe aprouver. Voltará e atenderá aos (cristãos? ou judeus ateus) que tiverem abandonado o santo pacto”. (Daniel 11:30).
PODEREMOS VIVENCIAR NESSES PRÓXIMOS DIAS UM GRAVE INCIDENTE POLÍTICO ENTRE ISRAEL E IRÃ.
PORÉM, O QUE OS IRANIANOS PENSAM QUE VÃO GANHAR COM ISSO? MAIS APOIO E MAIS ÓDIO DOS ÁRABES CONTRA ISRAEL? SEM DÚVIDA, É ISSO O QUE ELES QUEREM. E O PIOR, É QUE OS OCIDENTAIS CAIRÃO NA CONVERSA DOS IRANIANOS, E TAMBÉM ODIARÃO E CONDENARÃO ISRAEL.
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DOIS BARCOS IRANIANOS PARA PROVOCAR ISRAEL
Aproveitando a “confusão” gerada pelos mídia na opinião pública mundial, e obviamente com intenções nada “pacifistas”, o Irão decidiu agora provocar directamente Israel, ao estar preparando 2 barcos para chegar até Gaza, aguardando apenas a aprovação do governo iraniano, com a intenção de confrontar Israel em alto mar. Os barcos virão escoltados por “fuzileiros voluntários” que o presidente Ahmadinejad quer enviar para “ensinar uma lição aos israelitas“.
Shalom, Israel!
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OREM PELA PAZ DE JERUSALÉM.
A VERDADEIRA HISTÓRIA E SIGNIFICADO DO NOME ‘PALESTINA’
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Creio que apenas uma minoria dos internautas entende sobre o conflito Israel-Palestinos.
Através deste artigo que repasso aqui você ficará sabendo que os “Palestinos” não são um povo histórico, nunca representaram uma nação desterrada, tal como os hebreus.
Os palestinos não construiram cidades naquela região. As cidades já existiam e foram construidas pelos filisteus. E os filisteus não tinham origem árabe. E nem os palestinos são puro sangue árabe.
Os hebreus conquistaram uma parte da terra de Canaã através do esforço e da guerra. E isso era válido na antiguidade. Se foi com a ajuda de Jeová ou não, isso não vem ao caso. Os portugueses também tomaram as terras brasileiras dos índios, não foi? Os portugueses não invadiram simplesmente o Brasil; eles tiveram que lutar contra os índios.
Na verdade, quem destruiu os cananeus (ou filisteus) definitivamente foram os persas. Os palestinos não são descendentes dos filisteus. Eles foram um povo nômade forçados a se converter a religião muçulmana.
Sobre a destruição dos filisteus, veja a profecia bíblica em Jeremias cap. 47; Ezequiel 25:15-16; Sofonias 2:4-5; Amós 1:6-8.
“Ai dos habitantes da borda do mar, da nação dos quereteus! A palavra do Senhor é contra vós, ó Canaã, terra dos filisteus; e eu vos destruirei sem que fique sequer um habitante”.
Observe que Jeremias profetizou, quinhentos anos a. C., que os filisteus seriam destruídos pelos egípcios. Outras nações também invadiram a região da “Palestina” e destruiram os seus moradores.
O culpado de povos estranhos invadirem a região da Judéia, após a segunda e terceira diáspora (anos 70 e 150 d.C.) foram os ingleses. Por que? Por causa da discriminação contra os judeus, já que a religião dos ingleses era o cristianismo. Eles não impediram que outros povos invandissem aquela região, e ainda impediram os judeus de regressar para lá.
Os representantes da ICAR também tem culpa neste conflito árabe-israelense, pois no tempo das “cruzadas” o papa e o rei da Inglaterra, no século XII, ao invés de apoiarem os judeus a regressar e ocupar suas terras, fizeram perseguição contra os mesmos. Até mesmo os judeus que sempre resistiram em habitar naquela região foram discriminados e proibidos de ocupar outros locais.
Atualmente os povos inimigos de Israel não querem de maneira nenhuma que se cumpram as profecias relativas ao povo judeu. E eles querem a todo custo destruí-los.
Da mesma forma, parece que os cristãos ocidentais (católicos e protestantes) – que sempre perseguiram os judeus - não querem de forma alguma que se cumpram as profecias sobre o domínio dos judeus na Terra. E inventaram que as profecias relativas ao povo judeu (Israel físico) na verdade são para o israel espiritual. Vão quebrar a cara quando Jesus retornar! Deus não esqueceu do seu povo eleito. Quando Jesus ensinava, ele falava diretamente com os judeus, porque os discípulos eram judeus. Chegou a dizer: “E odiados de todos sereis por causa do meu nome”. Realmente, os judeus são o povo mais odiado da Terra (porque levam consigo o estigma de Jesus Cristo). Ultimamente algumas igrejas evangélicas estão sendo simpáticas com os judeus, porque viram que não adianta lutar com o povo de Deus. E Deus disse ao seu povo: “Abençoarei os que te abençoarem”.
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Por Joseph Katz
Tradução e adaptação por Matheus Zandona
“Não existe uma nação árabe chamada Palestina (…). Palestina é o nome que os romanos deram para o Eretz Israel com o intuito de enfurecer os judeus. Por que deveríamos usar o mesmo infeliz nome dado para nos humilhar? Os ingleses escolherem chamar a terra que eles controlavam de Palestina, e os árabes pegaram este nome como seu suposto nome milenar, apesar de nem sequer conseguirem pronunciá-lo corretamente. Eles transformaram a Palestina em ‘Falastin’, uma entidade ficcional.”
Golda Meir
O QUE SIGNIFICA “PALESTINA”?
“Palestina” nunca foi o nome de uma nação ou estado. É na verdade um termo geográfico utilizado para designar uma região abandonada ao descaso desde o século II d.C. O nome em si deriva do termo “Peléshet”, que aparece constantemente na Bíblia hebraica e foi traduzido como “Filístia” ou “Palestina”. Os Filisteus eram um povo do mediterrâneo com origens na Ásia Menor e na Grécia. Eles chegaram à costa Israelense em várias caravanas. Um grupo chegou no período pré-patriarcal, estabelecendo-se em Beer Sheva, entrando em conflito com Abraão, Isaque e Ismael. Um outro grupo, vindo da ilha de Creta após uma frustrada tentativa de invasão do Egito (1194 a.C.), se estabeleceu na área costeira de Israel. Lá eles fundaram cinco assentamentos: Gaza, Ashkelon, Ashdod, Ekron e Gat. Posteriormente, durante o domínio dos Persas e Gregos, povos de outras ilhas do Mediterrâneo invadiram e destruíram os assentamentos filisteus. Desde os dias de Heródoto, os gregos chamam a costa leste do Mediterrâneo de “Síria Palestina”.
Os filisteus não eram árabes nem ao menos semitas. Sua origem era grega. Eles não falavam árabe, nem nunca tiveram qualquer conexão étnica, lingüística ou histórica com a Arábia ou com os Árabes. O nome “Falastin” que os árabes usam atualmente para “Palestina”, nem sequer é uma palavra árabe mas sim hebraica – Peleshet (raiz Pelesh), que significa divisor, invasor. O uso do termo “Palestino” para se referir a um grupo étnico árabe é uma criação política moderna, sem qualquer credibilidade acadêmica histórica.
COMO A TERRA DE ISRAEL VEIO A SE TORNAR “PALESTINA”?
No primeiro século d.C., os romanos destruíram o reino independente da Judéia. Após a revolta frustrada de Bar Korchba no segundo século, o imperador romano Adriano determinou a eliminação da identidade de Israel (também conhecido como Judá ou Judéia), visando destruir o vínculo milenar do povo judeu com a região. Assim, ele escolheu o nome “Palestina”, impondo-o em toda a terra de Israel. Ao mesmo tempo, ele mudou o nome de Jerusalém para “Aélia Capitolina”.
Os romanos mataram milhares de judeus e expulsaram ou venderam como escravos outras centenas de milhares. Muitos dos sobreviventes optaram por não abandonar a terra de Israel, e jamais houve um momento sequer na história da região sem que judeus e comunidades judaicas estivessem presentes, apesar das condições serem extremamente precárias e perigosas.
BREVE HISTÓRIA DA “PALESTINA”
Milhares de anos antes dos romanos criarem o termo “Palestina”, a região era conhecida como Canaã. Os cananitas possuíam muitas cidades-estados, às vezes independentes às vezes vassalos de reis egípcios ou hititas. Os cananitas nunca se uniram para formar um estado. Após o Êxodo do Egito (provavelmente no sec. XV ou XIII a.C.), os filhos de Israel se estabeleceram na terra de Canaã. Ali formaram primeiramente uma confederação tribal e depois os reinos de Israel e Judá.
Desde os primórdios da história até os dias atuais, Israel (Judá ou Judéia) foi a única entidade independente e soberana que existiu ao oeste do rio Jordão (nos dias bíblicos, Amon, Moabe e Edom, bem como Israel, possuíram territórios ao leste do Jordão, mas estes desapareceram na antiguidade e nenhuma outra nação reivindicou a região, até os britânicos criarem o termo “Trans-Jordânia”, nos anos 20).
Após a conquista romana da Judéia, a “Palestina” se tornou uma província do império romano e posteriormente do império cristão Bizantino (brevemente também foi conquistada pelo império zoroástrico persa). Em 638 d.C, um califa árabe muçulmano tomou a Palestina das mãos dos bizantinos e a anexou ao império árabe-muçulmano. Os árabes, que não tinham nem sequer um nome em árabe para a região, adoraram o nome dado pelos romanos, pronunciando-o como “Falastina”, ou invés de “Palestina” (na língua árabe não há o som de “p”).
Durante este período árabe, grande parte da população da região (composta por uma mistura de povos e tribos nômades de várias regiões ao redor) foi forçada a converter-se ao islamismo. Eles eram governados por um califa que reinava de sua capital (primeiramente em Damasco e depois em Bagdá). A região da Palestina nunca se tornou uma nação ou um estado independente, nem desenvolveu uma cultura ou sociedade distinta. Em 1099, cruzados cristãos da Europa conquistaram a “Palestina – Filistina”. Após 1099, nunca a região esteve novamente sob domínio árabe. O reino estabelecido posteriormente pelos cruzados europeus era politicamente independente, mas nunca desenvolveu uma identidade nacional, servindo apenas como um posto militar da Europa Cristã por menos de 100 anos. Após este período, a Palestina foi anexada à Síria como uma província mameluca (etnicamente um povo fruto de uma mistura entre guerreiros e escravos cujo centro político encontrava-se no Egito), e posteriormente anexada ao Império Turco-Otomano, cuja a capital encontrava-se em Istambul.
Cruzados na Palestina, 1099, Chateau de Versailles, França
A PROMESSA DO “LAR JUDAICO NACIONAL”
Viajantes do ocidente à região da Palestina deixaram registros do que viram no local. O tema presente em todos os relatos é DESCASO. Vejamos alguns testemunhos:
“A terra está desolada, vazia, negligenciada, abandonada, destinada à ruínas. Não há nada lá (Jerusalém) para ser visto, a não ser poucos vestígios da antiga muralha que ainda permanece. Todo o resto está coberto por musgo e mato”. Peregrino inglês, 1590.
“A região está em situação deplorável, sem habitantes. Sua maior necessidade são pessoas!” Cônsul Britânico, 1857.
“Não há sequer uma vila em toda a extensão do vale chamado Jezreel, nem mesmo em um raio de 50Km. Viajamos quilômetros sem encontrar uma alma sequer. Nazaré está abandonada, Jericó é uma ruína que se desfaz; Belém e Betânia, na sua pobreza e humilhação, não é desejada por qualquer criação (…). Um país desolado cujo solo é bastante rico, mas é dado inteiramente a ervas inúteis (…) uma expansão silenciosa, pesarosa (…) uma desolação (…). Nunca vimos um ser humano durante todo o caminho. A Palestina encontra-se vestida em pano de saco e cinzas…”.
Mark Twain, “The Innocents Abroad”, 1867.
A restauração da terra “desolada” e “não desejada” começou na segunda metade do século XIX, com os primeiros pioneiros judeus. O trabalho realizado por estes pioneiros criou novas e melhores condições e oportunidades, o que acabou por atrair outros imigrantes de várias partes do Oriente Médio, tanto árabes quanto outros.
A Declaração Balfour, de 1917, confirmada pela Liga (ou Sociedade) das Nações, comprometeu o governo britânico aos princípios que “o governo de vossa majestade vê com favor o estabelecimento, na Palestina, de um Lar Nacional Judaico, e fará uso de seus melhores recursos para facilitar a materialização deste objeto (…)”. Ficou então determinado o controle britânico sobre toda a região e que a área seria aberta à criação de assentamentos judaicos. Também determinou-se que os direitos de todos os seus habitantes (já residentes na região) seriam preservados e protegidos.
O Mandato Britânico na Palestina originalmente incluía tudo o que é hoje a Jordânia, bem como o que hoje é Israel e os territórios entre eles. No entanto, quando o “protégé” britânico Emir Abdullah foi forçado a abandonar seu domínio hashmaíta na Arábia, os britânicos criaram para ele uma região alternativa para seu reino, localizada ao leste do rio Jordão. Não havia nenhum nome árabe para a região, assim os ingleses a chamaram de “além do Jordão”, ou “Trans-Jordânia”; posteriormente apenas “Jordânia”.
Com esta manobra política, que violava todas as regras estipuladas pela Declaração Balfour e pelo Mandato Britânico, os ingleses retiraram 75% da região destinada a ser o “Lar dos Judeus”, como havia declarado a rainha. Não foi permitido que nenhum judeu habitasse na região da Trans-Jordânia (ou Jordânia). Menos de 25% permaneceu da Palestina original do Mandato Britânico, destinado aos “assentamentos judaicos” prometidos pelos ingleses. Além disso, eles restringiram a imigração judaica na região e impuseram restrições quanto ao local onde os judeus poderiam trabalhar, viver, construir ou plantar. Na verdade, as regiões mais deploráveis da então Palestina britânica foram destinadas aos judeus, como os pântanos da Galiléia e as regiões infestadas de malária como Jafa e Tel-Aviv.
Somente após 1967, Israel finalmente conseguiu habitar em algumas das regiões prometidas pelos britânicos aos judeus. Apesar dos britânicos constantemente declararem como ilegais os assentamentos judaicos durante o Mandato Britânico, foram eles mesmos que agiram contrariamente à lei ao expulsarem os judeus da região já declarada “O Lar Judaico Nacional” pela Liga das Nações e pela rainha da Inglaterra.
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Durante o Mandato Britânico em Israel (1920-1948), os ingleses se referiam a população judaica de Israel como “Palestinos” (termo na verdade criado pelos Romanos no início da era cristã com o intuito de humilhar os judeus – uma vez que “Palestina” significa “local dos Filisteus”, antigos inimigos dos judeus que foram extintos pelos Persas no sec. X a.C). Em 1939, os ingleses decidem proibir toda imigração Judaica para a “Palestina”, algo que era constante desde o século XVIII na região. Esta proibição foi feita no momento em que os Judeus mais precisariam, uma vez que o Nazismo estava fortemente se estabelecendo na Europa e milhões de judeus estavam sendo perseguidos. Milhares que conseguiam escapar dos campos de concentração e tentaram ir para Israel, foram mandados de volta para o inferno, novamente para as câmaras de gás na Europa.
Mas ao mesmo tempo em que os britânicos proíbem a imigração judaica, eles permitem ou ignoram a imigração ilegal de milhares de árabes da Jordânia (chamada de Palestina Oriental), Síria, Egito e de várias partes do norte da África. Em 1939, Winston Churchill declara que “…longe de serem perseguidos, os árabes invadiram a região e se multiplicaram…!” Estatísticas exatas da população da região na época são problemáticas, mas sabe-se que em 1947 o número de árabes ao oeste do Jordão triplicou em comparação a 1900.
O mito atual é que estes árabes há muitos séculos já estavam estabelecidos na Palestina, até que vieram os judeus e os “desalojaram” em 1948. Mas na verdade a imigração recente de árabes para a Palestina foi que “desalojou” os judeus. O aumento massivo da população árabe na região é comprovada pela lei criada pela ONU em 47: “Qualquer árabe que tenha habitado na Palestina por pelo menos dois anos, mas que deixou a região em 1948, é considerado um “refugiado palestino”. Esta é a origem dos famosos “refugiados palestinos”.
As estatísticas sobre a população judaica e árabe na região raramente levam em consideração como surgiram tais proporções. Um dos fatores foi a política inglesa de manter os judeus fora ao mesmo tempo em que traziam os árabes. Outro fator foi a violência utilizada para matar ou expulsar até mesmo judeus que já estavam há muito tempo estabelecidos na região. Por exemplo: A conexão judaica com a cidade de Hebron data dos dias de Abraão, e na verdade, sempre existiu lá uma comunidade judaica desde os dias de Josué, antes mesmo do Rei Davi torná-la capital. Mas em 1929, uma revolta armada de árabes (com o consenso britânico), matou e expulsou quase toda a comunidade judaica de Hebron.
Outro exemplo: Em 1948, a Transjordânia passou a ocupar quase todo o território da Judéia e Samaria (os quais eles chamavam de Cisjordânia) bem como a parte Oriental de Jerusalém e a cidade antiga. O que foi feito com os milhares de judeus que já habitavam na região? Foram assassinados ou expulsos.
DE PALESTINA PARA ISRAEL
O que seria da “Palestina” após o Mandato Britânico? Esta questão foi levantada por vários líderes britânicos e também mundiais, culminando com a decisão da ONU em 1947. Durante as várias deliberações, oficiais, representantes e escritores ÁRABES expressaram suas visões sobre a “Palestina”. Vejam que interessante:
“Não existe um país chamado Palestina. ‘Palestina’ é um termo que os sionistas inventaram (…). Nosso país foi por séculos parte da Síria. ‘Palestina’ é estranha a nós. Foram os sionistas (termo como os árabes se referem aos judeus) que criaram este termo.” Líder árabe que discursou na Comissão Britânica, 1937.
“Palestina? Jamais existiu tal coisa na história! Absolutamente não!” Professor Philip Hitti, historiador árabe a serviço do Comitê Anglo-Americano, 1946.
“Todos sabem que a ‘Palestina’ não é nada mais do que o sul da Síria”.Delegado da Arábia Saudita no Conselho de Segurança da ONU, 1956.
“Nunca existiu uma região chamada Palestina, governada por palestinos. Não há uma língua chamada Palestina. Não existe uma cultura Palestina. Palestinos são na verdade árabes, sem distinção de Jordanianos (outra invenção recente), Sírios, Libaneses, Iraquianos, etc. Os árabes controlam 99,9% das terras do Oriente Médio. Israel representa 0,1% da região. Mas isso já é muito para os árabes. Eles querem tudo! Esta é a razão dos conflitos existentes hoje em Israel. Não importa quantas concessões territoriais o governo de Israel fará; nunca será o suficiente.
“Mitos do Oriente Médio”, por Joseph Farah, escritor e jornalista árabe.
Ainda em 1948, os árabes ainda não haviam descoberto sua nação milenar chamada “Falastina” (até hoje eles nem sequer conseguem pronunciar a palavra “Palestina”, trocando o “P” pelo “F”). Quando a ONU lhes ofereceu metade da Palestina ao oeste do Jordão como seu país, eles violentamente rejeitaram a proposta. Logo após a declaração da ONU criando as duas nações na região (uma árabe e uma judaica), seis nações árabes iniciaram uma guerra visando a aniquilação da recém formada nação de Israel. O propósito desta guerra jamais foi estabelecer uma nação independente chamada “Falastina”, mas sim, expulsar e aniquilar os judeus para dividir entre eles a região antes controlada pelos ingleses.
Os líderes destas nações árabes ordenaram que a população árabe da então Palestina emigrasse para as regiões de fronteira e para a costa, uma vez que conduziriam um ataque massivo aos judeus em todos os povoados. Ironicamente, eles demandaram a retirada mas jamais ofereceram seus territórios para receberem tais refugiados. Israel, pressentindo a guerra eminente, organizou uma campanha nacional onde garantiu aos árabes que ficassem no país, cidadania israelense, liberdade de religião e de culto, bem como os mesmos direitos civis e políticos que os judeus teriam. Após o término da Guerra e a vitória de Israel, os árabes que permaneceram se tornaram cidadãos de Israel, e os que abandonaram suas casas esperando a destruição dos judeus foram rejeitados pelos países árabes das fronteiras onde estavam refugiados. Egito, Jordânia, Síria e Líbano fecharam suas portas para seus irmãos árabes, dando início ao que conhecemos hoje como os “Refugiados Palestinos”.
Apesar de ter perdido esta guerra, a Jordânia (então chamada Transjordânia) conseguiu anexar a Cisjordânia e a cidade oriental de Jerusalém, matando ou expulsando os judeus que já habitavam na região (judeus de todas as nações que há milênios cuidavam dos locais judaicos sagrados para o judaísmo). O Egito, por sua vez, ocupou a faixa de Gaza. Estas duas nações árabes ocuparam estas regiões até 1967. Neste ano, elas iniciaram uma outra guerra para aniquilar Israel, e como conseqüência de seu fracasso, perderam as terras que tomaram na Guerra de 1948. Nestes 19 anos que ocuparam estas regiões, Jordânia e Egito nunca planejaram criar um estado “Falestino” para os “palestinos”. Nem mesmo os palestinos tinham esta reivindicação. Aliás, ninguém no mundo jamais sugeriu tal coisa.
Finalmente, em 1964, o “Movimento para Libertação da Palestina” foi criado por Yasser Arafat com o claro objetivo de promover a destruição de Israel. Com este propósito, ele ajudou também nos ataques precipitados a Israel em 1967. O resultado frustrado deste ataque inspirou uma mudança da opinião pública. Como propaganda, era mais prudente falar em “liberação da Palestina” do que em “destruição de Israel”. Grande parte do mundo, governos, a mídia e a opinião pública aceitou sem questionamento ou análise o novo mito árabe de luta para criação da nação chamada “Falastina”. Até os dias de hoje as principais organizações terroristas entre os árabes financiam o terror em Israel. Eles não têm nenhum plano para fundar uma nação Palestina nem nunca terão. Seu intuito é armar até os dentes grupos como o Fatah, Hizbolá e o Hamas para matarem o maior número de judeus possível. Famílias de jovens suicidas, conhecidos como “homens bomba”, recebem gratificações de milhares de dólares de governos e Sheiks árabes, como recompensa pelo “sacrifício” de seus filhos. Eles abertamente financiam e incentivam o terrorismo em Israel e no mundo, mas a mídia mundial finge não saber.

Yasser Arafat (1929 – 2004) – Criador e líder da OLP e do grupo terrorista Fatah. O “maior líder palestino” desviou 2 bilhões de dólares de fundos públicos palestinos para sua conta bancária pessoal.
A SITUAÇÃO NA ÚLTIMA DÉCADA
Desde o início da década de 2000, Israel tem colocado em prática um plano de evacuação dos territórios conquistados em 67, que inclui a faixa de Gaza, a Cisjordânia e as planícies do Golan. Gaza já foi completamente entregue em 2005, e se tornou um centro de treinamento para o Hamas, que aos trancos e barrancos finge administrar a região. A Cisjordânia está sendo evacuada e entregue para os palestinos (lê-se Fatah), e a região afunda economicamente e socialmente de forma proporcional à retirada de Israel. Agora, os terroristas do Hizbolá (financiados pelo Iran) esperam receberem o Golan. Para a mídia mundial os palestinos prometem paz em troca de território, mas para os Israelenses esta promessa nunca foi nem nunca será cumprida. Se o objetivo de todas estas entidades terroristas é abertamente “destruir a Israel”, como alguém pode acreditar que a entrega de terra cessará o conflito?
À medida que a faixa de Gaza e a Cisjordânia eram evacuadas, Israel via o número de atentados suicidas aumentar a cada ano, tendo todos os assassinos provenientes desses territórios. Israel então dá início ao audacioso plano de construir uma barreira nos pontos mais frágeis da fronteira com a Cisjordânia, visando diminuir o número de atentados. O projeto atual é proteger toda a extensão da fronteira, totalizando quase 700 km. Até o final de 2007, 60% da barreira já havia sido construída. Desde o início da construção, em 2003, o número de atentados suicidas nas cidades israelenses diminuiu em 99,5%. “Tivemos que aprender a usar foguetes uma vez que Israel descobriu uma maneira de se proteger de nossos ataques suicidas. Com a construção deste muro, nossos militantes não conseguem mais penetrar em território Israelense para realizarem seus ataques suicidas”, afirmou Ramadan Shalah, líder da Jihad Islamica Palestina em entrevista ao jornal islâmico Al-Sharq.
Os palestinos, que carregam o ódio islâmico contra os judeus e contra Israel, aproveitaram-se durante décadas da falta de segurança nas fronteiras para invadirem e promoverem atos de terrorismo em território Israelense. Centenas de civis inocentes morreram em Israel em ônibus, em restaurantes, lanchonetes, praças, ruas, shopping centers, etc. Nunca houve qualquer comoção por parte da mídia internacional ou da ONU. Agora, após a início da construção do Muro de Segurança, os palestinos posam para a mídia mundial como aprisionados, injustiçados e separados de Israel com um muro que chamam de “Muro do Apartheid”. “Muitos são os danos psicológicos que os palestinos destas regiões têm sofrido, além do efeito na economia, na saúde e no bem estar da população”, afirma o relatório elaborado pela ONU em 2005. Mas onde estão os relatórios sobre os danos psicológicos, econômicos e sociais de Israel frutos de anos de barbárie palestina? É lícito tentar manter seguro suas fronteiras? É lícito proteger o seu povo de organizações que abertamente desejam a sua aniquilação?

Muro de Segurança em Israel – Responsável direto pela redução em 99,5% dos ataques suicidas em Israel
Desde o término da I Grande Guerra, os árabes do Oriente Médio e do norte da África receberam estados independentes em 99,5% dos territórios por eles requisitados. Lord Balfour (estadista inglês que expressou o apoio britânico à criação de um estado judaico na Palestina) certa vez expressou sua esperança que, uma vez que os árabes receberam tanto, não se incomodariam com o pequeno território prometido aos judeus. Infelizmente, Lord Balfour estava errado.
Sempre chamo a atenção das pessoas sobre a manipulação da mídia mundial e nacional (brasileira) em relação às informações sobre Israel e o conflito árabe-israelense. É deplorável a forma como as maiores empresas jornalísticas do mundo deturpam, omitem e alteram fatos com o intuito de prejudicar a imagem de Israel no cenário mundial. Não apenas isto, mas o desejo por detrás das notícias, artigos e comentários é na verdade mostrar Israel como o grande inimigo, a grande “pedra no sapato” do Oriente Médio e do mundo. Todos buscam histórias mirabolantes para provar ao mundo que os Palestinos são os verdadeiros habitantes de Israel e que seu vínculo com a terra data de milênios. Mas, quem são os Palestinos? Qual a sua origem? Como a região denominada “Palestina”, pelos romanos, veio a se tornar a nação judaica da atualidade?











