O GRANDE EQUÍVOCO CRISTÃO – SAIBA PORQUE JESUS CRISTO, COMO CORDEIRO DE DEUS, NÃO PODERIA PADECER FORA DO SANTUÁRIO
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É INCONCEBÍVEL QUE CRISTÃOS ATUAIS – QUE AFIRMAM SER A BÍBLIA 100% INSPIRADA POR DEUS, E QUE CADA LIVRO DO ANTIGO TESTAMENTO FOI ESCRITO POR DIVINA REVELAÇÃO DO ESPIRITO SANTO – VENHAM DIZER QUE AS LEIS QUE YAVÉH DEU AOS HEBREUS NÃO TINHAM NENHUM VALOR PARA PERDOAR PECADOS.
“Porque é impossível que o sangue de touros e de bodes tire pecados [muito menos sangue de cordeiros]“ (Heb. 10:4)
SERÁ QUE ELES ACHAM QUE DEUS É TÃO TAPADO, A PONTO DE DITAR UM MONTE DE LEIS INÚTEIS? SE AS LEIS DA ANTIGA ALIANÇA FORAM INÚTEIS PARA SALVAR O HOMEM PECADOR, ENTÃO TODOS OS QUE MORRERAM DURANTE A VIGÊNCIA DA LEI DE MOISÉS ESTÃO CONDENADOS, ESTÃO NO INFERNO, INCLUSIVE MOISÉS, SAMUEL, DAVI, ETC. SERÁ QUE DEUS FEZ O POVO HEBREU DE PALHAÇO, EXIGINDO QUE SACRIFICASSEM MILHARES DE ANIMAIS EM RITUAIS PARA ALCANÇAR PERDÃO E PURIFICAÇÃO DOS PECADOS? E QUE TODOS AQUELES RITUAIS NÃO VALIAM DE NADA, E QUE O QUE VALE AGORA É O SACRIFÍCIO DE CRISTO? QUANTA TOLICE DESSES CRISTÃOS!!!!
JESUS CRISTO, COMO CORDEIRO DE DEUS, NÃO PODERIA PADECER FORA DO SANTUÁRIO PELOS PECADOS DA HUMANIDADE, AO CONTRÁRIO DO QUE AFIRMA O AUTOR DA CARTA AOS HEBREUS. A NÃO SER QUE ELE TIVESSE ASSUMIDO AO MESMO TEMPO AS FUNÇÕES DE NOVILHO E DE BODE EXPIATÓRIO.
SE OS RITUAIS DE SACRIFÍCIOS DE “CORDEIROS” DA ANTIGA LEI DE MOISÉS APONTAVAM PARA O SACRÍFICIO DE JESUS (CORDEIRO DE DEUS), ENTÃO A SUA MORTE DEVIA TER OBEDECIDO A UM RIGOROSO RITUAL DE SACRIFÍCIO DENTRO DO SANTUÁRIO, E NÃO FORA. JESUS TERIA QUE SER MORTO DENTRO DO TEMPLO, NO LUGAR SANTO. E SEU CORPO NÃO PODIA SER LEVADO PARA FORA, PRA SER PENDURADO NA CRUZ. A NÃO SER QUE ELE TIVESSE ASSUMIDO A FUNÇÃO DE BODE, OU DE NOVILHO OU DE SERPENTE.
MAS, SE JESUS ASSUMIU TODAS AS FUNÇÕES DOS RITUAIS DE SACRIFÍCIOS DE OFERTAS PELO PECADO, ENTÃO ELE TERIA QUE SER CHAMADO NÃO SOMENTE DE CORDEIRO DE DEUS, MAS TAMBÉM, DE BODE EXPIATÓRIO E DE NOVILHO EXPIATÓRIO. POIS O PRINCIPAL ANIMAL OFERECIDO PELOS PECADOS DO POVO ERA O BODE. E HÁ UMA GRANDE DIFERENÇA ENTRE BODE E CORDEIRO.
EXISTE UM GRANDE EQUÍVOCO SOBRE O QUE PENSAM OS CRISTÃOS A RESPEITO DA FINALIDADE DA OBRA DE CRISTO, AO VIR A ESTE MUNDO, PADECER E MORRER NUMA CRUZ.
O QUE MUITOS FICARÃO SABENDO, AQUI, É O GRANDE CONTRASTE EXISTENTE ENTRE OS RITUAIS DE SACRIFÍCIOS DA LEI MOSAICA E O SEU SUPOSTO CUMPRIMENTO NA PESSOA DE JESUS DE NAZARÉ.
O QUE VOU FALAR, AQUI, PODERÁ CHOCAR MUITAS PESSOAS. MAS, A INTENÇÃO DESTE BLOG É REVELAR FATOS SOBRE A BÍBLIA QUE OS PADRES E PASTORES NÃO TÊM CONHECIMENTO, E SE OS TEM, NUNCA FALAM PARA OS FIÉIS.
MAS, NÃO SE DESESPERE! NADA ESTÁ PERDIDO! A HISTÓRIA DE CRISTO É VERDADEIRA. O SEU SACRIFÍCIO NA CRUZ FOI REAL. MAS O VERDADEIRO SIGNIFICADO DE SUA MORTE AINDA É DESCONHECIDO PELA MAIORIA DOS CRISTÃOS.
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Novilho Ruivo
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PRIMEIRA PARTE
A prática de sacrifícios de animais remonta aos primórdios da humanidade. E praticamente todos os povos da antiguidade praticavam rituais religiosos, e um deles era de sacrifícios de animais.
Ninguém sabe exatamente quando e onde se originou a prática de sacrifícios animais, inclusive de humanos. Alguns garantem que Yavéh (YHWH), o Deus dos hebreus, era um dos deuses do panteão caldeu, na Mesopotâmia. E que a exigência de sacrifícios de animais que Ele fazia aos hebreus era a mesma praticada pelos deuses da Caldéia.
Terá, pai de Abrão, era de Ur dos Caldeus, e foi com sua família habitar em Harã, terra de Canaã (Gênesis 11:31). Foi lá que Yavéh apareceu a Abrão e o instruiu a sair da casa de seu pai para habitar em uma terra mais distante (Gênesis 12). Logo de início, Abrão sacrificou a Yavéh, pois o relato bíblico diz que ele ergueu um altar (Gên. 12:7-8). Em Gênesis 15:7 Yavéh diz que foi Ele quem tirou Abrão de Ur dos caldeus, para lhe dar a terra de Canaã em herança. Em seguida, vemos Yavéh citando os nomes dos animais que deveriam ser imolados em sacrifícios: uma novilha de três anos, uma cabra de três anos, um carneiro de três anos, uma rola e um pombinho. Porém, estes animais não eram para ser oferecidos como oferta pelo pecado, mas, sim, imolados e sacrificados em holocausto, como cheiro suave ao Yavéh. Na ocasião, o sacrifício de Abraão foi oferecido em holocausto, pois, já quase à noitinha, desceu fogo do céu e consumiu os animais.
“Quando o sol já estava posto, e era escuro, eis um fogo fumegante e uma tocha de fogo, que passaram por entre aquelas metades [dos animais esquartejados]” (Gên. 15:17).
Engraçado, que Abrão obedeceu a Yavéh, e inclusive lhe ofereceu sacrifício sem saber exatamente quem Ele era. Somente ao completar 99 anos, Yavéh aparece a Abrão, dizendo-se ser o Deus Todo-Poderoso, momento em que passa a chamá-lo de Abraão. Disse, também, que seria um Deus para Abraão e seus descendentes, e para isto, firmou um pacto, para que ele o obedecesse e o seguisse.
“Estabelecerei o meu pacto contigo e com a tua descendência depois de ti em suas gerações, como pacto perpétuo, para te ser por Deus a ti e à tua descendência depois de ti. Dar-te-ei a ti e à tua descendência depois de ti a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Canaã, em perpétua possessão; e serei o seu Deus”. (Gên. 17:7-8).
Alguns estudiosos garantem que no texto original a frase é assim: “para te ser um deus a ti e à tua descendência depois de ti”.
A FINALIDADE DO DERRAMAMENTO DE SANGUE
Os cristãos sempre imaginaram que o derramamento de sangue dos animais em sacrifício fora exigido por Deus por causa do pecado de Adão e Eva. Mas a história não é bem assim.
Se fosse somente Yavéh que pedisse sangue de animais para remissão de pecados, estaria explicado este mistério.
No entanto, estudando os rituais das civilizações mais remotas da humanidade, podemos constatar que os desuses desses povos também exigiam sacrifícios de animais, inclusive sacrifícios humanos, de crianças, rapazes e moças virgens. E tais sacrifícios não eram nada para expiação de pecados, mas eram exigidos por puro capricho dos deuses, para satisfazer o ego ou aplacar a sua ira. Alguns garantem que o alimento dos deuses da antiga Caldéia, na Mesopotâmia, era sangue de animais. Por isso exigiam tantos sacrifícios.
Como prova de que os sacrifícios de animais não eram exigidos por causa dos pecados, vemos Yavéh afirmando que todos os primogênitos machos dos animais, como também dos humanos, seriam dele, e deviam ser oferecidos em holocausto. Note que estes primogênitos jamais eram oferecidos como oferta pelo pecado. Mas eram oferecidos como dádiva especial a Deus. (Ref.: Êxodo 13, Lev. xxx e Núm. 18).
“Separarás para o Senhor tudo o que abrir a madre, até mesmo todo primogênito dos teus animais; os machos serão do Senhor. Mas todo primogênito de jumenta resgatarás com um cordeiro; e, se o não quiseres resgatar, quebrar-lhe-ás a cerviz; e todo primogênito do homem entre teus filhos resgatarás. E quando teu filho te perguntar no futuro, dizendo: Que é isto? responder-lhe-ás: O Senhor, com mão forte, nos tirou do Egito, da casa da servidão. Porque sucedeu que, endurecendo-se Faraó, para não nos deixar ir, o Senhor matou todos os primogênitos na terra do Egito, tanto os primogênitos dos homens como os primogênitos dos animais; por isso eu sacrifico ao Senhor todos os primogênitos, sendo machos; mas a todo primogênito de meus filhos eu resgato”. (Êxodo 13:12-15).
A justificativa contida no texto bíblico, acima, parece ser razoável. E tudo indica que a prática de se exigir animais primogênitos em sacrifícios começou por causa da morte dos primogênitos da terra do Egito, tanto dos animais como dos homens.
Só que a verdade não é bem assim. Pois, logo no comecinho da Bíblia aparece Abel oferecendo em sacrifício os primogênitos do seu rebanho. Ora, não teria sido o próprio Deus Yavéh que teria instruído a Abel oferecer os animais primogênitos? Ora, se a ordenança da Páscoa e a lei de sacrifício dos primogênitos só aconteceram por causa da morte dos primogênitos do Egito, qual a justificativa para Abel ter oferecido os primogênitos do seu rebanho, e não outros animais mais velhos?
“Ao cabo de dias trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao Senhor. Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura. Ora, atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta” (Gênesis 4:3-4).
Seria então este o motivo de Yavéh não ter aceitado a oferta de Caim, visto que não apresentou a Deus animais primogênitos, mas ofereceu os frutos de sua lavoura? Caim estaria procedendo mal por não ter oferecido sacrifícios de animais primogênitos?
“Mas para Caim e para a sua oferta [Yavéh] não atentou. Pelo que irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante. Então o Senhor perguntou a Caim: Por que te iraste? e por que está descaído o teu semblante? Porventura se procederes bem, não se há de levantar o teu semblante?” – Gên. 4:5-7.
Muitos intérpretes afirmam que Abel não ofereceu os primogênitos de sua criação em holocausto, mas que apenas os apresentou como OFERTA diante do Deus Yavéh. Só que a expressão “e da sua gordura”, indica que Abel sacrificou, sim, os animais em holocausto e queimou a gordura sobre o altar.
Aos que ainda teimam em dizer que Abel não ofereceu seus primogênitos em holocausto, veja o caso de Noé, o mais próximo de Abel. De onde Noé tirou a idéia de sacrificar animais, se ainda não havia uma lei específica para isso? Quem o orientou a fazer isso? Não foi o próprio Deus Yavéh que o orientou a fazer isso?
“Edificou Noé um altar ao Senhor; e tomou de todo animal limpo e de toda ave limpa, e ofereceu holocaustos sobre o altar. Sentiu o Senhor o suave cheiro e disse em seu coração: Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem” (Gên. 8:20-21).
Quanto a Caim, pode ser que Deus não tenha atentado para sua oferta por ter tomado quaisquer frutos de sua lavoura. O que Yavéh queria eram os primeiros frutos da terra (as primícias). Em Êxodo 23:19 e Deut. 26:1-11 Yavéh determina que devam ser oferecidos as primícias da terra.
Parece até irônico Yavéh estabelecer a Páscoa em homenagem à morte dos primogênitos do Egito, pois disse que “por isso eu sacrifico ao Senhor todos os primogênitos, sendo machos”.
Na verdade, o que aconteceu no Egito, por ocasião da saída dos hebreus da escravidão, foi um GRANDE SACRIFÍCIO COLETIVO de primogênitos ao Deus Yavéh, que incluiu até os primogênitos dos homens.
E como forma de homenagear ou perpetuar o dia do grande sacrifício coletivo, Yavéh instituiu a Páscoa e a lei de oferta dos animais primogênitos dos filhos de Israel.
Simbolicamente, o sacrifício dos animais primogênitos do Egito funcionou como preço de resgate dos filhos de Israel, a fim de tirá-los da escravidão.
Mas, como se pode justificar que animais ou seres humanos inocentes tem que dar as suas vidas em favor de outros mais importantes?
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SEGUNDA PARTE
(Esplanarei sobre os rituais de sacrifícios da Lei Mosaica) 
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TERCEIRA PARTE
(Esplanarei sobre o sentido esotérico da morte de Cristo)
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Alguns itens:
* Jesus Cristo, sendo o CORDEIRO de Deus, não morreu pelos pecados do povo (humanidade), porque, na Lei Mosaica, “cordeiros” nunca foram oferecidos em sacrifícios como OFERTA PELO PECADO.
* Os animais que eram oferecidos como OFERTA PELO PECADO eram o BODE e o NOVILHO. Eram imolados sobre o altar dentro do Santuário, no lugar santo. E somente algumas partes das entranhas e a gordura eram queimadas em holocausto sobre o altar. Porém, suas carnes eram sacrificadas em holocausto fora do arraial e fora do Santuário.
* A seguinte frase proferida por João é um grande equívoco:
“Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”.
Cordeiro nunca foi usado como oferta pelos pecados do povo.
* Cordeiros ou carneiros eram oferecidos em HOLOCAUSTO, como ofertas pacíficas, e de suas carnes Arão e seus filhos podiam comer. Geralmente, toda a carne do cordeiro oferecido em holocausto era consumida pelo fogo. Veja o que diz Lev. 8:18-21. Carnes de animais oferecidos como oferta pacífica, podiam ser comidas pelos sacerdotes. Já na festa da Páscoa, as carnes dos cordeiros (e de cabritos também) eram assadas e comidas pelo povo.
* A finalidade do sacrifício não consumado de Isaque, não era para que Abraão obtivesse perdão dos seus pecados. Os holocaustos de cordeiros tinham como finalidade honrar a Deus, demonstrar amor e dedicação a Deus; ou serviam para aplacar a ira divina, como no caso das ofertas pacíficas.
A declaração de Jesus em Mateus 26:28 só seria verdadeira se ele estivesse assumindo a função de bode ou de novilho expiatório.
“Pois isto é o meu sangue, o sangue do pacto, o qual é derramado por muitos para remissão dos pecados”.
Veja bem. Em Hebreus 13:12 é dito que “Por isso também Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta”. Ora, os animais oferecidos em sacrifícios fora do arraial do Santuário eram novilhos e bodes. Cordeiros eram oferecidos sobre o altar dentro do Santuário.
O próprio Jesus chega a citar o caso do sumo sacerdote Zacarias, filho de Baraquias, que foi morto pelos fariseus entre o Santuário e o Altar. Ora, se Jesus devia padecer como um CORDEIRO, sua morte teria que acontecer pelo menos como aconteceu com Zacarias: entre o Santuário e o Altar.
“Para que sobre vós caia todo o sangue justo, que foi derramado sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até o sangue de Zacarias, filho de Baraquias, que mataste entre o santuário e o altar” (Mateus 23:35).
* Animais fêmeas, como cabras, vacas e ovelhas nunca foram usados em sacrifícios como oferta pelos pecados graves.
A não ser que aceitemos o sentido esotérico da coisa, aí sim, podemos compreender esse mistério. Mas a maioria dos cristãos, por preconceito, não atentam para esse fato.
* O sentido esotérico é este: Jesus Cristo, Cordeiro de Deus, assumiu a função de bode ou de novilho expiatório.
* A serpente de bronze que Moisés levantou no deserto para anular o veneno das serpentes abrasadoras não simbolizava Jesus Cristo. Mas, se atentarmos para o sentido esotérico, aí sim, podemos entender que Jesus assumiu a função de serpente, símbolo de Satanás, Lúcifer, o grande Dragão.
* Falarei sobre os dois bodes oferecidos em oferta pelo pecado, e o bode que era levado para AZAZEL, o espírito do deserto. (Lev. 16)
Muitos dizem que o Antigo Testamento não cita livros apócrifos. Só que a história de AZAZEL encontra-se no Livro de Enoch. Azazel era líder dos anjos vigilantes (anjos caídos), aquele que adentrou no Jardim do Eden e seduziu Eva, e a tentou, para que comesse do fruto proibido.
Azazel não é outro, senão Lúcifer. Jesus foi ao encontro de Azazel, no deserto, e lá foi atormentado por este espírito do mal.
* Quem devia levar os pecados da humanidade sobre si era Lúcifer (o bode), autor do pecado. Satanás não sabia que o motivo da vinda de Jesus ao mundo era para tomar o seu posto, e assumir o papel de bode expiatório em favor da humanidade.
* Animais fêmeas nunca foram oferecidos em sacrifício pelos pecados graves, mas apenas por por pecados menores e pela culpa.
* Saiba porque a citação de Atos 8:32 está errada e a de Isaías 53:7 está correta.
* O grande contraste: Jesus Cristo disse que “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna” – João 6:54.
Ora, pela Lei, da carne e do sangue dos animais oferecidos como oferta pelo pecado e cujo sangue era espargido no altar do Santo dos Santos, Arão e seus filhos não podiam comer, porque era abominação, e eram expressamente proibidos de se comer. Se Jesus Cristo se ofereceu em sacrifícios pelos pecados da humanidade, como podemos comer de sua carne?
* Por que na sexta-feira da paixão a Igreja Católica proibe os cristãos de comer carne? Seria pelo fato de Cristo ter morrido neste dia, sendo oferecido em sacrifícios pelos pecados do povo? Mas, se foi isso, por que servem a hóstia na missa simbolizando o corpo de Cristo?
* Falarei exaustivamente sobre o capítulo 27 de Levitico, especialmente sobre os versículos 28 e 29, comparando com o caso inusitado do oferecimento da única filha de Jefté em sacrifício a Yavéh (Juizes 11:30-38).
O capítulo 27 de Levítico trata da lei dos votos e das coisas que eram devotadas ao Deus Yavéh. Haviam dois tipos de votos: um simples, onde aquilo que se oferecia podia ser resgatado por certa quantia de dinheiro, e um especial (sagrado), onde não havia preço de resgate. E que se fosse um animal (inclusive um ser humano) devia morrer (vide v.29).
Ora, se na Lei dos Votos está dito que uma pessoa devotada a Yavéh podia ser resgatada por certa quantia de dinheiro, por que então Jefté lamentou e chorou por ter oferecido a sua única filha em voto (sacrifício) a Yavéh, se ele mesmo podia resgatá-la, pagando certa quantia?
Se ele não podia resgatá-la, o caso era de um voto especial. E se foi um voto sagrado, então a filha de Jefté foi mesmo morta. Logo, este caso confirma Lev. 27:29??? Se confirma, então Yavéh aceitava sacrificios humanos. (Citarei referências onde Yavéh diz que nunca cogitou em exigir sacrifícios humanos).
Breve conclusão:
* Se Jesus Cristo se ofereceu como um CORDEIRO DE DEUS, então Ele não morreu pelos pecados da humanidade, porque na Lei, jamais cordeiros eram oferecidos como oferta pelo pecado.
Tem mais….
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A NOVILHA VERMELHA – UM SACRIFÍCIO ESTRANHO
Em Números 19:2-10 fala a respeito do holocausto de uma Novilha Vermelha. Mas, onde já se viu isso? Seria mesmo ”vermelho” a cor deste animal? Ou seria uma novilha ruiva?
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De acordo com Ezequiel 43:21 esse tipo de sacrifício teria que ser feito com um animal macho.
Se for novilha mesmo, este é o 4º caso de sacrifício pelo pecado, mas só que é um sacrifício diferente dos citados em Levítico 1 a 6, pois o todo o ritual é realizado fora do Santuário.
As cinzas dessa novilha serviam para purificar os utensílios do Santuário e também pessoas contaminadas.
Este é um caso estranho de sacrifício pelo pecado porque a gordura e os orgãos eram queimados todos juntos no altar fora do Santuário.
Há um hino evangélico que diz que Jesus é a Rosa Vermelha. Pura heresia, pois nem mesmo a Bíblia fala em rosa vermelha, ainda mais se referindo a Jesus. O certo seria dizer que Jesus é o Novilho Vermelho.
Alguns garantem que essa novilha vermelha foi sacrificada apenas uma vez, e que ela tipifica Jesus Cristo, que foi oferecido uma vez por nossos pecados e padeceu fora da porta.
De acordo com estudiosos judeus, 9 novilhas vermelhas foram sacrificadas durante a história de Israel, e que a 10ª está para nascer e ser sacrificada. Eles garantem que nos últimos anos já nasceram algumas novilhas vermelhas em Israel, mas elas tinham defeitos e não podiam ser usadas para sacrifícios.
Então, um dos sinais do fim dos tempos seria o nascimento dessa tal novilha vermelha???
Esse negócio de bezerra vermelha é algo estranho na Bíblia, pois, no Apocalipse fala-se de uma besta (animal selvático ou boi selvagem) de cor vermelha. Apoc. 17:3.
“E vi uma mulher montada numa BESTA cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e que tinha sete cabeças e dez chifres”.
Tem uma coisa interessante. Sabemos que o Santuário ou Templo dos judeus foi destruído no ano 70 d.C., a profecia diz que esse Santuário será novamente edificado e purificado. Mas, quando isso irá acontecer?
A purificação do Santuario, segundo a profecia de Daniel, aconteceria após 2300 tardes e manhãs.
“Até duas mil e trezentas tardes e manhãs e o Santuário será purificado” - Daniel 8:14.
Só após esse período é que deverá nascer a Bezerra Vermelha, para ser sacrificada, a fim de purificar o Santuário?
Em Levítico 8:15 fala do ritual para purificação do altar com sangue de novilho.
Aguarde, que tem mais….!
PROFECIAS E CONTRADIÇÕES BÍBLICAS (PARTE 1)
*********** (ATUALIZADO EM 04/04/2010)*************
*********(Este post é o primeiro de uma série)***********
Estes estudos não têm por objetivo destruir a fé de nenhum crente, mas visam tão somente esclarecer fatos contraditórios encontrados ESCONDIDOS na Bíblia; e visa, também, tirar o véu da fé cega de muitos crentes e estudantes da teologia tradicional, que não procuram se aprofundar nas pesquisas do texto bíblico e acreditam sem questionar em tudo aquilo que outros escritores e teólogos ditaram como verdades inquestionáveis.
Não pretendo fazer um estudo bem aprofundado, visto que não disponho de material suficiente para pesquisas e comparações com outros autores. O que quero fazer é apresentar um ponto de vista mais coerente e isento de preconceitos e de lavagem cerebral. Não devemos beber da água sem antes conhecer a fonte; também não devemos engolir qualquer vento de doutrina sem antes conhecer o tipo de religiosidade que a fundamentou.
Quem quiser apreciar o que escrevo, que aprecie e tire bom proveito. Ainda bem que a Internet é um ambiente bem democrático, pois podemos publicar o que pensamos. Chega desses “ditadores” dessa teologia arcaica, limitada e preconceituosa que infesta a Internet! Chega desse fanatismo doido dos cristãos, que com suas atitudes chegam a admitir que é mais fácil provar a inspiração da Bíblia que provar a existência de Deus.
Peço que não me procurem para aconselhamento congregacional ou espiritual. Para este serviço indico os pastores:
1) Ciro Zibordi (http://cirozibordi.blogspot.com/),
2) Altair Germano (http://www.altairgermano.net/),
3) Artur Eduardo (http://artureduardo.blogspot.com/)
4) e até mesmo o Caio Fábio (http://www.caiofabiofilho.com.br/2009/).
Escrevo numa linguagem bastante simples, pois meu público-alvo são os crentes leigos, estudantes neófitos e a todos os entorpecidos pela teologia tradicional.
O QUE ME MOTIVOU
O que me levou a fazer estes estudos foi muitos sites e artigos publicados na Internet, que mostram que a Bíblia não é inspirada, que se contradiz e que não foi um livro enviado por Deus para a humanidade. Alguns dos sites são estes:
1) http://yeshivahnoahide.blogspot.com/ (שבע מצוות בני נח – yeshivahnoahide) – Site judeu, que mostra erros no Novo Testamento e critica Jesus.
4) http://multiplosuniversos.com.br/site/archives/contradicoes-da-biblia-contradicao-n%c2%ba-39;
5) http://www.midiaindependente.org/pt/red/2005/10/332447.shtml;
6) http://www.umtudo.com/as-contradicoes-da-biblia/;
7) http://pt.shvoong.com/books/402187-contradi%C3%A7%C3%B5es-da-b%C3%ADblia/.
8] http://extestemunhasdejeova.net/forum/viewtopic.php?f=20&t=3522&st=0&sk=t&sd=a (Ex-Testemunhas de Jeová).
9) http://www.islamreligion.com/pt/videos/584/
Isso tudo além de várias comunidades no Orkut, onde os internautas zombam dos supostos mitos bíblicos e ridicularizam os erros e contradições da Bíblia.
E para piorar, alguns sites evangélicos rebatem os críticos e as críticas contra a Bíblia, mas não têm embasamento sólido nas afirmações a favor, e não conseguem desmentir os acusadores. A doutrina da Sola Scriptura (dos evangélicos) cai por terra, porque os defensores tradicionais da Bíblia se limitam a pesquisar entre as duas capas e desprezam o testemunho da tradição oral. O resto acredita-se pela fé cega.
Se não houvesse o testemunho da tradição oral, muitos livros do antigo testamento não existiam, pois os fatos narrados foram escritos muito tempo depois de terem acontecidos e morrido as testemunhas oculares. Até mesmo a história de Jesus foi escrita anos depois de sua morte e ressurreição. Lucas leu o evangelho de Marcos, mas teve que fazer suas próprias inquirições para se certificar de que a história de Cristo era verdadeira. Para isso, inquiriu as testemunhas oculares. E se as testemunhas oculares tivessem morrido, teria que consultar a tradição oral da história de Cristo.
MINHA OPINIÃO DESAFIADORA
O que acho é que temos que ser sinceros e admitir que existem, realmente, alguns erros e contradições em alguns livros da Bíblia. Não adianta querer tapar o sol com a peneira.
Pessoalmente, acredito que a Bíblia toda não é 100% a Palavra de Deus, mas que ela contém a Palavra de Deus, a mensagem de Deus para a humanidade. E creio que dentro dela existe um grupo seleto de livros realmente inspirados 100% pelo Espírito Santo.
Agora, essa de dizer que todos os livros da Bíblia (tanto da versão católica como da dos protestantes) foram totalmente inspirados por Deus, aí é demais tolice. Pois, tomar o que Paulo disse em II Tim. 3:16 e outras referências correlatas de escritores das epístolas do Novo Testamento, para justificar a inspiração dos próprios livros, é contraditório. Os escritos do Novo Testamento podem testificar sobre os escritos do Antigo Testamento. Mas o Antigo testificar do Novo, não procede. Além do mais, o testemunho da Bíblia a favor dela mesma, como ensina a doutrina da Sola Scriptura, também não é suficientemente válido. Pois, sabemos que não é verdadeiro aquele que dá testemunho de si mesmo. Então, é necessário existir outros escritos “de fora” para corroborar a autenticidade dos fatos bíblicos. E realmente existem. O problema é deixar de lado a doutrina da Sola Scriptura.
Quando Paulo disse a Timóteo (II Tim. 3:16) que toda a Escritura era inspirada, ele se referia às Escrituras do Antigo Testamento, a Tanach dos judeus. No tempo que Paulo escreveu suas epístolas nem mesmo os quatro evangelhos haviam sido escritos.
Existem questionamentos de alguns eruditos quanto a real tradução do texto de II Tim. 3:16. Vou citar as quatro maneiras que pode ser traduzido o texto:
“Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça”. (Texto da Bíblia, versão revisada da tradução de João F. de Almeida, de acordo com os melhores textos em hebraico e grego).
“Toda a Escritura, divinamente inspirada, é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça”. (Texto da Bíblia, versão corrigida, de João F. de Almeida).
“Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça” (Versão Novo Mundo das Escrituras Sagradas – Sociedade Torre de Vigia).
“Toda Escritura, que consideramos divinamente inspirada, é proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça”. (Paráfrase feita por mim).
Observe na segunda citação que os eruditos supostamente “corrigiram” a tradução de J. F. de Almeida, e acabaram dificultando ainda mais o texto, pois diz: “Toda a Escritura, divinamente inspirada, é proveitosa”. Significa que só é proveitosa a escritura que for divinamente inspirada. Denota-se isso pelo aposto “divinamente inspirada”.
Veja que na primeira citação o verbo (é) vem antes do advérbio (divinamente), e não existe aposto. Os eruditos traduziram assim, de forma a justificar completamente a inspiração de toda a Bíblia, pois diz: “Toda Escritura é divinamente inspirada”. Ora, essa generalização não condiz, porque existem muitas escrituras religiosas de outros povos.
Existe, porém, uma justificativa de alguns autores (tendenciosos, é claro), de que a palavra ESCRITURA a qual Paulo se referia, era a Tanash ou a Toráh dos judeus (hebreus) e que ela deve ser escrita com letra maiúscula. Pode ser…, mas, quanto a ser escrita com letra maiúscula, não é verdade, pois no hebraico não existe questão de letra maiúscula ou minúscula; só existe um padrão de letra no hebraico e no grego.
E tem mais outro problema. No Novo Testamento está cheio de citações apócrifas (de livros ditos apócrifos). Paulo mesmo fez citações apócrifas nas suas epístolas. Logo, será que ao se referir a Escritura divinamente inspirada, não se referia também aos apócrifos? Lembre-se que naquela época o termo “apócrifo” não existia e nem era usado para cunhar os livros não-inspirados. Sabe-se que existiam os “livros proibidos”, isto é, livros reservados apenas para leitura dos escribas e sacerdotes. Leigo não podia ler os tais livros. O termo “apócrifo” foi criado por Jerônimo, no século V, que traduziu a Bíblia Vulgata.
Em nenhum livro da Bíblia está determinado a quantidade de livros que deveriam ser considerados parte integrante da mesma. Se 66 ou 73 livros, isto não está determinado. Se tem menos ou mais livros do que deveria ter, então isso não constitui um erro? Por isso os rabinos judeus se reuniram em Jâmnia, no ano 92 d. C., para determinar de uma vez por todas quais seriam os livros que comporiam a Tanach, haja vista estarem surgindo na época um monte de literatura considerada inspirada. Nesse concílio de Jâmnia os judeus rejeitaram os evangelhos e as epístolas de Paulo e as dos outros apóstolos; rejeitaram, também, os livros apócrifos inseridos na Bíblia Grega chamada de Septuaginta (Antigo Testamento Alexandrino).
Os rabinos judeus agiram com estrema cautela no Sínodo de Jâmnia para determinar os livros canônicos.
Uma fonte diz que “no final do século I da era Cristã, os rabinos Judeus reuniram-se no Sínodo de Jâmnia, ao sul da Palestina, afim de estabelecer as regras que caracterizariam os livros sagrados (inspirados por Deus). Foram estipulados os seguintes critérios:
1) O livro sagrado não pode ter sido escrito fora das terras de Israel.
2) Não em língua aramaica ou grega, mas somente em hebraico.
3) Não depois de Esdras (458-428 a.C).
4) Não em contradição com a Tora ou a Lei de Moisés.
Perceba que quando os judeus criaram essas regras, eles não tinham como objetivo discernir que livros eram inspirados ou não. A atitude dos judeus era unicamente preservar seu povo de interferências de outros povos e de outras doutrinas. Recorde-se que até hoje os judeus não consideram o Novo Testamento; apenas o Antigo. A intenção deles era eliminar tudo o que dizia que Jesus é o Messias. Porém, com essas medidas, alguns livros também da época do Antigo Testamento foram eliminados.
Porém, duzentos anos antes, em Alexandria no Egito, havia uma forte colônia de judeus. Nela havia 70 sábios que traduziram os livros do Antigo Testamento para o grego. Essa tradução foi feita entre 250 a 100 a.C., ou seja, antes do Concílio de Jâmnia. A tradução grega, foi conhecida como Septuaginta ou versão dos 70.
Então observe que naquele tempo havia dois “Cânons”. Um formulado pelos Judeus preocupados com a política e sociedade. Outro formulado pelos judeus que habitavam no egito.
E agora? Qual é a versão correta?”
Se os evangélicos acham que os rabinos judeus não tinham autoridade para determinar a quantidade de livros sagrados e inspirados, e nem os padres católicos tinham poder para determinar a quantidade de livros do Novo e Antigo Testamento, quem eles pensam que tem autoridade para fazê-lo? Eles mesmos? Muito bonito isso, não?! Na verdade, cada segmento religioso fez do seu jeito, não acham? Sintetizando, livros que deveriam estar na Bíblia, não estão e livros que não deveriam estar na Bíblia, estão.
Se Lutero tivesse autoridade, sozinho, de designar quais livros deveriam compor o Cânon do Novo Testamento, por certo, ficariam de fora a Epístola aos Hebreus, o Livro de Apocalipse e, principalmente, a Epístola de Tiago, que cunhou de “epistola de palha”, pois contrariava a doutrina que mais defendia: a salvação unicamente pela fé.
Por ai se vê que todo fundador de um segmento religioso cristão sempre tende a ignorar ou expurgar da Bíblia aqueles livros que não lhe interessam ou que atrapalham a compreensão das doutrinas que pregam. Os líderes da seita Testemunhas de Jeová também traduziram a Bíblia de acordo com os seus interesses, de forma que não houvesse contradição para as suas doutrinas.
Em breve surgirá a bíblia, versão da Igreja dos Homossexuais. Por certo, arrancarão ou alterarão os textos que condenam as suas práticas pecaminosas.
OS LIVROS APÓCRIFOS
Uma fonte diz que “os Reformadores protestantes publicaram a Bíblia com os apócrifos, colocando-os entre o Antigo e Novo Testamentos, não como livros inspirados, mas bons para a leitura e de valor literário histórico. Isto continuou até 1629. A famosa versão inglesa King James (Versão do Rei Tiago) de 1611 ainda os trouxe. Porém, após 1629 as igrejas reformadas excluíram totalmente os apócrifos das suas edições da Bíblia, e, “induziram a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, sob pressão do puritanismo escocês, a declarar que não editaria Bíblias que tivessem os apócrifos, e de não colaborar com outras sociedades que incluíssem esses livros em suas edições”.
Eis um texto sobre os apócrifos:
Os Apócrifos do Novo Testamento, também chamados de “evangelhos apócrifos”, são uma coletânea de textos anônimos, escritos nos primeiros séculos do cristianismo (depois do século II, provavelmente), não reconhecidos pelo cristianismo ortodoxo e por isso não incluídos na Bíblia. A eles opõem-se, naturalmente, os textos “canônicos”, i.e., oficialmente considerados “autênticos” e incluídos no Novo Testamento. A primeira separação entre os textos data de 325 d.C. e foi determinada pelo Primeiro Concílio de Nicéia, convocado pelo imperador romano Constantino I, que havia aderido ao cristianismo; a separação atual foi imposta pelo Concílio de Trento, convocado pelo Papa Paulo III, representante máximo da Igreja Católica, realizado de 1545 a 1563.
O termo “apócrifos” vem do grego ἀπόκρυφα e significa, justamente, “coisas escondidas”. A partir do Concílio de Trento, a palavra “apócrifo” adquiriu conotação eminentemente negativa e se tornou sinônima de “espúrio” ou “falso” – e há, também, textos apócrifos do Velho Testamento, interessantes para os estudiosos da Bíblia, mas não para os estudiosos do grego antigo.
É notável, no entanto, que entre os diversos ramos do cristianismo há controvérsias a respeito de quais são, efetivamente, os textos apócrifos. A Igreja Ortodoxa da Etiópia, por exemplo, considera autêntico o Pastor de Hermas (séc. II) e a Peshitta, bíblia da Igreja Siríaca, utilizada por muitas Igrejas da Síria, não inclui o Apocalipse de João.
(Fonte: http://greciantiga.org/arquivo.asp?num=0728 )
Os teólogos tradicionais afirmam que as profecias de Deus cessaram cerca de 400 anos a. C. E só retornaram no tempo do Novo Testamento, com Zacarias, Simeão, Izabel, Maria, João Batista e Jesus. (Ver Ezequiel 12:21-28).
O Cânon da Bíblia não devia ter sido fechado definitivamente, pois, Jesus prometeu o Consolador (Espírito Santo) para revelar, consolar e convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo. E é claro que o Espírito Santo não foi dado até que o apóstolo João escrevesse o Apocalipse, no ano 96 d. C.
Fique certo que ainda pode haver revelação escrita da parte de Deus. Mas ninguém dará valor, porque os teólogos já deram por encerrado o Cânon bíblico e não pode mais ser alterado.
LISTA DOS PRINCIPAIS LIVROS APÓCRIFOS
O número dos livros apócrifos é maior que o da Bíblia canônica. É “possível” contabilizar mais de 100 deles, mais de 50 em relação ao Antigo Testamento e mais de 60 em relação ao Novo. A tradição conservou outras listas dos livros apócrifos, nas quais constam um número maior ou menor de livros. A seguir, alguns desses escritos segundo suas categorias.
1) Evangelhos: de Maria Madalena, de Tomé, de Filipe, Árabe da Infância de Jesus, do Pseudo-Tomé, de Tiago, Morte e Assunção de Maria, de Judas Iscariotes;
2) Atos: de Pedro, Paulo e Tecla, Dos doze Apóstolos, de Pilatos;
3) Epístolas: de Pilatos a Herodes, de Pilatos a Tibério, dos Apóstolos, de Pedro a Filipe, Paulo aos Laodicenses, Terceira Epístola aos Coríntios, de Aristeu, de Barnabé;
4) Apocalipses: de Tiago, de João, de Estevão, de Pedro, de Elias, de Esdras, de Baruque (grego), de Baruc (Siríaco), de Sofonias;
5) Testamentos: de Abraão, de Isaac, de Jacó, dos 12 Patriarcas, de Moisés, de Salomão, de Jó;
6) Outros 1: A filha de Pedro, Descida de Cristo aos Infernos, Declaração de José de Arimatéia, Vida de Adão e Eva, 1,2 e 3 Enoch ou Henoque, Salmos de Salomão, As Odes de Salomão, Oráculos Sibilinos, A Assunção de Moisés, A Ascensão de Isaias, Livro dos Jubileus, Os Segredos de Enoque, Manuscrito de Lameque, Livro de Melquisedeque, III e IV Esdras, III e IV Livros de Macabeus, etc. Fora os que estão escondidos na Biblioteca do Vaticano.
(FONTE: Wikipédia e Dicionário Bíblico – site Vivos http://www.vivos.com.br/197.htm )
APÓCRIFOS NO NOVO TESTAMENTO
Muitos crentes e estudantes neófitos da Bíblia não sabem que existem livros no Novo Testamento, que outrora foram considerados apócrifos. São eles: Epístola aos Hebreus, Epístola de Tiago, II Epístola de Pedro, II e III Epístolas de João, Epístola de Judas e o Apocalipse e mais alguns acréscimos nos Evangelhos. O livro de Apocalipse foi o último a ser inserido no Cânon do Novo Testamento, concluído definitivamente no Concílio de Catargo, em 397 d. C.
Veja o que diz certo autor sobre o Livro de Apocalipse:
Influência da mitologia pagã e do judaísmo no Apocalipse
A leitura do apocalipse, principalmente a partir do quarto capítulo, revela uma linguagem bem diferente da que encontramos nos outros livros do Novo Testamento.
Nomeadamente a descrição dos seres com várias cabeças e vários chifres e asas, parece mais uma descrição da mitologia grega, romana ou egípcia do que um livro da Bíblia, muito menos do Novo Testamento. (4:7-8, 9:7-10, 9:17, 11:7, 12:3-4, 13:1-2, 13:11, 17:3).
De acordo com uma interpretação fundamentalista (que não é a minha posição), em Gênesis 2:19-20, Adão deu nome a todos os animais criados por Deus. Portanto, esses seres mencionados no Apocalipse, ou são produto da imaginação do escritor ou não existem, pois só Deus tem poder para os criar.
Em Apocalipse 10:10-11 vejo influência da mitologia grega que utilizava alucinantes nos seus oráculos.
Em Apocalipse 11:2 há forte influência judaica com a idéia veterotestamentária dos lugares separados para os gentios e os privilégios para os judeus.
Em Apocalipse 13:16 há referência a pessoas livres e escravos. Será que a antiga condição de escravo prevista na lei de Moisés vai voltar a estar em vigor?
Bem sei os significados simbólicos que dão a estas passagens. Mas com essa fértil imaginação sem boa base bíblica neotestamentária, tudo se pode provar e explicar, quer seja o Apocalipse de João ou os outros apocalipses que não foram incluídos no cânon.
Não é preciso ser um grande teólogo para notar a diferença no estilo literário do Apocalipse de João em relação a todos os outros livros neotestamentários.
Quem quiser, que acredite nos apocalipses, ou então, que seja fiel à decisão do Concílio de Cartago e ao Papa Bonifácio, aceitando somente o Apocalipse de João, e não o Apocalipse de Pedro nem o Apocalipse de Paulo, que possivelmente rejeitam, sem nunca os terem lido, por simples questão de fidelidade a uma decisão do Papa. Eu prefiro ficar só com os evangelhos e epístolas, como era no primitivo cristianismo.
Por essas e outras razões disse que o Apocalipse é um livro de linguagem esotérica, isto é, livro com o conhecimento velado através dos símbolos.
Na Biblioteca do Vaticano tem uma sala secreta contendo todos os livros apócrifos que a Igreja até hoje esconde dos cristãos. Existem livros que os Papas se apossaram e esconderam a sete chaves. Mas existem outras centenas de escritos religiosos de pseudo-autores que circulam pela Internet. Por exemplo, já ouviu falar do Livro Secreto de Tiago?
A SACRALIZAÇÃO DE OBJETOS DE CULTO
É costume dos povos antigos, pagãos e nativos sacralizar objetos de culto, monumentos, escritos antigos e elementos da natureza.
Os nativos costumam chamar de sagrado algumas árvores, objetos de rituais e locais especialmente preparados para os seus cultos.
Povos antigos chamam de sagrado alguns rios, como por exemplo, o Rio Ganges, na Índia; chamam de sagrado alguns animais, com o rato, o macaco, a vaca (na índia), o elefante, etc; chamam as montanhas de sagrada, como por exemplo, o Monte Orebe, o Monte Olimpo, Monte Moriá, Montanhas Sagradas da China, do Tibet (cultuadas pelos taoístas e budistas), etc.
Os indianos chamam de sagrados alguns de seus escritos religiosos (Bagva Gita ou Bhagavad Gita). Especificamente, os hindus consideram sagrados os Upanishads e o Mahabharata. Os muçulmanos (islâmicos) chamam de sagrado e inspirado o seu mais precioso livro religioso, o Al-Corão ou Corão. Os judeus chamam a Toráh e a Tanach de sagrada. Os Mórmons consideram inspirados e sagrados os escritos que compõem o Livro de Mórmon. E por fim, os católicos e protestantes chamam toda a Bíblia de sagrada. E por aí vai…
Até imagens de ídolos, que surgiram de repente, foram agraciadas como sagradas. Eis aí a Aparecida, padroeira do Brasil.
Muitos livros que são tachados hoje como “sagrados”, só se tornaram sagrados depois de séculos de existência.
Alguns livros da Bíblia no princípio de suas aparições não eram considerados sagrados. Porém, o tempo fez com que os mesmo fossem considerados sagrados, já que sempre estiveram ao lado dos demais livros sagrados.
Da mesma forma, os livros escritos pela fundadora do adventismo, Ellen White, um dia serão considerados sagrados pelos seguidores dessa seita (se já não os são considerados). Alguns livros são: “O Grande Conflito” e “O Desejado de Todas as Nações”. Os escritos de Allan Kardec, pai do espiritismo, também serão considerados sagrados pelos seguidores da seita. Alguns livros são: “O Evangelho Segundo o Espiritismo” e “O Livro dos Espíritos”. É apenas questão de tempo para esses livros se tornaram sagrados e inspirados.
A HERMENÊUTICA
A hermenêutica é uma ciência filosófica e não surgiu concomitantemente com a teologia. Na verdade, hermenêutica é uma ciência filosófica sobre interpretações de textos literários e religiosos. O radical da palavra parece ter uma conotação com o nome do mais famoso ocultista: Hermes.
Veja o que nos diz a nossa famosa Wikipédia:
O termo “hermenêutica” provém do verbo grego “hermēneuein” e significa “declarar”, “anunciar”, “interpretar”, “esclarecer” e, por último, “traduzir”. Significa que alguma coisa é “tornada compreensível” ou “levada à compreensão”.
Alguns defendem que o termo deriva do nome do deus da mitologia grega Hermes. O certo é que este termo originalmente exprimia a compreensão e a exposição de uma sentença “dos deuses”, a qual precisa de uma interpretação para ser apreendida corretamente.
Encontra-se desde os séculos XVII e XVIII o uso do termo no sentido de uma interpretação correta e objetiva da Bíblia. Spinoza é um dos precursores da hermenêutica bíblica.
Outros dizem que o termo “hermenêutica” deriva do grego “ermēneutikē” que significa “ciência”, “técnica” que tem por objeto a interpretação de textos poéticos ou religiosos, especialmente da Ilíada e da “Odisséia”; “interpretação” do sentido das palavras dos textos; “teoria”, ciência voltada à interpretação dos signos e de seu valor simbólico.
Hermes é tido como patrono da hermenêutica por ser considerado patrono da comunicação e do entendimento humano.
A hermenêutica bíblica mais usual determina algumas regras fundamentais para se fazer interpretações dos textos sagrados.
A regra áurea da hermenêutica bíblica é: “A Bíblia interpreta a própria Bíblia”. Esta é a regra principal. Porém, parece que alguns teólogos – que ensinam a doutrina da Sola Scriptura – a tomam como única regra.
Devemos entender, antes de tudo, que essas regras foram criadas pelos homens. Não existe nenhum ensino na Bíblia sobre como se devem interpretar os escritos sagrados. São apenas regras convencionadas pelos teólogos.
A regra áurea tem algumas implicações. Por exemplo, quando os seminaristas não encontram justificativas para as contradições bíblicas, os mestres simplesmente colocam o caso em aberto, ou seja, nunca dão por encerrado os casos polêmicos até que encontrem uma justificativa plausível. E assim vão enrolando… Muitos casos polêmicos da Bíblia nunca são resolvidos. Mas os mestres dão um jeitinho de enganar os seminaristas. Então eles propõem uma possível solução para o caso, fazendo com que o estudante jamais acredite que exista contradição na Bíblia. Apelam para interpretações mirabolantes com intuito de justificar os casos mais difíceis. Em último caso, afirmam que, apesar dessas dificuldades, toda a Bíblia é inspirada, e que Deus ainda dará uma resposta satisfatória para os casos não resolvidos.
As principais desculpas para os aparentes erros e contradições da Bíblia são: 1) Os copistas (escribas) – que fizeram a cópia dos originais – falharam na compilação, ou se confundiram; 2) Os tradutores falharam ao traduzir os textos para outros idiomas; 3) Os próprios autores bíblicos eram humanos e, portanto, sujeitos à imperfeição.
Fico pensando se o Espírito de Deus é menos preciso que os espíritos que acompanharam o famoso espírita Chico Xavier, que sozinho psicografou mais de 400 livros!
Há alguns fanáticos que acreditam 100% na inspiração verbal da Bíblia, letra por letra, palavra por palavra. Mas isso é grande tolice. E ainda outros afirmam que os textos bíblicos originais tinham inspiração verbal, mas, que depois de feitas as cópias, os textos perderam a inspiração verbal.
Outros fanáticos vão mais além. Acreditam, eles, que até a divisão da Bíblia em capítulos e versículos têm inspiração divina. Ora, não dizem os teólogos que a inspiração de Deus cessou no final do século I da Era Cristã, com o livro do Apocalipse? Como sabemos, a divisão da Bíblia em capítulos foi feita em 1250 d.C., por Hugo de Sanoto-Caro, abade dominicano e estudioso das escrituras; a divisão do Antigo Testamento em versículos foi feita em 1.445 pelo rabino Mardoqueu Natã, e a do Novo Testamento em 1551, por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada incluindo integralmente a divisão de capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, lançada em 1560, na Suíça.
O que sei é que os únicos escritos que continham 100% inspiração verbal foram os Dez Mandamentos, escritos em tábuas de pedra pelo dedo de Deus, e que foram entregues a Moisés. Porém, o mesmo destruiu as tábuas da Lei escritas pela mão de Deus, lançando-as no chão.
Portanto, não acredito na inspiração verbal de todos os livros da Bíblia. Creio, sim, que alguns livros, principalmente os proféticos, têm inspiração verbal, mas somente na língua original em que foram escritos. Quanto aos demais livros, acredito eu que tenham uma inspiração não diretamente verbal. Acredito que os salmos, as epistolas apostólicas, os textos poéticos e históricos, e os evangelhos encerram mensagens divinas e instruções para o seu povo, apesar de haver algumas imperfeições e falhas por parte dos autores.
Como disse certo autor, “uma coisa importante é estabelecer bem o que envolve a expressão “inspirada por Deus” na Bíblia. Será que inspiração envolvia revelação perfeita, um tipo de ditado, com Deus transmitindo palavra por palavra o que deveria ser escrito? Eu penso que a inspiração pode ser encontrada na essência da mensagem. Vou explicar: a palavra inspiração, tanto em grego como em latim, significa basicamente que num primeiro momento a divindade soprou para dentro da mente dos escritores as suas verdades. Na seqüência, esses escritores registraram essa revelação, mas usando os filtros mentais que possuíam, filtros esses formados por conceitos e preconceitos culturais, alguns interesses pessoais e nacionais ou mesmo teológicos. Por esse motivo, eu creio que “inspiração divina” não implica em inerrância ou perfeição”.
Se tivéssemos que acreditar na inspiração verbal de todos os livros da Bíblia, teríamos que ler os textos somente nas línguas grega e hebraica, nas quais eles foram originalmente escritos. Além de tudo isso, muitos textos estranhos foram acrescentados (enxertados) tanto na Bíblia católica quanto na protestante.
VERSÕES DA BÍBLIA
Existem muitas versões da Bíblia. Mas vou citar apenas as cinco mais importantes.
A primeira Bíblia é a versão dos judeus, conhecida como Toráh e Tanach. A Toráh é composta pelos cinco primeiros livros de Moisés, também chamado de Pentateuco. A Tanach engloba os demais livros do Antigo Testamento, até Malaquias. Não inclui os 7 apócrifos da Bíblia Católica.
A segunda Bíblia é conhecida como Septuaginta ou versão dos 70 anciãos judeus de Alexandria, Egito. A Septuaginta é uma versão do Antigo Testamento na língua grega, traduzida entre os anos 250 e 150 a. C. Na verdade, foram 72 eruditos judeus convocados para realizar a façanha. Na Septuaginta foram incluídos os 7 livros apócrifos e mais alguns. Não darei mais detalhe para que o texto não fique muito extenso.
Alguns eruditos versados em grego do Novo Testamento afirmam que os cristãos primitivos liam com freqüência a versão grega do Antigo Testamento, isto é, utilizavam como fonte de consulta os livros da Septuaginta, pois era mais fácil consultar a Bíblia na língua grega.
Outros eruditos, principalmente os ligados à Igreja Católica Romana, defendem a tese de que os apóstolos, inclusive Paulo, utilizavam com fonte de consulta a Septuaginta, e que inclusive citaram textos dos livros apócrifos (ou deuterocanônicos) em suas epístolas. Realmente, isso é verdade. Segundo pesquisas, das 350 citações que o Novo Testamento faz dos livros do Antigo Testamento, 300 concordam perfeitamente com a versão dos Setenta, inclusive quanto às diferenças com o hebraico. Não vou citar os casos para que o texto não fique demais extenso.
Tendo em vista que os apóstolos citaram textos dos livros apócrifos, os padres católicos tomaram isso como base para afirmar que os apóstolos consideravam inspirados os 7 livros acrescentados na Bíblia católica, que os protestantes chamam de apócrifos. Por essa razão, incluíram os 7 livros apócrifos na Bíblia. São eles: Tobias, Judite, I Macabeus, II Macabeus, Baruque, Sabedoria e Eclesiástico, e mais alguns acréscimos ao texto dos livros de Ester (10:4 a 11:1 ou a 16:24) e Daniel (3:24-90; caps. 13 e 14). Esses livros e fragmentos adicionais são chamados de deuterocanônicos, pelos católicos, e de apócrifos, pelos protestantes.
Os Concílios regionais de Hipona (393), Cartago III (397) e IV (419), e Trulos (692), bem como os Concílios Ecumênicos de Florença (1442), Trento (1546) e Vaticano I (1870), confirmaram a validade dos deuterocanônicos do Antigo Testamento, baseando-se na autoridade dos Apóstolos e da Sagrada Tradição.
Sei que os padres católicos têm suas objeções para alegar a veracidade da Bíblia Septuaginta. E inclusive muitos eruditos protestantes são levados a acreditar na versão da Septuaginta, por causa de testemunhos dos pais da Igreja. No entanto, encontrei um artigo bem esclarecedor do Dr. Samuel C. Gipp, no qual refuta com veemência a existência da Bíblia Septuaginta. Este autor é um inflexível defensor da Bíblia King James, que falarei mais na frente. O texto está na Internet e é um pouco extenso, mas tenho que citá-lo:
“Primeiramente vamos definir o que supostamente seja a Septuaginta. Um antigo documento chamado “A Carta de Aristeas” revelava um plano de se fazer uma tradução OFICIAL da Bíblia hebraica (Velho Testamento) para o Grego. Essa tradução deveria ser aceita como a Bíblia oficial dos Judeus, e deveria substituir a Bíblia hebraica. Supostamente essa obra de tradução seria executada por 72 eruditos judeus (?), seis de cada uma das 12 tribos de Israel. A suposta localidade para a realização dessa obra seria Alexandria, Egito. A suposta data da tradução seria aproximadamente 250 a.C, no período (Interbíblico) dos 400 anos de silêncio entre o encerramento do Velho Testamento (397 a.C) até o nascimento de Cristo (4 d.C), já que houve um erro de cálculo no calendário romano.
A obra ficou conhecida com o nome de Septuaginta – LXX - (significando 70 anciãos) e recebeu a numeração em algarismos romanos (?), visto como L = 50. X = 10. X = 10, daí ter a sigla LXX. Só não sabemos por que não foi LXXII. (?)
Esta assim chamada “Carta de Aristeas” é a única prova da existência desse documento místico. Não existe, de modo algum, qualquer documento grego conhecido como escrito em 250 a.C. Também na história judaica não há registro algum de que tal obra tivesse sido programada ou executada.
Quando pressionados a mostrar evidência concreta da existência desse documento, os eruditos logo apontam a ”Hexapla” de Orígenes, a qual foi escrita aproximadamente em 200 d.C, ou seja, 450 anos depois que a Septuaginta “teria sido” escrita e mais de 100 anos após ter sido concluído o Novo Testamento. A segunda coluna da “Hexapla” contém a tradução grega do Velho Testamento feita pelo próprio Orígenes (jamais dos 72 eruditos judeus), incluindo livros espúrios, como “Bel e o Dragão”, “Judite”, “Tobias” e outros livros apócrifos aceitos como canônicos somente pela Igreja Católica Romana.
Os apologistas da invisível Septuaginta tentarão argumentar que Orígenes não traduziu o livro do Hebraico para o Grego, mas apenas copiou a Septuaginta na segunda coluna da sua “Hexapla”. Será válido esse argumento? Não. Se o fosse então significaria que aqueles 72 espertos eruditos judeus teriam acrescentado os livros apócrifos à sua obra, mesmo antes deles terem sido escritos. (!) Ou então que Orígenes tomou a liberdade de acrescentar esses livros espúrios à santa Palavra de Deus (Apocalipse 22:18).
Desse modo, vemos que a segunda coluna da “Hexapla” é apenas uma tradução pessoal clandestina de Orígenes do Velho Testamento do Hebraico para o Grego.
Eusébio e Filo, ambos de caráter duvidoso, fazem menção de um Pentateuco Grego, mas não de todo o Velho Testamento, não o mencionando de modo algum como tradução oficialmente aceita.
Existe ALGUM manuscrito grego do Velho Testamento ANTES de Cristo? Sim. Existe uma disputada minuta datada de 150 a.C – o papiro de Ryland # 458. Ele contém os capítulos 23-28 de Deuteronômio, apenas isso. De fato a existência desse fragmento foi o que levou Eusébio e Filo a admitir que todo o Pentateuco havia sido traduzido por algum escriba, num esforço de interessar os gentios na história dos Judeus. Muito provavelmente ele não seria uma parte de qualquer suposta tradução oficial do Velho Testamento para o Grego. Podemos ficar certos de que esses 72 eruditos judeus supostamente escolhidos para realizar a obra em 250 a.C não passam de uma alucinação febril do ano 150 d.C.
Além disso, não existe qualquer razão para se crer que essa tradução tenha sido realizada algum dia, pois existem lacunas que a “Carta de Aristéas”, a “Hexapla” de Orígenes, o Papiro de Ryland # 458, Eusébio e Filo jamais puderam esclarecer.
A primeira delas é a própria “Carta de Aristéas”. Existe alguma dúvida entre os eruditos de hoje de que ela tenha sido realmente escrita por alguém com o nome de Aristéas. De fato, alguns até acreditam ter sido Filo o verdadeiro autor da mesma. Isso lhe daria uma data depois de Cristo. Se assim aconteceu, então o objetivo real da mesma seria enganar os crentes, levando-os a pensar que a segunda coluna da “Hexapla” de Orígenes é uma cópia da Septuaginta. Se isso é verdade, então trata-se de uma façanha “bem engendrada”. Contudo, se realmente existiu um Aristéas, ele deve ter enfrentado dois problemas incomensuráveis:
Primeiro: Como poderia ter ele conseguido localizar as 12 tribos de Israel, a fim de apanhar seis eruditos judeus de cada tribo? Tendo sido completamente espalhadas por muitas derrotas e cativeiros, as linhas das tribos de há muito haviam se dissolvido em virtual inexistência. Seria impossível para qualquer pessoa identificar individualmente as 12 tribos.
Segundo: Caso as 12 tribos pudessem ter sido identificadas, elas jamais iriam concordar com essa tradução, por duas fortíssimas razões:
1. Todo Judeu sabia que a encarregada oficial da Escritura era a tribo de Levi, conforme evidenciado em Deuteronômio 17:18; 31:25-26 e Malaquias 2:7. Desse modo, nenhum judeu de qualquer das outras 11 tribos iria se atrever a se juntar e esse empreendimento proibido.
2. É óbvio para qualquer leitor da Bíblia que os Judeus deviam permanecer completamente separados das nações gentílicas que os rodeavam. A eles foram entregues práticas diferentes, como a circuncisão, a guarda e o culto aos sábados, diversas leis de purificação e sua terra de habitação. Além disso, havia a herança da língua hebraica. Mesmo hoje em dia, os Judeus praticantes que residem na China e na Índia recusam-se terminantemente a ensinar a seus filhos outra língua, além do Hebraico. Os Judeus “falasha”, da Etiópia, se distinguem das muitas tribos desse país pelo fato de conservarem zelosamente sua língua de origem como prova de sua herança judaica.
Seríamos tão ingênuos a ponto de acreditar que os Judeus, que consideravam os gentios apenas como cães, iriam abandonar voluntariamente sua herança, a língua hebraica por uma língua gentílica para a qual seria traduzido o seu tesouro mais santo – a Bíblia? Tal suposição é tão insana quanto absurda.
Então, alguém poderia indagar, “o que dizer das inúmeras citações do Novo Testamento, atribuídas à Septuaginta?“ A Septuaginta de que falam é nada mais que a segunda coluna da “Hexapla” de Orígenes. As citações do Novo Testamento não são oriundas de qualquer Septuaginta ou “Hexapla”. Elas são da autoria do Espírito Santo (AQUI DISCORDO DO AUTOR, PORQUE ELE APELA PARA A FÉ CEGA), que tomou a liberdade de citar a sua obra no Velho Testamento, do modo como Ele bem desejou. E podemos descansar na certeza de que Ele jamais citaria uma Septuaginta que não existe.
Agora resta mais uma pergunta: Por que, então, os eruditos têm tanta pressa em aceitar a existência da Septuaginta, apesar de tantos argumentos irrefutáveis contra a mesma? A resposta é triste e simples.
O Hebraico é uma língua extremamente difícil de se aprender. Muitos anos de estudo são exigidos, a fim de que se consiga aprendê-la, e muitos anos mais para que se possa chegar a conhecê-la tão bem a ponto de transformá-la em veículo de pesquisa.
Por outro lado, um conhecimento médio do Grego é facilmente conseguido. Desse modo, caso houvesse uma tradução oficial do Velho Testamento em Grego, os críticos da Bíblia poderiam triplicar o seu campo de influência da noite para o dia, sem queimar as pestanas em penoso estudo do Hebraico bíblico. Infelizmente, a aceitação da Septuaginta, mesmo com evidência tão fraca, está embasada exclusivamente no orgulho e na voracidade desses “eruditos”.
Agora, pare e pense. Mesmo se um espúrio documento como a Septuaginta realmente existisse, como poderia um crítico da Bíblia o qual ao referir-se à Bíblia King James, afirma que “nenhuma tradução tem a mesma autoridade da língua original”, e ao mesmo tempo “afirmar que a sua estimada Septuaginta tem a mesma autoridade do original Hebraico?” Essa linguagem dupla dos “eruditos” não passa de uma autoridade de auto-exaltação, no esforço de conservar a sua posição erudita, colocando-se acima daqueles que “não são eruditos nas línguas originais”.
Para quem aceita argumento desse tipo, coloco à venda a ponte de Brooklin!
Vi no doutor Samuel C. Gipp muito radicalismo. Na sua defesa da Bíblia King James mostra-se muito arrogante, e chega a dizer que a versão da Bíblia King James é a mais correta e verdadeira.
A terceira Bíblia é a Vulgata, de São Jerônimo. Este grande erudito católico traduziu a Bíblia para o Latim Vulgar, entre fins do século IV e início do século V, a pedido do Papa Dâmaso I. A Vulgata de Jerônimo inclui os 7 livros apócrifos.
São Jerônimo foi muito sincero em admitir que sua tradução poderia conter alguns erros, pois ele se baseou na Bíblia versão dos 70 ou Septuaginta para fazer a tradução para o Latim, pois tinha pouco conhecimento da língua hebraica. Ou seja, Jerônimo tinha dificuldade para traduzir diretamente dos textos originais hebraicos. Até hoje a Bíblia Vulgata ainda é muito usada e respeitada pela Igreja Católica.
Segundo diz uma fonte, “após o Concílio Vaticano II, por determinação de Paulo VI, foi realizada uma revisão da Vulgata, sobretudo para uso litúrgico. Esta revisão, terminada em 1995, e promulgada pelo Papa João Paulo II em 25 de abril de 1997, é denominada Nova Vulgata”.
A quarta Bíblia mais importante é a King James ou Versão do Rei Tiago, cuja tradução foi autorizada pelo rei James (Jaime ou Tiago) da Inglaterra, em 1611, em benefício da Igreja Anglicana.
Segundo a Wikipédia, “pode-se dizer que a Bíblia do rei James traz uma resignificação para a Bíblia no período; até então livro o qual poucos obtinham acesso para leitura, sua tradução e barateamento de custo, com a subseqüente distribuição em larga escala, causa um fenômeno novo dentro do cristianismo: a Bíblia passa a ser lida pela população. Até hoje esta versão da Bíblia é respeitada entre todos os cristãos, sendo que até existem grupos que consideram-na a melhor tradução já feita até hoje da Bíblia”.
A Bíblia King James inicialmente incluía os livros apócrifos da Septuaginta, só que eles vinham intercalados entre o Antigo e o Novo Testamento e a leitura dos mesmos era apenas em razão do seu valor histórico, nunca como escrituras inspiradas.
Muitos críticos da Bíblia King James afirmam que a mesma contém centenas de erros de tradução e que já sofreu várias revisões desde 1611. Porém, o Dr. Samuel C. Gipp, ferrenho defensor da King James afirma que não houve revisões, mas, sim, reedições da mesma.
Segundo o Dr. Samuel C. Gipp, “tem havido várias edições, mas não revisões. Umas das defesas mais desesperadas de um crítico da Versão Autorizada de 1611, seriamente abalado é o engano da revisão. “Eles correm para essa aparente fortaleza, numa tentativa de lançar mão de uma última derrota de seus oponentes, que venceram seus fracos argumentos com fatos históricos, evidência manuscrita e as óbvias obras do Espírito Santo. Logo que entram, eles se voltam autoconfiantes contra os seus oponentes e indagam com olhar complacente: Qual a Bíblia King James que você usa, a de 1611, de 1629 ou de 1769?” O choque desse ataque e a confusão momentânea daí resultante, dão em geral o tempo necessário para escapar. Infelizmente, ao entrarem em seu castelo e fechar a porta atrás deles, descobrem que a sua fortaleza foi destruída, tijolo por tijolo, por um homem com o título de Dr. David F. Reagen. Dr. Reagen pastoreia o Trinity Baptist Temple, (Templo Batista da Trindade) em Knoxville, Tenessee. Ele escreveu uma tese devastadora sobre as primeiras edições da Bíblia King James intitulada “A Versão King James de 1611. O mito das Revisões Primitivas”.
Perguntado de onde vêm os manuscritos da Bíblia, o Dr. Samuel responde que a maior parte dos manuscritos bíblicos existentes se divide em duas “famílias”. Estas famílias são em geral representadas por duas cidades: Alexandria (Egito) e Antioquia (Síria). Segundo ele, as duas Bíblias, em forma de manuscrito, e suas respectivas ideologias, se originaram em dois lugares do Oriente Médio, completamente diferentes: Alexandria (Egito) e Antioquia (Síria).
O Dr. Samuel C. Gipp chega a admitir (arrogantemente) que a Bíblia King James é a versão mais perfeita, e que os grandes homens que usam as demais versões estão em sujeição à Bíblia perfeita. Cada maluco com suas ideologias!
Apesar das defesas do Dr. Gipp, os críticos modernos são ferrenhos em admitir que a Bíblia King James contém muitos erros de tradução.
A quinta Bíblia mais importante é a Revised Standard Version (RSV) de 1952, publicada inicialmente em inglês. A Bíblia Versão Padrão Revisada foi feita por 32 estudiosos cristãos da mais alta eminência apoiados por cinqüenta denominações cristãs.
Veja o que diz uma fonte sobre a Bíblia Versão Padrão Revisada:
Todas as “versões” da Bíblia anteriores à versão revisada de 1881 dependiam das “Cópias Antigas” (aquelas que datavam de quinhentos a seiscentos anos depois de Jesus). Os revisores da Versão Padrão Revisada (Revised Standard Version – RSV de 1952 foram os primeiros estudiosos bíblicos a terem acesso às “cópias MAIS antigas” que datam de trezentos a quatrocentos anos depois de Cristo. É lógico supormos que quanto mais próximo um documento é da fonte, mais autêntico ele é. Vejamos qual é a opinião da cristandade com relação à versão mais revisada da Bíblia (revisada em 1952 e novamente em 1971):
“A melhor versão que foi produzida no século atual” – (jornal da Igreja da Inglaterra).
“Uma tradução completamente nova por estudiosos da mais alta eminência” – (suplemento literário do Times).
“As características muito amadas da versão autorizada combinadas com uma nova precisão de tradução” (Life and Work).
“A versão mais precisa e próxima do original” – (jornal “The Times).
Os próprios editores (Collins) mencionam na página 10 de suas notas:
“Esta Bíblia (RSV) é o produto de trinta e dois estudiosos assistidos por um comitê consultivo representando cinqüenta denominações”
Vejamos o que esses trinta e dois estudiosos cristãos da mais alta eminência apoiados pelas cinqüenta denominações cristãs têm a dizer sobre a Versão Autorizada, ou como é mais conhecida, a Versão do Rei Jaime (Versão King James). No prefácio da RSV de 1971 encontramos o seguinte:
“… Ainda assim a Versão do Rei Jaime tem DEFEITOS GRAVES…”
Prosseguem nos prevenindo que:
“… Esses defeitos SÃO TANTOS E TÃO SÉRIOS que requerem uma revisão”
As Testemunhas de Jeová em sua revista “DESPERTAI!” datada de 8 de setembro de 1957 publicou a seguinte manchete: “50.000 Erros na Bíblia” onde diziam “…existem provavelmente 50.000 erros na Bíblia… erros que se infiltraram no texto bíblico… 50.000 erros sérios…”.
Existem diversas versões da Bíblia em várias línguas, inclusive várias na língua portuguesa. Porém, muitas dessas versões foram baseadas em outras traduções, não nos originais.
Temos, por exemplo, a Bíblia de Genebra, traduzida por um grupo de protestantes que haviam fugido da Inglaterra para Genebra, na Suíça. A tradução foi sendo concluída parcialmente, entre 1557 e 1576. A Bíblia de Genebra foi a primeira versão em Inglês em que todo o Antigo Testamento foi traduzido diretamente do hebraico. Mas isso não significa que não havia erros nessa versão. Uma fonte diz que a Bíblia de Genebra manteve-se popular entre os puritanos e permaneceu em uso difundido até após a Guerra Civil Inglesa.
Temos a Bíblia de Lutero, traduzida para o alemão e lançada em 1534. Martinho Lutero traduziu o Novo Testamento para o Alemão, a fim de que as pessoas do “Sacro Império Romano-Germânico” tivessem mais acesso aos ensinos de Paulo e dos Evangelhos. Baseou-se na segunda edição do Novo Testamento grego de Erasmo de Roterdã (1519).
Martinho Lutero (1483-1546), querendo contestar a Igreja, resolveu adotar o Cânon dos judeus da Palestina, deixando de lado os 7 livros deuterocanônicos que a Igreja recebera dos judeus de Alexandria. Alguns pesquisadores afirmam que Lutero traduziu os livros deuterocanônicos (apócrifos), mas não os incluiu em sua Bíblia.
No Prólogo do Novo Testamento de 1546 (Bible VI, 10), Lutero disse: “Deve-se distinguir entre livros e livros. Os melhores são o Evangelho de São João e as Epístolas de São Paulo, especialmente aquelas aos Romanos, aos Gálatas e aos Efésios, e a 1ª Epístola de São Pedro; estes são os livros que te manifestam a Cristo e te ensinam tudo o que precisas para a salvação, ainda que não conheças nenhum dos outros livros. A Epístola de São Tiago, diante destas, nada mais é que palha, pois não apresenta nenhuma marca evangélica”. Lutero ainda negou que a Epístola aos Hebreus pertencesse a Paulo. Sobre a Epístola de Judas, disse que era um extrato da Epístola de Pedro e, que era desnecessária. Sobre o Apocalipse, expressou sua rejeição, pois não aceitava que Cristo agisse como um juiz severo: “Não encontro neste livro nada que seja apostólico, nem profético”, disse (Bible VII, 404).
Ainda sobre o Apocalipse disse: “(…) minha mente não leva marcas de caráter apostólico ou profético… Cada qual pode formar seu próprio juízo sobre este livro; pelo que a minha concerne, tendo tal aversão ao mesmo, que para mim, esta é razão suficiente para recusá-lo” (Martinho Lutero – Sammtliche Werke, 63, Págs. 169-170).
Sobre a tradução da Bíblia em português, de João Ferreira de Almeida, a Wikipédia nos diz o seguinte:
A tradução feita por João Ferreira de Almeida é considerada um marco na história da Bíblia em português porque foi a primeira tradução do Novo Testamento a partir das línguas originais. Anteriormente supõe-se que havia versões do Pentateuco traduzidas do hebraico.
Ele já conhecia a Vulgata, já que seu tio era padre. Após converter-se ao protestantismo aos 14 anos, Almeida partiu para a Batávia. Aos 16 anos traduziu um resumo dos evangelhos do espanhol para o português, que nunca chegou a ser publicado. Em Malaca traduziu partes do Novo Testamento também do espanhol.
Aos 17, traduziu o Novo Testamento do latim, da versão de Theodore Beza, além de ter se apoiado nas versões italiana, francesa e espanhola.
Aos 35 anos, iniciou a tradução a partir de obras escritas no idioma original, embora seja um mistério como ele aprendeu estes idiomas. Usou como base o Texto Massorético para o Antigo Testamento e uma edição de 1633 (pelos irmãos Elzevir) do Textus Receptus. Utilizou também traduções da época, como a castelhana Reina-Valera. A tradução do Novo Testamento ficou pronta em 1676.
O texto foi enviado para a Holanda para revisão. O processo de revisão durou 5 anos, sendo publicado em 1681, e teve mais de mil erros. A razão é que os revisores holandeses queriam harmonizar a tradução com a versão holandesa publicada em 1637. A Companhia das Índias Orientais ordenou que se recolhesse e destruísse os exemplares defeituosos. Os que foram salvos foram corrigidos e utilizados em igrejas protestantes no Oriente, sendo que um deles está exposto no Museu Britânico. Após sua morte foram detectados 1.119 erros de tradução.
O próprio Almeida revisou o texto durante dez anos, sendo publicado após a sua morte, em 1693. Enquanto revisava, trabalhava também no Antigo Testamento. O Pentateuco ficou pronto em 1683. Há uma tradução dos Salmos que foi publicada em 1695, anexo ao Livro de Oração Comum, anônima, mas atribuída a Almeida. Almeida conseguiu traduzir até Ezequiel 48:12 em 1691, ano de sua morte, tendo Jacobus op den Akker completado a tradução em 1694.
A tradução completa, após muitas revisões, foi publicada em dois volumes, um 1748, revisado pelo próprio den Akker e por Cristóvão Teodósio Walther, e outro em 1753. Em 1819, a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira publica uma 3ª edição da Bíblia completa, em um volume.
O trabalho de João Ferreira de Almeida é para a língua portuguesa o que a Bíblia de Lutero é para alemã, a King James Version para a inglesa e Reina-Valera é para a espanhola. No entanto, a única tradução moderna em Português, que utiliza os mesmos textos-base em grego e hebraico que foram utilizados por João Ferreira de Almeida, é a versão Almeida Corrigida Fiel, da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil. As demais traduções modernas, embora utilizem o nome “Almeida”, como a Almeida Revista e Atualizada e Almeida Revista e Corrigida baseiam-se em maior ou menor grau nos manuscritos do chamado Texto Crítico, que passou a ser utilizado somente a partir do século XIX. Teófilo Braga, ao comentar sobre a versão original de Almeida, disse: “É esta tradução o maior e mais importante documento para se estudar o estado da língua portuguesa no século XVIII.”
Sobre a Bíblia traduzida por Antônio Pereira de Figueiredo a Wikipédia diz o seguinte:
Devido à Inquisição, houve poucos esforços na Igreja Católica para a produção de uma tradução bíblica em língua portuguesa. António Pereira de Figueiredo, padre português, começou o projeto de tradução da Bíblia em português. Era baseado na Vulgata e levou 18 anos para ser completada. Essa tradução só foi possível graças ao enfraquecimento e desativação da Inquisição.
O Novo Testamento foi publicado entre 1778 e 1781 em seis volumes. O Antigo Testamento foi publicado entre 1782 e 1790 em 17 volumes. A versão em sete volumes, que é considerada padrão, foi publicada em 1819, sendo que a versão em volume único foi publicada em 1821.
Por ser uma versão com português mais recente, foi considerada melhor que a de Almeida, apesar de não ter sido baseado nos idiomas originais. Nota-se que foi a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira que editou as revisões de 1821 (completa) e 1828 (sem os deuterocanônicos). A Sociedade Bíblica de Portugal foi fundada em 1835 e distribuiu essa, além da versão de Almeida. Teve boa acolhida entre católicos e protestantes.
Segundo a Wikipedia, “a tradução de toda a Bíblia em outras línguas foi considerada um divisor de águas na história intelectual da Humanidade. Cronologicamente temos: em francês, publicada em 1528 por Jacques Lefevre d’Étaples (ou Faber Stapulensis); em espanhol: publicada na Basiléia em 1569 por Casiodoro de Reina (Biblia del Oso); em tcheco publicada em Kralice entre 1579-1593; em inglês: Bíblia do rei James, publicada em 1611; em neerlandês: the States Bible, em 1637”.
Concluindo, as demais versões da Bíblia em português que existem atualmente são apenas cópias baseadas nas versões de João F. de Almeida e na Versão Internacional Revisada.
Por exemplo, as bíblias Dake, a Thompson, a Batalha Espiritual e Vitória Financeira, etc, são apenas reedições das versões anteriores, contendo comentários voltado para o assunto e o público para qual elas se destinam. Outras contêm dicionário bíblico, chave bíblica, mapas e tabelas.
Muita gente reclama de algumas versões que vem sendo ultimamente lançadas, que não trazem prefácio e nem comentários sobre o histórico dos livros e seus autores, e também não incluem o mais importante, que são as referências de concordância no rodapé.
A verdade é que as versões da Bíblia, lançadas atualmente, estão servindo mais para comércio que para a evangelização do povo.
Os evangélicos são o único ramo do cristianismo que fazem comércio descarado da Bíblia. Os muçulmanos não permitem que se faça comércio com o Alcorão. Acredito que nenhuma versão da Bíblia deveria ser vendida, exceto aquelas bíblias de luxo. Simplesmente anexam à Bíblia comentários, estudos, dicionários só para depois vendê-la com preço exorbitante. Isso tudo deveria ser vendido separadamente.
A minha Bíblia de estudo é a Versão Revisada da Tradução de João Ferreira de Almeida, de Acordo com os Melhores Textos em Hebraico e Grego, publicada pela JUERP – Imprensa Bíblica Brasileira, em 1988. Nesta versão estão incluídos no apêndice uma Concordância Bíblica ou Chave Bíblica, um Conciso Dicionário Bíblico e alguns mapas. Possui em toda a sua extensão as referências bíblicas no centro das páginas e algumas anotações no rodapé. Existem ainda colchetes entre os textos que foram enxertados na Bíblia, que não se encontram nos manuscritos mais aceitos.
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Ainda estou preparando a segunda parte deste post, que trará muita polêmica, mas, também, esclarecerá muitas dúvidas de crentes e estudantes neófitos da Bíblia.
OPERAÇÃO DO ERRO – ATENTAI, POVO CRISTÃO E EVANGÉLICO!
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(CORRIGIDO, ACRESCENTADO E ATUALIZADO)
Faço este comentário para chamar a atenção dos cristãos, de forma que estejam atentos a três fatos terríveis que podem estar acontecendo em nossos dias.
“E por isso Deus lhes envia a operação do erro, para que creiam na mentira” (II Tessalonicenses 2:11).
1ª) A OPERAÇÃO DO ERRO
A operação do erro pode ser provocada por Satanás, mas também ela acontece por determinação de Deus.
Mas qual o objetivo de Deus determinar (permitir propositalmente) a operação do erro?
“Operação do Erro” significa algo proposital que é determinado acontecer para que um grupo de pessoas não compreenda a verdade ou fique confuso, ou não chegue ao aperfeiçoamento, ou não tome posse da sabedoria ou da educação para que possa melhorar de vida ou subir de posição social. Sintetizando melhor, Operação do Erro é um tipo de CONSPIRAÇÃO. Às vezes, a operação do erro pode acontecer em virtude da desobediência e do pecado de um povo ou de uma nação como forma de punição. Mas existe uma outra face da operação do erro. Um exemplo clássico está em Gênesis 3:22-24.
“Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tem tornado como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Ora, não suceda que estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente.
O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden para lavrar a terra, de que fora tomado.
E havendo lançado fora o homem, pôs ao oriente do jardim do Éden os querubins, e uma espada flamejante que se volvia por todos os lados, para guardar o caminho da árvore da vida”.
Por que Deus não quis que o homem se aproximasse da Árvore da Vida? Será que o homem, depois de ficar consciente das coisas, passou a ser uma ameaça ao Criador?
Vou citar algumas referências bíblicas para que tirem as conclusões:
“Eu, porém, endurecerei o coração de Faraó e multiplicarei na terra do Egito os meus sinais e as minhas maravilhas” (Êxodo 7:3).
“Depois disse o Senhor a Moisés: vai a Faraó, porque tenho endurecido o seu coração, e o coração de seus servos, para manifestar estes meus sinais no meio deles” (Êxodo 10:1).
Deus endurecendo o coração de uma pessoa para que ela não aja com naturalidade, é um tipo de conspiração. Você não acha? Se Deus queria que o Faraó libertasse o seu povo espontaneamente, jamais teria dito que lhe endurecia o coração.
“Também levantei a minha mão para eles (ISRAELITAS) no deserto, jurando que os espalharia entre as nações, e os dispersaria entre os países;
porque não haviam executado as minhas ordenanças, mas rejeitaram os meus estatutos, e profanaram os meus sábados, e os seus olhos se iam após os ídolos de seus pais.
Também lhes dei estatutos que não eram bons, e ordenanças pelas quais não poderiam viver;
e os deixei contaminar-se em seus próprios dons, nos quais faziam passar pelo fogo todos os que abrem a madre, para os assolar, a fim de que soubessem que eu sou o Senhor” (Ezequiel 20:23).
Que tipo de “estatutos maus” eram estes que Deus deu aos israelitas no deserto? Seria por acaso a própria Lei? Veja que o texto diz claramente “ordenanças pelas quais não podiam viver”. Ou seriam então estes “estatutos maus” as mensagens dos falsos profetas que “Deus enviava”? Isso também não foi um tipo de conspiração, ou seja, operação do erro? Ou seria mais ou menos assim: Vou lhes dar leis e estatutos ruins de se cumprir para que este povo seja sempre obstinado e não consiga se aperfeiçoar diante de mim. Você decide.
“Ora, o Espírito do Senhor retirou-se de Saul, e o atormentava um espírito maligno da parte do Senhor” (I Samuel 16:14).
Se fosse no tempo atual, o texto diria que “o atormentava um espírito maligno da parte do Diabo”. No caso de Saul, Satanás não leva culpa alguma, porque o espírito maligno foi enviado da parte do Senhor.
Apologistas é o que não faltam para justificar que na verdade o espírito maligno veio da parte de Satanás.
E para o povo do tempo do Novo Testamento (e para os dias atuais) será que não foi direcionado algum tipo de conspiração? Houve sim, e bastante aterrador!
“Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e ouvindo, não ouvem nem entendem.
Todas estas coisas falou Jesus às multidões por parábolas, e sem parábolas nada lhes falava (Mateus 13:13,34).
Pra que isso? Qual a finalidade disso? Qual a intenção de Deus com isso?
Veja agora este, mais chocante:
“Respondeu ele: A vós (DISCÍPULOS) é dado conhecer os mistérios do reino de Deus; mas aos outros (PECADORES) se fala por parábolas; para que vendo, não vejam, e ouvindo, não entendam” (Lucas 8:10).
“Quando se achou só, os que estavam ao redor dele, com os doze, interrogaram-no acerca da parábola.
E ele lhes disse: A vós é confiado o mistério do reino de Deus, mas aos de fora tudo se lhes diz por parábolas;
para que vendo, vejam, e não percebam; e ouvindo, ouçam, e não entendam; para que não se convertam e sejam perdoados” (Marcos 4:10-12).
A última frase deste texto é um caso muito grave. A não ser que o evangelista Marcos tenho obtido uma informação errada a respeito do que Cristo realmente tenha dito, isso é um caso de verdadeira conspiração ou operação do erro. Ou seja, Jesus teria sido induzido pelo Pai a falar em forma de Parábolas para que os judeus não compreendessem a verdade, ou não entendessem que Jesus era o Messias. Porque se Jesus tivesse falado a mensagem “abertamente” jamais os judeus o crucificariam, ou jamais Ele teria sido levado ao matadouro.
É dito no próprio Evangelho que Jesus não explicava todas as parábolas aos seus discípulos. Eles também permaneceram confusos sobre muitas coisas. Jesus, porém, prometeu o Consolador (Espírito Santo) que lhes faria lembrar de tudo. Lhes faria “lembrar”; mas “Entender” muitas coisas que Jesus disse até hoje se torna difícil, mesmo com a presença do Consolador.
Qual a intenção de Deus não querer que as pessoas do mundo entendessem a mensagem das boas-novas de salvação?
Lembre-se que Jesus seguiu fielmente a cartilha onde o Pai lhe instruiu tudo quanto devia fazer e proceder.
“Porque eu não falei por mim mesmo; mas o Pai, que me enviou, esse me deu mandamento quanto ao que dizer e como falar” (João 12:49).
O livro de Apocalipse é um livro de profecias e mensagens para os judeus e para a Igreja, mas é cheio de enigmas e símbolos. Por que isso? Além do mais, o livro de Apocalipse não tem nada de REVELAÇÃO, e sim, ocultamento da mensagem através de símbolos e enigmas. Isso não é revelação. É um tipo de conspiração, porque dá margem para todo tipo de interpretação, que podem induzir ao erro, e muitas pessoas erram o caminho por não compreender a mensagem.
Certo autor disse que “no Concílio de Nicéia ocorrido em 325 EC, o livro de Apocalipse foi rejeitado, por ser considerado não-canônico, e somente no século IV, é que foi incluído, com a realização do Concílio de Cartago em 397 EC, após muita pressão dos bispos proto-ortodoxos para usá-lo como arma de evangelização na Europa que ainda resistia às conversões forçadas”. Até mesmo o fundador do protestantismo, Martinho Lutero, considerava apócrifo o livro de Apocalipse e que não deveria estar na Bíblia. Isso é fato comprovadíssimo pelos anais da historia. Será que a inclusão do Apocalipse na Bíblia foi proposital, para ocorrer a operação do erro?
Qual será a intenção de Deus com tudo isso?
2ª) OS EVANGÉLICOS PODEM ESTAR COMETENDO OS MESMOS ERROS DOS JUDEUS COM RELAÇÃO À INTERPRETAÇÃO DAS PROFECIAS SOBRE À VINDA DO MESSIAS (OU VOLTA DE JESUS) E O ARREBATAMENTO
Será que isso não foi proposital? Não seria a operação do erro?
Os judeus esperavam a vinda do Messias de uma forma, mas quebraram a cara.
Temo que do mesmo modo os evangélicos da Nova Era vão quebrar a cara, pois batem sempre na mesma tecla de que Jesus retornará antes dessa tal Grande Tribulação.
Antes do século XIX não se falava em arrebatamento da Igreja como se ensina atualmente.
A Igreja Católica e a Anglicana não ensinam sobre arrebatamento e volta de Jesus como os evangélicos ensinam.
O ensino sobre arrebatamento, como se concebe hoje em dia, surgiu com o movimento da Seita dos Adventistas do Sétimo, na metade do século XIX. Foi no século XIX que surgiram as seitas mais relevantes, como Adventistas, Testemunhas de Jeová (Russelitas), os Mórmons (de José Smith), os Espíritas (Espiritismo) e os Pentecostais. No século XX surgiu os Neopentecostais, que pregam a teologia da prosperidade e afins.
A fundadora do movimento adventista escreveu um amontoado de literatura, e os adeptos desse movimento dão mais valor ao que ela escreveu que o próprio exame livre da Bíblia. Será que Ellen G. White foi um instrumento para propagar a operação do erro?
O neologismo PENTECOSTAL é uma heresia, pois Pentecoste não tem nada a ver com o cristianismo. Simplesmente tomaram o nome de uma festa judaica e cunharam como se fosse algo do cristianismo. O equívoco ocorreu por causa da interpretação errada do fato da efusão do Espírito Santo ocorrido no dia de Pentecoste, em Jerusalém, fato esse prometido por Jesus Cristo. O fato do derramamento do Espírito Santo ter ocorrido no dia de Pentecoste não dá o direito dos evangélicos darem outro sentido a esta festa judaica. Interpretando erroneamente, imaginam que agora existe uma outra festa de Pentecoste cristã. Agora dá pra entender quem realmente quer ser judeu e não o é. Pegaram uma festa judaica e transformaram em outra coisa. Quem fez isso são os pseudo-judeus, que querem ser judeus e não o são.
Os padres e papas da ICAR foram responsável pela canonização dos livros do Novo Testamento. Eles tiveram acesso à cópias mais autênticas dos quatro Evangelhos. Se eles não dão tanta ênfase ao arrebatamento da Igreja, então deve ter alguma coisa que os padres católicos e o papa esconde dos cristãos.
Ou então a ICAR é instrumento de Deus (ou do Diabo) para a operação do erro.
A Igreja Católica permanece praticamente unificada desde a sua fundação, com exceção de duas ramificações, como a Igreja Anglicana e Igreja Católica Russa ou Ortodoxa. Ultimamente, o movimento católico carismático, influenciado pelos pentecostais, quase cria um novo racha na ICAR.
Porém, a rebelião protestante iniciada por Martinho Lutero foi causadora da difusão de inúmeras seitas heréticas, grande apostasia e divisão descontrolada do corpo de Cristo (a Igreja). E agora no século XXI a situação ficou bem pior, porque há uma confusão geral no meio protestante, acarretado pela contaminação dos crentes da Nova Era. E justamente esses neologismos, seitas e ensinamentos heréticos surgiram com o movimento protestante.
Agora pense uma coisa. Será que o surgimento de Martinho Lutero e a reforma protestante não foi algo proposital da parte de Deus, surgido para a operação do erro? Será que foi da vontade de Deus o racha que Martinho Lutero causou na Igreja Católica? Até que ponto isso foi bom ou ruim?
Existe menos de 500 milhões de protestantes no mundo contra mais de 6 bilhões de adeptos das outras religiões, cuja maioria são católicos e muçulmanos. O que isso significa? Os protestantes e evangélicos, além de serem a minoria, estão se auto-destruindo, tornando suas igrejas mais inchadas, cheias de facções e doutrinas anti-bíblicas. Segundo algumas estimativas, existe mais de 35.000 diferentes seitas protestantes no mundo!!! Para mais detalhe clique aqui.
Escrevi, anteriormente, que “Sem sombra de dúvida, a mensagem do livro de Apocalipse é voltada mais para os judeus”. Ou seja, o drama do Apocalipse é voltado mais para a causa dos judeus e não dos gentios.
E vou acrescentar mais um detalhe, para que fique bem clara a minha exposição.
No capítulo 21 de Apocalipse diz-se que a Cidade Santa, a Nova Jerusalém, poussui 12 portas e sobre as 12 portas está escrito os nomes das 12 tribos de Israel. Veja:
“(…) e tinha (a Cidade) um grande e alto muro com doze portas, e nas portas doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel” (21:12).
Bom…, se nas portas de Cidade estão os nomes das 12 tribos dos filhos de Israel, onde fica a Igreja, nessa história? Se está escrito somente os nomes das tribos de Israel na Nova Jerusalém, isso significa que a Cidade e deles e para eles.
Mas o texto também diz que a Cidade Santa tem um muro com 12 fundamentos, nos quais está escrito os nomes dos 12 apóstolos do Cordeiro. Será que isso quer dizer que a Igreja formada pelos gentios irá morar em cima dos muros da cidade? (rsrsrs…)
E mais outra coisa. No capítulo 22 de Apocalipse diz-se que fora da Cidade Santa ficarão os CÃES. E quem são esses “cães”?
“Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira” (22:15).
Os “cães” refere-se aos cananeus ou gentios. Atualmente os cananeus são representados pelos palestinos e povos de outras nações (fora os descendentes de Ismael – os árabes).
Os judeus tratavam os cananeus como “cães” (cachorros, cachorrinhos); e aos samaritanos chamavam de “porcos”. Veja as referências:
“Não deis aos cães (cananeus) o que é santo, nem lanceis aos porcos (samaritanos) as vossas pérolas, para não acontecer que as calquem aos pés e, voltando-se, vos despedacem” (Mateus 7:6).
“E eis que uma mulher cananéia, provinda daquelas cercania, clamava, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim, que minha filha está horrivelmente endemoninhada.
Contudo ele não lhe respondeu palavra. Chegando-se, pois, a ele os seus discípulos, rogavam-lhe, dizendo: Despede-a, porque vem clamando atrás de nós.
Respondeu-lhes ele: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.
Então veio ela e, adorando-o, disse: Senhor, socorre-me.
Ele, porém, respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos (Israel) e lançá-lo aos cachorrinhos (cananeus).
Ao que ela disse (se humilhando ainda mais): Sim, Senhor, mas até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos.
Então respondeu Jesus, e disse-lhe: ó mulher, grande é a tua fé! seja-te feito como queres. E desde aquela hora sua filha ficou sã” (Mateus 15:22-28).
“Assim vós sabereis que eu sou o Senhor vosso Deus, que habito em Sião, o meu santo monte; Jerusalém será santa, e estranhos (gentios, cananeus, palestinos) não mais passarão por ela” (Joel 3:17).
“(…) Naquele dia não haverá mais cananeu na casa do Senhor dos exércitos” (Zacarias 14:21b).
Porém, se as promessas e profecias bíblicas do Antigo Testamento e as que vemos no Apocalipse não se referem ao povo de Israel físico, então os teólogos terão que provar biblicamente que existe o Israel Espiritual, e que o governo milenar será tratado com o Israel Espiritual, e não com o Israel físico.
Para ajudá-los, verifiquem o que Paulo disse em Efesios 2:19-22.
Se Jesus só tratará com o Israel Espiritual (que creio que não existe), então o que será do Israel físico, o povo judeu, que habita atualmente a terra santa?
O que você acha?
Uma coisa eu sei. Algum desses movimentos, ou mesmo a própria ICAR, pode estar sendo instrumento para a operação do erro.
A maioria dos crentes evangélicos é a favor da visão pré-tribulacionista e pré-milenista sobre o arrebatamento e a segunda volta de Jesus. Interpretam o Apocalipse de forma tendenciosa e de forma ingênua. Sem sombra de dúvidas, a mensagem do livro de Apocalipse é voltada mais para os judeus. Um estudioso bem atento descobrirá esta verdade no Apocalipse. Há quem diga que o Apocalipse foi escrito por um judeu cristão e enviado aos judeus espalhados pelas cidades do Império Romano. Sem dúvida! E este foi justamente João, o evangelista, judeu nato. Existe um evangelho com uma linguagem totalmente diferente no NT: o Evangelho de João. Alguns o chamam de Evangelho Esotérico. Realmente! O único escritor neotestamentário que se referiu a Jesus como VERBO (LOGOS) foi o apóstolo João (João 1:1, 14; I João 1:1; Apoc. 19:13). Nenhum outro escritor tinha esse conhecimento esotérico. “Verbo” é um termo de cunho esotérico. E o próprio livro de Apocalipse (do mesmo autor) é também um livro de linguagem esotérica. Só esses teólogos papagaios que não sabem disso.
Já não bastasse os teólogos preconceituosos afirmar que os 144 mil judeus selados no Apocalipse serão mártires na Grande Tribulação (Apoc. 7), agora inventaram que existe mais um outro grupo de 144 mil salvos que representam os salvos não-judeus ou gentios (Apoc. 14). Isso é um absurdo, é pura forçação de barra, para tentar encaixar os gentios com proeminência na trama do Apocalipse. Os 144 mil judeus selados são chamados de “virgens” e isto designa um estado da noiva, que deve ser virgem.
Imaginam eles – os crentes gentios – que são melhores do que os primeiros cristãos que foram mortos nas arenas romanas e dilacerados pelos leões. Bye, bye visão pré-milenista! É melhor se prevenir, porque as coisas em breve irão piorar, e muito, não só para os judeus, mas também para os cristãos gentios.
Outra coisa. No Novo Testamento não existe nenhuma referência de que a Igreja de Cristo é a Noiva do Cordeiro. Só existe uma citação sobre noiva no Evangelho de João (3:29), e mesmo assim ainda se refere aos judeus salvos. As outras citações sobre “noiva” só acontece no Apocalipse. E significa que a “noiva” de Cristo (o Messias) é o Israel remanescente. Nas epístolas de Paulo nunca é ensinado que a Igreja é a noiva de Jesus. É ensinado que a Igreja é um Corpo, e Jesus é a Cabeça. Ou seja, Marido e Mulher (casal), é que constitui uma só carne; porém, noivo e noiva não são uma só carne. Portanto, fica entendido que a Noiva é o povo de Israel remanescente salvo e os convidados do noivo são os gentios salvos, que participarão da bodas do Cordeiro. Isso Jesus deixou bem evidente na Parábola das Dez Virgens. Entenda que a Igreja é formada pelos salvos, tantos judeus como gentios. Mas quanto à noiva, isso é particular, e trata-se dos salvos da nação de Israel.
O terrível preconceito contra os judeus fez com que católicos e evangélicos perdessem o foco da real mensagem da Bíblia e o papel dos judeus na historia, e criassem uma teologia viciada, cheia de erros e preconceitos.
Eu gostaria de saber quem é capaz de descobrir a que grupo de cristãos Jesus se referia quando os comparou a “SINAGOGA DE SATANÁS” no livro de Apocalipse!
Não existe nenhuma nação no mundo, nenhum grupo de pessoas que queira ser chamado de “judeus”, nem por brincadeira. Os judeus são odiados por todas as nações, menos por um grupo que os ama muito e chega até a ostentar a bandeira de Israel nos púlpitos de suas igrejas. O único grupo de pessoas na terra que teimam em querer ser chamado de o “ISRAEL ESPIRITUAL” são os crentes protestantes, REPRESENTADOS ESPECIALMENTE PELOS ADVENTISTAS DO SÉTIMO, QUE GUARDAM O SÁBADO. AO OBSERVAR A GUARDA DO SÁBADO, OS ADVENTISTAS DEMONSTRAM QUE QUEREM SER JUDEUS, MAS NÃO O SÃO. Nem os católicos fazem isso. Será que agora dá pra entender quem são estes que se dizem ser judeus e não o são?
“Conheço a tua tribulação e a tua pobreza, mas tu és rico, e a blasfêmia dos que dizem ser judeus, e não o são, porém, são sinagoga de Satanás” (Apoc. 2:9).
“Eis que farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não o são, mas mentem, eis que farei que venham, e adorem prostrados aos teus pés, e saibam que eu te amo” (Apoc. 3:9).
Agora me digam com sinceridade se estas duas referências são direcionadas aos cristãos gentios ou aos cristãos judeus (samaritanos por exemplo), ou a um grupo qualquer de pseudo-judeus? Será que existe na Terra algum grupo de pseudo-judeus? Seriam eles os evangélicos protestantes, que se auto-intitulam de o ISRAEL ESPIRITUAL?
Sei perfeitamente que a questão dos evangélicos se chamarem de o ISRAEL ESPIRITUAL é por causa da interpretação equivocada do que é dito em Gálatas 6:16 e I Pedro 2:9.
“E a todos quantos andarem conforme esta norma, paz e misericórdia sejam sobre eles e sobre o Israel de Deus” (Gentios e Judeus).
“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa (ISRAEL ESPIRITUAL?), o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”.
Só quero que saibam que o apóstolo Pedro era um judeu nato, do pé rachado.
Escrevi, anteriormente, que “sem sombra de dúvida, a mensagem do livro de Apocalipse é voltada mais para os judeus”. Ou seja, o drama do Apocalipse é voltado mais para a causa dos judeus e não dos gentios.
E vou acrescentar mais um detalhe, para que fique bem clara a minha exposição.
No capítulo 21 de Apocalipse diz-se que a Cidade Santa, a Nova Jerusalém, poussui 12 portas e sobre as 12 portas estão escritos os nomes das 12 tribos de Israel. Veja:
“(…) e tinha (a Cidade) um grande e alto muro com doze portas, e nas portas doze anjos, e nomes escritos sobre elas, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel” (21:12).
Bom…, se nas portas de Cidade estão os nomes das 12 tribos dos filhos de Israel, onde fica a Igreja dos gentios, nessa história? Se está escrito somente os nomes das tribos de Israel na Nova Jerusalém, isso significa que a Cidade é deles e para eles.
Se nas portas estão os nomes das tribos de Israel, isso significa que só entrarão por elas os judeus. E agora, onde fica a Igreja dos gentios nessa história?
Mas o texto também diz que a Cidade Santa tem um muro com 12 fundamentos, nos quais estão escritos os nomes dos 12 apóstolos do Cordeiro. Será que isso quer dizer que a Igreja formada pelos gentios irá morar em cima dos muros da cidade? (rsrsrs…)
E mais outra coisa. No capítulo 22 de Apocalipse diz-se que fora da Cidade Santa ficarão os CÃES. E quem são esses “cães”?
“Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira” (22:15).
Os “cães” refere-se aos cananeus ou gentios. Atualmente os cananeus são representados pelos palestinos e povos de outras nações (fora os descendentes de Ismael – os árabes).
Os judeus tratavam os cananeus como “cães” (cachorros, cachorrinhos); e aos samaritanos chamavam de “porcos”. Veja as referências:
“Não deis aos cães (cananeus) o que é santo, nem lanceis aos porcos (samaritanos) as vossas pérolas, para não acontecer que as calquem aos pés e, voltando-se, vos despedacem” (Mateus 7:6).
“E eis que uma mulher cananéia, provinda daquelas cercania, clamava, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim, que minha filha está horrivelmente endemoninhada.
Contudo ele não lhe respondeu palavra. Chegando-se, pois, a ele os seus discípulos, rogavam-lhe, dizendo: Despede-a, porque vem clamando atrás de nós.
Respondeu-lhes ele: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.
Então veio ela e, adorando-o, disse: Senhor, socorre-me.
Ele, porém, respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos (Israel) e lançá-lo aos cachorrinhos (cananeus).
Ao que ela disse (se humilhando ainda mais): Sim, Senhor, mas até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos.
Então respondeu Jesus, e disse-lhe: ó mulher, grande é a tua fé! seja-te feito como queres. E desde aquela hora sua filha ficou sã” (Mateus 15:22-28).
“Assim vós sabereis que eu sou o Senhor vosso Deus, que habito em Sião, o meu santo monte; Jerusalém será santa, e estranhos (gentios, cananeus, palestinos) não mais passarão por ela” (Joel 3:17).
“(…) Naquele dia não haverá mais cananeu na casa do Senhor dos exércitos” (Zacarias 14:21b).
Porém, se as promessas e profecias bíblicas do Antigo Testamento e as que vemos no Apocalipse não se referem ao povo de Israel físico, então os teólogos terão que provar biblicamente que existe o Israel Espiritual, e que o governo milenar será tratado com o Israel Espiritual, e não com o Israel físico.
O que sei é que JUDEU É JUDEU, E NÃO HAVERÁ OUTRO POVO QUE SUBSTITUA OS JUDEUS.
A operação do erro está fazendo com que os teólgos protestantes confundam essa verdade.
Para ajudá-los, verifiquem o que Paulo disse em Efesios 2:19-22. Será que o que Paulo diz aí se trata do Israel Espiritual?
Se Jesus só tratará com o Israel Espiritual (que creio que não exista), então o que será do Israel físico, o povo judeu, que habita atualmente a terra santa?
Diletos leitores, em breve a proeminência dos gentios será encerrada e os judeus voltarão a ter a plena primazia em tudo.
Cristo predisse em Mateus 21:43 que os judeus perderiam TEMPORARIAMENTE a primazia sobre o reino de Deus.
“Portanto eu vos digo que vos será tirado o reino de Deus, e será dado a um povo (gentios) que dê os seus frutos”.
E o apóstolo Paulo ratifica na carta aos Romanos (11:25) que o endurecimento de Israel durará até que a plenitude dos gentios seja alcançada.
“Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte (não todos) sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado;
e assim todo o Israel será salvo (…)”.
Depois de encerrado a era da graça, bye, bye gentios!!! Os judeus tomarão a primazia em tudo, novamente.
É muita presunção dos evangélicos e cristãos ocidentais (gentios) querer se tornar o Israel Espiritual, tomando o lugar do legítimo povo eleito!
Além do mais, Paulo, ainda falando sobre este assunto, afirma que os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis. Veja Rom. 11:29. Se os judeus são o povo eleito, esse dom ou vocação não pode ser dado a outro povo. Já vi tanta heresia ser pregada sobre esta passagem de Rom. 11:29. Mas o sentido verdadeiro do texto é este que digo aqui.
Se em Rom. 11:26 Paulo diz que “todo o Israel será salvo”, é evidente que ele está falando do Israel físico, do povo judeu que habita atualmente o Estado de Israel. Então, não tem essa de “israel espiritual”!
Espero ter sido claro. Se ainda não fui claro, haja paciência!!!!
Sabe por que a gente custa entender a verdade? Porque fomos doutrinados erroneamente, com uma teologia viciada, preconceituosa e cheia de interpretações tendenciosas. A RELIGIÃO, EM SI, TAMBÉM CAUTERIZA A MENTE, E A DOUTRINAÇÃO ERRADA AINDA MAIS. Admito que aprendi muita coisa com essa teologia tradicional, mas graças da Deus, não tomei lavagem cerebral. Ainda conservo alguns vícios de erros doutrinários, mas aos poucos vou me libertando através do verdadeiro estudo da Palavra de Deus, sem ter preconceito, sem agir de forma tendenciosa.
Os flamenguistas e corintianos dizem que serão fanáticos pelo time até morrer. Assim, também, alguns unicistas, adventistas, etc, dizem que seguirão fielmente à seita até morrer. E isso não é nada correto.
Se você diz que será um seguidor fiel de Jesus até morrer, aí tudo bem!!! Mas, se você está seguindo a doutrina errada, se está seguindo no caminho errado e não quer deixar, então aí é imprudência (burrice).
3ª) A PALAVRA FINAL DE JESUS CONTRA OS FALSOS PASTORES, BISPOS, APÓSTOLOS E PREGADORES DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE E AFINS
Essa palavra de Jesus será uma surpresa aterradora para os crentes da Nova Era, principalmente para os falsos pregadores da teologia da prosperidade. Eis a palavra final:
“Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. (…)
Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres?
Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade” (Mateus 7:15, 22-23).
Será que os tele-pregadores (evangélicos) da teologia da prosperidade e afins não se enxergam nestes textos da Bíblia? Talvez eles pensam que estas palavras de Jesus se referem aos padres católicos ou aos macumbeiros? Grandes tolos! O texto está bem diante deles, mas a OPERAÇÃO DO ERRO não permite que eles a entendam.
Respondam-me uma coisa: QUAL GRUPO DE CRISTÃOS NESTE MUNDO FAZ MAIS USO DO NOME DE JESUS PARA PROFETIZAR, EXPULSAR DEMÔNIOS E OPERAR MILAGRES DO QUE OS PROTESTANTES (EVANGÉLICOS)? É claro que estas palavras de Jesus estão falando diretamente com os tais. Não existe outra alternativa. E isso pesa mais para os protestantes do movimento pentecostal e da teologia da prosperidade.
Aos críticos, quero que entendam que estou escrevendo de FORA para DENTRO. Se eu estivesse dentro, seria expulso como herege, e ninguém me daria ouvido. Ninguém dá ouvido ao profeta da própria pátria. É sempre assim que fazem, ou expulsam ou matam o profeta. Assim fizeram em Israel. Mas Deus usa as coisas loucas deste mundo para confundir os sábios, os presunçosos e os ditos “ungidos”. É necessário o aviso vir de quem está de fora para que alguém possa temer e repensar o que está fazendo.
O que escrevo é algo que NUNCA SE VIU ANTES NA HISTÓRIA DA TEOLOGIA.
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Miquels – 23/03/2010
JESUS CRISTO NÃO PODE SER ADORADO NO TEMPLO EM ISRAEL!!!
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Em breve publicarei um pequeno estudo sobre alguns ensinamentos escatológicos dos livros de Daniel e Apocalipse que a quase totalidade dos teólogos e estudantes da Bíblia debate e nunca chega a um consenso, porque essas interpretações estão todas erradas (no meu ponto de vista, é claro!).
O que vou escrever, nenhum teólogo ou estudante da Bíblia até agora se atreveu a escrever. Sei que isso irá chocar muita gente, mas a verdade um dia terá que ser dita, doa em quem doer. E não adianta me chamar de herege! Até mesmo Jesus foi chamado de herege!
Explanarei sobre os seguintes assuntos:
1) A real finalidade ou propósito de Jesus ter vindo morrer pela humanidade. Irei explicar o “por que” de Ele ter vindo. Muito se tem dito sobre o motivo da vinda de Jesus para morrer. João 3:16 parece esclarecer tudo. Mas não é bem assim. Se Jesus veio certo de morrer pela humanidade, por que na sua intercessão no Horto das Oliveiras ele pediu: “Pai, se possivel, passa de mim esse cálice!” (?). Parecia mais que Jesus estava pagando por um crime que havia cometido. Por que Jesus suplicou ao Pai no dia da sua crucificação: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem!” (?). Será que os judeus e romanos crucificaram Jesus sem saber que estavam sendo induzidos a fazer isso propositalmente, sem saber o por quê? E se não tivessem crucificado Jesus? E se Jesus tivesse sido assassinado, como fizeram com o João Batista?
2) A doutrina da trindade é heresia. Não existe trindade. Isso é invenção da ICAR, e que a maioria das igrejas protestantes adotou. Se os teólogos da ICAR foram inspirados por Deus para criar essa heresia, porque os protestantes não adotaram os outros dogmas criados pelos teólogos da ICAR? Só o dogma da santíssima trindade foi inspirado? E o dogma do purgatório?
3) Quem será o sétimo reino na Terra. Quem será o oitavo rei ou reino.
4) O que será a abominação que será colocada no terceiro Templo que será reconstruido em Jerusalém. O por que de Jesus Cristo não poder ser adorado em pé de igualdade com Deus Jeová, o Pai.
Só pra não deixá-los com muita curiosidade, darei algumas pistas aqui.
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Em breve o mundo conhecerá as verdades sobre os enigmas do Apocalipse e do livro de Daniel.
Não serei o único a revelar. Outros estudantes desses últimos dias trarão mais luz sobre os últimos acontecimentos escatológicos. E sei que muitos aprenderão algumas verdades aqui, e poderão explicitá-las bem melhor.
Só dando uma pista:
1) O Sétimo Reino na Terra será o Governo de Cristo com a Igreja
O governo de Cristo na Terra durante mil anos também será um império, e tambem será uma mistura de governo humano com divino.
O sétimo império na Terra não será 100% humano. O sétimo será o governo de Cristo e a Igreja na Terra.
O oitavo reino é a sétima cabeça da primeira besta ou dragão. Entre o sexto e o sétimo império humano haverá o império de Cristo e da igreja durante mil anos.
Por isso se diz que o oitavo rei ou reino é dos sete. Ou seja, o reino da sétima cabeça da besta ou dragão só ocorrera após o governo de Cristo na Terra que é o sétimo. Só que o reino de Cristo é o sétimo, mas não referente à sétima cabeça da besta. A sétima cabeça da besta só assumirá após o reino de Cristo e da igreja.
Lembre-se que após o reino milenar de Cristo e a Igreja aqui na Terra o dragão será solto do abismo e fará surgir o oitavo reino que na verdade é a sétima cabeça do dragão (besta).
2) Imagem de Jesus e Maria no Templo???? Não pode!!!!
Pessoal, se o 3º templo for reconstruido com apoio da Maçonaria e do Vaticano, o Papa fará com que seja colocado no Templo a imagem de Jesus para ser adorado e tambem a imagem de Nossa Senhora (Maria – mãe de Deus).
Jesus não pode ser adorado no templo. O templo é exclusivo de Jeová (Deus-Pai).
Em breve publicarei um estudo explicando todos esses fatos.
Jesus disse ao Lúcifer no cap. 4 de Mateus: “Só ao teu Deus adorarás e só a Ele servirás”. Jesus jamais insinuou que ele devesse ser adorado também. Jesus jamais entrou no Templo em Jerusalém para ser adorado ou dizendo aos judeus para que o adorasse também.
Quando Jesus retornar a este mundo e entrar no templo, ele entrará não para ser adorado, mas para adorar a Jeová, o Pai. Por favor, leiam os capítulos 40 a 48 de Ezequiel, e percebam que este templo de Ezequiel ainda não foi construido. O côvado usado para medir o templo é medida de anjo. O côvado de Ezequiel mede 50 cm, e não 45 cm conforme o côvado normal. Compare com as medidas da Nova Jerusalém no livro de Apocalipse, e veja que lá se diz que a cana usada para medir é baseada em medida de anjo.
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Outra coisa. Em Ezequiel cap. 40 a 48 fala sobre um “PRÍNCIPE”. E este Principe é Jesus Cristo. Observe que ele entra no Templo para sacrificar por si e pelo povo. Se Jesus é Deus em igualdade com Jeová, como ele sacrifica por si, também? E outra coisa: o Príncipe de Ezequiel jamais é adorado.
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Se Jesus é Deus em pé de igualdade com Jeová, por que em Apocalipse Jesus chama Deus-Pai de “meu Deus”?
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“Sê vigilante, e confirma o restante, que estava para morrer; porque não tenho achado as tuas obras perfeitas diante do meu Deus“. Apoc. 3:2.
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“A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, donde jamais sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, da parte do meu Deus, e também o meu novo nome” (JESUS TERÁ OUTRO NOME). Apoc. 3:12.
E posso provar tudo isso com muitas outras referências bíblicas.
Em breve vou explicar tudo isso.
A partir de hoje muitos que leram isto aqui ficarão com a pulga atrás da orelha.
No livro do profeta Daniel se diz que o “príncipe” (que virá do povo romano) fará que seja adorado um deus que seus pais não conheciam.
Vocês sabem qual o deus que os imperadores romanos não conheciam?
JESUS CRISTO. Os romanos adoravam todos os deuses conhecidos na antiguidade, e também conheciam Jeová, o Deus de Israel, mas o único deus que não conheciam era Jesus Cristo. Vocês sabiam disso?
Quem foi o imperador romano que instituiu um deus para ser adorado que seus pais não conheciam?
Foi o imperador Constantino, no século III. E qual foi o deus que passou a ser adorado em lugar do “deus sol”, cultuado no dia 25 de dezembro?
JESUS CRISTO.
No século III a adoração a Jesus Cristo foi oficializada e o cristianismo passou a ser a religião oficial de Roma.
Agora compliquei tudo, não acham?
Mas não se desesperem!!!
Jesus pode ser adorado também, mas não em igualdade com Jeová.
Aguardem!
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Atenção!!!!!!
Miquels – Todos os direitos reservados – 2010.
A MALDIÇÃO DE LÚCIFER E DE SEUS ANJOS
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(ACRESCENTADO, CORRIGIDO E DEFINITIVO)
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Já faz parte da cultura ou crença popular a idéia da concepção de Lúcifer (o anjo rebelde, caído, satanás e diabo), ser da aparência de um dragão, com cauda, chifres, asas de morcego, pés de bode e tudo o que esse monstro tem direito; até mesmo sete cabeças e dez chifres. Mas a maioria se engana sobre a real aparência de Lúcifer e seus anjos.

A maioria dos crentes ainda acalenta a idéia de que Lúcifer pode se apresentar na forma de uma inofensiva serpente, tipo aquela que seduziu Eva, no Jardim do Éden. Mas tal idéia é assim concebida por causa da interpretação literal da Bíblia.
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Retificando, a queda de Lúcifer e de seus anjos deu-se em tempos antes da criação de Adão e Eva, tempos remotos, no tempo em que existiam os Atlantes, quando Lúcifer era o seu Rei, que descia da Constelação de Órion, e exigia sacrifícios humanos. Mas essa parte não posso explicar aqui. Porém, a maldição e expulsão do Monte Santo do Senhor (Paraíso) deu-se após ter mantido contato com os primeiros humanos (Adão e Eva) e ter-lhes transmitido o conhecimento proibido. O ato de Adão e Eva “comer do fruto proibido” significa “receber o conhecimento proibido”, que jamais devia ser-lhes transmitido. Lúcifer desobedeceu as ordens de Deus e transmitiu ao homem o conhecimento que o fez sair da condição de “nativo” (ou indígena) para a de “civilizado”. Quando em Gênesis se diz que Adão e Eva “viviam nus e não se envergonhavam”, significa que eles vivam como os nativos, ou seja, como os índios – que convivem nus, mas não se envergonham. A vergonha de andar nu só ocorreu quando o homem passou da condição de nativo a civilizado. O “pecado” do homem não consistiu simplesmente em “comer um simples fruto da terra”. Acreditar que o homem recebeu maldição – e a Terra, também –, só porque se alimentou de um simples fruto, é coisa ridícula. Por isso que muitos profanos ridicularizam a Bíblia, porque têm esses “teólogos de araque”, que fazem interpretação literal e querem fazer que os outros acreditem em contos da fada. Algumas narrações do princípio do livro de Gênesis são de cunho ocultista, que o profano não pode entender. Assim como muitos tolos ridicularizam os contos mitológicos gregos, romanos, egípcios – porque não sabem que o conhecimento real está codificado –, assim também ridicularizam das coisas escritas no início de Gênesis.
Devemos entender que o Paraíso que Adão e Eva viviam, como nativos, era muito superior a qualquer lugar paradisíaco da atual Terra. Não havia maldição alguma no primeiro Paraíso. Lembre-se que quando o homem “pecou”, Deus amaldiçoou o homem e a Terra, e destituiu (desfez) o Jardim do Éden.
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No começo do livro de Gênesis existem alguns fatos narrados que são alegóricos e não podem ser interpretados literalmente.
Quem escreveu o livro de Gênesis sabia bem o que fazia. Por essa razão, não pôde escrever algumas partes de forma literal, pois ainda não era o tempo de serem relevados tais fatos. E quem escreveu o Gênesis foi Moisés, o líder hebreu, que foi escolhido por Deus não só com o propósito de liderar seu povo, mas também, com o propósito de trazer o conhecimento verdadeiro através dos escritos sagrados, que são os cinco primeiros livros da Bíblia, também chamado de Pentateuco. Moisés estudou as ciências do Egito, pois ele era príncipe; deve ter estudado também as ciências ocultas, e com isso, obtido dos sacerdotes conhecimento sobre as origens do homem na Terra e a verdade sobre Lúcifer e os anjos caídos. Na época de Moisés, enquanto estudava no Egito, os magos sacerdotes já mantinham em segredo todo o conhecimento oculto deixado por Enoque e seus seguidores.
Moisés tinha plena convicção de que aqueles conhecimentos ocultos dos magos egípcios eram verdadeiros. Porém, sabia que tais conhecimentos não podiam ser revelados literalmente. O povo leigo, o profano, não podia receber literalmente tais conhecimentos, pois o mesmo podia ignorá-lo, ou até profaná-lo.
Então Moisés tomou dois (2) relatos sobre a criação e origem do homem na Terra. O primeiro deve ser de origem caldéia, e o segundo deve ser sido obtido dos escritos de Enoque. O primeiro relato da criação vai de Gênesis 1:1 a 2:3. E o segundo, de Gênesis 2:4 ao verso 25. O primeiro relato é chamado de Elohísta, pois o nome de Deus na narrativa é ELOHIM, visto que os caldeus ainda não tinham conhecimento do nome do Deus dos hebreus. A concepção dos caldeus era que “os deuses” (Elohim) haviam criado o homem na Terra. O segundo relato é chamado de Javista ou Jeovista, pois no original hebraico, Deus não é chamado de Helohim, mas de YHWH ou Javéh.
Já sobre a narrativa da queda do homem, em Gênesis 3, Moisés obteve, até certo ponto, esse conhecimento com os magos sacerdotes no Egito. Não estou afirmando que Moisés aprendeu tudo com os magos no Egito. Ele pode ter recebido revelação direta de Deus, ou então, pode ter feito uma investigação com os anciãos do povo hebreu e inquirido a história dos antepassados da humanidade, pois tal conhecimento era repassado verbalmente, entre as gerações, de pai para filho. Foi também dessa forma que Lucas conseguiu escrever a história de Jesus (o Evangelho), através da investigação e inquirição das testemunhas oculares. Adão deve ter ensinado aos seus descendentes como ele surgiu na Terra e como as coisas foram criadas. Deus por certo revelou essas coisas a Adão, o primeiro homem.
Vejamos, agora, o relato da queda do homem, e a maldição de Lúcifer. Gênesis, capítulo 3:
* * *
“1 Ora, a serpente era o mais astuto de todos os animais do campo, que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?
2 Respondeu a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim podemos comer,
3 mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais.
4 Disse a serpente à mulher: Certamente não morrereis.
5 Porque Deus sabe que no dia em que comerdes desse fruto, vossos olhos se abrirão, e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal.
6 Então, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, comeu, e deu a seu marido, e ele também comeu.
7 Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; pelo que coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.
8 E, ouvindo a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim à tardinha, esconderam-se o homem e sua mulher da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim.
9 Mas chamou o Senhor Deus ao homem, e perguntou-lhe: Onde estás?
10 Respondeu-lhe o homem: Ouvi a tua voz no jardim e tive medo, porque estava nu; e escondi-me.
11 Deus perguntou-lhe mais: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses?
12 Ao que respondeu o homem: A mulher que me deste por companheira deu-me a árvore, e eu comi.
13 Perguntou o Senhor Deus à mulher: Que é isto que fizeste? Respondeu a mulher: A serpente enganou-me, e eu comi.
14 Então o Senhor Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isso, maldita serás tu dentre todos os animais domésticos, e dentre todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida.
15 Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
16 E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a dor da tua conceição; em dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.
17 E ao homem disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei dizendo: Não comerás dela; maldita é a terra por tua causa; em fadiga comerás dela todos os dias da tua vida.
18 Ela te produzirá espinhos e abrolhos; e comerás das ervas do campo.
19 Do suor do teu rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, porque dela foste tomado; porquanto és pó, e ao pó tornarás.
20 Chamou Adão à sua mulher Eva, porque era a mãe de todos os viventes.
21 E o Senhor Deus fez túnicas de peles para Adão e sua mulher, e os vestiu.
22 Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tem tornado como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Ora, não suceda que estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente.
23 O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden para lavrar a terra, de que fora tomado.
24 E havendo lançado fora o homem, pôs ao oriente do jardim do Éden os querubins, e uma espada flamejante que se volvia por todos os lados, para guardar o caminho da árvore da vida”.
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Essa “serpente” de Gênesis é apenas uma alegoria referente ao Lúcifer (ou Azazel, o querubim que seduziu Eva). Eva não conversava com cobra-falante alguma. Ela conversava com o antigo “anjo-guardião”, o antigo “querubim ungido” – portador da luz ou conhecimento – (Leia Ezequiel 28:12-15), que um dia quis ser igual a Deus e foi expulso da Corte Celeste. Apesar de viver como filho pródigo, Lúcifer tinha livre acesso ao paraíso na Terra. Ele, o querubim-guardião, havia sido constituído regente sobre o monte santo do Senhor em épocas remotas, e a seu cargo ficara a administração do paraíso, na Terra; ou melhor dizendo, todo o planeta Terra estava sob os cuidados de Lúcifer, inclusive as almas das criaturas humanas e todas as riquezas. Diz-se em Ezequiel que ele andava sobre “pedras afogueadas”. E no próprio Gênesis vemos as riquezas, em ouro e jóias preciosas, que existiam nos rios que cruzavam o monte santo do Senhor, o paraíso. Leia Gênesis 2:10-14. A expressão “Monte Santo” refere-se tanto ao paraíso criado aqui na Terra como também à Cidade Santa, habitação de Deus e dos anjos.
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Apenas explicando melhor sobre o que foi dito acima, este velho planeta Terra já passou por várias fases de destruição e reconstrução. Lúcifer foi seu regente desde o princípio. No tempo quando os dinossauros dominavam a Terra, Lúcifer já estava aqui. Antes do Paraíso de Adão e Eva houve um outro paraíso aqui mesmo, que foi destruído. Nesse tempo viviam um povo chamado de Atlantes, que sucumbiram com a catástrofe que dividiu o único continente, chamado Pangéia, nos atuais sete continentes. Lúcifer era o deus supremo dos Atlantes, e ele vinha da Constelação de Órion com suas hostes angelicais, e exigia sacrifícios humanos; não permitia a santificação e aperfeiçoamento dos Atlantes; não permitia o conhecimento do Deus Todo-Poderoso acima dele. Por isso, ele se orgulhou e quis ser igual a Deus. Então, Deus enviou suas hostes angelicais do Céu e pôs fim ao reinado total que Lúcifer exercia sobre a Terra. Essa foi a queda de Lúcifer. No entanto, ele permaneceu tendo direito e domínio sobre a terça parte da criação e terça parte dos anjos. Lúcifer, juntamente com seus anjos, foi expulso da habitação de Deus tal como um filho pródigo. Isto significa que o domínio da criação ficou dividido. Quanto às almas dos Atlantes, não havia plano de redenção para elas; não havia promessa de Céu ou Paraíso no além; só havia um destino: o Hades (Inferno), isto é, morada dos mortos. Simplesmente Lúcifer obrigava umas a reencarnar, outras ele mantinha como espíritos cativos e outras ficavam como almas penadas perdidas no tempo. Daí a origem dos demônios. Esse domínio de Lúcifer sobre os mortos durou até a vinda de Jesus Cristo, quando morreu e foi até o Hades (Inferno) e tomou o poder que ele ainda exercia sobre as almas dos mortos pecadores. Depois da destruição do reino dos Atlantes e destituição do poderio de Lúcifer, as outras almas dos mortos ficaram vagando no tempo, e se tornaram demônios. Só quero lembrar que antes da queda de Adão e Eva não havia a questão da salvação e promessa de habitação de humanos no Céu. Os Atlantes não tiveram a sorte de ter um plano de redenção e um Salvador que pudesse resgatá-los do sofrimento. Já para nós, humanos descendentes de Adão e Eva, houve um plano de redenção.
Só lembrando, parte dos anjos caídos que perderam seus corpos, depois que coabitaram com as filhas dos homens, também se tornaram demônios.
Sei que muitos jamais acreditarão no que tenho exposto aqui. Se os teólogos buscassem conhecimento além das páginas da Bíblia por certo iriam acreditar no que aqui expus. Quando tentarem verdadeiramente descobrir estas verdades, não servirão para nada.
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A maldição de Deus proferida em Gênesis 3:14 não pode ser atribuída a um ser irracional, no caso, o réptil serpente. Um ser irracional, como a cobra, não pode receber uma terrível maldição, pois ele não tem responsabilidade pelos seus atos. O texto em si é alegórico. Moisés quis escrever o texto dessa forma, ou seja, de caráter ocultista a fim de não haver rejeição e profanação. Quem recebeu a maldição foi Lúcifer e os seus anjos, e não o réptil serpente.
Uma evidência ainda maior de que a maldição não foi direcionada ao réptil serpente, mas sim, ao Lúcifer e seus anjos, está no fato de que nenhuma serpente no mundo se alimenta do pó da terra. A cobra rasteja e se alimenta de pequenos animais, como o sapo, o rato e alguns insetos. Nem mesmo as serpentes do deserto se alimentam de areia ou pó da terra.
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Explico desta maneira porque sei que muitos teologuinhos de araque lerão este texto. Não escrevo à moda da teologia tradicional porque esse tipo de conhecimento superficial das Escrituras limita o pensamento cristão e deixa os estudantes com pensamentos medíocres.
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Atualmente, fala-se muito na Internet sobre os humanóides, ou seres híbridos, também conhecidos como reptelianos (que tem a aparência de um réptil).
Na verdade, pouca gente sabe e tem receio de comentar sobre a real aparência de Lúcifer e os anjos caídos.
Está bem explícito no Gênesis, mas de forma alegórica, a aparência física de Lúcifer e seus descendentes: (…) Porquanto, tu Lúcifer, fizeste isso, maldito serás (…), sobre o teu ventre andarás (serás um repteliano ou terás a aparência de uma cobra, tu e os teus anjos), e pó comerás todos os dias da tua vida (andarás errantes, e tua comida será a poeira cósmica, vagando viverás de lá para cá, sem destino certo)”.
A maldição de Deus, lançada sobre Caim, retrata, também, de forma alegórica esta mesma maldição de Lúcifer. Veja Gênesis 4:14-16.
“Eis que hoje me lanças da face da terra; também da tua presença ficarei escondido; serei fugitivo e vagabundo na terra; e qualquer que me encontrar matar-me-á. O Senhor, porém, lhe disse: Portanto quem matar a Caim, sete vezes sobre ele cairá a vingança. E pôs o Senhor um sinal em Caim, para que não o ferisse quem quer que o encontrasse. Então saiu Caim da presença do Senhor, e habitou na terra de Node, ao oriente do Éden”.
A expressão “ao oriente do Éden”, indica a posição da habitação primitiva de Lúcifer e os anjos caídos com relação ao planeta Terra ou Sistema Solar, isto é, a Constelação de Órion. Daí ter surgido a expressão “Oriente”, Loja Maçônica do Grande Oriente, etc. Depois da guerra no céu (Apocalipse 12), Lúcifer e os anjos caídos foram expulsos das regiões celestiais mais elevadas. Agora eles dominam as regiões inferiores, a região do Sistema Solar, e todos os hemisférios da Terra. Leia Efésios 6:12 e 2:2.
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O sinal posto em Caim simboliza o sinal posto em Lúcifer, isto é, a marca da maldição: a aparência de uma serpente. O sinal ou marca posta em Caim não simboliza o número 666, porque o 666 é símbolo do homem, da raça humana caída. A marca de Caim servia para diferenciá-lo dos outros humanos. Também a marca posta nos anjos caídos serve para diferenciá-los dos anjos de Deus e dos humanos. Veja:
“Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gên. 1:27).
Os humanos têm a marca de Deus. A descendência da mulher tem o sinal de Deus. Porém, os anjos caídos (ou reptelianos) têm a marca da serpente.
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Agora podemos compreender porque os ETs ou extraterrestres (alienígenas) tem a aparência de um réptil, no caso, a cobra. Porque eles são os anjos caídos, e receberam uma maldição de Deus, e ficaram com a aparência de um réptil. Na verdade, não é o corpo todo desses seres alienígenas que se parece com cobra. A aparência de cobra é mais evidente na cabeça, nos olhos, na boca e no nariz.
“Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência”.
A descendência da mulher são os seres humanos bons, mansos e obedientes, pessoas que temem e servem a Deus. A descendência da serpente (Lúcifer) são os seres humanos maus, ruins e desobedientes. Em outras palavras, podemos afirmar sem medo de errar que Lúcifer semeou a semente do mal na humanidade, ou seja, fez o cruzamento de sua espécie caída com a espécie humana.
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Lúcifer e seus anjos guardiãs foram amaldiçoados no capitulo 3 de Gênesis e foram expulsos do Monte Santo do Senhor (o Paraíso). Até o tempo da civilização dos Sumérios, na antiga Mesopotâmia, viveram longe da presença de Deus sem aprontarem algo que despertasse a ira de Deus. Mesmo sendo amaldiçoado, ele ainda tinha o direito de se achegar até o trono do Senhor Deus para conversar. Confira isto que eu digo lendo os capítulos 1 e 2 do Livro de Jó. O patriarca Jó é símbolo da humanidade caída, mas que Deus tem esperança que ela possa se aperfeiçoar. Já o tentador (Lúcifer) põe a dúvida de que homem algum pode se aperfeiçoar, e que os que servem a Deus só o fazem em troca de coisas boas que Ele lhes dá. O restante dessa história vocês conhecem.
E aquela “guerra nos céus”, retratada no capítulo 12 de Apocalipse, quando se deu? Bem… Ela se deu após a condenação de Lúcifer (ou Azazel) e seus anjos no tempo em que corromperam a humanidade, quando abandonaram a sua condição angelical caída e se misturam aos humanos, coabitando (mantendo relação sexual) com as mulheres, filhas dos homens. Naquela época, os anjos eram chamados de “filhos de Deus”. Para punir os anjos caídos, Deus prendeu algumas castas desses anjos no poço do Abismo (debaixo da Terra) – porque eram bastante perigosas – e prometeu lançar o restante no Inferno ou lago de fogo. Foi nessa época que Deus criou o Lago de Fogo para o Diabo e os outros anjos caídos que ficaram soltos. Naquele tempo (capítulo 6 de Gênesis), os anjos caídos mantinham contato com Enoque (ou Enoch). Então eles suplicaram a Enoque que intercedesse diante de Deus por eles, para que não os condenasse à pena no lago de fogo. Mas Enoque lhes disse que esse era um caso muito além de sua competência para tratar com Deus. Recorreram ao arcanjo Miguel, mas este disse que a condenação era muito pesada, mas que não podia interferir na decisão de Deus.
Por causa dessa condenação, Lúcifer e seus anjos se rebelaram ainda mais, e se organizaram para fazer guerra contra o Deus, Todo-Poderoso e seus anjos. O arcanjo Miguel e os anjos de Deus lutaram contra Lúcifer e seus anjos. E como já, sabemos, quem prevaleceu foi Miguel e seus anjos.
Uma coisa deve ficar bem esclarecida. Na narrativa bíblica (Apoc. 12) não está dito que Lúcifer perdeu soldados na batalha, ou seja, não está escrito que foram mortos ou presos alguns de seus anjos. Apenas é dito que Lúcifer e seus anjos foram expulso dos céus (regiões mais elevadas ou terceiro céu), e foram lançados sobre a Terra. Isso significa que Lúcifer não perdeu a guerra, mas apenas uma batalha. Lúcifer recuou na batalha, mas tentará guerrear contra Deus numa nova oportunidade. E essa guerra vai acontecer com a ajuda dos humanos, com toda espécie de armamento bélico. Para isso os anjos caídos estão passando conhecimentos proibidos para os cientistas dos principais exércitos da Terra, principalmente para o norte-americano, na Área 51.
Enquanto esse dia não chega, os anjos caídos estão corrompendo a raça humana. Mas sabemos que Deus enviou Jesus para trazer uma mensagem que pudesse aperfeiçoar muitos seres humanos, de forma a não servirem o Diabo e rejeitar tudo aquilo que o mundo oferece, pois são coisas satânicas. Na Terra está a Igreja de Cristo, que luta contra o mal, contra as ações de Lúcifer e os seus anjos. Quando esta for tirada da Terra – juntamente com os anjos de Deus, que protegem os santos –, então o mal imperará completamente.
Os ÓVNIS ou naves alienígenas podem ser tanto de origem de Lúcifer quanto de Deus. Os anjos caídos foram lançados sobre a Terra, mas eles não têm poder total para corromper os humanos. Há quem os detém. E quem são esses? São os anjos de Deus. Por isso, volto a dizer: As aparições de discos voadores podem ser tanto de origem demoníaca quanto de origem divina. Os anjos de Deus estão monitorando o planeta Terra e cuidando para que os anjos caídos e os próprios homens não ponham fim no planeta antes do tempo.
Por favor, entendam isto: Lúcifer, apesar de estar amaldiçoado com seus anjos, não perdeu alguns de seus direitos. Ele mantém poder sobre a terça parte (1/3) dos anjos, no caso agora, anjos caídos. Esses anjos são a sua herança. Lembre-se da parábola do filho pródigo (Lucas 15) – que de alguma forma retrata as pessoas de Jesus e Lúcifer. Ele também tem domínio sobre a terça parte da criação (Mateus 4:8-9). Os flagelos das sete trombetas, retratados no capítulo 8 de Apocalipse, são direcionados para atingir 1/3 (terça parte) da criação, que representa a parte dominada por Lúcifer.
Certa vez uma pessoa perguntou: “Por que Lúcifer não se arrepende e volta-se para Deus, seu Pai?”. Porque Deus bem sabe de tudo, e sonda os corações. O que uma vez foi perfeito e depois se corrompeu, nunca mais terá como se tornar perfeito novamente. Esse é o pecado imperdoável.
Por que Deus então não destrói de uma vez Lúcifer e os seus anjos? Simplesmente porque Deus, Todo-Poderoso não pode entrar neste mundo físico. Se Deus destruir Lúcifer e seus anjos agora, terá que destruir todo o nosso planeta junto também. Deus teve que enviar Jesus (humanizá-lo), a fim de entrar neste planeta pra deter e tomar o poder de Lúcifer. Jesus disse, após ressuscitar: “Todo o poder foi me dado nos céus e na Terra”. Agora, temos que esperar o tempo que Deus determinou para parte da humanidade tentar se aperfeiçoar. Você está tentando se aperfeiçoar? ================================================
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* * * ABRINDO UM PARÊNTESE * * *
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Se alguém ainda não se convenceu de que Lúcifer sempre foi o regente deste planeta Terra, e que 1/3 da criação pertence a ele por direito, mas que na verdade ele manda quase em tudo, vou citar um outro trecho da Bíblia, que parece ser mais claro do que o de Mateus 4:8-9. Vou escrever bem destacadamente o que Lúcifer propôs a Jesus, pra você nunca tirar isso da sua cabeça. Corrijam-me se minha Bíblia estiver errada.
E DISSE-LHE LÚCIFER: “DAR-TE-EI TODA A AUTORIDADE E GLÓRIA DESTES REINOS, PORQUE ME FOI ENTREGUE, E A DOU A QUEM EU QUISER. SE TU, POIS, ME ADORARES, SERÁ TODA TUA” (Lucas 4:6-7).
Ora, se como muitos dizem, Lúcifer é um ser caído e não tem poder, como Deus poderia entregar o controle do mundo em suas mãos? Embora Jesus tenha dito que o Diabo é o “pai da mentira” (João 8:44), contudo, neste fato Jesus não o desmente; apenas o ignora e recusa a sua oferta. Uma coisa que devemos observar é a aparente insignificância do poder e autoridade de Jesus frente ao poder de Lúcifer.
Entenda-me, por favor. Jesus, ao morrer pela humanidade, apenas tirou o poder que Lúcifer exercia sobre as almas dos mortos no Hades (Inferno). Apoc. 1:18; João 12:31-32; Efésios 4:8-10). A Terra, porém, ainda não foi resgatada. Somente com os juízos das sete trombetas do Apocalipse é que a Terra será resgatada do poder de Lúcifer. Quando Jesus conquistou os poderes do Hades, ele exclamou: “Toda a autoridade me foi dada nos céu e na Terra” (Mat. 28:18). Isso ele falou em relação às almas dos mortos. Quanto à conquista do mundo das mãos do Diabo, ainda será exclamado: “O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos” (Apoc. 11:15).
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O primeiro cruzamento entre a espécie caída e a espécie humana se deu nos dias antes do Dilúvio (Leia Gênesis 6), que resultou numa aberração biológica, onde começaram a nascer pessoas gigantes, os chamados Nefilins. Por causa disso, Deus teve que fazer uma limpeza biológica na Terra e esta foi a causa da extinção da maioria das espécies animais, e de quase todos os humanos, restando apenas Noé e mais sete pessoas. Apesar de a Bíblia afirmar que todos os gigantes (Nefilins) foram mortos no Dilúvio, porém, os hebreus encontraram alguns de seus descendentes na terra de Canaã. Os filisteus eram descendentes dos Nefilins. O gigante Golias, que o pequeno Davi matou, era um Nefilim.


Ainda hoje está se dando o cruzamento da espécie humana com a espécie caída. As abduções de seres humanos por naves extraterrestres são para fazer inseminações artificiais em mulheres, testes de compatibilidade biológica, etc. Depois de alguns dias, esses humanos abduzidos são trazidos de volta a Terra. Isso é ainda um grande mistério que as autoridades governamentais do mundo não conseguem desvendar. Para nós, que não nos preocupamos muito com essas coisas, fica apenas o entendimento de que os salvos, os seres humanos bons, são o “trigo”, e que o Diabo veio e semeou o “joio” no meio do trigo. Então, fica subentendido que os joios são os filhos do maligno.
“Mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele (o Diabo), semeou joio no meio do trigo, e retirou-se” (Mateus 13:25).

QUERO DEIXAR CLARO QUE LÚCIFER, O QUERUBIM E ARCANJO CAÍDO, AINDA É MUITO PODEROSO. O SEU PODER É MUITO SUPERIOR AOS DOS OUTROS SETE ANJOS PRÍNCIPES QUE LHE AUXILIAM. E TEM MAIS. LÚCIFER TEM O PODER DE TOMAR AS FORMAS MAIS BIZARRAS POSSÍVEIS OU, AO CONTRÁRIO, MANIFESTAR-SE NA FORMA DE UM ANJO DE LUZ. APESAR DISSO, ESSES SERES CAÍDOS MANTÊM A SUA MÁSCARA ORIGINAL, COM FEIÇÃO DE UM RÉPTIL.
Para não me estender muito neste assunto, quero salientar mais uma coisa.
Moisés tomou a informação esotérica ocultista certa. Desde os primórdios da humanidade, os sábios sacerdotes, que serviam de intermediários entre os deuses e os homens (tanto na antiga Caldéia, ou Suméria, no Egito, na Mesopotâmia ou antiga Babilônia, na Pérsia, na Índia, no México, com os Maias), já sabiam de toda a história da origem do homem, de Lúcifer e dos anjos caídos, pois que para ter tais conhecimentos era necessário estudar as ciências ocultas, isto é, o ocultismo esotérico. Desde quando os antigos reis e imperadores proibiram (queimaram) os livros contendo esse tipo de conhecimento, ficou combinado pelos magos sacerdotes dos deuses (Lúcifer e os anjos caídos vindos da Constelação de Órion) que esse conhecimento sobre os antepassados da humanidade e dos anjos caídos ficaria em segredo, só podendo ser revelados aos “Iniciados”. O livro mais proibido (maldito), o Livro de Thoth, foi queimado por ordem do imperador egípcio, Hamsés II. Os principais mentores do sigilo sobre o conhecimento oculto foram os magos egípcios, que fizeram ressurgir o Livro de Thoth. Já Hermes Trismegisto, conhecido na mitologia grega, é o mesmo Thoth, mago e deus egípcio. Os discípulos de Thoth codificaram seu nome nos livros de magia e mitologia como Hermes Trismegistro (três vezes grande). Thoth é tido pelos ocultistas como o pai do ocultismo esotérico. Do nome “Hermes” surgiram os termos ocultistas “livros herméticos” (fechado) e “hermetismo”. Os magos, discípulos de Thoth (Hermes) codificaram os seus livros, para que não despertassem ameaças dos imperadores, por causa de seu conteúdo altamente perigoso. Um dos livros codificados é o Livro dos Mortos do Antigo Egito e parte do livro Corpus Hermeticum. Neles estão contidas partes da história dos anjos caídos, através das mitologias.
Os deuses das mitologias egípcia, grega e romana são todos iguais, apenas mudam de nome, mas as origens são as mesmas. O poeta e mago Homero, que viveu no século VIII a.C., foi quem codificou os deuses egípcios (anjos caídos) na mitologia grega, nas suas obras “A Ilíada” e “A Odisséia”.
Na verdade, Thoth é o mesmo Enoque, retratado na Bíblia, aquele que foi levado (arrebatado) por Deus, porque sabia demais (Gênesis 5:24). O problema é que os magos, sacerdotes ocultistas, apoderaram-se de seu conhecimento e atribuíram-lhe poderes mágicos, e até relação com a divindade. Os magos egípcios estudaram os livros deixados por Enoque, que antes tinham sido entregues ao seu filho, e que mais tarde os tais livros caíram nas mãos dos ocultistas, entre eles, o Livro de Enoque, que deu origem ao conhecimento cabalístico esotérico. O Enoque (bíblico) foi o primeiro “iniciado”, pois o seu próprio nome tem este significado. Só que o conhecimento de Enoque era do bem, era um conhecimento revelador do Deus verdadeiro e dos anjos que se rebelaram. Para ter uma idéia, basta ler o Livro de Enoque. Uma coisa deve ficar clara: todo o conhecimento do ocultismo esotérico não se resume apenas ao que Enoque escreveu, e ao que os sacerdotes egípcios inventaram, mas refere-se também ao conhecimento deixado pelos sacerdotes (magos) caldeus, sumérios, maias, persas, hindus, etc. O próprio Thoth (Enoque) ficou com o nome codificado na Mitologia Grega com o nome de Hermes, ele era o deus correspondente ao Mercúrio romano, e também era o mensageiro, ou intérprete da vontade dos deuses. Pegaram o Enoque bíblico e o transformaram num terrível mago, com poderes divinos e atribuíram a ele a origem dos livros de magia e esoterismo. Agora ficou difícil separar o joio do trigo. Da mesma forma fizeram outros magos, atribuindo a autoria de certos livros de magia ao rei Salomão.
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Miquels – 22/08/2009
VERDADE SINISTRA! É DE TREMER NAS BASES! DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?
(REVISADO, ATUALIZADO E ACRESCENTADO)
Tenho estudado muito sobre os pensamentos teológicos das várias denominações religiosas (seitas) do Cristianismo, mas sobre as interpretações (teorias) dos últimos acontecimentos na Terra, estampados nos livros proféticos, especialmente no Apocalipse, não há muito que se aproveitar. E tudo começa com as interpretações tendenciosas, isto é, interpretações particulares, ou seja, “puxando a brasa pra sua sardinha”. Essas interpretações tendenciosas começaram desde o terceiro século, e a partir de quando a ICAR passou a ser religião oficial do Império Romano, por decreto de Constantino.
Nas profecias do Apocalipse não existe particularidade, exceto quanto ao povo Judeu. Nem mesmo as 7 igrejas da Ásia Menor retratam igrejas (denominações cristãs) atuais. Não se pode afirmar que a Igreja de Filadélfia é a igreja A ou B. Da mesma forma, não se pode dizer que a Igreja Católica Apostólica Romana ou o Papa é a besta, ou é a grande meretriz, babilônia, etc. NO APOCALIPSE NÃO EXISTE PARTICULARIDADE, EXCETO QUANTO AO POVO JUDEU. Aliás, o Livro do Apocalipse está mais para os judeus, que para os gentios. Não entendeu? Explico: As coisas escritas no Livro da Revelação tratam mais a respeito do povo Judeu que de nós, gentios. Não me refiro aos juízos de Deus contra os habitantes da Terra, mas sobre as bênçãos prometidas aos salvos (mais para os judeus, no caso). Se os judeus rejeitaram os Evangelhos e os escritos paulinos, mas pelo menos o Livro do Apocalipse eles deveriam ter acatado. O problema é que o Apocalipse é um livro da mesma categoria do Livro de Enoch. Deve ser interpretado apenas por erudito, e jamais por crente leigo.
Quanto à verdade sinistra, que me refiro no tema, vou tocar num assunto antagônico ao verdadeiro Cristianismo, embora algumas correntes anticristãs já tenham comentado, mas de forma diferente. Algum maluco, como eu, terá aqui terreno fértil para explorar esse tema. Entendam-me que escrevo muitas coisas “desabafando”, porque não agüento mais essa teologia barata, que ao invés de instruir os crentes, faz é colocar mais dúvida. Já se passaram quase 2 mil anos de Cristianismo e a teologia cristã continua mesquinha, porque teimam em fazer interpretação literal da Bíblia e baseiam-se em literatura de teólogos de renome, considerados pais das seitas (denominações cristãs). Só que esses “pais da igreja” tiveram pensamentos errados e idéias tendenciosas e discriminatórias contra os judeus. Alguns filósofos e doutores do passado, como Ptolomeu, Aristóteles, etc, apesar de grandes sábios que eram, falaram muitas asneiras sobre a concepção das coisas existentes. Mas você retruca e diz que as interpretações bíblicas feitas pelos teólogos da sua igreja foram inspiradas pelo Espírito Santo. Mas, quem me garante que o Espírito de Deus inspirou realmente os teólogos da igreja A ou B, se sabemos que existe um monte de doutrinas cristãs falsas? Os teólogos de hoje sabem muito é falar bonitinho, escrever bonito, mas do entendimento real da verdade das coisas estão muito longe, porque se baseiam numa teologia arcaica, criada por doutores de pensamentos tendenciosos, que interpretaram a Bíblia literalmente, sem fazer discernimento correto das coisas e não estudaram a fundo os fatos (até mesmo no Ocultismo Científico).
“Para se vencer o inimigo, tem-se que infiltrar alguém no próprio terreno do inimigo, para depois conhecê-lo e descobrir o que trama”. (Miquels)
Quero lembrar, aqui, de forma veemente, que “o tempo dado aos crentes gentios” está quase acabando. Deus deu 2 mil anos aos judeus para proclamarem o seu nome na Terra, mas não corresponderam ao desejo de Javé (YHWH). Esse tempo começou depois que “completou a medida de tempo dado aos cananeus (amorreus)” – Gên. 15:16, com a chamada de Abraão e seus descendentes, durante 210 anos; o cativeiro no Egito durante 420 anos e mais 42 anos de sofrimento no deserto; 490 anos na Terra Prometida com reino unificado, mais 350 anos divididos em dois reinos e 70 anos no cativeiro babilônico; 420 anos na terra-natal, sob o domínio macedônio-grego-romano, até a morte de Jesus Cristo. Observe que os tempos são múltiplos de 7. Deus tomou “temporariamente” da sua nação eleita o direito de proclamar o seu nome e a salvação na Terra, e o entregou à Igreja dos gentios. Porém, a Igreja (ou as igrejas) dos gentios não está correspondendo com a ordem do Mestre, de ir por todo o mundo e pregar o Evangelho à toda criatura humana. O TEMPO DADO À IGREJA DOS GENTIOS ESTÁ ACABANDO! AI! AI! DE NÓS! O QUE FAREMOS AGORA?! SERÁ QUE AINDA HÁ TEMPO PARA FAZER ALGUMA COISA?. Confira os textos bíblicos cruciais:
“Portanto eu vos digo (JUDEUS) que vos será tirado o reino de Deus (TEMPORARIAMENTE), e será dado a um povo que dê os seus frutos (OS GENTIOS, NO CASO)” (Mateus 21:43).
“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura (humana)” (Marcos 16:15).
“Eis que vêm os dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a terra; não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor. Andarão errantes de mar a mar, e do norte até o oriente; correrão por toda parte, buscando a palavra do Senhor, e não a acharão. Naquele dia as virgens formosas e os mancebos desmaiarão de sede” (Amós 8:11-13). Esse texto não trata apenas com os ímpios, mas também com os crentes desobedientes e rebeldes, os crentes de hoje (não todos), que denomino de “crentes da nova era”.
“E quando tiverem acabado de despedaçar o poder do povo santo, cumprir-se-ão todas estas coisas” (Daniel 12:7b). “Povo santo” refere-se tanto aos judeus como à Igreja dos gentios.
“Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a perseverança e a fé dos santos” (Apoc. 13:10). “Santos”, neste caso, refere-se tanto aos judeus como aos crentes gentios. O texto pode estar se referindo ao Holocausto dos Judeus, pelo Nazismo, propagado por Adolf Hitler, na 2ª Guerra Mundial. Em última hipótese, pode se referir à perseguição dos judeus e cristãos pela ICAR, através da Lei da Santa Inquisição, que ocorreu após a Reforma Protestante, no século XIV. Esta última hipótese eu descarto. Se o que está escrito neste versículo supra-citado ainda não aconteceu, então, a ICAR não tem nada a ver com essas perseguições.
“Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apoc. 14:12). Esse texto indica que os crentes gentios fiéis deverão resistir o anticristo até à morte, pra provarem sua fidelidade a Deus. Esse texto não se refere aos judeus, porque eles não guardam a fé em Jesus Cristo.
“E vi que a mulher (Babilônia) estava embriagada com o sangue dos santos e com o sangue dos mártires de Jesus. Quando a vi, maravilhei-me com grande admiração” (Apoc. 17:6). Isso significa uma perseguição implacável contra o Judaísmo e o Cristianismo. Não deve haver particularidade na interpretação deste texto. A mulher, a grande meretriz vestida de vermelho é a grande cidade de Babilônia, isto é, o mundo e seu sistema de coisas. Na Bíblia, a cidade de Jericó e a cidade de Babilônia (lugar da antiga Babel) representa o mundo, o planeta Terra e aquilo que os homens criaram.
O poder do povo santo será despedaçado porque não corresponderão com a ordem do Mestre. Então o reino de Deus lhe será tirado, isto é, o poder de anunciar o nome de Deus e a salvação. Num curto período de tempo o evangelho do reino será pregado à força. Dois personagens bíblicos ressurgirão (serão reencarnados), no caso, Moisés e Elias, e também, anjos proclamarão o evangelho de Cristo. Confira:
“E concederei às minhas duas testemunhas que, vestidas de saco, profetizem por mil duzentos e sessenta dias”. (Apoc. 11:3). Quando essas duas pessoas aparecerem, os crentes da nova era também ignorarão, pois como têm a mente tapada, não entenderão o que significa um profeta de Deus vestido de saco.
“E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo” (Apoc. 14:6). Anjos virão à Terra para proclamar o Evangelho de Cristo. Só que eles serão de carne e osso, assim como nós somos. Eles aparecerão como grandes pregadores principalmente na mídia (TV) e diante das autoridades, mas desaparecerão repentinamente. As autoridades do mundo não terão poder de prendê-los. Quem acreditará nesses personagens? Por acaso, quando o Filho do Homem voltar, achará fé na Terra?
Algumas seitas cristãs radicais, tais como IASD, TJ, IEAD, etc, afirmam categoricamente que a ICAR está retratada nas profecias do Apocalipse, especialmente no que se refere à besta, ou à prostituta (meretriz) ou à Babilônia. Mas se esquecem que a ICAR, queiram ou não admitir, é a Igreja-Mãe do Cristianismo na Terra. A ICAR ainda é a base do Cristianismo na Terra. Se ela cair, todas as demais denominações cristãs cairão, porque não terão moral ou força para se sustentarem, exceto se Deus quiser ajudá-las. Jesus afirmou que “as portas do Inferno não prevalecerão sobre a Igreja”, mas isso ocorrerá se os crentes forem fiéis à sua ordem. Javé também fez promessa semelhante ao seu povo eleito, os hebreus, mas eles não foram fiéis aos mandamentos de Deus. Por isso, aconteceu toda aquela maldição proferida na Lei de Moisés. E com a Igreja dos gentios pode acontecer a mesma coisa. Lembrem-se da “parábola das virgens loucas” e da palavra que Jesus dirá a muitos no último dia: “Nunca vos conheci”. Vide Mateus 7:22,23 e cap. 25.
A questão crucial é a seguinte. Se o Cristo anunciado ao mundo pela ICAR é falso, e se a própria Igreja Católica ou o Papa estão retratados no Apocalipse como vilões, então os protestantes cristãos e evangélicos estão andando no rumo errado, no mesmo barco furado. Por quê? Porque saíram da Igraja-Mãe, e adotaram alguns dos seus dogmas, como a doutrina da trindade, doutrina do suplício eterno; festejam o Natal e guardam o feriado da Semana Santa; e o pior, GUARDAM O DOMINGO, que foi um decreto puramente humano, determinado pelo Imperador de Roma, por imposição do Papa; aceitaram algumas alterações feitas na Bíblia por ordem dos primeiros Papas e do Imperador Constantino. Outro caso é o retrato de Jesus Cristo, bonito, de cabelos longos e de olhos azuis, criado pela ICAR, e que muitas igrejas protestantes e cristãs o adotam nas suas literaturas. As expressões “São Paulo”, “São João”, “São Mateus”, “São João” são de cunho da ICAR, e algumas versões de bíblicas evangélicas mantiveram essas expressões. Ainda hoje se usam essas expressões nas igrejas protestantes. O uso do Calendário Gregoriano, criado pela Papa, também é usado pelos cristãos protestantes, sem que façam nenhum questionamento. Se a Bíblia e a salvação vêm dos Judeus, por que não adotam o Calendário Judaico? Portanto, o mesmo Jesus Cristo anunciado ao mundo pela Igreja Católica também é o Jesus Cristo das igrejas protestantes. Não tem para onde fugir. Como a ICAR pode estar a serviço do Diabo, se o Cristo que ela anuncia é o mesmo Cristo dos crentes protestantes?
Agora vem a parte mais chocante! Se a ICAR e o Papa estão retratados no Apocalipse como vilões, então o Cristo que anunciam ao mundo é falso. E não adianta tentar dizer que o Cristo dos protestantes é diferente, porque é o mesmo da ICAR. Se a primeira ou a segunda besta do capítulo 13 de Apocalipse tem a ver com a ICAR, então o Jesus Cristo que servimos é falso. E só para ter um suspeita, basta ver por que os Judeus rejeitaram os Evangelhos e os escritos paulinos: porque tratam a respeito de um Cristo falso? Que se diz ser Deus também?
Se a ICAR é uma igreja cristã falsa, então o sinal ou marca da besta é o sinal da cruz, ou a marca do Cristo Falso. Daí a idéia da seita Testemunhas de Jeová não aceitar que Jesus Cristo foi crucificado numa CRUZ, mas, sim, numa ESTACA.
Se a ICAR é uma igreja falsa, então os primeiros papas tiveram o cuidado de modificar os livros do Novo Testamento e apagar os originais; depois, alteraram o Livro do Apocalipse, pois que justamente nele se fala do surgimento de uma igreja falsa nos últimos dias, apregoando um cristo falso, que até se assenta no lugar do Cristo Verdadeiro, que ainda está por vir, o Messias esperado pelos judeus. Você acredita nisso que digo, ou não?
Se a ICAR é uma igreja falsa, então o que está escrito em Apocalipse 13:4-7 e Daniel 7:25 está relacionado a ela. Pois, foi o Imperador romano Constantino e o Papa que modificaram a Lei de Deus, trocando a guarda do Santo Sábado do Senhor pelo Domingo (o dia do deus-sol); modificaram, também, a contagem correta dos tempos, criando um novo Calendário, o Calendário Gregoriano, que utilizamos atualmente. Confira:
“Proferirá palavras contra o Altíssimo, e consumirá os santos do Altíssimo; cuidará em mudar os tempos e a Lei; os santos lhe serão entregues na mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo (42 meses ou 3 anos e meio)” (Daniel 7:25).
“E adoraram o Dragão (Lúcifer), porque deu à besta a sua autoridade; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? quem poderá batalhar contra ela? Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias; e deu-se-lhe autoridade para atuar por quarenta e dois meses (3 anos e meio). Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação” (Apoc. 13:4-7).
Então, a perseguição da besta (Apocalipse 13) contra os santos que não aceitassem receber a marca (666) seria a perseguição da ICAR, quando instituiu a Santa Inquisição, no século XV? Sabe-se que milhares de cristãos e judeus foram mortos porque não aceitaram seguir o Cristo da ICAR e receber a sua marca (o sinal da Cruz, feito com a mão direita na testa).
As pragas do Apocalipse (trombetas e taças) seriam a I Guerra Mundial, a crise econômica de 1929, a II Guerra Mundial e o aquecimento global dos dias atuais?
Existe uma frase atribuída ao Papa Leão X – não sei se é verdadeira –, que reza mais ou menos assim: “Que lucro não nos trouxe esta fábula de Cristo!” Ou seja, muito rendia em riquezas à ICAR a história inventada sobre o Jesus Cristo falso.
Dos historiadores do Século I, apenas o judeu Flávio Josefo fez uma pequena menção sobre a existência de um Jesus, o nazareno, mas não de forma convincente.
Uma outra suspeita seria a destruição ou desaparecimento dos escritos originais do Novo Testamento a partir do século III. E isso se deve à ICAR, aos Papas e ao Imperador Constantino. Por que não existe nenhum original dos livros do Novo Testamento? Por que somente quatro Evangelhos foram canonizados? E os demais, por que não foram aceitos? Por que não existe o original do Evangelho de Mateus, que foi escrito em hebraico? Por que os livros do AT foram preservados em hebraico, mas o Evangelho de Mateus não? Por que o Livro do Apocalipse (o último livro da Bíblia) passou cerca de 200 anos para ser aceito no Cânon do Novo Testamento? E por que os judeus rejeitaram os escritos do Novo Testamento? Por que se trata de um Jesus Cristo falso, que sendo um profeta humano, o transformaram em Deus?
Bem… Poderíamos dizer que também não existe nenhum original dos escritos do Antigo Testamento da Bíblia. Só que os escritos do Novo Testamento são muito mais recentes. Como poderiam desaparecer todos os originais?
Não me estenderei muito, porque sei que já estão com paus e pedras nas mãos para me apedrejar. Mas quero que entendam que estou em defesa da fé cristã. Mesmo não sendo católico, estou em defesa da ICAR, porque se ela não está com a verdade do Cristo que prega, o que será de nós e do Cristo que pregamos?
Uma coisa mais sinistra ainda, que quero salientar, é a respeito das alterações feitas no Livro do Apocalipse. E quem o alterou? Seriam, por acaso, os padres da ICAR? Mas, se foi, por qual razão o fizeram? Porque estão a serviço de Satã, apregoando ao mundo um Cristo falso? Acredito que não. Mas vejamos o seguinte.
O Livro do Apocalipse demorou muito tempo pra ser inserido no rol dos livros sagrados do Novo Testamento. Queriam publicar apenas até o capítulo 4, porque achavam que o restante do livro era muito perigoso e tinham que guardar sigilo. Então tiveram a idéia de alterar o livro, ou seja, selar o livro, reescrevendo algumas partes em forma alegórica, para que a revelação não chocasse as pessoas.
Será que o livro que se chama REVELAÇÃO não faz jus ao próprio nome que traz? Se é uma “revelação”, então, não deveria haver nenhuma alegoria, ou parábola, ou simbolismo! Não acham?!
Entenda-me que selar o livro ou cerrar a profecia não significa amarrar e enterrar, pra ser descoberto depois de muito tempo. “Selar” significa escrever a profecia ou o livro usando alegorias, pra que não fique fácil a sua interpretação. Foi isso o que foi dito ao profeta Daniel. (Jesus também falava em parábolas, que é uma outra forma de selar o texto). Mas quanto tempo as profecias do Livro de Daniel ficaram seladas e enterradas? Quatrocentos anos antes de Cristo? Não, o livro estava lá, podia-se ler, mas não se podia interpretar. Só os sábios dos últimos dias é que iriam entender.
“Ele respondeu: Vai-te, Daniel, porque estas palavras estão cerradas e seladas até o tempo do fim” (Daniel 12:9).
E quanto ao Apocalipse? É dada uma ordem a João para não selar as palavras do livro, exceto as palavras proferidas pelos sete trovões. Então, se foi dito para não selar, significa que o Apocalipse foi escrito de forma literal, sem alegorias, porque o tempo estava próximo. Pra quê enigmas, se o tempo estava próximo? Também foi feita uma advertência para que não se alterasse o livro. O castigo para quem o alterasse seriam terríveis maldições e perdas quanto aos benefícios da salvação eterna. Confira:
“Quando os sete trovões acabaram de soar eu já ia escrever, mas ouvi uma voz do céu, que dizia: Sela o que os sete trovões falaram, e não o escrevas (literalmente)” (Apoc. 10:4).
“Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro; porque próximo está o tempo (do fim)” (Apoc. 22:10).
“Eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus lhe acrescentará as pragas que estão escritas neste livro; e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida, e da cidade santa, que estão descritas neste livro” (Apoc. 22:18,19).
Se o Apocalipse foi alterado pelos padres da ICAR, acredito que nem tudo foi alterado. Na verdade, nada foi retirado. Apenas escreveram as partes mais pertinentes de forma alegórica (se é que me entendem), pois no livro se misturam fatos literais com alegóricos, como, por exemplo, a declaração de quem é realmente a Serpente que enganou Eva e Adão, descrito no Livro de Gênesis.
“E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente (o Lúcifer), que se chama o Diabo e Satanás, que engana todo o mundo; foi precipitado na terra, e os seus anjos foram precipitados com ele” (Apoc. 12:9). Isso aqui é declaração aberta, revelada.
Porém, se o propósito de alterar o Apocalipse foi com o fim de esconder a verdade sobre o Cristo Verdadeiro, e apresentar um Cristo Falso (o Anticristo) propagado pela ICAR, então, estamos todos lascados.
Aposto, ainda, na ICAR. Não sou como muitos tolos, que ficam irredutivelmente contra a ICAR. Estes, sim, estão do lado de Lúcifer, pois, ao invés de ajudar a propagar o Cristianismo, ficam tentando derrubar os alicerces da religião. Os tais são uns loucos, que nada sabem. Juntam-se ao inimigo, pra trazer a sua própria destruição.
Se a ICAR (ou o Vaticano) não tivesse criado a sua Sociedade Secreta, a Opus Dei, pra defender os interesses da Igreja, há muito que se tinha acabado o seu poder.
Existem escritores a serviço de Satã, como, por exemplo, o escritor norte-americano Dan Brown (De O Código Da Vinci), que tenta caluniar de todas as formas a Igreja Católica e o poder do Vaticano, e ainda existem uns imbecis que acreditam nas suas estórias. Até mesmo escritores cristãos escrevem estórias semelhantes às de Dan Brown, pra caluniar a ICAR. Estes também estão, inconscientemente, a serviço de Satã. A seita cristã neopentecostal, IURD, também está a serviço de Satã (se consciente ou inconsciente, isso eu não sei). O site “Tempo Final” (e outros semelhantes), também é outro exemplo de quem está ao lado de Lúcifer. Confira: (AINDA IREI COLOCAR O SITE CORRETO).
Não sou totalmente a favor da ICAR e dos seus dogmas, mas em se tratando de sustentação do Cristianismo tenho que defendê-la.
Já li muita literatura que fala contra a ICAR, mas como sempre, não possuem provas cabais.
Sei que a ICAR cometeu muitas atrocidades em nome de Deus e do Evangelho durante a História, mas acredito que muitas delas foram com o obejtivo de preservar a crença no verdadeiro Deus e manter forte o Cristianismo.
E você, de que lado está? Estás tentando sustentar as bases ou estás tentando derrubá-las? Tentas destruir as bases e verás que a velha casa pode cair sobre ti mesmo, e você ficará nu e envergonhado!
Quem tem ouvidos, ouça!!!
Por: Miquels – 12/07/2009
FIM.
RESPOSTA AO ESTUDO DE UM TEÓLOGO SOBRE INFERNO E CONDENAÇÃO
RESPOSTA AO ESTUDO DE UM TEÓLOGO SOBRE INFERNO E CONDENAÇÃO
Visitando este site, deparei-me com este comentário lastimável sobre inferno e condenação eterna dos pecadores, e fiquei bastante chocado e revoltado com tanta falta de juízo, coerência, respeito pela criatura humana e amor de Deus no coração de certas pessoas que se dizem cristãs.
Vejo muita meninice dos teólogos evangélicos nestes tipos de comentários. E ainda usam recursos de apologética para enganar os fiéis com palavras persuasivas, palavras ludibriosas, cheias de veneno.
Eu não sei como uma criatura humana, que diz ter o amor de Deus no coração, pode ter peito de aço, insensibilidade no coração e na alma para comentar com tamanha frieza um assunto dessa natureza! Como alguém pode ter coragem de servir a um Deus, ao qual ele insinua ser carrasco, cruel, assassino frio e insensível, que não julga com justiça suas criaturas infiéis, mas joga todos num lago de fogo, de igual forma, sem fazer distinção de pecado e gravidade de pecado, condenando a uma pena eterna, que nunca poderá ser paga?
Nem mesmo os seres humanos, criaturas inferiores a Deus e aos anjos, são tão insensíveis e irresponsáveis de condenar alguém a uma pena eterna e ainda com sofrimento físico.
Será que a criatura humana sabe ser mais justa do que o Criador? Os humanos não julgam os seus criminosos de acordo com a gravidade do crime? Não existem os direitos humanos para os condenados, que mesmo presos na penitenciária não podem sofrer maus tratos?
Meu irmão que fez este infeliz comentário, da forma que foi exposto este assunto, você está defendendo um Deus terrivelmente cruel, insensível e carrasco. E ainda quer servir a Ele? Veja quão insensatas são as suas palavras! Você está cometendo um grande crime diante de Deus. Você está colocando atributos terríveis em Deus. Como você pode falar dessa maneira da justiça de um Deus que você, em outros comentários, o chama de bondoso, amoroso, justo, compassivo, misericordioso?
Será que você não enxerga que tipo de Deus você está mostrando com suas palavras? Coloque-se em lugar de Deus! Será que você queria que alguém falasse de você assim?
Existem teólogos bem mais informados sobre este assunto, mas não sei porque permitem que uma pessoa coloque na Internet um comentário dessa natureza, comentário frio e calculista.
Quando tratamos de um assunto dessa natureza, jamais devemos ser parciais. Temos que considerar todos os pontos que podem se tornar contraditórios.
Para comentar este assunto da maneira que foi comentado, só não tendo o amor de Deus no coração. Jesus, que é Deus, ao morrer, foi até o inferno e lá pregou uma mensagem de esperança aos espíritos em prisão. E sei que você conhece essa passagem bíblica, por isso não cito a referência.
Para comentar este assunto, primeiramente devia-se fazer distinção entre INFERNO e LAGO DE FOGO. Inferno é um lugar transitório, para onde vão os espíritos dos pecadores, tanto daqueles que nunca ouviram falar de Jesus e daqueles que rejeitaram Jesus. No livro de Apocalipse está escrito que, após o juízo final ou julgamento do grande trono branco, o INFERNO será jogado no lago de fogo. Isto é, cessará todo o sofrimento, pois tudo o que é mal será exterminado. O lago de fogo é um local comparável ao nosso Sol, e nada subsiste no Sol. Este local será o lugar de extermínio do corpo, da alma e do espírito, isto é, a “segunda morte”. Mas você não crê que o espírito possa se extinguir com o fogo do Sol? Entenda-me. Um corpo estelar pode se extinguir, uma estrela pode morrer, e quando isso acontece, tudo que estava presente neste corpo estelar também se extingue. Os cientistas dizem que quando uma estrela morre, em seu lugar fica apenas um vácuo ou vazio, chamado de “buraco negro”. Todo o calor, toda a energia, toda a matéria são dissipadas ou extinguidas para sempre. Em outras palavras, a matéria que Deus criou pode se extinguir. Da mesma forma, o espírito que Deus criou também pode se extinguir. De outra forma, Deus não seria onipotente. Não satisfeito você ainda vai retrucar, afirmando que “espírito” não pode ser afetado (danado) por fogo físico. Realmente, o espírito da criatura humana não pode ser afetado pelo fogo físico. Mas, eu lhe pergunto: Para que servirá a ressurreição do último dia? Será que servirá apenas para Deus ter o prazer de ver os corpos dos pecadores ardendo no lago de fogo? Quantas bobagens desses teóloguinhos! Como já disse, não só a matéria física será aniquilada junto com a extinção do Sol, mas até os espíritos que estiverem presentes nele serão aniquilados. De outra forma, como Deus pode criar um espírito e, depois, não tem poder para se desfazer daquilo que criou?
Alguém disse: “O que é perfeito não pode criar o imperfeito; se Deus é perfeito, porque criou coisas imperfeitas, coisas que se corrompem?” Eh, mas Deus não é burro, não. Como Deus vai criar uma coisa perfeita ou imortal para depois essa coisa se voltar contra o seu próprio criador e destruí-lo? Esse pensamento não tem cabimento. Deus criou um ser quase perfeito, conhecido atualmente como Lúcifer, e você sabe no que deu. Isso significa que Deus só cria coisas que possam ser destruídas, caso algo dê errado.
Alguns teólogos ingênuos dizem que a alma é eterna e não pode morrer, porque cada espírito é uma parte da essência de Deus. Mas, onde está este ensinamento na Bíblia? Antes, os teólogos haviam dito que só Deus era e é eterno. Que contradição maluca é essa? Outros ainda afirmam que os anjos foram criados, portanto não eram eternos; mas agora os anjos criados são eternos e não podem mais morrer. Ora, na Bíblia não existe este ensinamento. Se Deus criou os espíritos dos seres existentes, por que não pode destruir ou desfazer aquilo que criou? Se Deus não pode desfazer aquilo que fez, então ele não é onipotente coisa nenhuma. Portanto, se é assim que defendem os teólogos, eles estão em tamanha contradição!
Antes de falar sobre sofrimento no INFERNO, teria que dizer onde ele está localizado; se ele é físico ou espiritual. Teria que dizer que tipo de fogo é o que arde no INFERNO, e se as pessoas que vão para lá possuem um corpo físico ou espiritual.
Como um fogo físico pode queimar um espírito? No livro do profeta Isaías não está escrito que o fogo espiritual purifica, ao invés de danar?
Agora, responda-me uma coisa: O seu pastor ou teólogo que lhe ensinou essas barbaridades sobre o Inferno lhe explicou “por que os mortos precisam ressuscitar?” No livro de Hebreus não diz que após a morte, segue-se o juízo? Então, porque tanto salvos como pecadores precisam ressuscitar? Será que esse Deus que você tacha de cruel, insensível, injusto, não tem poder de dar um corpo espiritual novo para os salvos? Então, por que Ele precisa ressuscitar o velho corpo carnal? Não seria porque o espírito humano não permanece consciente após a morte, conforme ensinam os Adventistas do Sétimo Dia?
Então, por que Deus terá que fazer dois trabalhos ressuscitando o velho corpo humano? Não se ensina nas igrejas que o crente que morreu já está na glória, com Cristo, e os pecadores no Inferno, num tormento eterno, sem chances de salvação? Então, por que os crentes que morreram salvos precisam ressuscitar, meu caro? Você tem que explicar isso.
Explique que tipo de corpo os pecadores no inferno possuem e se o fogo de lá é físico ou espiritual. E se for fogo físico, como ele pode queimar um espírito? E se for espiritual, como a pecador sofre dano, se o fogo espiritual purifica?
E para concluir, responda para os seus leitores ingênuos se você acredita que Deus é o onisciente. E se você acredita que Deus é onisciente, por que você acha que Deus (que sabe tudo) ficará eternamente insensível a milhões de pecadores gritando eternamente aos seus ouvidos num lado de fogo? Que tipo de Deus é esse?
Será que, de um lado, Deus ficará eternamente se banqueteando com os salvos e terá o prazer de ver do outro lado os pecadores sofrendo um tormento eterno? E por favor, explique melhor para os seus leitores o que quer dizer “segunda morte”. E não venha com bobagens apologéticas, afirmando que segunda morte é a eterna separação de Deus. Que coisa no Universo pode ficar oculto aos olhos de Deus? Se Deus vai condenar milhões de almas vivas eternamente no lago de fogo, Ele estará fazendo justiça a quem? A Ele mesmo? Se for a Ele mesmo, que culpa temos de Ele ter nos criados? Que mal tão grande uma simples criatura humana pode cometer a ponto de sofrer uma punição que nunca poderá pagar? Isso é justiça? Onde estão os teólogos evangélicos competentes para defender, pois o que vemos são as mesmas baboseiras de sempre?!
Você sabe que na Bíblia está escrito que Deus quer que todos se salvem e tenham o pleno conhecimento da verdade. Mas, como pode ser isso, se milhares de pessoas partem para a eternidade todos os dias sem nunca ter ouvido falar de Jesus?! Será que essas pessoas não terão nenhuma chance de se salvar? Como você pode ter a insensatez de afirmar que todas essas pessoas que não aceitaram Jesus já estão condenadas? E se elas morreram sem ouvir a mensagem de Cristo, quem é o culpado? Não são os atalaias ou discípulos de Cristo? Não é você o culpado? Se Jesus disse “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura”, então, se alguém morre sem ser evangelizado, quem é o culpado? E no livro de Ezequiel não está escrito que Deus vai requerer do atalaia indolente o sangue daqueles que morreram sem ter ouvido o Evangelho? Será que este “requerer o sangue” será apenas uma advertência verbal? Será que você também não corre o risco de ser condenado eternamente no lago de fogo se não pregou a palavra a alguém da sua cidade, que estava perto de você, e morreu sem salvação?
Por favor, retire este comentário horrível sobre o inferno e condenação, ou então procure explicar melhor as coisas. Procure dar esperança até para aqueles que morreram sem Cristo, pois, se você não dá esperança, subentende-se que você é um egoísta, e pensa que o Céu só pode pertencer a alguns. A maioria dos cristãos evangélicos tem um pensamento tão cruel que nem mesmo se importam se alguns dos seus familiares forem lançados no lago de fogo. São piores do que os seqüestradores e traficantes, que não têm nenhuma pena ou remorso por suas vitimas. Se pensam assim dos seus próprios familiares, imagina se eles se importam com os outros pecadores! São completamente egoístas.
Por exemplo, antes do descobrimento do Brasil, quem veio pregar o Evangelho para os índios? Será que os índios que morreram ser nunca saber que Jesus existia vão ser todos condenados igualmente no lago de fogo?
Se você entende bem de justiça divina, então me responda como Deus vai proceder com o caso de um jovem bondoso, educado e estudioso, de 15 anos de idade, de família não-cristã, que morreu na flor da idade, sem ter cometido pecados graves, e sem ter ouvido a mensagem do Evangelho. Você acha que esse jovem está condenado? Você acha que ele será jogado no inferno indiscriminadamente, juntamente com os grandes pecadores? Você acha que ele será lançado no lago de fogo para sofrer uma punição eterna juntamente com os outros que cometeram terríveis delitos? Ou você acha que ele terá que cumprir uma pena no Inferno (lugar transitório) e, depois, ser julgado no dia do juízo final e ter uma chance de salvação?
Eu espero que, depois de lido esta resposta ao seu comentário, você passe dias e dias com dor na consciência. E passe a ensinar que Deus é um Deus de bondade, justiça e amor, e misericordioso, e não um Deus cruel e vingativo, como foi comentado. E não se esqueça que se você se diz ser um ATALAIA de Cristo, lembre-se que ele vai requerer o sangue de todos os pecadores que morreram ser ouvir falar de Jesus, e que estavam ao seu alcance.
Sei que você irá retrucar os meus comentários, afirmando que o que você comentou sobre este assunto está de acordo com o que diz a Bíblia. Mas, por favor, entenda que nós não podemos comentar as coisas somente por um lado. Não devemos aceitar eternamente uma doutrinação que recebemos na Igreja, sem questioná-la. O mal dos teólogos é que eles costumam defender o ponto de vista doutrinário de suas denominações evangélicas, custe o que custar. Mas, isso é burrice, pois a verdade da Bíblia pode ainda ser revelada pelo Espírito Santo. Cada seita cristã ou evangélica tem suas ditas revelações e “interpretações” concebidas como corretas e inspiradas pelo Espírito Santo. Se isso é correto, então existem muitas verdades na Bíblia e cada um pode escolher a sua.
Quando comentamos sobre Inferno e condenação, devemos ter em mente os atributos de Deus, como justiça, misericórdia, amor, onisciência, etc. Se mal sabemos conceituar justiça humana, como vamos conceituar justiça divina? Se os homens sabem julgar e fazer justiça com coerência, será que Deus não sabe julgar bem melhor que as suas criaturas?
Perdoe-me por ter respondido com grosseria. Mas, todos precisam conhecer a verdade verdadeira e não mentiras descabidas.
Chega de tantas mentiras, ingenuidades, falta de conhecimento desses teólogos “papagaios”, que só ficam repetindo o que os outros falam.
Que Deus possa nos iluminar e nos mostrar as verdades das coisas nestes últimos dias. Amém.
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Por Miquels - Manaus, 18 de agosto de 2008.
A INTERMINÁVEL LUTA ENTRE AS FORÇAS DO BEM E DO MAL
ENTRE JESUS E LÚCIFER
[ACRESC. NUMER. LÚCIFER - EM 18/07/2008]
(Daqui a alguns dias este post será atualizado; farei revelações assustadoras dos ocultistas e falarei, também, sobre o “segredo dos segredos”. Mas, por favor, quem estiver interessado neste assunto, copie o conteúdo deste post, imprima-o e, se possível, produza um texto melhor do que este, tomando as idéias que foram aqui reveladas)
Segundo alguns pesquisadores anticristãos, o nome “JESUS” tem o valor numérico de 666.
O objetivo deste texto é alertar os estudantes de numerologia bíblica, a fim de que façam a diferença entre o Joio e o Trigo, entre Jesus e Lúcifer, entre o que deve ficar na frente e o que deve ficar atrás, mas que teima em querer se colocar na frente.
Fico decepcionado com líderes cristãos, evangélicos, teólogos e pastores que não dão valor ao estudo da numerologia hebraica e da Kabalah, e se esquecem que foram pessoas humanas que dividiram a Bíblia em capítulos e versículos, e que, inclusive, muitos nomes na Bíblia foram criados ou traduzidos de forma errada (ou proposital), como, por exemplo, o nome “LÚCIFER”, que foi criado por São Jerônimo, no século V. Deviam saber que o nome sagrado de Deus, YHVH ou Javé, não deveria ter sido traduzido como SENHOR, pois é um nome próprio. O nome JESUS significa SALVADOR, mas apesar disso, os tradutores do Novo Testamento não o traduziram literalmente; apenas modificaram a sua forma hebraica, YESHUA ou YEHOSHUA. Mas não sei qual foi o critério que utilizaram para que a forma inglesa e portuguesa do nome do Filho de Deus fosse “JESUS”. Outro nome hebraico que muitos incautos gostam de usar é SHEKNÁH, que na verdade é uma forma feminina dos muitos nomes atribuídos à divindade.
Brincando com numerologia, utilizando valores numéricos para as letras do nosso alfabeto, chegamos a conclusões que causam espanto com relação aos valores numéricos de certos nomes bíblicos.
A=1, B=2, C=3, D=4, e assim por diante. Então, vamos empregar o fator 9 para o valor numérico de cada letra do nome JESUS.
|
A |
B |
C |
D |
E |
F |
G |
H |
I |
J |
|
1 |
2 |
3 |
4 |
5 |
6 |
7 |
8 |
9 |
10 |
|
6 |
12 |
18 |
24 |
30 |
36 |
42 |
48 |
54 |
60 |
|
K |
L |
M |
N |
O |
P |
Q |
R |
S |
T |
|
11 |
12 |
13 |
14 |
15 |
16 |
17 |
18 |
19 |
20 |
|
66 |
72 |
78 |
84 |
90 |
96 |
102 |
108 |
114 |
120 |
|
U |
V |
W |
X |
Y |
Z |
|
|
|
|
|
21 |
22 |
23 |
24 |
25 |
26 |
|
|
|
|
|
126 |
132 |
138 |
144 |
150 |
156 |
|
|
|
|
J = 10 x 9 = 90
E = 5×9 = 45
S = 19×9 = 171
U = 21×9 = 189
S = 19×9 = 171
O resultado total é = 666.
O mesmo resultado ocorre com o nome MESSIAH (Messias). Veja:
M = 13×9 = 117
E = 5×9 = 45
S = 19×9 = 171
S = 19×9 = 171
I = 9×9 = 81
A = 1×9 = 9
H = 8×9 = 72
Total = 666
Já ouvi e li a respeito de pessoas que falaram muitas blasfêmias contra Jesus, mas esses cálculos, acima, deixaram-me bastante preocupado. Acho que os líderes evangélicos que lerem esse artigo, ou outro sobre este mesmo assunto, devem dar satisfação ou melhores explicações ao povo cristão. Eu acho que esses cálculos matemáticos não são meras coincidências. Será que não existe algo proposital em tudo isso?
Se usássemos o nome de Jesus na sua forma original, hebraica, não passaríamos por esse constrangimento. Em hebraico o nome de Jesus é YESHUA. Da mesma forma, o nome de Deus-Pai deveria ser escrito JAVÉ ou YHVH e não JEOVÁ ou SENHOR.
Agora, tenho que me virar para dar explicações sobre o por que do valor numérico dos nomes JESUS e LÚCIFER ser 666. Espero que este texto possa ajudar a elucidar a questão, porque os inimigos de Cristo estão procurando de todas as formas encontrar uma vítima para o 666. E, devido a enxurradas de comentários inescrupulosos que estão sendo divulgados na Internet, muitos crentes neófitos e fracos acabarão apostatando da fé se não receberem uma explicação plausível.
Para você ficar mais boquiaberto, veja por que foi empregado o fator 9 para realizar a multiplicação.
O valor numérico normal do nome JESUS, no nosso alfabeto, é 74. Mas, nos números da Kabalah o nome JESUS tem o valor secreto de 444.
|
J |
E |
S |
U |
S |
SOMA |
|
60 |
30 |
114 |
126 |
114 |
444 |
|
10 |
5 |
19 |
21 |
19 |
74 |
Porém, o fator 9 foi usado por causa da divisão do 666 por 74. E 74 é 37+37, um número de valor essencial na numerologia bíblica e na Kabalah.
Veja: 666 / 74 = 9
Fazendo o inverso, multiplicamos 9 pelo valor do nome “Jesus”, e obtemos 666.
Nessa brincadeira, verificamos que o nome de LÚCIFER também dá o valor numérico secreto de 444. Mas, no nosso alfabeto também dá 74.
|
L |
U |
C |
I |
F |
E |
R |
SOMA |
|
72 |
126 |
18 |
54 |
36 |
30 |
108 |
444 |
|
12 |
21 |
3 |
9 |
6 |
5 |
18 |
74 |
U = 21×9 =189
C = 3×9 = 27
I = 9×9 = 81
F = 6×9 = 54
E = 5×9 = 45
R = 18×9 = 162
“Como caíste do céu, ó estrela da manhã (SOL-6-36), filha da alva! Como foste lançado por terra tu que prostravas as nações!” (Isaías 14:12).
“Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã (VÊNUS-7-49)” (Apoc. 22:16b).
Mas, não há muita complicação em separar o joio do trigo. Existe dualidade entre as forças espirituais. Uma luta em favor da harmonia e da paz; e outra tenta desequilibrar todas as coisas. E essa força que tenta desequilibrar, desunir todas as coisas é a de Lúcifer, pois ele se tornou o inimigo de seu Pai, o Deus Todo-Poderoso, Criador. Na Bíblia está repleto de fatos que evidenciam a dualidade dessas forças. Caim e Abel são alegorias de Lúcifer e Jesus. Caim pecou, matando seu irmão. Porém, Deus não o prendeu e nem o puniu; apenas o expulsou da região onde se encontrava (CÉU) e recebeu uma marca (666). Abel tipifica Jesus, que foi morto pela humanidade. Na parábola do filho pródigo vemos o mesmo fato. O pai (DEUS), tinha dois filhos (JESUS e LÚCIFER); o mais novo pediu a parte da herança que lhe cabia (A TERÇA PARTE DOS ANJOS E DOS MUNDOS CRIADOS – Apoc.12) e saiu a vagar pelos mundos inferiores. A única diferença entre o filho pródigo da parábola e o filho pródigo de Deus é que o filho pródigo da parábola retornou à casa do pai, mas o filho pródigo de Deus (Lúcifer) não retornou à casa do Pai. E, em razão de Deus tê-lo expulsado definitivamente do Céu, ele procura sempre se opor a Deus e as suas obras, suas criaturas e seus planos.
Se Lúcifer detém direito sobre um terço da criação, Deus-Pai e Jesus detêm dois terços.
1 / 3 = 0,333
2 / 3 = 0,666
Repare que as pragas do Apocalipse caem sobre a terça parte da criação, que pertence a Lúcifer.
Lúcifer é usurpador, e não se contenta com a sua parte da herança. Ele se apoderou dos reinos deste mundo. Veja o que diz Mateus 4:8-9. (444=Lúcifer, 888=Jesus).
“Novamente o Diabo o levou a um monte muito alto, e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles, e disse-lhe: Tudo isto te darei, se, prostrado, me adorares”.
Veja mais na frente a ilustração do Hexaedro ou Cubo, que representa a dualidade entre as duas forças (do bem e do mal) neste mundo físico, de três dimensões.
Na Kabalah hebraica, o valor numérico de Satanás (Lúcifer) é 13. E 1+3 dá 4. Todos os números que se referem ao mal são múltiplos de 13. Todos os números múltiplos de 13 são reverenciados pelos Teósofos, pois eles defendem Satã com unhas e dentes.
Para os teólogos ingênuos, essa dualidade de forças opostas passa despercebida e eles acham que é fácil ficar falando de Lúcifer sem conhecer o seu poder de atuação neste mundo. Assim como Deus tem sete querubins príncipes (os sete olhos ou espíritos, incluindo-se Miguel) que atuam nos sete continentes da Terra, também Lúcifer possui sete anjos-príncipes poderosíssimos, que atuam sob seu comando aqui na Terra.
Para que você compreenda mais este mistério, veja o que Cristo fala no Apocalipse.
“Eu sou o que vivo. Fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre! E tenho as chaves da morte e do Inferno (Hades)” (Apoc. 1:18).
“E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na Terra” (Mateus 28:18).
Quando Jesus afirma que agora Ele detém as “chaves da morte e do Inferno”, significa que quem detinha o poder e autoridade sobre a morte e a alma dos mortos no Inferno era Lúcifer. Inferno significa “mundos inferiores” ou céus inferiores. Mas, significa também “Mansão dos Mortos”, que fica localizada nas profundezas da Terra.
Deus outorgou a Jesus todo o poder nos céus, na Terra e no Inferno. Em outras palavras, o comandante do Inferno agora é Jesus. Não é um paradoxo isso? Daí a razão de os valores numéricos dos nomes de Lúcifer e de Jesus serem iguais. Mas isso não significa que um é igual ao outro; na verdade, um é totalmente oposto ao outro. Um é a Verdade; ou outro é a Falsidade. Um dia, porém, Jesus prevalecerá contra o mal e Satanás será destruído. Sabemos que o mal não prevalece totalmente neste mundo por que há um que o detém; e este mundo não se torna mais caótico do que está por causa da presença do Sal da Terra (Mat. 5:13), que são os justos ou santos. A presença dos anjos, príncipes de Deus, e a presença de Jesus, de forma invisível, impede que Satanás impere completamente neste mundo. E, se o MAL pode dominar tudo, por que o BEM não poderia?
Brevemente Jesus tomará as rédeas deste mundo para sempre e reinará com os santos anjos e sua Igreja nesta Terra. Porém, passados os mil anos do reino, e depois que Jesus completar toda a obra de redenção do homem, e depois de derrotar todos os seus inimigos, e que Satanás for lançado no Lago de Fogo, para destruição eterna, então Jesus entregará todo o domínio ao Deus-Pai, para que Ele seja tudo em todos. Jesus também terá um novo nome, que somente Ele sabe. O nome “Jesus” significa “salvador”. Então, depois que toda a obra da redenção for cumprida, o título de “salvador” já não terá importância. Por isso Jesus receberá um novo nome: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES (?).
“E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o próprio Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos” (I Cor. 15:28).
“A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, donde jamais sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, da parte do meu Deus, e também o meu novo nome” (Apoc. 3:12).
“E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava montado nele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga a peleja com justiça. Os seus olhos eram como chama de fogo; sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito que ninguém sabia, senão Ele mesmo” (Apoc. 19:11-13).
Segundo o mestre hindu, Kabir, na sua obra Anurag Sagar, Kal ou Lúcifer era a divindade que criava (pois ele era o gerador da vida, era a fonte de LUZ) e tomava conta dos mundos inferiores. Só lembrando, na Bíblia há referência sobre o 3º Céu e o céus dos céus, que é o 7º Céu. O trono de Deus está acima de todos os céus. Então Lúcifer tomava conta das criaturas dos mundos inferiores (ou céus inferiores). A Bíblia diz que ele era o Regente da Criação. Ele foi denominado também de Sinete da Perfeição. Mas, houve um tempo em que ele se orgulhou demais, passou a oprimir as criaturas nos mundos inferiores e isso não agradou ao Senhor dos Espíritos (Apoc. 22:6). Satanás também quis modificar algumas coisas no Céu, começou a dar palpites, passou a se rebelar. E foi essa a razão de sua expulsão do Céu. A história de Caim e Abel, no Gênesis, tipifica bem as pessoas de Lúcifer e Jesus. A narrativa bíblica diz que Deus não se agradou da oferta de Caim (sacrifício, oferenda), apesar d’ele ter oferecido o melhor de sua plantação. Mas, a questão não era simplesmente oferecer as primícias, ou o melhor dos frutos da terra. A questão era o tipo de sacrifício que deveria ser feito. Deus havia instruído Adão e seus filhos a oferecer sacrifícios (ofertas) de um animal (cordeiro), mas Caim não quis obedecer à instrução de Deus e ofereceu os frutos da sua plantação. E essa foi a causa de Deus ter rejeitado a oferta de Caim. Caim não quis se sujeitar a trocar com seu irmão Abel os frutos de sua plantação com um cordeiro, para que pudesse sacrificar ao Senhor. Da mesma forma, vemos muitos “Cains” nas igrejas, modificando as coisas santas que foram determinadas por Deus desde o princípio. Esses serão banidos também da presença do Senhor. A oferta de sacrifício tinha que ser um animal, um cordeiro, porque simbolizava o “Cordeiro de Deus” que no futuro ia se sacrificar em favor de todos nós.
No livro do profeta Ezequiel há uma profecia sobre o rei de Tiro e, nela, Tiro representa a pessoa de Lúcifer de forma alegórica. Veja:
“Filho do homem, levanta uma lamentação sobre o rei de Tiro, e dize-te: Assim diz o Senhor Deus: Tu (Lúcifer) eras o selo (sinete) da perfeição, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. Estiveste no Éden, jardim de Deus (eras a Serpente); cobrias-te de toda pedra preciosa: a cornalina, o topázio, o ônix, a crisólita, o berilo, o jaspe, a safira, a granada, a esmeralda e o ouro. Em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. Eu te coloquei com o querubim da guarda (eras o Regente da criação); estiveste sobre o monte santo de Deus (Céu, trono de Deus); andaste no meio das pedras afogueadas (na Cidade Santa). Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que em ti se achou iniqüidade. Pela abundância do teu comércio o teu coração se encheu de violência, e pecaste; pelo que te lancei, profanado, fora do monte de Deus, e o querubim da guarda (Miguel) te expulsou do meio das pedras afogueadas. Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei; diante dos reis te pus, para que te contemplem” (Ezeq. 28:12-17).
Lúcifer significa o “Portador da Luz”. Muita gente tola entende a expressão LUZ DIVINA como claridade, simplesmente; e outros entendem como LUZ espiritual que ilumina o nosso ser. Existem até crentes mentecaptos, por aí, tomando “banho de luz” artificial nas sessões de Magia Branca ou simpatias (Teurgia) que algumas igrejas andam praticando. Tudo isso não passa de Magia Branca, difundida pelos Teósofos.
Porém, LUZ DIVINA significa SABEDORIA, CONHECIMENTO OU VIDA. Quando dizemos que somos iluminados pelo Espírito Santo, estamos dizendo que temos a sabedoria ou conhecimento vindo da parte de Deus. Quem tem a Luz, que é Cristo, tem a vida, tem o conhecimento. Ou seja, quem tem conhecimento ou sabedoria vinda do alto, não anda na ignorância, não é enganado. Agora é Cristo o Verdadeiro Portador da Luz, ou seja, Cristo é o portador de toda a verdade, de todo o conhecimento e de toda a vida. O derramamento do Espírito Santo ou batismo com o Espírito é outra ação específica na vida do crente.
Sabemos, contudo, que Lúcifer ainda é um ser poderosíssimo e, como diz Gênesis 3, ele é a criatura mais inteligente que Deus criou (simbolizado pela serpente do Jardim do Éden). Quando Deus-Pai o expulsou do Céu, todos os seus direitos como regente foram outorgados a Cristo. E esta é a razão de ele sempre se opor a Cristo. Ele se tornou um filho pródigo, usurpador das coisas pertencentes ao seu Pai e seu Irmão. Quando Lúcifer saiu do Céu, ele recebeu como herança a terça parte dos anjos e domínio sobre um terço de toda a criação. Deus-Pai e Jesus detêm direito sobre dois terços de toda a criação. Satanás era filho de Deus. Ele recebeu a herança legitimamente. O problema é que ele não se contenta com o que recebeu. Lembremo-nos da parábola do filho pródigo, de Lucas 15.
Agora, entenda porque Satanás enganou Adão e Eva no paraíso.
Como Deus havia criado um ser inteligente demais para reger a sua criação, mas esse ser se orgulhou demais, e quis ser igual a Deus, então Deus o destituiu e criou novamente as coisas através de seu Filho Jesus, e criou também o homem para ser o novo regente ou mordomo dessa criação, que foi o nosso planeta Terra. Para que não acontecesse o que aconteceu com Lúcifer, Deus criou o homem com uma mente inferior à dos anjos, a fim de que o homem não se tornasse uma ameaça à soberania de Deus. Porém, Lúcifer, sabendo disso, dirigiu-se ao paraíso a fim de enganar Adão e Eva. Na verdade, Lúcifer transmitiu conhecimento ao homem, que Deus havia proibido que não lhe fosse transmitido. Como bem disse Jesus, Satanás é o Pai da Mentira. Porém, em Gênesis 3:22 o próprio Deus-Jeová confirma que Satanás falou alguma verdade a Adão e Eva no paraíso. Deus viu, então, que o homem (imperfeito como é) passou a ser uma ameaça. Por essa razão, teve que tirar a Árvore da Vida do meio do jardim, a fim de que o homem não vivesse eternamente. Na verdade, essa bendita Árvore da Vida é uma espécie de “Fonte de Poder” que faz com que corpos mortais possam viver eternamente. E esse segredo só Deus conhece. Mas Lúcifer também conhece. Só que ele não detém esse poder; caso contrário, já teria ensinado ao homem como obter a vida eterna através do conhecimento científico. Explicando melhor, podemos comparar o segredo da vida eterna com o segredo da fabricação da bomba atômica. Muitos terroristas, cientistas, etc, sabem do que é feito a bomba nuclear; alguns possuem até o urânio, o plutônio, o hidrogênio, mas nã possuem a fórmula secreta. Assim acontece com o segredo da vida eterna para os corpos físicos e mortais: só Deus sabe.
Por causa do conhecimento indevido que Lúcifer transmitiu ao homem, hoje o homem está preste a por fim a toda a raça humana através do conhecimento da energia nuclear. Com essas manipulações que os cientistas andam fazendo com enriquecimento de substância altamente radiativas, qualquer dia desses eles vão provocar uma reação em cadeia de explosões nucleares, que poderá destruir todo o planeta. Deus, pela sua pré-ciência, já sabia que mais cedo ou mais tarde o homem provocaria a destruição de sua própria espécie e de todo o planeta. Não foi por prepotência que Ele proibiu Lúcifer de transmitir conhecimento ao homem, mas porque o homem é um ser limitado, imperfeito, incapacitado de governar alguma coisa no Universo, e também, por causa de seu egoísmo e sede de poder. E foi essa a razão que Deus criou novamente o nosso mundo físico no sistema setenário e ordenou a existência de todas as coisas em ciclos, e ainda determinou os tempos exatos para que tudo se cumpra. Determinou, também, a lei do 666, até que muitos humanos sejam aperfeiçoados e possam repovoar o Novo Planeta Terra que será restaurado (Apoc. 20 e 21).
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Na religião e na Lei Mosaica, dada aos hebreus (judeus), não há nada de errado e não há nada que impeça o homem de se aperfeiçoar. O problema é que os judeus foram o povo escolhido por Jeová, a fim de fazer o seu nome conhecido em toda a Terra, mas eles foram tremendamente rebeldes e não foram capazes de realizar o plano de Deus para a restauração do homem. A religião judaica e os princípios da Lei de Deus não conseguiram atingir a todos os povos. Então Deus teve que mandar o seu Filho Unigênito vir ao mundo para morrer pela humanidade, a fim de complementar a obra de aperfeiçoamento e salvação de forma mais abrangente, que não estava surtindo efeito somente através do Judaísmo.
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No ocultismo, o número 11 é considerado imperfeito e prejudicial. E 33 é o número sagrado das Sociedades Secretas (3×11=33). Também 13 é o número da Fênix, a ave que renasce de suas próprias cinzas. 13 é o número da rebelião. A maioria dos nomes e títulos dados a Lúcifer tem valor numérico um múltiplo de 13.
O SURGIMENTO DA SEGUNDA BESTA DO APOCALIPSE: OS EUA
Em 01/05/1776, Adam Weishaupt formou os Mestres dos Illuminati, e ele escolheu essa data por causa do poder do seu valor numérico: 1+7+7+6 = 21. Repare que, dois meses depois, ocorreu a proclamação da independência dos EUA, exatamente no dia 04/07/1776. Os algarismos 4 e 7 somados dão 11. Veja mais na frente que o número 1776 é a soma de dois números inversos extraídos do quadrado esotérico de 9 casas.
Já foi concluído que a nação dos Estados Unidos da América é a Segunda Besta (falso profeta) descrita em Apocalipse 13. Parece que os eruditos que dividiram a Bíblia em capítulos sabiam perfeitamente o significado de todos os números. Talvez seja essa a razão de terem enumerado com 13 o capítulo que trata da ação de Satanás neste mundo. E justamente no versículo 18 (6+6+6) encontra-se descrito o número da Besta.
Entenda que a nação dos Estados Unidos da América foi criada e planejada pelos ocultistas das Sociedades Secretas (Maçonaria e Os Illuminati), e muitos símbolos americanos evidenciam o número 13. A capital dos EUA, Whashingon, foi toda planejada com símbolos maçônicos, não somente os símbolos oficiais (como o “olho da pirâmide” na nota de 1 dólar), mas também os prédios públicos e as ruas estão cheios de símbolos maçônicos.
Albert Pike, grande líder maçônico de 33º, já em 1870 previa que era necessário ocorrer três Guerras Mundiais para que fosse implantado o reino do Anticristo. Todo maçom de 33º é um Anticristo com A maiúsculo. Eles são declaradamente adoradores de Satã e tornam-se seus Generais aqui na Terra.
O nome UNITED STATES OF AMERICA tem 21 letras.
|
U |
N |
I |
T |
E |
D |
S |
T |
A |
T |
E |
S |
O |
F |
A |
M |
E |
R |
I |
C |
A |
SOMA |
|
21 |
14 |
9 |
20 |
5 |
4 |
19 |
20 |
1 |
20 |
5 |
19 |
15 |
6 |
1 |
13 |
5 |
18 |
9 |
3 |
1 |
228 |
|
126 |
84 |
54 |
120 |
30 |
24 |
114 |
120 |
6 |
120 |
30 |
114 |
90 |
36 |
6 |
78 |
30 |
108 |
54 |
18 |
6 |
1368 |
Na ordem temos: 1, 3, 4, 5, 6, 9, 13, 14, 15, 18, 19, 20 e 21 (treze números). Os números que não aparecem de forma literal são: 2, 7, 8, 12, 16, 17.
A soma dos algarismos 1368 dá 18. E 18 é a soma de 6+6+6. A soma 1332+36 dá 1368. A soma de 228+1368 = 1596. E soma dos algarismos de 1596 dá 21.
É importante observar que em grego o nome JESUS CRISTO vale 888+1480 = 2368 e o número dos EUA, 1368, parece se opor ou se assemelhar ao número de Cristo. Não é por acaso que a segunda Besta de Apocalipse 13 é chamada de Falso Profeta (ou falso cristo).
O número 13 tem tudo a ver com Lúcifer. Por exemplo, 313+353=666. Em 313 tem a dezena 13 e a soma dos algarismos do número 353 dá 11. A soma de 113+553 ou 311+355 dá 666. A divisão de 355 por 113 gera o número PI = 3,141592… Todos esses números têm significados importantes na Kabalah.
As pragas apocalípticas são mais direcionadas para o reino da 2ª Besta, os Estados Unidos da América, e também para os países que não admitem a crença em Deus. Parte das sete taças da ira de Deus, descritas no Apocalipse 15, são destinadas ao reino da 2ª Besta. Na verdade, o texto de Apoc. 13 diz que ela tem dois chifres e se parece com um cordeiro. Isso significa que a América parece ser uma nação cristã, e que até defende Israel, mas a sua capa de ovelha está caindo. Não sei por quanto tempo os cristãos ficarão confusos com a nação dos EUA. O governo americano apóia e faz acordo com o Vaticano porque a religião cristã (Cristianismo) e as religiões africanas são as que combinam com o regime democrático e sistema econômico capitalista. Ele não pode fazer acordo com as nações árabes porque eles não aceitam o capitalismo e nem a democracia. Além do mais, o Cristianismo verdadeiro já está perdendo a sua essência, a ponto de os cristãos estarem adotando todos os modismos da Nova Era. Estão sendo espalhados da nação americana vírus do mal, que está contaminando toda o planeta, e até as igrejas evangélicas estão sendo afetadas. Mas, o povo americano beberá do cálice da ira de Deus. Não é por acaso que algumas regiões dos EUA estão sofrendo constantemente a ação de TORNADOS. E isso que está acontecendo com essa nação são fortes evidências de que o pior está para acontecer.
O ataque terrorista contra o WTC (World Trade Center) não foi uma obra da vontade humana. Se foi da vontade humana, onde estava Deus, que não impediu a morte de centenas de crentes que, por certo, lá se encontravam? A queda desse “Centro Financeiro Mundial” abalou a estabilidade do governo da Besta.
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Só lembrando, os místicos exotéricos fazem muito alarde sobre as 7 profecias Maias. E tais profecias pressagiam mudanças catastróficas no planeta, que ocorrerão em 21 de dezembro de 2.012 [REPARE O VALOR DOS NÚMEROS DESTA DATA].
A Tabela Cabalística dos esotéricos é muito misteriosa. Os teólogos devem conhecê-la, a fim de que possam entender o valor secreto de nomes bíblicos. Nessa tabela observamos que nenhuma letra do alfabeto tem valor 9. É evidente que o número 9 é tido como um fator sagrado.
O VALOR NUMÉRICO DO NOME DE JESUS NA LÍNGUA GREGA É 888.
Na Bíblia, o nome JESUS só aparece no Novo Testamento, escrito na língua grega.
O ALFABETO GREGO E SEUS VALORES NUMÉRICOS
Em Grego, Jesus se escreve:
|
I |
H |
S |
O |
U |
S |
Em Grego |
|
10 |
8 |
200 |
70 |
400 |
200 |
888 |
|
J |
E |
S |
U |
S |
|
Em Português |
|
10 |
5 |
19 |
21 |
19 |
|
74 |
|
Y |
E |
S |
H |
U |
A |
Na Kabalah |
|
150 |
30 |
114 |
48 |
126 |
6 |
474 |
E 888 dividido por 74 dá 12, que um número muito utilizado por Deus-Pai.
O FATOR 37 (3 e 7)
Observe que 74 = 37+37. E 37 é o 12º número primo.
Números primos: 2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, 19, 23, 29, 31, 37 (12 números)
37×3 = 111 (valor secreto dos números 3 e 7)
37×6 = 222
37×9 = 333
37×12 = 444 (valor numérico secreto de Lúcifer – o nome Jesus no original, Yeshua, não tem valor 444)
37×15 = 555
37×18 = 666 (valor numérico secreto do anticristo ou Lúcifer)
37×21 = 777 (valor numérico secreto de Deus-Pai)
37×24 = 888 (valor numérico secreto de Jesus)
37×27 = 999
O número 81 é o divisor que, relacionado ao UNO, impulsiona a expansão nos mundos inferiores, pois 1 / 81 = 0,0123456790…
Já o número 81 e 80 conduzem ao decrescimento nos mundos inferiores, pois 80 / 81 = 0,987654320…
Mas, o que me diz da multiplicação 81×123456789 = 9999999909? E 7×142857 = 999999?
Sabemos que 1 / 7 = 0,142857… O número 1 é o UNO e sua divisão por 7 causa uma divisão ou “explosão” infinita, em progressão geométrica. Exemplo: 14 é o dobro de 7; 28 é o dobro de 14 e 56 é o dobro de 28. Logo, para que se encerre a divisão geométrica infinita, a sabedoria infinita acrescenta uma unidade ao 56 a fim de que cesse a expansão numérica. Sendo assim, o número é chamado de racional. Da mesma forma, o número 0,999999 para completar uma unidade real só precisa de 0,000001.
O valor numérico do nome de JESUS, em grego (língua em que foi escrita o Novo Testamento), é exatamente 888, ou seja, 24 x 37.
O problema é que o número 8 está intimamente relacionado ao número 6.
Por exemplo, o número secreto de 8 é 36 e o número secreto de 36 é 666.
O valor numérico da palavra CRISTO, no grego, é 1480, que é 40 x 37. Em português (e inglês) o nome JESUS, pelo número de ordem das 26 letras do alfabeto, tem o valor de 74, ou seja, 37 + 37.
No nosso Alfabeto, o valor numérico das palavras TRÊS e SETE (de 37) dá 111.
|
T |
R |
E |
S |
SOMA |
|
20 |
18 |
5 |
19 |
62 |
|
S |
E |
T |
E |
|
|
19 |
5 |
20 |
5 |
49 |
|
SOMA |
111 |
|||
E 3 x 37 = 111.
Sabemos que no ano de 2001 se iniciou o 7º Milênio. Porém, modernamente dizemos que em 2001 se iniciou o 3º Milênio. O mundo foi criado em 6 dias e no 7º dia Deus descansou (Sábado). Isso significa que no inicio do sétimo milênio há o encontro dos números 3 e 7.
Os adeptos de uma seita denominada “Testemunhas de Yehoshua” não aceitam de forma alguma o nome JESUS CRISTO para designar o nome do Filho de Deus. Essa seita usa o nome YEHOSHUA (Yeshua) para Jesus. Por essa razão, eles fizeram cálculos do nome JESUS CRISTO, FILHO DE DEUS em Latim, e usaram os valores numéricos dos algarismos romanos. Há quem questione. Mas, assim como dizem que o título do Papa (Vigário do Filho de Deus) dá 666, assim fizeram também com o nome Jesus.
JESUS CRISTO, FILHO DE DEUS
|
I |
E |
S |
V |
S |
C |
R |
I |
S |
T |
V |
S |
F |
I |
L |
I |
I |
D |
E |
I |
SOMA |
|
1 |
|
|
5 |
|
100 |
|
1 |
|
|
5 |
|
|
1 |
50 |
1 |
1 |
500 |
|
1 |
666 |
Até seitas judaicas, inconformadas com a história de Cristo, afirmam que no nome JESUS existe escondido o 666. Segundo uma seita, as letras J e E não tem valor em hebraico, mas a letra S vale 60 e a letra U vale 6. Logo, J+E+S+U+S é 0+0+60+6+60. Tirando-se os zeros, fica 6+6+6 = 18.
Uma coisa eu sei. O nome do Filho de Deus é somente JESUS (YESHUA), conforme foi anunciado pelo anjo a Maria. O nome CRISTO, de origem grega, foi acrescentado posteriormente pelos apóstolos. No livro do profeta Isaías está escrito que o seu nome seria EMANUEL (Deus conosco). Apesar de Jesus ser o Verdadeiro Filho Unigênito de Deus, Ele sempre se autodenominava “Filho do Homem”. Quando as pessoas o reconheciam como Filho de Deus, proibia-lhes que assim o anunciassem. Por outro lado, a expressão “Filho de Deus” não é um nome próprio, mas um titulo, apenas.
E mesmo, o nome “Iesvs Cristvs Filii Dei” não é correto. A tradução de Jesus Cristo Filho de Deus é Iesvs Cristvs Filivs Dei. A forma latina FILII significa “do filho”. Assim, o nome fica sendo Jesus Cristo do Filho de Deus. “Vicarivs Filii Dei” está correto, porque significa “representante do filho de deus”.
Uma VERDADE SOBRE O 666 E A PALAVRA COMPUTER (COMPUTADOR)
Parece que o 666 está mais presente ao nosso redor do que imaginamos.
De acordo com valores numéricos atribuídos às letras do alfabeto na Kabalah esotérica, pode-se determinar o valor da palavra COMPUTER (em inglês, língua original em que foi criada).
Segundo conhecimentos numéricos secretos da Kabalah, a primeira letra do Alfabeto tem o valor 6, e a cada letra seguinte soma-se mais 6. Esse conhecimento de numerologia ocultista passou muito tempo escondido, até que os estudiosos de segredos do ocultismo conseguiram descobrir.
Devemos fazer diferença entre Kabbalah hebraica (ou Doutrina Esotérica Judaica) e KaBaLa esotérica dos ocultistas satanistas. Em hebraico, Kabbalah significa “Tradição” ou, conforme a raiz “KABAL”, significa “Receber o conhecimento”. Há outros ocultistas que a chamam de Santa Qabalah.
Já a palavra Cabala, soletrada em hebraico, é QBLH, derivando-se da raiz QBL, Qibel, significando “receber”. Isto se refere ao fato (assim é dito) de que o Conhecimento Cabalístico é sempre transmitido oralmente.
Porém, sabemos que os ocultistas satanistas criaram um outro tipo de KaBaLa. E nessa palavra KaBaLa está oculto o número 666. Repare que eles escrevem os A com letra minúscula. Na numerologia secreta, a letra A vale 6. Veja:
|
K |
a |
B |
a |
L |
a |
|
|
|
6 |
|
6 |
|
6 |
|
O antigo alfabeto Hebraico só possui 22 letras.
O ALFABETO HINDU-ARÁBICO E O NOSSO ALFABETO OCIDENTAL TEM 26 LETRAS.
|
ALFABETO HINDU-ARÁBICO |
ALFABETO OCIDENTAL |
ALFABETO HEBRAICO |
ALFABETO GREGO |
||||||
|
A |
6 |
A |
A |
1 |
1 |
Alef |
1 |
Alfa |
1 |
|
B |
12 |
B |
B |
2 |
2 |
Bet |
2 |
Beta |
2 |
|
C |
18 |
C |
R |
3 |
3 |
Guimel |
3 |
Gama |
3 |
|
D |
24 |
D |
A |
4 |
4 |
Dalet |
4 |
Delta |
4 |
|
E |
30 |
E |
C |
5 |
5 |
He |
5 |
Epsilon |
5 |
|
F |
36 |
F |
A |
6 |
6 |
Vau |
6 |
Stigma |
6 |
|
G |
42 |
G |
D |
7 |
7 |
Zayin |
7 |
Zeta |
7 |
|
H |
48 |
H |
A |
8 |
8 |
Chet |
8 |
Eta |
8 |
|
I |
54 |
I |
B |
9 |
9 |
Tet |
9 |
Teta |
9 |
|
J |
60 |
J |
R |
10 |
10 |
Yod |
10 |
Iota |
10 |
|
K |
66 |
K |
A |
11 |
11 |
Kaf |
20 |
Kapa |
20 |
|
L |
72 |
L |
|
12 |
12 |
Lamed |
30 |
Lamba |
30 |
|
M |
78 |
M |
|
13 |
13 |
Mem |
40 |
Mu |
40 |
|
N |
84 |
N |
|
14 |
14 |
Num |
50 |
Nu |
50 |
|
O |
90 |
O |
|
15 |
15 |
Sameq |
60 |
Xi |
60 |
|
P |
96 |
P |
|
16 |
16 |
Ayin |
70 |
Omicron |
70 |
|
Q |
102 |
Q |
|
17 |
17 |
Pe |
80 |
Pi |
80 |
|
R |
108 |
R |
|
18 |
18 |
Tsadi |
90 |
Ro |
100 |
|
S |
114 |
S |
|
19 |
19 |
Kof |
100 |
Sigma |
200 |
|
T |
120 |
T |
|
20 |
20 |
Resh |
200 |
Tau |
300 |
|
U |
126 |
U |
|
21 |
21 |
Shin |
300 |
Upsilon |
400 |
|
V |
132 |
V |
|
22 |
22 |
Tau |
400 |
Phi |
500 |
|
W |
138 |
W |
|
23 |
|
|
|
Chi |
600 |
|
X |
144 |
X |
|
24 |
|
|
|
Psi |
700 |
|
Y |
150 |
Y |
|
25 |
|
|
|
Omega |
800 |
|
Z |
156 |
Z |
|
26 |
|
|
|
|
|
|
SOMA |
2.106 |
|
|
|
|
|
|
|
4.005 |
|
6.111 (6×111=666) |
|||||||||
Fazendo as contas, percebemos que a palavra COMPUTER tem o valor numérico de 111 ou 666.
|
C |
O |
M |
P |
U |
T |
E |
R |
SOMA |
|
3 |
15 |
13 |
16 |
21 |
20 |
5 |
18 |
111 |
|
18 |
90 |
78 |
96 |
126 |
120 |
30 |
108 |
666 |
Observe que o valor 666, da palavra Computer, não pode ser feito pelo alfabeto hebraico ou Kabalah hebraica.
O ALFABETO HEBRAICO DETALHADO
CONCLUSÃO
Percebemos que os números que se referem a JESUS, sempre são o dobro dos que se referem ao LÚCIFER.
Se 6 é o número do Homem, 12 é o número de Deus (dobro);
Se 444 é o número de Lúcifer, 888 é o número de Jesus;
Se 666 é o número de Lúcifer, 1332 (532+800) é o valor numérico dos nomes Alfa e Ômega, que se refere a Jesus.
Repare que o valor normal das LETRAS alfa e ômega são 1 e 800, que somando, dá 801.
Agora, o valor numérico das palavras ALFA e ÔMEGA no texto de Apocalipse 1:8 dá 1332 (666+666).
Somando-se a primeira coluna com o seu inverso, temos 147+741 = 888
Somando-se a segunda coluna com o seu inverso, temos 258+852 = 1110
Somando-se a terceira coluna com o seu inverso, temos 369+963 = 1332
Somando-se a primeira linha com seu inverso, temos 123+321 = 444
Somando-se a segunda linha com seu inverso, temos 456+654 = 1110
Somando-se a terceira linha com seu inverso, temos 789+987 = 1776 (ano da independência dos EUA)
Percebe-se que o número referente a Lúcifer são 1, 2 e 3.
O triangular de 3 é 6 (1+2+3=6).
Agora, colocando-se os números 1, 2 e 3 no quadrado mágico de forma permutada, realizando-se a soma das três linhas ou a soma das três colunas obtemos sempre o valor 666.
Soma das três linhas da esquerda para a direita: 123+312+231 = 666
Soma das três linhas da direita para a esquerda: 321+213+132 = 666
Soma das três colunas de cima para baixo: 132+213+321 = 666
Soma das três colunas de baixo para cima: 231+312+123 = 666
A mesma coisa acontece permutando-se novamente os números.
O HEXAEDRO (CUBO) É A REPRESENTAÇÃO SIMBÓLICA DO NOSSO UNIVERSO FÍSICO, DE TRÊS DIMENSÕES, E DA CIDADE SANTA, A NOVA JERUSALÉM.
“A cidade era quadrangular (HEXAEDRO); e o seu comprimento era igual à sua largura. E mediu a cidade com a cana e tinha ela doze mil estádios; e o seu cumprimento, largura e altura eram iguais” (Apoc. 21:16).
O hexaedro ou cubo é uma figura geométrica (poliedro) tridimensional de seis (6) lados iguais. Repare que foi dito “6”. E 6 é o número da Terra ou número do homem. Repare, também, que o hexaedro tem 8 fundamentos ou vértices. E o número secreto de 8 é 36.
Repare que, visualizando-se o hexaedro de qualquer ponto (ângulo), só conseguimos ver três faces. As outras três faces ficam por trás, escondidas.
Por causa dessas propriedades do hexaedro, muitos esotéricos afirmam que essa dualidade são as forças universais que regem o mundo, e que uma não existe sem a outra, e sempre vão existir juntas. Ou seja, assim como existe o bem, existirá também o mal; assim como existe a luz, sempre existirá a treva; assim como existem dois fios para acender a lâmpada (um com pólo negativo e outro com pólo positivo), assim também é preciso haver duas forças: uma negativa (Lúcifer) e outra positiva (Jesus) para haver harmonia no universo.
Na verdade, enquanto Lúcifer não se intrometia nas coisas de seu Pai, essa dualidade de forças do bem e do mal sempre existia de forma isolada. Mas, quando a força do mal passou a querer dominar a força do bem, então Deus-Pai teve que intervir.
a) 1 : 7 = 0,142857
b) 2 : 7 = 0,285714
c) 3 : 7 = 0,428571
==========================================
Texto produzido por Miquels
Manaus, 01 de julho de 2008.
ENSAIO FILOSÓFICO SOBRE A EXISTÊNCIA DE DEUS
ENSAIO FILOSÓFICO SOBRE A EXISTÊNCIA DE DEUS
(EXCLUSIVO PARA ATEUS)
INTRODUÇÃO
Muito se tem debatido nos meios acadêmicos, entre os intelectuais, nos círculos religiosos e até mesmo entre as pessoas de senso comum, sobre a “existência de Deus”. Porém, em nenhum desses grupos de pensadores houve provas convincentes da existência de Deus. Por quê? Simplesmente por falta de provas materiais ou causais. Muitos tomam a existência da natureza como produto ou resultado de uma causa. Ou seja, a natureza e, também, nós, seres humanos, somos o efeito de uma causa. E essa causa seria uma mente inteligente, que arquitetou todas as coisas existentes. Embora haja lógica em alguma forma de pensamento, sempre a dúvida permeia a mente humana – por sempre haver a falta de algo visível, algo palpável como prova.
OBJETIVO
A idéia de escrever sobre este polêmico assunto já me incomodava há bastante tempo, visto que os ateus – principalmente os pertencentes ao grupo de homens cultos e inteligentes –, não se dão convencidos nem um pouco sobre a existência de Deus, apesar do número imenso de literatura que tratam sobre este assunto.
Dentro do estudo apologético existem algumas linhas de argumentos que tentam dar sustentação à idéia da existência de Deus; mas, os cientistas céticos e outros intelectuais não acham suficientes tais linhas de pensamento. Logo, faz-se necessário usar meios mais convincentes ou mais rigorosos, pois, os que existem não surtem efeito, principalmente para os intelectuais.
Mais na frente exponho três teses básicas de apologética, que defendem a crença na existência de Deus.
ESTA DISCUSSÃO É VOLTADA MAIS PARA OS ATEUS. MAS, SE VOCÊ É UM CRENTE EM DEUS, O ADVIRTO DESDE AGORA, QUE USAREI A TEORIA DA EVOLUÇÃO PARA DEMONSTRAR A POSSIBILIDADE DA EXISTÊNCIA DE DEUS. PORTANTO, NÃO SE SINTA CHOCADO COM O QUE VOCÊ LERÁ NAS PRÓXIMAS PÁGINAS.
Advirto, ainda, que tratarei deste assunto de forma pesada para o senso comum das pessoas, principalmente dos evangélicos ou cristãos que, de forma geral, têm uma crença inequívoca em Deus, ou seja, que já têm opinião formada sobre este assunto.
Sei que o cristão, por mais intelectual que seja, por mais estudado que seja, não deve cogitar sobre este assunto além do que está revelado nas Escrituras Sagradas, ou seja, na Bíblia. Porém, eu não posso ficar parado, apenas esperando o resultado do que homens formados (teólogos, doutores, mestres) têm escrito, expondo as razões da existência de Deus.
Reconheço, também, que os teólogos das igrejas dos Mórmons e das Testemunhas de Jeová atribuem uma origem humana para Deus. Mas as minhas ponderações sobre a origem e existência de Deus são bem diferentes das demais.
Além do mais, está sendo lançada, numa Universidade da Europa, a campanha mundial – via Internet – contra todas as religiões e contra a idéia da existência de Deus. Sei que esse fato já estava previsto na Bíblia que iria ocorrer no final dos tempos. Mas, pelo menos, quem sabe se escrevendo algo a mais, possa salvar muitas pessoas que estão confusas sobre se Deus existe ou não?! A tal campanha mundial contra a fé está sendo liderada pelo cientista britânico, Richard Dawkins, que é biólogo, evolucionista, ateu e professor da Universidade de Oxford. Vide foto.
Para Richard Dawkins, o criacionismo está formando uma geração fundamentalista de cristãos alienados; para ele, o século XXI deveria ser conhecido como a era da razão, “mas a fé militante irracional voltou a marchar rumo à alienação”.
Se ele está lançando uma guerra de informação contra a fé em Deus, então temos que contra-atacar, mas com informação certa e convincente. Acredito que todas as orações, juntas, de todos os cristãos do mundo, não serão suficientes para derrubar tamanha guerra de informação divulgada pela Internet. E essa certeza não tiro de mim mesmo, mas, da própria Bíblia, que já previu todas as investidas de Satanás contra a crença em Deus (II Tes. 2:3-4; Dan. 7:24-25; Apoc. 13:6-7; I Tim. 4.1).
Enquanto homens sábios e instruídos, como Richard Dawkins, ficam negando a existência de Deus, outros cientistas renomados e respeitados no mundo científico deixaram de ser ateus e se converteram ao cristianismo. Um exemplo claro é o do cientista FRANCIS S. COLLINS, Diretor do Projeto Genoma Humano, que após décadas de pesquisas para decifrar o código genético humano, chegou à conclusão de que existe um “designe inteligente” do DNA, e que isso não poderia existir ao acaso. Daí a sua conclusão a favor do criacionismo de Deus. Tornou-se cristão e em 2006 escreveu o livro intitulado “A LINGUAGEM DE DEUS – Um cientista apresenta as evidências de que Ele existe”. Este livro já foi traduzido para o português e pode ser adquirido na Editora Gente.
Este é um estudo resumido, por isso, não citarei muitas referências bíblicas e citações extrabíblicas. Farei o possível para que o leitor não duvide das afirmações e conjecturas.
FATOS HISTÓRICOS
Desde os tempos mais remotos, sabe-se que todos os povos, tribos e nações da Terra mantinham a crença em alguma divindade, fosse ela boa ou má. Porém, a partir da Idade Média, com a evolução da Astronomia e a invenção do telescópio, as coisas começaram a ser vistas de forma diferente.
Ptolomeu, astrônomo e geógrafo grego, que viveu antes de Cristo, foi um dos últimos grandes cientistas da Grécia antiga; foi autor dos estudos de astronomia mais importantes produzidos antes de Copérnico e Galileu. Entre outras coisas, afirmava que a Terra era o centro do Universo. O sistema ptolomaico, em que a Terra aparece como o centro, foi adotado pela Igreja Católica durante toda a Idade Média, até ser derrubada pelas teorias de Nicolau Copérnico e Galileu Galilei, em 1632 d.C.
Porém, o ateísmo começou com maior força depois que o cientista Galileu Galilei apresentou, em 1632 d.C., na obra Diálogo Sobre os Dois Máximos Sistemas do Mundo, a Teoria Heliocêntrica de Copérnico. Suas teorias sobre a composição do Sistema Solar e o movimento dos astros celestes foram totalmente rejeitadas pela Igreja Católica, e mais tarde, em 1633, foi processado pela Inquisição por sustentar heresias, sendo obrigado a renegar suas idéias. Tal teoria afirmava que a Terra não era o centro do Universo – e, sim, o Sol –, contrariando a teoria aristotélica e ptolomaica, sustentada pela Igreja dominante naquele período. A partir desse período da História, alastrou-se o ateísmo no meio acadêmico e entre os intelectuais do povo.
E a situação ficou bem pior depois que Charles Darwin fundamentou ou criou a Teoria da Evolução das Espécies, em 1859. Nessa teoria, publicada em 1859 no livro A Origem das Espécies, Darwin defende a tese de que o meio ambiente seleciona os seres mais aptos e elimina os menos dotados. Mais tarde provoca ainda outra polêmica com a Igreja Católica ao lançar a obra “A Descendência do Homem”, em que expõe a idéia de que o ser humano descende do macaco.
Até mesmo na época em que Jesus Cristo esteve na Palestina, há cerca de 2 mil anos, já existia uma seita de rabinos judeus, denominada de “Saduceus”. Esse grupo de sábios do Judaísmo negava a existência do Inferno, dos demônios, dos anjos e até de Satanás; não acreditavam na ressurreição dos mortos e nem no Juízo Final, mas acreditavam em Deus. Já a outra seita, a dos “Fariseus”, acreditava em todas essas coisas do “além”.
O HOMEM ACHA-SE AUTO-SUFICIENTE
E PENSA QUE NÃO PRECISA DE DEUS
Volvendo, agora, o nosso olhar para o momento atual, observamos que o conhecimento humano e científico cresce a cada dia, alienando cada vez mais o homem do seu Criador.
Para que se prove a existência de Deus, os céticos ou agnósticos apelam para que seja feita a demonstração de algo extraordinário, mas lógico e palpável, e não algo sobrenatural, que esteja além da razão. Para eles, não basta um sinal vindo da parte de Deus, um milagre, um fenômeno que ocorra repentinamente, no instante em que alguém invoque a intervenção do Criador. Quando há registros de fenômenos paranormais ou metafísicos, procuram sempre dar uma explicação dentro do campo físico, lógico, e nunca como fenômenos extrafísicos ou transcendentais. Em outros casos, atribuem tais fatos sobrenaturais a fenômenos puramente psíquicos, como geralmente acreditam os estudantes da paranormalidade. Um dos famosos doutores da paranormalidade é o padre Quevedo, da Igreja Católica, que diz não acreditar em possessão demoníaca. Mas, isso é porque ele não fez uma iniciação real nos mistérios ocultos do antigo Egito e em mistérios ocultos de outros povos, senão ele saberia o que é ser possuído pelo demônio. Engraçado que ele sabe que o Vaticano possui especialistas em exorcismo de demônios, mas ele não acredita nessas manifestações demoníacas comuns. E é aí que ele se engana.
“Pois, enquanto os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria, nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos”.
(I Cor. 1:22-23).
No Livro da Sabedoria (13:1-9) diz que “São naturalmente insensatos todos os homens que ignoram a Deus e que, através dos bens visíveis, não chegam a reconhecer Aquele que existe. Consideram as obras, mas não reconhecem o seu Artífice. E acabam considerando, como deuses e governadores do mundo, o fogo, ou o vento, ou a brisa fugaz, ou o firmamento estrelado, ou a água impetuosa, ou ainda os luzeiros do céu. Se ficam fascinados com a beleza dessas coisas, a ponto de tomá-las como deuses, reconheçam o quanto está acima delas o Senhor, pois foi o autor da beleza quem as criou. Se ficam maravilhados com o poder e atividade dessas coisas, pensem então quanto mais poderoso é Aquele que as formou. Sim, porque a grandeza e a beleza das criaturas fazem, por comparação, contemplar o Autor delas. Esses, porém, merecem repreensão menor, porque talvez se tenham extraviado procurando a Deus e querendo encontrá-lo. Vivendo no meio das obras dele, procuram pesquisá-las, e a aparência delas os fascina, tanta é a beleza do que se vê. Contudo, mesmo esses não têm desculpa, porque, se foram capazes de conhecer tanto, a ponto de pesquisar o universo, como não encontraram mais depressa o Senhor do universo”? (Extraído da Bíblia Católica).
Então, como existe essa dificuldade ou teimosia do homem acreditar em Deus só por contemplar essa natureza perfeita que Ele criou, e também a dificuldade de se provar a existência de Deus com algo perceptível, palpável, é necessário falar mais profundamente de algo que seja mais convincente, mesmo baseando-se apenas na capacidade intuitiva e, algumas vezes, no conhecimento científico humano. Mas os comentários não serão repetitivos; serão totalmente diferentes dos tradicionais.
“Mas o homem vão só adquirirá entendimento, quando a cria do asno montês nascer homem” ( Jó 11.12).
O MAL IMPREVISÍVEL CAUSADO À HUMANIDADE
PELO MARXISMO E DARWINISMO
O que todos os estudantes da Teoria da Evolução deviam saber é que a crença numa eventual evolução dos seres vivos é apoiada na fé. Por quê? Porque assim como o ensino do criacionismo de Deus é baseado na fé – porém com maiores chances de se provar os fatos –, também o ensino do evolucionismo se baseia na fé. Pois, a Teoria da Evolução é apenas “teoria”, não é fato científico. A crença na evolução exige tanta fé quanto o criacionismo. Atualmente, a teoria da evolução de Charles Darwin está cada vez mais caindo em descrédito; quanto mais o conhecimento científico cresce, mais complicado fica para a Ciência andar ao lado do pensamento evolucionista.
Pode até ter evoluído alguma forma de vida na Terra através de mutações, sem a interferência ou mão poderosa de Deus; porém, a raça humana não é fruto do acaso e nem de sucessivas mutações na cadeia evolutiva. O homem é diferente de todos os demais animais; existem várias raças de seres humanos em todo o Planeta, mas nenhuma dessas raças pode ser considerada raça de “hominídeos”, ou seja, raça de seres humanos semi-racionais. Todas as raças de humanos possuem o cérebro com o mesmo potencial. Até mesmo os indivíduos dos grupos indígenas das Américas e pigmeus da África, que vivem totalmente afastados da civilização, têm os seus cérebros com o mesmo potencial dos indivíduos da raça ariana dos países europeus. Se essas raças ou grupos de povos surgiram através de uma evolução, então pelo menos um desses grupos seria composto de indivíduos portadores de algum retardamento mental, e seriam considerados semi-racionais, ou semiconscientes. Algumas “pesquisas” (não-oficiais, é claro) afirmam que o elefante, o golfinho e o papagaio estão perto de se tornarem seres racionais, conscientes. Você conhece outro animal? O que temos certeza é que o cérebro dos jovens e adolescentes dessa atual geração, ao invés de evoluir, está, sim, regredindo e se deteriorando.
Segundo estudos sérios feitos por renomados teólogos e doutores, estudiosos da teoria do criacionismo, é mínima a possibilidade de ter surgido alguma forma de vida ao acaso, por uma eventual evolução.
Infelizmente, este mundo é comandado por Satã e os grandes cientistas céticos – que reconhecem a farsa da teoria da evolução – são orientados a não se curvar diante do que a Bíblia ensina, e fazem com que governos do mundo inteiro continuem adotando essa falsa teoria nos livros escolares. Diversos cientistas criacionistas, doutores formados em todas as áreas do conhecimento humano (igualmente como os cientistas evolucionistas) têm provado a farsa e a inconsistência da teoria de Charles Darwin, mas suas pesquisas têm sido impedidas de serem publicadas em revistas científicas de renome. E sabemos o por quê… Tenho lido vários livros de cientistas cristãos, doutores, ganhadores de Prêmio Nobel, que explicam detalhadamente toda a farsa da teoria da evolução. Infelizmente, poucos estudantes têm acesso a esses livros.
Os cientistas evolucionistas fazem de tudo para impedir que sejam publicadas as provas contra a teoria da evolução porque eles sabem que se a opinião pública tomar ciência desses fatos, a única alternativa será acreditar no que diz a Bíblia, de que Deus é o criador de todas as coisas. Essa barreira voltada contra os criacionistas pode ser cognominada de “Santa Inquisição dos Ateístas”, uma idéia antagônica ao que fez a Igreja Católica contra os cientistas (hereges) que contrariavam seus dogmas.
Apenas quatro leis da Física são suficientes para derrubar a teoria da evolução de Charles Darwin. São elas: Lei da Biogênese, Primeira Lei da Termodinâmica, Segunda Lei da Termodinâmica e a Lei da Causa e Efeito.
Em resumo, a Lei da Biogênese diz que matéria inanimada e inorgânica não pode produzir vida, nem o inorgânico produzir o orgânico. Em outras palavras, um ser vivo só pode ser gerado por outro ser vivo. Sem muitos comentários, concluímos que a própria Ciência depõe contra o postulado evolucionista. Verificamos, também, que a Lei da Biogênese apóia a teoria do criacionismo de Deus.
A primeira Lei da Termodinâmica, ou Lei da Conservação de Energia, diz que a energia não pode ser criada nem destruída, e que a quantidade total de energia no Universo é sempre a mesma, podendo ser transformada em formas diferentes. Vemos que esta Lei se opõe à teoria da evolução, que diz que a energia está em expansão, em evolução. Portanto, não pode em hipótese alguma haver evolução, porque a quantidade total de energia é sempre a mesma. Verificamos, também, que a primeira Lei da Termodinâmica não se opõe ao ensino bíblico, que diz que Deus criou todas as coisas completas e acabadas; Ele formou também a quantidade suficiente, completa e perfeita de energia.
A segunda Lei da Termodinâmica postula que o Universo caminha de níveis organizados para níveis cada vez mais desorganizados, ou seja, postula que toda a natureza está em descendência, entrando num estado de entropia. Isso contradiz o postulado evolucionista que diz que o Universo caminha de níveis desorganizados para níveis cada vez mais organizados. Quanto ao criacionismo, a segunda Lei o favorece, pois a Bíblia diz que Deus criou todas as coisas completas, acabadas e perfeitas. Deus criou tudo perfeito, mas quando o pecado entrou no mundo toda a natureza, o sistema de coisas animadas e inanimadas têm caminhado para um nível cada vez mais desorganizado. A entropia é um estado em que a matéria passa a perder energia ou calor e resfria-se, e ela sempre tende a aumentar ou manter-se inalterada. Processos nos quais a entropia diminui são impossíveis de ocorrer e, quanto maior é a entropia, menores são as chances de se obter energia. Quando a matéria chega a um certo grau de entropia, todo o sistema de coisas onde ela está envolvida pára, entra em colapso ou se destrói. Nas palavras de Leslie Paul: “Ninguém sabe em que momento – embora o tempo seja suficientemente breve de acordo com os relógios astronômicos – o planeta solitário vai esfriar, toda a vida morrerá, todas as mentes cessarão, e tudo será como se nunca tivesse acontecido. Esse, para ser sincero, é o alvo em direção ao qual a evolução está viajando, o fim benevolente da vida violenta e da morte violenta… A vida não passa de um fósforo aceso no escuro e novamente apagado. O resultado final… é privá-la completamente de significado”.
A Lei da Causa e Efeito diz que nenhum efeito é quantitativamente maior nem qualitativamente melhor que a causa. Pelo pensamento criacionista percebe-se que a causa é Deus, o criador de todas as coisas; a natureza, os seres vivos e nós, seres humanos, somos o efeito. Logo, o efeito sempre tem que ser menor que a causa. Essa lei contradiz o postulado evolucionista, que diz que a matéria inanimada é igual à causa. Torna-se inconsistente afirmar que as primeiras formas de seres vivos unicelulares, de organismos menos complexos, passaram por sucessivas evoluções, até se tornarem seres pluricelulares, de organismos cada vez mais complexos. Portanto, conclui-se que a matéria inanimada não foi a primeira causa que originou a natureza e os seres vivos.
O pensamento marxista (do ateu Karl Marx) é totalmente baseado nas idéias evolucionistas. Lemos no famoso livro “Manifesto Humanista II” o seguinte:
“Não encontramos evidência suficiente para a crença no sobrenatural; ele é inexpressivo ou irrelevante à questão da sobrevivência e realização da raça humana. Na qualidade de não-teístas começamos com os seres humanos, e não com Deus, com a natureza e não com a divindade… Não conseguimos descobrir propósito ou providência divinos para a espécie humana… Nenhuma divindade irá salvar-nos; temos de salvar a nós mesmos… As promessas de salvação imortal ou medo da condenação eterna são tanto ilusórias quanto prejudiciais… Pelo contrário, a ciência afirma que a espécie humana emergiu de forças evolucionistas naturais… Não existe evidência verossímil de que a vida sobreviva à morte do corpo… Afirmamos que os valores morais têm como fonte a experiência humana. A ética é autônoma e situacionista, não necessitando de sanção teológica ou ideológica”.
Com o exposto, acima, percebemos por que os ateus, seguidores do marxismo, são tão ignorantes e frágeis nas opiniões que sustentam, pois se baseiam em “teorias” e não em fatos científicos.
Quanto à questão de afirmar que os valores morais ou a lei moral é fruto das experiências humanas, os ateístas estão simplesmente se firmando no pensamento humanista, de que o homem é auto-suficiente em todos os aspectos. Porém, será que olhando para o passado da humanidade eles não conseguem tirar conclusões sólidas de que as leis morais e éticas do homem são falhas, são fatídicas?
John Ankerberg afirmou: “A Alemanha nazista foi hedionda e o comunismo foi responsável pela morte de aproximadamente 25 vezes mais pessoas que as sacrificadas por Hitler”.
O geólogo Sedgwick, conhecido de Darwin, afirmou que se os ensinos da teoria evolucionista tivessem larga aceitação, a humanidade “iria ser prejudicada a ponto de brutalizar-se e fazer a raça humana mergulhar num grau maior de degradação do que qualquer outro em que tivesse caído, desde que os registros nos contam a sua história”.
Até mesmo um dos maiores evolucionistas da nossa época, o antropólogo Sir Arthur Keith, escreveu em seu livro “Evolução e Ética” que a ética ensinada pelo cristianismo e a da evolução não são compatíveis. Segundo ele, “o ensinamento cristão está… em oposição direta à lei da evolução” e, “a ética cristã não se harmoniza com a natureza humana e é secretamente antagônica ao esquema de evolução e ética da natureza”. Qual é a conclusão que tiramos dessa comparação? A conclusão é que a ética cristã é superior à ética da natureza ou da experiência humana.
Conforme diz John Ankerberg no seu livro, Keith também compreendeu que, se seguirmos a ética evolucionista até a sua conclusão estrita e lógica, devemos “abandonar a esperança de alcançar um dia um sistema universal de ética” porque, “como acabamos de ver, os caminhos da evolução nacional, tanto no passado como no presente, são cruéis, brutais, implacáveis, impiedosos”.
Para John Ankerberg, a filosofia de Marx, como a de Hitler, refletia a brutalidade da natureza. Ele se referia ao “desarmamento da burguesia… terror revolucionário… e criação de um exército revolucionário…” Além disso, o governo revolucionário não teria “nem tempo nem oportunidade para a compaixão e o remorso. Seu intento era atemorizar os oponentes até a sua submissão. Ele deve desarmar o antagonismo mediante execução, prisão, trabalho forçado, controle da imprensa…”
A QUESTÃO DA FILOSOFIA
Primeiramente vamos dar uma idéia do que seja Filosofia.
Então, o que é a Filosofia?
Segundo o dicionário, Filosofia é o estudo geral sobre a natureza de todas as coisas e suas relações entre si; os valores, o sentido, os fatos e princípios gerais da existência, bem como a conduta e destino do homem.
Em outro sentindo, a Filosofia é a arte de pensar com racionalidade (usando a razão) e inteligência, embora em alguns pontos não haja prova daquilo que se demonstra ser ou existir. O pensamento humano abrange os campos material ou físico, o espiritual, metafísico ou transcendente, o racional ou da racionalidade das ações humanas (justiça, ética, respeito, liberdade), das instituições humanas (governo, religião), e o imaginário ou fictício.
Os argumentos filosóficos podem ser metódicos. Porém, a forma dos meus argumentos não obedecerá a rígidos critérios, mas haverá início, meio e fim.
Embora não tenha formação acadêmica em Filosofia, vou entrar nesse debate usando a própria capacidade intuitiva do ser humano. Minha academia de estudos filosóficos é a vida debruçada sobre livros. Mas, sempre terei em mente a coerência na discussão dos pormenores, para que não chegue a uma conclusão absurda. Não posso mais esperar. Tenho pressa!
CIÊNCIA E RELIGIÃO
Já se tem discutido muito sobre esta questão. E a conclusão por parte da maioria é que a Ciência complementa os estudos da religião e vice-versa. Muitos fatos da História Geral e dos estudos antropológicos têm sido instigados pelas coisas que estão escritas na Bíblia. Se as Sagradas Escrituras não existissem, o homem não estaria preocupado em provar isso ou aquilo. A Bíblia contém todas as ciências humanas, porém, deve haver interpretação criteriosa dos sábios, porque ela, sozinha, às vezes não dá respostas claras sobre questões básicas das coisas existentes. Torna-se necessário recorrermos, muitas vezes, ao estudo investigativo da Ciência. Uma trabalha com fatos observados e comprovados através da ótica da “razão”; a outra, crê e analisa os fatos através da perspectiva da “fé” ou da transcendentalidade. Mas, ambas podem se complementar, perfeitamente.
OS PROBLEMAS DO MUNDO SÃO ORIUNDOS
DOS CONFLITOS ENTRE AS RELIGIÕES?
Os jornalistas e críticos ateus quando vêm na TV os noticiários sobre a situação crítica de guerras e atentados terroristas por que passam os países do Oriente Médio, culpam logo as religiões como fator principal por estarem ocorrendo tais conflitos. Porém, lá é um caso; aqui no Brasil e na América Latina é diferente. Se eles fizessem um estudo bem acurado sobre o papel do Cristianismo verdadeiro (principalmente o grupo dos Evangélicos), constatarão que essa religião tem desempenhado um papel fundamental no estabelecimento da paz, da ordem e da moralidade em todos esses países latinos. A Igreja de Cristo tem lutado contra todas as formas de crime contra a vida humana e defendido a instituição divina da família, como base sólida para a constituição da sociedade.
Aqui no Brasil podemos constatar que o trabalho dos evangélicos nas favelas das principais cidades do País tem ajudado milhões de pessoas, principalmente jovens, a largar o mundo das drogas, da criminalidade e da prostituição.
A Bíblia nos adverte que Satanás só não domina e corrompe totalmente os setores da sociedade e as instituições estabelecidas porque há um que o detém. E quando este for retirado, o caos imperará em todos os setores da sociedade.
E esse agente que detém Satanás é a Igreja de Cristo na Terra, juntamente com a força do Espírito Santo, que resiste a toda força do mal (II Tessalonicense 2:6-7).
A Igreja de Cristo é o sal da Terra e a luz do mundo. Quando ela for tirada, este mundo apodrecerá e entrará em densas trevas (Mateus 5:13-16).
Pelo menos a religião de Cristo e seu Evangelho, se seguidos corretamente, jamais serão prejudiciais a quem quer que seja e jamais serão motivos de discórdia entre povos, pois o próprio Evangelho ensina a prática do amor ao próximo e instrui o homem a um viver honesto, santo e agradável a Deus, separado das corrupções deste mundo.
Até líderes religiosos famosos testemunharam a favor do Evangelho de Cristo, tal como o hinduísta Mahatma Gandhi. Quando os missionários católicos queriam convertê-lo ao cristianismo, respondeu: “Aceito o Cristo e seu Evangelho, mas não aceito o vosso cristianismo”. Outro pensador e escritor hindu, Rhadakrisnan, diz no seu livro “Religiões Orientais e Filosofia Ocidental” que o cristianismo do Cristo é essencialmente uma experiência mística individual, que se manifesta em vivência ética social.
Como podem justificar (aqueles que acham que ninguém precisa de Deus) o mau comportamento e a falta de ética das pessoas que não tem nenhum temor a Deus?
Quanto mais as pessoas melhoram o seu status social, quanto mais detêm riqueza e poder, mais se distanciam de Deus, tornam-se ateus, porque acham que não dependem mais da ajuda de Deus. E é isso o que uma sociedade sem Deus está produzindo: jovens viciados em drogas, praticantes da prostituição em idade precoce, anarquistas de toda espécie, pichadores e depredadores do patrimônio público e alheio, filhos rebeldes e desobedientes aos pais e professores. A falta de uma crença e temor em um Deus tem se refletido, também, na classe política, onde vemos homens com desvio de conduta, homens e mulheres corruptas, sem ter nenhum constrangimento ou peso na consciência, porque eles acham que não há o que temer, pois não há Deus que possa fazer justiça aos oprimidos; a pirataria e o desrespeito ao trabalho alheio são uma das conseqüências da falta de temor a Deus.
A iniqüidade tem aumentado dia após dia no mundo pela falta de crença e temor a Deus e já não se pode negar que essa é a causa da falta de amor entre as pessoas. Não somente em países subdesenvolvidos, mas em países do primeiro mundo, onde dizem ter um sistema educacional caro e avançado, a sociedade tem produzido os jovens mais confusos, ignorantes e violentos que já existiram.
Para ter uma prova real da importância da prática do verdadeiro cristianismo, você pode fazer uma pesquisa pessoal nos hospitais, prontos-socorros e nas delegacias nos finais de semana para constatar o percentual de religiosidade das pessoas que praticam crimes de toda espécie, delitos, assassinatos, espancamentos, etc, por causa do consumo de bebidas alcoólicas, de drogas, etc. Faça essa pesquisa; pergunte de qual religião ou seita aquela pessoa é praticante. Você verá que menos de 1% das pessoas que praticaram algum tipo de crime são evangélicos; a maioria das pessoas que praticam crimes, assassinatos, brigas, discórdias, roubos, espancamentos, ofensas, etc, são ateus e pertencentes à religião predominante.
A PIRÂMIDE DA CORRUPÇÃO HUMANA INVERTIDA
Numa sociedade cada vez mais distante de Deus, que menospreza os princípios morais e éticos estabelecidos na Lei de Deus e no Evangelho de Cristo, o Nível de Corrupção Tende a Aumentar de forma acentuada. A Sagrada Escritura é verdadeira a tal ponto, que nas suas páginas contém profecias perfeitas, ditadas há milhares de anos, descrevendo o comportamento exato das sociedades humanas no final dos tempos:
a) sociedades caminhando para um nível de coisas cada vez mais corrupto e desorganizado;
b) o mundo mergulhando cada vez mais na iniqüidade, desvirtuando e denegrindo os valores morais da Igreja e da Família;
c) o alienamento de Deus, formando cada vez mais uma geração de pessoas egoístas, libertinas, profanas, consumistas e materialistas.
d) o aumento do egoísmo das pessoas, levando a extinguir o sentimento de amor e solidariedade pelo seu semelhante.
Será que é tão difícil reconhecer que a falta de crença e temor a Deus é o motivo pelo qual o mundo está caminhando a passos largos para o caos? Que esta é a causa do mundo estar caminhando para um nível mais elevado de corrupção, iniqüidade, degradação moral e desordem social? Será que foi em vão o aviso de Cristo, quando previu o nível de corrupção da atual geração como a daquela que pereceu no dilúvio, por causa de tanta iniqüidade? Mateus 24:37-39; Lucas 17:26:30; I Ped. 3:20.
A ORIGEM DA PALAVRA “DEUS”
Não se sabe exatamente qual a língua-mãe que originou a palavra “Deus”. Em cada língua dos povos da Terra existe um vocábulo para denominar a divindade principal. Geralmente ele é composto de quatro letras. Mas, indubitavelmente, o vocábulo “Deus” significa “Luz”. Todos os nomes atribuídos a Deus, de todas as línguas, derivam da mesma raiz “dyu”, cujo significado é “luz”. Por exemplo, latino: Deus, sânscrito: Deva, grego: Dios, gótico: tius, germânico: zios, lético: dews. Da raiz “dye” derivaram as palavras dia e divo.
De forma geral, o nome dado a Deus por cada povo é composto de quatro letras. Hebreus: Iavé ou Javé; cristãos: Deus; indígenas: Tupã; islâmicos: Alah; egípcios: Set ou Osíris; gregos: Zeus.
AS REGRAS DA APOLOGÉTICA
Dentro da apologia sobre a Divindade há cerca de três linhas de argumento que conduzem o senso investigativo do homem, para que possa provar a existência de Deus.
1ª) Argumentos Metafísicos: conhecimento teológico ou esotérico; revelações transmitidas do mundo extrafísico, por intermédio de espíritos mediadores ou transmitidas por profetas; e a própria revelação dos autores da Bíblia.
Faz parte dessa linha de argumento o sistema filosófico, chamado Teísmo, que afirma ser possível chegar ao conhecimento da existência de Deus e prová-la, através da razão humana com suas forças naturais.
2ª) Argumentos Físicos ou Provas Físicas: a existência do mundo; o movimento do mundo, ou seja, dos astros; a ordem do mundo ou dos elementos da natureza; o homem como único ser racional.
3ª) Argumentos Morais ou Provas Morais: a existência de uma lei moral; as aspirações do coração humano; consenso universal dos povos.
Dos que refutam a existência de Deus (ateísmo), surge duas frentes de pensamento: 1) o monismo e 2) o agnosticismo.
Não descreverei nenhuma dessas teses filosóficas ou frentes de pensamento humano, porque seria muito extenso falar de cada uma delas.
Será suficiente apenas saber que tais discursos apologéticos começam com questões básicas do pensamento humano. A primeira é: Se não sou capaz de acreditar em uma divindade, pelo menos sou capaz de acreditar que eu existo. E isso já é suficiente para iniciar o debate.
Algumas “máximas” de antigos filósofos são usadas e questionadas, para aguçar o discurso. Por exemplo:
“Penso; logo, existo” (Platão).
“Quem sou? De onde vim? Para onde vou?” (Pitágoras).
“Quem apareceu primeiro: o ovo ou a galinha?” (Aristóteles).
“Na natureza nada se cria, nada se aniquila; tudo se transforma” (Lavoisier).
Você perceberá que as discussões, aqui, são tratadas mais do ponto de vista filosófico especulativo – sem métodos pré-definidos – que do ponto de vista apologético. A apologética é uma ciência da religião e é mais metódica. Caso o leitor perceba alguma contradição nas afirmações e conjecturas, fique certo de que são mínimas as aparentes contradições. Além do mais é o próprio autor que faz as revisões do texto e corre o risco de não perceber a falha.
A NECESSIDADE DA CRENÇA EM UMA DIVINDADE
Nestes últimos anos a mente humana tem sido atemorizada e sofrida com o mais horripilante dos pensamentos que a Ciência tem provocado: “Não existe Deus”. Digo “atemorizada”, porque realmente, se for apagada a idéia da existência de um Deus, permeia na nossa mente a futilidade da existência humana. Ao contemplarmos as mazelas por que passa a vida humana, existe razão para que continuemos lutando pela vida? Se somos fruto do acaso, que valores temos, já que somos pobres, que somos esquecidos pelos nossos semelhantes mais favorecidos? Onde está a razão para a existência? Existe razão para que o homem tenha algum temor ou respeito às leis e à ordem estabelecida? Existe razão para que o homem respeite ou ame o seu próximo? Existe razão para que um pobre desgraçado, abandonado à margem da sociedade, continue lutando pela vida? Você poderá retrucar que é a esperança que o faz lutar pela vida. Mas, em quem é essa esperança? No próprio homem? Claro que não! A esperança é em Deus (Jó 19:25).
Dentro do estudo filosófico existe para cada linha de pensamento um nome específico. O pensamento retratado no parágrafo anterior poderia ser denominado de “Teoria do Caos” ou “Teoria da Incerteza ou do Pessimismo” ou, ainda, “Teoria da Alienação”.
Se não há Deus, existe razão para a existência humana?
Negar a existência de Deus banaliza a vida humana. Uma pessoa pode, sem temor, se suicidar, porque não há razão para temer, pois não tem nada a perder ou ganhar, muito menos prestar conta com alguém além-túmulo.
Por causa da recusa aos ensinamentos da Bíblia, alguns vão desencavar ensinamentos filosóficos do Inferno, proveniente dos hindus e dos povos do Oriente, e ficam ensinando que, às vezes, o suicídio se torna necessário, para que a pessoa passe logo desta vida de tormento e possa ter a oportunidade de reencarnar num momento mais favorável, num outro seio familiar. Isso é o cúmulo do ensinamento satânico.
A opressão do homem contra seu próprio semelhante só não é maior na atual fase da história humana, porque muitos governantes ainda têm algum temor a Deus.
Se na pior das hipóteses Deus não existir, é necessário ao homem, mesmo sendo racional, ter que acreditar em alguma divindade, para garantir a sobrevivência de sua própria espécie.
A questão do amor ao próximo vai além da razão humana. O respeito mútuo pode até ser concebível pelo ser racional, mas a prática do amor, não. A banalidade da vida se torna acentuada quando o homem, por achar-se fruto do acaso, sente-se isolado neste Universo, sem ter confiança no seu próximo e sem ter uma perspectiva de sobrevivência.
A QUESTÃO DA SOLIDARIEDADE E DO AMOR
A solidariedade só existe se existir o amor; ela não existe pelo simples fato de sermos racionais. Logo, indaga-se: o amor é de procedência animal ou divina?
Percebemos que no reino animal os indivíduos só expressam solidariedade por outros da sua própria família. E, mesmo assim, isso é raridade. Porque, na verdade, no reino animal, somente as mães expressam solidariedade e amor para com os filhos. Geralmente os machos não dividem a comida com indivíduos da sua própria espécie, quem dirá com os de outra espécie! O único amor que se aproxima ao amor de Deus é o amor de mãe. O amor que gera a solidariedade humana é o amor “ágape”, que vem de Deus.
Se o ser humano é fruto do acaso, a sua atitude de solidariedade com uma outra espécie humana será manifestada da mesma forma com que os animais irracionais a manifestam. Ou seja, o ser humano só será solidário com os indivíduos da sua família ou grupo. O que prevalece é a lei do mais forte.
O outro pensamento é o seguinte: Se eu divido a comida da minha família com os indivíduos de outra, então minha família está correndo o risco de ser extinta. Entendeu? Essa é a lei da sobrevivência no reino animal. É a lei do mais esperto.
Mas, você dirá que conosco, seres humanos racionais e inteligentes, isso não pode acontecer. Claro que pode acontecer! Daí surge a pergunta: Por que tenho que amar, respeitar ou ajudar os indivíduos de outra família ou de outra raça? Não satisfeito você dirá que, por sermos racionais, pode haver cooperação mútua entre os grupos rivais. Porém, isso é um absurdo! Só haveria cooperação entre as raças se fosse por problema de segurança “nacional” da raça humana. Dá para perceber claramente que os povos que se consideram de raça ariana, raça superior às demais, só não subjugam ou eliminam as raças inferiores por causa de severas leis e tratados assinados por todas as nações da Terra, através da ONU. Mas, nem por força dessas leis o homem tem deixado de ser animalesco. Portanto, vemos que quem realmente torna o homem um ser solidário é uma força divina, que chamamos de amor, o amor “ágape”.
Um outro exemplo clássico da falta de amor e solidariedade por outros povos e raças é a não-divisão territorial igualitária. A Rússia é o país da Terra que tem maior extensão territorial; grandes áreas de terras ficam desocupadas e improdutivas. Agora, pergunte ao governo russo se ele quer ceder um quilômetro quadrado de terra a um país vizinho de pequena área territorial. Pergunte ao governo brasileiro se ele quer ceder um palmo de terra para aumentar a área de terra cultivável do povo uruguaio. A ambição dos povos e das raças superiores é clara demonstração que o homem, por si só, não tem condições de construir um mundo de paz e harmonia, sem a influencia de um Deus justo e amoroso.
Então, fica claro que o sentimento de solidariedade é muito mais que um mero sentimento humano. Algo mais forte move o ser humano para que ame e ajude o seu próximo. E esse algo é o amor de Deus, é a chama divina que invade os nossos corações, fazendo com que tenhamos compaixão pelo próximo, embora ele não pertença à nossa família.
IMPORTÂNCIA DA LEI MORAL, DOS DIREITOS E
DOS VALORES HUMANOS
Apesar desse meu pessimismo, sei que o homem tem se esforçado para criar leis que protejam a raça humana da opressão do próprio homem.
Para proteção da raça humana foi criado o “Estatuto do Homem”, pela Organização das Nações Unidas (ONU), e, também, diversas leis de proteção da criança, leis contra a discriminação racial e leis para proteção da mulher.
Independentemente da existência de um Deus que se devesse temer, o homem criou leis que estabeleceram as razões e os valores da existência humana, e que todos devem respeitar. Sei que é direito do homem viver, ser respeitado e tratado igualmente como todos os demais. Mas, isso só funciona naturalmente quando as pessoas são tratadas igualitária e condignamente pelos seus governantes.
Quando esse fator não funciona, – ou seja, a questão do temor em respeitar a dignidade humana –, entra, em contrapartida, a religiosidade do homem, que faz com que de alguma forma ele tema. E isso é indiscutível.
É preciso algo mais forte que a própria consciência humana, para que o homem acate as leis estabelecidas para proteger a si mesmo e seu semelhante. Neste caso, é a fé na existência de Deus e o temor as suas Leis, que são indiscutivelmente superiores às leis criadas pelo homem.
Desde os primórdios da humanidade o homem tem criado leis para proteger a sua espécie. Um dos primeiros códigos de leis que existiu foi o “Código de Hamurabi”, criado pelo rei do antigo império babilônico, Hamurabi. Dizem alguns estudiosos que tal código foi plagiado da antiga Civilização Suméria.
“Hamurabi, rei da Babilônia e fundador do I Império Babilônico (?-1686 a.C.), foi o sexto rei da primeira dinastia babilônica, que teve 11 reis entre 2000 a.C. e 1600 a.C. Transformou a Babilônia, às margens do rio Eufrates, na capital de um reino que compreendia o sul da Mesopotâmia e parte da Assíria – território que atualmente corresponde ao Iraque. Durante seu reinado, de 1728 a.C. a 1686 a.C., Hamurabi domina grande parte da Mesopotâmia. Como administrador, cerca a capital com muralhas, impulsiona a agricultura e cria impostos e tributos em benefício das obras públicas. Institui o Código de Hamurabi, um dos mais antigos da História, composto de 282 artigos, que estende a lei a todos os súditos do império e estabelece o direito de família, regulamentando dote, divórcio, adoção, herança e delimitando os direitos de esposas e concubinas; legisla sobre as regras da propriedade, do comércio, do cultivo e da compra de escravos. Prevê penas baseadas na Lei de Talião (“Olho por olho, dente por dente”), princípio legal segundo o qual o criminoso deve receber punição proporcional ao dano que causou à vítima. O monumento em que foi inscrito (uma pedra de 2,25 por 2 metros), foi encontrado em 1901 por uma expedição arqueológica francesa nas ruínas da Acrópole de Susa, antiga capital do Reino da Pérsia, no atual Irã, e está exposto no Museu do Louvre, em Paris”.
Os Dez Mandamentos da Lei Mosaica, na Bíblia, é outro exemplo clássico. Os críticos dizem que esses mandamentos já existiam e eram ensinados por outras civilizações mais antigas, e que foram apenas copiados e adaptados pelos hebreus. Outros afirmam que o líder hebreu, Moisés, apenas transcreveu e adaptou alguns mandamentos contidos num livro do antigo Egito, chamado “Livro dos Mortos”, e o entregou ao povo como Lei Divina. Mas, eu tive oportunidade de ler tais mandamentos do citado “Livro dos Mortos” e os tais não se parecem em quase nada com a Lei dada por Moisés. Porém, sabemos que na literatura dos povos antigos não há leis civis e morais tão fortes como a Lei Mosaica. Aliás, os Dez Mandamentos da Lei Mosaica serviu de modelo para as demais nações do mundo, que se sucederam, após os hebreus (ou judeus).
A Bíblia é o Livro Sagrado mais lido e respeitado em todo o mundo, até mesmo pelas religiões Hinduísta e Islâmica.
Então, está provado que a religião e a crença em um Deus é de fundamental importância para a existência humana.
A RAÇA HUMANA VEIO A EXISTIR HÁ
POUCO TEMPO ATRÁS
A Teoria da Evolução de Charles Darwin ensina que o homem surgiu de uma espécie de primata mais evoluído que os demais conhecidos, tais como o chipanzé e o orangotango, há cerca de 3,5 milhões de anos.
Se retrocedermos de mil em mil anos no tempo, veremos que o número de seres humanos na Terra decresce rapidamente a um inexpressível número. Ou seja, há cerca de 10 mil anos atrás o número de seres humanos chega a menos que um milhão de indivíduos.
Como é possível que uma espécie de primata – que começou os estágios de evolução há milhões de anos –, na fase de hominídeo, totalmente consciente (ou racional, como queira), vivendo há cerca de 6 mil anos, pudesse estar reduzido a alguns milhares na face da Terra?
É indiscutível, na lógica da evolução, que o homem não fosse totalmente racional e consciente há menos de 100 mil anos. E se o homem já era totalmente racional e consciente na escala evolutiva há cerca de 100 mil anos atrás, por que sua espécie estava tão reduzida na Terra?
Então me responda, também, por que o homem tem dado um salto tão grande em número de seres humanos a cada milênio que se passa, desde que se iniciou a História propriamente dita, do homem civilizado?
Será que foi a questão da civilização (ou a condição de ser civilizado) que fez com que a raça humana se multiplicasse vertiginosamente sobre a face da Terra em tão pouco tempo?
São variadas as explicações que os evolucionistas e antropólogos dão para esse fato. Uns dizem que o homem da pré-história vivia em constantes guerras e disputas territoriais. Uma tribo de nômades disputava espaço e comida com outras tribos. E, desse modo, o número de indivíduos sempre se mantinha constante. Existia por assim dizer, no pensar evolucionista, a chamada “teia alimentar”. Ou seja, a população de indivíduos era controlada por causa das mortes ocorridas por disputas territoriais e por causa de alimento.
Mas, essa explicação não é plausível. Porque sabemos que durante a era do homem civilizado houve mais guerras e disputas territoriais que mesmo no tempo da pré-história, e o número de indivíduos sempre aumentou. Nunca diminuiu. Aliás, na pré-história não havia controle de natalidade; mas, hoje, por mais que o homem faça o controle de natalidade, a raça humana vai se expandindo sem controle.
Pelas estatísticas, sabemos que morrem mais gente atualmente no mundo de fome, de peste, de guerras, de acidentes que mesmo na Pré-história. Então, será que os céticos e agnósticos não vêem espantosos esses fatos?
Veja os períodos da Pré-História.
A Pré-História é o primeiro período da história universal. Começa com o surgimento dos primeiros hominídeos, antepassados do homem moderno, há cerca de 3,5 milhões de anos, e termina com o aparecimento da escrita, por volta de 4.000 a.C. Divide-se em três fases: Paleolítico, Mesolítico e Neolítico.
* PALEOLÍTICO – Conhecida como Idade da Pedra Lascada, vai de 3,5 milhões de anos a 10.000 a.C. Os hominídeos começam a desenvolver a linguagem oral.
* MESOLÍTICO – Período de transição entre o Paleolítico e o Neolítico, estende-se de 10.000 a.C. a 8.000 a.C. Os humanos aprendem a produzir o fogo.
* NEOLÍTICO – Chamada de Idade da Pedra Polida, de 8.000 a.C. a 4.000 a.C. Os grupos humanos melhoram a agricultura e a criação de animais, constituindo uma economia de produção (o que se considera a revolução neolítica). Adoram as forças da natureza e cultuam os antepassados e a fertilidade.
* IDADE DOS METAIS – Corresponde ao período final do Neolítico, por volta de 4.000 a.C., quando se desenvolve o uso dos metais: o cobre, o estanho, a prata e o ouro.
Repare que os historiadores chamam os seres humanos que viveram no final do período Paleolítico, há cerca de 10 mil anos, de HOMINÍDEOS. Se realmente ocorreu a evolução da raça humana, afirmar que o homem era um hominídeo há 10 mil anos atrás é uma discrepância sem tamanho. Como pode o primata ter passado milhões de anos de evolução, e ser chamado de hominídeo há cerca de 10 mil anos atrás? Ainda que o homem primitivo tivesse vivido há cerca de 50 ou 100 mil anos atrás, não deveria ser chamado de hominídeo. Talvez, há cerca de 500 mil anos atrás. Se realmente em pouco tempo o homem passou de uma fase de semi-consciente ou semi-racional para racional, então daqui a 6 ou 10 mil anos o homem será um ser mais que perfeito na cadeia evolutiva.
Abaixo, mostro uma lista com os números aproximados de seres humanos que existiram na Terra até cerca de 10 mil anos atrás.
MILÊNIO – POPULAÇÃO
Ano 2000 d.C. = 6 bilhões de habitantes
Ano 1000 d.C. = 1 bilhão de hab
Ano 1 Era Cristã = 250 milhões de hab
Ano 1000 a.C = 170 milhões de hab
Ano 2000 a.C = 100 milhões de hab
Ano 3000 a.C = 50 milhões de hab
Ano 4000 a.C = 20 milhões de hab
Ano 5000 a.C = 10 milhões de hab
Ano 6000 a.C = 5 milhões de hab
Ano 7000 a.C = 2 milhões de hab
Ano 8000 a.C = Menos de 1 milhão
Por estes números podemos concluir que, realmente, o homem veio a existir há pouco tempo atrás. Pois, quanto mais regredirmos no tempo, menos seres humanos existe na face da Terra. Portanto, a raça humana é uma criação especial de Deus.
Dizem alguns estudiosos de fontes não-oficiais, que o planeta Terra sofreu há 12 mil anos atrás uma série de choques sísmicos ou, então, que ela foi atingida por uma enxurrada de meteoros, que afetou grandemente a atmosfera do planeta, fazendo com que grande parte dos animais e seres humanos fossem dizimados. Outros especulam que foi um ataque nuclear que causou tamanho desequilíbrio, quase fazendo o planeta entrar numa nova era glacial. Ainda outros pesquisadores das ruínas da antiga Suméria especulam que essa terrível catástrofe, que ocorreu há 12 mil anos no planeta, trata-se do mesmo Dilúvio narrado na Bíblia. Segundo esses estudiosos, a antiga nação Suméria (localizada nas mediações da Antiga Mesopotâmia, atual Iraque) vivia num estágio bem avançado de sua evolução, com tecnologia um pouco inferior à nossa, atual. E que, de uma hora para outra, esse povo deixou de existir, sem deixar vestígios suficientes da sua cultura e tecnologia. Dizem, ainda, que as cidades de Sodoma e Gomorra, narradas na Bíblia, foram destruídas por explosões de bombas nucleares, pois há vestígios de resíduos radiativos nas regiões onde existiram as referidas cidades, às margens do Mar Morto. E tem provas e mais provas, inclusive provas históricas, concretas, obtidas através das pesquisas arqueológicas de que a humanidade antediluviana era bem avançada tecnológica e culturalmente. Uma dessas provas são as estátuas gigantes da Ilha de Páscoa, no Oceano Pacífico, pesando várias toneladas, que não há explicação sobre como foram talhadas e transportadas para a ilha. Da mesma forma, as Pirâmides do Egito, dizem eles, não foram erigidas há cerca de 5 mil anos atrás, na época dos faraós, mas que foram erigidas bem antes, antes de 12 mil anos atrás.
Há indícios, também, de que houve um continente que desapareceu no meio do Oceano Atlântico, chamado de Atlântida, há cerca de 12 mil anos. Dizem as lendas que os atlantes eram bem numerosos e avançados em tecnologia. Durante a catástrofe que varreu o continente do mapa, quase nenhum vestígio restou da cultura desse povo. Em vários pontos do Peru, do México e da América Central há vestígios da cultura e tecnologia dos atlantes.
Enfatizo que não há provas geológicas que atestam que a Terra sofreu uma catástrofe nuclear ou sísmica há 10 ou 12 mil anos, exceto o *** Dilúvio Universal, narrado na Bíblia.
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*** A QUESTÃO DA ARCA DE NOÉ (Gênesis 6)
A arca de Noé realmente existiu. Foi ordenada por Deus a sua construção, para que abrigasse um casal de cada espécie de todos os animais que vivam nas redondezas aonde Noé habitava, a fim de que não morressem na catástrofe que estava preste a acontecer, da parte de Deus. Porém, a razão para a construção da arca foi mais para demonstrar um ato simbólico ou alegórico, e não apenas como um refúgio de salvação, suficiente para caber todas as espécies de animais existentes na Terra, naquela época. Era impossível caber na arca um casal de todas as espécies animálias da Terra, porque a Bíblia diz que o dilúvio foi universal. E tem um detalhe que torna mais impossível ainda a possibilidade de caber tantos animais naquela arca. Em Gênesis 7:2-3 diz: “De todos os animais limpos levarás contigo sete e sete, o macho e sua fêmea; mas dos animais que não são limpos, dois, o macho e sua fêmea; também das aves do céu sete e sete, macho e fêmea, para se conservar em vida sua espécie sobre a face de toda a terra”. Nesta passagem Deus não está especificando a ordem como os animais deveriam entrar na arca; estava determinando a quantidade de casais: 7 casais dos animais puros e 2 casais dos animais impuros. Neste caso, Deus estava apenas nos mostrando uma alegoria do que veria a acontecer mais tarde. A arca simbolizava Jesus e a sua Igreja, ou seja, o refúgio para todos os que quiserem se salvar. Os animais puros são o “trigo”, e representam os salvos; os animais impuros são o “joio” e representam os pecadores ou crentes mal-convertidos dentro da Igreja (Mateus 13:24-40). Na Igreja de Cristo, que é a arca, se encontram os crentes que serão arrebatados e os que não serão levados. Agora, o por quê do número de casais dos animais puros ser 7, isso é um grande segredo. Tenho uma vaga idéia do seu significado, mas não posso escrever aqui.
E para os teólogos malucos, que ficam defendendo o absurdo, vale uma explicação: Se Deus é Todo-Poderoso e criou todos os animais em um só dia, no princípio do mundo, qual a razão de ter mandado Noé construir a arca para salvar os animais? Não seria mais lógico ter salvado apenas Noé e sua família na arca? E, depois que acabasse o dilúvio, não poderia criar novamente as espécies de animais que perecessem? Por que Deus deu tanto trabalho a Noé? Dizem alguns estudiosos que Noé passou 100 anos construindo a arca. Existem, ainda, outros pontos difíceis de se entender por que Deus deu tanto trabalho a Noé. Se o dilúvio foi universal, como Noé transportou um casal de canguru da Austrália, como transportou daqui da Amazônia brasileira todas as espécies de animais terrestres, que são milhares? Uns alegam que Deus levou, guiou ou transportou pelo seu divino poder os animais do mundo inteiro, para que Noé os salvasse na arca. Mas isso é um pensamento absurdo, se crermos que Deus criou todos os animais da terra num só dia. Se Deus é onipotente, será que ele precisaria mesmo dar tanto trabalho a Noé para salvar os animais? Outros já chegaram ao absurdo, afirmando que a arca tinha condições de abrigar ou levar um casal de dinossauros bebês. Que bestialidade! Mas, se Noé realmente salvou um casal de dinossauros na arca, então, esse casal deve ter morrido durante a viagem, porque sabemos que depois do dilúvio não há registro da existência de nenhuma espécie viva de dinossauro.
Outro detalhe que evidencia ainda mais a impossibilidade de caber na arca um casal de todos os animais da Terra é o local destinado para as pessoas que, por ventura, quisessem se salvar com Noé, antes de Deus fechar a porta da arca. Será que Noé construiu a arca pensando somente nos na sua família e nos animais? E se algumas centenas daqueles pecadores se arrependessem, Deus cancelaria o dilúvio ou providencia urgentemente outro barco?
Portanto, essas perguntas ficam para os teólogos de plantão responder.
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Platão, filósofo e discípulo de Sócrates (348 a.C), foi um dos sábios antigos que mais especulou sobre a existência do antigo continente desaparecido, chamado Atlântida. Segundo ele, esse continente desapareceu há cerca de 9,5 mil anos por razões pouco esclarecidas.
Segundo Arqueologia, o mamute (espécie de elefante) é o mamífero pré-histórico que mais se encontra nas escavações arqueológicas em pântanos. Esses animais desapareceram de uma hora para outra, como se tivessem sido arrasados por uma catástrofe. A Ciência procura dar explicações mirabolantes para a causa da extinção dos mamutes; tudo fazem para contrariar a narrativa bíblica do dilúvio universal. Já as pesquisas da história paralela (não-oficial) tenta mostrar que realmente houve uma catástrofe cerca de 9 a 12 mil anos, que dizimou os mamutes e grande parte da população humana da época. Porém, eles ficam em dúvida se a catástrofe foi causada pela queda de meteoros sobre a Terra ou se foi o dilúvio narrado na Bíblia. Segundo eles, existem provas tanto para a existência do dilúvio como para a catástrofe causada por meteoros. Mas, a Ciência oficial rejeita certas especulações, por falta de provas cabais.
Então, todos esses fatos seriam a prova de haver tão baixo número de seres humanos existentes há cerca de 6 mil anos atrás? Claro que não, porque isso tudo é história paralela à História Oficial da raça humana e, como já falei, não há provas arqueológicas, geológicas e nem antropológicas.
Não há provas geológicas que possam provar nem mesmo de longe que os continentes da Terra se afastaram durante a catástrofe do dilúvio universal, como querem provar alguns teimosos. O afastamento dos continentes da Terra ocorreu paulatinamente durante milhares ou milhões de anos, e não a 7 mil anos atrás.
A prova cabal existente é que o homem foi uma criação especial de Deus, há cerca de 10 ou 8 mil anos atrás, no Jardim do Éden. Só não sabemos determinar exatamente quanto tempo Adão e Eva teriam vivido no Paraíso, antes da queda.
Neste ano de 2007 a população mundial já ultrapassa os 7 bilhões de seres humanos. E esse número já está saturado.
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BIBLIOTECAS QUEIMADAS:
PARTE DA HISTÓRIA ANTIGA PERDIDA
Conta-nos Peter Kolosimo, em seu livro “Antes dos Tempos Conhecidos”: “…quantos vazios, que não poderão ser preenchidos, foram abertos pela ignorância e pelo fanatismo no conhecimento da antiqüíssima história de nosso planeta. Muitos testemunhos foram destruídos” – diz o arqueólogo Charroux. “Júlio César carrega a pesada responsabilidade do primeiro incêndio da Biblioteca de Alexandria [outros acusam o bispo Teófilo], onde Ptolomeu I Soter juntara 700 mil volumes, que constituíam então a totalidade da tradição e da sabedoria humana. Quatro séculos mais tarde, um segundo incêndio, ateado pelas turbas indisciplinadas, danificou essa mesma biblioteca, que foi definitivamente queimada em 641 d.C., por ordem do Califa Omar. Contam que, consultado por seus capitães sobre o destino dos livros, o chefe muçulmano respondeu: ‘Se os que eles dizem está no Alcorão, são inúteis, e podem queimá-los. Se o que eles dizem não está no Alcorão, então devem ser destruídos, por serem nocivos e ímpios’. Os preciosos manuscritos foram usados por vários meses como combustível para as caldeiras das termas de Alexandria. Só alguns escaparam do fogo”.
“Semelhante auto-de-fé foi realizado em 240 a.C., pelo imperador chinês Tsin Che-Hoang, que mandou destruir todos os livros de história, astronomia e filosofia existente em seu reino”.
“No século III, em Roma, Diocleciano mandou procurar e destruir todos os volumes contendo fórmulas para fabricar ouro, sob a desculpa de que a transmutação dos metais ia permitir a compra de impérios”.
“O Novo Testamento (Atos dos Apóstolos) revela que São Paulo reuniu em Éfeso todos os livros que tratavam de ”coisas curiosas” e os queimou publicamente. Jacques Weiss refere que alguns monges irlandeses, ignorantes, queimaram 10 mil manuscritos rúnicos redigidos em casca de vidoeiro (bétula), contendo todas as tradições e todos os anais da raça celta”.
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Existem outros relatos históricos, menos desastrosos, de destruição de manuscritos antiqüíssimos, geralmente atribuído a questões religiosas, alegando-se que tais manuscritos só continham ensinos do ocultismo, ensinos de bruxaria e magia de toda espécie.
Quanto ao que foi afirmado anteriormente sobre o Apóstolo Paulo ter queimado livros em praça pública, não foi ele quem teve a iniciativa de queimar os livros, mas sim os próprios possuidores de livros de “Artes Mágicas”, então convertidos ao cristianismo, que, espontaneamente, os queimaram (Atos 19:18-19). Simão, o “Mago”, foi um dos primeiros gnósticos do primeiro século da Era Cristã, mas ele se converteu ao cristianismo, através da pregação dos apóstolos. (Atos 8:9-24)
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A ORIGEM DO TEMPO E DO VÁCUO (OU COSMOS FORMADOS
POR PARTÍCULAS NÃO-FÍSICAS)
O que vai ser discutido, a seguir, é bastante controverso, e absurdo do ponto de vista cristão; mas, está de acordo com o pensamento dos melhores cientistas do século XX. Terei o cuidado de não me contradizer, mas se o leitor perceber alguma aparente contradição, perdoe-me, pois sou eu mesmo que faço a revisão do texto. Garanto que será mínima a aparente discrepância de alguma conjectura, e pelo contexto do tema em questão (o que já foi afirmado antes e depois), as coisas ficarão mais esclarecidas.
Estarei retratando as coisas do ponto de vista físico, embora, acreditando que o mundo do Deus invisível seja extrafísico, e esteja situado em um Universo invisível (ou fora do alcance do homem), paralelo ao nosso. Enfatizo que esse mundo do Deus invisível tem características lógicas, que podem ser entendidas e percebidas.
O nosso mundo ou Universo veio a ser criado posteriormente por Deus; portanto, nós somos uma criação especial.
Explicando melhor, o mundo ou cosmo do Deus invisível é formado de partículas não conhecidas, ou não entendidas ainda, pelo homem. Tais partículas têm aspecto espiritual, conforme define a tenra intuição teológica. Conforme foi evoluindo, Deus descobriu o segredo de si manifestar fora do corpo e na forma corpórea física. Porém, com relação a nós, seres humanos, Deus se manifestou em forma corpórea através de seu Filho, Jesus.
Deus não tem necessidade de se manifestar na forma física humana, mas Ele pode se manifestar em uma forma corporal – pois, de outro forma, Ele não seria um Deus pessoal. Já os seres espirituais, criados por Ele, têm necessidade de se manifestar num corpo físico. Pois, é justamente num corpo físico que os seres espirituais tem satisfação de executar as coisas. Os anjos possuem corpos. Por exemplo, os demônios que são destituídos de corpos físicos, têm prazer em possuir, preferencialmente, os corpos humanos. Esses demônios preferem os corpos humanos à dos animais irracionais, porque eles precisam se expressar ou se comunicar através da fala ou de gestos.
A Bíblia diz que Deus é espírito. Mas, quando precisa se manifestar, Ele toma forma corpórea. E essa forma é composta de partículas não-físicas e ainda não conhecidas pelo homem. Da mesma forma, os anjos mais poderosos também se utilizam duma forma corpórea não-material, para que possam se manifestar visivelmente aos homens.
Ora, para que os seres espirituais sintam sensações diversas, precisam assumir uma forma corpórea. Se o mundo espiritual, não-físico, fosse suficientemente satisfatório, não haveria necessidade de Deus ter criado as partículas físicas ou matéria; e tampouco havia necessidade de criar os seres humanos com corpos físicos.
A ORIGEM DAS PARTÍCULAS FÍSICAS OU MATÉRIA
As primeiras partículas físicas se originaram do éter, ou seja, do vácuo, onde não havia presença de partículas não-físicas, e onde não havia energia alguma. Então, ocorreu algo sem explicação plausível – algo que, pela teologia, é atribuído a Deus –, que fez com que as partículas não-físicas começassem a se mover em círculos, fazendo com que houvesse um aquecimento inicial, e a partir daí, surgissem as primeiras partículas físicas, dentro do éter ou do vácuo.
QUEM SURGIU PRIMEIRO:
DEUS OU AS PARTÍCULAS NÃO-FÍSICAS?
Deus, o Espírito supremo e invisível, não existiu antes das partículas não-físicas.
Responda-me: Como é possível existir um ser inteligente antes do nada? Ou, como poderia existir um ser que estava eternamente adormecido dentro do nada, e que num dado momento acordou e resolveu criar as coisas visíveis?
Se Deus criou todas as coisas é porque antes não existia nada. Então, será que Deus estava adormecido no nada?
Então? Essa questão vai além da nossa imaginação, mas não é impossível de ser explicado. A minha concepção das coisas é de que tudo que existe, seja físico ou não, tem uma razão de existir e pode ser explicado dentro da lógica.
Reafirmo novamente que a raça humana não é fruto de uma evolução, mas é uma criação especial de Deus, ao contrário do que afirmou Charles Darwin.
Se você, leitor, for um crente em Deus, por favor, não se escandalize ao ler essas coisas que escrevo sobre a origem de Deus e a origem das coisas visíveis. Acredito que isso não vai se constituir em uma ofensa contra Deus. Acho até que Deus pode conferir um Prêmio Nobel a um ser criado, com inteligência inferior à dos anjos, que for capaz de, pelo menos, dar uma explicação convincente, plausível, mais próxima possível da verdade. Muitos têm tentado explicar o inexplicável. Eu sou mais um entre tantos, mas espero que alguém possa considerar o que penso.
Certo vez li uma fábula do escritor Paulo Coelho, que se tratava de um casal de pessoas que discutiam a respeito da razão da existência das coisas. A mulher afirmava que não se podia explicar a razão de todas as coisas existentes; já o homem afirmava que tudo tinha uma explicação lógica e razoável de ser ou existir. No final dessa estória, o homem acabou enlouquecendo, tentando explicar a razão das coisas.
Mas, não é até este ponto que pretendo chegar.
POR QUE EXPLICAR O INEXPLICÁVEL?
A Bíblia diz que “as coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, mas as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre” (Deut. 29:29). Mas, o meu propósito aqui não é desafiar o Senhor Deus; é apenas tentar explicar para os ATEUS a possibilidade da existência de Deus, através do pensamento evolucionista e de outros aspectos da visão das coisas.
A Palavra de Deus também diz que “a glória de Deus é encobrir as coisas; mas a glória dos reis é esquadrinhá-las” (Prov. 25:2). Isto significa que não está fora do alcance humano o questionamento sobre a existência de Deus. Tenho lido diversos autores ateus, que não medem palavras para ofender a Deus; que justificam a não-existência de Deus afirmando que, se Deus existisse e fosse poderoso como a Bíblia diz, a humanidade não poderia estar sofrendo da maneira que está, porque Ele já teria dado fim ao Satanás. Se Deus existe, por que Ele se esconde? Por que no Monte Sinai Ele proibiu que o povo subisse no monte, quando falava com Moisés? Se, realmente, era Deus que estava no Monte Sinai, por que Ele não permitiu que o povo pelo menos O contemplasse de longe? Por que somente Moisés podia subir no monte? Ele não era humano, igualmente os demais?
Existe na Bíblia um fato que poderá nos dar idéia do por quê Deus esconder a verdade das coisas ao homem. Moisés fez um pedido muito especial a Deus: que pudesse contemplar a sua glória ou vê-lo, de fato, face a face (Êxodo 33:11 e 33:18-23). Mas Deus negou o pedido. Disse: “não poderás ver a minha face, porquanto homem nenhum pode ver a minha face e viver”. O texto bíblico encerra afirmando que Moisés viu Deus apenas pelas costas e nunca face a face. Muitos dizem que, nessa passagem, não era realmente o Deus Jeová que falava com Moisés, mas, sim, um anjo. Moisés viu, na verdade, as costas de um anjo. Outros afirmam que quem falava com Moisés, nessa ocasião, era o Senhor Jesus Cristo, porque Ele era o intermediário entre Deus-Jeová e os hebreus, o anjo do concerto ou pacto (Mal. 3:1).
Então, é mister dar uma explicação plausível, mesmo que essas coisas sejam difíceis de ser explicadas pela razão humana.
A ORIGEM DE TUDO QUE EXISTE
Vale uma explicação antes de entrar no cerne da questão. Como avisei, anteriormente, vou pegar pesado neste assunto.
Não acredito na teoria da evolução como Charles Darwin expôs ao mundo, e nem acredito na origem do mundo através do famoso “big-bang” dos cientistas.
Mas, de qualquer forma, tenho que me valer das teorias da evolução e do big-bang para poder dar uma explicação salutar aos ateus. Não há outra saída. O feitiço se inverterá contra o próprio feiticeiro.
O mundo ou o Universo onde nos encontramos e todas as coisas que nos rodeia foi uma criação especial de Deus, conforme diz a Bíblia, no livro de Gênesis. Já o mundo onde Deus surgiu é um Universo paralelo ao nosso e é provável que lá as condições para a existência espontânea da vida sejam mais favoráveis. Jesus, o Filho de Deus, disse que não era deste mundo (João 18:36). Ou seja, o reino celestial de Cristo está situado em um Universo paralelo ao nosso.
Então, fica entendido que falarei na linguagem dos evolucionistas para mostrar a possibilidade da existência de Deus.
Na minha concepção, existem basicamente duas hipóteses para o surgimento da matéria. Os elementos da cadeia evolutiva se organizaram na seguinte ordem: a) partículas não-atômicas (não-físicas), b) partículas sub-atômicas, c) átomo (formado pelo núcleo e a eletrosfera), d) a molécula (base para a existência das substâncias) e c) a célula (que forma os organismos vivos unicelulares e pluricelulares).
PRIMEIRA HIPÓTESE:
AS PARTÍCULAS FÍSICAS SURGIRAM DO NADA
(ISTO É, SURGIRAM DE PARTÍCULAS NÃO-FÍSICAS)
No princípio do que nunca teve princípio, antes que existisse a matéria, era o TEMPO INFINITO ou tempo-espaço; o tempo era o ÉTER; o éter, na verdade, era um vácuo ou buraco negro, onde não havia presença de partículas atômicas reais, mas, virtuais (ou espirituais, isto é, não-físicas). Nesse vão infinito, negro, não havia presença de luz de espécie alguma nem luz cósmica (já não existia nenhum cosmo ou astro luminoso no infinito), pois, não havia partículas atômicas reais; a temperatura desse vácuo era de zero grau absoluto, ou seja, nenhum corpo ou partícula física se movia no meio. A densidade desse ambiente não se podia medir. Esse vácuo era infinito (e ainda é), ou seja, não tinha princípio, nem tinha limites; não era curvo e não possui forma definida – tipo um polígono de vários lados ou um poliedro qualquer.
Lembremo-nos que a atmosfera que nos rodeia parece não conter nenhuma matéria, conforme deduzimos pela nossa concepção natural, sem a devida comprovação através de experimentos em laboratórios da composição química do ar. Porém, pelas experiências científicas sabemos que a atmosfera que nos rodeia contém vários gases, vapores de água, poeira e microrganismos.
O tempo é a única coisa que sempre existiu. Porém, ele só veio a ser entendido ou mensurado a partir de quando houve um ponto referencial, ou seja, a partir do surgimento da matéria; a partir do surgimento de um ponto no espaço, foi que o tempo pôde ser medido ou mensurado.
O vácuo, conforme diz a mecânica quântica, era povoado por inúmeras partículas, denominadas virtuais (ou espirituais), que não podem ser removidas do vácuo. Num dado momento, começou a ocorrer um aquecimento, as partículas não-físicas começaram a se movimentar em círculos. Com o movimento intenso, as partículas virtuais entraram em choque uma com as outras, causando sucessivas explosões. Foi a partir dessas explosões que surgiram as primeiras partículas sub-atômicas, que prosseguiram em sucessivos ciclos de explosões, até que surgissem as partículas físicas. Foram as partículas físicas que originaram os átomos de cada elemento químico.
O que diferencia os átomos um do outro são as camadas eletrônicas e o número de elétrons em cada camada, que cada um possui.
O núcleo do átomo é maciço, formado de partículas de carga positiva e neutra: os prótons e os nêutrons. O espaço ao redor do núcleo é chamado de eletrosfera, onde as partículas de carga negativa ou elétrons se movimentam em altíssima velocidade.
Há uma pequena diferença entre prótons e nêutrons. Uma lei da física diz que partículas de carga positiva se repelem. Então, por que os prótons que compõem o núcleo do átomo não se repelem? Disso surgiu uma outra explicação: existe uma segunda partícula sem carga elétrica, que funciona como uma espécie de “cola”. Ou seja, o nêutron é a partícula que atua como uma “cola”, segurando os prótons, para que não se repelem.
Já a eletrosfera é composta de no máximo 7 camadas de energia ao redor do núcleo, onde os elétrons se movimentam. Cada camada de energia possui um número máximo de elétrons. Vide as ilustrações.
Com a energia produzida pelas explosões, fruto de choques entre as partículas, foi surgindo os diversos elementos químicos que formaram os astros que povoam os COSMOS, dentro do vácuo infinito. Atualmente são conhecidos 92 elementos químicos naturais; cerca de 20 elementos químicos artificiais foram produzidos pelo homem em laboratório. Alguns cientistas renomados (até mesmo da atualidade) ainda conjecturam sobre a origem desconhecida dos elementos químicos. Uns afirmam que os elementos químicos mais pesados surgiram no interior das estrelas, dentro do plasma, sob alta temperatura.
A origem da matéria delimitou um espaço no vácuo, que passou a ser chamado de Universo visível.
Sei perfeitamente que surge uma pergunta crucial: As partículas primárias não-físicas, com uma temperatura de zero grau absoluto, e que permaneciam imóveis, começaram a se movimentar ao acaso, ou houve uma influência de algo externo, para que elas começassem a se movimentar?
Bem…, se for responder sinceramente a esta pergunta, digo que houve, realmente um agente externo, que causou o movimento das partículas. Logo, eu só poderia atribuir essa interferência a um Ser (inteligente ou não), que no caso, seria Deus. Então, aqui mesmo eu pararia de conjeturar.
Mas, se eu me deter nesse ponto, eu não posso dar uma explicação plausível aos ateus. Porque, também, existem outras perguntas que levam o nosso pensamento muito além da imaginação. Por exemplo, De onde Deus surgiu? Quem surgiu primeiro: Deus ou o meio onde ele está contido? O que Deus fazia antes de ter criado as coisas visíveis? Será que Ele estava adormecido no nada? Mas, se o “nada” e nenhum recipiente físico pode conter o espírito de Deus, como Ele pode se delimitar, de forma que possa se manifestar aos homens? E se Deus está presente em toda parte, então como Ele pode existir na forma de um Ser Pessoal? E se tudo o que se move, se cria ou se dissolve é por causa de uma força ou vontade divina, não seria Deus uma Força Cósmica ou a própria NATUREZA, com suas próprias leis naturais? Leia I Reis 8:27.
Por aí se vê que não podemos parar de questionar enquanto alguém não der uma explicação mais clara. Aliás, nós não somos “cacos”, como disse o profeta Isaías; somos seres racionais e inteligentes, feitos à imagem e semelhança do próprio Criador.
Sabemos, contudo, que o mundo que conhecemos, formado de matéria, é tridimensional, isto é, possui três dimensões de espaço: Largura, altura e profundidade. Alguns cientistas afirmam que pode haver outras dimensões no espaço, mas que não foram ainda identificadas pelo homem.
Quanto à constituição das substâncias, deve ficar entendido que cada elemento químico ou átomo, por si só, isolado na atmosfera (ou no éter), não representa substância. Todas as substancias que existem no nosso Universo – sejam elas sólidas, líquidas ou gasosas – são formadas de moléculas orgânicas e inorgânicas, simples ou compostas. Por exemplo, o elemento químico mais simples e o terceiro em concentração na atmosfera é o Hidrogênio; este gás é uma substância simples, composta unicamente de moléculas formadas de átomos de Hidrogênio; esta substância ou gás só existe porque dois átomos do mesmo elemento químico se unem, formando uma molécula (H2).
Um outro exemplo é a substância água, que é formada de moléculas compostas de um átomo de Oxigênio e dois átomos de Hidrogênio (H2O). Se não houvesse a união entre estes dois tipos de elementos químicos, formando moléculas, não seria possível existir a água na natureza.
Igualmente, todas as substâncias sólidas são formadas de moléculas simples ou compostas de um só ou de vários elementos químicos.
SEGUNDA HIPÓTESE:
OS ÁTOMOS DE CADA ELEMENTO QUÍMICO CONHECIDO SEMPRE EXISTIRAM
DE FORMA ISOLADA, INVISÍVEIS NO ESPAÇO-TEMPO INFINITO OU ÉTER
Outra conclusão que se tira da verdade da hipótese anterior é a seguinte: Se as substâncias visíveis ou invisíveis, sólidas, líquidas ou gasosas vieram a existir somente quando os átomos dos elementos químicos formaram moléculas, então, podemos deduzir que a matéria sempre existiu no tempo e no espaço (ou no éter), de forma espessa, isolada e INVISÍVEL ao olho nu, até surgir uma força que fez com que os átomos desses elementos químicos formassem moléculas, criando, assim, as substâncias. Ou dizendo melhor, quando afirmamos que Deus criou as coisas visíveis do nada, esse “nada” na verdade não era nada, mas sim, átomos de diferentes elementos químicos que existiam soltos, espalhados e isolados na imensidão do espaço-tempo infinito (ou o éter), até que um dia se juntaram formando moléculas, criando assim as substâncias visíveis (sólidas e líquidas) e as invisíveis (os gases). Vejamos o que diz a Bíblia:
“Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe pode acrescentar, e nada se lhe pode tirar; e isso Deus faz para que os homens temam diante dele. O que é, já existiu; e o que há de ser, também já existiu; e Deus procura de novo o que já se passou” (Eclesiastes 3:14-15).
É um texto profundo! Não achas também?! É palavra de Deus! Quem pode contradizê-la?
Existe ainda uma questão crucial para a compreensão da formação da molécula. Como podem permanecer presos ou ligados entre si dois ou mais átomos de um único elemento químico ou de vários elementos químicos? Qual é a força que faz prender os átomos que formam as moléculas? Quanto aos prótons do núcleo do átomo já sabemos que quem não permite que eles se dispersem (ou se repelem) são os nêutrons.
Por exemplo, os átomos da molécula da água (H2O), quando esta se evapora, não se separam. A água evapora, mas as moléculas da mesma não se quebram. Simplesmente elas se espalham ou se tornam menos concentradas (menos densas) na atmosfera.
Somente em laboratórios, quando se submete a molécula a certas reações químicas ou a altas temperaturas, é que se pode quebrar a molécula, ou seja, somente em laboratório os químicos podem anular a lei que mantêm unidos os átomos que compõe a molécula. Portanto, vemos que para este caso os físicos e químicos não dão nenhuma explicação. A única explicação que pode ser dada é que existe uma lei sobrenatural que determina a união intrínseca dos átomos para compor as diferentes moléculas dos elementos químicos.
A IDADE DO NOSSO UNIVERSO E DA TERRA
Segundo cálculos dos astrônomos e dos físicos, através das novas descobertas do Telescópio Hubble em 1999, a idade do Universo é estimada em cerca de 13 a 15 bilhões de anos. E a idade do Planeta Terra, em cerca de 4,5 bilhões de anos.
O Universo veio a ser delimitado a partir da existência da matéria, que constituiu os cosmos (ou mundos) e todos os corpos celestes. Isto significa que o Universo físico tem limites definidos, mas continuará se expandindo no vácuo enquanto houver energia suficiente. Até certo limite estabelecido por Deus o Universo se expandirá e, quando sua temperatura estiver estável, então o Universo se estagnará. Se a temperatura média começar a diminuir o Universo irá regredir, entrando num processo chamado de entropia.
O arcebispo anglo-irlandês James Ussher (1581-1656), da Igreja Anglicana, realizou uma detalhada pesquisa genealógica do Velho Testamento da Bíblia, e chegou à conclusão de que o Universo (mundo) havia sido criado às 9 horas do dia 22 de outubro de 4004 a.C. Até o século XIX o mundo ocidental aceitava essa teoria.
PONTO CRUCIAL:
COMO DEUS SURGIU?
Agora vem o ponto crucial (segure-se na cadeira): Deus surgiu de uma evolução a partir do surgimento dos cosmos em um outro Universo paralelo, mais ou menos da mesma forma que a Teoria da Evolução afirma que os seres vivos surgiram na Terra.
Por favor, não me leve a mal; mas, continue lendo, pois, vou dar um desfecho satisfatório a você, sobre esta afirmação que acabei de fazer.
Dentro do vácuo infinito podem existir vários Universos Paralelos, e dentro de cada Universo existem os cosmos ou mundos, delimitados pelas Galáxias. O Universo onde existimos foi uma criação especial do único Deus, Todo-Poderoso (Isaias 45:5-12).
Pela idade estimada do Universo (13 a 15 bilhões de anos), podemos afirmar seguramente que existe a possibilidade de ter surgido mais de uma divindade, mas, que na verdade, apenas UM DEUS sobreviveu e chegou ao estágio máximo de evolução e aperfeiçoamento.
Imagine se houvessem dois ou três Deuses Onipotentes e diferentes um do outro, cada um no seu Universo; imagine, também, se esses Deuses entrassem em conflito ou entrassem numa guerra, o que um não causaria às coisas criadas pelo outro?
Então, não há possibilidade de haver dois Deuses Onipotentes e diferentes um do outro, pois haveria um caos total no Universo.
No livro do profeta Isaías Deus diz: “Não vos assombreis, nem temais; porventura não vo-lo declarei há muito tempo, e não vo-lo anunciei? Vós sois as minhas testemunhas! Acaso há outro Deus além de mim? Não, não há Rocha; não conheço nenhuma” (44:8). E diz, ainda: “Anunciai e apresentai as razões: tomai conselho todos juntos. Quem mostrou isso desde a Antigüidade? Quem de há muito o anunciou? Porventura não sou eu, o Senhor? Pois não há outro Deus senão Eu; Deus justo e Salvador não há além de mim” (45:21).
Agora você percebe que, se existiu um outro deus, pretensioso (tal como o Satanás), em um terceiro Universo paralelo, o tal foi subjugado por este Deus, ao qual conhecemos: o Deus da Bíblia, o Deus de Abraão, Isaque e Jacó.
A atual raça humana foi uma criação especial deste Único Deus, Todo-Poderoso. Porém, Ele colocou um limite para o homem não ultrapassar. Significa que o homem só poderá chegar até certo grau de melhoramento genético e, também, de conhecimento científico.
Este Único Deus que existe não permite que surja outro deus. Ele é o primeiro e o último; o Alfa e o Ômega.
Mas, por que Deus não permite que um outro ser (criado ou surgido de uma evolução) possa chegar a um estágio de pleno aperfeiçoamento, até se tornar outro deus poderoso? A resposta já foi dada, e vou repetir.
Imagine se houvessem dois ou três Deuses Onipotentes e diferentes um do outro, cada um no seu Universo; imagine, também, se esses Deuses entrassem em conflito ou entrassem numa guerra, o que um não causaria às cousas criadas pelo outro? Então, não há possibilidade de haver dois Deuses Onipotentes e diferentes um do outro, pois haveria um caos total no Universo.
Agora, vou me deter a explicar a evolução de Deus, até chegar ao que Ele é.
DEUS TEM CORPO ESPIRITUAL OU CORPO FÍSICO?
Será que Deus surgiu inicialmente na forma incorpórea (forma imaterial ou de partículas não-físicas) ou surgiu na forma física, corpórea, como nós, seres humanos?
Caro leitor, Deus detém o conhecimento das leis que regem todo o Universo, todos os cosmos, desde tempos eternos. Embora a Ciência afirme que a idade do nosso Universo é cerca de 13 a 15 bilhões de anos, porém, outros Universos paralelos podem ter tido tempo bem mais longo.
Deus teve tempo suficiente para se aperfeiçoar e chegar ao que Ele é. Segundo a Ciência e a Teoria da Evolução, o homem surgiu na Terra há cerca de 3,5 milhões de anos. E isso é pouquíssimo tempo comparável ao tempo que Deus teve para se aperfeiçoar. O tempo de Deus não foi “milhões” de anos, mas, “bilhões” de anos.
Todo o conhecimento tecnológico e científico que, hoje, o homem está buscando obter, Deus já conseguiu há muito tempo. Não existe nada que Deus não conheça. Todos os graus de consciência e aperfeiçoamento moral Ele já alcançou.
Pode até ter surgido alguma forma de vida na Terra sem a interferência ou mão poderosa de Deus, através de mutações; mas, a raça humana não é fruto do acaso e nem de sucessivas mutações na cadeia evolutiva. O homem é um ser diferente de todos os demais animais. Segundo estudos sérios feitos por renomados teólogos e doutores, estudiosos da teoria do criacionismo, é mínima a possibilidade de ter surgido alguma forma de vida ao acaso, por uma eventual evolução. Percebemos, nas pesquisas científicas para obtenção de remédios para cura das doenças humanas, que o RATO é o único animal que possui um sistema orgânico com funções semelhantes às do organismo humano. Por isso, o rato tem sido o principal animal usado como cobaia nas pesquisas. Isso significa que, na cadeia evolutiva, o rato está mais próximo de se tornar um ser racional e humano que o primata chipanzé, o papagaio, o cachorro ou o elefante.
Ao contrário da suposta teoria da evolução na Terra, Deus passou por todos os estágios de uma evolução diferente, e de um completo aperfeiçoamento, até chegar ao que Ele é.
Para responder a pergunta deste tópico aos ATEUS, tenho que agir como os evolucionistas.
Portanto, Deus surgiu assim como Ele criou o homem na Terra: com corpo, alma e espírito todos juntos. Ou, melhor dizendo, Deus foi o único ser da sua espécie que sobreviveu. Ou ainda, das sucessivas fases evolutivas, Deus foi o único de sua espécie que alcançou o grau máximo de aperfeiçoamento. Durante as sucessivas eras em que evoluiu a espécie de Deus, ela foi adquirindo toda sorte de conhecimento, assim como a raça humana está hoje adquirindo.
Pergunta-se: Qual a diferença em se acreditar que Deus existe por si mesmo e se acreditar que Ele se originou por si mesmo, a partir de um organismo menos complexo, até que se tornou um organismo completo, pleno, e que elevou o seu espírito ao ápice da perfeição?
Vou explicar melhor como isso foi possível.
Conforme já foi demonstrado anteriormente, primeiramente surgiram as partículas sub-atômicas que deram origem aos diferentes átomos que formam os elementos químicos, quando estes se juntam formando moléculas. E por fim surgiram as células ou organismos vivos a partir das moléculas orgânicas.
Porém, o surgimento da vida só foi possível graças às moléculas orgânicas que, através da radiação ultravioleta ou luz solar, se tornaram maiores e mais complexas, num processo que durou milhões de anos. A água e a luz do Sol foram os elementos essenciais para a existência da vida. E sem o elemento químico carbono (C2) não poderia ter surgido organismos vivos. Na célula de qualquer ser vivo (plantas ou animais) há presença do carbono. O carbono é um elemento essencial, porque participa da formação de todos os compostos químicos que compõem a matéria viva.
A teoria do criacionismo contesta a teoria de que surgiram por acaso as primeiras moléculas orgânicas, que deram origem aos organismos unicelulares. Já a teoria científica e evolucionista afirma que os primeiros seres unicelulares surgiram no fundo dos oceanos, ou seja, organismos unicelulares, como as bactérias, foram os primeiros seres vivos a surgir no fundo dos mares. Mas, isso não é totalmente verdadeiro. Para ocorrer a síntese do carbono é preciso haver a presença da luz solar. Logo, verificamos que as primeiras moléculas orgânicas surgiram na superfície dos mares.
No entanto, essa teoria do surgimento da vida no fundo dos oceanos já foi descartada. Estudos do criacionismo de Deus tem contestado essa teoria e levado os cientistas ateus e evolucionistas a inventar outras teorias para o surgimento da vida na Terra. Tão absurda é a coisa, que já chegam a afirmar que a vida surgiu na Terra através de organismo vindo do espaço, na cauda de cometas; tais organismos foram jogados na lua ou no planeta marte e por fim chegaram até o nosso planeta assoprados por algum furacão. Para os ufólogos (que não têm uma explicação melhor), a vida na Terra foi plantada por seres extraterrestres. Essas teorias só fazem dificultar mais as coisas.
De qualquer forma, imaginemos que o surgimento das primeiras moléculas orgânicas tenha acontecido como os cientistas explicam. Assim como dois ou mais átomos de elementos químicos diferentes se uniram formando moléculas, podemos também imaginar que as moléculas orgânicas se uniram, criando moléculas orgânicas maiores e mais complexas, até chegar num estágio em que se constituíram numa célula viva. As células passaram a se alimentar de diversos compostos orgânicos, originados da síntese do carbono com a água e outros elementos, através da luz do sol, assim como também é feita a síntese da água e do gás carbônico, através do processo de fotossíntese das plantas, que criam os açúcares. Passando-se milhões de anos, as células se tornaram mais organizadas e complexas. E, da mesma forma que as moléculas orgânicas se uniram, formando moléculas maiores e mais complexas, as células se uniram a outras células ou se dividiram, criando organismos unicelulares e pluricelulares. O processo de divisão celular é chamando de mitose ou meiose. Vide ilustração de uma célula.

Esquema de uma célula eucariótica
Essa é a explicação científica para o surgimento da vida na Terra.
Com o passar de milhões de anos, as células foram se multiplicando, formando organismos mais complexos até darem origem às diferentes formas de vida hoje existentes, que se adaptaram na água ou na superfície da terra. As espécies de seres vivos começaram a sofrer mutações, gerando espécies mais adaptáveis às intempéries do clima. Em razão das sucessivas mortes causadas por predadores na teia alimentar, as espécies foram desenvolvendo mecanismos de defesa e resistência ao frio e ao calor. E somente há 3,5 milhões de anos, aproximadamente, surgiram os ancestrais do homem, os primeiros primatas. Sei que isso é um absurdo. Mas, vamos lá!
Voltando a cerne do assunto, no Universo aonde Deus surgiu aconteceram os mesmos processos de evolução, talvez em um ambiente com condições climáticas bem mais favoráveis à existência espontânea da vida, que as da Terra.
O APERFEIÇOAMENTO DA ESPÉCIE DE DEUS
A espécie de Deus evoluiu e se aperfeiçoou tanto, que chegou ao ápice da perfeição, onde nada mais havia para se aperfeiçoar e nem mais o que pudesse ser dominado. Essa espécie atingiu o domínio completo dos mundos físicos e não-físicos. Conseguiram dominar todos os fenômenos físicos e não-físicos; dominaram todas as leis da natureza.
Esse domínio das coisas chegou a tal ponto, que a espécie de Deus passou a subsistir em forma corpórea ou não. Ou seja, aprenderam o segredo de como agir e subsistir no corpo e fora dele.
Para confirmar essa verdade leia e releia o texto, abaixo, de Gênesis 3:22 e tire as suas conclusões. Se caso você não compreender o que está por trás dessa bombástica revelação de Deus, então questione qualquer teólogo, e ouça qual a explicação que ele dará para este versículo da Bíblia.
“Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tem tornado como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Ora, não suceda que estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente”.
A não ser que o texto acima esteja traduzido de forma errada, a verdade é que Deus se aperfeiçoou e detém todos os segredos da vida eterna.
Outro texto da Bíblia apóia a teoria de que Deus evoluiu.
“Quem subiu ao céu e desceu? Quem encerrou os ventos nos seus punhos? mas amarrou as águas no seu manto? quem estabeleceu todas as extremidades da terra? qual é o seu nome, e qual é o nome de seu filho? Certamente o sabes”! (Provérbios 30:4).
Se o texto bíblico, acima, estivesse se referindo a encarnação de Jesus, o Filho de Deus, ele seria escrito ao contrário: “Quem desceu à Terra e subiu ao Céu?” Alguns tentam parafrasear o texto de Prov. 30:4 assim: “Quem dos homens subiu ao céu e desceu para explicar as coisas?” Ao contrário, a afirmação da parte B do versículo mostra que a afirmação da parte A se refere a Deus, Jeová.
A afirmação de Jesus em João 3:13 não se contradiz com o que acabei de afirmar. Jesus é a imagem humana do Deus invisível. Ora, Jesus ainda não havia subido ao céu, mas deu a entender que em algum tempo Ele ou o Pai esteve aqui na Terra. Concorda comigo? Leia também Efésios 4:10.
O aperfeiçoamento de Deus não se deu somente na esfera do domínio científico e tecnológico, e no domínio dos fenômenos físicos e não-físicos da natureza; mas, o aperfeiçoamento principal ocorreu no espírito de Deus, no seu caráter, na sua forma de relacionamento com as criaturas e na sua forma de estabelecer leis justas e aplicar a justiça.
Deus provou todas as coisas e viu que a prática do amor, da justiça e da santidade constituía-se na principal qualidade ou atributo para que Ele se tornasse o Senhor de todos, o Senhor do Universo, o Deus Todo-Poderoso.
Como diz a Bíblia, Deus é espírito. Mas, Ele pode se manifestar em forma corpórea delineada, porque Ele detém esse poder.
Por essa razão foi que afirmei, anteriormente, que tudo tem uma explicação lógica, tanto no mundo físico, quanto no mundo espiritual (não-físico).
Por exemplo, um milagre efetuado pelo Espírito de Deus pode não ter explicação lógica, se analisado na perspectiva humana; porém, se considerarmos que Deus aprendeu a controlar todos os fenômenos físicos e sobrenaturais, então existe explicação lógica para haver o milagre. Simplesmente porque Deus age sem que o homem veja. Quando Jesus de Nazaré curava os doentes na Palestina, algo sobrenatural agia sobre as enfermidades.
Não estou afirmando que alguém instruiu ao Senhor ou que alguém foi seu conselheiro. Deus é autodidata. Veja o que diz o texto sagrado:
“Quem mediu com o seu punho as águas, e tomou a medida dos céus aos palmos, e recolheu numa medida o pó da terra e pesou os montes com pesos e os outeiros em balanças, Quem guiou o Espírito do Senhor, ou, como seu conselheiro o ensinou? Com quem tomou ele conselho, para que lhe desse entendimento, e quem lhe mostrou a vereda do juízo? quem lhe ensinou conhecimento, e lhe mostrou o caminho de entendimento? Eis que as nações são consideradas por ele como a gota dum balde, e como o pó miúdo das balanças; eis que ele levanta as ilhas como a uma coisa pequeníssima. Nem todo o Líbano basta para o fogo, nem os seus animais bastam para um holocausto. Todas as nações são como nada perante ele; são por ele reputadas menos do que nada, e como coisa vã. A quem, pois, podeis assemelhar a Deus? ou que figura podeis comparar a ele?” (Isaías 40:12-18).
MAS, COMO DEUS SE TORNOU O ÚNICO SER APERFEIÇOADO DE SUA ESPÉCIE?
A ambição da raça humana é o maior exemplo para explicar esta questão.
O homem, nestes últimos 60 anos, tem começado uma corrida acelerada, sem precedentes na História, de busca pelo conhecimento e o domínio de tudo neste mundo (inclusive das leis da natureza). É apenas questão de tempo para que o homem possa dominar todas as coisas. Como já disse antes, Deus teve “bilhões” de anos para se aperfeiçoar; porém, o homem civilizado surgiu há apenas 6 mil anos e, nesse curto espaço de tempo, já adquiriu inúmeros conhecimentos.
Atualmente, o homem, através dos estudos da Genética, está chegando a dominar todas as funções do corpo humano, através do mapeamento genético e da decodificação do genoma humano; estão fazendo o mapeamento genético de todos os seres vivos, tanto plantas como animais; através da nanotecnologia, o homem está tendo o domínio do principal elemento que compõe a matéria: o átomo. Quando os cientistas lançarem o computador quântico (com processador à base de energia atômica), o conhecimento humano dará um salto dez vezes maior que o atual. Quando o homem aperfeiçoar o biochip, então ele terá o controle total sobre a vida de todas as pessoas. Com o biochip o homem será capaz de se comunicar telepaticamente com os outros. A parte essencial do biochip é formada de células neurônicas humanas.
Agora, leia com atenção, para que você entenda por que Deus se tornou o único representante de sua espécie.
Somente nos Estados Unidos da América existe um arsenal de bombas atômicas capaz de destruir duas vezes o Planeta Terra. Imagine se houvesse uma guerra mundial, e que fossem lançadas bombas atômicas sobre todos os países, exterminando todas as pessoas da Terra, exceto um seleto grupo de 10 pessoas, que se protegeriam dos efeitos da radiação nuclear (atômica) em um local bem seguro, como por exemplo, a Estação Espacial Internacional. Imagine, também, que esse seleto grupo de 10 seres humanos, sobreviventes, estivesse vivendo num futuro bem distante (ano 3000, por exemplo), onde a tecnologia estaria bastante avançada, onde o homem já teria dominado todas as leis da natureza, onde teria o poder da clonagem humana perfeita, e tido o poder de viver no corpo ou fora do corpo. E, se de repente, um deles fosse mais esperto e chegasse, de alguma forma, a dominar os demais? Então, esse homem mais esperto subjugaria os seus companheiros, tornando-se um ditador. E, se eles não aceitassem ser subjugados, então seriam destruídos, passando a existir apenas um único ser humano na Terra e no Universo.
Entenda, você, que nesse tempo futuro, o homem teria total domínio sobre a genética humana, podendo fazer corpos novos para si, ou seja, clones e, em laboratórios, fizesse a troca do espírito humano de um corpo para outro. Jesus disse que “tudo é possível ao que crê” (Marc. 9:23). Então, o homem caminha nessa mesma linha de raciocínio e vai em busca do impossível.
Desse fato podemos tirar a nossa conclusão a respeito da existência de Deus como único representante de sua espécie aperfeiçoada.
Não pense que estou afirmando que Deus tenha subjugado os demais seres da sua espécie. Pode ter havido outros fatores que levaram os demais de sua espécie a sucumbir. Nem todos os seres da mesma espécie possuem o mesmo grau de desenvolvimento físico ou intelectual; nem todos podem ter acesso às invenções tecnológicas.
Por exemplo, sabemos que atualmente os cientistas americanos, russos e chineses têm criado terríveis invenções às ocultas; até 1945 os japoneses não sabiam que os EUA tinham inventado uma terrível arma de destruição em massa, a bomba atômica; também, da mesma forma, nós, povo comum, civil, não temos noção do que esses cientistas já inventaram em seus laboratórios sofisticados, de última geração. De repente pode ocorrer um acidente proposital, provocado por algum louco, e botar em perigo toda a raça humana. Quem sabe, também, se eles já não criaram grande parte daquelas maravilhas tecnológicas retratadas nos filmes de ficção científica?! E no caso de ocorrer uma destruição em massa da raça humana, através de explosões atômicas ou armas biológicas, quem sobreviverá? Sobreviverão somente os principais líderes de cada país (os chefes de Estado), alguns militares e os cientistas, escondidos em locais subterrâneos bem fortificados, chamados de “Arca”. E, finalmente, esses sobreviventes poderiam ser eliminados aos poucos, por algum incidente dentro da Arca, como por exemplo, um vazamento de radiatividade, que levasse à morte todos, exceto um. Mas, seria possível restar apenas um único ser humano controlando tudo? Creio que sim.
OS DEMAIS ESPÍRITOS DA ESPÉCIE DE DEUS
FORAM ANIQUILADOS?
A melhor resposta para essa questão é a mais espantosa descoberta da Ciência, no século XX: a existência de diversos Buracos Negros na vastidão do Universo, formados a partir da morte de uma estrela.
Falar sobre um fato científico como este não é bobagem ou perca de tempo. A existência dos buracos negros é um fato comprovado pela Ciência. E só não sabe dessas coisas os ignorantes. Bobagem é viver olhando pornografia na Internet e lendo fofocas no Orkut; bobagem é ficar falando mal dos políticos, discutindo sobre futebol e bebendo cerveja.
Segundo a Ciência, os buracos negros se formam quando um grande corpo estelar se comprime ao máximo, causando uma grande explosão, e gerando uma emissão gigantesca de raios gama. Após a dispersão dos raios, cessa toda a energia do ambiente e só resta um vazio ou vão sem presença de matéria, que se denomina “buraco negro”.
Dizem os cientistas que esse buraco negro tem a forma de um funil e atrai todo tipo de matéria para dentro de si, e nada escapa à sua força gravitacional; tudo é aniquilado dentro do buraco negro ou então tudo fica eternamente preso. Ainda não se sabe se esse buraco tem fim (fundo). Porém, os cientistas não têm certeza exata dos fenômenos que ocorrem no buraco negro; tudo é apenas teoria. Se realmente o buraco negro atrai para dentro de si todo tipo de matéria, então todos os corpos celestes já teriam desaparecido dos cosmos, pois existem inúmeros buracos negros no cosmo. Alguns acreditam que os buracos negros dão acesso a outros universos paralelos.
O que acredito é que o buraco negro nada mais é do que um vão que se abre no Universo, quando a matéria deixa de existir. Antes de a matéria existir não havia delimitação do Universo; tudo era um espaço-tempo infinito, sem contorno ou limites, e sem a presença de densidade mensurável, pois, o vazio do infinito era preenchido por partículas não-físicas. A idéia de buraco negro ou vão pode ser comparada a uma casa, onde as paredes possuem algumas brechas.
Porém, para provar que há possibilidade de aniquilamento do espírito de qualquer criatura, tenho que admitir que existe a força de atração gravitacional do buraco negro. Não somente a matéria pode ser arrastada para dentro do vazio ou do nada, mas também o espírito pode ser aniquilado ou ficar preso para sempre no vazio infinito. Porém, não estou defendendo aqui a idéia do suplício das almas dos pecadores em tormento eterno no lago de fogo. Mais na frente explico sobre essa questão.
Portanto, podemos concluir que os espíritos das outras divindades da espécie de Deus podem ter sofrido um aniquilamento nesse tal buraco negro. Agora, o que levou a ocorrer tal fato, não há mais necessidade de se especular. A única certeza que temos é que o espírito de uma divindade pode ser aniquilado, exceto se essa divindade tiver domínio total sobre as leis da física e da metafísica.
Podemos entender, também, que o espírito da criatura humana (ou até mesmo o espírito de Deus) tem um delineamento, isto é, possui uma forma não-física delineada; assim como podemos comprimir o ar numa câmara ou num recipiente hermético, o espírito pode ser preso ou comprimido em algum recipiente apropriado.
Se imaginarmos que Deus é infinito, que não pode ser contido dentro de um espaço delimitado, e está presente em espírito ao mesmo tempo em qualquer parte do Universo, então, estaremos crendo que Deus é um ser impessoal; estaremos crendo que Deus é a força cósmica que controla todas as leis da natureza. E quem ensina isso não é a teologia, embora pareça que seja assim concebida a idéia de Deus.
O ensino que define Deus como um ser impessoal, e que também é a força cósmica que rege as leis da natureza, vem do movimento chamado Filosofia Univérsica, do qual se difundiram algumas doutrinas místicas, como a “Cosmo-Meditação”, o “Auto-Conhecimento” e a “Auto-Realização”, todas de origem oriental, dos ensinamentos religiosos hinduístas, baseadas nos ensinos esotéricos dos escritos védicos e similares. Tais ensinamentos formam o conhecimento básico do Movimento Nova Era. E, no Brasil, o maior propagador dessas doutrinas da Cosmo-Meditação foi o filósofo Humberto Rohden, durante os anos 80 do século passado.
Só para concluir essa parte, quero que entenda que Deus não se faz presente em espírito, ao mesmo tempo, por toda parte do Universo; Deus sabe de todas as coisas porque Ele se utiliza de todo conhecimento e poder tecnológico que adquiriu durante toda a sua existência. Se Ele é onipresente física ou espiritualmente, por que então precisa de anjos para lhe auxiliar? Por que em Gênesis 5:11 diz: “Então desceu o Senhor para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam”? Ora, se Deus é onisciente e onipresente, havia necessidade de ele descer do Céu para verificar pessoalmente a Torre de Babel?
Por que um anjo demorou 21 dias para trazer a resposta da oração de Daniel? (Daniel 10:12-13). Por que Deus precisa de sete olhos (ou sete olheiros) para vigiar a Terra? (Zacarias 3:9 e 4:10).
Mesmo que Deus possa se fazer presente, ao mesmo tempo, em qualquer lugar da Terra, utilizando-se de tecnologia avançada, Ele evita fazer tal coisa, por questão da nossa própria sobrevivência. A Bíblia diz que Deus se ira todos os dias (Salmo 7:11). Imagina se Ele ficar com os olhos fitos em todas as abominações que homens pecadores andam fazendo, dia e noite, entre quatro paredes! Será que Deus suportaria ver tantas pessoas zombando, blasfemando e rindo da sua pessoa? (Leia Ezequiel capítulo 8). Por certo, Deus já teria destruído todos os pecadores, na sua ira.
Em Êxodo 33:3 Deus explica a Moisés porque não pode estar pessoalmente junto ao povo, quando diz: “porque eu não subirei no meio de ti, porquanto és povo de cerviz dura; para que não te consuma eu no caminho”.
Na passagem do Salmo 101:6 Deus diz que “os meus olhos estão sobre os fiéis da terra, para que habitem comigo; o que anda no caminho perfeito, esse me servirá”. Então, percebemos que Deus não fixa seus olhos nos homens ímpios, pois, se não, já os teria destruído.
Outra passagem bíblica diz que Deus contempla os maus e os bons: “Os olhos do Senhor estão em todo lugar, vigiando os maus e os bons” (Prov. 15:3). Mas devemos entender que Deus contempla os maus olhando de longe, mas bem de longe mesmo, para não ouvir o que esses ímpios pecadores falam contra Ele. Na sua Casa ou Templo Ele pode se achegar, dependendo se houver santidade no local; e em qualquer lugar onde estejam dois ou três reunidos em nome de Jesus, lá Ele se fará presente em Espírito (Mat. 18:20). Deus tem prazer em fitar seus olhos apenas sobre aqueles que o temem e o buscam, ou sobre aquele grupo de pessoas que estão louvando ou orando perante a sua face.
Outros textos da Bíblia dão a entender que Deus só fixa os seus olhos sobre o seu povo escolhido e sobre os que o temem (Deut. 11:11-12; Salmo 33:18; Prov. 5:21; Amós 9:8; Zacarias 4:10). Porém, quem cuida de observar os reinos da Terra e as ações dos homens ímpios são os anjos, os arcanjos e os querubins. Deus dispõe de tudo isso, além de toda tecnologia que possui. Os serafins são uma classe de anjos mais privilegiada e sempre assistem diante de Deus.
DURANTE QUANTO TEMPO DEUS ESTEVE SÓ?
Alguns teólogos afirmam que Deus viveu sozinho durante grande parte da eternidade. E só depois foi que Ele criou os anjos e criou os mundos visíveis e as criaturas para neles habitar.
Outros teólogos afirmam que Deus nunca esteve só. Pois, Deus é constituído de uma Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo e estes viveram unidos sempre, desde a eternidade. Embora sendo três pessoas, a suposta Trindade não se constitui de três pessoas independentes, de essências ou substancias diferentes; mas, todas as três pessoas da Trindade Divina são de uma mesma substância, de uma mesma essência, são unânimes em propósito, são onipresentes, oniscientes e onipotentes; e são pessoas tão aperfeiçoadas que podem ser consideradas plenas em justiça e amor.
O próprio Deus Jeová diz como é a sua personalidade: “Pois não há outro Deus senão Eu; Deus justo e Salvador não há além de mim” (Isaías 45:21).
Outras coisas tremendas Deus fala de si mesmo: “Eu sou o Senhor, e não há outro; fora de mim não há Deus; eu te cinjo, ainda que tu não me conheças. Para que se saiba desde o nascente do sol, e desde o poente, que fora de mim não há outro; eu sou o Senhor, e não há outro. Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu sou o Senhor, que faço todas estas coisas. Ai daquele que contende com o seu Criador! o caco entre outros cacos de barro! Porventura dirá o barro ao que o formou: Que fazes? ou dirá a tua obra: Não tens mãos? Assim diz o Senhor, o Santo de Israel, aquele que o formou: Perguntai-me as coisas futuras (Ele conhece o futuro); demandai-me acerca de meus filhos, e acerca da obra das minhas mãos. Eu é que fiz a terra, e nela criei o homem; as minhas mãos estenderam os céus, e a todo o seu exército dei as minhas ordens” (Isaías 45:5-7,9,11,12).
Por que Deus fala ou se expressa com tanto esforço e veemência contra nós, seres humanos insignificantes em relação à glória que Ele tem?
Deus se expressa dessa forma porque Ele nos ama e deseja que sejamos aperfeiçoados. Não que sejamos aperfeiçoados a tal ponto de sermos iguais a Ele, e querermos dominá-lo.
Deus nunca vai permitir que seres mal-aperfeiçoados dominem alguma coisa no Universo. Nem mesmo Lúcifer, sendo grandioso em poder e inteligência, Deus não permitiu que se tornasse também um deus. Satanás, embora sendo a mais poderosa criatura que Deus havia criado, não tinha condições morais, nem senso apurado de justiça e amor, para que pudesse ser um deus justo. A sua soberba e sua intenção de ser igual a Deus foram algumas das razões de ele ser expulso dos céus, pelo Arcanjo Miguel (Isaías 14:12-14 e Apoc. 12:7-9). Só existe um detalhe curioso a respeito da atitude de Lúcifer lutar contra Deus: Por que ele teve coragem de lutar contra o seu próprio Criador? Satanás não sabia que o seu Criador é todo poderoso e invencível? Lúcifer não era o braço direito de Deus e o regente da criação? Se sabia de tudo isso, então, ele sabe que Deus tem um ponto fraco. Se Lúcifer lutou contra Deus, o arcanjo Miguel e seus anjos é por que ele sabe que Deus tem um ponto fraco e pode ser vencido? Será que ele ainda irá lutar outra vez contra Deus, tendo a ajuda dos homens com as bombas nucleares? Quem sabe?!
Não acredito na doutrina da Trindade Divina, pois, a Bíblia não ensina sobre esta doutrina. Além do mais, Trindade Divina não é doutrina bíblica, é Dogma fundamentado pela Igreja Católica no Concílio de Nicéia (Séc. IV), para combater as doutrinas difundidas por um grupo religioso que surgiu na época, conhecido como Arianismo. Nem mesmo os apóstolos de Cristo, que tinham autoridade para falar sobre Deus, não ensinaram que a divindade é constituída de três pessoas. Os trinitarianos usam a palavra “pessoas” para designar os três seres divinos que compõe a divindade. Eles não admitem usar as palavras “deuses” ou “seres” para explicar a trindade. Da forma que é explicada essa doutrina, só podemos entender que Deus é constituído de um corpo com três cabeças, que pensam unanimemente. A explicação do Dogma da Trindade é bem pior do que eu expliquei, aqui, sobre a origem de Deus. Essa doutrina parece ser fundamentada em conhecimento do ocultismo, pois a definem de forma nada racional e querem empurrar de qualquer jeito para a opinião pública como se fosse uma verdade inquestionável. Estêvão, quando morreu apedrejado, não contemplou três pessoas no Céu; contemplou Deus-Pai e Jesus à sua destra (Atos 7:55-56).
Existem coisas bem mais fáceis de se entender para explicar a Trindade. Por que não fazem uso delas?
Por exemplo, a constituição da Trindade pode ser comparada à molécula que forma o gás Ozônio (O3) ou a molécula da água (H2O). Para que possa existir o gás Ozônio e a água é necessário que três (3) átomos estejam unidos intrinsecamente, formando uma molécula, que constituem uma única substância; todos os três átomos existem individualmente; se se separarem, não existe substância. Assim é composta a Trindade Divina. São três pessoas distintas, mas que possuem uma mesma natureza e essência.
As três dimensões do Universo ou do espaço – Largura, Altura e Profundidade – podem servir de ilustração para a união das três pessoas da trindade, formando um único Deus. Só existem três dimensões do espaço. O volume do Universo é obtido multiplicando-se as três dimensões. Sendo assim, a trindade não deve ser entendida como a soma das três dimensões: 1 + 1 + 1 = 3, mas como a multiplicação dessas três dimensões: 1 x 1 x 1 = 1. Observe a ilustração.
Só há um problema para se empregar as duas ilustrações anteriores para explicar a trindade: podemos correr o risco de entender a divindade como o próprio Universo em si, ou como uma Força Cósmica ou como a própria Natureza, com suas forças e leis, conforme define o Naturalismo.
Outra coisa bem pior, que os teólogos ensinam, que chega a se constituir um crime contra a dignidade humana, é a questão do suplício eterno dos pecadores condenados num lago de fogo. Os teólogos pegam textos da Bíblia e dão a Deus atributos que Ele não possui. Se eles ensinam que Deus vai ficar de olhos fechados e ouvidos tapados para seres humanos pecadores gritando dia e noite, durante toda a eternidade, num lago de fogo, em suplício eterno, então eles estão servindo a um deus terrivelmente cruel. É certo que a criatura (o caco) não pode contender com o seu Criador; porém, o ser humano não foi criado com uma mente tão inferior, a ponto de não ligar para o que Deus faz ou deixa de fazer. Por causa dessa doutrina maléfica é que muitas pessoas têm preferido servir ao Diabo que a Deus. Aliás, “caco” é um objeto inanimado, sem vida; nós, seres humanos, não somos inanimados e temos “consciência”, acima de tudo. E tem mais: nós fomos feitos imagem e semelhança de Deus. Portanto, tenhamos o cuidado de não interpretarmos erradamente a palavra “caco”, pois somos seres humanos racionais, inteligentes, plenamente conscientes e de livre arbítrio.
Entenda, você, que a doutrina do suplício eterno dos pecadores num lago de fogo vai contra os princípios de Deus, que é um Ser amoroso, justo e, acima de tudo, misericordioso e sensato. O homem é que é insensato, quando não valoriza a sua própria condição, como uma criatura criada por um Deus bondoso, que nos amou a tal ponto de permitir que seu Filho Unigênito viesse se oferecer em sacrifício, para nos redimir do pecado (João 3:16).
Soube, algum tempo atrás, de um “ex-padre” da Igreja Católica Romana, italiano, formado em teologia e doutor em outras áreas do conhecimento religioso, que levantou um processo na promotoria pública de Roma contra seu ex-colega de profissão, também padre, por este estar ensinando fábulas aos seus fiéis. Ou seja, ele acusava o padre de estar abusando da boa fé dos fiéis, pregando ensinamentos de um Cristo que nunca existiu, pois não existem provas concretas da existência de Jesus. Segundo o noticiário, esse ex-padre estava impetrando também um processo contra o Vaticano, por estar difundindo ao mundo as doutrinas de um Cristo que nunca existiu. Porém, não sei em que fim deu essa ação muito curiosa desse ex-padre.
Por aí vemos o perigo de se estar ensinando coisas absurdas ao povo. Ou seja, as pessoas deixam de viver uma vida normal, sossegada, por causa de coisas terríveis que poderão acontecer, se elas não fizerem isso ou aquilo. De repente aparece outro louco, processando os evangélicos e os católicos por fazerem lavagem cerebral com a questão do suplício eterno no lago de fogo.
Quero que fique claro que o inferno é um lugar transitório, não-físico, onde ficam os espíritos dos mortos pecadores e penitentes, aguardando até a ressurreição do último dia, onde serão julgados de acordo com suas obras; e o lago de fogo é um local real e físico, onde serão “exterminados” todos os pecadores que não forem achados dignos de habitar a Nova Terra restaurada. O lago de fogo é um lugar de cremação e não de suplício eterno, onde o corpo (que foi ressuscitado) e o espírito serão extinguidos para sempre. Esta é a segunda morte: a morte do espírito (Apoc. 2:11 e 20:14). Lembre-se do que falei anteriormente sobre os buracos negros: eles surgem quando um corpo estelar morre. O lago de fogo é um corpo celeste, tal como o nosso Sol. Segundo os físicos, um dia o nosso Sol cessará de existir, ou seja, ele se aniquilará.
Sei perfeitamente que existem expressões na Bíblia que dizem, quanto aos que forem lançados no Inferno ou no Lago de Fogo, que “a fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos” (Apoc. 14:11; 19:3), ou, ainda “onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga” (Marc. 9:44-48), ou “e de dia e de noite serão atormentados pelos séculos dos séculos” (Apoc. 20:10), e ainda “… ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga” (Marc. 9:43). Mas, essas expressões não podem ser interpretadas ao pé da letra; temos que analisar essas coisas levando-se em conta os atributos de Deus e seu caráter. Deus não é vingativo. A Bíblia diz que “o Senhor é bom; a sua benignidade dura para sempre, e a sua fidelidade de geração em geração” (Salmo 100:5). Jeremias diz que “a benignidade do Senhor jamais acaba, as suas misericórdias não têm fim” (Lam. 3:22).
A expressão do Evangelho de Marcos que diz “onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga” foi acrescentada pelos tradutores da Bíblia. Se você pegar diversas traduções da Bíblia e ler o capítulo 9 de Marcos, perceberá que a citada expressão não se encontra em algumas versões. Existem muitos versículos que foram acrescentados na Bíblia. Quem é um bom estudante da Bíblia sabe dessas coisas. Por exemplo, pegue uma Bíblia versão Católica ou versão atualizada de João Ferreira de Almeida e depois pegue outra, versão corrigida ou revisada de acordo com os melhores textos em hebraico e grego e veja em qual delas está o versículo que diz: “Pois há três que dão testemunho no Céu: o Pai, a Palavra e o Espírito Santo; e estes três são um” (I João 5:7? ou 8?).
O acrescentamento do versículo supracitado foi proposital, nas primeiras traduções ou versões da Bíblia, para favorecer a doutrina da Trindade. Nas versões modernas muitas expressões foram alteradas (ou seja, corrigidas de acordo com os originais mais aceitos pelos eruditos).
O texto de Mateus 6:33, parte “b”, também foi acrescentado pelos copistas de manuscritos posteriores, e tais manuscritos foram usados para traduzir as primeiras versões da Bíblia. Ora, se nos manuscritos mais antigos não constava uma parte do texto, porque os tradutores usaram os mais recentes?
“Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”.
A frase “…e todas estas coisas vos serão acrescentadas” não consta nos manuscritos mais antigos do Evangelho de São Mateus; nos manuscritos posteriores a frase existe. Em Lucas 12:31 também consta o mesmo texto pronunciado por Jesus, mas não posso confirmar se a parte “b” do versículo foi acrescentada ou não.
Temos, ainda, o caso do texto de Mateus 28:19-20, que diz:
“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”.
Já li o comentário de um teólogo erudito (que não recordo o nome), onde ele afirma que a parte sublinhada do texto supracitado não consta nos manuscritos mais aceitos do Evangelho de Mateus. Não posso afirmar com certeza se este texto da Bíblia foi alterado ou não para favorecer a doutrina da trindade ou a forma batismal. Se foi alterado, ele seria escrito assim: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”.
Só para concluir a questão sobre suplício eterno, quero mostrar três coisas que trazem grandes controvérsias, por causa de pontos de vistas divergentes dos teólogos.
1) Quando se trata de afirmar que Cristo constituiu Pedro como cabeça e líder espiritual da Igreja (o primeiro Papa), conforme defende a Igreja Católica Romana, os teólogos protestantes arranjam tudo quando é recurso de apologética ou de retórica para afirmar que Cristo não constituiu a Pedro como Papa da Igreja. Veja o que Jesus disse:
“Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares, pois, na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mateus 16:18-19).
Então, por que os teólogos evangélicos e batistas não arranjam meios de também refutar a doutrina do suplício eterno?
2) Outra questão é a respeito do modo de se pronunciar a ordem batismal ordenada por Jesus. Em Mateus 28:19 Jesus disse: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”.
Como sabemos, não existiu nenhum apóstolo ou discípulo nos tempos do Novo Testamento, pronunciando as palavras que Jesus ordenou, no ato do batismo dos novos convertidos. Ao contrário, o que vemos no livro dos Atos dos Apóstolos, era que eles diziam ao batizando: “Seja batizado em nome do Senhor Jesus”. (Atos 2:38; 8:16; 10:48; 19:5).
E, para justificar a ordem batismal em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, esses teólogos trinitarianos inventam um monte de explicação para justificar a doutrina. Outros teólogos afirmam que é preferível obedecer à ordem de Jesus, de batizar em nome da Trindade, que obedecer à ordem de Pedro, que ordenava batizar “em nome do Senhor Jesus”.
Então, por que os teólogos evangélicos e batistas não arranjam meios de também refutar a doutrina do suplício eterno?
3) E ainda outra questão difícil é a respeito da salvação, defendida pelo apóstolo Paulo, que só é adquirida mediante a Fé, jamais sendo mediante as obras, em contraponto à afirmação do apóstolo Tiago, que diz que a fé sem as obras é morta, e a salvação não é somente mediante a fé, mas também, mediante as obras. Leia, por favor, Gálatas 2:16; Efésios 2:8-9 e Tiago 2:14-26.
Perceba, você, que os teólogos que defendem a posição de Paulo inventam termos mirabolantes para explicar o contexto em que Tiago falava sobre a salvação também através das obras, diferentemente do contexto em que Paulo falava sobre a salvação unicamente pela fé. Assim, eles tentam justificar uma coisa e outra, de modo a afirmar categoricamente que não existe contradição entre Paulo e Tiago.
Então, por que os teólogos evangélicos e batistas não arranjam meios de também refutar a doutrina do suplício eterno?
SÓ EXISTEM DOIS SERES DIVINOS
QUE SÃO DEUSES VERDADEIROS: DEUS-JEOVÁ
E SEU FILHO UNIGÊNITO, JESUS CRISTO
“Quem subiu ao céu e desceu? Quem encerrou os ventos nos seus punhos? mas amarrou as águas no seu manto? quem estabeleceu todas as extremidades da terra? qual é o seu nome, e qual é o nome de seu filho? Certamente o sabes”! (Provérbios 30:4).
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (João 1:1-2).
“Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias a nós nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e por quem fez também o mundo; sendo ele o resplendor da sua glória e a expressa imagem do seu Ser, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo ele mesmo feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas, feito tanto mais excelente do que os anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles. Pois a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei Pai, e ele me será Filho? E outra vez, ao introduzir no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem” (Hebreus 1:1-6).
Não existe Trindade, de forma alguma. E só para confirmar o que digo, vou citar apenas duas passagens do Evangelho de João, sobre a oração sacerdotal de Jesus, além das citações, acima.
Quando certos textos bíblicos se referem ao Espírito Santo como se fosse uma pessoa distinta de Deus-Pai ou de Jesus, na verdade está se referindo ao próprio Espírito da pessoa de Deus-Pai, o Senhor Jeová, porque Ele é espírito.
1) Disse Jesus ao Pai: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que tu enviaste. Eu te glorifiquei na terra, completando a obra que me deste para fazer. Agora, pois, glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que eu tinha contigo antes que o mundo existisse” (João 17:3-5).
Você pode perceber que Jesus nunca se refere a uma terceira pessoa da Divindade durante essa oração. E Ele ainda enfatiza: “que te conheçam a ti, como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que tu enviaste”. Então, Jesus confirma que não existe uma terceira pessoa da trindade.
2) A outra passagem é a seguinte: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre, a saber, o Espírito da verdade, o qual o mundo não pode receber; porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque ele habita convosco [o próprio Jesus], e estará em vós. Não vos deixarei órfãos; voltarei a vós. Ainda um pouco, e o mundo não me verá mais; mas vós me vereis, porque eu vivo, e vós vivereis. Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós” (João 14:15-20). E ainda: “Todavia, digo-vos a verdade, convém-vos que eu vá; pois se eu não for, o Ajudador não virá a vós; mas, se eu for, vo-lo enviarei” (João 16:7). E o mais especial: “Um pouco, e já não me vereis; e outra vez um pouco, e ver-me-eis” (João 16:16).
Será que os teólogos não percebem que o Ajudador é o próprio Espírito da pessoa de Jesus ou o Espírito da pessoa do Pai, que se faria presente neste mundo, para ajudar os crentes a vencer o mundo?
Jesus não foi batizado com o Espírito Santo após ser batizado nas águas por João Batista? Leia Mateus 3:16-17. Então, como Jesus podia dizer que “se Ele não subisse ao Céu, o Espírito Santo não viria?” Então, que Espírito foi aquele que desceu sobre Jesus, que não podia descer, ainda, sobre os discípulos, enquanto estava com eles? Se o Espírito Santo fosse uma terceira pessoa da divindade, por qual razão ele não podia se manifestar enquanto Jesus não havia ascendido aos céus? E mais, ainda, por que Jesus pediu para os discípulos esperarem em Jerusalém, até que chegasse o Espírito Santo? Qual a razão de ter afirmado: “… porque habita convosco”, se o Espírito Santo só seria enviado após sua ascensão?
O Espírito Santo que desceu em forma de uma bomba sobre Jesus, por ocasião de seu batismo, era o próprio Espírito da pessoa do Pai, ou seja, era o próprio Pai em Espírito, porque Deus é Espírito. E a voz, também, era a voz do Pai. Leia Mateus 12:18, 28.
Jesus deixou bem claro, em Mateus 28:20 que “estaria conosco todos os dias, até a consumação dos séculos”.
Se após Jesus ascender aos céus, a vez de atuar seria a da terceira pessoa da trindade, como ele poderia prometer que estaria sempre presente conosco, todos os dias?
Então, fica claro que o Espírito Santo é o Espírito da pessoa de Jesus Cristo ou da pessoa do Pai (tanto faz), que prometeu que não nos deixaria órfãos, mas que estaria conosco todos os dias, apesar de não ser visível a sua presença.
Jesus também disse: “Portanto vos digo que todo pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada. Se alguém disser alguma palavra contra o Filho do homem, isso lhe será perdoado; mas se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste mundo, nem no vindouro” (Mateus 12:31-32). Nesta passagem está provado que Jesus não se considerava igual ao Pai em poder e autoridade. A ofensa à sua pessoa seria perdoada; mas a ofensa ao Deus-Pai, Todo-Poderoso não seria perdoada.
Perceba que não estou falando contra o Espírito Santo ou blasfemando; estou apenas dizendo que o Espírito Santo não é uma terceira pessoa da trindade; é o próprio Espírito da pessoa do Pai. Quem blasfemar contra o Espírito Santo, está blasfemando contra o próprio Deus Jeová. Em Levítico 24:16 lemos:
“E aquele que blasfemar o nome do Senhor, certamente será morto; toda a congregação certamente o apedrejará. Tanto o estrangeiro como o natural, que blasfemar o nome do Senhor, será morto”.
E só para concluir essa parte sobre a composição da divindade, refiro-me à passagem de Gênesis 1:2 que diz: “A Terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas”. Os trinitarianos acham que neste versículo são identificadas duas pessoas da trindade: o Pai e o Espírito Santo. Mas, isso é pura falta de juízo e interpretação tendenciosa. A Bíblia diz que Deus é Espírito (João 4:24). Logo, entendemos que o Espírito que pairava (passeava) sobre a face das águas ou do abismo era o Espírito da pessoa do próprio Deus-Jeová. Imagine-se saindo do seu próprio corpo e indo, em espírito, até às alturas contemplar o mundo; você seria duas pessoas ou apenas uma, somente? Têm outros que afirmam que o Espírito Santo, pairando sobre a face do abismo, estava guardando ou sustentando as coisas, para que elas subsistissem e não se tornasse um caos. Mas, só que o mundo já era um caos; e Deus apareceu justamente para recriar as coisas e organizá-las. O vocábulo hebraico “Elohim”, dos primeiros capítulos do livro de Gênesis, foi traduzido (erradamente ou proposital, talvez) como “Deus”, porque na verdade é um substantivo plural e, literalmente, significa “deuses”. Quando o escritor emprega o nome Elohim, na narrativa de Gênesis, ele pode estar se referindo a Deus-Jeová e os seus anjos ou a Deus-Jeová e Jesus, o Filho ou o Verbo (João 1:1-2). Os ocultistas afirmam que o nome “Elohim” significa “deuses”, realmente, porque foram os deuses que criaram este mundo, em várias fases, e foram os deuses que criaram não só a raça adâmica, mas outras raças anteriores a Adão. Porém, o mais coerente de tudo isso é ficar com a verdade revelada e não com a oculta e ter a certeza de que só existem duas pessoas divinas: Deus-Jeová (o Pai) e seu Filho Unigênito, o Verbo que se encarnou. E pronto!
PLANO B – UM DESAFIO AOS TEIMOSOS
Se apesar de tudo o que já foi mostrado aqui para demonstrar, de mil maneiras, a possibilidade da existência de Deus, e você não se deu por convencido, então não resta outra alternativa, a não ser lançar-lhe um desafio.
Indico a você um lugar especial, onde você tirará de uma vez por todas as suas dúvidas sobre a existência de Deus. Esse local é a sociedade secreta mais antiga, chamada Maçonaria. Se você topar o desafio, tente galgar pelo menos até o 7º grau, dos 33 existentes. Não pare apenas na Loja Azul, que só chega até o terceiro grau. Escolha o Rito York ou Rito Escocês, aí você “vai ver o que é bom pra tosse”! Além de você acreditar no Diabo ou Lúcifer, terá que servi-lo fielmente, e ainda ameaçado com uma faca no pescoço.
E se você acreditar na existência de Lúcifer, então já não restará dúvidas de que Deus existe. Se existem os espíritos das trevas, por que não poderia existir um ser superior a todos eles? Existem, também, as religiões afro-brasileiras, como o Candomblé, a Quimbanda, a Umbanda e até a Igreja do Diabo. Por que você não experimenta? Se nestes cultos há manifestação dos espíritos das trevas, por que não poderia existir um Espírito superior, santo e puro: o Deus único e verdadeiro?
Observe que não precisei discutir aqui sobre a existência da alma e do espírito do ser humano após a morte, porque já está mais do que provado, através do espiritismo, que os demônios (ou almas desencarnadas) existem e se os tais existem, é óbvio que o espírito da criatura humana subsiste após a morte. Se os demônios se manifestam nos cultos afro-brasileiros, certamente os anjos também existem. E conseqüentemente existe Deus e o tão temível Lúcifer. Ora, Deus não é Deus de espíritos extinguidos. Leia Lucas 20:37-38.
Jesus, ao morrer, foi em espírito até a antiga habitação dos mortos (paraíso e hades).
“Porque também Cristo morreu uma só vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; sendo, na verdade, morto na carne, mas vivificado no espírito; no qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão; os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava, nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual, poucas, isto é, oito almas se salvaram através da água” (I Pedro 3:18-20).
Ora, se crermos que Jesus veio em carne e morreu como qualquer ser humano morre, por que somente Ele poderia visitar em espírito o mundo dos mortos? (Efésios 4:8-9). No momento da crucificação Jesus prometeu ao ladrão arrependido que naquele mesmo dia estaria com Ele no paraíso (Lucas 23:43). Os teólogos da Igreja Testemunhas de Jeová, que afirmam não existir vida após a morte, inconformados com a tradução do versículo de Lucas 23:43 e de João 1:1, fizeram outra tradução da Bíblia para justificar as suas doutrinas.
PLANO C – MENOS CONSTRANGEDOR
Um desafio menos constrangedor, para que você possa ter noção real de divindade – e que está ao alcance de todos, sem que seja preciso alguém colocar uma faca no pescoço de quem queira ter acesso ao conhecimento – é ler a obra teosófica da madame Helena Petrovna Blavatsky, composta de seis volumes: A DOUTRINA SECRETA – Síntese da Ciência, Religião e Filosofia. Os teósofos são ocultistas, mas não há o que temer lendo suas literaturas. Aliás, se os estudantes de Teologia lessem não somente a obra de Helena Petrovna, mas também a obra “Anurag Sagar”, do mestre hindu Kabir ou o Livro de Enoque, não seriam teólogos medíocres, se contentando apenas com ensinos “superficiais” de doutrinas da Bíblia. Sei que os estudantes de Teologia, nos seminários, recebem uma lista das literaturas indicadas pelos seus mestres. Mas nada impede de um teólogo estudar particularmente as obras dos grandes mestres das religiões do mundo. Só não indico a leitura da literatura dos teósofos, gnósticos e mestres do hinduismo para crentes leigos, ou estudantes de teologia que ainda são neófitos no conhecimento.
Os teósofos gabam-se de serem mais coerentes na aquisição do conhecimento verdadeiro, superior, ou seja, o conhecimento esotérico. Na verdade eles pegam e analisam os conhecimentos ou o que há de melhor na literatura das grandes religiões e, também, de grupos filosófico-religiosos ou grupos de sábios (teólogos, cavaleiros templários, gnósticos, Nostradamus, cardeais da Igreja Católica, mestres do hinduismo, filósofos da antiguidade, relíquias arqueológicas da antiga Suméria, literatura egípcia, etc). Prezam muito o conhecimento que o grupo dos gnósticos detém. Muitas vezes, os teósofos acham que têm mais razão que o próprio conhecimento científico; afirmam que a Ciência e a Teologia deviam se basear no conhecimento da Teosofia. Os teósofos desencavaram conhecimento do arco da velha, conhecimento que já existia antes da raça adâmica aparecer na Terra. Segundo eles, já existiram cinco raças pré-adâmicas. Eles acreditam plenamente na Bíblia, mas a interpretam de acordo com seus conhecimentos secretos. Afirmam que o conhecimento verdadeiro, superior, não pode ser dado aos cães (profano / pessoa comum), conforme Jesus se referiu em Mateus 7:6, nem pode ser dado de imediato ao neófito. Ao neófito primeiramente é dado o conhecimento “exotérico”; e o conhecimento “esotérico”, superior, é dado somente aos “iniciados”.
Os teósofos acreditam que não existe um único ser superior ou uma única divindade; dizem que existem vários deuses criadores e que Lúcifer é um Deus criador e não é um ser mal, como ensinam os teólogos. Acusam a teologia Católica de ter desfigurado e transformado a pessoa de Lúcifer no que ele é hoje, chamando-o de Diabo e Satanás e taxando-o como um ser mal e de caráter degenerado. Sobre divindade, os teósofos acreditam no que os gnósticos ensinam, que o Deus-Javé dos Hebreus é um “deus como os outros demais”. Ou seja, afirmam que era comum os deuses aparecer ao antigo povo da Suméria ou Ur dos Caldeus, de onde veio Abraão. Um desses deuses apareceu a Abraão e fez um pacto com ele, como os outros deuses faziam com pessoas escolhidas da antiga Suméria. Tanto é verdade, dizem eles, que quando Deus se manifestou a Abraão, ele não estranhou, porque era comum os deuses descer dos montes e falar com os escolhidos. Eles chegam ao cúmulo de citar o trecho de Gênesis 17:4-8 para confirmar que o Deus que apareceu a Abraão era um deus, assim como os outros. Dizem eles, que o Deus-Javé dos hebreus é um deus prepotente, que tomou a prerrogativa da criação para si. Em outras palavras, o Deus-Javé enganou os hebreus, dizendo-se Deus único e Todo-Poderoso. Vejam os textos nos quais eles se baseiam.
“Quanto a mim, eis que o meu pacto é contigo, e serás pai de muitas nações; não mais serás chamado Abrão, mas Abraão será o teu nome; pois por pai de muitas nações te hei posto; far-te-ei frutificar sobremaneira, e de ti farei nações, e reis sairão de ti; estabelecerei o meu pacto contigo e com a tua descendência depois de ti em suas gerações, como pacto perpétuo, para te ser por Deus a ti e à tua descendência depois de ti. Dar-te-ei a ti e à tua descendência, depois de ti, a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Canaã, em perpétua possessão; e serei o seu Deus”. (Versão Almeida Revisada).
“Veja! A aliança que eu faço com você é esta: você será pai de muitas nações. E não se chamará mais Abrão, mas o seu nome será Abraão, pois eu o tornarei pai de muitas nações. Eu o tornarei extremamente fecundo. De você farei surgir nações, e de você nascerão reis. Vou estabelecer para sempre a minha aliança entre mim e você, como aliança eterna. Serei o Deus de você e o Deus de seus futuros descendentes. Vou dar a você e a seus futuros descendentes a terra em que agora vive como imigrante, toda a terra de Canaã, como posse perpétua. E eu serei o Deus de vocês”. (Bíblia Versão da Igreja Católica).
Os gnósticos vão mais além. Eles dizem que essa parte sublinhada do texto supracitado foi traduzida de forma tendenciosa. Eles afirmam que a tradução certa é: para te ser um deus a ti e à tua descendência depois de ti. Não se contentando, eles ainda afirmam que o Deus-Javé dos hebreus é um Deus sedento de sangue, assim como os demais deuses da Caldéia e dos cananeus, pois pediu em sacrifício o filho único do seu fiel seguidor Abraão. Usam o texto de Jeremias 32:35 para afirmar que Javé se faz de esquecido, afirmando que nunca pensou em exigir sacrifícios humanos. Dizem que mesmo Javé mandando resgatar (substituir) os filhos primogênitos dos humanos por cabritos, a intenção era a mesma dos outros deuses: o desejo por sangue (Ex. 13:2; 22:29; 34:20; Num. 3:13; 18:15).
Porém, sei que isso tudo é balela dos gnósticos, pois pegam esses textos isolados, sem comparar com textos dos outros livros da Torá e sem analisá-los à luz do contexto. Javé exigiu o filho de Abraão em sacrifício, mas o fato não foi consumado. Deus, na verdade, queria provar não a fé, mas a fidelidade de Abraão, e não que ele sacrificasse o próprio filho. Se os outros deuses pediam prova de fidelidade aos seus seguidores, por que Javé não poderia fazer prova a Abraão? Então, não adianta os gnósticos e teósofos, que se acham mais sábios e mais coerentes, defender argumentos para deturpar a pessoa de Javé, pois, até na suas próprias literaturas, também existem muitos comentários onde eles colocam dúvidas, empregando os advérbios: “talvez”, “provavelmente”, “possivelmente”, “o que tudo indica”, etc. Eles não são donos da verdade.
Apesar de tudo, vemos que, mesmo Abraão morando em Ur dos Caldeus, no meio de um povo idólatra, ele sabia que existia um Deus verdadeiro. Tanto é verdade que, quando apareceu a ele o sacerdote do Deus Altíssimo, Melquisedeque, da cidade cananéia de Salém, ele não estranhou. Como poderia existir adoradores do Deus verdadeiro no meio dos cananeus? Sabemos que pode existir o povo mais idólatra que for, mas sempre terá alguém servindo ao Deus único e verdadeiro. Outra prova disso está nos Atos dos Apóstolos, quando Paulo chega na cidade de Éfeso e depara com um altar erguido ao “Deus desconhecido” (Atos 17:23).
Os teósofos interpretam a Bíblia diferentemente do pensamento teológico. Sobre a escatologia apocalíptica, eles dizem que a atual raça adâmica será dizimada, para dar lugar a nova raça que surgirá, a 7ª raça, a raça perfeita, conforme está descrito nos capítulos 21 e 22 do Apocalipse. Segundo eles, o mapeamento genético do genoma humano, que está sendo feito atualmente pelos cientistas, é uma prova de que a raça humana sofrerá um melhoramento genético ou transmutação genética; com isso, o corpo humano ficará resistente às doenças e o homem poderá ter uma vida longa, assim como tinham os humanos antediluvianos, que viviam quase mil anos (Leia Gen. 5:27; Isaías 65).
Apesar de todo o conhecimento que poderá adquirir lendo a literatura teosófica, você não deve se esquecer que hoje estamos vivendo na Dispensação da Graça de Deus, e que para a salvação só existe um caminho: Jesus Cristo. Não adianta buscar conhecimento verdadeiro ou salvação na Maçonaria, no Gnosticismo, no Espiritismo Kardecista, no Budismo ou em alguma religião oriental ou em qualquer tipo de iniciação em “mistérios antigos”, porque você jamais vai encontrar. Os maçons ensinam que o homem pode salvar-se a si mesmo, e pode chegar a ser um “deus”, galgando os 33 graus de iniciação. Quando o maçom chega no topo, eles dizem que o homem passou a “conhecer-se a si mesmo”, tem consciência plena e agora é um deus, e não pode mais falar naturalmente com outros seres humanos, etc. Na verdade, eles não se tornam deuses; tornam-se generais de Satã, e a missão deles é defender o reino das trevas até com a prova vida. Para justificar que os iniciados nos mistérios se tornam deuses, baseiam-se no fato dos magos do antigo Egito realizarem milagres que somente os deuses podiam realizar (Êxodo 7:11-12; 7:22). Um outro exemplo que tomam para justificar o poder dos iniciados (ou magos) é o caso da construção das grandes pirâmides do Egito. Dizem que só foi possível levantar blocos imensos de pedra lavrada, pesando 40 toneladas, com a ajuda dos poderes dos magos do Egito, que através do poder de levitação puderam levantar os blocos de pedra até 140 metros de altura. Pois, segundo alguns eruditos, não havia mecanismos e nem força humana para levantar os blocos de pedra, já que na época não havia cabos de aço e nem guindastes. Sei que “poder” eles podem obter, com a ajuda do reino das trevas, mas jamais obterão a salvação de suas almas.
Na Dispensação da Graça só há um mediador entre Deus e os homens: Jesus (I Tim. 2:5). Antes da graça a salvação consistia em obras e na obediência às leis morais e civis. Após o arrebatamento dos salvos, a salvação não mais será pela fé no sacrifício expiatório de Cristo na cruz e nem pela prática de boas obras; só haverá salvação para aqueles que não negarem Jesus, e resistirem a autoridade do poder do governo do anticristo, mesmo que isso custe o preço de suas vidas (Apocalipse 13). Se alguém conseguir atravessar os sete anos da grande perseguição promovida pelo governo anticristão, então poderá ter uma chance de se arrepender e servir Jesus fielmente, durante o seu governo de mil anos aqui na Terra (Apocalipse 20).
PLANO D – COMO CONHECER DEUS
DE FORMA BEM SIMPLES
A salvação através da graça de Cristo é um caso muito sério. Se Deus não nos amasse tanto (João 3:16), não teria se rebaixado tanto, a ponto de permitir que seu Filho Unigênito viesse se sacrificar, morrendo na cruz pelo meu e o seu pecado. Deus não julgará com mansidão e nem poupará esta geração que tem ultrajado o seu Filho e desprezado o seu tão grande sacrifício em nosso favor.
Por favor, se você quer ser uma pessoa de mente aberta, conhecedora da verdade e mais entendida que os sábios deste mundo (I Cor. 3:19), procure ler a Bíblia com respeito e devoção; não a leia como se lê um jornal; não a leia tentando encontrar algum erro, alguma falha, alguma contradição ou achando que ela é um livro qualquer. Já está mais do que provado que a Bíblia é um conjunto de livros que possui uma linguagem coesa, uma única linha de pensamento, um único objetivo; e pelas probabilidades matemáticas, um conjunto de livros quaisquer com essas mesmas características, não teria a mínima condição de existir, nem com toda a tecnologia que dispomos atualmente. Os livros da Bíblia não surgiram na Idade Média e nem foram modificados ou alterado o seu conteúdo, como sustentam algumas pessoas mal-informadas. Desde os tempos antes de Cristo, existiram cópias dos livros sagrados dos Judeus; em Alexandria, na Grécia, Teófilo ordenou a tradução dos livros sagrados dos Judeus para a língua grega; setenta sábios judeus fizeram este trabalho. Os livros dos profetas Daniel, Ezequiel e o livro do Apocalipse jamais poderiam ser alterados propositalmente, durante as traduções, com intuito de iludir as gerações futuras. Quem poderia adivinhar como seria o futuro da humanidade de forma tão exata, como se encontra descrito nesses livros? Nem mesmo hoje, com programas sofisticados de computador, seria possível organizar os fatos e as profecias, de tal forma a não se contradizerem. A humanidade passou mais de 5 milênios convivendo com as mesmas condições tecnológicas e quem poderia prever, pelos menos há mil anos atrás, que o mundo no futuro estaria com tecnologias avançadas? Se os livros da Bíblia tivessem sido escritos a partir do surgimento da Revolução Industrial, no século XVIII, os ateus e críticos teriam razão em afirmar que esses livros foram escritos propositalmente, com intenção de manipular as massas, isto é, com a intenção de trazer temor às massas, a fim de que os mantivessem presos à crença em uma divindade, para depois tirarem proveito disso, explorando a fé do povo e mantendo-os sempre subjugados. A pessoa que diz ter um grau elevado de estudo e possui uma opinião bestial, mal-fundamentada, quando diz que os livros da Bíblia foram escritos com propósito de manipular as massas, não pode ser classificada como uma pessoa equilibrada ou alguém que possa depositar confiança.
Se você ler a Bíblia acreditando que ela é o Livro de Deus, que ela contém uma mensagem divina para você e para esta geração, acredite-me: Algo sobrenatural mexerá com o seu coração, e esse algo é o Espírito Santo de Deus. Somente o Espírito de Deus poderá modificar a sua mente e o seu coração se você ler ou ouvir a Palavra de Deus. Se o Espírito tocar no seu coração, você sentirá desejo de fazer algo a favor de si mesmo. Então, é nesse momento que você deve se arrepender dos seus pecados e entregar os seus caminhos nas mãos de Deus. Leia um salmo de Davi (salmos 51 ou 37) e ore a Deus, aceitando-o como suficiente salvador e entregando a vida em suas mãos. Faça isso e garanto que a sua vida mudará para melhor, mudará para algo bom, além do que você jamais imaginou. Procure uma igreja batista ou evangélica tradicional para se congregar, porque isso é mandamento de Cristo, que devemos nos congregar, para sermos batizados e integrados ao seu corpo místico, e participarmos da santa ceia do Senhor, até que Ele venha. É necessário manter comunhão com os irmãos. É necessário, também, sermos despenseiros da multiforme graça de Deus; é necessário contribuir com a parte que nos cabe, de participar como mensageiros de Cristo na divulgação do seu Evangelho para outros que não conhecem. Não devemos enterrar os talentos que Deus dá a cada um de seus filhos.
CONCLUSÃO
Fugi, muitas vezes, do foco do assunto, porque o que estávamos tratando aqui é sobre a existência de Deus. Pois, além de já ser difícil muitas pessoas acreditarem em Deus somente pelo testemunho das Sagradas Escrituras, mais difícil se torna acreditar em Deus quando pessoas ficam pregando que Deus é justiceiro e vingativo, e que vai lançar num lago de fogo, em suplício eterno, todos os pecadores que ofendem e zombam da sua graça e bondade, ao invés de ensinar que Deus é bom, amoroso e misericordioso.
Se você, que é ateu, não tivesse começado seus estudos lendo obras de outros ateus, evolucionistas e comunistas (Karl Marx, Charles Darwin, Mao Tse-tung – comunista chinês), não estaria assim, tão perdido em relação ao conhecimento de divindade. E ainda existem milhões de bobos achando que o Comunismo “sem Deus” é a melhor solução para os problemas da raça humana. Se ao menos tivesse tido a grandeza de ter lido a Bíblia por completo, com humildade e sem arrogância – e não se baseado em informações fragmentadas e opiniões preconceituosas de outras pessoas sobre a Bíblia –, você não estaria tão desinformado sobre Deus. Você saberia responder às famosas indagações que perturbam os ateus e evolucionistas: Quem sou? De onde vim? Para onde vou?
Espero que você, crente em Deus, tenha encarado com espírito de mansidão ao que aqui foi exposto, de forma contundente, sobre a existência de Deus.
Sei que este assunto – sobre se Deus existe ou não – é difícil de ser esclarecido, principalmente, se tomarmos somente a Bíblia como fonte de prova.
Tive que usar muita imaginação para tentar esclarecer aos ateus sobre este tão polêmico assunto.
Aos teólogos que vêm com pedras na mão para me apedrejar, eu os desafio a dar uma explicação bem mais satisfatória sobre a existência de Deus aos ateus, melhor da que
apresentei aqui. Mas, não quero que venham com estupidez, afirmando que não podemos discutir sobre esta questão, porque “ai daquele que contende com o seu Criador! o caco entre outros cacos de barro! Porventura dirá o barro ao que o formou: Que fazes”? Ou, então, afirmando que “as coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, mas as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre”.
Que Deus possa abençoá-lo. Não podemos nos esconder de sua vista. E, muito menos, poderá a criatura explicar o seu Criador. Mas, apesar de tudo, tentei!
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By Miquels
Manaus, 24/11/2007
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MEDITE NA PALAVRA DE DEUS.
“Ainda que [os homens] cavem até o Seol [ou Inferno], dali os tirará a minha mão; ainda que subam ao céu, dali os farei descer.
Ainda que se escondam no cume do Carmelo, buscá-los-ei, e dali os tirarei; e, ainda que se ocultem aos meus olhos no fundo do mar, ali darei ordem à serpente, e ela os morderá”
(Am. 9:2-3).
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Medite no Poema do Hino do cantor Ozéias de Paula:
Deus, grandioso Ser, jamais criado;
Princípio e fim,não delimitam Tua história.
Excelso Espírito, supremo e iluminado;
Pai excelente, santo e puro, em áurea glória.
Como explicar-Te a criatura que é tão breve?
Que esculturaste da poeira esquecida?
Mas, adorar-te é o que se pode e o que se deve,
Na gratidão, de que do nada deste a vida.
No princípio era o Verbo e o Verbo era
Sublime parte de Ti mesmo, que fluía.
E quando alçastes pelo cosmo a grande esfera,
Traçaste o plano da perfeita harmonia.
Deus, na apoteose da verdade,
A Via Láctea estendeste no espaço;
E, aos turbilhões, constelações, na eternidade,
Tu colocaste em ornamento nos teus passos.
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LIVRE-ARBÍTRIO E PREDESTINAÇÃO
EXISTE LIVRE-ARBÍTRIO
PARA O HOMEM, REALMENTE?
O suposto livre-arbítrio que Deus concedeu a Adão e Eva, no paraíso, na verdade não era uma “liberdade de escolha”; era uma “imposição com condições predeterminadas”. Deus criou o homem à sua imagem e semelhança e concedeu-lhe a capacidade de raciocínio e a faculdade de escolha. Logo, “livre-arbítrio” subentende-se como sendo uma “liberdade de escolha, sem que seja predeterminada alguma conseqüência”.
Ora, se tenho livre-arbítrio, faço uso dele como bem entender! E se dele faço uso, mas sofro uma punição porque não usei de acordo com o gosto de quem o estabeleceu, então isso não é livre-arbítrio nem aqui e nem em outro mundo! Dizem os pregadores de ontem e de hoje que nós, seres humanos, temos livre-arbítrio para escolhermos servir a Deus ou não; mas se não escolho servir a Deus, vou receber, por isso, uma terrível punição! Ora! Que absurdo é esse?! Onde está a racionalidade desses pregadores? Que liberdade de escolha é essa?
Não radicalizando a questão, podemos entender, também, que o livre-arbítrio dado ao homem é restrito a esta esfera de vida. Então, quer dizer que o livre-arbítrio só é restrito a esta vida sobre a Terra? Sim, porque após a morte o homem não tem mais direito a este “livre-arbítrio” (com condições pré-determinadas). Mas, por que tem que ser assim?
O Inferno e o Lago de Fogo não foram criados para punir a raça humana; foram criados para castigo do Diabo e seus anjos. Contudo, o Inferno tornou-se também um lugar de punição para os ímpios pecadores e para os crentes desobedientes. O Inferno é um lugar transitório. Já o Lago de Fogo foi criado para Lúcifer e seus anjos, e é um lugar físico, real, para extermínio eterno do corpo, da alma e do espírito.
Os anjos de Deus, no Céu, têm livre-arbítrio, realmente. Mas Deus pune um anjo desobediente da mesma forma que um pai pune a seu filho, para bem dele. Porém, se a rebeldia é repetitiva, Deus concede liberdade ao tal anjo rebelde, mas ele é convidado a se retirar do Céu. Logo, ele irá se juntar a quem? À turma do Lúcifer, com certeza!
Foi assim que aconteceu com o Lúcifer e os anjos que se rebelaram no Céu. Deus concedeu liberdade a Satã e aos anjos que quiseram acompanhá-lo, mas não foi determinada nenhuma punição por causa da escolha que fizeram. A parábola do filho pródigo, narrada por Cristo (Lucas 15), retrata claramente a pessoa de Jesus e de Lúcifer. O filho pródigo recebeu do pai parte da herança que lhe cabia; foi-se pelo mundo a fora, mas depois regressou para a casa paterna. Porém, com o Lúcifer foi um pouco diferente; ele não retornou à casa do Pai. E como se não bastasse, ainda criou ódio do Pai e de Jesus, que é o Filho obediente.
Quem são os demônios? Qual a origem deles?
Antes de continuar com as explanações, faz-se necessário conhecer um pouco mais a respeito dos anjos de Deus e dos anjos caídos ou decaídos.
Na ocasião da queda do homem, quando Satã o enganou no paraíso (isto é, quando lhe transmitiu conhecimento que não devia ser transmitido), Deus o amaldiçoou e lhe tirou alguns direitos que ainda detinha. Nessa ocasião, ainda não havia sido decretados a condenação de Lúcifer e seu bando ao castigo eterno no lago de fogo (extermínio). Então, em que momento Deus perdeu a paciência com Lúcifer? Foi quando os anjos que o acompanhavam (que ainda eram considerados filhos pródigos de Deus – Gen. 6) pecaram com as filhas dos homens, e quando corromperam a humanidade com toda sorte de pecados. Da união carnal dos anjos com as mulheres humanas, surgiu uma raça de gigantes, isto é, pessoas com tremendas anomalias genéticas. Por causa desse grave pecado dos anjos rebeldes, acima de tudo com o alcovitamento de Lúcifer, Deus condenou os anjos líderes à prisão e castigo no poço do abismo (ou tártaros, localizado nas partes mais baixas do Inferno). Foram presos no Tártaros somente as castas mais perigosas de anjos e os anjos líderes. Se Deus tivesse prendido todos os anjos rebeldes no abismo, não haveria demônios soltos por aí. Satã ainda não foi preso, mas já está condenado e com sua prisão decretada. Os outros anjos que ficaram soltos nas regiões celestiais, foram amaldiçoados e perderam seus corpos. Os demônios são anjos caídos destituídos de seus corpos. Isso foi uma maldição de Deus por causa do grave pecado que cometeram. Porém, Satã e os outros anjos líderes (7 príncipes) que ele constituiu ainda são poderosíssimos, e podem se manifestar em corpos, ou seja, podem se materializar ou constituir corpos para si. Por exemplo, sempre que há registro de aparições de ETs, observa-se que eles possuem a mesma aparência física: cabeça grande, nariz curto e olhos grandes, puxados. Os ETs (ou os tripulantes de ÓVNIS) são demônios, e a aparência que eles usam é apenas um máscara, ou seja, é um corpo mal feito que eles conseguiram fazer para si. Quando há abdução (seqüestro) de seres humanos por ETs, talvez seja para fazer experiências genéticas, de forma a constituir corpos parecidos com o dos humanos. Lúcifer e os anjos príncipes não têm poder para constituir corpos para todos os demônios, pois eles são milhões ou até bilhões.
Quando Lúcifer recebeu a sentença de sua condenação no Céu, Jesus estava na Terra, possivelmente, cumprindo uma missão como “anjo do pacto” (Mal. 3:1). Tempos depois, quando encarnou como Filho de Deus, disse: “Respondeu-lhes ele: Eu via Satanás, como raio, cair do céu” (Lucas 10:18; João 12:31; 16:11; Apoc. 9:1). Talvez Jesus não estivesse se referindo somente aos atos dos setenta discípulos, que haviam expulsado muitos demônios durante o cumprimento da missão, enfraquecendo o reino de Satanás. O apóstolo João afirma que “o príncipe deste mundo está julgado”. A famosa guerra no Céu, de Apocalipse 12, na verdade se deu quando Satanás recebeu a sua sentença, com a qual não concordou, há mais de 4.000 anos a.C. [MAS, LEMBRE-SE QUE UMA MESMA PROFECIA PODE TER DOIS CUMPRIMENTOS: UM QUE JÁ PASSOU E OUTRO QUE AINDA VIRÁ]. A terça parte dos anjos de Deus decidiram ficar ao lado de Lúcifer desde a sua primeira saída do Céu como filho pródigo. Os anjos que decidiram ficar ao lado de Lúcifer não foram coagidos por ele; talvez aceitaram ficar ao seu lado como cúmplices das suas rebeldias. Satanás e sua turma tentaram resistir à decisão de Deus de expulsá-lo definitivamente do Céu, e lutaram contra Miguel e seus anjos. Porém, não prevaleceram e foram expulsos do Céu e Deus lhe colocou uma marca, assim como colocou em Caim: o 666, que representa o tempo para ele agir, até que se cumpram os planos de Deus a humanidade.
Entenda, você, que os demônios sentem necessidade de possuir um corpo, para que possam se expressar e sentir as emoções carnais. Por isso, eles preferem habitar nos corpos dos seres humanos. Eles não gostam de possuir os corpos de animais; preferem os corpos humanos porque precisam se comunicar através da fala e dos gestos.
Na Bíblia não há nenhuma referência mostrando que os anjos possuem ou não órgãos sexuais. Jesus disse que os salvos após ressuscitarem dentre os mortos não casam e nem se dão em casamento, pois serão como os anjos de Deus no Céu (Mat. 22:30; Marc. 12:25; Luc. 20:35). Mas, essas passagens bíblicas não indicam, de forma implícita, que os anjos são assexuados. Uma prova de que os santos anjos de Deus possuem órgãos sexuais é o exemplo de Adão e Eva no paraíso, pois, viviam nus, mas não se envergonhavam, porque não tinham conhecimento e nem noção de prostituição através dos órgãos sexuais. É claro que eles sabiam por que existiam os sexos opostos, e quais as funções dos órgãos sexuais, visto que presenciavam os animais mantendo relacionamento sexual para procriação. O que eles não tinham era a noção do pecado por aquilo que Deus havia orientado ser mal. Adão e Eva tiveram filhos santos no paraíso, porque antes da queda Deus lhes disse: “Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a” (Gen. 1:28). Quando pecaram e foram expulsos do paraíso, Deus tomou para si os seus filhos santos.
Assim como Adão e Eva, vivendo no paraíso, não tinham noção de pecaminosidade no uso indevido dos órgãos sexuais, os anjos no Céu também possuem órgãos sexuais, mas não sentem necessidade de prostituir os seus corpos, e nem podem constituir famílias, visto que todos são do sexo masculino e são extremamente santos e obedientes a Deus. Satanás e seus anjos são rebeldes e fazem o que bem entendem com seus corpos, se os tem.
Os anjos de Deus, que são enviados a Terra para auxiliar os servos de Deus, podem se afeiçoar por alguma mulher terráquea. Por isso, o apóstolo Paulo exortou às mulheres a trazer sempre a cabeça coberta, por causa dos anjos (I Cor. 11:10). Os teólogos inventam explicações mirabolantes para esta afirmação de Paulo porque não conhecem a teologia esotérica. Paulo era um erudito e sabia o que falava. Não somente o apóstolo São Judas lia o Livro de Enoque, mas Paulo também conhecia esse livro até bem mais do que os outros apóstolos. A leitura do Livro de Enoque era corrente entre os cristãos e judeus até o século II. No ano 300 d.C. a Igreja Católica proibiu a leitura pública desse livro por questões óbvias, isto é, para que o livro não ficasse popular entre o povão, por causa de suas profecias.
Mas, se por hipótese os anjos são assexuados, e se os mais poderosos se rebelarem, podem perfeitamente constituir órgãos sexuais para si. Os anjos são seres poderosíssimos e, caso alguns se rebele, podem causar muita dor de cabeça para Miguel e seus anjos obedientes. Pela literatura do ocultismo ficamos sabendo que existe um ritual ou uma festa demoníaca chamada “Sabbat”, onde os adeptos praticam sexo com demônios. Existem demônios de sexo masculino e sexo feminino. Não é por acaso que Deus mantém preso no poço do abismo a casta mais perigosa de anjos decaídos (II Ped. 2:4; Judas 1:6; Apoc. 9:1-3).
Voltando ao cerne do assunto, o livre-arbítrio que nós, seres humanos, temos hoje não é exatamente uma “liberdade de escolha”; é uma “imposição”, porque Deus é onisciente e sabe qual será o futuro do homem se viver alienado. Deus não pode abandonar o homem rebelde à mercê de sua sorte. Pois, como bem disse Pedro, “Senhor, para onde iremos nós? Tu tens as palavras de vida eterna”! (João 6:68).
O homem pode seguir livremente no caminho em que quiser seguir, enquanto vive sobre a Terra, e também, após a morte. Mas, sabemos que a decisão do homem não vai dar em nada. Deus sabe qual é o fim do homem que escolhe desobedecê-lo. Se o homem viver sem Deus, totalmente alienado, poderá ficar eternamente perdido, tal como uma ovelha sem pastor, oprimido por si mesmo ou pelos outros. Sabendo disso, Deus não pode conceder o livre-arbítrio ao homem após a morte, pois, que na verdade, será Ele mesmo que deixará dos seus cuidados para ir resgatar o homem do abismo em que se encontra.
O homem sem Deus é como uma criança, que não tem noção do perigo e não sabe para onde vai. Se ele escolhe não servir a Deus, mas prefere seguir o seu próprio caminho, e depois cai num abismo e fica prisioneiro da sua própria sorte, quem é que vai salvá-lo? Será que o homem poderá salvar-se a si mesmo? Será que, mesmo tendo abandonado Deus, o homem perdido não terá que invocá-lo algum dia? Claro que sim! Então, para Deus não ter dois trabalhos, o de deixar o homem livre e depois ter que ir resgatá-lo, desde o princípio do mundo tem imposto obediência aos seus mandamentos e lhe dado tempo para que possa se aperfeiçoar. E para evitar que o homem se perca eternamente, Deus tem lhe dado mais uma chance após a morte. Criou o inferno justamente para que o homem rebelde e pecador – que rejeita a sua graça – seja provado e punido por sua desobediência. Se no inferno o homem reconhecer o seu erro e perceber que não pode viver alienado de Deus, então, será perdoado e salvo.
Sei que a forma que falo sobre a realidade do Inferno choca-se com o conceito comum dos evangélicos sobre a situação das almas que morreram sem Cristo, porque foram doutrinados erroneamente. E será muito difícil que mudem de idéia. Em nenhuma parte da Bíblia afirma que não há nenhuma solução para as pessoas que morreram sem ter ouvido falar de Jesus. São milhares de pessoas em vários países, que partem para a eternidade todos os dias sem terem ouvido uma única vez a mensagem de Cristo. Será que essas pessoas foram predestinadas à condenação, sem ter tido a chance de receber a mensagem do Evangelho? Se Jesus ordenou pregar o seu Evangelho a toda criatura humana, em qualquer lugar do mundo, quem será responsabilizado pela perdição dessas pessoas que os pregadores andam dizendo por aí, que já estão sofrendo eternamente no panelão de breu? Crentes hipócritas, que defendem a idéia do suplício eterno no Lago de Fogo, não demonstram sentir nenhuma pena dessas almas que morrem sem Cristo; conseqüentemente não tem amor pelas pessoas que estão vivas. É tudo hipocrisia. Falar irracionalmente que o pecador irá sofrer um suplício eterno é fácil! Agora, pregar que é bom, nos países muçulmanos, poucos tem coragem!
Deus quer conceder posição de destaque no Céu aos seres humanos que forem aperfeiçoados, por isso, está provando e aperfeiçoando o homem, para que seja capaz de expressar perfeita e completa obediência às suas leis.
Cada ser humano tem uma alma e um espírito. Se Deus não tomar conta do homem após a morte (Eclesiastes 12:7), nas mãos de quem ficará o seu espírito? Se o homem não conhece nem 1% do Universo físico, como irá proceder no mundo espiritual? Por certo, ficará perdido no tempo, como alma penada, ou, então, ficará a mercê do Príncipe das trevas e terá que ser seu escravo. Se, ao morrer, a alma e o espírito do homem deixassem de existir, Deus não se preocuparia com ele, de forma alguma.
A PREDESTINAÇÃO
Se você foi capaz de entrar na mesma linha de raciocínio em que expus o caso do livre-arbítrio, sem dúvida, a questão da predestinação do homem será fácil de entender.
Muito se tem discutido por aí sobre a predestinação dos salvos e dos perdidos. No entanto, nenhum grupo de teólogo chegou a uma conclusão plausível, que possa ter respaldo na Palavra de Deus.
Vou tomar algumas referências bíblicas para embasar a discussão sobre a predestinação.
“Desejaria eu, de qualquer maneira, a morte do ímpio? diz o Senhor Jeová: não desejo, antes, que se converta dos seus caminhos, e viva?” (Ezeq. 18:23, 32).
“Assim também não é da vontade de vosso Pai que está nos céus, que venha a perecer um só destes pequeninos” (Mateus 18:14).
“E a vontade do que me enviou é esta: Que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no último dia” (João 6:39).
“Pois isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (I Tim. 2:3-4).
“O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se” (II Pedro 3:9).
“Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante dele em amor; e nos predestinou para sermos filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade” (Efésios 1:4-5).
“Nele, digo, no qual também fomos feitos herança, havendo sido predestinados conforme o propósito daquele que faz todas as coisas segundo o conselho da sua vontade” (Efésios 1:11).
“…e aos que predestinou, a estes também chamou; e aos que chamou, a estes também justificou; e aos que justificou, a estes também glorificou” (Rom. 8:30).
Sabemos que todos os dias milhares de pessoas partem para a eternidade sem Cristo. A doutrina evangélica diz que após a morte, segue-se o juízo. E a única oportunidade de obter salvação é enquanto estamos vivo, porque após a morte não existe nenhuma chance de salvação. E ainda aparecem alguns pregadores, por aí, usando a passagem de II Pedro 3:9 para fazer pregação!
Então, se após a morte não existe nenhuma chance de salvação para os que morrem sem Cristo, como podemos entender a afirmação de Pedro, quando diz que Deus é longânimo para conosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se?
Se não existe nenhuma outra forma de o homem pecador obter a salvação após a morte, por que Paulo diz que o desejo de Deus é que todos os homens sejam salvos? Se não existe chance de salvação para aqueles que morreram sem ter ouvido e aceitado o Evangelho, então o que Pedro e Paulo afirmou em Tim. 2:3-4 e II Pedro 3:9 é pura hipocrisia (pra não dizer coisa pior).
Para que todos os homens tenham chance de serem salvos, existem apenas duas possibilidades: a provação e purificação dos pecados no Inferno ou a reencarnação.
Se Deus não quer que ninguém se perca, então é preciso haver a reencarnação, para que o pecador volte à vida novamente e tenha oportunidade de se aperfeiçoar e se salvar. Se a reencarnação serve para dar oportunidade ao homem pecador de se aperfeiçoar, então a existência de seres humanos reencarnados neste mundo será um processo interminável, visto que será preciso haver centenas de reencarnações para que certas pessoas sejam aperfeiçoadas. E para que o homem tenha mais chances de se aperfeiçoar, Deus terá que usar da predestinação para fazer reencarnar cada criatura humana em épocas favoráveis, e no seio de famílias com boa situação social e econômica. Se uma alma reencarnar aleatoriamente, ou de acordo com a sua sorte, poderá ter ou não melhores chances de se aperfeiçoar. Existem muitos fatores que podem interferir no sucesso de um ser encarnado. O país, o status social ou as condições econômicas da família onde o espírito será baixado poderão ser ou não ser favoráveis. Se Deus está sendo longânimo porque quer que todos tenham chance de se salvar através do processo de reencarnação, então é melhor tirar o cavalinho da chuva ou botar as barbas de molho, porque terão que se passar milhares de anos até que todos possam ser aperfeiçoados! E posso garantir que, do jeito que certos homens são: mentirosos, obstinados, irreconciliáveis, será quase impossível o aperfeiçoamento para os tais.
Sendo assim, fica claro que a reencarnação não pode existir. E a única possibilidade de haver salvação do pecador após a morte é a punição e purificação da alma no Inferno. Lembrando: o Inferno é um lugar transitório, para onde são levados os espíritos dos pecadores que não quiseram saber de Deus ou nunca ouviram falar de Jesus e os espíritos dos crentes desobedientes, que morrem todos os dias. As doutrinas católicas a respeito do antigo “limbo” (local de destino após a morte das crianças pagãs, que foi abolido pelo Papa João Paulo I) e o purgatório, trata-se do mesmo Inferno, que os protestantes alegam ser local de castigo eterno para os perdidos. A Bíblia diz que cada um dará conta de si mesmo a Deus (Rom. 14:12). Portanto, os vivos não podem interceder pelos mortos, nem as rezas podem ajudar em nada, muito menos missa de sétimo dia, batismo pelos mortos ou oferenda de milhares de velas acesas. A intercessão de Maria, mão de Jesus, a favor dos pecadores é outro absurdo que tem sido ensinado pelos católicos, e Deus jamais irá aceitar, visto que só há um mediador entre Deus e os homens, que é Jesus (I Tim. 2:5).
Pelo que já vimos, conclui-se que não existe predestinação para nenhum ser humano. Quando na Bíblia há um texto se referindo a predestinação, como na passagem de Efésios 1:4-5, não significa que os termos “elegeu” e “predestinou” estejam fundamentando uma doutrina. Essa passagem e a de Romanos 8:30 deve ser interpretada da mesma forma que se interpreta a passagem de Apocalipse 13:8, onde se diz que Cristo é o Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. O que está em questão é a onisciência de Deus e não a predestinação.
“E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo”.
Esta passagem bíblica, acima, não pode sustentar a doutrina da reencarnação. Os teósofos sustentam que os “cristos”, deuses ou “hierofantes” de tempos em tempos encarnam ou reencarnam, mas esse ensinamento não tem base bíblica. Paulo (ou Timóteo) disse que Cristo “uma vez por todas se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo” (Heb. 9:26; I Ped. 3:18).
Por outro lado, vemos os Mórmons sustentando que Cristo reapareceu na América do Norte, tempos depois de ter aparecido aos judeus na Palestina. Segundo os ensinamentos dos Mórmons, essa aparição de Jesus Cristo na América não se deu através de uma nova encarnação, pois, Cristo apareceu repentinamente, transmitindo as mesmas mensagens (boas novas) que havia transmitido aos judeus na Palestina.
O “Cordeiro” que foi morto desde a fundação do mundo, a qual se refere Apocalipse 13:8, trata-se da representação simbólica do Cordeiro de Deus (Jesus) através de todos os “cordeiros” que foram oferecidos em sacrifícios para remissão dos pecados, a começar com o cordeiro oferecido em holocausto por Abel (Gen. 4:4). Todos os cordeiros sem manchas oferecidos pelos hebreus em sacrifícios, para remissão dos pecados do povo, simbolizavam o Cordeiro de Deus, que um dia se ofereceria uma única vez para remir os pecados da humanidade (Ezeq. 45:23; Êxodo 29:38).
Li recentemente um livro intitulado “Apócrifo do Diabo”, onde o autor alega que as histórias narradas no livro foram ditadas pelo próprio Lúcifer e transcritas em manuscritos por um ex-padre católico que foi excomungado da Igreja por ter se envolvido com o Ocultismo. No livro, Satã alega que quer ajudar a salvar a humanidade do holocausto que está preste para acontecer. Ele alega que Jeová é quem é mal e está preparando as suas ovelhas para o grande sacrifício, pois, para isso que é que são preparadas as ovelhas, ou seja, os judeus e os cristãos. Mas, sei que tudo isso é mentira de última hora inventada por Satã, para confundir a mente dos incautos.
Na verdade, Deus amou tanto a humanidade (João 3:16), que não desejou eliminá-la da face da Terra e nem desejou sacrificá-la por causa de seus pecados. Mas, pela sua infinita bondade, deixou que seu próprio Filho Unigênito viesse morrer em favor da humanidade.
Quando o texto diz que Deus “nos predestinou para sermos filhos de adoção por Jesus Cristo”, isso não se constitui uma doutrinação. Nunca se diz na Bíblia que Deus predestinou os ímpios ou pecadores para a perdição eterna. O que Deus expressa é o desejo de salvar os ímpios e também o de salvar todos os homens (Ezequiel 18:23, 32; I Tim. 2:3-4).
A “predestinação” narrada em Efésios 1:4-5 refere-se à onisciência de Deus, que antes da fundação do mundo já previa todos aqueles que haviam de crer no seu Filho Jesus, e seriam constituídos filhos por adoção, visto que os filhos legítimos de Deus Jeová são os judeus.
Concluindo, a predestinação que hoje existe se resume nas três escolhas clássicas que o homem pode fazer:
1) obedecer e se submeter a Deus;
2) obedecer e seguir ao Diabo; ou
3) tornar-se um ateu, alienado de tudo que se chama “deus”.
O homem só pode escolher uma das três opções. O seu futuro dependerá da escolha que fizer. As circunstâncias em que o homem nasce (época, país, tipo e condições sócio-econômica de sua família) pode influenciar muito nessa escolha. Se você é um brasileiro ou é habitante de um país democrático, onde predomina religião cristã, então é mais fácil você ter o conhecimento do Evangelho de Cristo. Mas, se você recusar Jesus e sua graça, não terá perdão. Irá sofrer as penas do Inferno durante mil anos.
Que o Espírito de Deus possa iluminar nossas mentes!
Amém.
by: Miquels - Manaus, 10/03/2008.
DEMOCRACIA RELIGIOSA NO BRASIL
NÃO EXISTE DEMOCRACIA RELIGIOSA PLENA NO BRASIL
A todo-poderosa Igreja Católica exerce influencia em todos os setores da sociedade, afetando direta e indiretamente os evangélicos, espíritas, ateus e seguidores de outras religiões.
Em cada Estado, em cada município, vila, vilarejo, bairros de cidades e outros rincões deste País existe um “Padroeiro”. Entronizaram até mesmo no nosso país um ídolo de origem duvidosa como “Padroeira”, a Aparecida.
Na Constituição Federal não consta nenhum artigo definindo alguma religião oficial no Brasil; aliás, o que ela garante a todos é a liberdade de crença e de culto, a liberdade de expressão e, principalmente, a igualdade de direitos a todos, independentemente de credo religioso.
As cidades pequenas do Brasil são as mais afetas pela influência da Igreja. Em cada município existe um padroeiro, e conseqüentemente, existe feriado no dia do padroeiro, afetando diretamente evangélicos, ateus e praticantes de outras religiões. Em pleno dia útil da semana algumas instituições públicas essenciais são fechadas, como bancos, escolas, correios, casas lotéricas, etc.
Mesmo que a maioria da população das cidades e dos bairros seja formada de católicos, isso não dá direito à Igreja de influenciar toda a sociedade com as festas de padroeiros.
Na maioria das cidades interioranas do País, professores e funcionários não-católicos de escolas municipais e estaduais sofrem muito constrangimento por causa das festas de padroeiros. Fui professor de cidade do interior e sofri na pele a opressão por que passam os evangélicos. Cada bairro tem um padroeiro, e geralmente todo mês tem festa; cada paróquia organiza um calendário dos dias da festa, e cada escola municipal ou estadual e repartições públicas têm o seu dia para participar nos arraiais, levando as oferendas para o santo. Nesse dia não tem aula na escola, mesmo sendo dia útil da semana; os professores católicos têm por obrigação doar um frango, um bolo ou qualquer prenda para o leilão nos diversos arraiais que acontecem durante a semana; aos evangélicos e não-evangélicos existem duas opções: ou oferecem alguma oferenda para o santo ou tem que vir dar aula sozinho para seus alunos em horário alternativo, ou então tem que “pagar” o dia, isto é, tem que realizar um serviço extra depois das festas para pagar aquela falta no trabalho. Por causa dessas tolices, discuti diversas vezes com minha diretora, ameaçando até denunciar o caso a Secretaria de Educação do Estado. E essas coisas continuam acontecendo livremente na maioria das cidades interioranas do Brasil.
Até mesmo nos feriados religiosos nacionais e estaduais da Igreja Católica, os não-católicos são afetados diretamente e muitas vezes são constrangidos a fechar seus comércios, parar seus negócios, regrar a vida de acordo com o que a força da Igreja impõe. Nesse caso, temos os feriados da Semana Santa, de Corpus Christi, da Padroeira do Brasil, do Natal e os feriados dos padroeiros dos Estados e municípios.
A maioria dos evangélicos (empregados, funcionários públicos) adoram quando ocorre um feriado religioso da Igreja Católica, mas se esquecem que, com essa atitude, estão favorecendo a predominância e influência da Igreja em todos os setores da sociedade. A maioria dos brasileiros adora um feriado, não importando ser cívico ou religioso, porque só querem viver na mordomia, na vida folgada, ganhando sem trabalhar, a exemplo dos deputados e senadores que ganham altos salários para trabalhar apenas três dias na semana.
Grande parcela da população brasileira é formada de evangélicos, ateus, não-católicos e praticantes de outras religiões. Portanto, já está mais do que na hora dos evangélicos abrir o olho para a questão da opressão que vêm sofrendo por causa das festas de padroeiros nas cidades brasileiras.
Que haja as festas de padroeiros, mas, que não sejam paralisados os serviços públicos, nem o comércio e nem as atividades liberais; e que não sejam submetidos a situações constrangedoras os não-católicos. Que o dia do padroeiro seja feriado somente para os católicos e não para o povo em geral, mesmo que isso custe a paralisação de parte dos serviços públicos.
OS NOVOS CAMBISTAS E VENDEDORES DO TEMPLO
OS NOVOS CAMBISTAS E VENDEDORES
DO TEMPLO DO SENHOR
A Casa de Deus, nestes últimos dias que antecedem o arrebatamento da Igreja, tem sido profanada por homens e mulheres de atitudes pecaminosas, que nela estão introduzindo toda espécie de “ídolos”, para satisfazer os seus caprichos e desejos carnais. Pessoas mal-convertidas, que querem servir a Deus, mas não querem deixar a sua “bagagem” de coisas mundanas, estão adentrando os portais da Casa de Deus com todas as suas “imagens dos ciúmes” (Ezeq. 8:3-5). Jesus disse que não podemos servir a dois senhores. Ou servimos ao Senhor ou ao mundo, a Deus ou às riquezas, a Jesus ou ao Diabo.
Sobre a missão dada à Igreja, de proclamar o reino de Deus, Jesus advertiu aos seus discípulos: “portanto eu vos digo que vos será tirado o reino de Deus, e será dado a um povo que dê os seus frutos” (Mateus 21:43; Rom. 11:11). O que Jesus afirmou, nesta passagem, é que os judeus perderam, parcialmente ou temporariamente, a primazia da implantação do reino de Deus na Terra, e essa primazia foi dada a nós, os gentios. Essa primazia é representada pelas igrejas cristãs. Mas, será que as igrejas estão “produzindo os seus frutos”? Não. A maioria não está.
E novamente a profecia se inverterá. A primazia será dada a “outro povo que dê os seus frutos”. As igrejas não estão cumprindo fielmente o seu papel de evangelizadoras. Os anjos bem atentam para fazer esse trabalho, mas, por enquanto, ainda não chegou a vez deles. Porém, isso será uma vergonha para nós, porque Jesus confiou-nos essa missão, e estamos a ponto de dar a vez aos anjos (I Pedro 1:12; Apoc. 14:6).
OS “JONAS” DA NOSSA GERAÇÃO
Com relação à profanação da Casa de Deus por parte dessa nova geração de crentes mal-convertidos, pervertidos e profanadores, tenho coisas tremendas para falar. Chega de ver tanta maldição caindo sobre o pequeno remanescente do povo de Deus, que ainda é fiel, e também, sobre o nosso País, por causa dessa crentalhada profana que tem surgido nestes últimos dias. Os judeus pediram um sinal a Jesus. E Ele lhes disse que não seria dado nenhum sinal, exceto o do profeta Jonas (Mat. 12:39). Esse profeta recebeu uma missão para levar uma mensagem de ameaça, da parte de Deus, contra os pecadores da cidade de Nínive, para que se arrependessem; mas Jonas desobedeceu à ordem de Deus e tentou fugir para longe, tentando se esconder do Senhor. E por causa da sua desobediência, pôs em perigo de morte toda a tripulação e os passageiros de um navio que ia para a cidade de Társis. Mas, felizmente, os tripulantes da embarcação tiveram a idéia de lançar sorte sobre os passageiros, para descobrir quem era o responsável por ter sobrevindo tamanha tempestade, quase levando a pique a embarcação. E a sorte caiu sobre Jonas, e ele teve que confessar que fugia da presença de Deus, desobedecendo à sua ordem. Os homens temeram (porque sabiam que o Deus dos hebreus era mais poderoso que todos os deuses), e perguntaram a Jonas o que deviam fazer. Jonas confessou que a única coisa para fazer com que a tempestade se acalmasse seria lançá-lo ao mar. Os homens da embarcação não tiveram outra saída: lançaram Jonas ao mar e a tempestade passou. “Mas ele lhes respondeu: Uma geração má e adúltera pede um sinal; e nenhum sinal se lhe dará, senão o do profeta Jonas” (Mateus 12:39). “O mestre do navio, pois, chegou-se a ele, e disse-lhe: Que estás fazendo, ó tu que dormes? Levanta-te, clama ao teu Deus; talvez assim ele se lembre de nós, para que não pereçamos” (Jonas 1:6). “Os homens de Nínive se levantarão no juízo com esta geração, e a condenarão; porque se arrependeram com a pregação de Jonas” (Lucas 11:32).
Da mesma forma o nosso “barco” (o país) também está quase afundando, porque os “Jonas” estão fugindo à verdadeira mensagem que Jesus mandou pregar.
Tive que tomar o mau exemplo do profeta Jonas – que mais tarde obedeceu à ordem de Deus – para mostrar o tão grande mal que estes novos crentes da atual geração, mal-convertidos e profanadores da Casa de Deus, estão causando à Igreja de Cristo e ao nosso País. Já nem posso afirmar, com certeza, que a causa dos grandes problemas que a nossa nação tem passado seja somente em razão da idolatria da Igreja Católica Romana, e da entronização da Aparecida como padroeira do Brasil (imagem de um ídolo de origem duvidosa, talvez de uma divindade dos cultos africanos, trazida pelos escravos que vieram da África para o Brasil, e que foi jogada no Rio Parnaíba do Sul, pois, pela tradição, uma imagem quebrada de culto africano devia ser lançada ao mar ou no rio). Posso afirmar, com mais certeza, que os “Jonas” da atualidade estão atraindo grandes males para a Igreja e para a nação, porque estão fugindo aos mandamentos do Senhor.
O evangelho que as igrejas neopentecostais estão pregando é um evangelho mascarado; é um evangelho adaptado à Nova Era; é um evangelho para os ricos, porque o foco do verdadeiro Evangelho de Cristo deve ser voltado para aqueles que Ele chamou de “pequeninos”.
Quando os primeiros pais da Igreja primitiva morreram, novos líderes surgiram; no século IV a Igreja se uniu ao Estado Romano, pelo Imperador Constantino; com o proselitismo apregoado pelos missionários católicos, toda sorte de pagão foi se convertendo ao cristianismo, mas trazendo seus costumes para dentro da Igreja – da mesma forma que fizeram as mulheres do rei Salomão, em Israel (I Reis 11:3-8). Não se contentaram em adorar a Deus “em espírito e em verdade” (João 4:23-24) e os líderes da Igreja permitiram a veneração de ídolos dentro da Casa de Deus. E para piorar a situação, criaram o dogma da “Ascensão de Maria, mãe de Deus” ou mariolatria, tornando-se mais intensa a veneração às imagens de escultura (Deut. 4:16; 5:8; Êxodo 20:4; Lev. 19:4; 26:1, 30; Salmo 115; Rom. 1:23; Atos 17:16; II Cor. 6:16; I João 5:21; Apoc. 2:20).
Outro sacrilégio que os católicos permitiram que acontecesse foi o tal sincretismo religioso dos cultos afro-brasileiros. Deixaram os adoradores de demônios colocar, nos seus ídolos, os nomes de santos da Igreja, que também são ídolos. Mas, o pior de tudo é que também atribuíram a um demônio dos infernos a pessoa de Jesus, o tal Oxalá.
E este mesmo mal de introduzir as coisas mundanas na Casa de Deus está ocorrendo dia após dia. Apesar dessas coisas do mundo não ser literalmente “ídolos”, não deixam de ter o mesmo significado.
Para as igrejas, para os pastores e bispos que andam modificando os ensinamentos de Deus, que modernizaram os costumes tradicionais, para satisfazer os seus caprichos; para esses que honram ao Senhor com os lábios, mas os seus corações estão longe de Deus; que pensam que possuem o poder de Deus e acham-se cheios de sabedoria e entendimento, tem uma palavra especial do Senhor:
“Pasmai, e maravilhai-vos; cegai-vos e ficai cegos; bêbedos estão, mas não de vinho, andam cambaleando, mas não de bebida forte. Porque o Senhor derramou sobre vós um espírito de profundo sono, e fechou os vossos olhos, os profetas; e vendou as vossas cabeças, os videntes. Pelo que toda visão vos é como as palavras dum livro selado que se dá ao que sabe ler, dizendo: Ora lê isto; e ele responde: Não posso, porque está selado. Ou dá-se o livro ao que não sabe ler, dizendo: Ora lê isto; e ele responde: Não sei ler. Por isso o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas tem afastado para longe de mim o seu coração, e o seu temor para comigo consiste em mandamentos de homens, aprendidos de cor; portanto eis que continuarei a fazer uma obra maravilhosa com este povo, sim uma obra maravilhosa e um assombro; e a sabedoria dos seus sábios perecerá, e o entendimento dos seus entendidos se esconderá. Ai dos que escondem profundamente o seu propósito do Senhor, e fazem as suas obras às escuras, e dizem: Quem nos vê? e quem nos conhece? Vós tudo perverteis! Acaso o oleiro há de ser reputado como barro, de modo que a obra diga do seu artífice: Ele não me fez; e o vaso formado diga de quem o formou: Ele não tem entendimento? Porventura dentro ainda de muito pouco tempo não se converterá o Líbano em campo fértil? e o campo fértil não se reputará por um bosque? Naquele dia os surdos ouvirão as palavras do livro, e dentre a escuridão e dentre as trevas os olhos dos cegos a verão. E os mansos terão cada vez mais gozo no Senhor, e os pobres dentre os homens se alegrarão no santo de Israel. Porque o opressor é reduzido a nada, e não existe mais o escarnecedor, e todos os que se dão à iniqüidade são desarraigados; os que fazem por culpado o homem numa causa, os que armam laços ao que repreende na porta, e os que por um nada desviam o justo. Portanto o Senhor, que remiu a Abraão, assim diz acerca da casa de Jacó: Jacó não será agora envergonhado, nem agora se descorará a sua face. Mas quando virem seus filhos a obra das minhas mãos no meio deles, santificarão o meu nome; sim santificarão ao Santo de Jacó, e temerão ao Deus de Israel. E os errados de espírito virão a ter entendimento, e os murmuradores aprenderão instrução“ (Isaías 29:9-24).
A FIGURA DOS CAMBISTAS E VENDEDORES DO TEMPLO
Jesus, com muito esforço e veemência, expulsou os cambistas e vendedores que estavam fazendo negócios dentro da Casa de Deus, para nos dar exemplo (Mateus 21:12). Mas, parece que pastores, teólogos, líderes espirituais não atentam para esse fato; não conseguem entender que aquelas figuras do templo, que Jesus botou para fora, são as mesmas que estão sendo introduzidas nos templos de hoje. Vejo na TV e nas rádios pregadores tecendo comentários sobre diversos textos bíblicos, aplicando o seu sentido à nossa realidade. Porém, nunca tomam textos bíblicos para fazer uma autocrítica de suas igrejas. Nenhum desses pregadores querem admitir que a sua igreja seja a Igreja de Laodicéia, a de Sardes, a de Tiatira ou a de Éfeso dos capítulo 1 e 2 de Apocalipse. E tem uns mais pretensiosos, que chegam a afirmar que a sua igreja é a Igreja de Filadélfia, a igreja que será arrebatada. Que calamidade!!! Será arrebatada, sim, para a vergonha.
Até à década de 80, do século passado, os evangélicos criticavam veementemente a Igreja Católica por causa da idolatria. Agora o problema está se invertendo. Quem está na vez de criticar são os católicos, contra os evangélicos. Porém, fique certo que, quem vos escreve, aqui, não é católico, mas é um evangélico do pé rachado, que defende veementemente a sã doutrina de Cristo.
A questão da aprovação da lei que beneficia os homossexuais, o casamento entre indivíduos do mesmo sexo e o direito de serem membros de qualquer igreja cristã, sem que sejam discriminados, tudo isso está acontecendo por permissão de Deus, para provar no fogo essa geração má e adúltera. A aprovação dessa lei significa a desmoralização da Igreja de Cristo; significa o decretamento da falência da Igreja como instituição organizada. Ou os pastores, bispos e padres acatam a lei, ou terão que dissolver suas igrejas como instituição organizada e cada membro vai para sua casa, servir a Deus no seu lar, orando às escondidas. Atualmente podemos confessar tranqüilamente, em qualquer lugar, que professamos a fé cristã, seja em casa, no trabalho, na escola. Mas virão dias em que estes crentes mal-convertidos vão sentir na pele a dor de ter que confessar que professam a fé em Cristo. Os intimadores do governo do anticristo os colocarão contra a parede e eles vão ter que confessar que são crentes em Jesus. As cadeias públicas ficarão tão cheias de prisioneiros cristãos, que muitos morrerão, por conta das rebeliões, que ocorrerão, por falta de espaço.
Se as igrejas cristãs (evangélicos pentecostais principalmente) estivessem pregando, praticando e vivendo o verdadeiro Evangelho ou cristianismo, teriam seus valores morais invioláveis e seriam benquistas pela sociedade em geral e teriam toda a força moral para resistir contra qualquer movimento que atentasse contra os seus princípios, como instituição organizada. O envolvimento da maioria das denominações cristãs com as coisas do mundo, com as doutrinas da Nova Era, é que tem conduzido a Igreja à desmoralização e desfalecimento de suas bases históricas.
Quando a lei que beneficia os homossexuais for aprovada, ocorrerá a segunda “diáspora dos cristãos”. A primeira ocorreu por causa da imprudência de Estevão, que quis pregar o evangelho de Cristo à força (Atos 6-7-8). Alguns estudiosos dizem que a semente que Estevão plantou, mais tarde germinou. Porém, essa semente germinou imediatamente, porque depois do martírio de Estevão houve uma grande “perseguição” contra os cristãos, e eles tiveram que fugir em todas as direções. E a Igreja Primitiva, que estava se organizando como instituição, acabou se fragmentando. Os cristãos passaram a se esconder nas catacumbas de Roma, para não serem presos e lançados aos leões famintos nas arenas romanas. Outros justificam que Deus deixou que isso acontecesse porque os discípulos e os apóstolos estavam acomodados em um só lugar, e não estavam cumprindo o “IDE” de Jesus. Mas, e hoje, as igrejas não estão fazendo a mesma coisa, acomodada em um só lugar? Nem todas estão, mas a maioria está acomodada, ajuntando riquezas, construindo templos suntuosos, vivendo em transe espiritual ou sono da indolência, na prática do adoracionismo irracional.
PROBLEMAS COM A MÍDIA DOS EVANGÉLICOS
A maioria dos canais de televisão que pertencem aos evangélicos está totalmente contaminada com as coisas do mundo; estão todas se adequando aos ensinos da Nova Era. Programas como “Galeria Clipe”, “Tempo Livre”, “A turma do Lug”, “Espaço feminino”, etc, têm características totalmente mundanas. O nome “LUG” é o nome de uma entidade demoníaca do panteão celta. Muitos escritores cristãos têm advertido que a figura do palhaço não deve ser utilizada pelo crente ou pelo cristão, porque o palhaço representa uma figura demoníaca. Não se deve colocar foto de palhaço na parede do quarto das crianças cristãs, porque elas atraem os demônios, e causam perturbações de ordem psíquica.
Existe também na TV RBN um programa voltado exclusivo para a divulgação da moda de última geração para as mulheres cristãs. Isso é o fim da picada! Sabíamos que isso iria acontecer no final dos tempos, mas não tão rápido assim, na cara de pau, sem nenhum pudor por parte dos idealizadores e nenhuma censura por parte das autoridades religiosas que dirigem esse canal de TV que se diz cristão.
Algumas igrejas têm a faca e o queijo na mão, mas estão desperdiçando a oportunidade que Deus tem lhes dado para pregar o genuíno Evangelho de Cristo. Ficam disputando audiência com os programas de TV do mundo. Isso é um absurdo.
Às vezes, fico imaginando por que será que Deus não colocou nas mãos de outras igrejas esses canais de TV e rádio? Será que é porque eles fariam a mesma coisa? Será que a Igreja Deus é Amor faria a mesma coisa? Será que a Igreja Assembléia de Deus de Madureira ou a Tradicional faria a mesma coisa? E a Igreja Pentecostal Unida do Brasil, será que faria a mesma coisa? Será que os líderes da Igreja Batista Constantinópolis não utilizariam os canais de rádio e TV de forma mais útil e mais urgente na pregação do Evangelho da salvação e da segunda vinda de Cristo? Apostaria que sim.
Não são as ofertas voluntárias dos fiéis que sustentam esses canais de TV? Então, porque os fiéis não exigem uma postura diferente dos diretores e programadores, para que haja um diferenciamento da programação que vai ao ar, da dos canais seculares de TV? Por que ficam enrolando os crentes com “programinhas” à moda do mundo, ao invés de estarem vinte e quatro horas no ar com uma programação de pura evangelização?
O canal aberto de TV, RIT – Rede Internacional de Televisão, canal 28 UHF, pertencente à igreja do missionário R. R. Soares – Igreja da Graça de Deus –, já adotou, também, muitas coisas do mundo e estão cada vez mais caracterizando a programação deste canal de TV igualmente como a programação das emissoras de TV seculares, descaracterizando o Evangelho de Cristo e mergulhando nos conceitos da Nova Era. Estão pregando um evangelho mascarado, somente para agradar crentes de tendência pecaminosa.
Já o canal de TV aberta “Canção Nova”, canal 53 UHF, pertencente à Igreja Católica, até que não tem exagerado muito na mistura das coisas do mundo com as coisas sagradas. Porém, o que estraga esse canal são as rezas, a veneração a ídolos e o culto a Maria, mãe de Jesus. Uma das coisas boas que observei nesse canal são as mensagens do Evangelho de Cristo, que realmente não fogem ao seu estilo. Apesar de haver danças, porém, os músicos sabem se conduzir com reverência dentro da Casa de Deus; as músicas são boas e os cantores sabem se conduzir com decência e ordem. Nem sempre aquilo que agrada ao homem, agrada a Deus. Deus se agrada em ver aquilo que, para nós, parece ser monótono e sem graça, mas quando é feito com humildade e simplicidade de espírito. Deus não se compraz em receber sacrifícios de tolos, que não têm escrúpulos e nem reverência na sua Casa.
A maioria dos pecados nas igrejas está ocorrendo por causa dos crentes carnais, que não se sentem contentes enquanto não realizam seus desejos carnais, que são os desejos de praticar as coisas do mundo dentro da Igreja. Devemos cultivar um viver no Espírito, e cultivar os frutos do Espírito e não os desejos da carne. Confunde-se prazer carnal com o viver cheio do Espírito Santo.
OS BONS COSTUMES, ISENTOS DAS INFLUÊNCIAS DO MUNDO, JÁ ERA!
“Não vos enganeis. As más companhias corrompem os bons costumes” (I Cor. 15:33).
Do outro lado, as igrejas evangélicas pentecostais (principalmente as do G-12) têm permitido drásticas mudanças no costume tradicional da igreja; permitiram às mulheres usarem toda espécie de traje ou adorno; agora elas vão vestidas para a igreja da maneira que bem entender. O Templo do Senhor não é mais lugar de santidade e reverência. Pedro, o apóstolo, recomenda que o adorno das mulheres seja o interior e não o exterior, mas elas não querem saber da sã doutrina (I Pedro 3:3-6); para elas, essa sã doutrina é coisa antiquada, ultrapassada. Mas, tais senhoras e senhoritas rebeldes vão receber também o seu devido galardão. Tenho observado o grupo musical “Boas Novas”, e vejo aquelas mulheres dando exemplo de como a verdadeira mulher cristã deve se trajar, mas, infelizmente, as outras não acham nada de interessante naquilo. Até mesmos os travestis dão uma verdadeira lição do que é realmente se vestir como mulher. Eles desejam ser mulher – porque são possessos por demônios – e se trajam exatamente como a mulher deve se trajar: com saia e cabelos longos, e abusam, evidentemente, de toda sorte de adornos. A saia, que é o traje mais característico da mulher, está sendo totalmente abolida. Se você andar pelas ruas e observar bem, você verá que mais de 90% das mulheres usam calça comprida ou short.
Não estou dizendo aqui, que a mulher cristã nunca deva se trajar com calça comprida. Exponho dessa maneira a questão por causa da Casa de Deus. Se a mulher quiser trajar-se em casa com calça comprida, não há nenhum problema; se for obrigada a usar calça comprida no trabalho secular ou no colégio, não vejo nenhum problema. Porém, para entrar na Casa de Deus ou fazer a obra de Deus, ou serviço de evangelização, a mulher cristã deve se trajar da maneira mais santa possível, para que o mundo perceba a diferença.
O crente mundano, carnal, não-convertido, é uma fruta podre no meio da igreja, que contamina os outros; é um joio no meio do trigo. Como não suportam a sã doutrina, dizem que o modo como nos vestimos não é importante para Deus, porque interpretam erradamente as passagens de Mat. 15:11-20; 23:28; II Cor. 15:12; Gál. 2:6; 6:12; Col. 2:23; II Tim. 3:5; afirmam, ainda, que o que importa é o coração estar bem com Deus. Só que eles se esquecem que o estado do coração se reflete no rosto e também no modo de viver e de se vestir. O povo de Israel ao sair da escravidão no Egito contemplou as maravilhas de Deus, mas passados alguns anos, começaram a murmurar e se esquecer da Lei de Deus. Assim é essa geração que se diz convertida e crente em Deus. Hoje se diz que o que importa para Deus é o coração; mas, e amanhã? O que será que vão dizer que é importante para Deus? Cada dia, cada ano que passa vão modificando as coisas que Deus estabeleceu. Só que a medida da iniqüidade desse povo tem limite.Paulo, às vezes, foi muito severo com as mulheres, como no caso de I Cor. 14:34; I Tim. 2:9-15; Ef. 5:22; I Tim. 2:9-10; e veja aí que não era às mulheres judias que Paulo falava; ele estava escrevendo para gentios. Se você acredita que toda a Bíblia é inspirada e que Paulo escreveu inspirado pelo Espírito Santo, então estas ordenanças são válidas. Se você acha que estas duas passagens de Paulo não são mais válidas para nós, então é melhor você rasgar a sua Bíblia e seguir as leis da nossa modernidade, pois existem outras dezenas de ordenanças de Paulo que você acha que são Palavras de Deus. “…mas estejam submissas como também ordena a Lei”. “E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão; salvar-se-á, todavia, dando à luz filhos, se permanecer com sobriedade na fé, no amor e na santificação”. “Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor”. “Quero, do mesmo modo, que as mulheres se ataviem com traje decoroso, com modéstia e sobriedade, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos custosos, mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras”. Se estas não são palavras inspiradas pelo Espírito Santo, quais das palavras de Paulo são inspiradas? Eu, particularmente, não acredito que tudo o que Paulo falou foi por inspiração divina (pois ele, muitas vezes, dizia que falava como homem, como pessoa carnal); mas, a maioria dos teólogos e pastores afirma categoricamente que “toda a Bíblia é inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para instruir em justiça” (II Tim. 3:16). Porém, quando Paulo diz que “toda a Escritura é inspirada”, estava se referindo às Escrituras da Torá, ou Antigo Testamento, e não às suas cartas ou cartas dos outros apóstolos.
As mudanças de costumes que esses novos crentes têm introduzido nas igrejas evangélicas, por causa da negligencia de pastores, bispos e líderes espirituais (Mat. 7:21-23; 25:41; Judas verso 12; Ezeq. 34:2, 10), é cumprimento fiel da profecia bíblica. A maioria dos pastores sabe desse fato, mas cada um admite que esses problemas só estão acontecendo nas igrejas dos outros, nunca na sua igreja.
As profecias bíblicas sobre as mudanças das leis divinas e dos bons costumes, que iria acontecer nos últimos dias, foram tão bem esclarecidas pelos apóstolos, que não consigo entender por quê os pastores do nosso tempo estão permitindo que isso aconteça. Mas, o problema maior está nos novos líderes que tem surgido nos últimos tempos; já se foi a maioria dos pastores veteranos e o comando das igrejas ficou entregue às baratas. Creio que lá no paraíso os antigos líderes espirituais, que se foram, choram dia e noite, intercedendo diante de Deus, para que provoque alguma mudança na mente desses malditos crentes e líderes novatos, insensatos, que têm profanado o altar de Deus, e sujado o manto santo da Igreja de Cristo na Terra. Tenho autoridade de falar que são “malditos”, porque é assim que a Palavra de Deus os qualifica: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade” (Mat. 7:21-23). “Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos; porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; era forasteiro, e não me acolhestes; estava nu, e não me vestistes; enfermo, e na prisão, e não me visitastes. Então também estes perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou forasteiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? Ao que lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixaste de fazer a um destes mais pequeninos, deixastes de o fazer a mim” (Mat. 25:41-45).
Quem são os “pequeninos” de Jesus? Para quem as igrejas de hoje estão pregando o Evangelho? Para os ricos? Sim, é para os ricos. Por quê? Porque eles sabem que terão, em contrapartida, gordas ofertas, gordos dízimos; pois, ensinar as pessoas a prosperar é um grande negócio, é um bom investimento, porque mais tarde poderão ter suas mansões suntuosas e seus carrões de luxo. Estão iludindo os incautos a juntar tesouros nesta vida. Mas o motivo principal é este: Porque estão buscando construir templos suntuosos para ostentar luxúria e poder; porque querem que a sua denominação religiosa se torne um império mundial, para competir com a poderosa Igreja Católica. Jesus disse: “Mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consumem, e onde os ladrões não minam nem roubam” (Mat. 6:19; 6:24; Luc. 18:22; Apoc. 3:17-18; Gal. 2:10).
O FOCO PRINCIPAL DO EVANGELHO DE CRISTO FOI MUDADO
Jesus não mandou pregar o seu Evangelho para ricos, porque é perca de tempo. Jesus disse que os ricos já receberam o seu galardão (Lucas 6:24). Disse, também, que “é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha, do que um rico entrar no reino do Ceú” (Mat. 19:23-24). Tiago disse que “aprouve a Deus salvar os pobres” (Tiago 2:2-7). Jesus ensinou aos discípulos quais os tipos de pessoas que eles deviam convidar para as reuniões de culto. E em toda a Bíblia vemos Deus se preocupando com os pobres, necessitados, injustiçados e oprimidos.
“Jesus, porém, lhe disse: Certo homem dava uma grande ceia, e convidou a muitos. E à hora da ceia mandou o seu servo dizer aos convidados: vinde, porque tudo já está preparado. Mas todos à uma começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um campo, e preciso ir vê-lo; rogo-te que me dês por escusado. Outro disse: Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-los; rogo-te que me dês por escusado. Ainda outro disse: Casei-me e portanto não posso ir. Voltou o servo e contou tudo isto a seu senhor: Então o dono da casa, indignado, disse a seu servo: Sai depressa para as ruas e becos da cidade e traze aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos. Depois disse o servo: Senhor, feito está como o ordenaste, e ainda há lugar. Respondeu o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e obriga-os a entrar, para que a minha casa se encha. Pois eu vos digo que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia” (Lucas 14:16-24).
“…os cegos vêem, e os coxos andam; os leprosos são purificados, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho” (Mat. 11:5).
“O Espírito do Senhor está sobre mim, porquanto me ungiu para anunciar boas novas aos pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos, e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos” (Lucas 4:18).
“Pois nunca deixará de haver pobres na terra; pelo que eu te ordeno, dizendo: Livremente abrirás a mão para o teu irmão, para o teu necessitado, e para o teu pobre na tua terra” (Deut. 15:11).
“Por causa da opressão dos pobres, e do gemido dos necessitados, levantar-me-ei agora, diz o Senhor; porei em segurança quem por ela suspira” (Salmo 12:5).
“O que despreza ao seu vizinho peca; mas feliz é aquele que se compadece dos pobres” (Prov. 14:21).
“Os pobres e necessitados buscam água, e não há, e a sua língua se seca de sede; mas eu o Senhor os ouvirei, eu o Deus de Israel não os desampararei” (Isaías 41:17).
“Zaqueu, porém, levantando-se, disse ao Senhor: Eis aqui, Senhor, dou aos pobres metade dos meus bens; e se em alguma coisa tenho defraudado alguém, eu lho restituo quadruplicado” (Lucas 19:8). QUAL É O RICO QUE, AO SE CONVERTER, DÁ A METADE DOS SEUS BENS AOS POBRES?
“Então, levantando ele os olhos para os seus discípulos, dizia: Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus” (Lucas 6:20).
“Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda boa obra; conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; a sua justiça permanece para sempre” (II Cor. 9:7-9).
Esta última citação bíblica refere-se às ofertas voluntárias que são levantadas para ajuda aos pobres e necessitados, e não para encher os cofres dos templos, e muito menos para encher o bolso de pastores. Repare o versículo 9.
Não estou afirmando que um rico nunca poderá se salvar. Porém, a salvação é tão difícil até para as pessoas que nem mesmo possuem riquezas, quanto mais para os ricos!
“Assim percorria Jesus as cidades e as aldeias, ensinando, e caminhando para Jerusalém. E alguém lhe perguntou: Senhor, são poucos os que se salvam? Ao que ele lhes respondeu: Porfiai por entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão” (Lucas 13:22-24).
Quando os doutrinadores da “teologia da prosperidade” fazem uma pessoa adquirir prosperidade na sua empresa ou no seu negócio; quando essa pessoa passa a adquirir mansões, carrões e viver em grande luxúria, geralmente, torna-se soberba, começa a não expressar nenhuma compaixão pelos pobres, afasta-se do meio deles, os discrimina, faz pouco caso dos oprimidos, vira a costa para os necessitados; prefere dar gordas ofertas para o bolso dos bispos, que mesmo ajudar aos necessitados; jamais ela vai querer dividir uma parte dos seus bens com alguém carente. Tem algumas pessoas que prosperaram e dão testemunho na TV, até mesmo derramando “lágrimas de crocodilo”, dizendo-se comovidas pela vida de penúria que vivia antes. Mas essas pessoas não sabem que o estado da maioria delas pode ter se tornado pior, pois, podem correr o risco de ficarem soberbas e depois virarem as costas para Deus; melhor seria se elas permanecessem pobres, do que serem ricas e pisar no seu semelhante.
Ao invés de estarem ensinando a busca de riquezas nesta vida, o que deveriam estar fazendo era pregar o genuíno Evangelho de Cristo; deviam estar pregando a salvação da alma, que é o mais importante.
Tornar-se rico é tão perigoso quanto cair no mundo das drogas, do satanismo ou do ateísmo. Observe o que diz a Bíblia:
“Alonga de mim a falsidade e a mentira; não me dês nem a pobreza nem a riqueza: dá-me só o pão que me é necessário; para que eu de farto não te negue, e diga: Quem é o Senhor? ou, empobrecendo, não venha a furtar, e profane o nome de Deus” (Provérbios 30:8-9).
“Se alguém ensina alguma doutrina diversa, e não se conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade, é soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, injúrias, suspeitas maliciosas, disputas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade é fonte de lucro; e, de fato, é grande fonte de lucro a piedade com o contentamento. Porque nada trouxemos para este mundo, e nada podemos daqui levar; tendo, porém, alimento e vestuário, estaremos com isso contentes”.“Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão”.“Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a sua esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que nos concede abundantemente todas as coisas para delas gozarmos” (I Tim. 6:3-11, 7).
Será que a mensagem de Paulo, acima citada, não é bastante clara para os bispos das igrejas neopentecostais? (Neste CD-ROM há uma pasta que contém um vídeo onde o bispo Edir Macedo ensina seus pastores e bispos a enganar e iludir os membros da Igreja. A imagem do vídeo é bem ruim, mas o vídeo é real e verdadeiro. Este vídeo foi gravado no início dos anos 90).
Quando a pessoa se torna um crente fiel, a prosperidade na sua vida profissional e na sua família será apenas uma conseqüência da fidelidade de Deus, porque Ele é fiel, cumpre a sua parte e promete abençoar a casa daqueles que o temem (Salmo 128). Se as igrejas cumprissem o seu papel de verdadeiras divulgadoras do Evangelho de Cristo, muitos dos problemas sociais do nosso País já teriam sido resolvidos. Se as igrejas neopentecostais (igreja dos ricos) explorassem os ricos, tirando o dinheiro deles para transferir para os pobres, não teria nada contra. Mas, essas igrejas exploram os ricos não visando favorecer os “pequeninos” de Deus, mas visam o favorecimento de si mesma e o engrandecimento das suas instituições.
As igrejas evangélicas não podem alegar que não possuem recursos suficientes para ajudar os pobres e necessitados, porque todas elas fazem grande arrecadação de dízimos, votos, ofertas voluntárias e doações de empresários, todos os dias. Será que tudo está escapando pelo ralo? O que será esse ralo?Se as igrejas estivessem pagando impostos ao governo, como imposto de renda e IPTU, poderiam dizer que não tinham recursos suficientes para investir no social. Investir no social não é só tarefa do poder público; é, também, tarefa da Igreja, não por força de alguma lei, mas, pela força do amor ao próximo, que é a característica principal do Evangelho de Cristo.Já exerci as funções de secretário e tesoureiro na minha igreja local, e sei como funciona a exploração dos novos convertidos que possuem muitas posses. As igrejas neopentecostais investem pesado para fazer prosperar os negócios dos empresários porque os líderes sabem que terão, em contrapartida, o retorno financeiro dos seus esforços, através dos dízimos e de gordas ofertas. A tática é tão perfeita que a pessoa não tem como escapar. Ou ela é fiel nos dízimos e nas ofertas ou então não haverá prosperidade. Na verdade, as pessoas prosperam não porque são fiéis nos dízimos, mas sim, porque são ensinadas a não esbanjar dinheiro à toa, a não gastar dinheiro em coisas banais, em festas luxuosas, em luxúria passageira; são orientadas a utilizar de modo racional as suas rendas. Se qualquer pessoa assalariada for orientada a fazer essas coisas, por certo sobrará, no final do mês, muito dinheiro, para investir em coisas mais úteis para a família.Sei perfeitamente que existe o fator “Fidelidade aos mandamentos do Senhor” como um dos requisitos para obtenção da prosperidade (Malaquias 3:10). Ser fiel nos dízimos e nas ofertas é colocado, por muitos pregadores, como fator primordial para a aquisição das bênçãos ou da prosperidade. Mas isso não se constitui como um único fator. Na Bíblia está repleto de textos afirmando que os ímpios também prosperam. Então, que fator é esse?O Rei Salomão prosperou não por causa da sua fidelidade; Deus deu riquezas a Salomão por causa da sua generosidade e por amor a Davi, seu pai.Porém, houve um rei de Judá, de nome Uzias (Azarias), que andou em fidelidade diante de Deus e, apesar do seu pai ter praticado abominações contra o Senhor, foi completamente abençoado e próspero. Seu procedimento de vida foi tão agradável aos olhos do Senhor, que o seu reino chegou a se tornar tão próspero quanto o reino do rei Salomão. O homem foi tão abençoado a ponto de sua fama correr por todos os reinos vizinhos. Foi ele o segundo rei de Judá que mais tempo passou governando, cerca de 52 anos. Parece que no reinado de Uzias houve até invenções de tecnologias, produzias por homens de capacidade intelectual inconcebíveis para aquela época. Mas, no final do seu reinado, o acúmulo de riquezas e exaltação do seu poder foi o motivo da sua desgraça, porque a soberba lhe subiu ao coração. Isso é um exemplo clássico, para que não acumulemos riquezas nesta vida; ter um bom emprego, ter uma boa moradia, ter saúde e ter Jesus no coração é tudo o que o crente precisa ter nesta vida. Leiamos II Crônicas 26:3-16.
“Tinha Uzias dezesseis anos quando começou a reinar, e reinou cinqüenta e dois anos em Jerusalém. E o nome de sua mãe era Jecolia, de Jerusalém. Ele fez o que era reto aos olhos do Senhor, conforme tudo o que fizera Amazias seu pai. E buscou a Deus enquanto viveu Zacarias, que o instruiu no temor de Deus; e enquanto buscou ao Senhor, Deus o fez prosperar. Saiu e guerreou contra os filisteus, e derrubou o muro de Gate, o muro de Jabné e o muro de Asdode; e edificou cidades no país de Asdode e entre os filisteus; porque Deus, o ajudou contra os filisteus e contra os árabes que habitavam em Gur-Baal, e contra os meunitas. Os amonitas pagaram tributo a Uzias; e a sua fama se espalhou até a entrada do Egito, pois se tornou muito poderoso. Também Uzias edificou torres em Jerusalém, à porta da esquina, à porta do vale e ao ângulo do muro, e as fortificou. Edificou torres no deserto, e cavou muitos poços, porque tinha muito gado tanto nos vales como nas campinas; e tinha lavradores e vinhateiros nos montes e nos campos férteis, pois era amigo da agricultura. Tinha também Uzias um exército de homens destros nas armas, que saíam à guerra em tropas, segundo o número da sua resenha feita pelo escrivão Jeiel e o oficial Maaséias, sob as ordens de Hananias, um dos príncipes do rei. O número total dos chefes das casas paternas, homens valorosos, era de dois mil e seiscentos. E sob as suas ordens havia um exército disciplinado de trezentos e sete mil e quinhentos homens, que guerreavam valorosamente, para ajudarem o rei contra os inimigos. Uzias proveu o exército inteiro de escudos, lanças, capacetes, couraças e arcos, e até fundas para atirar pedras. E em Jerusalém fabricou máquinas, inventadas por peritos, para que fossem colocadas nas torres e nos cantos das muralhas, a fim de se atirarem com elas flechas e grandes pedras. E voou a sua fama até muito longe; porque foi maravilhosamente ajudado, até que se tornou poderoso. Mas, quando ele se havia tornado poderoso, o seu coração se exaltou de modo que se corrompeu, e cometeu transgressões contra o Senhor, seu Deus; pois entrou no templo do Senhor para queimar incenso no altar do incenso”.
Na própria sociedade em que vivemos existem muitas pessoas ou famílias ricas, que não professam nenhuma religião ou crença, têm uma vivência ética, trabalham honestamente e são prósperas. Então, que fator é esse? A Bíblia também ensina que o Sol é uma bênção para os maus e os bons; que a chuva cai para regar a plantação do crente e a do ímpio. Então, Deus abençoa tanto os justos como os ímpios? De forma geral, sim. Sabemos, também, que a prosperidade do ímpio pode ser passageira; que o alicerce da sua casa está edificado sobre a areia. Mas, não é este o caso em discussão. A questão é que, de qualquer forma, uma pessoa prospera nos seus negócios, mesmo não sendo fiel ao Senhor nos dízimos e nas ofertas. Para que os fiéis nunca falhem nos dízimos e nas ofertas, os seus líderes espirituais doutrinam pesadamente, atemorizando as suas mentes com discursos carregados de “ameaças do Senhor” (que na verdade são mentiras); muitas vezes, alguns pastores e bispos, além de ensinar que a falta de prosperidade do crente acontece por causa da infidelidade nos dízimos e nas ofertas, chegam ao absurdo de relacionar a possível condenação do crente ao inferno a sua infidelidade nos dízimos e nas ofertas. E isso tem um nome bem conhecido: “lavagem cerebral”. Não estou afirmando, aqui, que seja errado dar o dízimo ou oferta. Estou apenas acusando a exploração dos ricos e dos empresários por essas igrejas neopentecostais (igrejas que pregam a prosperidade). E não são somente os ricos e empresários que estão sendo explorados; as pessoas assalariadas e os pequenos empresários também estão sendo explorados. Lembrando: não existe nenhum ensinamento sobre dízimos nas epístolas paulinas, nem nos Atos dos Apóstolos e nem nas cartas universais do Novo Testamento. Se o departamento de assistência social dessas igrejas funcionasse, realmente, não haveria ninguém passando fome em nosso País. Se cada igreja local juntasse esforços para arrecadar material de construção, toda semana daria para construir várias casas populares para pessoas carentes, a começar pelos “doméstico” da fé.Está acontecendo, atualmente, uma grande proliferação de seitas evangélicas, fundadas, na maioria das vezes, por crentes rebelados. Outros fundam igrejas, achando ser um bom negócio para melhorar a sua situação financeira. Funda-se uma igreja e, em poucos dias, a pessoa já aparece de carro novo, já começa a adquirir imóveis, passa a andar de paletó e gravata, ou seja, passa a ser executivo dos bens do Senhor. E esse mal irá continuar assim, até a volta de Cristo. Esses mercenários e lobos devoradores vão pagar caro no dia do juízo.O apóstolo Paulo foi o maior exemplo deixado para esses pastores e bispos. Paulo foi o evangelista que mais viagem missionária fez; padeceu que nem um escravo, que nem um condenado padece, mas nos deixou o exemplo. Disse certa feita que não pedia salário para não ser pesado a ninguém, e também, para não dar o que falar. Disse, ainda, que trabalhava com as próprias mãos. Ou seja, Paulo fabricava tendas para conseguir dinheiro para se sustentar. Há maior exemplo do que este? Leia Atos 18:3; I Cor. 4:12; II Cor. 11:9; 12:13-16; I Tess. 2:6,9; II Tess. 3:8.
“De ninguém cobicei prata, nem ouro, nem vestes. Vós mesmos sabeis que estas mãos proveram as minhas necessidades e as dos que estavam comigo. Em tudo vos dei o exemplo de que assim trabalhando, é necessário socorrer os enfermos, recordando as palavras do Senhor Jesus, porquanto ele mesmo disse: Coisa mais bem-aventurada é dar do que receber” (Atos 20:33-35).
“Eis que pela terceira vez estou pronto a ir ter convosco, e não vos serei pesado, porque não busco o que é vosso, mas sim a vós; pois não são os filhos que devem entesourar para os pais, mas os pais para os filhos” (II Cor. 12:14).
“Recebei-nos em vossos corações; a ninguém fizemos injustiça, a ninguém corrompemos, a ninguém exploramos” (II Cor. 7:2).
O EXORCISMO DE DEMÔNIOS E O DESVIO DA PREGAÇÃO DO EVANGELHO
As igrejas do movimento neopentecostal inventaram a moda de libertação das pessoas da opressão dos encostos e das maldições hereditárias, e desviaram completamente o foco do Evangelho de Cristo. Estão atraindo para dentro da Casa de Deus milhares de demônios, pois lá não é lugar de demônios. Para onde vão os supostos demônios que são expulso das pessoas possessas? Será que todos não ficam do lado de fora, esperando as pessoas saírem do templo, para que possam retornar para sua antiga “morada”? Por que todos os dias as mesmas pessoas, praticamente, estão lá?
Com esses malditos rituais que andam fazendo, estão atraindo milhares de demônios para dentro do templo. Essa forma de pregar o evangelho nem de longe vemos ser ensinado na Palavra de Deus.
“Ora, havendo o espírito imundo saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra. Então diz: Voltarei para minha casa, donde saí. E, chegando, acha-a desocupada, varrida e adornada. Então vai e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, entrando, habitam ali; e o último estado desse homem vem a ser pior do que o primeiro. Assim há de acontecer também a esta geração perversa” (Mateus 12:43-45).
Esses pastores e bispos ficam tão preocupados com prosperidade nesta vida, que se esquecem de pregar a salvação da alma e a esperança na volta de Jesus, para levar os escolhidos.
O bispo Edir Macedo lançou, há poucos dias, o livro sobre a sua biografia. Mas, isso é uma das melhores jogadas de marketing da Igreja Universal para arrecadar dinheiro. Somente o número de livros da primeira edição é superior ao número de livros vendidos por outros escritores renomados, tal como o Paulo Coelho. E o povão mentecapto ainda vai gastar dinheiro comprando o livro, para enriquecer mais ainda a IURD. Que interesse terá um leigo em saber do passado do Edir Macedo? É claro que na sua biografia só foram retratados os seus pontos positivos. Lá não está escrito que ele fundou a igreja por causa de sua ambição em querer ser um grande líder religioso. O próprio nome da igreja, a palavra “Universal”, significa “Católica”, ou seja, o nome foi dado propositalmente, como concorrente da Igreja Católica Romana. A própria arquitetura dos templos, os vitrais, as colunas, alguns elementos da liturgia, tudo lembra a poderosa Igreja Católica. Muitos jornalistas possuem arquivos secretos de áudio e vídeo de gravações, vazadas, das conversas dos bispos da IURD nos bastidores e em reuniões na casa de um e de outro, onde eles comentam sobre as estratégias de manipulação das “massas”, das estratégias para explorar a fé e “extorquir os membros em nome da obra de Deus”. Há diálogos entre eles, onde são discutidas as maneiras de como fazer para que o peixe morda a “isca”. Ou seja, os mais experientes ensinam os novatos a forma de como “pescar o peixe”. E por aí vai… Sei que a Igreja Universal tem levado milhares de pessoas, no Brasil e no mundo, a conhecer Jesus e seu evangelho, mas os seus líderes não podem permanecer dessa forma, explorando a fé do povo para realizar os sonhos de ambição do bispo Edir Macedo. Vemos que a Igreja só recebe, e suga dia e noite os seus membros; e os pobres, os desabrigados, os favelados, os mendigos, os doentes e os prisioneiros não são beneficiados diretamente. Como disse, anteriormente, se a Igreja tirasse dos ricos para distribuir aos pobres, eu não teria nada contra. A Igreja Evangélica Assembléia de Deus (da visão), há algumas décadas atrás, não tinha a pretensão de ser um grande império religioso; porém, a ganância de riqueza e poder surgiu depois que foi adquirida a rede de TV RBN. O lema da igreja é “Conquistando Territórios”. A programação da TV RBN é voltada para agradar o público e disputar audiência com os canais seculares de TV. A última coisa que os diretores de programas podiam pensar era em “audiência”. Esse canal de TV está divulgando, em grande parte, um “evangelho agradável”, misturado com as coisas do mundo, para iludir o povo. Jesus foi bem claro em dizer que a porta e o caminho da salvação é estreito e são poucos os que escolhem por ele passar (Mateus 7:14; Lucas 13:24). O Evangelho de Cristo significa renúncia. Servir Jesus para ser salvo significa sofrer perseguições e pisar em espinhos (II Tim. 3:12). No entanto, os pregadores da Nova Era estão querendo “enlarguecer” o caminho da salvação, para agradar aqueles que querem seguir Jesus levando na bagagem as coisas do mundo. Jesus afirmou aos discípulos que é difícil um rico se salvar. Então, os discípulos confusos, perguntaram: “Quem, então, poderá se salvar”? Jesus explicou, em Mateus 19:29, que para ser salvo ou segui-lo é preciso haver renúncia de muitas coisas, até mesmo a renúncia do amor de pai e mãe. Em outras palavras, ser cristão fiel é “andar na contra-mão do mundo”. Ser crente fiel a Deus é fazer exatamente o contrário do que o mundo faz. Jamais devemos pautar a nossa vida pelos padrões do mundo. Para entrar no Céu o crente tem que ser quadrado. Portanto, quem tem ouvidos, ouça!
QUEM PLANTA VENTO, COLHE TEMPESTADE
Os líderes da Igreja Renascer, bispa Sônia e Estevam Hernandes, estão colhendo agora o que plantaram. Foram presos e condenados nos Estados Unidos da América no ano de 2006, por estarem roubando literalmente os membros de sua igreja e fazendo tráfico de dinheiro sem ser declarado à Receita Federal. Adquiriram bens particulares, como mansões, apartamentos luxuosos, fazendas, cavalos de raça, hiates, tudo a custa dos dízimos e das ofertas dos fiéis, que de boa fé depositaram para o serviço de evangelização, enquanto eles embolsaram todo o dinheiro em benefício de si próprios. E eu não sei por que esses crentes idiotas ainda permanecem nessa denominação. Por que não abandonam e procuram uma igreja tradicional, fundamentalista, que ainda vive e prega o genuíno Evangelho de Cristo? Sinceramente, eu acho que é porque eles não suportam a sã doutrina, e preferem não abandonar o modo de viver associado com os prazeres mundanos; porque é um caminho muito folgado, fácil; é um caminho largo. Leia Mateus 7:13-14. Se os líderes da Igreja Renascer em Cristo, Sônia e Estevam, não se arrependerem, no pó e na cinza, assim como fez Manassés, rei de Judá (II Crôn. 33:11-13 e Jó 42:6), nunca serão perdoados pelo tão grave pecado que cometeram. Eles não têm que devolver só a metade do que roubaram dos membros de sua igreja – a exemplo de Zaqueu –, têm que devolver tudo, e passar a trabalhar com as próprias mãos. Por ocasião de suas prisões, a bispa Sônia e o apóstolo Estevam alegaram, em entrevista, que estavam sofrendo perseguições por parte da imprensa e de outros setores não conformado com o crescimento da Igreja Renascer. Porém, o povo brasileiro deve saber que eles falam essas coisas para se passarem por “injustiçados”. Exploração da fé dos membros da igreja para extorquir dinheiro, lavagem de dinheiro adquirido ilicitamente, remessa de dólares ao exterior sem declaração à Receita Federal e enriquecimento ilícito do casal Hernandes são denúncias que as polícias federais, brasileira e americana, já vinham investigando há muito tempo. Em setembro de 2007 a polícia americana descobriu, em um banco, uma conta secreta em nome de Sônia, Estevam e a filha do casal, com valor superior a 250 mil dólares. Segundo noticiou o jornal, a polícia descobriu que o casal Hernandes havia movimentado mais de 2 milhões de dólares nos últimos doze meses. Apesar de os membros da Igreja Renascer estarem orando pela libertação dos seus líderes, eles devem saber que o casal deve pagar caro por tudo quanto fizeram, pelos abusos da boa fé dos fiéis e o enriquecimento ilícito.
O PROBLEMA DO EXORCISMO ERRADO DOS DEMÔNIOS E SUAS CONSEQUÊNCIAS
Outro grande problema que tenho observado nessas igrejas (que fazem exorcismo de demônios) é o diálogo que bispos, pastores e pregadores “estúpidos” mantém com os supostos demônios. Interrogar um demônio é a maior imbecilidade que um crente pode fazer. Em nenhum dos casos em que Jesus e os apóstolos expeliram demônios há registro de que eles tivessem interrogado (ou entrevistado) os demônios ou mantido diálogo com os tais, para obter informação de alguma coisa. Apenas no caso do endemoninhado gadareno (ou geraseno) Jesus apenas perguntou o “nome do endemoninhado”, e os demônios responderam que era “legião” (Marcos 5:1-13). A passagem de Mateus 8:28-32 é o mesmo caso. E o texto confirma que Jesus não interrogou os demônios para deles tirar alguma informação; foram os demônios que interrogaram Jesus. O Mestre não perguntou o nome do demônio; perguntou apenas o nome da pessoa que estava possessa. Mas, por que não se deve interrogar demônios? Porque os demônios mentem; porque todos os demônios são mentirosos. Não há um que fale toda a verdade. Se algum demônio falar a verdade, nunca saberemos quando ele estará falando a verdade ou a mentira. Jesus disse que o Diabo é o “pai da mentira” (João 8:44). Se ele é o pai da mentira, todos os demônios também mentem. Para justificar que os demônios dizem a verdade, alguns pregadores se revestem de “autoridade” divina e dizem ao demônio que ele está “amarrado”, e no nome de Jesus ordenam que o tal fale a verdade, porque é o Espírito Santo que ordena falar. Porém, o pastor ou pregador que diz tamanha babaquice é um tolo. Devia primeiro fazer um curso num terreiro de candomblé ou de umbanda para aprender a lidar com os demônios. Porém, sei que muitos desses líderes são ex-pai de santo ou ex-macumbeiros. A desculpa que dão para fazer os rituais “sagrados” é a de que eles estão “desfazendo” os trabalhos de macumbaria e feitiçaria. Onde já se viu tal coisa ser ensinada no Evangelho de Cristo? Cada semana eles inventam uma espécie de “mandinga”, para ensinar as pessoas a se libertar dos encostos. Que sacrilégio! Estes vão pagar caro! Além do mais, a IURD está passando dos limites, com essas mandingas que inventam toda semana, e as pessoas incautas que estão indo atrás dessas idiotices são todas “bonecos de fantoches”. Daqui a pouco eles vão desencavar aquela “serpente de bronze” que Deus mando Moisés erguer no deserto para salvar as pessoas da maldição das serpentes abrasadoras. Essa mesma “serpente de bronze” foi levantada, posteriormente, pelos judeus, para ser adorada e Deus castigou o povo por causa deste pecado. Leia Números 21:6-9; II Reis 18:4. Jesus não mandou conversar e nem brincar com demônios; mandou expulsá-los. Digam-me, por favor, como um pastor, bispo ou quem quer que se diga revestido do poder e autoridade de Deus pode obrigar um demônio falar a verdade? Onde já se viu tamanha aberração?! A Bíblia diz que Satanás e seus anjos (os demônios) já estão condenados. Então, que compromisso eles tem em falar a verdade? Quem poderá obrigá-los falar a verdade, se sabem que já estão condenados? Será que existe delação premiada para demônios? Pelo que sabemos, os demônios têm compromisso em falar a mentira, porque é ordem de seu chefe maior, o Satanás. E, ai deles se não falarem a mentira! Satanás, por certo, os castigará. Além do mais, quem garante que o exorcista é portador de uma ordem expressa do Todo-Poderoso para que obrigue um demônio a dizer a verdade? E, a troco de quê ele falaria a verdade, já que é um condenado ao castigo eterno? Um outro gravíssimo erro dos exorcistas é o caso dos nomes dos demônios, que eles registram com a maior naturalidade. Se algum demônio tem nome próprio, ninguém pode saber, porque eles mentem. Os supostos nomes que eles dizem ter, são nomes que eles inventam, pois os demônios não têm um cartório espiritual onde possam registrar os seus nomes na língua portuguesa. Por exemplo, os nomes “caramba”, “pena-branca”, “pomba-gira“, “sete-saias”, “joãozinho”, etc, não tem nada a ver com nome próprio de demônios, mas eles dão esses nomes e os imbecis registram no cartório da igreja. Teve um caso que aconteceu com um ex-aluno meu, onde ele me falou da sua experiência na Igreja Universal. Disse-me que tinha assistido na TV que na IURD ele podia resolver os seus problemas familiares e problemas financeiros. Falou-me, também, que realmente estava com problemas financeiros e problemas conjugais, quase a ponto de se separar da esposa. Então ele foi, juntamente com sua esposa, participar de uma dessas reuniões da igreja. Disse-me, também, que a sua mãe era crente de outra denominação cristã. Durante as orações dos bispos, sua esposa manifestou um encosto. O bispo passou a interrogar o demônio, perguntando o que ele tinha feito para destruir a vida daquela pessoa ou a união conjugal daquele casal. O demônio respondeu que a causa de o casal estar se separando era trabalho que a mãe do rapaz tinha feito, colocando “terra de cemitério” debaixo da cama dos dois. E o bispo se empolgava com o que o demônio afirmava. E dizia ao jovem: “Estais vendo? É isso que o demônio faz, para separar os casais”. Não vou falar mais detalhes porque me dá fúria desses “caras” imbecis. Concluindo, o bispo orou, exorcizando o encosto, e a mulher pareceu estar livre do demônio. O rapaz esperou terminar a reunião, foi direto para sua casa, pegou um revólver que guardava e foi direto na casa de sua mãe, para saber por quê ela queria a sua separação de sua esposa. Segundo ele, houve grande alvoroço na casa, quando seus irmãos o viram entrar, armado, e começar a interrogar sua mãe, ameaçando matá-la. Os irmãos tentaram acalmá-lo, para que não cometesse uma loucura. Até que em fim, conseguiram acalmá-lo e ele foi embora de lá da casa. O rapaz ficou tão crente que o demônio havia falado a verdade (acima de tudo com a convicção do bispo), que ele havia se esquecido que sua mãe era evangélica e uma serva de Deus, e que ao invés de estar querendo a separação de seu filho, estava, sim, orando a Deus pela felicidade de seu filho. Na verdade, o demônio queria destruir duas famílias de uma só vez. Que esse fato sirva de exemplo para esses maus exorcistas de demônios, que não sabem fazer discernimento correto das coisas, para que aprendam a praticar o que ensina a Palavra de Deus, e não fiquem inventando moda.
A MALDIÇÃO HEREDITÁRIA NÃO EXISTE
Sobre a maldição hereditária, isso é balela dos neopentecostais. O que a Bíblia nos ensina é que Deus visita a maldade dos pais, nos filhos, até a terceira e quarta geração “daqueles que lhe aborrecem” (Êxodo 20:5). Se uma pessoa se converte, se torna um crente em Jesus, a promessa de Deus diz que não haverá nenhuma maldição sobre essa pessoa, mesmo que seus pais ou avós tenham sido pessoas iníquas. A frase “daqueles que lhe aborrecem” se refere às pessoas que não querem saber de Deus, que fazem coisas desagradáveis a Deus. Mas isso não significa que a pessoa ímpia já traga dentro de si mesma a “marca de Caim”. Talvez Deus nem se lembre que os antepassados daquela pessoa foram de pessoas iníquas. Na Bíblia temos o exemplo clássico do Rei Davi e seus descendentes. Davi fez apenas uma coisa horrenda aos olhos do Senhor (I Reis 15:5). E, por causa disso, o Senhor chegou a lançar uma terrível maldição contra Davi (II Sam. 12:9-12; I Cron. 3:1-9; II Sam. 3:2-5; 18:17). Manassés, filho de Ezequias, rei de Judá, foi o descendente mais iníquo da linhagem de Davi. O tal chegou até a sacrificar o próprio filho ao ídolo pagão, Moloque. (Leia todo o capítulo 21 de II Reis; II Cron. 33:9, 11; Jer. 15:4). Eu não sei como Deus suportou tanta maldade dos reis de Judá e de Israel contra a sua pessoa, pois o provocaram demais. Deus teve muita razão em permitir que o seu povo sofresse o cativeiro babilônico, para que aprendessem a servi-lo fielmente. Desde o cativeiro babilônico até os nossos dias não há registro de que o povo judeu tenha provocado ao Senhor Jeová, como antigamente, levantando altares de adoração a ídolos. O que podemos observar, em relação à maldição lançada sobre Davi, é que ela só recaiu sobre os seus descendentes que agiram impiamente. Salomão pecou contra o Senhor, gravissimamente; mas, por amor a Davi, Deus não visitou a iniqüidade de Davi sobre Salomão, e sim, visitou sobre o seu neto, Absalão, e mais na frente, sobre os outros reis de Judá, que foram iníquos. Sobre os reis, que foram fieis ao Senhor, tais como o rei Josias, rei Asa e rei Josafá, não sobreveio nenhuma maldição.
Um texto bem conhecido da Bíblia sobre maldição hereditária está no capítulo 18 do livro de Ezequiel. Leia todo o capítulo e tire suas dúvidas. Aqui vai um trecho:
“A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniqüidade do pai, nem o pai levará a iniqüidade do filho, A justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele. Mas se o ímpio se converter de todos os seus pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos, e proceder com retidão e justiça, certamente viverá; não morrerá. De todas as suas transgressões que cometeu não haverá lembrança contra ele; pela sua justiça que praticou viverá” (Ezeq.18:20-22).
Precisa mais esclarecimento sobre este assunto? Ora, se o crente está sofrendo com problemas que os bispos acham que é maldição hereditária, então para resolver o caso dessa pessoa basta somente ela se converter, aceitar Jesus, que a promessa de Deus é bem clara no texto, acima.
AS PROFECIAS QUE ESTÃO SE CUMPRINDO
1) Em II Tim. 4:2-4 lemos: “Prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo, admoesta, repreende, exorta, com toda longanimidade e ensino. Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, * * * tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos, e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas”. Leia também I Tim.1:9-10; Tito 1:9; 2:1).
( ***Trad. literal: “tendo comichão nos ouvidos”. Não são os pecadores do mundo que tem comichão (coceira) nos ouvidos; são os crentes mal-convertidos, os crentes modernos, mundanos, que têm prurido nos ouvidos e não suportam a sã doutrina).
2) Em I Tim. 6:3-10 lemos: “Se alguém ensina alguma doutrina diversa, e não se conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade, é soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, injúrias, suspeitas maliciosas, disputas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade é fonte de lucro; e, de fato, é grande fonte de lucro a piedade com o contentamento. Porque nada trouxe para este mundo, e nada podemos daqui levar; tendo, porém, alimento e vestuário, estaremos com isso contentes. Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores”.
3) Lemos em Judas 1:17-19 que diz: “Mas vós, amados, lembrai-vos das palavras que foram preditas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo; os quais vos diziam: Nos últimos tempos haverá escarnecedores, andando segundo as suas ímpias concupiscências. Estes são os que causam divisões; são sensuais, e não têm o Espírito”.
4) Paulo, em I Tim. 4:1 diz: “Mas o Espírito expressamente diz que em tempos posteriores alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras e têm a sua própria consciência cauterizada”.
Existem outras profecias, semelhantes a estas, mas estas que foram citadas, aqui, já são suficientes para que o povo de Deus se desperte, e possa sair do sono da indolência.
Os crentes de hoje não suportam a sã doutrina, de forma alguma. Estão introduzindo ensinamentos contrários ao que Jesus e os apóstolos ensinaram; estão adequando os ensinos da Palavra de Deus aos tempos modernos, ao invés de eles se adequarem ao ensino da Palavra. Estão reformulando a Bíblia, para adaptá-la aos seus caprichos e desejos concupiscenciosos e toda forma de libertinagem.
Como disse acertadamente certo escritor, “o Diabo está entrando de costa na Igreja”, e são poucos os que estão percebendo isso. Quando se despertarem do sono da indolência, Satanás já terá posto o seu trono dentro do templo. As coisas do mundo estão sendo adotadas aos poucos, nas igrejas. E isso vai indo, vai indo, até que esses malditos crentes mal-convertidos consigam colocar tudo o que eles desejam dentro da Igreja. Que Deus nos acuda!
OS RITMOS DE MÚSICA SECULAR PROFANANDO A CASA DE DEUS
Um dos maiores males que tem entrado nas igrejas, principalmente nas pentecostais, são os ritmos de músicas seculares e sensuais. Atualmente o ritmo profano de forró gospel está tendo maior sucesso. Com a desculpa de que devemos louvar o Senhor de todas as formas, estão introduzindo todos os ritmos mundanos na Igreja. Justificam, afirmando que isso é para atrair as pessoas para a igreja, para que possam ganhar as almas para Jesus. Alegam, também, que Deus aceita toda forma de louvor. Mas, em que parte da Bíblia se ensina que Deus aceita toda forma de louvor? Se for assim, até os homossexuais e todos os libertinos podem louvar ao Senhor, cada um do seu jeito. Se for assim, os roqueiros, do Rock Metal, podem louvar ao Senhor com todas as suas rebeldias, corpos tatuados, consumindo drogas e praticando toda sorte de pecado sexual. Não tem absurdo maior do que este que está acontecendo hoje nas igrejas. Mas, por que isso está acontecendo na Casa de Deus? Não existe outro lugar para se praticar as coisas do mundo? O problema é fácil de ser explicado. Sabemos que esses crentes da Nova Era são doutrinados a abandonar a pratica das coisas do mundo ou ficar longe delas. Só que a vontade de praticar os antigos prazeres reaparece, pois eles sentem saudades. Comportam-se como a mulher de Ló, ou seja, dão uma olhadinha para trás. Daí surge a idéia de fazer uma espécie de “associação” do secular com o sagrado, coisa mais ou menos sutil, imaginando eles que vão enganar Deus. Acham, também, que tal associação não será prejudicial para a Igreja. Fazendo essa adaptação ou junção dos ritmos de música secular com os hinos da igreja eles conseguem arrastar os prazeres do mundo para fazer parte da liturgia da igreja. Só que eles se esquecem que Deus é santo, e sua Casa é local de reverencia e santidade. Usando as mesmas artimanhas, eles também conseguiram fazer a cabeça dos líderes das igrejas, de forma a relaxar, e serem mais flexíveis com relação à permissão do uso de toda sorte de moda do mundo, a começar pelo vestuário. E desse jeito as igrejas vão indo de mal a pior, adotando todas as coisas do mundo, para que se cumpram as profecias da Palavra de Deus.A música cristã, como parte do culto de adoração a Deus – principalmente dentro da Casa de Deus –, deve ser estritamente santa e reverente, porque Deus é santo. Não considero os ritmos de músicas sensuais como de origem satânica, porém, sei que cada ritmo musical teve um propósito para existir. Por exemplo, o ritmo do boi-bumbá de Parintins (AM) deve ser usado para a adoração ao boi; os batuques das religiões afro-brasileiras devem ser usados para os cultos aos demônios. O ritmo de forró não foi criado para louvar ao Senhor e deve ser terminantemente proibido dentro das igrejas. O culto ao Deus Jeová é diferente do culto aos demônios e ídolos. Paulo recomendou que devamos fazer as coisas para Deus “com decência e ordem” (I Cor. 14:40). Porém, muitas igrejas só se preocupam com a “ordem” nos cultos, mas não se preocupam com a “decência”. A Bíblia diz que os filhos das trevas são mais sagazes que os filhos da luz (Luc. 16:8). Significa que os filhos das trevas sabem cultuar melhor os seus deuses que os filhos da luz ao seu Deus. Os adoradores do boi-bumbá não admitem outro ritmo para cantar as músicas ao seu ídolo. Os ritmos sensuais e a moda têm entrado nas igrejas para satisfazer os prazeres de crentes mundanos, pois eles querem um caminho espaçoso, querem uma porta larga, e tudo isso é totalmente contrário ao Evangelho. Que possamos cantar hinos que serão cantados no céu! Que tipo de música os salvos cantarão diante do Cordeiro de Deus, no Céu? A Bíblia diz que “sem profecia o povo se corrompe”. Significa que se os pastores deixarem as suas ovelhas à vontade, elas se perderão, se desviarão do caminho. É preciso haver regras na igreja, para que o povo não siga cada qual com os seus prazeres e pensamentos; é preciso haver reverência e respeito dentro da Casa de Deus. As igrejas evangélicas norte-americanas estão deturpando o Evangelho e espalhando tudo quanto é moda para o Brasil. No nosso país, bispos e pastores surgidos recentemente, têm usado todas as formas de subterfúgios para atrair as pessoas do mundo para a igreja. O Evangelho, em si, já não surte mais o efeito de atrair as pessoas para Cristo. Por quê? Porque o agente que faz o pecador se convencer da justiça e do juízo já não opera mais, pois algo que existe dentro das igrejas o tem afastado. Os pastores não podem doutrinar verdadeiramente com a sã doutrina, porque assim vão afastar os “crentes” da igreja. “Onde não há profecia, o povo se corrompe” (Prov. 29:18). Quando a sã doutrina é substituída por discursos agradáveis, o rebanho perde a noção de pecado e passa a desvirtuar a verdadeira finalidade do Evangelho. De tempos em tempos a igreja precisa de uma reforma interna, e não de divisão. Pois, sabemos que o afastamento de Deus e do compromisso com a verdade é um mal característico do homem carnal, do homem que não possui mais a influência do Espírito Santo de Deus em sua vida (Êxodo 32:7; Deut. 9:12; 31:29). Leia Neemias 8:1-11 e perceba o pranto do povo judeu ao ouvir as palavras da Lei (que fora esquecida), depois que retornaram do cativeiro babilônico. “Porque eu sei que depois da minha morte certamente vos corrompereis, e vos desviareis do caminho que vos ordenei; então este mal vos sobrevirá nos últimos dias, quando fizerdes o que é mau aos olhos do Senhor, para o provocar à ira com a obra das vossas mãos”.
AS IMAGENS DOS CIÚMES POSTOS NA CASA DE DEUS (OU ÍDOLOS DA MÚSICA GOSPEL) TOMARAM A PRIMAZIA DA ADORAÇÃO
Outro problema grande é caso dos cantores de músicas gospel, os grandes ídolos dos evangélicos, que promovem shows até mesmo dentro dos templos, tomando toda a primazia do Senhor, que é bendito eternamente, e que só a Ele deve ser dada toda a glória. As pessoas não vão ao show para prestar culto a Deus, mas vão para adorar ao ídolo, que é o cantor gospel. Essa é a imagem dos ciúmes que foi posta na Casa de Deus, conforme mostrou o Senhor ao profeta Ezequiel (Ezeq. 8:3-5). Os cantores gospel têm usado o Evangelho e a música gospel para ganhar dinheiro e tirar proveito próprio. Eles não fazem música para agradar e louvar a Deus, realmente. As músicas são para agradar o povo mentecapto. Os cantores tradicionais, que fazem a verdadeira música gospel estão sendo jogados para o canto. Tem o grupo gospel denominado Santa Geração, que faz as músicas mais pobres de todas, tanto em inspiração como em arranjo musical. Fazem uma frase de três ou quatro linhas e ficam repetindo aquilo por 10 ou 15 minutos. Isso é o cúmulo da incompetência. Se Deus ouve essas coisas, eu acho que Ele deve até ter dormido ou tapado os seus ouvidos. Essas músicas são porcarias, pois não têm conteúdo nem inspiração e nem arranjo. Todos os cânticos do rei Davi (os salmos), exceto o de número 117, são grandes. O maior de todos é o cântico 119. Cada cantor de música gospel se esforça para criar novas músicas, para que possa lançar outro CD ou DVD no ano seguinte, senão, ele vai à falência. E nesse cria, cria de tantas músicas, eles vão banalizando a Palavra de Deus, desprestigiando as músicas que vão ficando para trás, como se a Palavra de Deus fosse lixo ou fosse algo descartável. O salmista diz que devemos louvar ao Senhor com um novo cântico; mas a Bíblia não diz que temos que ficar brincando de fazer música com a Palavra de Deus, nem ensina que devemos ganhar dinheiro às custas da sua Palavra, e nem tampouco ensina o crente a ter preferência por este cantor ou por aquele estilo musical. Os cantores de música gospel deveriam ser levitas, deveriam receber um salário digno para saírem por todos os cantos como missionário, pregando o Evangelho através da música. Deviam sair ao campo missionário a serviço de sua igreja local, e não a serviço de si mesmo, ganhando dinheiro às custas do Evangelho. Eles deveriam trabalhar como evangelistas, através da música, e nunca chamar a atenção para si mesmos, mas unicamente para Jesus. Esses novos ídolos da música gospel, que estão tomando o lugar da presença de Deus nas igrejas, vão pagar caro no dia do juízo. A juventude que freqüenta os grandes shows de música gospel é uma geração de jovens dominados pelo poder dos desejos carnais e desejo de imitar as coisas que os jovens do mundo fazem. As jovens, principalmente, não vão aos shows para louvar ao Senhor; elas vão simplesmente para assobiar, para gritar, para pedir autógrafos, para se divertir tal como acontece com outras jovens nos shows de música mundana. Até desmaios tem acontecido durante os shows de música gospel, por causa da idolatração ao ídolo. A cantora evangélica Aline Barros tem sido a mais conhecida e reconhecida pelo mundo secular em toda a América Latina. Porém, as pessoas do mundo estão adotando suas músicas apenas para “relax”. Até em novelas já estão colocando suas músicas, e ela devia impedir essas coisas. Ela devia exigir que as pessoas do mundo não só comprem os seus CDs, mas que se convertam de seus pecados e sirvam a Deus. Não adianta ouvir as músicas da Aline Barros e não se converter, deixando a vida de pecado.
A IOGA EVANGÉLICA
Nos últimos dias tem surgido um novo modismo denominado “adoracionismo”, que tem levando multidões de crentes ao esquecimento da sua verdadeira vocação. Esqueceram-se do IDE de Jesus e do amor ao próximo. Estão a viver numa espécie de “transe espiritual”, satisfazendo seus desejos carnais, venerando os grandes ídolos da música gospel. E bem acertadamente escreveu o teólogo Loureno Stelio Rega, sobre os rumos das igrejas nesses últimos dias: “Uma pessoa se converte logo é adestrada para se envolver intensamente com as atividades da congregação, transformando a igreja num fim em si mesma. Ali, trabalha-se tanto para a obra de Deus que se esqueceu do Deus da obra – ou seja, mataram o Senhor e, em seu lugar, foram colocados eventos e muita ação dos membros. É o evangelho pragmático e institucionalizado de muitas igrejas históricas. (…). Há também aqueles que hoje são fortes em oferecer um evangelho que mais parece “mercadoria”, disponibilizando bens simbólicos da religião para satisfazer as pessoas em seu projeto de vida boa. Destronaram Deus, transformando-O em servo, em mercadoria barata, oferecida em troco de uma boa oferta, também chamada “sacrifício”. Temos aqui as igrejas neopentecostais (igrejas que pregam a Teologia da Prosperidade)”. Diz, ainda, Lourenço Rega que “ultimamente, tem surgido um outro movimento que provisoriamente tenho chamado de “adoracionismo”, que segue de perto o profetismo místico descrito por Max Weber. São aqueles crentes que curtem um “transe” de meditação gospel – gostam de viver no “monte da transfiguração”, vivem da contemplação no meio de louvores que elevam suas almas ao sétimo céu, mas se desligam do cristianismo de uma vida real, comprometida com os valores éticos bíblicos. Vivem adorando a Deus, mas na realidade podem tê-lo destronado para dar “vazão” ao seu próprio sentimento de bem-estar interior. É como se fosse uma “ioga evangélica”, uma catarse de fim de semana”.
A INTRODUÇÃO DOS INSTRUMENTOS MUSICAIS DE CULTO AOS DEMÔNIOS
O grupo de música gospel que mais prezo é o grupo ”Novo Som”. Apesar de tocarem as músicas no ritmo “rock ballad” ou rock lento, rock canção, admiro muito a atitude do grupo, principalmente do líder da banda, que não deixa haver excessos, e nem foge ao seu estilo musical. Só gostaria que esse grupo não fizesse shows dentro dos Templos, e que proibisse a histeria da platéia durante os shows. Porque, se continuar assim, eles irão de mal a pior, e Deus está vendo tudo isso. Por certo, foi Deus quem permitiu a destruição do grupo de Rock “Mamonas Assassinas” que não tinha nada a ver com o seu Evangelho. Da mesma forma, aqueles que ouvem a repreensão e tapam os ouvidos para não obedecer, mais cedo ou mais tarde irão sofrer as conseqüências. Outros cantores tradicionais, que ganharam milhares de almas com a boa música evangélica, agora estão corrompendo os seus estilos musicais, e, aqui e acolá, gravam músicas usando o maldito ritmo do forró.Temos visto, também, lideres de igrejas permitir a introdução de toda sorte de instrumentos musicais de culto aos demônios, que deveriam ser, terminantemente, proibidos. O atabaque, dos batuques de culto aos demônios, das religiões afro-brasileiras, tem sido introduzido em algumas igrejas. Isso é demais! É o cúmulo de homens pecadores, que querem corromper a Igreja de Cristo.Da mesma forma já estão sendo introduzidos, em algumas igrejas, todos os instrumentos das escolas de samba do carnaval. Será o cúmulo, será a maior profanação da Casa de Deus ver uma parada de samba gospel, com todos os instrumentos da bateria de escola de samba dentro da igreja. E ainda estamos por ver o carnaval dos evangélicos, com o desfile de fantasias, puxada com a bateria da escola de samba gospel. Isso será o cúmulo do cúmulo da maldição na igreja. Graças ao Pai Celestial, que prevendo tamanha provocação a sua santidade e profanação da sua Casa – por parte dos crentes carnais, com levantamento dos “altos” para sacrifícios aos ídolos, tal como fez Manassés e outros reis de Israel –, abreviou os tempos para que o trigo não fosse sufocado pelo joio (Mat. 13:38-40). Ou seja, Deus não se tem tornado longânime demais, pois se caso a sua vinda demorasse mais do que está determinado, nenhuma alma se salvaria, porque até os que estão firmes e fiéis à sã doutrina correm o risco de serem arrastados pela correnteza do pecado. “E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias” (Mateus 24:22). “Porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos” (Mat. 24:24).
OS RITMOS MUSICAIS SECULARES, JUNTANDO-SE AO SAGRADO, SÃO UMA PROFANAÇÃO
Um dos maiores males que tem entrado nas igrejas, principalmente nas pentecostais, são os ritmos de músicas seculares, sensuais. Atualmente o ritmo de forró está tendo maior sucesso. O ritmo do boi-bumbá de Parintins é outra maldição que estão introduzindo dentro das igrejas.Cada ritmo musical teve um propósito ao ser criado. E o ritmo do boi-bumbá foi criado para louvar a dois ídolos de palha, que leva milhares e milhares de pessoas ao pecado, à devassidão e ao distanciamento de Deus. Se algum desses louvadores do boi se converter a Cristo, deve deixar para trás tudo o que praticava antes. Igualmente os forrozeiros, devem deixar o forró.O forró é o ritmo musical mais popular do Brasil, e é o que tem levado milhões de brasileiros à devassidão; é o que tem causado a maioria das desavenças familiares, separação de casais, etc; é o ritmo sensual e diabólico que mais tem levado mulheres casadas ao caminho da prostituição e do adultério. E ainda vem alguns cantores imbecis fazer música gospel no ritmo de forró, tal como os cantores Edinaldo do Rio, Paulo André e Fernandes Lima, que na verdade nem os considero cantores de música evangélica. São simplesmente instrumentos de Satanás. Se eu pudesse encontrar pessoalmente um deles, compraria uma caixa de CDs de um deles e quebraria toda aquela porcaria publicamente, e ainda o envergonharia diante de todos os que estivessem presente, falando-lhe umas poucas e boas…, mesmo sabendo que poderia ser processado.O ritmo sensual Funk é outra maldição que alguns crentes da Nova Era tem introduzido em algumas igrejas. O Diabo é sagaz. Ele vai empurrando, sorrateiramente, as coisas do mundo nas igrejas. E o pior, é que os pastores não ensinam aos novos convertidos que eles tem que abandonar a velha prática do pecado, que devem abandonar a velha “capa babilônica”, que devem deixar toda aquela “bagagem” do pecado. Por quê? Porque o caminho da salvação é um caminho estreito; a porta (que é Cristo) é estreita, e se quiserem passar por Ela, têm que deixar todo aquele fardo de pecado, todo tipo de atrapalho que possa impedir de passar pela porta. Jesus foi bem enfático em dizer que são poucos os que passam por esta porta (Mat. 7:14).A lambada, o calypso, o carimbó, o axé da Bahia e tantos outros ritmos ainda estamos por ver se popularizar no meio evangélico. É só questão de tempo. Já o Rap não é um ritmo sensual, mas deve ser evitado dentro da igreja.Tem crentes que “dançam em espírito”, literalmente, quando as músicas gospel em ritmo de forró começam a tocar (porque são crentes carnais). A crentalhada afasta as cadeiras do salão e caem no forró. O ritmo é tão sensual e libertino, que os crentes acham que até o Espírito Santo se faz mais presente quando esse tipo de música começa a tocar. Tem uns que chegam a denominar esse ritmo de “ritmo de fogo”, ou então, dizem que a música é “música de fogo”, ou “hino de avivamento”. Que maldição! Deus nos livre!Uma coisa deve ficar bem esclarecida: Se quiserem dançar forró gospel, samba gospel, calypso gospel, ritmo do boi gospel, funk gospel e rock metal gospel, que façam no quinto dos infernos, porque na Casa de Deus é proibido fazer tais cousas! Se quiserem praticar semelhantes cousas, que façam em suas casas, nas festas de aniversário, em casamento, nas festas particulares, ou no lugar que for, menos na Casa de Deus.Alguns pastores ensinam que a forma de cantar hinos aqui na Terra é apenas um “ensaio” para cantarmos no Céu, na presença de Deus. Mas, que tipo de ritmo esses cantores pensam que vão usar no Céu? Outros dizem que os cânticos daqui da Terra são de um modo, e os do Céu são de outra maneira (mais inspirado, mais santo, mais reverente, seria o caso?). Na verdade, se os cânticos do Céu são mais solenes, mais reverentes, mais sublimes, mais inefáveis, então, os daqui da Terra são mais para satisfazer os desejos carnais do que para louvar e agradar a Deus. Então, por que esses novos líderes, bispos, pastores não usam o bom senso? O crente deve viver no Espírito e não na prática dos desejos carnais. Portanto, quem faz músicas para alegrar a carne não está vivendo no Espírito (Rom. 8:5, 9, 13; I Ped. 4:2; Rom. 12:1; I Tess. 2:4; Gál. 5:17). O movimento Punk tem arrastado milhares de jovens do mundo todo à rebeldia e a anarquia. E ultimamente o Rock Punk é o estilo de música que mais tem seduzido os jovens mentecaptos. Esse ritmo de rock punk é uma espécie de Rock Metal, mas de baixa categoria, pois os acordes das músicas não passam de três. Mesmo assim, essas músicas têm levado milhares de jovens ao mundo da rebeldia, da anarquia, das drogas, da prostituição e do suicídio. A violência física contra outros grupos de jovens rivais é incentivada constantemente através da Internet. Porém, o pior disso tudo, é que existem alguns amaldiçoados que estão introduzindo em algumas igrejas esse ritmo musical e sua forma característica de comportamento. São os ex-punks que se dizem “convertidos”, que estão levando esse ritmo de música maldita para dentro das igrejas. Mas, por quê? Porque querem continuar vivendo na prática do pecado. Então, eles dão um jeitinho de misturar o secular com o sagrado, achando que não fará nenhum mal à Igreja e acham que Deus aprova. Mas, eles vão pagar caro por estarem profanando a Casa de Deus, e quanto aos seus líderes espirituais, espero que sejam punidos, exemplarmente, por Deus.Até mesmo a dança ou luta da capoeira já tem entrado dentro dos templos, em algumas igrejas. E a desculpa esfarrapada é sempre a mesma: usamos a música para atrair os praticantes dessa arte para Jesus. Que absurdo! Estes também vão pagar caro no dia do juízo.Durante a História, a Igreja nunca precisou desses ritmos malditos para evangelizar e nem para louvar ao Senhor. A igreja sempre teve os seus ritmos sacros. O ritmo “marcha”, que geralmente existe nos teclados, agora é substituído pelo forró. Que sacrilégio! O SECULAR, O SAGRADO E O PROFANO Muitos líderes de igrejas não têm atentado para o significado da palavra “profano”. Muitos tacham de profana a música secular, ou do mundo. Porém, profano é a mistura do secular com o sagrado, ou ainda, é o uso do secular na liturgia da igreja. Associar as coisas do mundo ao sacro é profanação. O chamado “forró gospel” é música profana.A música do mundo deve ser chamada de música secular (e não música profana); a música cristã ou música sacra pode ser chamada de música gospel ou evangélica. A música se torna profana quando se faz a união do secular com o sagrado. Por exemplo, fazer uma poesia evangélica e cantá-la usando o ritmo de forró é profanação. Por quê? Porque se está tomando o secular e juntando ao sagrado. Por exemplo, pegar uma imagem de escultura e colocar no altar da Casa de Deus é profanação, pois não há nenhum acordo entre Deus e os ídolos.Da mesma forma, se pegarmos os instrumentos musicais de adoração aos demônios e santificá-los para Deus também se constitui uma profanação da Casa de Deus. Assim como Belsazar, filho de Nabucodonosor, profanou os utensílios da Casa de Deus, na sua festa secular (Livro de Daniel), da mesma forma não podemos pegar o secular e introduzir na Casa de Deus. Assisti, ultimamente, na “TV Senado” a reação de alguns senadores da República que presenciaram uma manifestação da cultura regional da Amazônia no Salão Negro (Nobre) do Congresso Nacional, onde se diziam chocados e constrangidos por ter visto os paraenses dançar e cantar o Hino Nacional Brasileiro no ritmo de Carimbó e Forró, e, depois, os amazonenses cantarem o Hino em ritmo do boi-bumbá. Segundo os senadores, as pessoas que fizeram isso não são cívicos cidadãos brasileiros, pois não tiveram nenhum respeito com o Hino Nacional. Esse fato ocorreu em novembro de 2007.Agora, veja: Será que o Hino que exalta a Pátria brasileira é mais importante que o Hino que exalta a Deus, o nosso Criador? Se a reação dos senadores em defesa do Hino Nacional foi tão veemente, como não será a minha reação em defesa dos hinos que louvamos ao Senhor?! Pergunte a um Senador da República se este fato realmente ocorreu ou não.
A DANÇA, SÍMBOLO DA SENSUALIDADE, QUE EM NADA CONDIZ COM O CARÁTER SANTO DE DEUS
A dança é outra maldição que tem entrado nas igrejas, somente para satisfação dos desejos carnais. Tenho muito que falar sobre isso, mas, infelizmente, não poderei falar, agora, com maiores detalhes. O que posso dizer é que a dança nunca fez parte do culto de adoração dentro do Templo do Senhor, nem no tempo do Antigo Testamento e nem no tempo do Novo Testamento. Pregadores tendenciosos pegam textos da Bíblia, que foram mal traduzidos – ou foram traduzidos propositalmente para sustentar heresias –, para justificar a prática da dança dentro do Templo do Senhor. Nunca em Israel se fez tamanha profanação do Templo do Senhor. Miriam, irmã de Moisés, e o rei Davi dançaram, mas não foi dentro da Casa de Deus. Além do mais, o rei Davi fez coisas bem piores: teve várias mulheres e, se não bastasse, ainda teve várias concubinas – é só ler nas referencias bíblicas que citei anteriormente. Será que vamos também imitar outras coisas que fez o rei Davi, como, por exemplo, dançar, semi-nu, dentro da Igreja? O rei Davi dançou semi-nu diante da arca, mas quem aprovou tal atitude? Será que foi só a Mical, fila de Saul que desaprovou? Quem do povo se atreveu a entrar na dança com Davi? Lembremo-nos que três meses antes da dança de Davi, Deus havia matado um homem porque tocou na arca, quando os bois que a trazia, tropeçaram. Observe, também, que nesse dia as pessoas vinham tocando, cantando e se alegrando, e por causa disso, se esqueceram da arca e os bois tropeçaram. Na verdade, Deus não estava nada contente com o que estavam fazendo. E para não repreender Davi naquele momento, descontou toda a sua ira, matando o pobre homem que tocou na arca para não deixá-la cair no chão. Alguns estudiosos desse fato afirmam que Deus agiu com demais capricho, pois não havia tanto motivo para Deus ter matado aquele homem. Mas, a verdade é que Deus estava irado por alguma coisa. Por causa desse ocorrido, o rei Davi teve grande temor (ou medo) do Senhor, e resolveu não prosseguir mais em levar a arca até a sua casa. E três meses depois, o rei Davi levou a arca novamente, ocasião em que ele dançou diante da mesma. Acredito que Deus não fez nada contra Davi por amor a ele, pois, se o matasse, o que seria daquele povo sem o seu líder principal? Leia II Samuel 6 e I Crônicas capítulos 13, 14 e 15. Alguns acusam Mical, filha de Saul, de ter ficado estéril durante toda a sua vida por ter repreendido Davi, o ungido do Senhor. Mas isso é balela de teólogo medíocre. Miriam, a profetisa, irmã de Moisés e Arão, que dançou com seus tamborins, fez coisas bem piores: ficou leprosa durante sete dias, por causa de sua rebeldia contra Moisés e, também, não teve filhos (Num. 12:10-15 e Deut. 24:9). Em Israel era comum a esterilidade entre as mulheres, e para alcançar o favor do Senhor a mulher tinha que fazer muitos sacrifícios e votos. Ana, mulher de Elcana e mãe do profeta Samuel só teve filho porque fez grande sacrifício e um voto especial ao Senhor (I Samuel cap. 1). Quando o rei Salomão construiu o Templo do Senhor, em Jerusalém, ele instituiu para os serviços sagrados do Templo grupo de músicos, grupo de cantores, etc, etc, mas não instituiu nenhum grupo de dançarinos ou coisa similar. E coisa semelhante jamais aconteceu na história do povo de Deus. O que está acontecendo hoje é modismo, é o cumprimento fiel das profecias, quando já dizia que nos últimos dias os novos crentes não suportariam a sã doutrina, e procurariam modificar os costumes, e a introduzir coisas na igreja para satisfazer seus desejos carnais.
OS PROFETAS MENTIROSOS
Atualmente, há vários profetas mentirosos espalhados pelo mundo, pregando um evangelho, mas agindo com atitudes de sensacionalismo. E um desses é o escritor e pregador internacional Benny Hinn. Tenho lido muitos livros publicados por outros pastores que acompanham de perto a vida peregrina de Benny Hinn, e tenho ficado espantado com tanta gente do meio evangélico que põe tamanha confiança neste homem. Nas suas cruzadas este homem tem praticado toda sorte de sensacionalismo, assoprando ou jogando o paletó sobre as pessoas, para fazê-las cair no chão. Tal prática já é velha conhecida e se chama hipnotismo. Este homem tem proferido muitas profecias que não se cumprem; tem até falado o tempo exato para se cumprir tais profecias, mas elas não se cumprem. E, só o fato de não se cumprir tais profecias, sabemos que as tais não procedem de Deus (Deuteronômio 18:22). Uma das suas profecias aconteceu exatamente numa cruzada realizada aqui no Brasil, na Igreja Renascer da bispa Sônia e Estevam Hernandes, no ano de 1994. Tal profecia afirmava que uma mulher muito influente na grande cidade de São Paulo iria cair, ou seja, no prazo de seis meses a tal mulher iria ser destronada. Ele não disse quem era essa mulher e, depois de passado os seis meses, ninguém se preocupou em conferir se a profecia realmente se cumpriu. Porém, se essa profecia foi verdadeira, ela não se cumpriu em seis meses; se cumpriu depois de 12 anos, ou seja, no ano de 2006, quando a tal “mulher” foi presa juntamente com o marido nos Estados Unidos da América: a própria bispa Sônia Hernandes. No caso, a própria bispa era a “mulher” da profecia de Benny Hinn, que iria cair. E neste ano de 2007, depois da condenação do casal à pena de 2 anos de reclusão, grande parte das filiais da Igreja Renascer tem fechado as portas. Repito: são várias as profecias de Benny Hinn que não se cumpriram. Outro pregador famoso, do meio evangélico, é o pastor Marco Feliciano. Esse jovem pastor, pregador das multidões, de 34 anos de idade, tem realizado várias cruzadas no Brasil e no exterior. Sinceramente, não consigo entender que tipo de espírito vem sobre alguns pregadores famosos. A maioria é sensacionalista. O pastor e pregador Silas Malafaia é pentecostal, mas, nas suas pregações nunca fala em línguas estranhas. Tem alguns pastores que, durante as pregações, falam mais em línguas estranhas que pregam. Quando o pastor Marco Feliciano declara, em entrevista a uma revista evangélica, que um dos grandes nomes do evangelismo em quem se inspirou foi o pregador israelense Benny Hinn, mostra claramente qual é uma das características do seu ministério: sensacionalismo. Esse jovem pastor já tem sido advertido por vários pastores experientes, mas parece que ele não se corrige. O apóstolo Paulo, escrevendo aos Coríntios, instruiu os crentes a buscar os melhores dons espirituais; porém, o dom que menos incentivou a buscar foi o dom de falar em línguas estranhas. Leia I Coríntios 14. Uma das coisas mais absurdas que um pregador poderia fazer em nome de Deus é o que anda fazendo o missionário brasileiro de nome Makiã Santos. Esse pregador sensacionalista e charlatão tem andado por várias igrejas no Brasil e até no exterior praticando curandeirismo em nome de Jesus. A sua prática de curandeirismo é velha conhecida por muitos, pois são as mesmas práticas dos médiuns e macumbeiros charlatões. Por favor, tente adquirir um DVD dos shows de milagres que ele tem realizado em várias igrejas. Para este, cabe a advertência de Jesus em Mateus 7:22-23.
O AUMENTO DESCONTROLADO DE SEITAS CRISTÃS, COM OBJETIVOS IGNORADOS
Martinho Lutero teve que fundar uma nova Igreja porque seus superiores rejeitaram suas teses, de que a igreja estava andando fora da linha, pregando um outro cristianismo. As igrejas evangélicas, atualmente, não precisavam estar se dividindo cada vez mais. Quanto mais um corpo se divide, mais ele se torna fraco para enfrentar o inimigo. Além do mais, essas divisões não estão ocorrendo só por causa do desvio doutrinário das igrejas-mães, mas, também, por causa de líderes insubordinados e prepotentes, ou crentes carnais e mundanos, que não querem se sujeitar às autoridades e não suportam a sã doutrina. Outras denominações evangélicas têm sido levantadas por pastores mercenários, lobos devoradores, que querem se aproveitar dos dízimos e das ofertas dos fiéis, através da exploração da fé. A Igreja está precisando, sim, de uma reforma interna. Chega de dividir o Corpo de Cristo! Todos os pastores que se rebelaram e constituíram novas denominações religiosas, para satisfazer aos seus caprichos, deviam se arrepender e retornar à igreja na qual antes pertencia. Nos últimos dias, tem surgido quase que diariamente a implantação de novas denominações cristãs e evangélicas no Brasil e em toda a América Latina, de tudo quanto é nome de fachada. Ultimamente, foi inaugurada aqui em Manaus a Igreja Mundial do Reino de Deus, cujo nome é uma imitação grotesca da igreja do bispo Edir Macedo. Aliás, a Igreja atualmente não está precisando de avivamento e nem de fé; o que está precisando é de amor e da prática de boas obras. Não adianta ter fé, falar em línguas estranhas, profetizar se não ter amor e não dar atenção ao próximo. A prática do amor aos “pequeninos” de Jesus é superior a todos os dons. Quem tem realmente amor e quer fazer algo de bom pelo reino de Deus deve procurar ajudar a todas as pessoas carentes e necessitadas, os doentes, os mendigos, os encarcerados, os desempregados, os alcoólatras, drogados, etc. Deus não quer sacrifício de tolo; Deus quer obediência e prática do amor aos pobres. Um gesto de solidariedade para com um necessitado ou para com um pobre pecador é mil vezes melhor do que ficar pregando ao vento nas esquinas das ruas. Não adianta cantar ou pregar o amor se não o praticamos. Leia I Cor. cap. 13; Mat. cap. 25; Mat. 26:11; Marc. 14:7; Mat. 10:42; 11:25; 18:10. Bem sabemos que quando essas seitas surgem os seus objetivos são bem conhecidos: conseguir dinheiro fácil através da exploração da fé dos fiéis, para barganhar os dízimos e as ofertas, alegando servirem para a obra do Senhor. Sabemos, porém, que a maioria dessas novas seitas são fundadas por pastores ou membros rebelados de outras igrejas; ou então, são fundadas por líderes ambiciosos, que não querem ser subordinados, mas, sim, exercer cargo de liderança. Mas, outras seitas são fundadas por pessoas que acham que levantar uma igreja evangélica é um bom negócio para se conseguir dinheiro fácil. Só que, para fazer tal trabalho, é preciso ter vocação. Assisti na TV a reportagem do jornalista Roberto Cabrini, da TV Bandeirantes, de uma pesquisa que fez sobre proliferação de seitas evangélicas no Rio de Janeiro e em São Paulo. Segundo ele, quase que diariamente uma nova denominação religiosa é registrada em Cartório no Rio de Janeiro. Olhando os classificados dos jornais da cidade, achou até o anúncio da venda de uma igreja, com todos os membros e bens pertencentes. O anúncio dava detalhes da localização da igreja, quantos membros havia, quantos bancos e quantos equipamentos esta igreja possuía. Concluiu o jornalista que se tratava de um pastor mercenário, fajuto, que fundou a igreja, pesando conseguir dinheiro fácil, explorando a boa fé dos crentes. E essa prática está se espalhando pelo Brasil; inclusive traficantes tem usado igrejas com nome de fachada para traficar sem levantar suspeitas e despistar as investigações da polícia. Apesar destes maus exemplos ainda aparecem alguns pregadores defendendo a tese de que, quanto mais igrejas forem fundadas, melhor será para o crescimento da Igreja de Cristo. Porém, o pastor ou pregador que fala uma bobagem dessas é um insensato, inconseqüente. Pois, quanto mais se prolifera igrejas de tudo quanto é nome de fachada, mais confusa fica a mente dos incrédulos e mais difícil se torna a divulgação do Evangelho por parte das igrejas que já existem há bastante tempo.
CONCLUSÃO
—————————————————————————————————————-By Miquels - 20/11/2007
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“Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar,e apresentar-vos ante a sua glória imaculados e jubilosos, ao único Deus,nosso Salvador, por Jesus Cristo nosso Senhor, glória, majestade, domínio epoder, antes de todos os séculos, e agora, e para todo o sempre. Amém”.
(Judas 24-25).






























