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VERDADES SOBRE A MAÇONARIA


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Maçonaria: Uma Visível, Outra Invisível

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Esperamos que todo maçom leia este artigo antes dos demais, nesta categoria. Existe uma organização maçônica que a maioria de vocês não conhece, mesmo aqueles que já tenham atingido o Grau 33.
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Basicamente, a Maçonaria é uma organização dentro de uma organização.
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Uma organização é deliberadamente enganada com mentiras e levada a crer em falsas interpretações, enquanto a organização mais interna conhece a verdade espiritual a respeito da Maçonaria, e abraça-a de todo o coração, alma e mente.
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“A Maçonaria é uma fraternidade dentro de uma fraternidade – uma organização exterior que esconde uma irmandade interior dos eleitos…. é necessário estabelecer a existência dessas duas ordens separadas, porém independentes, a visível e a outra invisível. A sociedade visível é uma esplêndida camaradagem de homens ‘livres e aceitos’ que reunem-se para dedicarem seu tempo às atividades éticas, educacionais, fraternais, patrióticas e humanitárias. A sociedade invisível é uma fraternidade secreta e augustíssima [de majestosa dignidade e grandiosidade], cujos membros dedicam-se ao serviço dos arcanos [segredos, mistérios].” [Lectures on Ancient Philosophy, Manly P. Hall, pg 433]
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Muitos homens bem intencionados são membros dessa sociedade visível sem saberem absolutamente nada da sociedade invisível. Na verdade, Albert Pike, um dos mais importantes autores maçons, teve algumas coisas a dizer sobre os irmãos da sociedade visível: “A Maçonaria, como todas as religiões, todos os mistérios, o Hermetismo, e a Alquimia, esconde seus segredos de todos, exceto dos adeptos e sábios, ou eleitos, e usa falsas explicações e falsas interpretações sobre seus símbolos para enganar aqueles que merecem somente ser enganados; para esconder a verdade, que chama de Luz, e afastá-los dela.” [Morals and Dogma (leia a resenha), pg 104-5, Terceiro Grau].
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Pike diz que a Maçonaria é da mesma categoria que a Filosofia Hermética e a Alquimia! A Maçonaria esconde seus segredos dos irmãos que estão na sociedade visível exterior, independente do grau deles; somente os eleitos na sociedade invisível interna é que conhecem a verdade. Os irmãos na sociedade visível recebem uma dieta de “falsas explicações e falsas interpretações” de seus símbolos” - Se, no início de sua participação na Maçonaria, um homem demonstra venerar Cristo, ele será imediatamente colocado na sociedade visível e nunca aprenderá a verdade. Nunca será considerado um adepto, ou um sábio, ou um dos eleitos, pois esses termos são reservados somente para os membros da sociedade invisível. Ele será um daqueles que aprendem mentiras sobre as doutrinas da Maçonaria e que deliberadamente, recebem falsas explicações sobre seus símbolos, para que simplesmente PENSEM que conhecem a verdade. Em seguida, Pike completa suas instruções sobre o engano intencional dos membros da sociedade visível, dizendo, “Portanto, a Maçonaria zelosamente esconde seus segredos e leva os intérpretes presunçosos ao erro.” [Ibidem, pg 105]. Os membros da sociedade visível são chamados de ´massas’ e constituem 95% de toda a Maçonaria. Veja o que Albert Pike diz sobre a verdade da organização para as ‘massas’: “Um Espírito que ama a sabedoria e contempla a Verdade que está por perto, é forçado a disfarçar-se, para induzir as multidões a aceitá-la…. O povo precisa de ficções, e a Verdade torna-e mortal para aqueles que não são fortes o suficiente para contemplá-la em todo seu fulgor.” [Morals and Dogma, pg 103 Terceiro Grau, ênfase adicionada]
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Se uma pessoa não é capaz de aceitar a verdade que o núcleo interno e invisível da Maçonaria realmente adora e serve as inteligências rebeldes (hostes angelicais criadas na vida pré mortal e que se rebelaram contra a hierarquia espiritual) então essa verdade se tornaria “mortal” para ela. Portanto, “as ficções são necessárias” para que os maçons visíveis não fiquem tão desnorteados que deixem a Maçonaria e exponham seus segredos internos. “Quando o maçom aprende que o segredo para o guerreiro é a correta aplicação do dínamo do poder da vida, ele aprendeu o mistério de sua Arte. As energias ardentes de Lúcifer estão em suas mãos e antes que ele possa avançar para a frente e para cima, precisa provar sua capacidade de aplicar corretamente a energia.” [The Lost Key to Freemasonry, Manly P. Hall, publicado pela Macoy Publishing and Masonic Supply Company, Richmond, Virgínia, 1976, ênfase adicionada]
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Verifique os assuntos listados na parte inferior da página inicial, observando os temas extremamente anticristãos.
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Caldeus [os mistérios babilônios e caldeus foram aniquilados por Deus;
os mistérios de babilônia também são condenados no livro do Apocalipse];
Druidismo e Celtas [elevaram os sacrifícios humanos aos mais alto níveis];
Falicismo [adoração do membro sexual masculino ereto!]; Física Transcendental; Geomancia e Gematria [satânica]; Gnosticismo [o apóstolo Paulo combateu essa doutrina em suas epístolas]; Hermetismo; Hipnotismo;
Aqui  está o coração e a alma da fraternidade interna e invisível. A parte absolutamente mais negra desse coração é o falicismo, a adoração do órgão sexual masculino ereto.
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Os obeliscos foram criados originalmente pelos Mistérios Egípcios, e são mencionados na Bíblia. Veja:
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“…o rei Jeú disse aos guardas e aos capitães: Entrai, feri-os, que nenhum escape. Feriram-nos ao fio da espada; e os da guarda e os capitães os lançaram fora e penetraram no mais interior da casa de Baal, e tiraram as colunas que estavam na casa de Baal, e as queimaram. Também quebraram a própria coluna de Baal, e derrubaram a casa de Baal, e a transformaram em latrinas até o dia de hoje. Assim exterminou Jeú de Israel a Baal.” [2 Reis 10:25-28]
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O Deus Todo-Poderoso ordenou que os obeliscos satânicos fossem queimados, mas somente após o rei Jeú executar os adoradores do obelisco, também conhecidos como adoradores de Baal. Assim, a Maçonaria invisível dedica-se à adoração aos obeliscos, que foi punida por Deus com a pena de morte. Tenha isso em mente na próxima vez que você contemplar o obelisco no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, ou qualquer outro, como na cidade de Washington, ou na Praça de São Pedro, em Roma!
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Origens Mágicas da Maçonaria – Eliphas Levi

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A grande associação cabalística, conhecida na Europa sob o nome de Maçonaria, surge de repente no mundo, no momento em que o protesto contra a Igreja acaba de desmembrar a unidade cristã. Os historiadores desta ordem não sabem explicar-lhe a origem: uns dão-lhe por mãe uma associação de pedreiros formada no tempo da construção da catedral de Estrasburgo; outros dão-lhe Cromwell por fundador, sem entrarem em indagações se os ritos da maçonaria inglesa do tempo de Cromwell não são organizados contra este chefe da anarquia puritana; há ignorantes que atribuem aos jesuítas, senão a fundação ao menos a continuação e a direção desta sociedade muito tempo secular e sempre misteriosa. À parte esta última opinião, que se refuta por si mesma, podem se conciliar todas as outras, dizendo que os irmãos maçons pediram aos construtores da catedral de Estrasburgo seu nome e os emblemas de sua arte, que eles se organizaram pela primeira vez publicamente na Inglaterra, a favor das instituições radicais e a despeito do despotismo de Cromwell. Pode-se ajuntar que eles tiveram os templários por modelos, os rosa-cruzes por pais e os joanitas por antepassados. Seu dogma é o de Zozoastro e de Hermes, sua regra é a iniciação progressiva, seu princípio a igualdade regulada pela hierarquia e a fraternidade universal; são os continuadores da escola de Alexandria, herdeiros de todas as iniciações antigas; são os depositários dos segredos do Apocalipse e do Zohar; o objeto de seu culto é a verdade representada pela luz; eles toleram todas as crenças e não professam senão uma só e mesma filosofia; eles não procuram senão a verdade, não ensinam senão a realidade e querem chamar progressivamente todas os inteligências à razão. O fim alegórico da maçonaria é a reconstrução do templo de Salomão; o fim real é a reconstituição da unidade social pela aliança da razão e da fé, e o restabelecimento da hierarquia, conforme a ciência e a virtude, com a iniciação e as provas por graus. Nada é mais belo, está se vendo, nada é maior do que estas idéias e estas tendências; infelizmente as doutrinas da unidade e a submissão à hierarquia não se conservaram na maçonaria universal; houve logo aí uma maçonaria dissidente, oposta à maçonaria ortodoxa, e as maiores calamidades da revolução francesa foram o resultado desta cisão.
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A LENDA DE HIRAM

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Os franco-maçons tiveram sua lenda secreta; é a de Hiram, completada pela de Ciro e de Zorobabel.
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Eis a lenda de Hiram:
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Quando Salomão mandou construir o templo, confiou seus planos a um arquiteto chamado Hiram. Este arquiteto, para por ordem nos trabalhos, dividiu os trabalhadores segundo sua habilidade e como era grande o número deles, a fim de reconhecê-los, quer para empregá-los segundo seu mérito, quer para remunerá-Ios segundo seu trabalho, ele deu a cada categoria de aprendizes, de companheiros e aos mestres palavras de passe e senhas particulares… Três companheiras quiseram usurpar a posição de mestres, sem o devido merecimento; puseram-se de emboscada nas três portas principais do templo, e quando Hiram se apresentou para sair, um dos companheiros pediu-lhe a palavra de ordem dos mestres, ameaçando-o com sua régua. Hiram lhe respondeu: “Não foi assim que recebi a palavra que me pedis.” O companheiro furioso bateu em Híram com sua régua fazendo-lhe uma primeira ferida. Hiram correu a uma outra porta, onde encontrou o segundo companheiro; mesma pergunta, a mesma resposta, e esta vez Hiram foi ferido com um esquadro, dizem outros com uma alavanca. Na terceira porta estava o terceiro assassino que abateu o mestre com uma machadinha.
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Estes três companheiros esconderam em seguida o cadáver sob um montão de escombros, e plantaram sobre este túmulo improvisado um ramo de acácia, fugindo depois como Caim após a morte de Abel. Salomão, porém, não vendo regressar seu arquiteto, despachou nove mestres para procurá-lo; o ramo de acácia lhes revelou o cadáver, eles o tiraram de sob os escombros e como lá havia ficado bastante tempo, eles exclamaram, levantando-o: Mach Benach o que significa: a carne solta-se dos ossos. A Hiram foram prestadas as últimas honras, mandando depois Salomão 27 mestres à cata dos assassinos. O primeiro foi surpreendido numa caverna: perto dele ardia uma lâmpada, corria um regato a seus pés e para sua defesa achava-se a seu lado um punhal. O mestre que penetrou na caverna e reconheceu o assassino, tomou o punhal e feriu-o gritando: Nekun palavra que quer dizer vingança; sua cabeça foi levada a Salomão que estremeceu ao vê-la e disse ao que tinha assassinado: “Desgraçado, não sabias tu que eu me reservava o direito de punir?” Então todos os mestres se ajoelharam e pediram perdão para aquele cujo zelo o levara tão longe. O segundo assassino foi traído por um homem que lhe dera asilo; ele se escondera num rochedo perto de um espinheiro ardente, sobre o qual brilhava um arco-íris; ao seu lado achava-se deitado um cão cuja vigilância os mestres enganaram; pegaram o criminoso, amarraram-no e o conduziram-no a Jerusalém onde sofreu o último suplício. O terceiro foi morto por um leão que foi preciso vencer para apoderar-se do cadáver; outras versões dizem que ele se defendeu a machadadas contra os mestres que chegaram enfim a desarmá-lo e o levaram a Salomão que lhe fez expiar seu crime. Tal é a primeira lenda; eis agora a explicação. Salomão é a persondicação da ciência e da sabedoria supremas. O templo é a realização e a figura do reino hierárquico da verdade e da razão sobre a terra. Hiram é o homem que chegou ao domínio pela ciência e pela sabedoria. Ele governa pela justiça e pela ordem, dando a cada um segundo suas obras.
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Cada grau da ordem possui uma palavra que lhe exprime a inteligência. Não há senão uma palavra para Hiram, mas esta palavra pronuncia-se de três maneiras diferentes. De um modo para os aprendizes, e pronunciada por eles significa natureza e explica-se pelo trabalho. De outro modo pelos companheiros e entre eles significa pensamento explicando-se pelo estudo. De outro modo para os mestres e em sua boca significa verdade, palavra que se explica pela sabedoria. Esta palavra é a de que servem para designar Deus, cujo verdadeiro nome é indizível e incomunicável. Assim há três graus na hierarquia como bá três portas no templo. Há três raios na luz. Há três forças na natureza. Estas forças são figuradas pela régua que une, a alavanca que levanta e a machadinha que firma. A rebelião dos instintos brutais, contra a aristocracia hierática da sabedoria, arma-se sucessivamente destas três forças que ela desvia da harmonia. Há três rebeldes típicos: O rebelde à natureza; o rebelde à ciência; o rebelde à verdade. Eles eram figurados no inferno dos antigos pelas três cabeças de Cérbero. Eles são figurados na Bíblia por Coié, Dathan e Abiron. Na lenda maçonica, eles são designados por nomes que variam segundo as ritos. O primeiro que se chama ordinariamente Abiran ou assassino de Hirain, fere o grão-mestre com a régua. É a história do justo que se mata, em nome da lei, pelas pai xões humanas. O Segundo, chamado Mephiboseth, do nome de um pretendente ridículo e enfermo à realeza de Davi, fere Hiram com a alavanca ou a esquadria.
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É assim que a alavanca popular ou a esquadria de uma louca igualdade toma-se o instrumento da tirania entre as mãos da multidão e atenta, mais infelizmente ainda do que a régua, à realeza da sabedoria e da virtude. O terceiro enfim acaba com Hiram com a machadinha, Como fazem os instintos brutais quando querem fazer a ordem em nome da violência e do medo, abafando a inteligência. O ramo de acácia sobre o túmulo de Hiram é como a cruz sobre nossos altares. É o sinal da ciência que sobreve à ciência; é o raio verde que anuncia uma outra primavera. Quando os homens perturbam assim a ordem da natureza, a Providência intervém para restabelecê-la, como Salomão para vingar a morte de Hiram. Aquele que assassinou com a régua, morre pelo punhal. Aquele que feriu com a alavanca ou a esquadria, morrerá sob o machado da lei. É a sentença eterna dos regicidas. Aquele que triunfou pela machadinha, cairá vítima da força de que abusou e será estrangulado pelo leão. O assassino pela régua é denunciado pela lâmpada mesma que o esclarece e pela fonte onde bebe , isto é, a ele será aplicada a pena de talião. O assassino pela alavanca será surpreendido quando sua vigilância for deficiente como um cão adormecido e será entregue por seus cúmplices; porque a anarquia é a mãe da traição. O leão que devora o assassino pela machadinha, é uma das formas da esfinge de Édipo. E aquele que vencer o leão merecerá suceder a Hiram na sua dignidade. ‘ O cadáier putrefatu de Hiram mostra que as formas mudam, mas que o espírito fica. A fonte de água que corre perto do primeiro fascínora lembra D dilúvio que puniu os crimes contra a natureza. O espinheiro ardente e o arco-íris que fazem descobrir o Segundo assassino, representam a luz e a vida, denunciando os atentados contra o pensamento.
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Enfim, o leão vencido representa o trinunfo do espírito sobre a matéria e a submissio definitiva da força à inteligência. Desde o começo do trabalho do espírito para edificar o templo da unidade, Hiram foi morto muitas vezes e ressuscita sempre. É Adonis morto pelo javali; é Osíris assassinado por Tífon. É Pitágoras proscrito, é Orfeu despedaçado pelas bacantes, é Moisés abandonado nas cavernas do Monte Neba, é Jesus morto por Caifás, Judas e Pilatos. Os verdadeiros maçõns são pois os que persistem em querer construir. o templo, segundo o plano iÍe Hirain. Tal é a grande e principal lenda da maçonaria; as outras são menos belas e menos profundas, luas não pensamos dever divulgar-se-lue os mistérios, e se bem que não tenhamos recebido a iniciação senão de Deus e de nossos trabalhos, consideramos o segredo da alta maçonaria como o nosso. Chegado por nossos esforços a um gráu científico que nos impõe silêncio, não nos julgamos melhor empenhados por nossas convicções do que por um juramento. A ciência é uma nobreza que obriga e não desmerecemos a coroa principesca dos rosa-cruzes. Nós não cremos também na ressurreição de Hiram. Os ritos da maçonaria são destinados a transmitir a lembrança das lendas da iniciação e a conservá-la entre nossos irmãos. Pergmita-nos-ào talvez como, se a maçonaria é tão sublime e tão santa, pôde ela ser proscrita e tantas vezes condenada pela igreja. Já respondemos a esta questão, falando das cisões e das profanações da maçonaria. A maçonaria é a gnose e os falsos gnóstieos fizeram condenar os verdadeiros. O que os obriga a esconder-se, não é o temor da luz, a luz é o que eles querem, o que eles procuram, o que eles adoram. Mas eles temem os profanadores, isto é, os falsos intérpretes, os caluniadores, os céticos de sorriso estúpido, os inimigos de toda crença e de toda moralidade. Em nosso tempo aliás um grande numero de homens que se julgam francos-maçons, ignoram o sentido que seus ritos e perderam a chave de seus mistérios.
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Eles não compreendem mesmo mais seus quadros simbólicos, e não entendem mais nada dos sinais hieroglíiicos com que são pintados os tapetes de suas lojas. Estes quadros e estes sinais são páginas do livro da ciência absoluta e universal. Podem ser lidas com o auxílio das chaves cabalísticas e não têm nada de oculto para o iniciado que possui as clavículas de Salomão.
A maçonaria foi não somente profanada, mas serviu mesmo de véu e de pretexto às cabalas da anarquia, pela influência oculta dos vingadores de Jaques de Molay, e dos continuadores da obra cismática do templo. Em lugar de vingar a morte de Hiram, vingaram-se seus assassinos. Os anarquistas retomaram a régua, o esquadro e a malheta e em cima escreveram liberdade, igualdade e fraternidade. Isto é, liberdade para as cobiças, igualdade na baixeza e fraternidade para destruir. Eis os homens que a Igreja condenou justamente e que condenará sempre.
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(Texto extraido da Internet)

Veja também no site Conspiração:
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Para que muita gente tome ciência dos reais perigos da Maçonaria, transcreverei texto do escritor e repóter do jornal The New York Times, Jim Marrs.
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O MOVIMENTO ANTIMAÇÔNICO 

 

A Maçonaria, a mais antiga e poderosa sociedade secreta na história do mundo, plantara raízes firmes na jovem América e desempenhou um papel significativo na Revolução Americana. Desempenhou um papel ainda maior na subsequente Revolução Francesa, que inicialmente foi recebida com grande alegria e aprovação nos Estados Unidos. O número de Lojas maçônicas aumentou e também a quantidade de membros. Em 1826, estimava-se que os maçons nos Estados Unidos chegavam a 50 mil, na maioria homens instruidos e profissionais.

 

Contudo, naquele ano, um maçom quebrou a hierarquia. Tornou-se conhecido o fato de que um certo capitão William Morgan, de Batavia, em Nova York, planejava publicar um livro revelando os símbolos, aperto de mãos, juramentos e propósitos secretos da Maçonaria. Morgan, um membro da ordem havia trinta anos, escreveu: “A ruína de nossas instituições civis é encontrada na Maçonaria, já muito poderosa e a cada dia aumentando o seu poder. Eu devo ao meu país uma exposição do perigo que ela representa”.

 

Antes de o livro ser impresso, Morgan e seu editor foram sequestrados em Batavia. Amigos e vizinhos irados perseguiram os sequestradores e conseguiram salvar o editor, mas Morgan não teve a mesma sorte. Ele jamais foi visto de novo.

 

Anos depois, um maçom chamado Henry L. Valance confidenciou a seu médico na hora da morte que ele e outros dois maçons tinham jogado Morgan no rio Niagara. Valance disse que desde aquela noite ele tinha a consciência pesada pela culpa – “a marca de Caim” – e buscava perdão para o seu pecado.

 

Porém, na época do sequestro, ninguém parecia conseguir uma resposta direta referente ao destino de Morgan. Segundo o reverendo Charles G. Finney, escrevendo em 1869, as rodas da justiça foram desaceleradas pelos maçons nas cortes e nos orgãos de aplicação da lei; e entre as testemunhas e jurados. Os rumores de que Morgan fora sequestrado e assassinado pelos maçons se espalharam por Nova York, Nova Inglaterra e em outros Estados; e um escândalo de grandes proporções irrompeu.

 

Devido ao ataque público contra o caráter secreto e exclusivo da Maçonaria, Finney alegou que cerca de 45 mil membros deixaram a Ordem e mais de duas mil Lojas foram fechadas. “Milhares de maçons queimaram seus aventais. Em poucos anos, o número de membros nas Lojas de Nova York caiu de 30 mil para 300, como resultado direto do incidente com Morgan”, escreveu o autor William J. Whaley.

 

Em 1827, o livro de Morgan, Illustrations of Masonry  by one of the Fraternity Who Has Devoted Thirty  Years to the Subject, foi publicado postumamente. Pela primeira vez, não-maçons poderiam aprender como a Ordem operava de dentro.

 

Os arrepiantes “juramentos de sangue” de punições por revelar os segredos da Maçonaria renovaram a crença de que Morgan fora assassinado por seus companheiros de Ordem. Morgan revelou que o iniciado na Ordem ou Primeiro Grau da Loja Azul jurava “me unir sob a penalidade de ter minha garganta cortada, minha língua arrancada e meu corpo enterrado nas areias do mar, onde a maré vaza e flui duas vezes em 24 horas…” As penalidades nos graus mais altos se tornavam mais assustadoras.

 

Em 1829, sobre pressão pública, o Senado do Estado de Nova York investigou a Maçonaria e relatou que os ricos e poderosos maçons eram encontrados em todos os níveis do governo. (…)

 

Os segredos da origem da Maçonaria foram fortemente mantidos, apesar da publicação de inúmeras obras a respeito do assunto. Walter Leslie Wilmshurst, maçom e autor de The Meaning of Masonry, escreveu: “A verdadeira história da Maçonaria nunca foi contada nem mesmo à Arte”. (…)

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A MAÇONARIA 

De acordo com a Nova Enciclopédia Britânica, a Maçonaria é a maior sociedade secreta mundial e se expandiu em grande parte devido ao avanço do império britânico no século XIX. Havia até Lojas maçônicas estabelecidas na China sob os auspícios da Grande Loja da Inglaterra, começando em 1788. A infame Sociedade Tríade Chinesa começou como uma ordem maçônica, junto com outra chamada Ordem da Suástica, como nos explica o autor de a New Encyclopedia of Freemasonry. Esses maçons chineses conduziram ritos idênticos, usavam símbolos semelhantes e aventais de couro. Eles se referiam à divindade como o “Primeiro Construtor”.

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O mais famoso dos símbolos maçônicos – a letra G dentro de um quadrado e um compasso – na verdade significa a geometria, como ensina o historiador maçônico Albert Mackey, que acrescentou que os maçons aprenderam que “Maçonaria e geometria são termos sinônimos” e “os simbolos geométricos encontrados no ritual da Maçonaria Moderna podem ser considerados as ruínas dos segredos geométricos do maçom medieval, que hoje se admite estarem perdidos”. A geometria oculta, às vezes chamada “geometria sagrada”, há muito utiliza figuras geométricas como o círculo, o triângulo, o pentagrama, etc., como símbolos de conceitos metafísicos e psicológicos.

Os autores Christopher Knight e Robert Lomas apresentaram uma explicação interessante a respeito do conhecido símbolo maçom do quadrado e do compasso. Eles alegaram que o símbolo se originou como uma forma estilizada de um antigo símbolo do poder do rei – uma pirâmide com a base representando o poder terreno – sobreposta por uma pirâmide inversa que representa o poder celestial do sacerdote. Juntas, essas pirâmides de poder criam o símbolo que passou a ser conhecido como a Estrela de Davi. “Seu uso tornou-se popular primeiramente em várias igrejas cristãs na Idade Média; e, para nossa surpresa, os exemplos mais antigos foram encontrados em construções erigidas pelos Cavaleiros Templários. Esse símbolo foi usado nas sinagogas muito tempo depois”.

Uma tradição maçônica alegava que Abraão, o patriarca dos hebreus, transmitiu aos egipcios um conhecimento especial anterior ao Grande Dilúvio. Anos depois, esse conhecimento – apresentado como a obra do lendário Hermes Trismegisto – foi reunido pelo filósofo grego Euclides, que estudou o trabalho sob o nome de geometria. Os gregos, e depois os romanos, chamaram-no de arquitetura da disciplina.

Os críticos da Maçonaria alegam que o proeminente G significa Gnosticismo – uma filosofia das seitas gnósticas como os Alumbrados, que foi considerada ilegal nos primórdios da Igreja.

As autoridades discordam quanto à verdadeira origem da Maçonaria, mas todas reconhecem que ela é anterior ao antigo Egito. A tradição maçônica remonta à construção da Torre de Babel bíblica e ao Templo do rei Salomão em Jerusalém.

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A maioria dos autores afirma que os segredos da Maçonaria remontam aos sacerdotes guerreiros das Cruzadas – os Cavaleiros Templários. Um escritor XVIII afirmou que a Maçonaria Moderna foi fundada por Godfrey de Bouillon, líder da Primeira Cruzada, que conquistou Jerusalém e supostamente foi também o fundador da misteriosa Ordem Priorado de Sião.

Os segredos da origem da Maçonaria foram fortemente mantidos, apesar da publicação de inúmeras obras a respeito do assunto. Walter Leslie Wilmshurst, maçom e autor de The Meaning of Masonry, escreveu: “A verdadeira história da Maçonaria nunca foi contada nem mesmo à Arte”.

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Contudo, após um exaustivo estudo a respeito dos Cavaleiros Templários, os autores concluiram: “Agora podemos ter certeza, sem nenhuma sombra de dúvida, de que o local de início da Maçonaria foi a construção da Capela Rosslyn na metade do século XV”. Rosslyn, perto de Edimburgo  na Escócia, foi construída pela família Saint-Clair.  Os Saint-Clair eram ligados aos Cavaleiros Templários originais, e William Saint-Clair de Rosslyn tornou-se o primeiro Grão-Mestre da Maçonaria Escocesa. Catherine de Saint-Clair foi casada com o primeiro Grão-Mestre dos Cavaleiros Templários.

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Depois de anos de choques com a Igreja Católica romana, os maçons da Inglaterra – agora sob a Igreja da Inglaterra – anunciaram em 1723 que a organização aceitaria pessoas de todas as religiões. Hoje [2005], há cerca de 6 milhões de maçons ativos e quase 100 mil Lojas.

A Maçonaria é formada por três Lojas básicas: A Loja Azul, o primeiro degrau que é dividio em três estágios ou graus; Rito de York, composto de mais dez graus; e o Rito Escocês, com seu total de 32 graus de iniciação. O 33º grau, que se atinge apenas por convite, representa a cabeça humana no topo das 33 vértebras da coluna. Esse é o grau mais alto conhecido publicamente.

A grande maioria dos membros encara sua filiação à Maçonaria como algo não muito diferente de juntar-se ao Lion’s Club, aos Otimistas ou à Câmara do Comércio. E, do ponto de vista deles, isso é verdade. Até a literatura maçônica deixa claro que somente os iniciados que progridem para além do status do 33º grau tomam conhecimento dos verdadeiros objetivos e segredos do grupo.

A hierarquia é prontamente admitida pelos autores maçônicos. “Sempre existiu uma doutrina externa, elementar e popular que serviu de instrução das massas que não são suficientemente preparadas para um ensinamento mais profundo”, escreveu o maçom Wilmshurst. “Sempre existiu uma doutrina interior, mais avançada; um conhecimento mais secreto, que foi preservado para mentes mais maduras e no qual apenas os candidatos proficientes e bem preparados, que voluntariamente buscam participar dele, foram iniciados”.

O maçom de 33º grau Manly P. Hall escreveu: “A Maçonaria é uma fraternidade dentro de uma fraternidade – uma organização externa que esconde uma irmandade interna dos eleitos… uma é visível e a outra, invisível. A sociedade visível é uma esplêndida camaradagem de homens ‘livres e aceitos’, dedicados à questões éticas, educacionais, fraternais, patrióticas e humanitárias. A sociedade invisivel é secreta e a mais augusta fraternidade, cujos membros são dedicados ao serviço de um… arcanum arcandrum [um segredo sagrado]“.

O proeminente maçom do século XIX Albert Pike admitiu que a Maçonaria tem “duas doutrinas; uma escondida e reservada para os Mestres…. a outro, pública…” O Grande Oficial Provincial Wilmshurst confirmou que “o primeiro estágio” ou graus iniciais da Maçonaria são “voltados apenas para os valores superficiais da doutrina”, e que “a maioria dos maçons, receamos, nunca passa para além desse estágio”.

Muitos maçons que ocupam posições importantes jamais são levados ao Círculo Interno do conhecimento. Em suas memórias, o famoso maçom Casanova escreveu: “Mesmo aqueles que ocuparam a Cadeira do Mestre [maçom] por cinquenta anos podem não conhecer ainda os seus Mistérios”.

Epperson fez a interessante observação de que todos os maçons negarão a existência de um Círculo Interno e um externo na Ordem, porque o “maçom médio” não conhece esse sistema, enquanto o “maçom iluminado” jura não revelá-lo. A segunda categoria é protegida por um juramento de segredo, o que significa que, se alguém sabe da existência desse sistema, estaria obrigado por juramento a guardar segredo”.

A estrutura de poder da Ordem também chamou a atenção de muitos pesquisadores. “A Maçonaria mundial é uma pirâmide massiva de manipulação”, escreveu Icke, que aborda o tema da conspiração. “A estrutura piramidal permite que a Elite – os poucos que estão no topo da Maçonaria – controle a maioria, enganando-a e mantendo-a desinformada”.

FIM

 

3 Comentários »

  1. COMPARTILHANDO DIREITOS E DEVERES ENTRE CRISTÃOS DESPERTOS, SEGUNDO A PALAVRA E A LEI DE DEUS:
    Ao reler a Bíblia Sagrada para cumprir o meu dever de compartilhar o meu direito com os Homens e as Mulheres que esperavam por esta Providência Divina: (EC.51.33) EU ABRI A MINHA BOCA E DISSE: (LC.2.14) GLÓRIA A DEUS NAS MAIORES ALTURAS, E PAZ NA TERRA ENTRE OS HOMENS E AS MULHERES A QUEM ELE QUER BEM: (SL.68.34) TRIBUTAI GLÓRIA A DEUS, À SUA MAJESTADE QUE ESTÁ SOBRE ISRAEL, E A SUA FORTALEZA, NOS ESPAÇOS SIDERAIS: (SL.136.3) RENDEI GRAÇAS AO SENHOR DOS SENHORES, PORQUE A SUA MISERICÓRDIA DURA PARA SEMPRE: (1Co.15.51) EIS QUE VOS DIGO UM MISTÉRIO: NEM TODOS DORMIREMOS, MAS TRANSFORMA DOS SEREMOS TODOS, em Irmãos espirituais do Cristo Vivo; (1TS.4.3) POIS ESTA É A VONTADE DE DEUS:
    (GN.49.2) AJUNTAI-VOS E OUVI, FILHOS DE JACÓ, OUVI A ISRAEL, VOSSO PAI; (IS.51.4) PORQUE DE MIM SAIRÁ A LEI , E ESTABELECE-REI O MEU DIREITO COMO LUZ DOS POVOS: (IS.1.2) OUVI, Ó Céus, E DÁ OUVIDOS Ó TERRA, PORQUE O SENHOR É QUEM FALA: (RM.9.1) DIGO A VERDADE EM CRISTO, NÃO MINTO, TESTEMUNHANDO COMIGO, NO ESPÍRITO SANTO, A MINHA PRÓPRIA CONSCIÊNCIA: (MQ.3.9) OUVI, AGORA, ISTO, VÓS, CABEÇAS DE JACÓ; E VÓS, CHEFES DA CASA DE ISRAEL, QUE ABOMINAIS O JUÌZO E PERVERTEIS TUDO O QUE È DIREITO; (1Pe.2.6) POIS ISSO ESTÁ NA ESCRITURA:
    (JB.10.30) EU E O PAI SOMOS UM: (JB.14.1) NÃO SE TURBE O VOSSO CORAÇÃO; CREDES EM DEUS, CREDE TAMBEM EM MIM; (JB.12.49)- PORQUE EU NÃO TENHO FALADO POR MIM MESMO, MAS O PAI QUE ME ENVIOU, ESSE ME TEM PRESCRITO O QUE DIZER E O QUE ANUNCIAR: (JS.24.15) EU E A MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR, (LE.6.12) POIS QUEM SABE O QUE É BOM PARA O HOMEM DURANTE OS POUCOS DIAS DA SUA VIDA DE VAIDADE, OS QUAIS GASTA COMO SOMBRA? QUEM PODE DECLARAR AO HOMEM O QUE SRÁ DELE DEBAIXO DO SOL? (LC.11.23) QUEM NÃO É POR MIM É CONTRA MIM, E QUEM COMIGO NÃO AJUNTA ESPALHA. (IS.45.20) CONGREGAI-VOS E VINDE; (MT.18.20) PORQUE ONDE ESTIVEREM DOIS OU TRÊS REUNIDOS EM MEU NOME, ALI ESTOU NO MEIO DELES.
    (MT.12.25) JESUS, PORÉM, CONHECENDO-LHES OS PENSAMENTOS, DISSE:TODO REINO DIVIDIDO CONTRA SI MESMO FICARÁ DESERTO E TODA CIDADE OU CASA DIVIDIDA CONTRA SI MESMA NÃO SUBSISTIRÁ:. (HB.12.25) TENDE CUIDADO, NÃO RECUSEIS AO QUE FALA; (RM.2.24) POIS COMO ESTÁ ESCRITO: (IS.43.15)– EU SOU O SENHOR, O VOSSO SANTO, O CRIADOR DE ISRAEL, O VOSSO REI: (DN.11.36) ESTE REI FARÁ SEGUNDO A SUA VONTADE, (IS.28.26) POIS O SEU DEUS ASSIM O INSTRUI DEVIDAMENTE E O ENSINA: (JB.2.5) FAZEI TUDO O QUE ELE VOS DISSER; (JB.6.20) SOU EU: NÃO TEMAIS! (LC.22.37) PORQUE O QUE SE REFERE A MIM ESTÁ SENDO CUMPRIDO, (AT.13.34) E CUMPRIREI A VOSSO FAVOR AS SANTAS E FIÉIS PROMESSAS FEITAS A DAVI: (MT.26.54) COMO SE CUMPRIRIAM AS ESCRITURAS, SEGUNDO AS QUAIS ASSIM DEVE ACONTECER? (MC.11.10) BENDITO O REINO QUE VEM, O REINO DE DAVI NOSSO PAI\: (JB.12.13) HOSANA! BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR, QUE É REI DE ISRAEL: (LV.3.17) ISTO SERÁ POR ESTATUTO PERPETUO DURANTE AS VOSSAS GERAÇÕES, EM TODAS AS VOSSAS MORADAS: (IS.55.11) ASSIM SERÁ A PALAVRA QUE SAIR DA MINHA BOCA, NÃO VOLTARÁ PARA MIM VAZIA, MAS FARÁ O QUE ME APRAZ E PROSPERARÁ NAQUILO PARA O QUE A DESIGNEI:
    (LC.10.2) A SEARA É GRANDE MAS OS TRABALHADORES SÃO POUCOS, (IS.30.12) PELO QUE ASSIM DIZ O SANTO DE ISRAEL: (ÊX.35,10) VENHAM TODOS OS HOMENS HÁBEIS DENTRE VÓS, E FAÇAM TUDO O QUE O SENHOR ORDENOU: (ZC.8.16) EIS AS COUSAS QUE DEVEIS FAZER: (2Co.8.11) COMPLETAI, AGORA, A OBRA COMEÇADA, PARA QUE, ASSIM COMO REVELAS TES PRONTIDÃO NO QUERER, ASSIM A LEVEIS A TERMO SEGUNDO AS VOSSAS POSSES: Refiro-me à nossa Bibliogênese, onde certificareis que no reino de Deus NÃO EXISTE “Direitos Humanos” sem “Deveres Humanos” : (EZ.12.11) EU SOU O VOSSO SINAL: (EZ.24.22) FAREIS COMO EU FIZ; (JB.13.15) PORQUE EU VOS DEI O EXEMPLO, PARA QUE, COMO EU VOS FIZ, FAÇAIS VÒS TAMBÉM: Prossegui, pois, rumo à vida eterna, irmanados em Cristo, e confiantes de que (2.SML.23.2)-O ESPÍRITO DO SENHOR FALA POR MEU INTERMÉDIO, E A SUA PALAVRA ESTÁ NA MINHA LÍNGUA; (2SML.22.23) PORQUE TODOS OS SEUS JUÍZOS ME ESTÃO PRESENTES, E DOS SEUS ESTATUTOS NÃO ME DESVIEI.
    Fraternalmente,
    ISRAEL

    Comentário por Arnaldo Ribeiro | 02/12/2013 | Resposta

  2. Quem inventou no arrebatamento secreto era maçom. darby? a linhagem continua? Por que estes lideres nada falam da Nova Ordem MUndial? Tropeçaram nos Anunakis? Como explicar? 30 anos evangélico, chega esta é uma manipulação Iluminatti. Um apóstota feliz!

    Comentário por syddemy Junior | 01/05/2011 | Resposta

  3. Iniciação maçonica

    Comentário por Valdemar Dorador Serbillera Junior. | 19/07/2010 | Resposta


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