VERDADES SOBRE A MAÇONARIA
********************************************************
Maçonaria: Uma Visível, Outra Invisível
Esperamos que todo maçom leia este artigo antes dos demais, nesta categoria. Existe uma organização maçônica que a maioria de vocês não conhece, mesmo aqueles que já tenham atingido o Grau 33.
Basicamente, a Maçonaria é uma organização dentro de uma organização.
Falicismo [adoração do membro sexual masculino ereto!]; Física Transcendental; Geomancia e Gematria [satânica]; Gnosticismo [o apóstolo Paulo combateu essa doutrina em suas epístolas]; Hermetismo; Hipnotismo;
Aqui está o coração e a alma da fraternidade interna e invisível. A parte absolutamente mais negra desse coração é o falicismo, a adoração do órgão sexual masculino ereto.
Origens Mágicas da Maçonaria – Eliphas Levi
A LENDA DE HIRAM
Estes três companheiros esconderam em seguida o cadáver sob um montão de escombros, e plantaram sobre este túmulo improvisado um ramo de acácia, fugindo depois como Caim após a morte de Abel. Salomão, porém, não vendo regressar seu arquiteto, despachou nove mestres para procurá-lo; o ramo de acácia lhes revelou o cadáver, eles o tiraram de sob os escombros e como lá havia ficado bastante tempo, eles exclamaram, levantando-o: Mach Benach o que significa: a carne solta-se dos ossos. A Hiram foram prestadas as últimas honras, mandando depois Salomão 27 mestres à cata dos assassinos. O primeiro foi surpreendido numa caverna: perto dele ardia uma lâmpada, corria um regato a seus pés e para sua defesa achava-se a seu lado um punhal. O mestre que penetrou na caverna e reconheceu o assassino, tomou o punhal e feriu-o gritando: Nekun palavra que quer dizer vingança; sua cabeça foi levada a Salomão que estremeceu ao vê-la e disse ao que tinha assassinado: “Desgraçado, não sabias tu que eu me reservava o direito de punir?” Então todos os mestres se ajoelharam e pediram perdão para aquele cujo zelo o levara tão longe. O segundo assassino foi traído por um homem que lhe dera asilo; ele se escondera num rochedo perto de um espinheiro ardente, sobre o qual brilhava um arco-íris; ao seu lado achava-se deitado um cão cuja vigilância os mestres enganaram; pegaram o criminoso, amarraram-no e o conduziram-no a Jerusalém onde sofreu o último suplício. O terceiro foi morto por um leão que foi preciso vencer para apoderar-se do cadáver; outras versões dizem que ele se defendeu a machadadas contra os mestres que chegaram enfim a desarmá-lo e o levaram a Salomão que lhe fez expiar seu crime. Tal é a primeira lenda; eis agora a explicação. Salomão é a persondicação da ciência e da sabedoria supremas. O templo é a realização e a figura do reino hierárquico da verdade e da razão sobre a terra. Hiram é o homem que chegou ao domínio pela ciência e pela sabedoria. Ele governa pela justiça e pela ordem, dando a cada um segundo suas obras.
Enfim, o leão vencido representa o trinunfo do espírito sobre a matéria e a submissio definitiva da força à inteligência. Desde o começo do trabalho do espírito para edificar o templo da unidade, Hiram foi morto muitas vezes e ressuscita sempre. É Adonis morto pelo javali; é Osíris assassinado por Tífon. É Pitágoras proscrito, é Orfeu despedaçado pelas bacantes, é Moisés abandonado nas cavernas do Monte Neba, é Jesus morto por Caifás, Judas e Pilatos. Os verdadeiros maçõns são pois os que persistem em querer construir. o templo, segundo o plano iÍe Hirain. Tal é a grande e principal lenda da maçonaria; as outras são menos belas e menos profundas, luas não pensamos dever divulgar-se-lue os mistérios, e se bem que não tenhamos recebido a iniciação senão de Deus e de nossos trabalhos, consideramos o segredo da alta maçonaria como o nosso. Chegado por nossos esforços a um gráu científico que nos impõe silêncio, não nos julgamos melhor empenhados por nossas convicções do que por um juramento. A ciência é uma nobreza que obriga e não desmerecemos a coroa principesca dos rosa-cruzes. Nós não cremos também na ressurreição de Hiram. Os ritos da maçonaria são destinados a transmitir a lembrança das lendas da iniciação e a conservá-la entre nossos irmãos. Pergmita-nos-ào talvez como, se a maçonaria é tão sublime e tão santa, pôde ela ser proscrita e tantas vezes condenada pela igreja. Já respondemos a esta questão, falando das cisões e das profanações da maçonaria. A maçonaria é a gnose e os falsos gnóstieos fizeram condenar os verdadeiros. O que os obriga a esconder-se, não é o temor da luz, a luz é o que eles querem, o que eles procuram, o que eles adoram. Mas eles temem os profanadores, isto é, os falsos intérpretes, os caluniadores, os céticos de sorriso estúpido, os inimigos de toda crença e de toda moralidade. Em nosso tempo aliás um grande numero de homens que se julgam francos-maçons, ignoram o sentido que seus ritos e perderam a chave de seus mistérios.
(Texto extraido da Internet)
Veja também no site Conspiração:
http://rodrigoenok.blogspot.com/2010/03/maconaria-uma-visivel-outra-invisivel.html
Acompanhe outros posts no site Conspiração:
http://rodrigoenok.blogspot.com/
***************
Para que muita gente tome ciência dos reais perigos da Maçonaria, transcreverei texto do escritor e repóter do jornal The New York Times, Jim Marrs.
***
O MOVIMENTO ANTIMAÇÔNICO
A Maçonaria, a mais antiga e poderosa sociedade secreta na história do mundo, plantara raízes firmes na jovem América e desempenhou um papel significativo na Revolução Americana. Desempenhou um papel ainda maior na subsequente Revolução Francesa, que inicialmente foi recebida com grande alegria e aprovação nos Estados Unidos. O número de Lojas maçônicas aumentou e também a quantidade de membros. Em 1826, estimava-se que os maçons nos Estados Unidos chegavam a 50 mil, na maioria homens instruidos e profissionais.
Contudo, naquele ano, um maçom quebrou a hierarquia. Tornou-se conhecido o fato de que um certo capitão William Morgan, de Batavia, em Nova York, planejava publicar um livro revelando os símbolos, aperto de mãos, juramentos e propósitos secretos da Maçonaria. Morgan, um membro da ordem havia trinta anos, escreveu: “A ruína de nossas instituições civis é encontrada na Maçonaria, já muito poderosa e a cada dia aumentando o seu poder. Eu devo ao meu país uma exposição do perigo que ela representa”.
Antes de o livro ser impresso, Morgan e seu editor foram sequestrados em Batavia. Amigos e vizinhos irados perseguiram os sequestradores e conseguiram salvar o editor, mas Morgan não teve a mesma sorte. Ele jamais foi visto de novo.
Anos depois, um maçom chamado Henry L. Valance confidenciou a seu médico na hora da morte que ele e outros dois maçons tinham jogado Morgan no rio Niagara. Valance disse que desde aquela noite ele tinha a consciência pesada pela culpa – “a marca de Caim” – e buscava perdão para o seu pecado.
Porém, na época do sequestro, ninguém parecia conseguir uma resposta direta referente ao destino de Morgan. Segundo o reverendo Charles G. Finney, escrevendo em 1869, as rodas da justiça foram desaceleradas pelos maçons nas cortes e nos orgãos de aplicação da lei; e entre as testemunhas e jurados. Os rumores de que Morgan fora sequestrado e assassinado pelos maçons se espalharam por Nova York, Nova Inglaterra e em outros Estados; e um escândalo de grandes proporções irrompeu.
Devido ao ataque público contra o caráter secreto e exclusivo da Maçonaria, Finney alegou que cerca de 45 mil membros deixaram a Ordem e mais de duas mil Lojas foram fechadas. “Milhares de maçons queimaram seus aventais. Em poucos anos, o número de membros nas Lojas de Nova York caiu de 30 mil para 300, como resultado direto do incidente com Morgan”, escreveu o autor William J. Whaley.
Em 1827, o livro de Morgan, Illustrations of Masonry by one of the Fraternity Who Has Devoted Thirty Years to the Subject, foi publicado postumamente. Pela primeira vez, não-maçons poderiam aprender como a Ordem operava de dentro.
Os arrepiantes “juramentos de sangue” de punições por revelar os segredos da Maçonaria renovaram a crença de que Morgan fora assassinado por seus companheiros de Ordem. Morgan revelou que o iniciado na Ordem ou Primeiro Grau da Loja Azul jurava “me unir sob a penalidade de ter minha garganta cortada, minha língua arrancada e meu corpo enterrado nas areias do mar, onde a maré vaza e flui duas vezes em 24 horas…” As penalidades nos graus mais altos se tornavam mais assustadoras.
Em 1829, sobre pressão pública, o Senado do Estado de Nova York investigou a Maçonaria e relatou que os ricos e poderosos maçons eram encontrados em todos os níveis do governo. (…)
Os segredos da origem da Maçonaria foram fortemente mantidos, apesar da publicação de inúmeras obras a respeito do assunto. Walter Leslie Wilmshurst, maçom e autor de The Meaning of Masonry, escreveu: “A verdadeira história da Maçonaria nunca foi contada nem mesmo à Arte”. (…)
***
A MAÇONARIA
De acordo com a Nova Enciclopédia Britânica, a Maçonaria é a maior sociedade secreta mundial e se expandiu em grande parte devido ao avanço do império britânico no século XIX. Havia até Lojas maçônicas estabelecidas na China sob os auspícios da Grande Loja da Inglaterra, começando em 1788. A infame Sociedade Tríade Chinesa começou como uma ordem maçônica, junto com outra chamada Ordem da Suástica, como nos explica o autor de a New Encyclopedia of Freemasonry. Esses maçons chineses conduziram ritos idênticos, usavam símbolos semelhantes e aventais de couro. Eles se referiam à divindade como o “Primeiro Construtor”.
(…)
O mais famoso dos símbolos maçônicos – a letra G dentro de um quadrado e um compasso – na verdade significa a geometria, como ensina o historiador maçônico Albert Mackey, que acrescentou que os maçons aprenderam que “Maçonaria e geometria são termos sinônimos” e “os simbolos geométricos encontrados no ritual da Maçonaria Moderna podem ser considerados as ruínas dos segredos geométricos do maçom medieval, que hoje se admite estarem perdidos”. A geometria oculta, às vezes chamada “geometria sagrada”, há muito utiliza figuras geométricas como o círculo, o triângulo, o pentagrama, etc., como símbolos de conceitos metafísicos e psicológicos.
Os autores Christopher Knight e Robert Lomas apresentaram uma explicação interessante a respeito do conhecido símbolo maçom do quadrado e do compasso. Eles alegaram que o símbolo se originou como uma forma estilizada de um antigo símbolo do poder do rei – uma pirâmide com a base representando o poder terreno – sobreposta por uma pirâmide inversa que representa o poder celestial do sacerdote. Juntas, essas pirâmides de poder criam o símbolo que passou a ser conhecido como a Estrela de Davi. “Seu uso tornou-se popular primeiramente em várias igrejas cristãs na Idade Média; e, para nossa surpresa, os exemplos mais antigos foram encontrados em construções erigidas pelos Cavaleiros Templários. Esse símbolo foi usado nas sinagogas muito tempo depois”.
Uma tradição maçônica alegava que Abraão, o patriarca dos hebreus, transmitiu aos egipcios um conhecimento especial anterior ao Grande Dilúvio. Anos depois, esse conhecimento – apresentado como a obra do lendário Hermes Trismegisto – foi reunido pelo filósofo grego Euclides, que estudou o trabalho sob o nome de geometria. Os gregos, e depois os romanos, chamaram-no de arquitetura da disciplina.
Os críticos da Maçonaria alegam que o proeminente G significa Gnosticismo – uma filosofia das seitas gnósticas como os Alumbrados, que foi considerada ilegal nos primórdios da Igreja.
As autoridades discordam quanto à verdadeira origem da Maçonaria, mas todas reconhecem que ela é anterior ao antigo Egito. A tradição maçônica remonta à construção da Torre de Babel bíblica e ao Templo do rei Salomão em Jerusalém.
(…)
A maioria dos autores afirma que os segredos da Maçonaria remontam aos sacerdotes guerreiros das Cruzadas – os Cavaleiros Templários. Um escritor XVIII afirmou que a Maçonaria Moderna foi fundada por Godfrey de Bouillon, líder da Primeira Cruzada, que conquistou Jerusalém e supostamente foi também o fundador da misteriosa Ordem Priorado de Sião.
Os segredos da origem da Maçonaria foram fortemente mantidos, apesar da publicação de inúmeras obras a respeito do assunto. Walter Leslie Wilmshurst, maçom e autor de The Meaning of Masonry, escreveu: “A verdadeira história da Maçonaria nunca foi contada nem mesmo à Arte”.
(…)
Contudo, após um exaustivo estudo a respeito dos Cavaleiros Templários, os autores concluiram: “Agora podemos ter certeza, sem nenhuma sombra de dúvida, de que o local de início da Maçonaria foi a construção da Capela Rosslyn na metade do século XV”. Rosslyn, perto de Edimburgo na Escócia, foi construída pela família Saint-Clair. Os Saint-Clair eram ligados aos Cavaleiros Templários originais, e William Saint-Clair de Rosslyn tornou-se o primeiro Grão-Mestre da Maçonaria Escocesa. Catherine de Saint-Clair foi casada com o primeiro Grão-Mestre dos Cavaleiros Templários.
(…)
Depois de anos de choques com a Igreja Católica romana, os maçons da Inglaterra – agora sob a Igreja da Inglaterra – anunciaram em 1723 que a organização aceitaria pessoas de todas as religiões. Hoje [2005], há cerca de 6 milhões de maçons ativos e quase 100 mil Lojas.
A Maçonaria é formada por três Lojas básicas: A Loja Azul, o primeiro degrau que é dividio em três estágios ou graus; Rito de York, composto de mais dez graus; e o Rito Escocês, com seu total de 32 graus de iniciação. O 33º grau, que se atinge apenas por convite, representa a cabeça humana no topo das 33 vértebras da coluna. Esse é o grau mais alto conhecido publicamente.
A grande maioria dos membros encara sua filiação à Maçonaria como algo não muito diferente de juntar-se ao Lion’s Club, aos Otimistas ou à Câmara do Comércio. E, do ponto de vista deles, isso é verdade. Até a literatura maçônica deixa claro que somente os iniciados que progridem para além do status do 33º grau tomam conhecimento dos verdadeiros objetivos e segredos do grupo.
A hierarquia é prontamente admitida pelos autores maçônicos. “Sempre existiu uma doutrina externa, elementar e popular que serviu de instrução das massas que não são suficientemente preparadas para um ensinamento mais profundo”, escreveu o maçom Wilmshurst. “Sempre existiu uma doutrina interior, mais avançada; um conhecimento mais secreto, que foi preservado para mentes mais maduras e no qual apenas os candidatos proficientes e bem preparados, que voluntariamente buscam participar dele, foram iniciados”.
O maçom de 33º grau Manly P. Hall escreveu: “A Maçonaria é uma fraternidade dentro de uma fraternidade – uma organização externa que esconde uma irmandade interna dos eleitos… uma é visível e a outra, invisível. A sociedade visível é uma esplêndida camaradagem de homens ‘livres e aceitos’, dedicados à questões éticas, educacionais, fraternais, patrióticas e humanitárias. A sociedade invisivel é secreta e a mais augusta fraternidade, cujos membros são dedicados ao serviço de um… arcanum arcandrum [um segredo sagrado]“.
O proeminente maçom do século XIX Albert Pike admitiu que a Maçonaria tem “duas doutrinas; uma escondida e reservada para os Mestres…. a outro, pública…” O Grande Oficial Provincial Wilmshurst confirmou que “o primeiro estágio” ou graus iniciais da Maçonaria são “voltados apenas para os valores superficiais da doutrina”, e que “a maioria dos maçons, receamos, nunca passa para além desse estágio”.
Muitos maçons que ocupam posições importantes jamais são levados ao Círculo Interno do conhecimento. Em suas memórias, o famoso maçom Casanova escreveu: “Mesmo aqueles que ocuparam a Cadeira do Mestre [maçom] por cinquenta anos podem não conhecer ainda os seus Mistérios”.
Epperson fez a interessante observação de que todos os maçons negarão a existência de um Círculo Interno e um externo na Ordem, porque o “maçom médio” não conhece esse sistema, enquanto o “maçom iluminado” jura não revelá-lo. A segunda categoria é protegida por um juramento de segredo, o que significa que, se alguém sabe da existência desse sistema, estaria obrigado por juramento a guardar segredo”.
A estrutura de poder da Ordem também chamou a atenção de muitos pesquisadores. “A Maçonaria mundial é uma pirâmide massiva de manipulação”, escreveu Icke, que aborda o tema da conspiração. “A estrutura piramidal permite que a Elite – os poucos que estão no topo da Maçonaria – controle a maioria, enganando-a e mantendo-a desinformada”.
FIM



Quem inventou no arrebatamento secreto era maçom. darby? a linhagem continua? Por que estes lideres nada falam da Nova Ordem MUndial? Tropeçaram nos Anunakis? Como explicar? 30 anos evangélico, chega esta é uma manipulação Iluminatti. Um apóstota feliz!
Iniciação maçonica